segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
CEFET/RJ divulga chamada para matrícula dos candidatos que aderiram à Lista de Espera do SISu
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Tópicos importantes sobre o brincar para a Educação Infantil
- Através do brincar a criança desenvolve seu pensamento, descobre-se, vislumbra a possibilidade de criar e vivenciar novas situações - brincando ela busca interação com o mundo adulto.
- Jogos atuais são cada vez mais específicos (trabalham apenas com certa área ou com certa conduta), limitando a representação que o brincar tem no desenvolvimento cognitivo de uma criança.
- A brincadeira deve ser livre e prazerosa para que incorpore a criança como protagonista.
- O jogo como estratégia de ensino é um comprometimento integral da criança numa atividade que une interesse, prazer e conhecimento.
- O jogo é uma característica do comportamento infantil - sempre.
- A criança utiliza o jogo, individualmente ou em grupos, através do corpo, palavras, objetos, desenhos e gestos.

- Ao brincar, a criança constrói o conhecimento de si própria, das relações humanas (socialização) e de como as coisas funcionam e se caracterizam.
- O professor deve contribuir, enriquecendo e problematizando de maneira a solicitar da criança sua plena atuação dentro da situação - ela se tornará elemento ativo do processo ensino-aprendizagem.
- Todo e qualquer tipo de atividade na Educação Infantil pode se desenvolver através de jogos.
- Piaget classifica os jogos em 3 grupos: exercício, simbólicode regras. e
- O desafio, o inesperado, a competição, as regras e o arbitrário são elementos encontrados constantemente no trabalho pedagógico, mas que também estão presentes nos jogos. FONTE:http://tianescau.blogspot.com
Planejamento Pedagógico

“ Entende-se por planejamento um processo de previsão de necessidades e racionalização do emprego dos meios materiais e dos recursos humanos disponíveis afim de alcançar os objetivos concretos, em prazos determinados e em etapas definidas, a partir do conhecimento e avaliação científica da situação original”.
Martinez de Oliveira
Quando planejamos uma aula conseguimos traçar novos objetivos e dar sentido a nossa prática, fica mais fácil perceber nossas falhas, modificar nossas ações e agir de forma intencional, buscando sempre o desenvolvimento integral da criança.
• Ajuda a dar seqüência as atividades;
• Oportuniza uma visão das necessidades das crianças;
• Dá coerência e flexibilidade à nossa ação;
• Nos auxilia na análise da situação e no mapeamento e ordenação de nossas ações;
• Permite ao professor revisar e flexibilizar as suas ações.
Dúvidas dos leitores
1ª) Olhos VERDES-CLAROS ou VERDE-CLAROS? Calças VERDES-GARRAFAS ou VERDE-GARRAFAS?
Nos adjetivos compostos, apenas o último elemento vai para o plural:
Consultórios MÉDICO-CIRÚRGICOS
Candidatos SOCIAL-DEMOCRATAS
Atividades TÉCNICO-CIENTÍFICAS
Problemas SOCIOPOLÍTICO-ECONÔMICOS
Cabelos CASTANHO-ESCUROS
Olhos VERDE-CLAROS
Os adjetivos compostos referentes a cores são INVARIÁVEIS quando o segundo elemento for um substantivo:
Calças VERDE-GARRAFA, VERDE-MUSGO, VERDE-OLIVA
Blusas AZUL-CÉU, AZUL-PISCINA, VERDE-MAR, ROSA-CHOQUE, VERMELHO-SANGUE, AMARELO-OURO…
Observe bem a diferença:
Olhos VERDE-CLAROS = cor + adjetivo(=claro ou escuro);
Calças VERDE-GARRAFA = cor + substantivo.
2ª) Qual é o plural de JÚNIOR?
As palavras terminadas em “R” fazem plural com o acréscimo de ES: repórteres, revólveres, açúcares, hambúrgueres, contêineres, mares…
O plural, portanto, é JUNIORES. A novidade é a sílaba tônica, que se desloca da vogal “u” para a vogal “o” (=pronuncia-se /juniôres/).
Se você não gosta do plural de JÚNIOR, porque acha feio ou estranho, a minha sugestão é seguir o exemplo das transmissões esportivas da rede Globo: em vez de dizer que “o Internacional é o tetracampeão de JUNIORES”, podemos usar “de futebol JÚNIOR” ou “da categoria JÚNIOR”. Não será por isso que o Inter deixará de ser TETRA.
3ª) “Maiores OU Mais informações podem ser obtidas pelo telefone”?
Informação não tem tamanho, nem maior nem menor. O que se quer é uma maior quantidade de informações, ou seja, MAIS INFORMAÇÕES.
