quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Desafiar, pesquisar, descobrir, produzir e apresentar

 http://porvir.org/
Desafiar, pesquisar, descobrir, produzir e apresentar:
Bastam dois dedos de conversa com pessoas interessadas em inovações educacionais ou poucas horas em um evento que reúna professores interessados em tendências e lá vai estar ele. Pode ser que seja entre professores de educação infantil discutindo as descobertas das crianças em seu último trabalho ou entre docentes da área médica mostrando os resultados dos seus alunos. De uma ponta à outra, ele tem aparecido cada vez com mais frequência e em mais formas diferentes. Adivinhou? Sim, é o aprendizado baseado em projetos – o project-based learning, ou simplesmente PBL.
Não há uma data exata em que a metodologia tenha começado a ser usada, diz Jennifer Klein, consultora em educação global que capacita professores a usarem a aprendizagem baseada em projetos. Mas, segundo a especialista, na década de 70 ou 80, mesmo sem ter sido assim batizada, muitas escolas já se utilizavam da lógica para educar crianças e jovens. Muito do que hoje se faz, inclusive, se apoia no pensamento do brasileiro Paulo Freire, ferrenho defensor de que os alunos deveriam construir seu próprio conhecimento.

Arpad Nagy-Bagoly / FotoliaO que é aprendizado baseado em projetos

E o que está por trás do conceito é simples: em vez de serem estimulados por aulas tradicionais, os estudantes devem buscar respostas a questões complexas, muitas vezes multidisciplinares, e devem apresentar um produto final como resultado de suas pesquisas. Nesse meio tempo, enquanto planejam, organizam e executam o projeto, eles se deparam, na prática, com situações em que precisam trabalhar harmonicamente em grupo, lidar com opiniões diferentes, comunicar aquilo que estão pensando, defender seu ponto de vista e criticar os que não consideram ser adequados. Tal qual na vida.
“Essa metodologia está se tornando muito popular. Parte disso é devido às facilidades que a tecnologia trouxe. Mas só parte. A questão é que, com essas avaliações padronizadas, estamos matando o amor que as crianças têm por aprender. A aprendizagem baseada em projetos é uma resposta a isso”, diz Klein, citando o próprio exemplo. Muito antes de a tecnologia estar disponível como está hoje, ainda como aluna, a educadora teve a oportunidade de estudar numa escola em que os próprios alunos organizavam viagens de aprendizado. Nessas ocasiões, eles aprendiam não só biologia, matemática e ciências, mas também organização de projetos, trabalho em grupo e orçamento.
Hoje, com a disseminação de práticas pela internet e a facilidade de trocar informação, claro, essa abordagem tem sido facilitada. Outro exemplo que a educadora dá é de uma escola americana que pediu que os alunos desenvolvessem asas capazes de voar. No início do projeto, o professor falou para os jovens: “Em 24 de março, vocês vão estar na frente dos seus colegas, pais e uma banca de engenheiros. Vão dizer: ‘Esse é o nosso design de asa, esse é o que a gente recomenda e essa é a razão’. Vocês vão ter dados, gráficos, uma apresentação e regras”. Veja vídeo, em inglês, que mostra os professores combinando como será a avaliação do projeto.
Os alunos precisaram estudar matemática, física e bases de engenharia para as asas funcionarem. E funcionaram. Ao fim, um dos jovens que participou do projeto falou: “É muito melhor fazer uma coisa sua. Se o professor te diz como fazer, você pode se lembrar disso depois de duas semanas. Se você descobre como fazer, você vai se lembrar disso a vida toda”, afirmou o rapaz. Para Klein, essa é a essência do aprendizado baseado em projetos.Ainda de acordo com a especialista, é possível trabalhar com essa abordagem em qualquer disciplina e em qualquer idade, mas o trabalho é muito maior quando vários professores estão envolvidos em um mesmo projeto. Para quem está interessado em começar, o Buck Institute for Education, uma associação norte-americana especializada em disseminar práticas desse tipo de aprendizagem, fez um diagrama explicando os pré-requisitos para um bom programa de aprendizagem baseada em projeto. Conheça os oito os pontos principais.

www.bie.org

Ter conteúdo relevante. O objetivo da abordagem é trabalhar os conceitos-chave das disciplinas acadêmicas a partir de um projeto.
Desenvolver habilidades para o século 21. Ao longo do projeto, os alunos deverão buscar uma resposta a um problema. Para isso, eles deverão buscar referências em diferentes fontes de informação, precisarão de pensamento crítico, habilidade de resolução de problemas, colaboração e várias formas de comunicação – habilidades mais refinadas que a simples memorização.
Ter expírito de exploração. Isso faz parte do processo de aprender e criar algo novo com curiosidade e motivação.
Organizar-se em torno de questões abertas. Aqui o foco está em estimular o aprendizado mais aprofundado, debates, desafios e problemas.
Criar a necessidade de saber. O fato de ter que apresentar um produto ao fim de um período serve também para criar a expectativa de aplicar o que se está aprendendo e fazer com que os alunos criem laços com seu trabalho.
Dar oportunidade de voz e escolha. Os alunos aprendem a trabalhar independentemente e assumir riscos quando eles são instados a fazer escolhas e mostrar sua voz. Isso faz com que aumente também o engajamento dos estudantes.
Incluir processos de revisão e reflexão. Os estudantes aprendem a dar e receber feedback para melhorar a qualidade do produto no qual estão trabalhando.
Apresentar para o público. Ao mostrar o produto de seu esforço para outras pessoas, pessoalmente ou on-line, aumenta-se a motivação dos alunos a fazerem trabalhos de melhor qualidade.
Veja mais em http://www.bie.org/about/what_is_pbl.

