quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Hábitos saudáveis são fundamentais para prevenir infarto em mulheres

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Foto: Corbis Images
Cada vez mais comum, o infarto acomete mulheres em todo o mundo. Os principais motivos estão relacionados ao estilo de vida inadequado. E, na maioria das vezes, os sintomas são diferentes dos sintomas típicos do homem.
De acordo com o cardiologista do Grupo Hospitalar Conceição (GHC), vinculado ao Ministério da Saúde, e presidente da Sociedade de Cardiologia do Rio Grande do Sul, Justo Antero Leivas, no Brasil, a cada três mortes em mulheres, uma está relacionada ao infarto. “As mulheres podem apresentar falta de ar e buscam a emergência achando que pode ser outra coisa, mas quando é atendida recebe o diagnóstico de infarto”, explica.
De acordo com Leivas, o atendimento precoce é fundamental e as mulheres não devem esperar o aparecimento de qualquer sintoma, como dores no peito, falta de ar e náuseas. “O sucesso do tratamento do infarto está relacionado a isso, ou seja, reabrir a artéria que está obstruída. Uma frase que usamos na medicina: tempo é miocárdio, tempo é músculo. Isso significa que na medida que perdemos na atitude, perderemos uma quantidade do músculo do coração para fazer a sua função”, ressalta o cardiologista. Caso a mulher tenha algum sintoma, ela deve pedir ajuda às pessoas próximas e ligar para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) – pelo número 192 – para o profissional de saúde avaliar o caso e realizar os primeiros procedimentos.
Mito na Internet – Circula na Internet um boato dizendo que se a pessoa tomar dois copos de água antes do repouso à noite reduz a incidência de infarto. O cardiologista Leivas afirma que não é verdade. “A hidratação é recomendada, mas o fato de ingerir água antes de deitar não muda o curso de uma doença cardiovascular”, desvenda.
Com a idade avançada, a mulher perde um pouco o fator de proteção dos hormônios e a incidência do infarto é maior quando ela entra na fase da menopausa. O cardiologista destaca que atualmente há uma antecipação devido aos maus hábitos. “Os infartos costumavam ocorrer em uma fase adiantada da vida, mas isso está se antecipando no mundo, pois hoje em dia, as mulheres fumam mais, não praticam atividades físicas e se alimentam mal. Hábitos que levam à obesidade, diabetes e hipertensão – doenças mais propensas a levar ao infarto”, afirma.
O stress, segundo ele, também é um dos fatores que contribuem para aumentar a incidência de casos, pois tem muita ligação com o sistema cardiovascular. A recomendação é que as pessoas dediquem parte do seu tempo a momentos de descontração e lazer. “A questão que se discute hoje é mobilizar a população de que o infarto pode ocorrer em qualquer pessoa. A única maneira é mudar os hábitos do cotidiano e o item principal é a prevenção”, conclui Justo Leivas.

CONVITE - Tirando a Droga de Cena

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Tirando a Droga de Cena:

Calendário de matrículas na Rede Estadual–Ensino Médio

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Calendário de matrículas na Rede Estadual–Ensino Médio:
MATRÍCULA PARA O ENSINO MÉDIO NA REDE ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO
Prezados Alunos(as),
Informamos que a pré-matrícula para o Ensino Médio na Rede Estadual do Rio de Janeiro estará aberta até o dia 30 de novembro.
Acesse o endereço eletrônico:



http://www.matriculafacil.rj.gov.br/

Você poderá fazer a pré-matrícula para cursar o 1° ano do Ensino Médio em várias opções:
Para o  Ensino Médio Regular, para o 1° ano do Ensino Médio Normal (Formação de Professores), para o 1° ano do Ensino Médio Inovador ou para o Módulo I da Nova EJA-Educação de Jovens e Adultos do Ensino Médio Presencial.

Não deixe de fazer a pré-matrícula e acompanhar o processo até concluir a matrícula.

A hora é de seguir em frente nos seus estudos!
PROCURE O SEU PROFESSOR DO CREJA PARA AJUDÁ-LO A FAZER A SUA PRÉ-MATRÍCULA!

