terça-feira, 28 de agosto de 2012

Into realiza mutirão de cirurgias reconstrutoras

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Into realiza mutirão de cirurgias reconstrutoras:
 
O Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (Into) realiza, de 28 a 31 de agosto, o primeiro mutirão de cirurgias reconstrutoras que irá beneficiar 40 crianças com deformidades congênitas e sequelas devido a problemas ocorridos no parto. A ação é coordenada pelos cirurgiões Pedro Bijos e Anderson Monteiro, com a participação do médico francês Alain Gilbert, especialista em anomalia congênita e lesões dos nervos dos membros superiores.
Nos dias 28 e 29, a equipe médica fará a avaliação dos pacientes e ministrará um curso de malformações da mão com palestras e aulas voltadas a médicos e residentes inscritos no “mutirão de anomalias congênitas e sequelas de lesões obstétricas do plexo braquial” (ou seja, lesões dos nervos dos membros superiores). As cirurgias acontecem nos dias 30 e 31, a partir das 8h, e serão transmitidas por vídeo para o auditório, onde os participantes poderão acompanhar ao vivo.
“É a primeira vez que um hospital público realiza um mutirão para operar crianças com esse tipo de problema. São crianças que não tem movimento nos braços, mãos e dedos, além de sequelas de queimaduras e de várias deformidades articulares, como dedos menos desenvolvidos, aumentados ou ausência de dedos”, afirma Pedro Bijos, chefe do Serviço de Cirurgia Plástica e Microcirurgia Reconstrutiva.
Para ser atendido no Into, o paciente deve ser encaminhado por uma unidade do SUS.
Fonte: Into

FIQUE SABENDO - Envelhecimento saudável: o que fazer?

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Envelhecimento saudável: o que fazer?:
Segundo o censo 2010, realizado pelo IBGE, o total da população brasileira foi de 190.755.799 habitantes, sendo que destes 7,4% apresentavam idade de 65 ou mais. Estima-se que em 2050 essa parcela da população suba para 22,51%.
Tomando como base as informações acima, devemos nos preocupar e garantir que essa população envelheça de forma saudável, garantindo a manutenção da autonomia e da capacidade sem que essas pessoas descuidem da saúde física e mental, independente da presença ou não de alguma doença crônica.
Para te auxiliar a envelhecer de forma saudável, seguem algumas dicas importantes para implantar em seu dia a dia:
- Alimente-se de forma saudável – consuma frutas, verduras e legumes regularmente. Evite frituras, gorduras e açúcares;
- Seja uma pessoa ativa – pratique atividades e exercícios físicos regularmente;
- Cuide de sua saúde mental – controle seus níveis de estresse e ansiedade, busque estratégias de enfrentamento;
- Siga o tratamento à risca – caso alguma doença crônica se instale no decorrer de sua vida, não se descuide, faça o tratamento da forma correta e qualquer intercorrência procure seu médico;
- Durma bem – o sono é o nosso principal renovador de energia, é essencial dormir com qualidade e na média de 6 a 8 horas por noite;
- Higiene bucal e corporal – escove os dentes e passe o fio dental diariamente e após cada refeição. Tomar banho também é importante para evitar micoses, assaduras e auxiliar na prevenção de diversas doenças;
- Evite o uso de álcool, drogas ilícitas e fumo – essas substâncias são prejudiciais a saúde e podem causar dependência;
- Olha o sol - evite os horários em que o sol é mais nocivo e use sempre protetor solar.
E se alguém perguntar para quê tudo isto?
Para garantir que na velhice você mantenha sua autonomia nas ações, independência para ir e vir, vitalidade mental e física prevenindo as incapacidades.
E você, quer chegar aos 65 anos com plena capacidade física e mental e sem complicações? Para os que responderam sim: por que não começar a promoção da sua saúde agora mesmo?
Fonte: Equipe Victory Consulting

Por que a Vitamina D virou a "queridinha" da ciência ?

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Por que a Vitamina D virou a "queridinha" da ciência ?:
Certamente alguém já deve ter comentando contigo que está suplementando vitamina D. Mas afinal, porque tantas pessoas estão recebendo suplementação dessa vitamina ? Por que só agora os cientistas estão dando importância à Vitamina D.