Lanches saudáveis para as crianças

 http://www.falecomanutricionista.com.br/
Lanches saudáveis para as crianças:
As aulas das crianças começaram e lá vem a dúvida: o que colocar na lancheira da meninada? Perguntaram lá no Facebook (já curtiu minha página, hein?) e vim aqui dar diquinhas fáceis e gostosas sobre o assunto. Bóra deixar essa criançada bem alimentada e feliz? Porque quem come melhor é mais feliz, sim!
  • A alimentação deve ser adequada durante todo o dia. No período em que está na escola, é importante consumir alimentos energéticos, ou seja, fontes de carboidrato. Porém, deve-se priorizar os do tipo complexo, que irão garantir glicose para o cérebro, que está em intenso funcionamento, e também para o resto do corpo durante um período maior e evitar os carboidratos simples que, apesar de também serem fontes de glicose, é rapidamente aproveitada e não mantida.
  • É essencial também oferecer frutas e vegetais. São fontes de fibras, vitaminas e compostos bioativos que ajudam na regulação do organismo.
  • Outro nutriente importante são as gorduras chamadas reguladoras e que auxiliam no sistema imunológico, funcionamento cerebral e resposta inflamatória. Elas estão presentes nas castanhas e oleaginosas.
  • É preciso ter cautela com a utilização dos sucos, principalmente os industrializados. Em sua maioria eles contém aditivos e conservantes de difícil metabolização. É sempre preferível, então, optar pelas frutas, por oferecerem nutrientes em sua forma ideal.
O que colocar na lancheira

Um exemplo de lanche prático e saudável seria uma salada de frutas com granola e castanhas. E porque não oferecer mini cenouras? Os pequenos adoram. Não deve-se ter medo de ousar, e ousadia hoje, é se alimentar de maneira simples e natural.
Beijos, Carol!

IDÉIAS - Fazendo fantoches

 http://pedagogiccos.blogspot.com/
Repassando ótima idéia do Blog Pedagógicos.
Fazendo fantoches:





O Cuidado Ajuda a Reatar Laços

 http://saudementalrj.blogspot.com/
O Cuidado Ajuda a Reatar Laços:
Esta cartilha é fruto de um trabalho que vem sendo desenvolvido pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) e a Coordenação de Saúde Mental da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil (SMSDC), por meio do diálogo com agentes comunitários de saúde e profissionais dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF). Nas oficinas de capacitação realizadas surgem a ideia e o desejo de colocar em palavras a experiência de vida e trabalho dos agentes comunitários no lidar com a violência que de tantas formas atravessa suas vidas, a vida de amigos e familiares.
Sofrimento, angústias que não eram vistos, seja por negligência, seja pelo desconhecimento, hoje já podem ser compreendidos como uma questão pública de saúde e que nos colocam a todos, gestores, profissionais e educadores em busca de soluções.
Poder perceber como a violência afeta a todos, não apenas no corpo, mas na nossa saúde mental, indicando sutilezas que poderiam passar despercebidas, é um grande mérito deste material.
De forma objetiva e clara são apresentadas diferentes formas de violência - umas óbvias e outras nem tanto assim. Para estas últimas, a necessidade de um olhar mais treinado, mais cuidadoso, mais experiente e atento e que este trabalho busca destacar, indo além: através de histórias de vida ilustra como uma situação pode enredar diversas outras que, se apreciadas de forma isolada, não teriam o mesmo sentido quando se compreende o contexto no qual o comportamento se manifestou.
Assim são as histórias de dona Nair e de Carlos, personagens que de forma diferente, mas complementar, trazem luz sobre esse jogo intrincado de sentimentos, emoções e sintomas.
Não bastasse o diálogo franco e direto com o leitor, a cartilha oferece ainda ideias, orientações e dá dicas relevantes, que com certeza serão fundamentais no trabalho diário dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), assim como aponta para a estruturação da Rede de Saúde Mental em nossa cidade, apresentando as diferentes possibilidades de acolhimento na nossa rede de saúde.
É importante destacar que apesar desta cartilha ter sido construída para nossos agentes comunitários, ela pode ser lida por qualquer outra pessoa interessada pelo assunto, pois as discussões aqui apresentadas estão adequadas ao momento atual no qual o tema ‘violência’ extrapola o debate dos especialistas da saúde e agrega outros campos como da segurança pública, direitos humanos, entre outros.
Para concluir gostaria de falar do prazer de ter compartilhado desse projeto e da parceria com o CICV e ter podido comprovar ao longo desta gestão (2009-2012) os significativos avanços no cuidado às vítimas de violência no Rio de Janeiro.
Pilar Belmonte
Coordenadora de Saúde Mental da
Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil (SMSDC

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Projeto Olhar Brasil prevê assistência oftalmológica para criança em idade escolar

 http://www.blog.saude.gov.br/
Projeto Olhar Brasil prevê assistência oftalmológica para criança em idade escolar:

Foto: Corbis Images
Problemas de visão podem dificultar o aprendizado e o desenvolvimento das crianças. Por isso, o projeto Olhar Brasil do Ministério da Saúde atua na identificação e na correção de problemas de visão de crianças da rede pública de ensino, vinculadas ao Programa Saúde na Escola. Entre as ações, o Ministério da Saúde oferece tratamento oftalmológico integral, além de ampliar por meio de cadastro nacional a quantidade de estabelecimentos disponíveis para atendimento no país.
Em Ribeirão Preto, cidade do interior do estado de São Paulo, o projeto vem ajudando diversas crianças. Roberto, de apenas sete anos, reclamava de dores de cabeça e dificuldade de enxergar. Com a ajuda do projeto, a agricultora Daniela Schnals, mãe de Roberto, consultou o menino que hoje usa óculos e não sente mais dificuldades para enxergar. “Em menos de dez dias eu consultei ele e já peguei o óculos. Foi bem rápido. Ele está muito melhor. O desenvolvimento na escola já melhorou muito, então foi muito bom.”
O coordenador de Média e Alta Complexidade do Ministério da Saúde, José Eduardo Fogolin, fala da importância desse projeto para as crianças em todo o país. “Você consegue atingir em idade escolar a criança, identifica em sala de aula, já oferta a consulta, e oferta óculos corretivo para que essa criança possa voltar ao seu dia a dia normal, a enxergar adequadamente, a aprender adequadamente e ter um desenvolvimento social e educacional adequado com a formação dela.”
José Eduardo Fogolin detalha como os prefeitos e secretários dos municípios devem proceder para aderir ao Projeto Olhar Brasil. “Ele tem que ter o público-alvo, ele tem que estar aderido ou ao Programa Saúde na Escola, ou ao Programa Brasil Alfabetizado. Se ele já tem a adesão pela Atenção Básica por esses programas, ele encaminha para o Ministério da Saúde essa adesão e quais são os serviços que vão realizar o atendimento oftalmológico. Bastando isso, ele recebe o recurso para fazer o Projeto Olhar Brasil.”
O Projeto Olhar Brasil foi criado em 2007 em uma parceria entre os Ministérios da Saúde e da Educação.
Fonte: Amanda Mendes / Web Rádio Saúde