Para que o ouvinte não faça confusão de “MAIS NOTÍCIAS” com “MÁS NOTÍCIAS”, podemos usar “OUTRAS ou NOVAS notícias”.
4ª) “Meio-dia e MEIO ou MEIA?”
O certo é “meio-dia e MEIA”.
MEIO (=metade) é um numeral fracionário. Os numerais devem concordar com os substantivos a que se referem: UMA hora da tarde, DUAS mil pessoas, DUZENTOS gramas de mortadela, PRIMEIRO candidato, SEGUNDA questão…
Observe mais alguns exemplos:
“Chupou MEIO limão e MEIA laranja.”
“Leu um capítulo e MEIO.” (=meio capítulo)
“Leu uma página e MEIA.” (=meia página)
“Bebeu um litro e MEIO de vodca.” (=meio litro)
“Bebeu uma garrafa e MEIA de cerveja.” (=meia garrafa)
“São duas e MEIA da tarde.” (=meia hora)
“É meia-noite e MEIA.” (=meia hora)
“É meio-dia e MEIA.” (=meia hora)
5ª) “Ela ficou MEIA ou MEIO nervosa?”
O certo é “MEIO nervosa”.
MEIO (=mais ou menos, um pouco) é advérbio de intensidade. Os advérbios não se flexionam.
Observe os exemplos:
“A aluna ficou MUITO nervosa.”
“A aluna ficou POUCO nervosa.”
Logo: “A aluna ficou MEIO nervosa.”
Para facilitar a nossa vida, podemos decorar o seguinte:
“MEIO, no sentido de “mais ou menos”, é sempre MEIO (forma não flexionada = masculino singular).”
“Ela estava MEIO aborrecida.”
“Os clientes andam MEIO insatisfeitos.”
Observe a diferença:
a) “A diretoria está MEIO insatisfeita.” (=a diretoria está mais ou menos insatisfeita, está um pouco insatisfeita, não está muito satisfeita);
b) “MEIA diretoria está insatisfeita.” (=metade da diretoria está insatisfeita e a outra metade deve estar satisfeita).
Dúvidas dos leitores
1ª) PORQUE, POR QUE, PORQUÊ ou POR QUÊ?
1) PORQUE é conjunção causal ou explicativa:
“Ele viajou porque foi chamado para assinar o contrato.”
“Ele não foi porque estava doente.”
“Abra a janela porque o calor está insuportável.”
“Ele deve estar em casa porque a luz está acesa.”
2) PORQUÊ é a forma substantivada (=antecedida de artigo “o” ou “um”):
“Quero saber o porquê da sua decisão.”
“A professora quer um porquê para isso tudo.”
3) POR QUÊ = no fim da frase (antes de pausa):
“Ele não viajou por quê?”
“Se ele mentiu, eu queria saber por quê.”
“Quero saber por quê, onde e quando.”
4) POR QUE
a) em frases interrogativas diretas ou indiretas:
“Por que você não foi?” (=pergunta direta)
“Gostaria de saber por que você não foi.” (=pergunta indireta)
b) quando for substituível por por qual, pelo qual, pela qual, pelos quais, pelas quais:
“Só eu sei as esquinas por que passei.” (=pelas quais)
“É um drama por que muitos estão passando.” (=pelo qual)
c) quando houver a palavra motivo antes, depois ou subentendida:
“Desconheço os motivos por que a viagem foi adiada.” (=pelos quais)
“Não sei por que motivo ele não veio.” (=por qual)
“Não sei por que ele não veio.” (=por que motivo, por qual motivo)
2ª) CONFISCO ou DESAPROPRIAÇÃO?
A frase “O governo estadual pretende começar no mês que vem o confisco de imóveis para terminar a linha verde” está errada. Na verdade, haverá “desapropriação de imóveis”.
No caso de uma desapropriação existe alguma forma de indenização, o que não ocorre no confisco.
O que acontece às vezes é uma “indenização tão vagabunda”, que mais parece um “confisco”.
Observe o uso correto da palavra confisco:
“Raoul Wallenberg salvou judeus, mas seu Banco, na Suíça, guardou riquezas confiscadas.”
3ª) A frase “O transatlântico chegou no cais…” está correta?
Quem chega deve chegar “a” algum lugar, e não “em” algum lugar.
Embora alguns autores registrem e alguns professores defendam o “chegar em algum lugar”, nós preferimos a regência tradicional do verbo chegar:
“O transatlântico chegou ao cais…”
4ª) Onde está o erro na frase: “O trabalho é de segunda à sexta-feira, de 12h às 20h”?