Primeiramente devemos deixar claro que a Vitamina D foi classificada erroneamente como Vitamina. Na verdade é um pró-hormônio, um composto que dará origem a vários hormônios que atuam em pontos diferentes do organismo.

O nome da vitamina foi criada pelo bioquímico polonês Casimir Funk em 1912, baseado na palavra em latim vita (vida) e no sufixo -amina. Foi usado inicialmente para descrever estas substâncias do grupo funcional amina, pois naquele tempo pensava-se que todas as vitaminas eram aminas. Apesar do erro, o nome manteve-se.

Recentemente a queridíssima dos cientistas estampou a capa de uma das principais revistas brasileiras: Revista IstoE de 08/08/12


Conforme lido na capa, tal substância tem múltiplas ações, ou seja, os livros de medicina terão que ser atualizados assim como os docentes, já que até alguns anos atrás acreditava-se que a Vitamina D limitava-se à formação dos ossos e dentes. Muitos médicos estão solicitando a dosagem dos níveis de vitamina D em seus pacientes e colocando tal prática como rotina, semelhante à solicitação da dosagem de colesterol, triglicérides e glicemia.

Mas o que sustenta todo esse alvoroço acerca da vitamina D?

Bem, um dos achados mais reveladores e que ajuda a sustentar a nova atitude dos médicos, surgiu de um trabalho de cientistas da Universidade de Oxford (Inglaterra). O grupo coordenado pelo Dr. Andreas Heger, sequenciou o código genético humano para averiguar quais regiões do DNA apresentavam receptores para a Vitamina D.

Receptores são uma espécie de fechadura química só aberta por chaves compatíveis, nesse caso, a vitamina D. O time de Oxford descobriu nada menos do que 2.776 PONTOS DE LIGAÇÃO com receptores de vitamina D ao longo do genoma. Segundo o Dr. Andreas Heger, a pesquisa mostra de forma dramática a ampla influência que ela exerce sobre a saúde humana. O estudo foi publicado na renomada revista "Genome Research".

A reportagem da revista IstoÉ traz alguns dados interessantes acerca da vitamina e o link para a reportagem segue após as imagens.


Reportagem disponível em: http://www.istoe.com.br/reportagens/226714_A+PODEROSA+VITAMINA+D?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

Deficiência de Vitamina D como fator de risco para múltiplas patologias

Hipertensão arterial

Bem, um artigo publicado pelo American Heart Association em 2009 mostrou que a deficiência de vitamina D na menopausa pode aumentar o risco de desenvolvimento de hipertensão arterial  sistólica (identificada pelo maior valor numérico verificado durante a aferição de pressão arterial), provavelmente pela ativação de um sistema (sistema renina-angiotensina-aldoesterona) que está ligado à gênese de alguns casos de hipertensão arterial. Desde então praticamente diariamente a Pubmed indexa artigos sobre o tema: Vitamin D.

Na pesquisa 559 mulheres que tinham em média 38 anos em 1992 foram acompanhadas por meio da aferição anual da pressão sanguínea e do nível de vitamina D no corpo. Os grupos foram controlados observando a idade, o uso de medicação para hipertensão e o tabagismo.

Aquelas mulheres que na fase pré-menopausa foram diagnosticadas no início do estudo como portadoras de déficit de vitamina D, tinham o triplo de chance de desenvolver Hipertensão arterial sistólica, após 15 anos. Quando comparadas as que tinham níveis adequados de vitamina D. “Esse estudo é diferente de outros realizados, por acompanhar os indivíduos durante um longo tempo – o maior registrado até agora – e os resultados mostram que essa deficiência em vitamina D está ligada ao aumento do risco de pressão alta na meia-idade” afirma Flojaune Griffin, da Universidade de Michigan, EUA.

A deficiência em vitamina D entre as mulheres é um problema comum. Alguns pesquisadores indicam como causa a falta de exposição à luz do sol ou dietas restritivas e hábitos alimentares que podem não suprir a necessidade ideal da vitamina (já que habitualmente não possuímos uma dieta com boas fontes de vitamina D).

A sintetização dessa vitamina acontece tanto na pele – pela exposição aos raios ultravioleta do sol – quanto pela ingestão diária de alimentos ricos na substância.

