terça-feira, 18 de dezembro de 2012

CALENDÁRIO DE PAGAMENTO PARA PRIMEIRO SEMESTRE DE 2013

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CALENDÁRIO DE PAGAMENTO PARA PRIMEIRO SEMESTRE DE 2013:
DECRETO N.º 36.608 DE 17 DE DEZEMBRO DE 2012.

Aprova o Calendário de Pagamento dos Servidores Públicos Municipais para o primeiro semestre de 2013.
  
O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela legislação em vigor,

DECRETA:

Art. 1.º Fica aprovado, na forma dos Anexos I e II, o calendário de pagamento dos servidores públicos municipais da Administração Direta e Indireta e pensionistas do Instituto de Previdência e Assistência do Município do Rio de Janeiro - PREVI-RIO, para o primeiro semestre de 2013.

Parágrafo único. Será automaticamente transferido para o primeiro dia útil subsequente o pagamento previsto para data em que, por qualquer motivo, não haja expediente bancário.
Art. 2.º As Secretarias Municipais de Administração e de Fazenda adotarão as providências necessárias ao fiel cumprimento do disposto neste Decreto.

Art. 3.º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Rio de Janeiro, 17 de dezembro de 2012; 448.º ano da fundação da Cidade.
EDUARDO PAES

ANEXO I
Calendário de Pagamento do 1º semestre de 2013
Servidores Ativos da Administração Direta e Indireta



ANEXO II
Calendário de Pagamento do 1º semestre de 2013
Servidores Aposentados da Administração Direta e Indireta e Pensionistas do PREVI-RIO



Disponível em <http://doweb.rio.rj.gov.br/> acesso em 18 dez. 2012 (edição de 18 dez. 2012) 

PONTO FACULTATIVO EM DEZEMBRO

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PONTO FACULTATIVO EM DEZEMBRO:
DECRETO N.º 36.607 DE 17 DE DEZEMBRO DE 2012

Estabelece ponto facultativo nos dias 24 e 31 de dezembro de 2012, na forma que menciona.

O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais,
DECRETA:

Art. 1.º O ponto será facultativo nas repartições públicas municipais nos dias 24 e 31 de dezembro de 2012, excluídos desta previsão os expedientes nos órgãos cujos serviços não admitam paralisação.

Art. 2.º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Rio de Janeiro, 17 de dezembro de 2012; 448º ano da fundação da Cidade.
EDUARDO PAES

Disponível em <http://doweb.rio.rj.gov.br/> acesso em 18 dez. 2012 (edição de 18 dez. 2012) 

Transtorno afetivo bipolar...

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Transtorno afetivo bipolar...:

O transtorno afetivo bipolar era denominado até bem pouco tempo de psicose maníaco-depressiva. Esse nome foi abandonado principalmente porque esse transtorno não apresenta necessariamente sintomas psicóticos. Na verdade, na maioria das vezes, esses sintomas não aparecem. Com a mudança de nome, esse transtorno deixou de ser considerado uma perturbação psicótica para ser considerado uma perturbação afetiva.
O início desse transtorno geralmente se dá em torno dos 20 a 30 anos de idade, sendo mais raro em idades avançadas. O início pode ser tanto pela fase depressiva como pela fase maníaca, começando gradualmente ao longo de semanas, meses ou abruptamente em poucos dias. Além dos quadros depressivos e maníacos, há também os quadros mistos (sintomas depressivos simultâneos aos maníacos). Aceita-se a divisão do transtorno afetivo bipolar em dois tipos: o tipo I e o tipo II. O primeiro é a forma clássica em que o paciente apresenta os episódios de mania alternados com os de depressão. Já o segundo tipo caracteriza-se por não apresentar episódios de mania, mas de hipomania (leve exaltação do humor) com depressão. A causa, propriamente dita, é desconhecida. Porém, a genética tem grande influência, pois, em média, 85% dos casos tem algum parente na família com mesmo transtorno.
No presente texto não cabe falarmos sobre tratamento, pois o tema é extenso. O principal motivo da coluna desta semana é abordar como a própria pessoa, portadora do transtorno, pode fazer por ela mesma. O paciente com transtorno bipolar do humor tem uma doença que costuma durar a vida toda, que se mantém sob controle com tratamento adequado. Cabe a ele o esforço de manter o tratamento: é ele quem toma os medicamentos. Ninguém pode forçá-lo, a não ser em situações que ponham em risco a sua segurança ou a de outros. Portanto, se você é portador do transtorno bipolar, comprometa-se com o tratamento, discuta dúvidas com seu médico, a eficácia e efeitos colaterais dos medicamentos. Mantenha uma rotina de sono adequada, pois a redução do tempo total de sono pode desestabilizar a doença. Evite álcool, já além de interagirem com as medicações, também agem no cérebro aumentando o risco de novas crises. Se tiver insônia ou inquietação, não se auto-medique converse com seu médico. Evite outras substâncias que possam causar oscilações no seu humor, como café em excesso, antigripais e antialérgicos, pois podem ser o estopim de novo episódio da doença. Enfrente os sintomas sem preconceito, discuta-os com seu médico ou terapeuta. Lembre-se, você está bem por estar tomando a medicação, pois se parar de tomá-la, os sintomas podem voltar sem prévio aviso. É preciso manter-se alerta para o aparecimento dos primeiros sintomas, como insônia, irritabilidade e inquietação. Por isso, a participação pró-ativa é de suma importância. Fique atento aos sintomas de uma nova crise depressiva ou maníaca e tome nota de tudo que ocorrer. Aproveite os períodos de “calmaria” para se redescobrir. A aceitação e o entendimento do transtorno é o melhor remédio. É isso que confere qualidade de vida aos portadores desta patologia: conhecimento.

Boa semana a todos.