FIQUE SABENDO - Jornal do Brasil - País - Educadora diz que pais devem denunciar escolas que não aceitam alunos especiais

Jornal do Brasil - País - Educadora diz que pais devem denunciar escolas que não aceitam alunos especiais

ATENÇÃO !!!Acesso e qualidade: Saúde premia equipes de Atenção Básica

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O Ministério da Saúde vai premiar, pela primeira vez, o alto padrão de qualidade das Equipes de Atenção Básica (EAB) que integram a política Saúde Mais Perto de Você. A lista das equipes que foram avaliadas pelo Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB) consta da Portaria 2.626. Em todo o país, serão repassados quase R$ 75 milhões referentes à certificação de 15.095 equipes de 3.532 municípios. Desde o ano passado, o Ministério da Saúde já repassou para o PMAQ R$ 534 milhões.
“É a primeira vez que o Ministério da Saúde está repassando recursos com base na qualidade do atendimento na Atenção Básica. Agora, passamos a ter um padrão de qualidade nacional”, afirma o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Também pela primeira vez, o Ministério da Saúde ouviu, pessoalmente, a opinião dos usuários sobre o atendimento prestado por Equipes de Atenção Básica. Foram entrevistados 55.951 mil usuários.
Incentivos – Atualmente, cada equipe recebe do governo federal de R$ 7,1 mil a R$ 10,6 mil por mês, conforme critérios socioeconômicos e demográficos, acrescidos ainda recursos para as equipes com Agentes Comunitários de Saúde e profissionais de Saúde Bucal. Equipes consideradas insatisfatórias, que não cumpriram o mínimo necessário do padrão de qualidade, não receberão recursos. Porém, poderão se inscrever novamente para uma nova avaliação, que acontece em março de 2013.
No mesmo período, será possível ampliar a adesão para 100% das Equipes de Saúde da Família, o que representa um universo de aproximadamente 33 mil equipes. Será possível também a adesão, ao PMAQ,de Equipes de apoio dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF), de Centro de especialidades Odontológicas (CEO) e dos Consultórios na Rua.
As equipes avaliadas são compostas por médico, enfermeiro, técnico ou auxiliar de enfermagem, além de agentes comunitários de saúde. Há equipes que também oferecem assistência odontológica e são formadas por dentistas, auxiliar de consultório dentário e/ou técnico em saúde bucal.
Qualificação – Esses resultados correspondem à última fase de avaliação do PMAQ, que consiste no repasse dos recursos e no recredenciamento automático das equipes no programa, com adoção de novos padrões e indicadores de qualidade. O objetivo é garantir um alto nível de atendimento por meio de um conjunto de estratégias de qualificação, acompanhamento e avaliação do trabalho das equipes de saúde.
No próximo mês, serão finalizadas as análises dos dados de todas as equipes participantes. “A expectativa éque a divulgação dos resultados específicos possa dar subsídios às equipes para o reconhecimento dos esforços já empreendidos e para a implantação das melhorias”, explica o coordenador de Atenção Básica do Ministério da Saúde, Hêider Pinto.
UBS – O Ministério da Saúde também está investindo na qualidade das Unidades Básicas de Saúde (UBS), onde as equipes de Atenção Básica atendem a população. O Programa de Requalificação das UBS (RequalificaUBS) prevê desde a adaptação da estrutura física das unidades até o trabalho das equipes de saúde.
O programa tem o objetivo de melhorar as condições de trabalho dos profissionais de saúde, além de modernizar e qualificar o atendimento à população. Prevê, ainda, a construção de novas UBS, além da ampliação e reforma das unidades já existentes. Atualmente, existem mais de 38 mil Unidades Básicas de Saúde no país.
O Programa – O Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB) é um dos componentes da Estratégia “Saúde Mais Perto de Você” e tem o objetivo de estabelecer um padrão de qualidade na assistência básica ao estimular a instituição de processos que assegurem maior acesso e qualidade aos serviços ofertados pelas Equipes de Atenção Básica (EAB).