A produção de vitamina D pode variar de acordo com os fototipos de pele:


Para uma pessoa fototipo II (Caucasiano), a exposição de 6% (cada Mão corresponde a 1 %) da superfície cutânea a uma exposição de 24 minutos em um índice UVB de 6, resulta na produção de 600 IU vitamina D por dia. Fototipos mais altos precisam de maior tempo de exposição.

Um estudo recente também evidenciou que Níveis de 25-OH-vitamina-D são inversamente associados a hipertensão arterial: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21191311

Outro estudo também publicado em 2010 fez uma breve revisão sobre os efeitos anti-hipertensivos da Vitamina D e eles incluem: supressão da renina, supressão dos níveis hormonais da paratireóide, efeito renoprotetor e vasoprotetor, ação anti-inflamatória. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21090935

O American Heart Association elaborou um material sobre Correlação da Vitamina D com doenças cardiovasculares: http://www.americanheart.org/downloadable/heart/1259606448237Vitamin%20D%20and%20CVD%20INAP%20Nov%2009.pdf

Como já citado no começo do post, diariamente são publicados estudos que correlacionam a deficiência de vitamina D com diversas doenças:
Estudo recente de 2011, mostrou que a Vitamina D influencia na atividade da telomerase. Mas o que são tais enzimas? As extremidades dos cromossomos, denominadas telômeros, consistem em seqüências repetitivas especializadas de DNA, sendo úteis na manutenção da integridade do cromossomo. Na ausência da enzima  telomerase, os telômeros encolhem a cada divisão celular. Eventualmente, as células param de se dividir quando percebem que seus telômeros são muito pequenos para manter a integridade do cromossomo. Em contrapartida, a telomerase mantém o comprimento do telômero adicionando nucleotídeos, um de cada vez, às extremidades do cromossomo, de maneira regular.

A deficiência de telomerase é associada ao envelhecimento, a morte celular, obesidade, doenças cardiovasculares, depressão e diabetes.
No estudo, os pesquisadores perceberam que a suplementação de Vitamina D aumentou a atividade da telomerase em 19% e com isso os autores postularam que a Vitamina D pode diminuir a senescência celular.

Níveis séricos de 25-hidroxivitamina D (25-OH-Vitamina D)

A deficiência de vitamina D está cada vez mais evidente nas pesquisas e nos pacientes. É cada vez mais comum encontrar pessoas com menos de 30ng/ml de vitamina D séricas (25-OH-Vitamina-D). Há controvérsias na literatura quanto à concentração sérica ideal de vitamina D, porém segundo a Sociedade Americana de Endocrinologia o patamar deve ser elevado de 30ng/ml para 50ng/ml.

Se utilizamos esse patamar, aproximadamente 95% dos pacientes atendidos na nossa clínica (Clínica de Ecologia Médica) se enquadrará no grupo de portadores de deficiência de Vitamina D.

Recomendações dietéticas

As recomendações dietéticas  (RDAs; cobrindo as necessidades de =97.5% da população ) para vitamina D do 2011 Report on Dietary Reference Intakes for Calcium and Vitamin D from the Institute of Medicine, publicado no J Clin Endocrinol Metab. 2011 January; 96(1): 53–58 são:
  • 600 IU/d para idades de 1 até 70anos
  • 800 IU/d  para pacientes acima de 71 anos
  • O limite máximo foi elevado de 2.00 para 4.000UI por dia.
Ao ingerir ou produzir tais quantidades de vitamina D, isso corresponderia no sangue a uma 25-hidroxivitamina D (sigla = 25(OH)vit D) de pelo menos 20 ng/ml (50 nmol/litro).

Os médicos devem ter em mente que geralmente 100UI (2,5 mcg) de Vitamina D por dia elevam a 25-OH-Vitamina D em apenas 1ng/ml (2,5nmol/L) após 2 a 3 meses (o que ocorre realmente na prática).