** O texto acima é de responsabilidade do autor. Para dúvidas sobre o conteúdo do texto, deixe seu comentário ou entre em contato com o autor através dos contatos disponibilizados em sua assinatura.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Entenda como o organismo reage a momentos de grandes emoções

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Entenda como o organismo reage a momentos de grandes emoções:
Sentimentos de felicidade, euforia e até mesmo tristeza afetam diretamente o cérebro e também podem afetar a saúde do coração. No programa Bem Estar desta segunda-feira (17), o endocrinologista Alfredo Halpern e o psiquiatra Daniel Barros explicaram como o corpo reage a essas grandes emoções.
Segundo o endocrinologista Alfredo Halpern, para quem já tem problemas de coração, é indicado inclusive o uso de medicamentos para prevenir complicações ainda maiores em situações que deixam os sentimentos à flor da pele. Geralmente, em momentos de muita ansiedade e nervosismo, é comum que a pessoa tenha crises de dor de cabeça, pressão alta e suor pelo corpo.
É o que aconteceu com os torcedores do Corinthians, que foi Campeão Mundial neste domingo (16). Segundo o psiquiatra Daniel Barros, o estímulo prazeroso causado pela felicidade libera dopamina e endorfina no cérebro, trazendo a sensação de bem-estar, a mesma que a pessoa sente após fazer atividade física. Dependendo da experiência, a dopamina faz o corpo querer repetir o evento, ou seja, é o mesmo mecanismo do prazer e do vício.
Após o período de emoção intensa, em que a adrenalina é liberada, vem geralmente o momento de cansaço por causa da carga de estresse pela qual a pessoa passou. Por outro lado, existe a depressão, que causa alterações nas regiões pré-frontais do cérebro, relacionadas ao raciocínio e planejamento. Além disso, aumenta a atividade nas áreas responsáveis pela dor e ligadas à ameaças em geral. Por causa disso, o corpo entende que algo ruim está acontecendo e, nesses casos, pode provocar o choro.
A dica do psicólogo do esporte Eduardo Cillo para quem precisa controlar as emoções é prestar atenção no fluxo respiratório já que a ansiedade está ligada diretamente ao nível de oxigênio que o corpo absorve. Por isso, se a respiração for muito curta, o organismo absorve pouco oxigênio e a pessoa fica mais ansiosa.
Outro recurso utilizado na hora das grandes emoções por grande parte das pessoas é o palavrão. De acordo com o endocrinologista Alfredo Halpern, existem estudos que mostram que, quem fala palavrão diante de uma situação intensa, sente menos dor. Isso acontece porque o palavrão é uma liberação de agressividade, que faz diminuir os sintomas da ansiedade e nervosismo.
Para o psiquiatra Daniel Barros, a recomendação para quem quer evitar esses momentos de grande adrenalina é aprender a controlar a ansiedade de uma maneira geral, não apenas diante de eventos específicos, para que nos momentos de emoção, a pessoa já saiba a maneira de se manter estável emocionalmente.
Fonte: Bem Estar

MUITO LEGAL - Parceria transforma clássicos da literatura em audiolivros

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Parceria transforma clássicos da literatura em audiolivros:
Por Denis Pacheco, da Agência USP
“Ler é sonhar pela mão de outro”, declamou Fernando Pessoa em seu Livro do Desassossego. Com o objetivo de transformar esse sonho em realidade e ampliar a facilidade de acesso à informação, a Universidade de São Paulo criou seis audiolivros em formato DAISY (Digital Accessible Information System) para auxiliar estudantes com deficiência visual em sua preparação para o vestibular.
O projeto é uma parceria entre o Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi) da USP, o Programa USP Legal, a Editora Martin Claret e a Empresa eDaisy, desenvolvedora do software que possibilita a migração de conteúdos para o formato DAISY, padrão internacional de acessibilidade. A proposta faz parte do Programa de Acessibilidade mantido pelo SIBi, com apoio da Reitoria.
“Nosso programa consiste em migrar conteúdos produzidos pela própria comunidade uspiana e dos quais tenhamos os direitos autorais”, explica Sueli Mara Ferreira, diretora técnica do Sistema Integrado de Bibliotecas da USP. “Com a aproximação da primeira fase da Fuvest nos ocorreu prestar mais esse serviço à comunidade.”
Os candidatos com necessidades especiais são classificados em 5 grandes grupos, que exigem procedimentos distintos por parte da Fuvest: Deficientes visuais, auditivos, físicos, disléxicos e outros tipos. Neste ano, a Fuvest recebeu um total de 72 inscritos com deficiência visual. Os candidatos  solicitam provas em Braille ou ampliadas dos tipos I e II. As provas correspondentes são preparadas por uma equipe com experiência nessa tarefa.
A lista de obras para o vestibular contém 9 títulos em 2012. Os livros editados pelo projeto do SIBi foram Til (José de Alencar), Memórias de um sargento de milícias (Manuel Antônio de Almeida), Memórias póstumas de Brás Cubas (Machado de Assis), O cortiço (Aluísio Azevedo), Viagens da minha terra (Almeida Garret) e A cidade e as serras (Eça de Queirós), todos em domínio público.
Apesar de todos os volumes migrados serem de domínio público, as versões utilizadas pelo projeto são de propriedade da Editora Martin Claret “que também está preocupada com a questão da inclusão social e cedeu seus direitos gratuitamente”, esclarece Sueli.
“Dentre os conteúdos que busca tornar acessível, o SIBi entendeu como sendo de grande relevância e extensão social, a inclusão dos livros exigidos pela Fuvest”, explica a diretora. Nesse sentido, o projeto buscou cooperação com editoras detentoras desses materiais e encontrou um grande parceiro da Editora Martin Claret que, além de possuir os direitos de seis dos nove livros exigidos na primeira fase, ainda gerou uma série de roteiros de leitura e perguntas que orientam os alunos sobre os principais pontos do texto.
Os títulos serão disponibilizados tanto online, no site do projeto, quanto em suporte físico, reproduzido pelos grupos parceiros no projeto. O SIBi ficou responsável pela criação do website e a Martin Claret forneceu a última versão dos títulos em formato PDS, viabilizando a conversão dos textos para o formato DAISY por parte da Editorial Maluhy.
“Além da curva da estrada”
Para o futuro, o SIBi espera criar um Portal de Livros Daisy aberto publicamente na web onde serão incluídos diversos conteúdos USP, além dos livros que figuram na lista da Fuvest. “Também estamos estudando a possibilidade de deixar esse Portal aberto para que pessoas da comunidade possam depositar arquivos em áudio ou DAISY que tenham produzidos e que possam ser compartilhados com terceiros”, conta Sueli.
Com o objetivo de expandir não apenas seu catálogo, como também sua abrangência, o projeto pretende criar mais espaço entre a comunidade para discussão do tema da acessibilidade. “Embora tenhamos iniciado nosso programa com foco na deficiência visual, pretendemos ampliá-lo paulatinamente”, finaliza.
As obras estão disponíveis online desde o dia 23 de novembro.