SAÚDE PRESENTE NO CIEP DR. ADÃO PEREIRA NUNES

A CLÍNICA DA FAMÍLIA EDMA VALADÃO fez um trabalho bem bacana no CIEP DR. ADÃO, juntamente com a TES Geysa do NÚCLEO DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE.
O debate, a conversa foi sobre DST, mas conversamos sobre tudo, dúvidas, certezas, cuidados; tudo que os alunos queriam saber.
Eles amaram e nós adoramos, afinal informação é Saúde e pode salvar vidas!!




PSE - SAÚDE NA ESCOLA

FIQUE SABENDO - Saiba como escolher o colchão e o travesseiro correto para garantir uma boa noite sono

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Saiba como escolher o colchão e o travesseiro correto para garantir uma boa noite sono:

Foto: Barry Austin/Corbis
Dormir bem é fundamental para realizar as atividades do dia a dia. Para garantir um sono tranquilo e reparador é importante escolher corretamente o travesseiro e o colchão. Dores no pescoço e na coluna ao acordar podem indicar que uma dessas opções, ou ambas, estão erradas.
De acordo com a fisioterapeuta da Área de Desenvolvimento da Saúde Laboral (Adesal) do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), vinculado ao Ministério da Saúde, Cristiane Nunes Guimarães, para comprar o colchão certo a dica é bastante simples: entrar na loja, deitar e optar pelo que sentir-se mais confortável, deixando a coluna alinhada e os músculos relaxados.
“O corpo deve afundar nas devidas proporções. Um colchão muito rígido é ruim, pois não se ajusta ao contorno do corpo. E o muito macio, não sustenta as regiões mais pesadas do corpo, como quadril, ombros e coxas. Estes afundam, o que causa desalinhamento da coluna vertebral”, explica a especialista. Um colchão ruim também pode causar contrações musculares fortes, irritabilidade, má circulação e formigamento.
A mesma ideia vale para o travesseiro. “Se optar por um modelo muito fofo a cabeça tende a ficar mais baixa e o modelo rígido demais tenciona a musculatura do pescoço. O ideal é escolher o travesseiro firme”, ensina Cristiane Guimarães. O travesseiro deve dar apoio à cabeça e à região cervical, não aos ombros.
Na verdade, o correto é dormir com dois. “A posição ideal é deitar de lado, as pernas dobradas, com um travesseiro debaixo da cabeça e outro entre as pernas. Neste caso, o travesseiro deve suprir a altura ombro cabeça”, diz a fisioterapeuta do Into. Para quem dorme de barriga para cima, Cristiane Guimarães aconselha usar um travesseiro um pouco mais fino embaixo da cabeça para preservar a curvatura cervical, e um embaixo dos joelhos, para alinhar a curvatura lombar.
Não é recomendado dormir de barriga para baixo. “É a pior postura, pois faz torção na cervical e aumento da curvatura da lombar. Mas se a pessoa não consegue dormir em outra postura, é recomendado que coloque um travesseiro sob a barriga para diminuir a curvatura lombar”, observa a fisioterapeuta.
Ela frisa que o ideal é trocar o colchão a cada dez anos e os travesseiros, a cada dois. “Eles vão cedendo com o tempo”, justifica. Cristiane Guimarães acrescenta que é necessário ficar atento ao posicionamento do corpo durante o dia, a forma como senta no trabalho, no carro, e se carrega bolsas pesadas. “Estas atitudes, além de sedentarismo e estresse também levam a dores corporais”, concluí a especialista.
Fonte: Ana Paula Ferraz/ Comunicação Interna do Ministério da Saúde

CÂNCER INFANTIL - Papel da família é fundamental no tratamento do câncer infantil

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Papel da família é fundamental no tratamento do câncer infantil:

Em meados da década de 1960, o câncer ainda era considerado uma doença de adultos. Não acometia as crianças. Ouvir dizer que uma garota ou garoto estava com a doença era motivo de surpresa e comoção geral, e o diagnóstico era encarado como uma sentença de morte.
Não se tinha muito conhecimento sobre a doença nos mais jovens, especialmente a respeito da sua evolução. As crianças acabavam por receber o mesmo tratamento dos adultos, embora o câncer infantil tenha características biológicas e orgânicas completamente diferentes. Na fase adulta, o surgimento da doença está relacionado muitas vezes a fatores ambientais, como acontece com fumo e câncer de pulmão, sol e câncer de pele. Nas crianças, pelo pouco tempo de vida, geralmente não há esse tipo de conexão, o que dificulta ou mesmo impede a prevenção.
O oncopediatra Sérgio Petrilli, superintendente do Graac (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer), explica que os tumores pediátricos afetam geralmente as células do sistema sanguíneo, por isso as neoplasias mais incidentes nas crianças são as leucemias (câncer dos glóbulos brancos), os linfomas (do sistema linfático) e os tumores cerebrais, seguidas por neuroblastoma (das células do sistema periférico), tumor renal (em especial o de Wilms), ósseo, germinativo (nas gônadas) e câncer de retina.  “Nas crianças, a doença tem evolução mais rápida, porque as células cancerígenas se dividem mais depressa, diferentemente dos adultos, que têm células mais maduras que evoluem lentamente”, explica Petrilli.
Por se dividirem mais rapidamente, o tratamento do câncer da criança deve ser mais intensivo, com várias doses de medicação em intervalos curtos. A alta toxicidade causa efeitos colaterais que devem ser acompanhados de perto. “Os quimioterápicos acabam abaixando a quantidade de glóbulos brancos e vermelhos, por isso é importante manter o tratamento de suporte (transfusão de glóbulos e plaquetas) para impedir que isso a deixe debilitada e propensa a novos problemas de saúde”, afirma o oncopediatra. Em contrapartida, os resultados da quimioterapia são mais efetivos nas crianças que nos adultos.
Percepções da criança durante o tratamento
As crianças percebem que está acontecendo algo de errado com ela, notam que seu corpo não está como antes e sentem as reações aos medicamentos, que as deixam mais debilitada. Por isso, a psiconcologista Maria Letícia Rotta, coordenadora do setor de psicologia da AACC (Associação de Apoio à Criança com Câncer), orienta que é essencial os pais serem sinceros com os filhos e explicarem, com linguagem simples, o que realmente está acontecendo. “A criança precisa ser ativa no processo do seu próprio tratamento. Ela tem que entender o que esta acontecendo e que é importante tomar os remédios, para que assim consiga seguir as orientações e combater a doença.”
Não se deve omitir nenhum detalhe: é preciso afirmar que o remédio é ruim, que o cabelo vai cair e que haverá alguns desconfortos como náuseas, feridas na boca, diarreia, infecção e anemia, mas que isso fará com que a saúde dela melhore. “Alguns assuntos serão mais difíceis de ser abordados, como por exemplo a morte. Geralmente, esperamos a criança trazer o assunto à tona. Ela vai acabar falando sobre algo, já que percebe que alguns amiguinhos deixaram de frequentar o hospital. Nesse momento, é importante explicar o que aconteceu, deixando claro que, apesar de os riscos existirem, eles diminuem quando o tratamento é feito da maneira correta.”