Frequentemente atendemos pacientes que já estão em uso de Vitamina D há vários meses e os níveis sérico de 25-OH-vitamina D não se elevam. Na clínica de ecologia médica seguimos a tabela publicada numa revisão sobre vitamina D e disponível em: http://entiabio.com/images/Vitamin_D_A_Rapid_Review.pdf
  • 100UI por dia durante 2 a 3 meses, eleva os níveis sérico de vitamina D em 1 ng/ml (2.5 nmol/L).
  • 200UI por dia durante 2 a 3 meses, eleva os níveis sérico de vitamina D em 2 ng/ml (5 nmol/L).
  • 400UI por dia durante 2 a 3 meses, eleva os níveis sérico de vitamina D em 4 ng/ml (10 nmol/L).
  • 500UI por dia durante 2 a 3 meses, eleva os níveis sérico de vitamina D em 5 ng/ml (12.5 nmol/L).
  • 800UI por dia durante 2 a 3 meses, eleva os níveis sérico de vitamina D em 8 ng/ml (20 nmol/L).
  • 1000UI por dia durante 2 a 3 meses, eleva os níveis sérico de vitamina D em 10 ng/ml (25 nmol/L).
  • 2000UI por dia durante 2 a 3 meses, eleva os níveis sérico de vitamina D em  20 ng/ml (50 nmol/L).
Atenção para as Unidades (nmol/ml e ng/ml)

Mas diversas outras publicações, inclusive com grandes meta-análises, aceitam níveis de 25(OH) vit D entre 75 e 200 nmol/l (30 a 70 ng/ml), com insuficiência abaixo de 75 nmol/l e deficiência abaixo de 25 nmol/l.  E descrevem que o nivel de 75 nmol/l nao foi estabelecido de modo arbitrário, corresponde ao nível sérico abaixo do qual o paratormônio  é estimulado pela falta de vitamina D.

Estudos sugerem que níveis séricos de pelo menos 90 (ou 36ng/ml) ou 100 nmol/l (40ng/ml) são necessários para aperfeiçoar o metabolismo de cálcio e fósforo, reduzir osteoporose, proteger contra fraturas patológicas e também melhorar a prevenção de doenças auto-imunes (diabetes, esclerose múltipla, lúpus, artrite reumatóide etc.), cânceres (cólon, mama, próstata) e outras síndromes comuns (astenia, depressão, hipertensão) e infecções em geral. http://www.discoverymedicine.com/Prue-H-Hart/2012/06/14/vitamin-d-supplementation-moderate-sun-exposure-and-control-of-immune-diseases/

Países nórdicos têm níveis baixos de vitamina  D (44 nmol/l no verão e 24 nmol/l no inverno) na Finlândia (n = 220 homens jovens).

Já os adultos de países tropicais  têm níveis muito mais elevados (105 nmol/l em mulheres e 168 nmol/l (67ng/ml) em homens) na Tailândia (n = 158 adultos) e mais de 100 nmol/l em vários grupos de crianças e adolescentes no Brasil, inclusive grupos mal nutridos (n = 638).

Por estes estudos observamos que os níveis de vitamina D obtidos pela exposição solar atingem concentrações séricas mais elevadas, sem riscos de toxicidade. Porém na prática percebemos que mesmo pacientes que possuem exposição diária ao Sol, apresentam níveis deficientes de vitamina D.

Qual seria a razão? Tempo insuficiente de exposição solar? A qual horário do dia eles se expõem (sol da manhã, do meio dia ou final da tarde ?). Alguns especialistas acreditam que o melhor sol (infelizmente) é o do meio dia e a produção varia com o fototipo do paciente. A recomendação que os endocrinologistas estão dando é:
  • Suplementar Vitamina D via oral sob supervisão médica
  • OU
  • Expor parte dos corpo (braços e pernas, por exemplo) entre 20 a 30 minutos ao sol diariamente, preferencialmente das 11:00 às 13:00, sem filtro solar. Alguns especialistas acreditam que pelo fato da mesma ser lipossolúvel, tomar banho logo em seguida reduz drasticamente a produção, devendo o paciente permanecer por no mínimo 8 horas sem tomar banho, após a exposição. 
  • Por receio do câncer de pele, há uma corrente que sugere até 15 minutos de Sol sobre 15% da superfície da pele (equivale a 2 braços) pelo menos 3 vezes por semana, com filtro-solar e usar a suplementação;
Se a deficiência em adultos já é grave (vitamina D é preventivo de câncer, de diabetes, de osteoporose, e vários outros), imagine nas crianças onde o corpo está todo sendo preparado para a fase adulto e o envelhecer com saúde!? Portanto, peça para o seu médico dosar a sua 25(OH)vitamina D !