FIQUE SABENDO - Mortalidade infantil ainda pode cair no Brasil, mas meta fixada pela ONU já foi alcançada

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Mortalidade infantil ainda pode cair no Brasil, mas meta fixada pela ONU já foi alcançada:
Por Nielmar de Oliveira, da Agência Brasil
A taxa de mortalidade infantil no país em 2011 era 16,8 óbitos por cada grupo de mil habitantes, índice “ainda elevado e que chega a ser três vezes maior do que o verificado em Cuba”, onde a taxa é cinco mortes por cada grupo de mil.
Segundo o gerente da pesquisa Estatísticas do Registro Civil 2011, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Cláudio Crespo, o levantamento constatou que o componente pós-neonatal (mortes de crianças com idade entre 28 e 364 dias) prevalecia no Brasil até o fim da década 1980. A partir dessa data, começou a predominar o peso do componente neonatal (precoce e tardia), que em 2011 atingiu 68,3% do total de óbitos de menores de 1 ano.
“É evidente que o país avançou nessa questão da mortalidade infantil, o que fez com que atingisse, com dois anos de antecedência, as metas fixadas no programa Objetivos do Desenvolvimento do Milênio [compromisso universal da Organização das Nações Unidas para a erradicação da pobreza com a sustentabilidade do planeta], mas 48% das mortes infantis no país são de crianças com idade acima do prazo de seis dias”, alertou.
Cláudio Crespo ressaltou que nos países mais desenvolvidos, onde a taxa de mortalidade infantil é baixa, o percentual é sempre até seis dias e, em geral, ligado a problemas congênitos. “Então, quanto mais dias passam, mais as mortes estão ligadas a problemas sociais – o que significa que ainda há espaço para uma redução maior da taxa de mortalidade infantil no país”, disse.
De acordo com a pesquisa do IBGE, à medida que o país tem avanços nas questões estruturais relacionadas às áreas de saneamento e acesso à saúde, a tendência é que os óbitos infantis se concentrem no componente neonatal precoce (óbitos de crianças até seis dias).
Os dados do IBGE indicam ainda que dos 16,8% relativos à taxa de mortalidade infantil no país em 2011, por cada grupo de mil habitantes, 51,8% envolvem crianças até seis dias de vida. “Nos países mais desenvolvidos,a mortalidade infantil ocorre basicamente (cerca de 90%) entre as crianças até seis dias de vida – e geralmente de causas congênitas”, disse Crespo.
“É por isso que eu sustento, considerando países como os Estados Unidos e Cuba – que têm taxas de mortalidade em torno de sete e de cinco mortes por cada grupo de mil habitantes nascidos vivos – que a nossa taxa ainda é elevada. Mas, por outro lado, o país cumpriu com os compromissos das Metas do Milênio”.

