segunda-feira, 6 de agosto de 2012

FIQUE ATENTO AOS ALISAMENTOS - Uso indevido de formol pode causar sérios problemas à saúde

Uso indevido de formol pode causar sérios problemas à saúde:

Aos desavisados frequentadores de salões de beleza, o que pode parecer uma solução milagrosa para colocar fim aos cabelos rebeldes, para a saúde é uma grande ameaça. Há cerca de dez anos, o formol, uma substância química que também serve para alisar os cabelos, começou a ser utilizado nos salões de beleza. Mas, desde 2009, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)proibiu a venda do formol puro em todo o País. O que mais preocupa as autoridades sanitárias é que, mesmo com todo o tipo de alerta já lançado em relação aos riscos, a procura por esse tipo de alisamento milagroso ainda é grande. O uso de alisantes clandestinos com concentrações elevadas de formol pode resultar em consequências severas à saúde.
O formol é permitido na legislação dos cosméticos apenas para conservar produtos e como agente endurecedor de unhas. Em ambos os casos o formol é adicionado durante o processo de fabricação, na indústria, e não depois, quando o produto já está pronto. A concentração da substância nos produtos de beleza varia entre 0,1% a 5%, dependendo da finalidade do produto. O uso indevido da substância pode causar irritações, coceira, queimadura, inchaço e ainda descamação e vermelhidão do couro cabeludo, ardência além de queda do cabelo.
Outras consequências são lacrimejamento dos olhos, falta de ar, tosse, dor de cabeça, ardência e coceira no nariz devido ao contato direto com a pele ou o vapor. A exposição frequente ao formol pode causar também um amargor na boca, dores de barriga, enjoos, vômitos, desmaios, feridas na boca, nariz e olhos, e câncer nas vias aéreas superiores (nariz, faringe, laringe, traquéia e brônquis) e em casos extremos pode levar à morte.
A gerente-geral de Cosméticos da Anvisa, Josineire Sallum, faz um alerta aos consumidores: “Tem pessoas que não vão sentir nada por enquanto, mas daqui a uns dez, quinze anos vão começar a aparecer os problemas mais graves”.
Sallum ressalta que é crime adicionar formol ao produto já pronto para uso. Além disso, ela explica também que é importante observar o material que o cabeleireiro vai aplicar nos cabelos: “Primeira coisa que você tem de fazer é perguntar ao cabeleireiro o que ele vai usar no seu cabelo e ele tem a obrigação de não só dizer, mas como também mostrar o produto. Você pode se certificar disso, se o produto realmente está regularizado, pedir para abrir o produto porque quando abre o produto, o cheiro é muito característico porque é muito forte”, ressalta a gerente.
Para denúncias de venda ou uso indevido do formol, basta ligar na Central de Atendimento da Anvisa. O número é: 0800 642 9782 ou procurar a Vigilância Sanitária mais próxima.
Então fique alerta: não vale à pena colocar a saúde em risco por causa da vaidade. ;)
Saiba mais:
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Ilana Paiva / Blog da Saúde e Hortência Guedes / Web Rádio Saúde

Alimentação balanceada da mãe auxilia a amamentação

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Alimentação balanceada da mãe auxilia a amamentação:
Após a alegria da chegada do bebê, muitas mães começam a ficar preocupadas com o peso, especificamente, em perder os quilos a mais que ganharam durante a gravidez. Mas até que ponto isso é saudável? Até o momento em que a alimentação da mãe não prejudica a saúde do bebê. Isso porque o leite materno é o primeiro contato da criança com os alimentos.
A alimentação da mãe precisa ser balanceada. “Quanto mais variada for a alimentação da mãe, um aporte maior de nutrientes vai ser oferecida à criança. E quanto maior a variação, melhor, porque quando a criança for começar a comer aos seis meses, já vai ter um contato prévio dos alimentos que ela recebeu via leite materno”, explica a nutricionista da Coordenação-Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde Gisele Bortolini.
E qual seria o melhor cardápio sugerido para as mamães? Uma alimentação que inclui almoço e jantar, com arroz, feijão e carne; e lanches com frutas e verduras, excluindo todos os outros alimentos ricos em açúcar, gordura e sal. “Estes alimentos não são recomendados nem para um adulto normal, muito menos para uma gestante, porque se a mãe tiver uma alimentação que não é saudável, o bebê vai ser exposto precocemente a alimentos não saudáveis, favorecendo a preferência da criança por esses alimentos que a mãe come. É importante também que a mãe beba muita água”, destaca Gisele.