O maior medo das crianças, entretanto, não costuma ser a morte. “O maior temor é em relação à picada para tomar o soro”, comenta Sérgio Petrilli. Mas como têm mais facilidade para se adaptar a novas situações, elas logo perdem esse receio e se acostumam. “Com o tempo, muitas vezes elas passam a gostar de vir ao hospital para poder brincar com os amigos. Isso ajuda bastante na aceitação e aderência ao tratamento”, afirma o oncopediatra.
Pais e irmãos
Como o papel dos pais é de extrema importância no tratamento das crianças, é preciso que eles também façam acompanhamento psicológico, já que alguns passam por um longo processo de aceitação e demoram para acreditar no que está acontecendo. “Alguns pais pedem para não contarmos para a criança a respeito da doença. Procuramos tirar essas resistências. A partir do momento em que a criança entende a doença dela, a aderência ao tratamento é muito maior”, relata Petrilli.
Em geral, os centros de atendimento à criança com câncer oferecem terapias psicológicas para toda a família. Além de ser fundamental para o apoio emocional, os pais aprendem a lidar com outras situações que não se referem diretamente à criança doente. Por exemplo, a relação com os irmãos. “Esse é um assunto bem delicado. Quando há uma criança com câncer em casa, temos uma família que precisa de cuidados. Como há um elo mais frágil, que precisa de cuidados médicos, algumas vezes o irmão ou irmã não recebe mais a mesma atenção dos pais e acaba se sentindo isolado, o que gera ciúme. É muito comum o irmão adotar uma postura mais agressiva e ir mal na escola para conseguir de volta toda a atenção dos pais”, explica a psiconcologista Maria Letícia Rotta.
O ideal é incluir a outra criança no tratamento do paciente, explicar o que está acontecendo, que o irmão precisa de mais cuidado naquele momento. “Distribua funções para todos os membros da família. Diga ao irmão que ele está encarregado de ajudar o outro. Inclua-o nas visitas ao hospital e, se possível, leve-o para brincar com as crianças dos centros de apoio”, sugere Rotta.
Os pais devem cuidar, mas não adotar um perfil diferente no trato com o filho doente. Isso ajuda a evitar problemas de ciúme nos irmãos e ainda auxilia no tratamento da própria criança. “A pior coisa que existe para criança e para o tratamento é o sentimento de comiseração”, enfatiza Petrilli.  “Quando os pais ficam bajulando o paciente, eles passam a tratá-lo como frágil e ‘coitadinho’ demais, sem dar esperança para uma possível cura. Sem contar que a criança acaba ficando mais dengosa e manhosa”, completa.
O importante é deixar a criança com a rotina mais próxima possível do normal e sem isentá-la de broncas e limites. “Muitas vezes ela vai pedir para faltar a uma atividade por estar debilitada. Não há problema nenhum em conceder o pedido, mas deixe claro que ela precisará repor isso mais para frente. À medida que você cuida e coloca limites ao mesmo tempo, vai mostrando que ela vai ficar boa. A criança percebe que tem um futuro e que vai conseguir levar uma vida normal em pouco tempo”, explica a psiconcologista. 

