ATIVIDADES COM TRACEJADO PARA MATERNAL: "
sábado, 23 de abril de 2011
Dúvidas dos leitores
Dúvidas dos leitores: "
1ª) Ele tinha PAGO ou PAGADO a conta?
Aqui, você decide. Este assunto sempre provoca muita discussão. É a guerra dos particípios.
O particípio, que já foi chamado de particípio passado, geralmente termina em – ADO ou –IDO: falado, comunicado, empregado, vendido, perdido, partido, saído.
Alguns verbos irregulares apresentam formas diferentes: escrito, feito, posto, visto, aberto, descoberto.
O problema são alguns verbos que apresentam as duas formas: a regular (pagado, pegado, gastado e ganhado) e a irregular (pago, pego, gasto, ganho).
Há quem defenda o uso exclusivo da forma regular. Negam a existência da irregular. Para esses, deveríamos usar sempre: “ele tinha pagado a conta”, “ela havia pegado os documentos”, “o dinheiro já havia sido gastado”, “os pontos foram ganhados”…
Outros pensam o oposto. Dizem que as formas regulares entraram em desuso e que só deveríamos usar as formas irregulares: “ele tinha pago a conta”, “ela havia pego os documentos”, “o dinheiro já havia sido gasto”, “os pontos foram ganhos”.
Há uma terceira opinião. É a dos moderados, que aceitam as duas formas.
Se você quer saber a minha opinião, lá vai.
Estou com os moderados. Não vejo por que rejeitar as formas clássicas (pagado, pegado, gastado e ganhado) ou negar o novo, que principalmente no Brasil é uma realidade (pago, pego, gasto e ganho).
Quanto ao uso das duas formas, defendo a regra tradicional para os particípios abundantes:
1a) A forma regular só podemos nos tempos compostos (=com os verbos auxiliares TER e HAVER):
“Ele tinha pagado a conta.”
“Ela havia pegado os documentos.”
“Ele havia gastado o dinheiro.”
“Ele tinha ganhado os pontos.”
2a) A forma irregular pode ser usada com qualquer verbo auxiliar (SER, ESTAR, TER e HAVER):
“A conta foi paga”; “Ele tinha pago a conta”;
“Os documentos foram pegos”; “Ele havia pego os documentos”;
“O dinheiro já havia sido gasto”; “Ele havia gasto o dinheiro”;
“Os pontos estavam ganhos”; “Ele tinha ganho os pontos”.
Para terminar, outra observação. As formas “trago” e “chego”, como particípios, são inaceitáveis. Devemos usar apenas as formas clássicas: “Ele tinha TRAZIDO os documentos” e “ela já havia CHEGADO”.
Essa história de “ele tinha trago” ou de “ela havia chego” só se for piada.
2ª) INTERVIDO ou INTERVINDO?
“O juiz já havia INTERVIDO ou INTERVINDO no caso”?
Neste caso não há polêmica. O certo é INTERVINDO.
O verbo INTERVIR é derivado do verbo VIR. Deve, portanto, seguir o verbo primitivo:
Eu venho – eu intervenho
Ele vem – ele intervém
Eles vêm – eles intervêm
Nós vimos – nós intervimos (=presente do indicativo)
Nós viemos – nós interviemos (=pretérito perfeito do indicativo)
Ele veio – ele interveio
Eles vieram – eles intervieram
Eu vim – eu intervim
Se eu viesse – se eu interviesse
Quando eu vier – quando eu intervier.
Quanto ao verbo VIR, há uma curiosidade: é o único verbo cujo particípio é igual ao gerúndio:
“Eu estou VINDO de casa.” (gerúndio),
“Eu tinha VINDO de casa.” (particípio).
Portanto, se o particípio do verbo VIR é VINDO, os verbos derivados devem segui-lo: INTERVINDO, PROVINDO, ADVINDO…
A forma intervido simplesmente não existe.
3ª) COMPLETA ou COMPLETADA?
Muita gente acha estranho quando o Galvão Bueno diz: “quarenta voltas COMPLETADAS”.
Ele está certíssimo.
As duas formas existem, mas merecem uma observação quanto ao seu uso:
1o) COMPLETO é adjetivo. Deve ser usado quando qualifica um substantivo (=ao lado do substantivo ou após um verbo de ligação):
“Ele já deu duas voltas COMPLETAS.”
“A lista dos convocados já está COMPLETA.”
2a) COMPLETADO é o particípio do verbo completar. Devemos usar nos tempos compostos e na voz passiva:
“Ele tinha COMPLETADO quarenta voltas.”
“Quarenta voltas já foram COMPLETADAS.”
O significado da Páscoa...