Foto: Corbis Images
A nutricionista ressalta, ainda, que a mulher precisa perceber que está em um momento em que precisa produzir leite e que a melhor forma para manter uma boa quantidade de leite é tendo uma alimentação saudável. E alerta: “Não há nenhum alimento que estimula a produção do leite. É um mito dizer que canjica e cerveja preta ajudam a produzir mais leite. É importante que a mãe beba muita água e que a alimentação seja muito saudável, com ingestão de frutas, legumes e verduras, e as refeições principais sejam compostas de arroz, feijão, carne, verduras”.
Segundo a coordenadora de Aleitamento Materno do Ministério da Saúde, Fernanda Monteiro, a mãe também tem que ficar atenta a alimentos como refrigerantes, chocolates, cafeínas e temperos fortes, porque isso pode resultar em cólicas no bebê. “Muitas vezes a mulher sai do hospital restrita a consumir inúmeros alimentos. É como se ela pudesse comer só frango e arroz. E não é essa a proposta. A orientação é que a mãe evite excesso de café e chocolate logo após ter ganhado o bebê. Não que ela não possa tomar um cafezinho de manhã com leite. Ela só não vai exagerar durante o dia tomando um copo grande, porque tudo o que a mulher consome vai passar por meio do seu leite para seu bebê.”, explica a coordenadora.
A Rede Cegonha oferece orientações sobre todos os cuidados necessários para a mulher e seu bebê. A mamãe que quiser sugestões sobre como se alimentar, basta procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS), que conta com equipes capacitadas para ajudá-la.
Mônica Plaza / Blog da Saúde

FIQUE SABENDO - Governo lança programa que promove a entrada de pessoas com deficiência no mercado de trabalho

 http://portal.aprendiz.uol.com.br/
Interessante iniciativa.
Governo lança programa que promove a entrada de pessoas com deficiência no mercado de trabalho:
Por Carolina Sarres, da Agência Brasil
O Distrito Federal e os municípios brasileiros terão de  identificar pessoas com deficiência que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC), entre 16 e 45 anos, para participar do Programa BPC Trabalho, que visa a oferecer aos beneficiários acesso a trabalho, programas de aprendizagem e qualificação profissional.
O BPC Trabalho irá intermediar a oferta e a demanda de mão de obra de pessoas com deficiência, considerando as habilidades e os interesses dos trabalhadores e incentivando autônomos, empreendedores e cooperativas por meio do acesso a microcrédito.
Os programas de qualificação serão oferecidos pela rede federal de educação profissional e em entidades nacionais de aprendizagem, tais como o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), o Serviço Social da Indústria (Sesi) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac).
O programa foi lançado por meio de portaria publicada hoje (3) no Diário Oficial da União pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), em parceria com os ministérios da Educação, do Trabalho e Emprego, e com a Secretaria de Direitos Humanos (SDH). O BPC Trabalho integra o Plano Nacional dos Direitos da Pessoal com Deficiência – Viver sem Limite, de novembro de 2011.
De acordo com a portaria, o DF e os municípios serão os responsáveis por executar o programa. Deverão buscar e orientar beneficiários potencialmente interessados em participar, designar servidores, fazer o registro de encaminhamentos no âmbito do programa e garantir o acesso às pessoas com deficiência a serviços e benefícios.
Os recursos do programa serão do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e do Programa Nacional de Inclusão de Jovens (ProJovem).
Têm acesso ao BPC, para receber um salário mínimo (R$622), pessoas comprovadamente incapacitadas para a vida independente e o trabalho – mediante avaliação do serviço social e de perícia médica do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) –  cuja renda mensal familiar per capita seja inferior a um quarto de salário mínimo (cerca de R$ 155).
Esse benefício é pago pela Previdência por meio do Sistema Único de Assistência Social (Suas), e suspenso caso a pessoa passe a ter renda maior.
Para a coordenadora da área de direitos da pessoa com deficiência do Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência (IBDD), Priscilla Selares, apesar de a expectativa em relação ao programa ser positiva, a portaria é genérica e contraditória, pois menciona que para participar do programa a pessoa deve ter deficiência que incapacite para a vida independente e o trabalho.
De acordo com a Lei 8.742/93, que regulamenta o BPC, receberão o benefício aqueles que têm “impedimentos de longo prazo de natureza física, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade com as demais pessoas”.
“A contradição está em uma medida que visa a fomentar a oferta de trabalho, mas estabelece como pré-requisito a não condição de trabalhar e de ter uma vida independente”, disse Priscilla. Segundo ela, o Programa não contempla dificuldades importantes que pessoas com deficiência enfrentam para entrar no mercado de trabalho, como a própria suspensão do BPC caso haja aumento de renda derivada do trabalho.
“Hoje, independentemente da política, o que é mais importante é ter regulamentado de forma clara a questão da suspensão. Não adianta ter a política se a pessoa não se sente segura para abrir mão do benefício. Esse aspecto faltou ser abordada de forma mais clara. A grande preocupação é essa”, explicou a coordenadora do IBDD.

PARTICIPEM - Terminam hoje inscrições para curso de prevenção do uso de drogas

 http://www.viablog.org.br/
Terminam hoje inscrições para curso de prevenção do uso de drogas: Hoje é o último dia de inscrições para os professores da rede pública que queiram participar da quinta edição do Curso de Prevenção do Uso de Drogas para Educadores de Escolas Públicas. Parte do eixo Prevenção do plano Crack, é Possível Vencer, o curso é gratuito e deverá atender até 70 mil educadores.