Em 2010 surgiram novos valores para a Ingesta diária recomendada (IDR) de Vitamina D e cálcio. A seguir a nova tabela:



Porém aqui também existem controvérsias, em menos de 2 anos, 3 estudos mostraram que a suplementação de Cálcio isolado (ou Cálcio + Vitamina D) aumentam o risco de infarto agudo do miocárdio. Mais uma vez corroborando com algo que a ortomolecular fala há praticamente 30 anos (sim, 3 décadas). Nunca deve-se administrar cálcio isolado, osso não é feito apenas de cálcio e leite não é e jamais será a melhor fonte de cálcio.

Fontes de Vitamina D

1) SOL: A forma mais fácil de gerar vitamina D, e os dermatologistas que me perdoem, é a exposição ao sol, sem protetor solar, sem a interposição do vidro (por exemplo, do lado de dentro da janela, pois o vidro impede a passagem do raio UV), durante 15 minutos, 3 vezes por semana, em face, braço e colo, que chega a provocar eritema em pele. É importante salientar que os raios UVB não tem aspectos positivos apenas no que tange a Vitamina D.

Estudos recentes mostram efeito hipotensor pelos raios, via aumento da produção de óxido nítrico, com isso melhorando a saúde cardiovascular. Além disso há estudos evidenciando efeito antimicrobiano e até mesmo ação como neurotransmissor, aumentando a produção de endorfinas e modulando o humor: http://www.landesbioscience.com/journals/dermatoendocrinology/article/20013/?show_full_text=true&


2) Fontes alimentares (na tabela abaixo)

Infelizmente as fontes alimentares de vitamina D são apenas os peixes, ovos e fígado.
Um cáculo simples de uma dieta para uma criança entre 2 e 3 anos (pelas nodas IDRs ela precisaria de 15mcg/dia ou 600UI/dia):
  • 1 ovo tem cerca de 26UI de vitamina D que dão cerca de 0,65mcg de vitamina D.
  • 50g de sardinha (e só há boa quantidade de vitamina D em peixes gordos, mesmas fontes de ômega-3, como salmão, sardinha e atum) tem cerca de 2,5mcg de vitamina D.
Somando teriamos 3mcg, e o que ainda faltaria 12mcg para alcançar os 15mcg necessários para uma criança de 2 a 3 anos. Ou seja, a criança precisa consumir ovo e peixe quase diariamente, e para variar, trocar um destes dois por fígado, tomar sol, além de consumir algum alimento enriquecido com vitamina D.

Complicado, pois quem garante que o ovo de granja terá 20UI de Vitamina D ? Quem garante que sardinhas "possivelmente contaminadas" tenham 2,5mcg de Vitamina D ? Tem ainda a questão do Ovo ser  um alimento alergênico para alguns...Portanto dentre as políticas de saúde pública está a fortificação de alguns alimentos com ácido fólico e vitamina D.

Bibliografia


*** O texto acima é de responsabilidade do autor. Para dúvidas sobre o conteúdo do texto, deixe seu comentário ou entre em contato com o autor através dos contatos disponibilizados em sua assinatura.

Educando para a Saúde - 3º ano

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Educando para a Saúde - 3º ano:
O projeto Educando para a Saúde continua na Grandjean, vamos ver algumas fotos das aulas com a turma 1303 .











segunda-feira, 27 de agosto de 2012

FORUM DE SAÚDE MENTAL - CAP3.3

O Fórum de Saúde Mental é um espaço democrático de informações acerca de deliberações  da Reforma Psiquiátrica.  Tem a finalidade de fortalecer as ações e estratégias de Saúde Mental .
Este espaço democrático de informação e discussão tira os profissionais do isolamento e ajuda a despertar para o trabalho em rede e do trabalho multiprofissional.



 PSE PRESENTE NOS FÓRUNS DE SAÚDE MENTAL!!