São dois erros:
1o) Não há crase: “…de segunda a sexta-feira…”
Só existe a preposição “a “. Não há artigo definido, porque a frase se refere a qualquer segunda-feira e a qualquer sexta-feira. Haveria crase, se houvesse “definição” dos dias: “O congresso será da próxima segunda à sexta-feira.”
2o) Faltou o artigo para definir a hora de início: “…das 12h às 20h”.
Sempre que determinamos a hora, devemos usar o artigo definido. Não haverá a necessidade do artigo definido, se nos referirmos ao tempo de duração: “A reunião será de duas a quatro horas.”
A frase correta, portanto, é: “O trabalho é de segunda a sexta-feira, das 12h às 20h” .
5ª) A concordância na frase: “Não existe idade certa para esse conjunto de sintomas passarem a afligir mulheres adultas” está correta?
O sujeito do verbo PASSAR é “esse conjunto de sintomas”. O sujeito é simples e o núcleo é “conjunto”.
Em razão disso, o verbo passar deveria estar no singular para concordar com o núcleo do sujeito (=conjunto): “Não existe idade certa para esse conjunto de sintomas passar a afligir mulheres adultas”.
Dúvidas dos leitores
1ª) Concordância com PERCENTAGENS
Situação 1 – Sem especificador, o verbo deve concordar com a percentagem”:
“1% FOI DESCONTADO.”
“2% FORAM DESCONTADOS.”
Situação 2 – Com especificador singular, o verbo pode concordar com o
especificador singular:
“2% da população VOTOU(ou VOTARAM).”
“Trinta por cento da fazenda SERÁ OCUPADA (ou SERÃO OCUPADOS).”
“Vinte por cento da água ESTÁ CONTAMINADA (ou ESTÃO CONTAMINADOS).”
Situação 3 – Com especificador plural, o verbo pode concordar com o número ou com o especificador:
“Em torno de 1% dos viciados MORRE (ou MORREM) a cada ano.”
“Quase 90% dos empresários ACHAM que o risco de fraude é
maior.”
Situação 4 – Quando o percentual é antecedido por um determinante, a
concordância é feita com esse determinante:
“Esses 30% da fazenda SERÃO OCUPADOS.”
“Os restantes 15% da produção VÃO SER ARMAZENADOS.”
2ª) MESMO ou MESMA?
a) MESMO, no sentido de “próprio”, é pronome e deve concordar:
“Adriana prefere os sucos que ela MESMA faz.” (=ela própria)
“Nós MESMOS resolvemos o caso.” (=nós próprios)
“As meninas feriram a si MESMAS.”
b) MESMO, no sentido de “até, inclusive”, é invariável:
“MESMO a diretoria não resolveu o problema.” (=até a diretoria)
“MESMO os professores erraram aquela questão.” (=inclusive os professores)
3ª) MENOS ou MENAS?
Menas não existe. Use sempre MENOS:
“Vieram MENOS pessoas que o esperado.”
“Isso é de MENOS importância.”
4ª) “Fez tudo À MÃO ou A MÃO”?
Houve época em que eu afirmava que à mão não teria o acento da crase se apresentasse a ideia de “instrumento”. Confesso que sempre pensei assim:
“Se escrevo a lápis (= masculino), também escrevo a caneta (= feminino)”;
“Se o carro é a álcool (= masculino), será também a gasolina (= feminino)”;
“Se matou a tiros (=masculino), também matou a bala (=feminino)”.
Depois de tantas críticas e de muita pesquisa, resolvi mudar de opinião. Os argumentos são fortes. Afinal era muita gente boa contra mim: o grande mestre Adriano da Gama Kury, o professor Luiz Antônio Sacconi, o meu amigo Pasquale Cipro Neto, Eduardo Martins, do Manual do Estadão, e muitos outros mestres, leitores e amigos.
Vejamos o que diz o professor Adriano da Gama Kury:
“Desde tempos antigos da nossa língua se vêm usando com acento no a (ou com dois aa, quando ainda não era generalizado o uso dos acentos) numerosas locuções adverbiais e prepositivas formadas por substantivos femininos, tais como à custa de, à força, à toa, à vela, às pressas, às vezes e tantas mais.
Certos autores, comparando algumas destas locuções com outras formadas de substantivos masculinos, verificam, nestas últimas, a ausência do artigo em muitos casos: a custo, a dedo, a esmo, a prazo, a remo, a troco de etc., e concluem apressadamente que, em vista disso, as locuções com substantivos femininos não devem acentuar-se, uma vez que “não existe artigo”.