Inscrições na Agência de Redes Para Juventude.







Estão abertas as inscrições para o novo ciclo da Agência de Redes para Juventude. Em 2012, jovens com idade entre 15 e 29 anos, moradores de qualquer comunidade com UPP implementada ou iniciada, podem se inscrever para experimentar a metodologia que transforma ideias em projetos de intervenção territorial.
Durante 4 meses, aos sábados, serão realizados estudos em arte, cultura digital e cidade. Os agenciados recebem bolsa mensal de cem reais. Ao final do ciclo de estímulos, você defende a sua ideia e concorre a dez mil reais em prêmios para realizar o seu projeto.
A metodologia da Agência está inventando um novo lugar para a juventude popular da cidade e foi premiada internacionalmente pela Fundação Calouste Gulbenkian, o que permitirá a chegada da Agência de Redes para Juventude ao Reino Unido. Trinta projetos de intervenção territorial desenvolvidos na Agência estão em ação em seis comunidades cariocas. Leia os perfis dos projetos no blog.
 Se liga nessa: bolsa de R$100 para expressar sua ideia usando arte, cultura digital e discutindo a cidade. Ao final do ciclo, concorra a R$10.000,00 para realizar seu projeto na sua comunidade. Tá esperando o quê? Inscreva-se agora na Agência. Já se inscreveu? Marque seus amigos nesta filipeta. Jovens com idade entre 15 e 29 anos, moradores de comunidades pacificadas, podem se inscrever até 20/8! www.agenciarj.org/inscricoes-2012

IDÉIAS - Mural ou painel ampliado para o Dia de combate ao fumo

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Mural ou painel ampliado para o Dia de combate ao fumo:   Uma excelente idéia de mural para o Dia de Combate ao fumo. Ampliei e estou postando as partes, basta unir, colar e montar. Uma frase boa para o painel: "Apague essa idéia!"
Siga a ordem da numeração das páginas abaixo na hora de colar.

IDÉIAS - Gibi contra a dengue!

 http://espacoeducar-liza.blogspot.com/
O legal desta proposta é que os alunos produzem o texto da cartilha.
Vejam!!!!
Gibi contra a dengue!

IDÉIAS - Atividades da Turma da Mônica contra a dengue!

 http://espacoeducar-liza.blogspot.com/
Atividades da Turma da Mônica contra a dengue!: Atividades sobre dengue com a Turma da Mônica

EQUIPE NASF VAI APRESENTAR TRABALHO DESENVOLVIDO NAS ESCOLAS DE COSTA BARROS EM CONGRESSO EM BRASÍLIA

Queremos parabenizar a Equipe do NASF SYLVIO FREDERICO BRAUNNER - COSTA BARROS que teve seu trabalho selecionado para apresentação no XXII Fórum Nacional de Ensino em Fisioterapia da ABENFISIO e III Congresso Nacional da Fisioterapia na Saúde Coletiva - CONAFISC, que
será realizado entre os dias 10 e 15 de Setembro de 2012 no Centro de Eventos e Treinamento – CET em Brasília - DF.
 O trabalho intitulado: OBESIDADE, FATORES POSTURAIS E PSICOLÓGICOS: RELATO DE
EXPERIÊNCIA DE ATIVIDADE DO NASF COM ESCOLARES DE UMA COMUNIDADE
CARENTE DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO, é uma  produção científica reconhecida para apresentação em congresso, fruto do trabalho de parceria entre o PSE, a Nutrição, a Fisioterapia e a Psicologia do NASF Sylvio F. Brauner.
Esperamos que este seja o primeiro de muitos.

Parabéns Equipe PSE - NASF - SYLVIO F. BRAUNNER

PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA - Alfabetização: MEC precisa definir parâmetros