IDÉIA - Alfabeto para Educação Infantil

 http://edu-infantilcriativa.blogspot.com/
Alfabeto para Educação Infantil:
Esse alfabeto permiti que as crianças possam brincar com ele, também podem trazer figuras e objetos para acrescentar nas letras, fica super divertido e lúdico. É só deixar na altura dos pequenos e a brincadeira vai rolar solta.




ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL É ALIMENTAÇÃO SUSTENTÁVEL

 http://elosdasaude.wordpress.com/
logo_thinkeatsave_site
Enquanto a fome, a desnutrição e também a obesidade impõem-se como desafios à saúde pública global, mais de um bilhão de toneladas de comida são desperdiçadas a cada ano, em todo mundo, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). Diante deste cenário, repensar as relações de produção e consumo de alimentos é essencial para a promoção de uma sociedade mais saudável, justa e sustentável. Com esses objetivos, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura  (FAO) lançam nesta terça-feira, dia 22 de janeiro, a campanha global contra o desperdício de alimentos Pensar. Comer. Preservar. Diga não ao Desperdício.
Com o slogan “Reduza a sua pegada alimentar” – um trocadilho com a expressão “pegada de carbono, que se refere à emissão de gases de efeito estufa – a campanha busca difundir a noção da alimentação como um ato sustentável (em português, o slogan foi traduzido para “Diga não ao desperdício”). Além de promover a conscientização da sociedade, a proposta é difundir informações e dicas práticas que ajudem a evitar o desperdício, reduzir o impacto ambiental e poupar recursos.
O portal da campanha traz referências para reflexão, dicas de alimentação e contra o desperdício.
O portal da campanha traz referências para reflexão, dicas de alimentação e contra o desperdício.
A campanha é um dos resultado da Conferência  das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. Durante o evento, chefes de Estado aprovaram o lançamento de uma série de iniciativas para incentivar a produção e o consumo sustentáveis de alimentos, considerando a necessidade de alimentar uma população global em crescimento e de reduzir o impacto ambiental.
“Em um mundo de sete bilhões de pessoas, que até 2050 deve abrigar nove bilhões de seres humanos, desperdiçar comida não faz sentido – econômica, ambiental e eticamente. Quando desperdiçamos comida, toda a terra, água, fertilizantes e mão de obra envolvidos na produção de alimentos s é desperdiçada também – sem mencionar a emissão de gases de efeito estufa produzidos pelo transporte desses insumos e pelos alimentos que entram em decomposição depois de serem jogados fora”, dispara o diretor executivo do PNUMA, Achim Steiner. E o diretor geral da FAO, o brasileiro José Graziano da Silva, completa: “Nas regiões industrializadas, quase metade da comida descartada, cerca de 300 toneladas por ano, ainda está própria para o consumo. Esta quantidade é equivalente a toda a produção de alimentos da África Subsaariana, e suficiente para alimentar 870 milhões de pessoas”.
postal da saúde: alimentação saudável 
Reduza a sua pega alimentar: Diga não ao desperdício!
Para quem deseja participar da iniciativa e se engajar em uma alimentação saudável e sustentável, uma dica é o livro 33 Surpresas Incríveis – Receitas Saudáveis de Aproveitamento Integral de Frutas, Legumes e Verduras, publicado pela Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro (SMSDC-RJ) e disponível para download. Além de sugestões de pratos saudáveis e saborosos, a publicação traz orientações sobre como evitar o desperdício caseiro nos processos de compra, higienização, preparo e conservação dos alimentos.
Conforme define o prefácio da obra, “o livro expressa o empenho de nutricionistas da rede municipal de saúde em desenvolver práticas de saúde criativas na busca de uma nova forma de diálogo com a população. Por meio de vivências culinárias, ousaram, experimentaram e possibilitaram descobertas em relação à alimentação com degustações de preparações e distribuição de receitas saudáveis”.
O livro está organizado em duas partes. O primeiro capítulo, Preparações com Legumes e Verduras, traz receitas com abóbora, abobrinha, agrião, berinjela, beterraba, cenoura, chuchu e couve-flor. O segundo, Preparações com Frutas, ensina a criar sucos, refeições e sobremesas com abacaxi, banana, laranja, maçã, manga, maracujá, melão e melancia. O material inclui, ainda, dicas sobre como evitar o desperdício caseiro nos processos de compra, higienização, preparo e conservação dos alimentos.
Saiba mais:

FIQUE SABENDO - Maconha

Série especial mostra os efeitos negativos das drogas no organismo.

Foliculite tem aparência semelhante à acne, mas ocorre em local diferente

 http://g1.globo.com/

 Foliculite tem aparência semelhante à acne, mas ocorre em local diferente
Lesões da foliculite são mais comuns nas costas, coxa, nuca e nádegas. Já a acne, causada pela oleosidade, aparece mais no rosto, tronco e colo.

