quinta-feira, 24 de maio de 2012

CSF MARCOS VALADÃO FAZ AÇÃO NO CIEP CANDEIA


A equipe do CSF MARCOS  realizou NO DIA 21 DE MAIO atividade no CIEP CANDEIA, utilizando o tema SOLIDARIEDADE e RESPEITO AS DIFERENÇA

 
  1. PROMOÇÃO DA INTEGRAÇÃO SAÚDE/EDUCAÇÃO, TRAZENDO AOS ALUNOS O CONHECIMENTO SOBRE SAÚDE EM TODOS OS ASPECTOS.
  2. SAÚDE BUCAL PARA TRA; 
  3. TRABALHAR SOLIDARIEDADE E RESPEITO AS DIFERENÇAS COM AS TURMAS EI, EF E PEJA.
  4. LEVANTAMENTO EPIDEMIOLÓGICO; 
Parabéns Equipe!!

MUITO LEGAL - GRUPO DE ADOLESCENTES

http://smsdc-cms-flaviocouto.blogspot.com/
DIVULGUEM!!!
GRUPO DE ADOLESCENTES: O GRUPO DE ADOLESCENTES ESTÁ ACONTECENDO ÀS TERÇAS-FEIRAS NO HORÁRIO DAS 15:30 COM O ENFERMEIRO MARCELO E COM O APOIO DAS ACS E A TÉCNICA DE ENFERMAGEM DA EQUIPE 4 .

NESTE GRUPO SÃO REALIZADOS DEBATES SOBRE SEXO,VIOLÊNCIA, DROGAS E MUITOS OUTROS TEMAS.
SÃO REALIZADAS, TAMBÉM, VÁRIAS DINÂMICAS DE GRUPO DIVERTIDAS,SEMPRE RELACIONADAS COM ALGUM TEMA DE GRANDE IMPORTÂNCIA PARA A JUVENTUDE.









VENHA PARTICIPAR VOCÊ TAMBÉM!

Aulão de alongamento em prol da Campanha de Vacinação Contra Gripe!

http://smsdcrj-academiacarioca-cmsfb.blogspot.com/


Na última quarta-feira , dia 23 de maio, foi realizado um aulão de alongamento em prol da Campanha de Vacinação Contra Gripe!

Com mais de 60 alunos participantes, divulgamos ainda mais a Campanha e incentivamos aqueles que não tinham se vacinado.

 
 Sucesso total!




PSE - FIQUE SABENDO - Hiperidrose: suor excessivo pode ser tratado

http://www.blog.saude.gov.br/Hiperidrose: suor excessivo pode ser tratado:

Foto: Corbis Images
Todo mundo já teve aquele momento em que transpiração do corpo foi maior do que o normal, como em épocas de muito calor e durante a prática de exercícios físicos. Mas para algumas pessoas a situação é pior. Roupas molhadas, incapacidade de calçar sapato e finalizar uma prova porque a caneta escorrega são exemplos de constrangimento. Pegar na mão de outra pessoa pode ser um martírio e para isso é necessário secar as próprias mãos diversas vezes na roupa.
O suor é um líquido produzido pelas glândulas sudoríparas que se localizam na derme e é indispensável para controlar a temperatura do corpo. Entretanto ele pode ser excessivo, causando a doença chamada hiperidrose. Ela se caracteriza por sudorese excessiva da testa, das mãos, dos pés e das axilas e atinge cerca de 1% da população mundial, sejam homens ou mulheres, em várias idades.
O suor excessivo causa impacto significativo na vida profissional e emocional dessas pessoas. O constrangimento, o isolamento, o incômodo físico, as alterações psicológicas, a baixa autoestima e outros problemas relacionados ao convívio social são exemplos das consequências que essa doença pode causar. Segundo a dermatologista do Hospital Federal de Ipanema, Márcia Senra, a hiperidrose está associada à hiperatividade do sistema nervoso autônomo simpático e também ao estresse, por situações até inconscientes. “Essa doença pode começar a desencadear ao longo da vida, mas acontece principalmente na época da puberdade, do desenvolvimento, quando as glândulas sudoríparas estão desenvolvidas”, explica.
A hiperidrose tem tratamento, desde o uso de desodorantes com substâncias antitranspirantes até a realização de cirurgias locais.  “Existe a aplicação de ondas galvânicas para diminuir a produção temporária da glândula. Tem também a cirurgia simpatectomia, que é feita cortando a enervação simpática. Essas cirurgias são feitas em casos extremos porque têm risco, porque são feitas em área de risco cirúrgico. Elas precisam ser realizadas por cirurgiões de tórax e não garantem uma melhora de 100%, porque você melhora em uma área, mas depois começa a produzir suor em outra, o que chamamos de efeito compensatório”, detalha a dermatologista.
Além desses tratamentos, há também a aplicação de toxina botulínica (botox), feita nas mãos e axilas, e a utilização de desodorantes com cloreto de alumínio. “Mas é preciso fazer uma ressalva: esses desodorantes não podem ser usados por muito tempo seguido, porque pode causar absorção de alumínio e levar a alterações do sistema nervoso e neurológico. A orientação é que a pessoa use em um determinado período e pare em outro para não ter absorção muito grande”, alerta Márcia.
Desde os 15 anos, M.* se incomodava com a roupa molhada debaixo dos braços. Quando olhava fotos, sentia mal estar porque achava que tinha aparência de pessoa suja. “Além disso, se a camisa fica molhada o tempo todo fica com cheiro de molhada, um cheiro ruim. E isso fazia com que minhas roupas tivessem uma vida útil muito pequena”, relata. Há três anos, descobriu na internet que o Hospital Universitário de Brasília (HUB) disponibiliza a simpatectomia e resolveu correr atrás.
“O processo foi tranqüilo. Eles fizeram um exame psicológico antes porque é necessário fazer uma anestesia geral e fizeram entrevistas também. Confesso que a recuperação foi dolorida, sentia dor nas costas. Além disso, parei de suar nas axilas e comecei a suar na barriga. Mas no final valeu a pena. Hoje estou bem mais tranquilo”, diz M.*.
O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece tratamentos para hiperidrose. É preciso procurar um dermatologista para realizar o diagnóstico do caso e, se for necessário, iniciar o processo.
*O entrevistado preferiu manter a identidade em sigilo.
Mônica Plaza / Blog da Saúde

CMS FAZENDA BOTAFOGO REALIZA ATIVIDADE NA CM PROF. ROGÉRIO


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Equipe  da CMS FAZENDA BOTAFOGO realizou ação na CM  Professor Rogério Batista, na Fazenda Botafogo.
Foram feitos o levantamento epidemiológico, ação de promoção da saúde bucal através de teatrinho e distribuição de kits odontológicos.
Participaram a ASB Luciana Silva, a THB Claudete Gaia e as funcionárias da Creche.
Parabéns Equipe!!
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FIQUE SABENDO - O QUE É O CONSULTÓRIO DE RUA



Matéria produzida pela SEaD/UFSC para SENAD sobre consultório móvel do CETAD/UFBA que atende meninos e meninas em situação de rua em Salvador, Camaçari e Lauro de Freitas. Reportagem: Delmar Gularte; Imagens: Jerry Bittencourt; Edição e finalização: Mauro Flores.

Abuso sexual é o segundo tipo mais comum de violência contra criança

 http://drauziovarella.com.br/
Abuso sexual é o segundo tipo mais comum de violência contra criança:

O Ministério da Saúde divulgou dados alarmantes sobre agressões contra crianças no Brasil: o abuso sexual é o segundo tipo de violência mais comum na faixa até nove anos de idade e entre 10 e 14 anos, ficando atrás apenas das notificações de negligência e abandono, no primeiro intervalo, e violência física, no segundo.
Entre os adolescentes de 15 a 19 anos, a agressão sexual ocupa o terceiro lugar. Em primeiro vem a violência física e, em segundo a violência psicológica.
Os dados se referem a números de 2011, quando se tornou obrigatório o registro do tipo de violência sofrida por pacientes atendidos em todos os estabelecimentos de saúde do País, por meio da Ficha de Notificação/Investigação Individual de Violência Doméstica, Sexual e/ou Outras Violências.
Estima-se que 64% de todas agressões acontecem dentro da residência onde a criança vive, e a maior parte dos agressores é alguém de convívio próximo, como os pais, outros parentes ou ainda amigos e vizinhos, sendo a maioria, 46%, do sexo masculino (o universo de agressores abrange os sexos masculino, feminino, ambos ou ignorado). Quanto ao meio de agressão, a força corporal/espancamento teve maior participação, representando 22%.
Em 2011, foram registrados 14.625 casos de violência contra menores de dez anos. Desse total, 22% foram agressões dirigidas a crianças com menos de um ano.