(…) Esquecem tais autores que em outras locuções de substantivos masculinos ocorre o artigo: ao lusco-fusco (tal como à tarde), ao redor (tal como à roda, à volta), aos bocados (tal como às carradas)…
Além disso, cumpre levar em conta estes dois fatores que aconselham a utilização do acento no a nas locuções com nomes femininos:
1º) o uso tradicional do acento pelos melhores escritores da nossa língua;
2º) a pronúncia aberta do a, em Portugal, nessas locuções, tal como qualquer a resultante de crase – diferente do timbre fechado do a pronome, artigo ou preposição.
De quanto se expôs acima, deve-se recomendar o uso do acento no a em locuções como as seguintes (adverbiais, prepositivas, conjuncionais):
À beça, à beira de, à cata de, à deriva, à distância, à força, à frente, à luz (=dar à luz), À MÃO, à medida que, à parte, à procura de, à proporção que, à revelia, à tarde, à toa, à última hora, à unha, à vista, à vontade, às avessas, às claras, às ordens, às vezes…”
“Ciranda cirandinha”…
O produtor musical Mário Lúcio de Freitas tem muita história para contar. Para a Rede Globo, produziu trilhas para as novelas “Que Rei Sou Eu?”, “Sassaricando”, “Vamp”, “O Dono do Mundo”, “O Salvador da Pátria”, entre outras.
Foi ele o responsável também pela sonorização, dublagem e trilhas de algumas das mais famosas séries de tv destinadas ao público infantil como “Bananas de Pijamas” e “Chaves” (SBT).
Em parceria com a co-autora e produtora Hellen Palácio e o ilustrador Michel Borges, o músico está lançando pela editora Vida & Consciência a série “Contando e Cantando Cantigas de Roda“.
Papagaio Louro, O Cravo e a Rosa, A Borboletinha e Peixe Vivo são os primeiros títulos da coleção. Cada livro vem acompanhado de um audiolivro em cd produzido e dirigido por Mário Lúcio de Freitas.
Url desta reportagem: clique aqui.
Agradecimentos: Livrarias Saraiva
ESCOLA MÁRIO PIRAGIBE - BRASIL, PETRÓLEO, BRASIL!
Ontem (25/02) foi a entrega do prêmio do Primeiro Concurso de Imagem da 'campanha O Petróleo tem que ser nosso':o aluno Lucas Gabriel, da Escola Municipal Mário Piragibe ficou em 2ª lugar - Só Lucas concorreu pala Cidade do Rio de Janeiro os outros eram de outros municípios."Emoções" no 1º Educoeducoencontro
Como o carnaval está chegando, a Educopédia aproveitou e entrou no clima da festa! Distribuímos adereços, cantamos uma marchinha e Rafael Parente cantou 'Emoções' para homenagear os educopedistas.
Em seguida, Rafael e Beatriz agradeceram o trabalho da equipe, divulgaram os resultados de 2010 do projeto piloto, informaram as pendências e estratégias para 2011 e, também, como acontecerá o próximo processo seletivo.
No segundo momento, tivemos a apresentação dos professores Aytel e Anderson, que conversaram sobre questões gramaticais e linguísticas, oferecendo sugestões e dicas para a elaboração das aulas.
Finalizamos a manhã de sábado com o encontro das famílias nos laboratórios e salas de aulas do NAVE, onde foram debatidas questões específicas de cada disciplina.
A opinião de todos é fundamental para aprendermos e crescermos profissionalmente. Enviem suas sugestões, críticas e soluções para educopedia@rioeduca.net
E não se esqueçam: temos uma AVALIAÇÃO no site do Rioeduca. Participe!
Agradecemos a dedicação e o empenho de todos os professores educopedistas.
Programa Creche Promotora de Saúde
Estamos reiniciando nosso Programa Creche Promotora de Saúde, que é uma parceria entre Educação e Saúde dentro das Creches Municipais.
A equipe é formada por dentistas, pediatra e agentes de saúde. Bimestralmente eles permanecem um dia inteiro na creche e fazem pesagem, medição, ensinam a escovação, vacinam, orientam e dão palestras para os responsáveis e funcionários.
EXPERIÊNCIAS NO ENSINO DA ARTE (II)
NOTA: Postagem original do prof. Jabim Nunes para o Núcleo de Arte Grande Otelo (21 de fevereiro de 2011): http://nucleodeartegrandeotelo.blogspot.com/2011/02/producao-2010.html
Postado por Imaculada Conceição M. Marins
sábado, 26 de fevereiro de 2011
CAPITAL INICIAL - OPERAÇÃO SORRISO
2ª lugar - ESCOLA MÁRIO PIRAGIBE - BRASIL, PETRÓLEO, BRASIL!
Parabéns Lucas!!! 2º lugar com gosto de 1º.