VAMOS TODOS CONTRA A DENGUE ENTRE NESSA GUERRA

 http://otics-iraja.blogspot.com/
VAMOS TODOS CONTRA A DENGUE ENTRE NESSA GUERRA:
O dengue é uma doença infecciosa causada por um vírus. O dengue clássico se inicia de maneira súbita e pode ocorrer febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores nas costas. Às vezes aparecem manchas vermelhas no corpo. A febre dura cerca de cinco dias com melhora progressiva dos sintomas em 10 dias. Em alguns poucos pacientes podem ocorrer hemorragias discretas na boca, na urina ou no nariz.


Saiba como evitar:

• Evite deixar plantas em vasos com água, substituindo a água por terra.

• Troque semanalmente a água dos vasos das plantas e lave com uma escova ou pano os pratinhos que acumulam água.

• Lave as jarras de flores para eliminar os ovos dos mosquitos que ficam grudados nas suas paredes.

• Para não acumular água, as latas devem ser furadas antes de jogadas fora.
• As garrafas vazias devem ser guardadas de boca para baixo.

• Lave os bebedouros dos animais com escova ou bucha e esvazie-os à noite, sempre que possível.

• Pneus velhos devem ser mantidos em lugares cobertos para não acumular água da chuva.
• Os poços, tambores, caixas d´água, cisternas e outros depósitos de água devem estar sempre tampados.

• O lixo caseiro deve estar ensacado e posto à disposição da limpeza urbana nos horários previstos.



segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

IDÉIAS - Moldes para Patch Aplique

 http://www.dicaspramamae.com/
Boas idéias são repassadas.
Moldes para Patch Aplique:
Oi mãezinhas!!

Eu trouxe mais alguns moldes que acho lindinhos para vocês fazerem patch em fraldas, com feltro, EVA ou como quiserem usar. Estes moldes são da Jacirinha e são perfeitos! Bora por a mão na massa?
  





Para ampliar é só clicar em cima do molde. Bjão! Até a Próxima!!

Ministério da Saúde conta com Manual de Atenção à mulher na menopausa

 http://www.blog.saude.gov.br/

Foto: Image Source/Corbis
A jornada dupla de trabalho e filhos, somada a vida agitada nas grandes cidades, aumentam os sintomas da menopausa, momento em que a produção de hormônios no corpo das mulheres começa a diminuir e com isso, a menstruação fica irregular. Existem ainda outros sintomas que também passam a incomodar muitas mulheres, como mau humor, cansaço e ondas de calor. A adoção de hábitos de vida saudáveis antes mesmo de os sintomas surgirem pode ser a melhor saída para evitar indisposições. O Ministério da Saúde disponibiliza em sua página na internet um manual com orientações importantes que podem amenizar os incômodos dessa fase.
A coordenadora da Saúde da Mulher do Ministério da Saúde, Esther Vilela, conta que a primeira recomendação é ter uma alimentação saudável, evitando frituras e gorduras já que, após a menopausa, o colesterol da mulher apresenta tendência a subir: “Frutas frescas, verduras, legumes, aveia, gergelim, linhaça, outros grãos integrais, que têm muito cálcio, principalmente, que têm também isoflavonas e outras substâncias que são protetoras do corpo da mulher e deixar de lado, principalmente, o fumo e também controlar ou reduzir o consumo de álcool e, principalmente, atividade física regular ou prazerosa”, explica.
A coordenadora da Saúde da Mulher do Ministério da Saúde, Esther Vilela, ressalta que a menopausa é apenas uma fase que deve ser encarada com mais cuidados: “A menopausa não é uma doença. Nós não precisamos falar que menopausa é igual a tratamento, nós temos menopausa é igual orientações para uma vida saudável, para uma alimentação saudável, para um estilo de vida saudável. Alguns casos, restritos, vão precisar, talvez, do uso de alguns hormônios durante certo período de tempo, mas a principal abordagem é promoção da saúde e prevenção, lembrando que tem de fazer alguns exames, como elas já deveriam fazer também antes dessa fase de vida”, destaca.
Fonte: Hortência Guedes / Web Rádio Saúde

Inscrições para projetos de prevenção às DSTs em 2013 encerram-se nesta sexta (25)

 http://www.blog.saude.gov.br/
 
Organizações não governamentais que atuam na área de aids, outras doenças sexualmente transmissíveis e hepatites virais já podem se candidatar ao financiamento de ações de prevenção durante as comemorações do orgulho LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros). O prazo limite para envio das propostas foi prorrogado até 25 de janeiro. A iniciativa é do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, em parceria com o Escritório das Nações Unidas Sobre Drogas e Crime (UNODC). No total, será investido R$ 1.300 milhão. Os projetos devem ser realizados no período de abril a dezembro de 2013.
Serão priorizadas as propostas que contemplem as seguintes atividades:
  • Prevenção às DST/HIV/aids/HV e promoção à saúde da população LGBT;
  • Promoção da mobilização Fique Sabendo;
  • Estímulo à realização do teste e do diagnóstico precoce para HIV, sífilis e hepatites virais;
  • Estímulo à realização de ações voltadas para controle das hepatites virais.
Os novos prazos serão:
  • 25/01: Data limite de postagem da proposta;
  • 15/02: Data prevista da divulgação das propostas selecionadas;
  • 20/02: Data limite do recebimento dos recursos;
  • 22/02: Divulgação do resultado do julgamento dos recursos;
  • 25/02: Divulgação da lista final da seleção técnica;
  • 01/03: Data limite da postagem dos documentos.
As propostas devem ser apresentadas por organizações da sociedade civil com experiência mínima de três anos de atuação nas atividades especificadas no edital. O valor máximo de financiamento de cada proposta será de R$ 30 mil.