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Alfabetização: MEC precisa definir parâmetros:
SÃO PAULO - Um mês após ter sido criado pelo Ministério da Educação, o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa já recebeu a adesão de 19 estados e 3.300 municípios brasileiros. O programa prevê que os governos assumam o compromisso de alfabetizar as crianças até os 8 anos de idade, ao final do 3º ano do ensino fundamental (antiga 2ª série). Especialistas, porém, afirmam que falta definir melhor o nível de conhecimento esperado dos alunos em cada um dos três primeiros anos do ensino fundamental. E temem que, sem esta definição, alunos de escolas públicas sejam prejudicados.
Tabulações feitas pelo GLOBO nos dados do Censo do IBGE mostram que, entre as crianças mais ricas, de famílias com renda per capita superior a R$ 1.020, a imensa maioria (83%) já está alfabetizada aos 6 anos. Entre as mais pobres (renda per capita inferior a R$ 128), são menos da metade (42%). Aos 10 anos, o analfabetismo entre as mais ricas é residual (1%), mas ainda é significativo entre as mais pobres, chegando a 14%. No total da população dessa idade, o analfabetismo atinge 6%.
De acordo com o ex-secretário executivo do MEC e presidente da organização não governamental Instituto Alfa e Beto, João Batista Oliveira, crianças de 6 anos já são capazes de entender o código alfabético e compreender como as letras transcrevem os sons da língua. Mas, para ele, o MEC precisa definir melhor o que entende como alfabetização, e isto não está explicitado no texto do pacto:
— Alfabetizar é aprender como funciona o alfabeto. Não são necessários mais que alguns meses para aprender isso. Nas escolas particulares, a alfabetização ocorre aos 6 anos. O MEC não define o que é alfabetizar.
Compreensão de texto e matemática
A professora do Programa de Pós-graduação em Distúrbios de Desenvolvimento da Universidade Mackenzie Alessandra Seabra teme que os professores responsáveis por alfabetizar as crianças fiquem perdidos sobre o que se espera dos alunos de 8 anos.
— Os professores podem pensar que apenas para dominar o código alfabético as crianças podem levar três anos. Ou seja, o professor pode ficar três anos fazendo o que poderia fazer em um ano — afirma.
O secretário de Educação Básica do MEC, Antônio César Callegari, concorda que é possível fazer com que os alunos, aos 6 anos, sejam capazes de compreender o código alfabético. Mas diz que o objetivo do ministério é que, aos 8 anos, eles saibam mais do que isso, que consigam entender e construir textos e resolver questões matemáticas.
De acordo com Callegari, as definições sobre o que se espera das crianças em cada etapa dos três primeiros anos do ensino fundamental em relação à alfabetização estarão expressas de forma clara em um programa, que está sendo finalizado pelo governo, de formação continuada para os 315 mil professores alfabetizadores.
— Esse programa de formação continuada dos 315 mil professores alfabetizadores no Brasil contém os objetivos e direitos de aprendizagem durante o ciclo de alfabetização, esclarecendo quais são as habilidades, os conteúdos e direitos que qualquer criança tem que ter concretizado durante o ciclo de alfabetização. Estamos organizando quais são os objetivos intermediários ao final de cada uma das etapas dos três primeiros anos do ensino fundamental — afirma Callegari.
Assim como o MEC, a ONG Todos pela Educação tem como meta lutar para que todas as crianças estejam plenamente alfabetizadas aos 8 anos, sejam capazes de interpretar um texto, compreender o contexto dele e tenham noções mínimas de matemática. Exame aplicado pela ONG em 2011 em escolas públicas e privadas concluiu que apenas 56% das crianças que terminaram o 3º ano do ensino fundamental compreenderam o que era esperado em leitura; e 43%, em matemática.
— Se a criança não consolida a alfabetização na idade certa, ela compromete o seu desempenho nos anos seguintes — afirma a coordenadora-geral da ONG, Andrea Bergamaschi.
Presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undimes), Cleuza Repulho lembra que cada criança tem um ritmo próprio e diz que apressar a escolaridade, fazendo com que os alunos pulem etapas, não é aconselhável.
— Uma criança pode ser alfabetizada antes (dos 8 anos), mas não queremos forçá-la a ter o mesmo ritmo. O aluno pode até entender o código alfabético aos 5 anos, mas o que não pode é ultrapassar os 8 anos sem estar alfabetizado — afirma Cleuza.
Preparo de professor é criticado
O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa prevê que sejam feitas três avaliações para analisar se os estudantes sabem de fato ler e escrever: no início e no final do 2º ano do ensino fundamental, além de uma no final do 3º ano. E estão previstos ainda a formação continuada de professores alfabetizadores e o apoio do MEC com material didático.
A maneira como as universidades e os cursos preparam os professores que vão ensinar as crianças a ler e escrever é alvo de críticas de especialistas.
— A formação de professores está muito distante do que é necessário. Tem muito professor que chega com um conteúdo grande em sala, mas não sabe como gerir uma sala de aula, não está preparado para a prática — afirma Andrea Bergamaschi.

PARTICIPE - Semana Cultural da Diversidade de 07 a 11/08

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Semana Cultural da Diversidade de 07 a 11/08:


sábado, 4 de agosto de 2012

IDÉIAS - 50 modelos de lembranças para o dia dos pais: moldes, cartões, muitas idéias e sugestões!!