O significado da Páscoa...: "
OVOS DE PÁSCOA |
COELHO |

CORDEIRO |
CÍRIO PASCAL |
GIRASSOL |
PÃO E VINHO |
Colomba Pascal |
SINO |
Quaresma |
Óleos Santos |
Desenhos para colorir dia das mães
O problema é só as calorias não é!
Postei atividades para o dia das mães, desenhos para colorir e mais dois projetos que encontreio passeando pela net.
Espero que gostem, amanhã eu posto mais novidades para vocês!
Criatividade
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Programa de redução do comportamento agressivo entre estudantes
Programa de redução do comportamento agressivo entre estudantes: "'Todas as crianças e adolescentes têm direito a escolas onde existam alegria, amizade, solidariedade e respeito às características individuais de cada um deles.' Aramis Lopes
Desenvolvido por iniciativa da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência - ABRAPIA, o 'Programa de Redução do Comportamento Agressivo Entre Estudantes' teve como um dos resultados, a publicação do livro 'DIGA NÃO PARA O BULLYING', de autoria de Aramis A. Lopes Neto e Lucia Helena Saavedra.
O livro foi publicado em primeira edição, no ano de 2003, sob o patrocínio da Petrobras e com o apoio do IBOPE e da Secretaria de Educação da Prefeitura do Rio de Janeiro.

O tema BULLYING continua cada vez mais atual e vem exigindo campanhas no Brasil e também no exterior para o esclarecimento dos educadores, dos pais, responsáveis e de toda a sociedade a respeito das informações sobre todas as formas de comportamentos agressivos praticados por crianças, adolescentes e também por adultos de iguais condições, quer sejam colegas de escola ou de trabalho, idosos que se encontram internados em asilos, crianças em áreas de lazer ou estudantes de escolas, colégios ou universidades.
Sempre que se fala em BULLYING aparece logo a indagação: como poderíamos traduzir a palavra para a nossa língua? Embora não haja uma tradução específica, no livro 'Diga NÃO para o Bullying', há um quadro que relaciona ações que podem ser entendidas como atos de Bullying, como, por exemplo, apelidar, ofender, zoar, gozar, sacanear, humilhar, intimidar, encarnar, aterrorizar, amedrontar, tiranizar, dominar, fazer sofrer, discriminar, excluir, isolar, ignorar, dar um gelo, perseguir, assediar, ameaçar, agredir, bater, chutar, empurrar, derrubar, ferir, quebrar pertences, furtar, roubar...
A Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro tem demonstrado grande preocupação com todos os tipos de comportamentos danonos e deliberados que eventualmente possam ocorrer no âmbito de nossas escolas, nas salas de aulas ou até mesmo em suas áreas de entorno, razão pela qual vem desenvolvendo campanhas de esclarecimento para evitar que tais práticas continuem acontecendo nas escolas da rede.
É preciso que os pais e professores estejam bastante atentos em relação ao comportamento das crianças e dos adolescentes, tanto para evitar que sejam vítimas, quanto para impedir qualquer tipo de protagonismo agressivo.
O livro 'Diga NÃO para o Bullying!' descreve toda a trajetória de um Programa que se dedicou à identificação, prevenção e controle do Bullying entre cerca de 5.500 alunos de 5ª a 8ª séries, matriculados em onze escolas públicas e privadas, localizadas na cidade do Rio de Janeiro. Mesmo sendo publicação resultante de pesquisas realizadas em 2003, continua sendo leitura indispensável para os educadores que estão preocupados em oferecer condições necessárias para um ensino de qualidade em ambiente seguro e saudável para os alunos.
Conheça o Observatório da Infância
O canal de informações sobre os direitos da criança e do adolescente
http://www.observatoriodainfancia.com.br
“Don Quixote nas bodas de Comacho” UFRJ
“Don Quixote nas bodas de Comacho” UFRJ: "

Material extraído do site da Escola de Música da UFRJ (*1)
Os professores Marcelo Fagerlande, da EM, e José Henrique Moreira, do curso de Direção Teatral da Escola de Comunicação (ECO), serão responsáveis pela direção musical e cênica, respectivamente. Com participação da Orquestra Sinfônica da UFRJ, a ópera contará também com o próprio Fagerlande e com Clara Albuquerque nos cravos, Bruno Correia na tiorba, Guilherme Barroso no alaúde e Eduardo Antonello na viola de gamba. “A música é linda e de fácil absorção pelo público”, comenta Fagerlande. “Don Quixote e Sancho Pança são testemunhas de uma história de amor entre pastores. É um episódio muito leve”, reforça José Henrique, acrescentando que, com um ato, a apresentação terá duração de uma hora, o que é “um tempo bom, adequado ao trabalho”.