Casos de influenza no Hemisfério Norte: Ministério da Saúde orienta quem vai viajar

 http://www.blog.saude.gov.br/
 
Os países localizados no Hemisfério Norte encontram-se nesse momento na estação do inverno, quando sempre é mais intensa a circulação do vírus da influenza. As autoridades sanitárias americanas estão alertando que, no atual inverno, a transmissão de influenza teve início mais precocemente e tem sido bastante intensa, situação semelhante à identificada no Canadá, devendo-se observar as medidas de prevenção. Essa variação de intensidade e gravidade dos casos de influenza ocorre normalmente em diferentes anos e está relacionada a fatores climáticos, às características dos sorotipos do vírus de influenza que estão circulando e a maior ou menor proteção fornecida pela vacina utilizada naquele ano.
Os sorotipos do vírus que circulam atualmente nos Estados Unidos e Canadá, de maneira predominante, são o influenza A (H3N2) e o influenza B, que fazem parte da vacina de influenza do Hemisfério Norte que foi utilizada naqueles países desde o final do ano passado e que também integraram a vacina utilizada no Hemisfério Sul, incluindo o Brasil, no primeiro semestre de 2012. Cabe lembrar, entretanto, que a proteção fornecida por essa vacina é parcial e limitada no tempo, exigindo que todas as medidas de prevenção sejam sempre adotadas.
Não há recomendação de cancelamento de viagens para esses países por parte da Organização Mundial da Saúde (OMS) ou do Ministério da Saúde. Entretanto, é importante que todos aqueles que viajarem para os EUA e Canadá, assim como para qualquer país que agora se encontra na estação do inverno, observem os cuidados de prevenção da influenza. Esses cuidados devem ser observados, particularmente, por aquelas pessoas que apresentam condições que podem favorecer a ocorrência de casos mais graves, como os idosos, as crianças menores de 2 anos, as mulheres grávidas e os portadores de doenças que afetam a imunidade.
As medidas a serem adotadas para a prevenção da influenza são:
  •  Procurar evitar contato com pessoas doentes.
  • Lavar as mãos com água e sabão ou higienizá-las com álcool gel várias vezes ao dia.
  • Proteger-se da tosse e de espirros com lenços descartáveis.
  • Não viajar se estiver doente.
A pessoa que estiver viajando e apresentar os sintomas da gripe (febre acompanhada de tosse ou dor na garganta e dor de cabeça) deve procurar imediatamente um médico para que este avalie a necessidade de prescrever antivirais específicos.
Não há obrigatoriedade da vacinação antes de viajar. A vacina contra a gripe é fabricada todos os anos para uso imediato, no período que antecede o inverno. Assim, não há disponibilidade de vacinas contra a gripe no verão. Quem buscar vacinação em clínicas privadas deve observar cuidadosamente o prazo de validade, pois a vacina contra a influenza é preparada apenas para uso durante a estação naquele ano específico.

domingo, 20 de janeiro de 2013

CURSOS - CCE - PUC - Rio

 http://construtoresdecidadania.blogspot.com/
CCE - PUC - Rio:
Clique nas imagens para melhor visualização.

População pode ajudar a melhorar qualidade do SUS por meio da Ouvidoria

 http://www.blog.saude.gov.br/

Foto: Beau Lark / Corbis
Para melhorar o atendimento e ampliar a transparência do Sistema Único de Saúde (SUS), o Ministério da Saúde vem aprimorando os mecanismos de comunicação direta com o cidadão. Para isso, estabeleceu várias formas de acesso à Ouvidoria, mecanismo institucional que depende da participação social para surtir efeito. O SUS acredita que a pessoa bem informada exerce melhor a cidadania e pode contribuir ativamente com a ampliação do conceito de saúde e de qualidade de vida.
Em 2012, foram realizados, aproximadamente, três milhões de atendimentos por meio do Disque Saúde – 136. Por meio dessas ligações o ministério conseguiu esclarecer a população sobre dúvidas sobre como deixar de fumar, doenças, medicamentos, ações e programas; campanhas, como as de doação de sangue e de órgãos e dengue; Lei de Acesso à Informação; e Farmácia Popular.
A população pode fazer solicitações, sugestões, reclamações ou elogios, além de solicitar informações sobre diversos temas relacionados à saúde. As pessoas também podem fazer denúncias, para o ministério tomar conhecimento de irregularidades e alertar os responsáveis. Tudo isso está sendo feito pelo Ministério da Saúde para intensificar a comunicação com a população e melhorar a qualidade do SUS.
  • Saiba como entrar em contato com a Ouvidoria do SUS:
Telefone 136 – Em 2011, o Ministério da Saúde solicitou à Anatel a troca do número 0800 61 1997 pelo número 136. O objetivo é facilitar a memorização e o acesso da população à Ouvidoria e serviços de orientação. O atendimento funciona 24 horas. A ligação pode ser feita, gratuitamente, de telefones fixos, públicos ou celulares, de qualquer local do país. De segunda a sexta-feira, de 7h às 22 horas, atendentes recebem as manifestações dos usuários do SUS.
No atendimento humanizado do Disque Saúde, os teleatendentes têm à disposição o Banco de Informações Técnicas em Saúde (BITS), com mais de dois mil dados sobre temas diversos.
Carta SUS – A Carta SUS já foi enviada para 10,1 milhões de usuários do SUS, que podem avaliar o atendimento e os serviços prestados nos hospitais da rede pública e nas unidades conveniadas, inclusive com críticas, elogios e sugestões de melhorias. As correspondências irão reforçar o controle contra o desperdício de recursos, a partir da colaboração da população.
  • Assista a matéria sobre o envio de mais de 10 milhões de Cartas SUS
Ouvidoria Itinerante – Uma equipe da Ouvidoria Geral do SUS percorre municípios e comunidades para coletar informações junto às populações mais afastadas para saber sobre a acessibilidade e a qualidade dos serviços prestados pelo SUS, e também, pessoas que ainda não possuem acesso aos serviços. O trabalho, que ocorre até de forma fluvial em comunidades ribeirinhas, envolve escuta qualificada e a realização de oficinas de educação em saúde.
Pesquisa Rede Cegonha – Para saber a opinião de mulheres que tiveram filhos na rede hospitalar do Sistema Único de Saúde, a Ouvidoria-Geral do SUS vem fazendo contato telefônico com essas mães. A pesquisa de satisfação é composta por 44 questões relativas ao pré-natal, parto, pós-parto e à saúde da criança. No período de 10 de maio a 31 de outubro, cerca de 150 mil mulheres foram contatadas.
Site – Pelo endereço eletrônico www.saude.gov.br é possível registrar e acompanhar o andamento da crítica ou sugestão feita por escrito.
Por carta – Deve-se enviar a carta com nome e endereço completos para o seguinte destinatário:
Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde
Departamento de Ouvidoria-Geral do SUS
Setor da Administração Federal (SAF) Sul
Quadra 2, Lotes 05/06, Ed. Premium, Torre I
3º andar, sala 305
CEP: 70.070-600. Brasília-DF
Presencialmente – É necessário ir ao Departamento de Ouvidoria Geral do SUS, que fica no endereço citado acima. Este canal possibilita ao cidadão detalhar suas opiniões, sugestões e reivindicações.
Camilla Terra / Blog da Saúde