terça-feira, 27 de novembro de 2012

FIQUE SABENDO - Ministério da Saúde divulga redução de casos de dengue no país

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Ministério da Saúde divulga redução de casos de dengue no país:

Foto: Rhondon Vellozo/ Ascom – MS
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, apresentou nesta terça-feira (27), novo Boletim Epidemiológico da Dengue com dados que apontam redução de 64% de casos de dengue confirmados neste ano em comparação a 2011. Também foi anunciada a campanha de Mobilização Nacional e os dados do Levantamento Rápido de Índice Aedes aegypti (LIRAa).
As ações de melhoria na assistência, diagnóstico e tratamento oportuno e a capacitação dos profissionais de saúde são os principais fatores que contribuíram para a redução no número de casos e óbitos. “A estratégia do Ministério da Saúde, em parceria com os estados e municípios, é ultrapassar o enfrentamento da dengue e não ir somente atrás do mosquito. Precisamos aprimorar cada vez mais as informações de vigilância e uma forte integração nas áreas de controle e atenção à saúde”, destacou Padilha.
O número de óbitos pela doença no país também apresentou queda, de 49% em comparação com o mesmo período do ano passado. De janeiro até a primeira semana de novembro, foram confirmadas 247 mortes, sendo que no mesmo período de 2011 foram 481 casos.
O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, reforçou que o Brasil tem um programa permanente de ações de vigilância e controle da doença. “Fizemos um grande investimento em 2011 e uma análise detalhada de todos os casos de óbitos para buscar intervenções capazes de reduzir o número de casos graves, aqueles que exigem hospitalização. Essa redução foi muito positiva nos óbitos. Graças a uma atuação conjunta da Secretaria de Vigilância em Saúde, Ministério da Saúde e estados e municípios”, afirmou o secretário. Ele apresentou, também, como uma das medidas de controle, as ações do Observatório da Dengue, que faz monitoramento em tempo real da doença nas redes sociais.
Nos últimos três anos, os recursos para o financiamento das ações de vigilância, o que inclui o controle da dengue, apresentaram uma evolução. Em 2010, o Ministério da Saúde transferiu para os estados e municípios R$ 1,05 bilhão, em 2011 foram R$ 1,34 bilhão e neste ano o montante previsto é de é R$ 1,72 bilhão. Esses recursos são utilizados pelos estados e municípios no financiamento das atividades essenciais para o controle da dengue, como a visita dos agentes de saúde, compra de equipamentos e treinamentos de pessoal.
Como parte das medidas de combate à dengue, o Ministério da Saúde também começou a distribuição de 450 mil exemplares (bolso e mesa) da classificação de risco do paciente com dengue. Com esse instrumento, profissionais da saúde têm mais facilidade para o atendimento e orientação aos pacientes. Também foi realizada a capacitação, em larga escala, dos profissionais de saúde, por meio da estratégia “Dengue em 15 minutos”. A capacitação promove a atualização do conhecimento dos profissionais de saúde pelo ensino a distância da Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde (UNASUS).
Para as ações de vigilância e controle da doença em 2013 estão previstos um repasse adicional no valor total de R$ 173,3 milhões, contemplando todas as secretarias estaduais e municipais de saúde. Os recursos serão destinados ao aprimoramento das atividades de controle do vetor, vigilância epidemiológica e assistência ao paciente com dengue.
LIRAa – O Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) deste ano revela que 77 municípios brasileiros estão em situação de risco para a dengue (entre as capitais, apenas Porto Velho). Dos 77 munícipios em situação de risco no estudo deste ano, 58 realizaram o LIRAa pela primeira vez e 10 mantém a situação de risco, a exemplo de 2011.
Durante a apresentação, o ministro Alexandre Padilha chamou a atenção para a expansão de 1.239 municípios inseridos na pesquisa, o que representa um acréscimo de 31% em relação a 2011. “Ano passado, nós tínhamos a informação de 800 municípios. Hoje os municípios têm mais informações detalhadas de onde estão concentrados os focos do mosquito exatamente para definir as estratégias de mobilização”, destacou.
O LIRAa é uma fotografia e muda a localização preferencial dos focos do mosquito em cada região. “Com ele podemos saber se o mosquito está mais nos reservatórios de água, depósitos domiciliares e lixo. Ele pode prever menor e maior número de casos é uma das medidas fundamentais para que se possa agir e combater os focos do mosquito”, reforçou Padilha.
Campanha – Com o slogan “Dengue é fácil combater, só não pode esquecer”, a campanha de mobilização de combate à dengue 2012/2013 traz um novo olhar sobre a forma de lidar com a doença. O objetivo é reforçar as ações principalmente entre janeiro e maio, período de maior incidência de focos do mosquito. As mensagens educativas reforçam a necessidade de mobilização e prevenção e as reativas são mensagens sobre os sintomas da doença.
Cada região irá trabalhar com ações específicas de acordo com a necessidade de cada município, ou seja, a indicação do local onde se concentram o maior número de focos do mosquito, nos domicílios, reservatórios de água e lixo. A campanha é voltada a população, gestores, lideranças comunitárias, setor privado, escolas e profissionais de saúde.
 Gabriella Vieira / Blog da Saúde