As mães do crack

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As mães do crack:
Difícil avistar um grupo de usuários de crack em que não haja uma menina grávida. Desviamos o olhar para não correr o risco de encontrar o delas, embaçado pela escravidão da dependência.
A razão que as leva a conceber um filho na miséria em que se encontram são óbvias: crack é droga psicoativa de uso compulsivo que destrói o caráter e subjuga o arbítrio. É um experimento macabro da natureza que reduz seres humanos à situação de animais de laboratório, condicionados a buscar, a qualquer preço, a recompensa que a cocaína lhes traz.
Quando o adolescente rouba a aliança de casamento da mãe viúva que pega três conduções para chegar ao trabalho, não  é por falta de amor, mas pela necessidade. É a premência incoercível para sentir o baque da cocaína no cérebro, prazer intenso e fugaz como o orgasmo, que o leva a arruinar o futuro pessoal e a infernizar a vida dos familiares. Como bem caracterizou um usuário:
- Doutor, pense no desespero de correr para o banheiro no pior desarranjo intestinal. A compulsão do crack é cem vezes pior.
No caso das meninas dependentes, contingente que aumenta de forma assustadora, as consequências são mais trágicas. Muitas vezes iniciadas antes de chegar à adolescência, são elas as principais vítimas da crueldade das ruas para as quais foram arrastadas.
Às desprovidas de talento e coragem para furtar, assaltar ou pedir esmola, sobra o recurso derradeiro: vender o corpo. A preço vil, porque transitam num ambiente social formado por uma legião de desvalidos que perambula pelas cracolândias sem destino nem banho, para quem sexo não é prazer que chegue aos pés do crack.
No meio desse refugo social, quando conseguem vinte reais por um programa é motivo de festa; caso contrário, aceitam dez, o bastante para uma pedra. Em dias de menos sorte, cobram cinco por uma sessão de sexo oral, provação especialmente dolorosa, quando os lábios estão queimados pelo cachimbo incandescente.
Esse é o cenário de horror em que engravidam.
Sem que tenham consciência de seu estado, as primeiras semanas do desenvolvimento embrionário acontecem sob o impacto da cocaína. Quando descobrem a gravidez, a realidade dificilmente se altera.
Na Penitenciária Feminina, atendi uma moça, que aos treze anos deu à luz numa calçada da rua Dino Bueno, anestesiada pela droga, sem entender que aquelas cólicas eram dores de parto.
Em São Paulo, a maioria das parturientes do crack são encaminhadas para o Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros, na zona leste, que procurou se adaptar para atender esse contingente que cresce a cada ano. Dez anos atrás, havia um ou dois partos de usuárias por ano; agora, há pelo menos um por semana.
Como tratar dos bebês, quando entram em crise de abstinência? Que destino dar a eles, quando a mãe mora numa cracolândia?
Por lei, a maternidade é obrigada a entrar em contato com o Conselho Tutelar, que pode retirar o poder familiar da mãe, caso a considere incapaz de cuidar do filho. O recém-nascido vai para uma creche, enquanto a Justiça procura localizar alguém da família que se interesseem recebê-lo. Quandoa tentativa falha, a criança é enviada para adoção.
Separar a mãe do filho é experiência traumática que costuma devolvê-la mais depressa para as ruas. Até a gravidez seguinte, durante a qual continuará a usar a droga. Elas assim o fazem não porque sejam mães desnaturadas, mas porque o crack é mais poderoso do que todas as vontades, mais forte até do que o instinto materno.
Exigir que sob o domínio do crack lhes sobre discernimento para a disciplina dos métodos contraceptivos, é arrogância dos ignorantes que desconhecem a ação farmacológica da cocaína; é tripudiar sobre a desgraça alheia.
Existem anticoncepcionais injetáveis administrados a cada três meses, ideais para esse tipo de situação. Como é insensato esperar que a usuária procure os Serviços de Saúde, não seria muito mais lógico levá-los até ela?
Antes que os defensores de ideologias medievais rotulem como eugênica essa solução, vamos deixar claro que não haveria necessidade de qualquer constrangimento, as dependentes aceitariam de bom grado a oferta do anticoncepcional. Elas não concebem filhos com o intuito de viver os mistérios da maternidade.

FIQUE SABENDO - Descubra quais as melhores panelas para a sua saúde

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Descubra quais as melhores panelas para a sua saúde:
Preparar uma alimentação de qualidade depende de muitas variáveis, como uma boa receita, um cozinheiro habilidoso e ingredientes selecionados. Mas não se pode esquecer um outro item: a panela certa. O recipiente onde se cozinha pode afetar a cor e o sabor dos alimentos, sobretudo quando se fala em doces, mas também tem forte relação com a saúde. A má notícia é que não existe uma “panela perfeita”; todas elas têm prós e contras.
Sob o ponto de vista da saúde, a única panela considerada por todos os especialistas como 100% segura, que nunca libera metal ou outro resíduo nos alimentos, é a de vidro. Mas ela é cara, pesada e queima facilmente a comida. Há também vários materiais novos no mercado, que prometem ser seguros e mais práticos, mas sobre os quais ainda faltam estudos em escala suficiente para atestar tais qualidades.
“Em primeiro lugar, deve-se pensar em termos de saúde. Sob esse aspecto, algumas panelas são condenáveis”, alerta a nutricionista Roseli Rossi, diretora da clínica Equilíbrio Nutricional. Ela recomenda, por exemplo, que as panelas de alumínio sejam aposentadas de todas as cozinhas. “Elas liberam resíduos nos alimentos e sabemos que o alumínio é tóxico. Há evidências, por exemplo, de que pessoas com Alzheimer têm maior concentração de alumínio no cérebro”, explica.
O químico Eduardo Kenji, que acumula diploma de chef internacional pelo Senac, também não recomenda as panelas de alumínio para preparar doces ou receitas ácidas. “Não dá para fazer uma compota ou geleia, por exemplo, em panelas de alumínio. O doce fica escuro e o sabor também é alterado”, diz. Quanto à saúde, ele diz que a questão da liberação do alumínio na comida ainda é polêmica e os estudos atuais são pouco conclusivos.
Segundo Kenji, na hora da cocção, há basicamente dois tipos de panela: as produzidas com materiais que conduzem bem o calor – ou seja, ficam aquecidas por igual, como no caso do cobre, alumínio e aço inox com fundo triplo – e as que aquecem de forma desigual, tendo algumas regiões frias e outras quentes (que são as de pedra, cerâmica, vidro e ferro). Mas isso não significa que um tipo seja melhor que outro.
“Um bom chef usa as diferenças de temperatura na panela de ferro, por exemplo, a seu favor, jogando a comida de um lado para outro. Mas na hora de fazer um caramelo ela não serve: se a lateral estiver com temperatura mais alta, pode deixar um gosto de queimado”, diz.
As panelas com a pior condução de calor, que são de barro, pedra-sabão e vidro – também são boas opções para receitas com bastante caldo, como cozidos e ensopados, pois o processo é cocção é mais longo e a temperatura fica constante. “Outra vantagem é que você pode, por exemplo, servir na própria panela porque ela conserva o alimento quente”, afirma Kenji.
E, finalmente, na hora de guardar a comida que sobrou, mais uma vez é preciso prestar atenção ao recipiente usado. “De forma geral, o melhor é tirar das panelas e colocar em potes de vidro”, aconselha a nutricionista Roseli Rossi. “Grande parte dos plásticos no Brasil contém bisfenol A, uma substância comprovadamente cancerígena, liberada sobretudo quando aquecida no micro-ondas. E quando se guarda em um pote plástico na geladeira, o mais comum é aquecer a comida dentro daquele pote mesmo”, afirma.
Fonte: Uol