Organização da Sala de Aula

 http://baudeideiasdaivanise.blogspot.com/
Repassando boas idéias e orientações...
Organização da Sala de Aula:
Organização da Sala de Aula
Texto de Ivanise Meyer
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
A organização da sala de aula revela nossa maneira de pensar Educação.
Porém, pode acontecer que a organização seja padronizada pela escola, ou simplesmente existir pouca possibilidade de modificar o espaço por vários motivos...
No meu livro Brincar & Viver eu conto a minha história como professora de Educação Infantil e de como modifiquei o espaço da sala de aula para receber as crianças dessa faixa etária.
A arrumação da sala depende da professora, mas a manutenção da mesma deve ser compartilhada com as crianças: arrumar os brinquedos e livros, limpar o que sujar, são atitudes de cuidado com a sala.
A limpeza e higienização do ambiente deverá ser realizada pelo profissional responsável na escola.
Deixarei aqui no Baú de Ideias algumas sugestões para deixar sua sala mais aconchegante, alegre, dinâmica e organizada.
É importante ter um espaço para a "roda de conversas". As crianças devem sentar ao redor da educadora de forma confortável. Se necessário, pode-se forrar o chão com esteiras ou tapetes laváveis.
A "roda de conversas" também pode acontecer em outros espaços da escola como em um pátio, parque ou debaixo de uma árvore (quintal). O importante é garantir que a turma possa estar com a educadora sem "interrupções" externas.

Lemos para as crianças todos os dias!
Cada dia podemos ter um tipo de texto: um poema, uma história, uma parlenda, um trava-língua, um capítulo de uma história, uma informação sobre um animal...
É importante ler para a criança, pois o professor será seu modelo de leitor.
Essa leitura precisa ser planejada (escolha o livro, o tema, verifique se precisará de algum objeto ou música para enriquecer a leitura), o espaço poderá ser o mesmo da "roda de conversas", ou fora da sala (no pátio, debaixo de uma árvore, na sala de leitura ou biblioteca escolar).
Quantas mesas haverá na sala?
As mesas podem ser usadas como "cantinhos" (cantos) para: jogos pedagógicos, modelagem, colagem, desenho e brinquedos que necessitem do apoio da mesa.
As mesas também são usadas para atividades de escrita. Geralmente, o número de mesas equivale ao número de alunos na sala.
No trabalho diversificado, pode-se diminuir o número de mesas, pois nem todos estarão sentados fazendo uma mesma atividade.
O cantinho de leitura é um espaço importantíssimo na sala de aula.
Onde as crianças encontrarão variados materiais de leitura: livros, revistas, gibis, jornais, livros de receitas, atlas, dicionários, etc.
As crianças aprendem a manusear o material (escolher o material, ler e devolver no mesmo lugar), a ter cuidado o material (não amassar, rasgar ou rabiscar) ampliando sua autonomia.
Importante: não deixe lápis (ou material para escrever) neste espaço.
Um cantinho para as artes é fundamental!
Um dos espaços da sala  pode ser reservado para as Artes Plásticas:
desenho, pintura, modelagem e colagem.
Este é um espaço que precisa da organização pela professora (manter os materiais necessários) e das crianças (aprendem a manusear os materiais para suas produções).
A limpeza posterior deve ser compartilhada com as crianças.
Um dos cantinhos preferidos das crianças da Educação Infantil é o da dramatização: a "casinha" ou "casa de bonecas", no qual elas vivem os papéis familiares e constroem relações com os colegas da turma.
Para organizar esse espaço você pode dispor de móveis e utensílios em tamanho reduzido, bonecas diversas (de plástico, de tecido) e outros brinquedos.

O cantinho de Ciências pode ser montado com experimentos de acordo com o projeto desenvolvido.
Livros de assuntos estudados também podem ficar neste canto.
Já montei aquário na sala várias vezes, as crianças adoram observar os peixinhos!
Também podemos montar terrários.