O diretor artístico da Escola, Eduardo Biato, salienta que, mais uma vez, a iniciativa congrega alunos, professores e funcionários de três unidades. No elenco, há estudantes da Escola de Música e também da Comunicação. Estarão em cena 15 cantores, sendo sete solistas e oito no coro, e também seis atores, alunos do Curso de Direção Teatral. Os solistas são: Fernando Alves, Don Quixote; Leandro Costa, Sancho Panza; Andre Luiz de Souza, Basilio; Paola Soneghetti, Quitéria; Julia Anjos, Grisóstomo; Bruno dos Anjos Pimentel, Pedrillo e Luan Goes, Comacho. Os cenários e figurinos, preparados pela Escola de Belas Artes (EBA), já estão “bem adiantados”, avisa José Henrique. A coreografia será da ECO, que também participa da produção, juntamente com funcionários da EM. Considerada uma das mais bem sucedidas experiências de ensino e extensão, é um trabalho “da Universidade” em todos os sentidos, ressalta José Henrique (leia mais em...).
Sinopse da Ópera
A história se passa em uma aldeia. Enquanto percorrem a estrada, Don Quixote e Sancho Panza discutem sobre os valores de um verdadeiro herói e recordam suas aventuras. Um grupo de pastores se aproxima e Quixote já vislumbra uma nova aventura. Dois jovens, Pedrillo e Grisóstomo, se apresentam e contam aos viajantes o casamento entre o rico Comacho e a bela Quitéria. Don Quixote retruca dizendo que nenhuma mulher pode ser mais bela do que sua Dulcineia e se dispõe a enfrentar aquele que discordar. Os pastores, então, perguntam quem são os dois viajantes e ouvem: o fidalgo cavaleiro Don Quixote de la Mancha com seu fiel cavalo Rocinante e Sancho Panza e seu burrico Gris.
Grisóstomo, então, se lembra que, enquanto todos estão em festa e alegres, há alguém que sofre com o casamento. Diz tratar-se de Basílio, que ama Quitéria desde criança. Esta, por sua vez, casará com Comacho por sua riqueza (leia mais...).
NOTA:
(1) Escola de Música da UFRJ: http://www.musica.ufrj.br/
6 MILHÕES DE OUTROS: VÍDEO-EXPOSIÇÃO
6 MILHÕES DE OUTROS: VÍDEO-EXPOSIÇÃO: "

6 bilhões de Outros: vídeo-exposição chega a São Paulo
Novo projeto do fotógrafo e cineasta Yann Arthus Bertrand expõe, no MASP, vídeos com depoimentos de pessoas de todo o mundo sobre questões da vida, incluindo as mudanças climáticas
Marina Franco - Edição: Mônica Nunes
Planeta Sustentável (*1)
O fotótgrafo e ambientalista francês Yann Arthus Bertrand ficou conhecido por clicar imagens aéreas de diversos locais do planeta, como o Porto de Mopti (Mali) ou o manguezal em forma de coração na Nova Caledônia, ambas reunidas no livro A Terra Vista do Alto e abordadas no documentário Nosso Planeta, Nossa Casa, de 2009. Se sempre quis mostrar a Terra em imagens panorâmicas, em seu novo projeto - 6 bilhões de Outros* - Bertrand focou na intimidade das pessoas.
O fotógrafo, com apoio de sua fundação GoodPlanet*, idealizou o novo projeto para o qual, durante cinco anos, repórteres filmaram depoimentos de mais de cinco mil pessoas em 78 países sobre questões como felicidade, amor, medos, sofrimentos ou o sentido que dão à vida. As mudanças climáticas, percebidas nos quatro cantos do mundo, também estão presentes no filme. Pessoas de culturas, crenças, ocupações e etnias diferentes, como um agricultor afegão, um pescador brasileiro ou uma lojista chinesa, responderam a mais de quarenta perguntas. As entrevistas contaram com a seleção e edição dos cineastas Sibylle d’Orgeval e Baptiste Rouget-Luchaire.
O resultado desses registros já foi visto por mais de 3,5 milhões de pessoas nos últimos dois anos. 6 bilhões de Outros foi exibido em países da Europa e Ásia e, agora, chega ao Brasil. A mostra foi inaugurada ontem, apenas para convidados, no MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, onde fica até o dia 10 de julho. Com o objetivo de criar um clima intimista e provocar reflexão e emoção, os vídeos são exibidos em oito tendas inspiradas nas habitações dos nômades mongóis.
Os entrevistados se dirigem para a câmara, sem intervenção dos repórteres, e parecem conversar diretamente com os expectadores. Cria-se, assim, um laço de intimidade e identificação humana. “Esse projeto serve para identificarmos o que acontece com a humanidade no mundo todo”, afirma uma senhora de Madagascar, entrevistada pelo projeto.
Em outras duas salas, os visitantes também podem assistir a um making of da exposição... leia mais...
NOTAS:
















