ATENÇÃO - Campanha no YouTube alerta sobre câncer de pele

 http://www.estadao.com.br/
Campanha no YouTube alerta sobre câncer de pele: Vídeo traz depoimentos; a cada visualização, entidade receberá R$ 0,10


FIQUE SABENDO - OMS lança plano de emergência para combater a pólio

 http://www.estadao.com.br/
OMS lança plano de emergência para combater a pólio: Casos de infecção foram reportados em países onde doença havia sido considerada erradicada


ATENÇÃO!!!Vacinação contra a gripe é prorrogada até 1º de junho

 http://www.blog.saude.gov.br/
Compareça a Unidade de Saúde.
Vacinação contra a gripe é prorrogada até 1º de junho:

O Ministério da Saúde prorrogou a 14ª Campanha de Vacinação contra Gripe em uma semana, até o dia 1º de junho. A ampliação do prazo, que terminava nesta sexta-feira (25), possibilitará que um número maior de pessoas se vacine e se proteja da doença.
Até esta quinta-feira (24), 15,8 milhões de pessoas já tinham tomado a vacina, o que representa 52,46% do público-alvo, formado por pessoas com mais de 60 anos de idade, trabalhadores de saúde, crianças entre seis meses e menores de dois anos, gestantes e povos indígenas. A meta da campanha é imunizar 80% deste grupo prioritário, correspondente a 24,1 milhões de pessoas.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, alerta sobre importância da vacina, que é oferecida gratuitamente nos 34 mil postos de saúde de todo o país. Padilha lembra que ela é segura e protege contra os três vírus que mais circulam no Brasil. “Prorrogamos o prazo para que todas as pessoas que não tiveram tempo de ir aos postos de saúde possam se vacinar contra a gripe e estejam protegidas no inverno, período de maior circulação do vírus. A vacina é a melhor maneira de evitar a doença”, afirma Padilha.
O principal objetivo da campanha de vacinação é reduzir a mortalidade, as complicações e as internações provocadas por infecções do vírus da gripe. Como resultado da imunização, em 2011, houve redução de 64,1% nas mortes por agravamento da gripe H1N1 – foram 53 óbitos, contra 148 no ano anterior. Já o número de casos graves notificados diminuiu 44% – de 9.383 para 5.230. No entanto, se não mantermos altas coberturas vacinais, esses números poderão voltar a se elevar neste ano.
O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, descarta mitos de que a vacina possa ter efeitos nocivos. “Ela é segura. A maioria das reações adversas é leve, como dor e sensibilidade no local da injeção. Só quem tem alergia a ovo não pode tomar a vacina”, ressaltou. O secretário explicou ainda que é impossível contrair gripe após a vacinação, como algumas pessoas costumam afirmar. “O vírus usado nesta vacina é inativado”, observou.
Parcial – Até o momento, a melhor adesão à campanha é entre as crianças, com o percentual de cobertura de 59,4%. Em números, significa que quase 2,6 milhões de crianças, entre seis meses e menores de dois anos, já foram protegidas contra a gripe, de um total de 4,3 milhões.
Na sequência, 1,3 milhão de trabalhadores de saúde já receberam a vacina, o que corresponde a taxa de 54,3% do total de quase 2,5 milhões profissionais. Mais de 10,7 milhões de idosos também já se vacinaram contra a gripe. A cobertura neste público é de 52%, do total de quase 20,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais. As gestantes respondem pelo percentual de cobertura de 47,5%, o que representa pouco mais de um milhão de futuras mães vacinadas, de um total de 2,1 milhões. É importante relembrar que as gestantes podem tomar a vacina, independentemente do período da gestação, não oferecendo nenhum risco para ela ou para o seu bebê. A população indígena alcançou 40,4% de cobertura, perante o total de 586,6 mil índios.
A escolha dos grupos prioritários foi recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), respaldada em estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias. Ao vacinar os grupos prioritários, quebra-se a cadeia de transmissão para a população em geral.
Proteção - Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e, de 39% a 75%, a mortalidade global. Entre os residentes em lares de idosos, a vacina reduz o risco de pneumonia em cerca de 60%, e o risco global de hospitalização e morte, aproximadamente de 50% a 68%, respectivamente.


Fonte: Amanda Costa / Agência Saúde