Caso haja espaço na sala, pode existir um espaço para brincadeiras no chão: carrinhos, construção, etc.
Um quadro-de-giz (ou quadro-branco) será um espaço para registros provisórios, pois serão apagados no final da aula. O que necessitar ficar exposto (ou guardado) deverá ser registrado em cartaz ou "blocão".
Eu uso para registrar a data do dia, escrever o planejamento diário, produzir textos com as crianças, escrever seus nomes (listas), ou seja, quando escrever seja uma forma de comunicar algo importante para a turma.
O que encontraremos nas paredes?
O que mereça ser registrado e ser lido pelas crianças.
  • Mural: é um quadro preso à parede. Nele podemos organizar os trabalhos das crianças, ou enfeitar de acordo com o projeto desenvolvido. O mural é um espaço que deve ser modificado periodicamente.
  • Cartaz: ele comunica algo que esteja sendo estudado, deverá ficar na altura dos olhos das crianças. Os cartazes podem compor um "blocão", organizando as folhas de forma que fiquem presas na parte superior.
  • Calendário: pode-se trabalhar com calendário semanal, mensal e anual. Ao utilizar o calendário com a criança, ela percebe a sequência dos dias, semanas, meses e a passagem de tempo ao longo de um ano.
  • Aniversariantes: pode ser um cartaz com todos os aniversariantes, ou mensal. Também pode estar organizado no mural.
  • Combinados: são as regras de convivência da turma. Gosto de imprimir e deixar em local que possa ser consultado pelas crianças e por mim quando há necessidade de "relembrar".
  • Alfabetário: são as letras do alfabeto organizadas, geralmente, na horizontal para facilitar a leitura. É um importante material de apoio.
  • Faixa numérica: são os numerais de 0 a 9; o número está associado à quantidade (elementos). Também é um material para consulta.
  • Dependendo do projeto, pode-se pendurar pela parede: mapas, cartazes do corpo humano, ou sobre temas específicos (animais, plantas, etc).
  • O espelho serve para atividades especifícas ou mesmo para que se vejam. As crianças adoram um espelho!
  • O cartaz de boas vindas do início do ano pode ser renovado a cada período, como novos temas.
Muitas escolas contam com a televisão nas sala de aula.
O programa escolhido deverá fazer parte do planejamento.
Há boas propostas que podem ser aproveitadas pela Educação Infantil:
Cocoricó, Sítio do Pica-pau Amarelo, Turma da Mônica, Vila Sésamo, Barney, Baby Einstein, entre outras. Além de filmes e desenhos de animação que divertem as crianças.
Lembre-se: assistir um programa pela televisão não é apenas um "preenchimento de tempo", mas deverá ter um objetivo dentro de planejamento da professora.

Muitas escolas já contam com a informática na Educação Infantil.
Em geral, são utilizados softwares com jogos educativos ou navegação na internet com o mesmo fim.
As atividades desenvolvidas também devem ser planejadas pela professora.

Saindo da sala, as crianças deverão contar com espaço para brincadeiras ao ar livre.
Se chover, mude a organização das mesas,
crie mais espaço em sua sala e faça brincadeiras bem divertidas!

O professor pode tornar sua
"sala do tamanho do mundo"!

Desejo um bom ano de trabalho para você!
Um beijinho,
Ivanise

Cantinho de Leitura da minha sala em 2010.

Se quiser imagens de rotinas
para a Educação Infantil

Leia também sobre o

Organizado por Ivanise Meyer®
Acompanhe as postagens pelo Feed.

FIQUE SABENDO - ESCABIOSE | Sarna humana

 http://www.mdsaude.com/
A escabiose, conhecida popularmente por sarna ou pereba, é uma doença de pele causada por um ácaro chamado Sarcoptes scabiei. A sarna é uma infecção contagiosa, que pode se espalhar rapidamente através de contato físico próximo, como ocorre entre pessoas quem moram na mesma casa ou crianças em creches.

Neste texto vamos abordar os seguintes pontos sobre a escabiose:
  • Ácaro - Sarcoptes scabiei.
  • Transmissão da escabiose.
  • Sintomas da sarna.
  • Sarna crostosa (sarna norueguesa).
  • Tratamento da sarna.

Ácaro - Sarcoptes scabiei


Os ácaros são seres microscópicos de oito patas, da classe dos aracnídeos. O Sarcoptes scabiei tem um tamanho médio de 0,3 milímetros, que é basicamente o limite do que o olho humano nu consegue ver.

O Sarcoptes scabiei é um parasita que vive, alimenta-se e reproduz-se em nossa pele. O ciclo de vida deste ácaro dura cerca de 30 dias. Após a cópula, o ácaro macho morre enquanto a fêmea penetra através das camadas superficiais da pele, criando um microscópico túnel, onde ela fica entocada, depositando os seus ovos durante toda sua vida, que dura cerca de 30 a 60 dias. A fêmea do Sarcoptes scabiei libera 2 a 3 ovos por dia. Os ovos eclodem em três ou quatro dias, e as larvas recém nascidas fazem o caminho de volta em direção à superfície da pele, onde amadurecem e podem se espalhar para outras áreas do corpo.

Os ácaros Sarcoptes scabiei produzem enzimas que degradam as proteínas da pele, principalmente a queratina, que serve de alimento para os mesmos. Conforme eles se movem através da epiderme, vão deixando para trás as suas fezes, criando lesões lineares na pele. As lesões e a coceira da escabiose são resultados de uma reação alérgica da pele contra o próprio ácaro, seus ovos e fezes.

Transmissão da escabiose


Ter sarna não é necessariamente um sinal de má higiene. A escabiose é uma infecção transmitida entre pessoas através de contato próximo. Os casos mais habituais são entre familiares que vivem na mesma casa. A via sexual é outra maneira comum de se adquirir sarna. Exército, lares para idosos, creches e presídios são locais onde frequentemente há surtos de sarna.

O contato entre crianças e adolescentes na escola não costuma ser próximo o suficiente para causar a transmissão, o que de modo algum significa que não haja risco. Do mesmo modo, um simples aperto de mão ou um rápido abraço não costumam ser suficientes para haver transmissão.

O ácaro Sarcoptes scabiei consegue sobreviver no ambiente por 24 a 48 horas, o que torna possível a transmissão através de roupas, lençóis ou toalhas, apesar desta via não ser a mais comum.

Animais, como cães e gatos, também podem ter sarna, mas o ácaro que os infecta é diferente, tornando a transmissão para humanos pouco comum. Quando ela ocorre é geralmente em animais realmente infestados de ácaro. Todavia, como o homem não é o hospedeiro habitual da sarna canina ou felina, o ácaro não se reproduz e a infecção dura apenas alguns dias (o tempo de vida do ácaro).

Sintomas da escabiose


O sintoma clássico da escabiose é uma coceira difusa pelo corpo, que costuma ser mais intensa à noite.