Horário de atendimento na Biometria

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Horário de atendimento na Biometria:
DIÁRIO OFICIAL  de 14 de dezembro de 2012
ATO DO SECRETÁRIO
RESOLUÇÃO SMA Nº 1778 de 13 de DEZEMBRO de 2012
Dispões sobre o horário de funcionamento da Gerência de Perícias Médicas da Secretaria Municipal de Administração.
O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela legislação em vigor,
CONSIDERANDO a adoção de procedimentos transitórios para a concessão de afastamento aos servidores municipais, por motivo de licença para tratamento de saúde, conforme disposto na Resolução SMA nº 1.767, de 25/10/2012 e
CONSIDERANDO a necessidade de garantir o adequado funcionamento da Gerência de Perícias Médicas na transição de turno dos médicos peritos, sem prejuízo aos servidores em processo de atendimento,
RESOLVE
Art. 1º Alterar o artigo 1º da Resolução SMA Nº 1.544, que passa a ter a seguinte redação:
“Art. 1º Estabelecer o horário de 11h30 às 12h30 para o intervalo no atendimento da Gerência de Perícias Médicas da Secretaria Municipal de Administração, no qual será processada a documentação de controle dos atendimentos e a troca de turno entre os peritos da manhã e da tarde.”
Art. 2° Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

E. M. LEÃO VELLOSO - Feira da Cultura

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Saúde presente na Escola!!!
Feira da Cultura:
 FEIRA  DA  CULTURA

O evento envolveu toda a comunidade escolar.
Realizado dia 28.11.2012 , dia de UExpondo da 6ª CRE, contou com a participação do Programa Saúde na Escola no qual as técnicas  falaram sobre doenças sexualmente transmissíveis, da importância de cuidados e prevenção.
 A Feira da Cultura aconteceu com a exposição de trabalhos , maquetes de variados temas, como: Santos Dumont, Artes, Alimentação Saudável, Experiências de Ciências e etc.
Também tivemos Cinema com Pipoca com o curta "Uma história de Futebol".

 Entrega das medalhas aos alunos vencedores dos Jogos Estudantis. Valeu a participação dos alunos e alunas, e dos professores Vitor e Luiz Orlando.

 Linda apresentação de uma música em homenagem à Deus e falando sobre o valor da amizade. Grupo de alunos do 7º ano e professora Mônica.
 Contamos com a participação dos DJs Marcinho e Áurea, falando sobre a profissão, mostrando como se faz o trabalho e tocando música, abrilhantando o evento.
 A presença de nossos parceiros do Bairro Educador e da 6ª CRE colaborando e apoiando o trabalho da escola.


sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Festa Black na Escola Municipal Andrea Fontes Peixoto

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Festa Black na Escola Municipal Andrea Fontes Peixoto:
Durante os meses de outubro e novembro, a Escola Municipal Andrea Fontes Peixoto, integrante do BE Pavuna, professores desenvolveram diversos trabalhos junto aos estudantes sobre a história do negro na sociedade. Todo esse processo culminou na “Festa Black”, que aconteceu no último dia 29 de novembro.


Nesse trabalho de investigação, professores e estudantes pesquisaram, desde o período escravocrata até a lei 10.639, que torna obrigatório o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira em todas as escolas brasileiras, públicas e particulares, do ensino fundamental ao ensino médio.

Através dessa proposta, os estudantes de toda a unidade escolar puderam ampliar seus conhecimentos com relação à história do negro e toda a influência dessa rica e variada cultura em nossa sociedade.



Os professores aproveitaram o conteúdo curricular e correlacionaram com a temática, apresentando uma exposição de trabalhados elaborados pelos estudantes o que incluía desenhos, cartazes, redações, poesias, coreografias e um esquete teatral. Acreditando na proposta educacional da unidade escolar, o Projeto Bairro Educador apresentou a iniciativa da atividade a alguns parceiros. Estes voluntariamente foram apresentar relatos sobre a história do negro e sua forma de expressão.



A atividade contou com a presença do africano Koffi Djima, que realizou uma palestra para os estudantes, onde falou sobre a África e suas tradições e como foi seu processo de imigração para o Brasil. O gestor de projetos Carlos Carvalho, apresentou a cultura do Funk de forma educativa, aproveitando rimas e poesias dos próprios estudantes sobre a violência. A culminância também contou com apresentação de DJs que mostraram um pouco de música Black.


Todas as equipes de profissionais, assim como os estudantes da Escola Municipal Andrea Fontes Peixoto, agradecem a participação de cada parceiro voluntário, o que possibilitou outro olhar para a cultura negra.

Por Déborah Sobrino

Cardápios a Serem Praticados nas Unidades Escolares – Semana de 17 a 23/12/2012

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Cardápios a Serem Praticados nas Unidades Escolares – Semana de 17 a 23/12/2012:

Aviso E/SUBG/CIN de 06/11/2012 (D.O. Rio nº 183 de 14/12/2012 – p. 53 a 57).
O Coordenador da Coordenadoria de Infraestrutura em atendimento ao Decreto nº 30.863 de 02/07/2009 divulga os cardápios do Programa de Alimentação Escolar a serem praticados na semana de 17 a 23/12/2012.
A Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, através do Programa de Alimentação Escolar (PAE), atende aos alunos matriculados na rede municipal de ensino, escolas e creches, com cardápios elaborados por nutricionistas, tendo o objetivo de garantir às crianças o acesso a uma alimentação saudável e adequada, que compreende o uso de alimentos variados, seguros, que respeitem a cultura e que promovam a formação de hábitos alimentares saudáveis, levando em consideração o tempo de permanência do aluno na unidade e a faixa etária nas creches.
O planejamento dos cardápios é composto por quatro semanas (semana A, semana B, semana C e semana D) de acordo com o tipo de refeição a ser fornecida. Os cardápios são os mesmos para toda a rede municipal de ensino e a sua execução ocorre de forma alternada, ou seja, as Coordenadorias Regionais de Educação (CRE) utilizam semanas diferentes, conforme anexos.
(Publicado no Ecoando n.º 24 - 2012)