FIQUE SABENDO - Nutricionistas ajudam a prevenir doenças ligadas a má alimentação

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Nutricionistas ajudam a prevenir doenças ligadas a má alimentação:

Fonte: John Block/Blend Images/Corbis
Alimentação saudável e prevenção de doenças relacionadas à alimentação e nutrição fazem parte do trabalho do NASF, Núcleo de Apoio à Saúde da Família do Ministério da Saúde. Por isso, o ministério coloca à disposição da sociedade nutricionistas para ajudar a população a se alimentar melhor e assim prevenir doenças ligadas à má alimentação. Esses profissionais estão espalhados por todo o Brasil nas Unidades Básicas de Saúde e junto às Equipes de Saúde da Família, com o objetivo de combater as principais doenças ocasionadas pela alimentação incorreta. Entre essas doenças estão anemia, falta de vitamina A, desnutrição, obesidade, diabetes, hipertensão e câncer.
A nutricionista do Núcleo de Apoio à Saúde da Família, Márcia Costa Pinheiro Nery, diz que a alimentação inadequada é uma das principais causas de mortes no País e por isso a importância do acompanhamento nutricional da população. ”Então a gente trabalha com os casos crônicos. É obesidade, diabetes, hipertensão e a gente trabalha também com a prevenção junto com as Equipes de Saúde da Família. Então, a grande importância da inserção do nutricionista é isso. Fora que o nosso perfil epidemiológico de hoje mostra que as doenças crônicas estão tomando conta das principais causas de mortalidade no país hoje”.
A nutricionista do Núcleo de Apoio à Saúde da Família do Ministério da Saúde Márcia Costa Pinheiro Nery explica como eles atendem a população. ”Então a gente pode fazer um atendimento simples ou atendimento compartilhado. Que seria um atendimento com mais de um profissional. Um nutricionista mais um médico, um nutricionista mais um enfermeiro, um nutricionista mais um fisioterapeuta dependendo do caso a gente pode compartilhar mais de um profissional para atender o paciente. Então, a gente atende tanto na unidade de saúde quanto nas unidades básica das equipes de saúde da família também e dentro da comunidade também. Nas casas, a gente faz visitas se for o caso a gente faz visitas com pacientes com problemas de locomoção a gente faz visitas em casa também”.
Alimentação e estilo de vida saudáveis fazem parte da Política Nacional de Alimentação e Nutrição nos estados e municípios brasileiros.
Ouça a matéria da Web Rádio Saúde
Fonte: Alexandre Penido / Web Rádio Saúde

FIQUE SABENDO - Exercícios físicos auxiliam no combate e no controle da pressão arterial

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Exercícios físicos auxiliam no combate e no controle da pressão arterial:

Foto: 3rd of May Productions/Image Source/Corbis
Dentre inúmeros benefícios de praticar atividades físicas aliadas a uma alimentação saudável, está a diminuição do percentual de gordura, o controle dos níveis de colesterol, diabetes, fortalecimento da estrutura óssea e muscular. Além de contribuir para melhora da condição cardiovascular do indivíduo, auxilia no combate e controle da hipertensão arterial.
Pessoas hipertensas devem fazer programas de exercícios físicos regulares. É importante que antes da prática seja feita avaliação médica prévia. “Os exercícios devem ser de intensidade moderada, de três a seis vezes por semana, em sessões de 30 a 60 minutos de duração. A frequência cardíaca deve monitorada e mantida entre 60% e 80% da máxima ou entre 50% e 70% do consumo máximo de oxigênio”, orienta o professor e técnico em assuntos educacionais do Departamento de Gestão da Educação em Saúde do Ministério da Saúde, Rodrigo Honorato da Rocha.
Existem vários estudos e pesquisas que comprovam os resultados positivos dos exercícios físicos em pessoas hipertensas e com outros fatores de risco ligados à doenças crônicas. A caminhada, por exemplo, colabora no controle da pressão arterial e melhora a aptidão física e sensação de bem estar.
“A caminhada pode retardar os declínios funcionais do organismo, além de controlar a hipertensão e diminuir o aparecimento de doenças crônicas. Os elementos do exercício contribuem para que o sistema cumpra com suas funções de maneira correta e eficiente, ajudando a ajustar o sistema cardiovascular”, explica.
Os exercícios físicos, realizados de maneira regular e moderados, independentes da faixa etária ou do tipo de exercício físico (aeróbio, resistido com peso, alongamento e anaeróbio), contribuem para transformações positivas no controle e combate da pressão arterial.
Quem possui problemas cardiovasculares deve verificar com o médico se não possui restrições para exercícios. “Não se deve iniciar um programa de atividade física sem o devido acompanhamento de um profissional. O primeiro passo é procurar um médico, fazer os exames necessários para saber se está apto, principalmente se já foi diagnosticado com alguma doença crônica. A partir dessa avaliação, a pessoa fica liberada ou não para as práticas esportivas”, finaliza.
Fonte: Érica Santos/ Comunicação Interna do Ministério da Saúde