O período médio de incubação da sarna é de cerca de 6 semanas. Porém, nos pacientes reinfectados, os sintomas podem surgir em apenas 24 horas. Uma pessoa contaminada é capaz de transmitir a sarna, mesmo que ainda esteja sem sintomas, no período de incubação.

As lesões típicas da escabiose são pequenas pápulas (pontinhos ou bolinhas com relevo) avermelhadas, de 1 a 3 mm de diâmetro. As lesões, às vezes, são tão pequenas que podem passar despercebidas ou camufladas pelos arranhões causados pela intensa coceira.

As lesões da sarna podem ser difusas. Os locais mais envolvidos são as mãos (principalmente entre os dedos), pulsos, cotovelos, axilas, mamilos (especialmente em mulheres), áreas ao redor do umbigo, genitália (especialmente em homens), joelhos, nádegas, coxas e pés. As costas são habitualmente poupadas e a cabeça, palmas e solas só costumam ser acometidas em crianças.

Os túneis produzido pelas fêmeas do Sarcoptes scabiei também podem ser visíveis, apesar de não serem tão comuns como as pápulas. Eles geralmente se apresentam como finos traçados na pele, discretamente elevados, que podem ter até 10mm de comprimento.

Fotos de sarna

Sarna crostosa (sarna norueguesa)


Na maioria dos pacientes com sarna, o número total de ácaros presentes não costuma ultrapassar uma centena. Após um aumento exponencial no início da doença, o sistema imunológico do paciente consegue frear a multiplicação do Sarcoptes scabiei, mantendo a sua população mais ou menos estável.

Em pacientes com alguma fraqueza do sistema imunológico, os ácaros podem conseguir se multiplicar indefinidamente, chegando a alcançar uma população de mais de um milhão em alguns casos. Esta super infestação de Sarcoptes scabiei é chamada de sarna crostosa ou sarna norueguesa, que é a forma mais grave da escabiose.

Os pacientes com maior risco são os idosos ou os portadores de problemas, como SIDA (AIDS), hanseníase, linfoma, síndrome de Down ou outras doenças que provoquem alterações do sistema imunológico.

A sarna crostosa provoca grandes crostas vermelhas na pele, que se espalham facilmente se não forem tratadas. O couro cabeludo, mãos e pés são frequentemente afetados, embora as manchas possam ocorrer em qualquer parte do corpo. As lesões da sarna crostosa geralmente não coçam e contêm um grande número de ácaros.

Tratamento da escabiose


As duas opções mais utilizadas para o tratamento da escabiose são a Permetrina 5% ou a Ivermectina em comprimidos.
  • A Permetrina 5% deve ser aplicada em todo corpo do pescoço para baixo (nas crianças pode ser aplicada no rosto, com cuidado para não atingir os olhos), sendo enxaguada no banho após 8 a 14 horas. Após 1 ou 2 semanas, o processo pode ser repetido.
  • A Ivermectina por via oral é usada em dose única, com repetição após 14 dias.
A taxa de sucesso dos dois tratamento é semelhantes, mas a Ivermectina é o tratamento mais adequado para surtos em lares de idosos, presídios ou domicílios com muitos moradores, pois tomar um comprimido é bem mais simples que aplicar um creme por todo o corpo.

A sarna crostosa é tratada com uma combinação dos dois medicamentos: Permetrina 5% aplicada diariamente por 7 dias mais Ivermectina, uma dose nos dias 1, 2, 8, 9 e 15

É importante lembrar a pessoa infectada com o ácaro da sarna costuma demorar até 6 semanas para apresentar sintomas. Por isso, o tratamento também é recomendado para os membros da família e contatos sexuais, mesmo que estes não estejam aprestando sintomas d escabiose.

IDÉIA - Dinâmica de boas-vindas: Presente da alegria

 http://pedagogiccos.blogspot.com/
Dinâmica de boas-vindas: Presente da alegria:

Primeiro semestre, a última chance para o Ideb 2013

 http://portal.aprendiz.uol.com.br/
Primeiro semestre, a última chance para o Ideb 2013:
Por Ismael Bravo, pesquisador e doutor em educação.
Já foi revisto o Plano de Gestão e o Projeto Político Pedagógico para 2013? O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – IDEB esteve na pauta? Se sim, ótimo. Caso contrário, esse primeiro semestre é a ultima chance de fazer algo.
Aos gestores que foram reconduzidos ao cargo e aos novos, ambos serão os consultados sobre os resultados esperados e a posteriori, os obtidos. E não adianta, o resultado do IDEB-2013 já é de sua gestão que esta iniciando. Corroborando com isso, a nossa sociedade também entende e espera que o gestor atual deva responder pelo resultado auferido, seja ele qual for.
Mesmo aqueles que acham que os resultados obtidos estão dentro do projetado, é bom não esquecer que o índice vai de zero a dez e pelos resultados apresentados a grande maioria dos entes federados tem muita margem para crescer.
Vamos lá, só para rememorar, em poucas palavras, o IDEB foi desenvolvido pelo Inep/MEC para observação de dois aspectos: o fluxo (progressão ao longo dos anos) e o aprendizado (desenvolvimento dos alunos), um modelo que procura mostrar qualitativamente como anda a educação no Brasil.
Simplistamente e de forma macro o índice apurado para compor o IDEB é resultante matematicamente da operação de multiplicação entre os indicadores de fluxo e aprendizado.
Faça uma ultima reflexão nos resultados obtidos anteriores e nas recomendações, para não correr risco algum acesse o link: http://www.camposebravo.com.br/links.asp e procure em Indicadores Educacionais o Portal IDEB, onde encontrará os resultados, composições e sugestões.
Em sendo esse semestre a última chance de fazer algo, é importante e premente ter informações em tempo real do aluno, alvo desse processo de verificação. Aqui cabe uma sugestão: Desenvolver e executar uma gestão de ensino e gerenciamento de informações por meio de uma Gestão Educacional com Tecnologia de Resultados.
Com utilização de resultados em tempo real, a tomada de decisão tornasse mais assertiva para um período curto de ação.