Novo D.O. Eletrônico da Cidade do Rio de Janeiro 

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Conheça boas práticas de combate ao trabalho infantil

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Conheça boas práticas de combate ao trabalho infantil:
Por Yuri Kiddo, da Pró-Menino, da Fundação Telefônica-Vivo

“Uma criança que trabalha cedo, abandona a escola mais cedo, e vai ter déficit de atenção e ser mais dispersa, isso atrapalha no desenvolvimento”, explica Renato Mendes.
Quem nunca se deparou com alguma criança ou adolescente trabalhando? Seja vendendo ou pedindo trocados nos semáforos que cortam as ruas das cidades, coletando ou separando materiais recicláveis, entregando panfletos ou em atividades agrícolas, o trabalho infantil é malvisto e grande parte dos países possui leis trabalhistas que condenam a prática. Porém, mesmo sendo repudiada por muitas pessoas e sendo foco de projetos dos governos e da sociedade civil, a quantidade de meninos e meninas que trabalham ainda é muito grande, principalmente em países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento – como é o caso do Brasil.
Leia mais:
“País do futebol” não tem nenhum clube com cursos válidos no sistema nacional de aprendizagem
Trabalho infantil ainda é a principal fonte de renda de muitas famílias brasileiras
“As escolas não estão preparadas para lidar com assuntos de exploração sexual”, afirma professora
Os números assustam e a mudança nos últimos anos não foi tão significativa. Atualmente 215 milhões de crianças e adolescentes entre cinco e 14 anos trabalham no mundo. Dessas, 115 milhões atuam em atividades perigosas e consideradas piores formas de trabalho infantil – como tráfico de drogas, carvoarias, lixões, pesca, exploração sexual, luta armada e trabalho doméstico. Os dados são do último Relatório Global sobre Trabalho Infantil da Organização Internacional do Trabalho (OIT), de 2011. Do total, o Brasil representa com cerca de 3,7 milhões de crianças e adolescentes entre cinco e 17 anos trabalhando no país em 2011, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad).
Desde 2004, a redução foi de apenas sete milhões de crianças e adolescentes ao redor do planeta. O documento aponta que o número diminuiu apenas três por cento nos últimos anos, representando uma desaceleração no ritmo de redução mundial, enquanto no período de 2000 a 2004 a redução foi de 10%. Vale destacar que, na última década, o capitalismo está preocupado com o impacto decrescente da economia e da crise mundial, e consequentemente, reduz os avanços propostos pela OIT de eliminar as piores formas de trabalho infantil até 2016.
Segundo especialistas, as principais causas do trabalho infantil estão relacionadas à cultura, pobreza e baixa escolaridade. “Não é somente uma questão de pobreza, mas de perda de um dos progenitores e também uma questão de cultura”, afirma o coordenador do Programa Internacional para Eliminação do Trabalho Infantil, da OIT, Renato Mendes. “Uma criança que trabalha cedo, abandona a escola mais cedo, e vai ter déficit de atenção e ser mais dispersa, isso atrapalha no desenvolvimento”, explica.
Brasil

Assim como outros mais de 90 países que fazem parte do programa internacional da OIT, o Brasil tem até 2020 para erradicar de vez o trabalho infantil, compromisso firmado no Plano nacional de prevenção e erradicação do trabalho infantil e proteção ao adolescente trabalhador, elaborado em 2010 pela Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Infantil (CONAETI) junto à OIT.
Uma das formas de contribuir com esta meta será a discussão durante a 3ª Conferência Global sobre Trabalho Infantil que acontece em outubro de 2013, em Brasília. O evento é um dos principais espaços de debates sobre o tema com a participação de vários países, cujo o documento final vai apontar os rumos que devem ser adotados pelos governos, organizações internacionais regionais, parceiros sociais e ONGs. As conferências globais sobre Trabalho Infantil não têm periodicidade, a primeira foi realizada em Oslo, na Noruega, em 1997, e a segunda em Haia, na Holanda, em 2010. O Brasil será o primeiro país fora da Europa a receber o encontro.
Boas práticas

Servindo de exemplo para o Brasil e o resto do mundo, a pequena República de Fiji, localizada na Oceania, iniciou um programa nacional de combate ao trabalho infantil nas escolas. O acordo de enfrentamento foi assinado, em 2008, pela União Europeia, OIT e Ministérios de Educação e Trabalho de Fiji. Com foco concentrado em formações para professores e profissionais da educação, além de líderes comunitários de todo o país, o objetivo do programa é conscientizar a população a fim de garantir que crianças e adolescentes não sejam explorados e tenham educação apropriada para a idade, aumentando o bem estar no futuro próximo e diminuindo a pobreza, consequentemente.
Entre 2005 e 2009, o Paraguai também desenvolveu diversas ações de mobilização e conscientização em torno da temática nas escolas. Primeiramente foi elaborado um ambiente educativo para os estudantes, com realização de reuniões e palestras de sensibilização, e a participação de diretores de diversas instituições de ensino do país. Os alunos puderam aprender sobre trabalho infantil e replicar o conhecimento com pesquisas junto às comunidades próximas das escolas. O assunto teve grande repercussão, aumento do interesse da mídia sobre o assunto e de denúncias de violação dos direitos infanto-juvenis. Outro resultado importante foi o estabelecimento de uma equipe permanente no Ministério da Educação do Paraguai.
Outro exemplo é o projeto de cooperação da OIT com o governo do Brasil para o combate ao trabalho infantil nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (Palops), que incluem Cabo Verde, Angola, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Guiné-Bissau. Desde junho, os países de língua portuguesa fazem parte da Caravana Palops, que saiu do nordeste brasileiro em junho e percorrerá a África até outubro de 2013, quando retornará ao Brasil para a 3ª Conferência Global.
O Brasil é um dos países que mais avançam no combate ao trabalho infantil e um dos casos reconhecidos internacionalmente como boa prática foi no setor de saúde. Uma das experiências foi a desenvolvida pelo Ministério da Saúde, a OIT e o Núcleo de Estudos da Saúde do Adolescente da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Nesa/UFRJ). De 2004 e 2008 foi feita uma grande ação de capacitação para profissionais do setor da saúde, assistência social e educação, além de inspetores do trabalho e integrantes de ONGs, para fortalecer a rede em relação à erradicação do trabalho infantil e à proteção das crianças e adolescentes que trabalham no país.
Concurso