ATENÇÃO - Beneficiários do Bolsa Família devem manter em dia os compromissos com a saúde

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Beneficiários do Bolsa Família devem manter em dia os compromissos com a saúde:
O Ministério da Saúde (MS) é parceiro do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) no Programa Bolsa Família (PBF). As famílias cadastradas no programa e que possuem crianças menores de sete anos e/ou mulheres em período gestacional, para continuar a receber o auxílio financeiro, deve cumprir alguns compromissos – conhecidos como condicionalidades – nas áreas de saúde e educação. O acompanhamento das famílias é realizado por Agentes Comunitários de Saúde que integram o programa Saúde da Família ou nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Em ambos os casos, as famílias recebem informações sobre moradia, saneamento e alimentação. “O objetivo principal das condicionalidades é responsabilizar tanto as famílias, quanto o poder público no acesso a esse serviço. Não é só uma responsabilidade unilateral, é uma responsabilidade compartilhada. Toda família que entra no programa tem consciência desse compromisso que ela deve cumprir dentro dessas agendas para continuar recebendo o benefício”, explica a coordenadora de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Patrícia Jaime.
O MS tem como atribuição, compartilhada com as esferas estaduais e municipais do Sistema Único de Saúde (SUS), a oferta de serviços para acompanhamento da vacinação e da vigilância alimentar e nutricional das crianças, além da assistência às gestantes, desde o pré-natal até o pós-parto. Os profissionais de saúde realizam duas vezes por ano (no primeiro e segundo semestres) o acompanhamento das famílias, conhecido como vigência. Nestes períodos, o Ministério da Saúde disponibiliza a lista das famílias beneficiárias para os estados, e os agentes de saúde vão a campo e nas unidades básicas de saúde pra fazer esse acompanhamento.
Os resultados dos acompanhamentos realizados no primeiro semestre de 2012 foram bem satisfatórios. Na primeira vigência de 2012, cerca de 7,5 milhões de famílias beneficiárias (73%) com crianças menores de sete anos e/ou mulheres de 14 a 44 anos foram acompanhadas. Este número representa a maior cobertura de acompanhamento desde o início do programa. Deste total, 99% das crianças estavam com a vacinação em dia e 99% das gestantes estavam com o pré-natal em dia. “A agenda de saúde está conseguindo alcançar os objetivos, dentro do público que ela acompanha de ofertar a vacinação para as crianças e ofertar o pré-natal das gestantes”, ressalta Patrícia Jaime.
Bolsa Família - O Programa Bolsa Família (PBF) é um programa do Governo Federal de transferência direta de renda destinada a famílias em situação de pobreza ou extrema pobreza. O objetivo do programa é promover o acesso das famílias aos direitos sociais básicos e erradicar a miséria do país.
Atenção Estados e Municípios! Já está disponível os dados das famílias participantes do Bolsa Família que devem ser acompanhadas pelos agentes de saúde. Para esta vigência, a saúde deverá acompanhar 11.428.073 famílias. A relação está disponível no Sistema de Gestão do Programa Bolsa Família na Saúde (http://bolsafamilia.datasus.gov.br).
Para a segunda vigência de 2012, foram feitas alterações no sistema com intuito de possibilitar a identificação de beneficiárias gestantes, independente da faixa etária, visando à concessão do Benefício Variável à Gestante – BVG. Acesse o documento que traz essas alterações clicando aqui.
Fonte: Blog da Saúde

SAÚDE PRESENTE NA CULMINÂNCIA DA SEMANA DA EDUCAÇÃO INFANTIL

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EVENTO DA SEMANA DA EDUCAÇÃO INFANTIL:
Foi realizado na Praça da Pavuna (próximo a escola Max Fleiuss e a igreja de Santo Antonio) no dia 25/08/2012, onde foi realizada Ações do Mamaço e prevenção de DST/AIDS em parceria da 6ª CRE com a Coordenadoria de Saúde da AP  3.3. No evento ocorreram diversas apresentações de Alunos das escolas e creches da 6ª CRE e apresentação de peça Teatral do grupo Saúde Carioca enfocando a Importância do Aleitamento Materno.

















PSE - SAÚDE E EDUCAÇÃO JUNTAS!!!!