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50 modelos de lembranças para o dia dos pais: moldes, cartões, muitas idéias e sugestões!!:     É isso mesmo! São nada menos que 50 sugestões de lembrancinhas para o Dia dos Pais! Reuni muitas, muitas sugestões de diversos sites, para que possamos ter muitas opções! Divirta-se! Liza



 1. Prende-canetas para o papai, feito com pregador! Que fofo!





Assista ao vídeo com o passo a passo:




2. Porta-retratos feito com cd usado!



A base você pode fazer com argila pintada, papelão

FIQUE SABENDO - Vacina tetra viral será ofertada pelo SUS

Vacina tetra viral será ofertada pelo SUS:

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, anunciam neste sábado (4), no Rio de Janeiro, parceria para transferência de tecnologia entre o laboratório público Biomanguinhos e o laboratório privado britânico GlaxoSmithKline (GSK).
A parceria tem como objetivo a produção nacional da vacina tetra viral, que vai imunizar as crianças contra quatro doenças – caxumba, rubéola e sarampo e agora, a varicela (catapora). A vacina tríplice viral já é ofertada pelo Sistema Único de Saúde (SUS), desde 1992.
Com a entrada de mais esta vacina (varicela), a população passa a contar com a tetra viral que será disponibilizada ao Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde a partir de agosto de 2013. Será aplicada em duas doses – a primeira, quando a criança tem 12 meses, e a segunda, aos quatro anos de idade. “O desenvolvimento de tecnologias no Brasil tem um impacto decisivo na saúde, além de gerar emprego, tecnologia e inovação. O acordo dá soberania ao país, e garante a sustentabilidade do acesso à população. Com o fortalecimento das produções nacionais vamos ampliar o espaço brasileiro no mercado internacional”, afirma o ministro Padilha.
O Ministério vai investir R$ 127,3 milhões para a compra de 4,5 milhões de doses por ano. Atualmente, a vacina contra catapora não faz parte do calendário básico de imunizações anual do SUS. É disponível em dose separada na rede pública apenas em épocas de surto e campanhas específicas. Na rede privada, a dose custa, em média, R$ 150.
A vacina tetra viral que vai entrar para o calendário básico de imunizações do Sistema Único de Saúde tem 97% de eficácia e raramente causa reações alérgicas. Com a inclusão da vacina no SUS, o Ministério da Saúde estima uma redução de 80% das hospitalizações por catapora. Por ano, aproximadamente 11 mil pessoas são internadas pela doença. Com a tetra viral, o SUS passa a oferta 25 vacinas, 13 já disponibilizadas no calendário básico de imunizações.
Parcerias - Nos acordos de transferência de tecnologia, firmados pelo Ministério da Saúde, a produção se dá por meio de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), feito com os laboratórios públicos. Nessa parceria o Ministério é responsável pela compra dos medicamentos.
Já os laboratórios da rede privada, são responsáveis por produzir o princípio ativo e transferir a tecnologia. Como contrapartida, o governo garante exclusividade na compra do medicamento por cinco anos.
Esta é a sétima parceria entre o laboratório privado GSK e o laboratório público Biomanguinhos. Desde 1980, os laboratórios produzem em parceria as vacinas contra poliomielite, Haemophilus influenzae tipo b (Hib) – que causa meningites e outras infecções bacterianas –, tríplice viral, rotavírus, dengue e pneumocócica conjugada, que protege contra a pneumonia e meningite causada por pneumococo. Ao total, estão em vigor 36 Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) que envolvem 37 laboratórios – sendo 11 públicos e 26 privados, nacionais e estrangeiros.
Fonte: Tatiana Alarcon /Agência Saúde

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Promoção do aleitamento materno em creches é um dos destaques no seminário de lançamento da Semana Mundial de Aleitamento Materno

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Promoção do aleitamento materno em creches é um dos destaques no seminário de lançamento da Semana Mundial de Aleitamento Materno: A Semana Mundial de Aleitamento Materno (SMAM), de 01 a 08 de agosto, tem como tema as palavras “Entendendo o passado, planejando o futuro”. O Ministério da Saúde, em parceria com a Sociedade Brasileira de Pediatria, criou o slogan “Amamentar hoje é pensar no futuro”.

O lançamento da SMAM/2012 aconteceu no dia 01 de agosto, no Rio de Janeiro, com a participação do Ministro da Saúde Alexandre Padilha e da madrinha da campanha, a cantora Wanessa Camargo. No mesmo dia, aconteceu o seminário organizado pela Secretaria de Estado de Saúde que abordou as estratégias para promoção do aleitamento materno e da alimentação saudável em diferentes ambientes como a própria comunidade, as unidades de saúde e de educação. O INAD apresentou as ações de promoção de alimentação saudável na rede municipal de ensino, com foco na estratégia de promoção de aleitamento materno nas creches. Esta ação vem sendo realizada em parceria com a Gerência do Programa de Saúde da Criança e com a Secretaria Municipal de Educação.

Na perspectiva de que “Amamentar é pensar no futuro”, o projeto Amamentação nas Creches busca estimular e apoiar o aleitamento materno. O quadro, símbolo do projeto, traz a pergunta “A mãe dá o peito, o que sente o bebê?” (imagem ao lado). Ele foi produzido para incentivar a prática da amamentação estimulando a mobilização de crianças, mães e profissionais da comunidade escolar.



Utilizado em diferentes eventos, as respostas mostram que a amamentação é vista como doação de vida e de bons sentimentos. As palavras mais escritas são amor, segurança, proteção e carinho. Palavras que exprimem acolhimento no início da vida, e deixam um lastro para o futuro. Veja abaixo:


Clique aqui e saiba como é a utilização do painel.

Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil destaca World Nutrition Rio2012 e dossiê sobre agrotóxicos

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Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil destaca World Nutrition Rio2012 e dossiê sobre agrotóxicos:
A Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil destacou em seu editorial “Alimentação, Agrotóxico e Saúde”, o World Nutrition Rio 2012 e o Dossiê sobre o impacto dos agrotóxicos na saúde dos brasileiros. Para Malaquias Batista Filho e Mariana Navarro Tavares de Melo, mesmo com as delimitações e especificidades temáticas e de abordagem metodológica na organização de um evento científico, o World Nutrition assumiu as características de uma reunião de cúpula que, extrapolando as restrições de um encontro internacional de estudiosos, estendeu-se ao espaço aberto e universal das questões de cidadania. Neste contexto, o dossiê, “mais do que um manifesto acadêmico ou corporativista, deve ser entendido, divulgado e, sobretudo, apoiado como um movimento de ideias a respeito de um dos problemas mais cruciais de nosso tempo: os impactos dos agrotóxicos na saúde. É uma tomada de posição oportuna e necessária, pelos efeitos nocivos já evidenciados e dos riscos potenciais crescentes que se prenunciam pelo uso dos chamados defensivos agrícolas no Brasil”. Leia o editorial completo clicando aqui.

Mamães devem continuar amamentando depois de voltar ao trabalho

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Mamães devem continuar amamentando depois de voltar ao trabalho:
O difícil momento chegou. Depois de alguns meses passando o tempo todo com o bebê, é hora de se separar dele e voltar à rotina do trabalho. Todas as mamães sabem que a recomendação é oferecer o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade da criança e com complementação até os dois anos. Mas como dar o leite materno ao bebê neste período em que estará fora de casa?
Nestes casos, a ordenha manual pode ser a solução. Mas a mãe precisa se planejar antes de voltar ao batente e começar o ato com pelo menos 15 dias de antecedência.
Para realizar a ordenha manualmente, é preciso realizar o seguinte procedimento:
- Escolha um frasco de vidro incolor com tampa plástica – os melhores são os de maionese ou de café solúvel.
- Lave bem com água e sabão e depois ferva a tampa e o frasco por 15 minutos, contando o tempo a partir do início de fervura.
- Escorra vidro e tampa sobre um pano limpo até secar.
- Depois de secos feche bem o frasco.
- Identifique o frasco de vidro onde vai colocar o leite com seu nome, data e hora da coleta.
- Retire anéis, pulseiras e relógio.
- Coloque uma touca ou um lenço no cabelo e amarre um lenço/tecido limpo na boca.
- Lave as mãos até o cotovelo com água e sabão.
- Lave as mamas apenas com água limpa.
- Seque as mãos e as mamas com papel toalha, evitando deixar resíduo de papel, ou com um pano limpo.
Caso a mamãe ainda tenha dúvidas de como realizar o processo, a estratégia Rede Cegonha também oferece orientações sobre como retirar o leite e armazená-lo. Basta procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS), que conta com equipes capacitadas para ajudá-la nesse momento marcante.
Segundo a coordenadora de Aleitamento Materno do Ministério da Saúde, Fernanda Monteiro, o armazenamento de leite materno é necessário para que o bebê continue sendo amamentado com o alimento correto. A coordenadora também alerta: “A mãe também precisa, ao voltar a trabalhar, dar continuidade à retirada de leite, porque se ela fica muito tempo sem estimular a glândula mamária, a produção pode diminuir. Ela não pode, por exemplo, ficar oito horas do dia sem tirar o leite, deixando a mama encher e só quando retornar a casa oferecer o peito para a criança ou ordenhar. Ela precisa ter uma frequência maior de retirada de leite”.
Salas de apoio à amamentação – Para auxiliar as mamães com a ordenha nesse período, em 2010, o Ministério da Saúde e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) instituíram nota técnica conjunta para orientar a instalação de salas de apoio à amamentação em empresas públicas ou privadas.
“Essa sala garante à mãe um espaço para ela ordenhar o seu leite. Em alguns locais onde não existe a sala, a mulher acaba indo ao banheiro e faz somente a ordenha de alívio, jogando fora o leite porque a mama fica cheia. E quando ela tem essa sala de apoio, ela pode armazenar o seu leite e no final da jornada de trabalho, leva o leite em um recipiente térmico e deixa em casa para o bebê”, explica Fernanda Monteiro.
É importante que o ambiente destinado à sala de apoio à amamentação seja tranqüilo e confortável, permitindo a adequada acomodação da nutriz, sem interrupções e interferências externas e, de preferência, que dê privacidade à mulher. A sala precisa, basicamente, de uma cadeira de coleta, um ponto de água fria e lavatório e freezer com termômetro para monitoramento diário da temperatura.
Mesmo o leite congelado tem validade. A orientação é que ele seja tomado pelo bebê em até dez dias depois da ordenha. Se a mamãe perceber que a produção de leite está alta e poderá sobrar alguns potes, ela pode fazer doação a um banco de leite.
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Mônica Plaza / Blog da Saúde