A Rede Latino-americana contra o Trabalho Infantil, iniciativa da Fundação Telefônica em parceria com a OIT, fomenta a disseminação de conteúdo, a mobilização, a articulação e a formulação de propostas de ações e de políticas que combatam a exploração do trabalho precoce. “O objetivo é que a temática e as experiências ganhem maior divulgação e amplitude para que cheguem às organizações e governos”, afirma o coordenador da Rede, Fu Kei Lin.
Para isso, a Rede também promove o concurso de Boas Práticas, com inscrições abertas até 16 de dezembro pelo site. A iniciativa pretende “trazer metodologias e experiências positivas que provoquem as organizações, para que elas possam utilizar dessas práticas, de acordo com a realidade de cada país”, explica o coordenador.
O que fazer? Identificou alguma situação de trabalho infantil? Comunique ao Conselho Tutelar de sua cidade, ao Ministério Público ou a um Juiz de Infância. Há a opção também de denunciar pelo telefone ou site do Disque 100 – Disque Denúncia Nacional: www.disque100.gov.br

Como compartilhar? Fique de olho nas notícias e dados no site e redes sociais da Rede Promenino, converse sobre o tema com as pessoas ao seu redor e compartilhe opiniões e informações a respeito nas redes com a hashtag #semtrabalhoinfantil.

AGENDA DA PROMOÇÃO DA SAÚDE: 15 a 21 de dezembro

 http://elosdasaude.wordpress.com/
AGENDA DA PROMOÇÃO DA SAÚDE: 15 a 21 de dezembro:
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ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DO TRABALHADOR E ECOLOGIA HUMANA
Estão abertas até 20 de dezembro as inscrições para o curso de especialização em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz). A iniciativa oferece capacitação para o planejamento, organização e avaliação das ações na área de saúde do trabalhador, na perspectiva de integrar teoria e prática para o enfrentamento dos problemas de saúde, trabalho e ambiente. A especialização é voltada para profissionais de nível superior completo, que prioritariamente desenvolvam atividades em saúde do trabalhador ou pretendam desenvolver atividades sobre o tema, em especial no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) ou ainda em outras instituições, como organizações prestadoras de serviço, ensino e pesquisa. O curso tem carga horária de 440 horas e será ministrado toda primeira semana do mês, de segunda a sexta-feira, de 8h às 17h.As aulas começam em 8 de abril de 2013. Acesse o edital para o curso de especialização em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana da Ensp/Fiocruz.

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SAÚDE E POLÍTICA DE DROGAS
Experiências bem sucedidas no cuidado e atendimento ao usuário de álcool e outras drogas, desenvolvidas no Brasil e no exterior, estarão em debate esta semana, durante o Seminário Internacional Saúde e Política de Drogas: É Preciso Mudar, que acontece dias 17 e 18 de dezembro, de 9h às 17h30, no Museu da Vida, da Fiocruz (Av. Brasil 4365, Manguinhos). A iniciativa é promovida pela Fiocruz, a Comissão Brasileira sobre Drogas e Democracia (CBDD) e o Viva Rio com o objetivo de pensar mudanças para a saúde diante de uma possível mudança na política de drogas vigente no país. Na segunda-feira, na parte da manhã, serão apresentadas experiências do Uruguai, de Portugal e do Canadá. À tarde, o consultor do Ministério da Saúde Dartiu Xavier, professor da UNIFESP e membro do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes, ministrará a palestra “Atendimento e Emergência aos usuários de álcool e outras drogas”.
Em seguida, o psiquiatra Jairo Werner, professor da UFF, discutirá o tema “Construindo base conceitual para o trabalho com as comunidades terapêuticas: desafios e propostas”. Ainda integram a programação de segunda-feira as palestras “A saúde da família e o consultório na rua no atendimento ao usuário de álcool e outras drogas”, por Daniel Souza, coordenador do Consultório de Rua do Jacarezinho, e “Assistência Social aos Usuários de Crack e outras drogas em situação de risco” por Rafael West, coordenador do programa Atitude, da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos de Pernambuco. A terça-feira será dedicada ao debate em grupos de trabalho sobre Estratégias para Promoção da Saúde, Atendimento ao Usuário de Álcool e Outras Drogas, Emergência e Internação, Pesquisa e Formação, Lei de Drogas É Preciso Mudar: A Criação das Comissões Interdisciplinares, A Interface entre Saúde e Justiça. Às 16h, uma palestra de encerramento será ministrada pelo secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvecio Miranda, e pelo secretário de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, Sérgio Côrtes.
O evento é destinado a profissionais de saúde e as inscrições são gratuitas. Confira a programação completa do Seminário Internacional Saúde e Política de Drogas: É Preciso Mudar e acesse o formulário de inscrição.
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DIGA NÃO À ÚLCERA POR PRESSÃO!
Neste domingo, 16 de dezembro, a Sociedade Brasileira de Enfermagem em Feridas e Estética (Sobenfee) promove a campanha Diga Não à Úlcera por Pressão, com uma caminhada pela Praia de Copacabana. O ponto de encontro será na Avenida Atlântica, na altura da Rua Sá Ferreira, às 10h. O objetivo é chamar a atenção de profissionais de saúde e de toda a população para este problema de saúde, que pode ser prevenido com ações simples e de baixo custo.  Além da caminhada, o evento promoverá a difusão de informações sobre nutrição e atividade física, aferição de pressão arterial, práticas integrativas e bate-papo com profissionais, para o esclarecimento de dúvidas.
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MOSTRA OLHOS NEGROS
Parte da programação da Quinzena da Consciência Negra , a Mostra Olhos Negros IV, promovida pelo  Instituto Cultural Cinema Brasil de 16 de novembro a 01 de dezembro, exibe a partir deste sábado, 15 de dezembro, o ciclo “Melhores da Mostra”. O evento segue até 28 de dezembro com a exibição de filmes produzidos por cineastas brasileiros de todas as etnias que abordam o tema “Adolescentes negros construindo o Futuro”. As sessões abertas ao público acontecem aos sábados, no Microcine de Bonsucesso (Av. Teixeira de Castro, 157, Bonsucesso).  Nos demais dias da semana, as sessões podem ser agendadas por escolas e entidades beneficentes, de manhã e à tarde. Neste sábado, a primeira sessão começa às 16h, com a exibição dos filmes “Cem anos sem chibata”, de Marcos Manhães Marins; “Apocalipse no Alemão”, de Alberto Dias; “Autoestima”, de Ednéa Rubim. Às 17h, é a vez de “Dia de Preto”, de Marcial Renato, Daniel Mattos e Marcos Felipe. E, às 18h, “5 X Pacificação”, de Luciano Vidigal, Rodrigo Felha, Cadu Barcellos e Wagner Novais. Confira a programação completa na página do evento no Facebook.

Cartilha de serviços de saúde mental para crianças e adolescentes no RJ

 http://saudementalrj.blogspot.com/
Cartilha de serviços de saúde mental para crianças e adolescentes no RJ:
Disponível no Link: https://docs.google.com/file/d/0B_HpM8Lq6o5MMzRfTkhqcEF0N1U/edit

Sobre o início do Matriciamento em Saúde Mental na Cidade do RJ

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Sobre o início do Matriciamento em Saúde Mental na Cidade do RJ:
 

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Governo Federal lança ação para reduzir acidentes de trânsito

 http://www.blog.saude.gov.br/
Governo Federal lança ação para reduzir acidentes de trânsito:
O Governo Federal lançou nesta quinta-feira (13) uma ação integrada entre quatro ministérios para reduzir o número de acidentes no trânsito entre 15 de dezembro de 2012 e 13 de fevereiro de 2013, período que reúne as férias, as festas de fim de ano e o carnaval. A operação Integrada Parada-Rodovida 2012/2013 terá ações de conscientização e fiscalização desenvolvidas pelos ministérios da Saúde, das Cidades, Transportes e Justiça.
O Brasil é o quinto entre os países recordistas em acidentes de trânsito, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). As campanhas publicitárias da Parada-Rodovida e da Parada-Um Pacto pela Vida (campanha permanente do Ministério das Cidades) têm como foco a conscientização dos motoristas, os alertando sobre o número elevado de mortes no trânsito que ocorre nesse período. As campanhas chamam atenção para os principais causadores de acidentes: álcool e direção, excesso de velocidade e imprudência.
Entre o fim de 2010 e o início de 2011 ocorreu a primeira edição do Parada-Rodovia. Nesse período, houve queda de 14,8% no número de acidentes, 15% de feridos e 16% em acidentes com morte. O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, explicou a influência direta dos acidentes de trânsito na Saúde. “Nós, da saúde, temos um interesse muito grande nessa operação, pois o impacto sobre os sistema da saúde é elevado e vem crescendo. O número de leitos, de salas de cirurgia e de UTI dedicada a atender vítimas que sobrevivem desses acidentes, também é um custo gerado pelos acidentes. Custos que muitas vezes duram pra toda a vida, impactando a saúde, a previdência e a renda da família”, comentou Jarbas. Em 2010, o gasto total contabilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) com acidentes de trânsito contabilizou o total de R$ 187 milhões.
O secretário também informou que o Ministério da Saúde irá investir R$ 265 milhões em 369 hospitais do Brasil para qualificar o atendimento das emergências, com o objetivo de reduzir o número de mortes e as sequelas graves causadas pelos acidentes de trânsito. Além disso, vai intensificar as ações do projeto Vida no Trânsito (lançado em 2010) em todas capitais e também em Campinas (SP) e Guarulhos (SP). O projeto unifica o sistema de informação sobre acidentes no trânsito para qualificar os dados com o objetivo de detectar os principais problemas e elaborar políticas públicas mais eficientes.
Vida no Trânsito – O projeto Vida no Trânsito é desenvolvido pelo Ministério da Saúde em parceira com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) e a Bloomberg Philanthropies. Trata-se de um planejamento de ações e está em cinco municípios, um em cada região brasileira. Em cada município é realizado trabalho para conseguir intervenções articuladas e ações que reduzam o impacto dos acidentes.
Dentre os objetivo do Vida no Trânsito estão o de qualificar e integrar as informações sobre as lesões e mortes causadas pelo trânsito; identificar os fatores de risco principais e grupos de vítimas (vulneráveis) mais importantes nas cidades e desenvolver programas e projetos de intervenção que modifiquem a cultura de segurança no trânsito de forma a reduzir o número de mortos e feridos graves.
Camilla Terra / Blog da Saúde