PSE em Ação no Ciep Adão Pereira Nunes

 http://creged06.blogspot.com/
PSE em Ação no Ciep Adão Pereira Nunes:

A professora Gwendolyn Sonia, do CIEP Adão Pereira Nunes, e a enfermeira Geiza colocaram em ação o PSE, Programa  Saúde na Escola, com os alunos da turma 1.303. Elas utilizaram  o livro/CD A Família Sujo, que conta a história de uma família que não se esmera na limpeza. Esta ação tem por objetivo ensinar às crianças, desde cedo, hábitos de higiene; a fim de desenvolver sua conscientização quanto a este tema e para que sejam capazes de cuidar do próprio corpo.


O PSE (Programa Saúde na Escola) foi lançado em setembro de 2008. Este programa é resultado de uma parceria entre os Ministérios da Saúde e da Educação, que tem por objetivo reforçar a prevenção à saúde dos alunos brasileiros e construir uma cultura de paz nas escolas.
O programa está estruturado em quatro blocos: O primeiro consiste na avaliação das condições de saúde do estudante; o segundo trata da promoção da saúde e da prevenção; o terceiro bloco do programa é voltado à educação permanente e capacitação de profissionais e jovens. O último prevê o monitoramento e a  avaliação da saúde dos estudantes por intermédio de duas pesquisas: PENSE (Pesquisa Nacional de Saúde da Escola) e Encarte Saúde no Censo Escolar (Censo de Educação Básica).
Símbolo do Programa Saúde na Escola
A equipe do PSE entrou em ação na turma 1.303, da professora Gwendolyn Sonia, do Ciep Adão Pereira Nunes, com a enfermeira Geiza. A professora da turma passou para os alunos o DVD A Família Sujo, com o grupo Cuidado que Mancha. Ela recomenda a todos este DVD, que além de divertido é extremamente educativo.

Capa do CD com a história A Família Sujo, apresentado  aos alunos pela prof.ª Gwendolyn Sonia
O grupo Cuidado que Mancha tem seu núcleo formado por dois gaúchos: Gustavo Finkler e Jackson Zambelli. Musicalmente, a proposta do grupo é buscar a modernidade do timbre do acordeon, do clarinete, da tuba, do bandolim. As letras do grupo contam histórias absurdas de personagens que têm seu cotidiano invadido pelo realismo fantástico.
O Cuidado que Mancha lançou, em  1995, o seu primeiro CD. O grupo é formado por Gustavo Finkler (violão e voz), Marcelo Delacroix (baixo e voz), Adriana Marques (voz), Sérgio Olivé (piano), Jorge Cardoso (acordeon), Jorge Matte (bateria) e Jackson Zambelli (percussão).

 

Integrantes do grupo Cuidado que Mancha
Depois de assistirem ao DVD, a enfermeira Geiza contou a história A Família Sujo para os alunos da turma 1.303. As crianças ficaram encantadas!
A Família Sujo é um livro / CD que conta, de maneira divertida, a história de uma família que não se preocupa com a limpeza. Sérgio Sujo, o pai e Sula Sujo, a mãe, vivem momentos de atrapalhação quando a filha do casal, Silvia Sujo, desaparece em meio à sujeira. Este livro foi escrito por Gustavo Finkler e publicado pela Editora Projeto.
Vamos conferir o trabalho realizado com os alunos da turma 1.303 pela professora Gwendolyn Sonia e pela enfermeira Geiza
Alunos da turma 1.303 assistem ao filme e escutam a leitura do livro A Família Sujo
Os hábitos de higine pessoal devem ser ensinados às crianças desde cedo, a fim de desenvolver sua conscientização e para que sejam capazes de cuidar do próprio corpo de forma a promover  sua saúde e autoestima.
Parabéns à professora Gwendolyn Sonia e à enfermeira Geiza por oportunizar aos alunos momentos em que eles puderam conhecer e/ou consolidar bons hábitos de higiene através da cultura e da leitura de bons livros.
Envie o seu projeto / ação para ser publicado no blog da GED! Este espaço é seu! Aproveite para divulgar para toda a rede municipal de ensino o trabalho de excelência que você realiza na sua Unidade Escolar. Nós somos a seXta CRE

SAÚDE MENTAL - Mapa da Rede de Atenção Psicossocial

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Mapa da Rede de Atenção Psicossocial:

FIQUE LIGADO - Teste da orelhinha obrigatório completa dois anos em todos os hospitais e maternidades

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Teste da orelhinha obrigatório completa dois anos em todos os hospitais e maternidades:

Foto: Teste da Orelhinha – Senado Federal
Na quinta-feira, dia 02 de agosto, foi comemorado dois anos da lei 12.303, que torna obrigatório e gratuito em todas as maternidades e hospitais do país o Exame de Emissões Otoacústicas Evocadas, mais conhecido como Teste da Orelhinha, nos recém-nascidos. O exame é essencial para detectar possíveis deficiências auditivas na criança. Ainda na gestação, o bebê já é capaz de identificar sons do corpo e da voz materna. Realizado ainda nos primeiros dias de vida, o teste identifica rapidamente se há alguma deficiência auditiva e o tratamento mais adequado.
O teste é indolor, dura alguns minutos e o resultado sai na hora. Para ser realizado, o bebê precisa estar dormindo. O Exame de Emissões Otoacústicas consiste em colocar um pequeno fone no ouvido da criança que emite sons para a cóclea, que transforma as vibrações sonoras em impulsos nervosos para o cérebro. A resposta da cóclea ao estímulo é captada pelo e avaliado pelo médico.
O ideal é que o exame seja realizado ainda no primeiro mês de vida. “Não tem, entretanto, nenhuma contraindicação para ser feito depois. Mas o objetivo dessa brevidade é, se o bebê tiver algum tipo de perda auditiva e precisar de intervenção, haver tempo adequado para isso, que é aos três meses de vida”, argumenta a fonoaudióloga do Grupo Hospitalar Conceição (GHC), vinculado ao Ministério da Saúde, Cristina Krimberg.
O exame identifica se a audição da criança é perfeita ou está perto da normalidade, avaliando se há resposta no aparelho de medição. Caso não haja uma resposta, pode ser sinal de deficiência auditiva ou o teste foi invalidado pela agitação da criança. “Se não tem resposta, precisamos fazer um novo teste e analisar se nesse segundo momento se capta a resposta ou não”, explica Cristina. Diversos fatores podem acontecer para o bebê não passar na triagem, o que não necessariamente indica uma deficiência. “O nenê pode ter otite, ou seu conduto auditivo é muito pequeno ou ainda tem vernix (secreção branca que surge na pele da criança após nascimento), porém ele tem uma audição normal”, completa.
Além do teste da orelhinha, a mãe pode ficar atenta a outras manifestações que podem indicar se a criança tem alguma dificuldade para ouvir. Nos primeiros meses, o bebê normalmente reage a sons fortes, com reflexos nas mãos e nos olhos. Em torno dos seis meses, ele reage ao serem chamados ou viram a cabeça para a direção do som. Por volta de um ano, quando se inicia a pronúncia das primeiras palavras, a criança que não escuta bem pode não interagir ou ficar menos atentas que o esperado.
Mas tudo depende do grau de perda de audição. “Se ela tem uma perda leve ou moderada, pode reagir a alguns sons e só um exame aprofundado detecta essa alteração. Se há uma perda mais severa ou profunda, fica mais claro no comportamento porque ela não vai reagir a vários sons”, alerta a fonoaudióloga.
Teste no SUS - O teste da orelhinha é realizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde 2006, quando o Ministério da Saúde recomendou nas Diretrizes para a Programação Pactuada e Integrada da Assistência à Saúde/PPI, que se fosse implantado a Triagem Auditiva Neonatal de maneira gradativa: prioritariamente para neonatos (até 28 dias de vida) e lactentes (29 dias a 2 anos) com risco para deficiência auditiva e ampliada posteriormente para outros recém nascidos, até se tornar um procedimento universal, na medida em que as condições de continuidade da investigação e da terapêutica para todas as crianças estivessem garantidas pelos gestores municipais e estaduais, nas Redes de Serviços de Atenção à Saúde Auditiva.
Junto com a sanção da lei em 12.303, em 2010, a Coordenação Geral da Média e Alta Complexidade (CGMAC/DAE/SAS), em conjunto com a Área Técnica de Saúde da Pessoa com Deficiência (ATSPD/DAPES/SAS), elaborou as Diretrizes Brasileiras para Triagem Auditiva Neonatal, que tem por objetivo promover estratégias que permitam identificar os neonatos e lactentes que necessitem de avaliação para diagnóstico da deficiência auditiva em todos os pontos de atenção da Rede do SUS.
Além do Exame de Emissões Otoacústicas, obrigatório em lei, consta na tabela do SUS outro exame mais complexo, o Potencial Evocado Auditivo do Tronco Cerebral (PEATE). Ambos são realizados por profissionais especializados e experientes (fonoaudiólogo e/ou médico otorrinolaringologista).
O diagnóstico e a intervenção precoces são determinantes para a aquisição da linguagem oral das crianças. Um problema auditivo que não é detectado a tempo e tratado corretamente, pode trazer diversas consequências ao longo do desenvolvimento infantil. “Ela vai ter muita dificuldade na aquisição da fala e compreensão da linguagem, e a partir daí podem surgir problemas cognitivos, dificuldades escolares e de integração na vida social”, esclarece a fonoaudióloga do GHC.
Fonte: Fabiana Conte/ Comunicação Interna do Ministério da Saúde