FIQUE SABENDO - Publicada lei que dá prazo para tratamento do câncer

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Presidenta Dilma Rousseff
sanciona lei que determina prazo de 60 dias para o início do tratamento de câncer maligno pelo Sistema Único de Saúde. | Foto: Luís Oliveira – ASCOM/ MS
A presidenta Dilma Rousseff sancionou a lei que fixa o prazo de até 60 dias para o início do tratamento de câncer maligno pelo Sistema Único de Saúde, contado a partir do diagnóstico da doença. De acordo com a Lei 12.732, publicada sem vetos no Diário Oficial da União desta sexta (23), o primeiro tratamento no SUS será considerado efetiva mediante a realização de quimioterapia, radioterapia ou cirurgia, conforme a necessidade do paciente, atestada na prescrição do médico.
A lei entra vigor em 180 dias, período em que os estados deverão elaborar planos regionais para o aprimoramento da assistência oncológica à população. Contudo, desde o ano passado, o Sistema Único de Saúde já vem implementando medidas coordenadas pelo Ministério da Saúde, voltadas à ampliação do acesso e da qualidade do atendimento a pacientes com câncer. “As ações têm o objetivo de incentivar os estados e municípios a modernizarem e integrarem a rede de atendimento para que a assistência ao paciente oncológico comece no menor prazo possível, o que é fundamental para o sucesso do tratamento da doença”, afirma o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Até o final deste ano, o investimento financeiro do Ministério da Saúde em procedimentos hospitalares, tratamentos e cirurgias na área oncológica deve chegar a R$ 2,4 bilhões – R$ 200 milhões a mais do que foi investido que 2011. Em relação a 2003, os recursos aplicados neste setor mais que dobraram (143% de reajuste).
Só para o atendimento a pacientes com câncer citopatológico e de mama, por exemplo, o SUS conta atualmente com cerca de 300 serviços de saúde. Outros nove hospitais especializados neste segmento estão em processo de estruturação nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Ceará, São Paulo, Espírito Santo e Rio Grande do Sul. E mais sete estabelecimentos de saúde deverão ser habilitados nos estados de Alagoas, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Paraná, além de mais uma unidade em São Paulo e na Bahia.
Em relação a mamografias realizadas no SUS, só no primeiro semestre deste ano foram contabilizados 2,1 milhões deste tipo de exame de rastreamento. Este quantitativo é 16% maior que o número de mamografias em 2011, ano em que também foram feitas, pelo Sistema Único de Saúde, 94 mil cirurgias oncológicas (40% a mais que em 2003) e 2,4 milhões de quimioterapias (100% a mais que em 2003).
A Rede – Atualmente, os pacientes atendidos pelo SUS contam com 32 serviços de radioterapia, quantidade que chegará a 80 unidades (até 2015). Para isso, o Ministério da Saúde reservou R$ 505 milhões para a ampliação da rede de assistência neste segmento. Os recursos também serão utilizados na aquisição de acelerados lineares, equipamentos usados em radioterapia.
A Lei 12.732 estabelece, ainda, que as terapias oncológicas deverão ser atualizadas, sempre que necessário, com o objetivo de se adequar a assistência no SUS ao conhecimento científico e à disponibilidade de novos tratamentos. Nos últimos dois anos, o Ministério da Saúde autorizou a incorporação de quatro medicamentos (Nilotinibe, Mesilato de imatinibe, Rituximabe e Trastuzumabe) e três procedimentos oncológicos (Ablação por radiofrequência, Injeção percutânea de etanol e Quimio-embolização) na rede pública de saúde.
A Política – Em 2005, o Ministério da Saúde lançou a Política Nacional de Atenção Oncológica, para reforçar ações de controle ao câncer. Desde 2003, também realiza campanhas e ações de conscientização e prevenção dentro do Programa Nacional de Controle do Tabagismo e do Programa Nacional de controle do Câncer do Colo do Útero e de Mama. E, ano passado, a presidenta Dilma Rousseff lançou o Plano Nacional de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Câncer de Colo do Útero e de Mama, estratégia para expandir a assistência oncológica em todo o país.
No Brasil, o câncer representa a segunda causa de mortes. Até o final deste ano, a estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca) é que serão registrados cerca de 523 mil casos novos da doença. Os tipos de câncer com maior incidência no país são o de pele, próstata, mama e pulmão.
Fonte: Ubirajara Rodrigues /Agência Saúde

DIA NACIONAL DE COMBATE AO CÂNCER

Saiba como evitar o risco de doenças pelo contato com água contaminada nas chuvas

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Saiba como evitar o risco de doenças pelo contato com água contaminada nas chuvas:

Foto: Corbis Images
Novembro está longe de terminar, mas no Distrito Federal já choveu o previsto para o mês inteiro. O clima instável e chuvoso se repete também em outras regiões brasileiras, como Espírito Santo e Minas Gerais. Com isso, os cuidados com a saúde devem ser redobrados para evitar doenças causadas pela exposição ao frio e umidade e pelo contato com água contaminada.
Se não deu para escapar de um banho de chuva, a melhor providência quando se chegar ao destino é se secar o quanto antes para evitar resfriados e gripes. “É importante secar os cabelos e trocar de roupa, se possível. Em casa, se tiver entrado em contato com água contaminada, principalmente no caso de enchentes, é recomendável tomar banho e lavar as roupas molhadas”, aconselha Ana Cristina Tenório, médica do Hospital Federal do Andaraí, vinculado ao Ministério da Saúde.
Segundo a profissional, deve haver cuidados com os pés, em razão do contato com a água. “Se a pessoa passar o dia inteiro com um sapato molhado pode desenvolver micoses. O atrito com meias molhadas pode causar uma ferida e sua infecção. A melhor providência é retirar o sapato e as meias e espera-los secar”, ressalta. Além das micoses e infecções, os pés estão mais sujeitos ao contato com água contaminada. Isso porque o maior risco para a saúde que o clima chuvoso oferece está no solo. A água da chuva em contato com sujeiras e esgoto aumenta a chance de contágio de doenças como a hepatite A e principalmente a leptospirose, riscos que aumentam no caso de inundações.
A leptospirose é uma doença causada por bactérias presentes na urina de ratos infectados. Outros animais doentes também podem transmiti-la ao homem. Não existe vacina contra a leptospirose, por isso a prevenção é a única forma de evitá-la. “A pessoa que entra em contato com a água contaminada, deve ficar em observação. Dentro de poucos dias, se ela estiver doente, vai ter febre alta, dor no corpo e dores musculares. Sintomas até parecidos com de uma gripe. Assim que aparece qualquer desses sintomas, ela deve procurar um serviço médico mais rápido possível e comunicar que entrou em contato com água de enchente”, alerta Ana Cristina.
Depois de uma inundação, é importante fazer a higiene do local, lavando com água limpa e sabão, inclusive móveis e roupas, descartar alimentos molhados, até mesmo os que estiverem lacrados. “Pode ter um furinho na embalagem, onde a água entra em contato com o alimento. No caso de latas, elas devem ser muito bem lavadas para retirar qualquer resíduo da água suja. Pois se estiver contaminada, no momento que se abre e o alimento tem contato com ela, pode-se pegar doenças”, recomenda a clínica médica.
O cuidado com o contágio de doenças nessa época inclui evitar os locais onde não se tem certeza da higiene na preparação de alimentos. ”Quando se compra gelo ou alimentos na rua, algumas pessoas podem pegar água que não foi tratada. Nós temos relatos de pessoas que consumiram gelo e foram contaminadas com leptospirose hepatite. Então é importante, independente de enchente, tomar cuidado com alimentos comprados na rua, de ambulantes e lanchonetes onde não se tem certeza se a água utilizada foi filtrada”, alerta Ana Cristina.
Fonte: Fabiana Conte / Comunicação Interna e Conteúdo Web

Medidas de prevenção são necessárias para combater o câncer

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Foto: Timothy Tadder/Corbis
Em 1988, o Ministério da Saúde publicou a Portaria GM nº 707, que criou o Dia Nacional de Combate ao Câncer, lembrado nesta terça-feira, 27 de novembro, com o objetivo de conscientizar a população sobre a doença, o tratamento e, principalmente, sobre a prevenção contra a doença.
O câncer já representa a segunda causa de morte no país, perdendo apenas para as mortes por Acidente Vascular Cerebral (AVC). Neste ano, o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) aponta para o surgimento, no Brasil, de 52.680 casos de câncer da mama, com um risco estimado de 52 casos a cada 100 mil mulheres. Em relação ao câncer da próstata, são estimados 60.180 novos casos entre brasileiros em 2012. Esses são os tipos de câncer que mais atingem as mulheres e os homens, respectivamente.
Para mudar esse cenário, o Ministério da Saúde vem investindo em ações e programas na luta contra a doença. Uma delas é o programa de Mamografia Móvel que tem como objetivo ampliar ainda mais a assistência de prevenção e diagnóstico do câncer de mama no País. Os mamógrafos móveis conseguem alcançar mulheres de regiões mais carentes, por meio de unidades terrestres e fluviais, como carretas e barcos.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destaca os avanços obtidos com o programa. “O principal dado que nós podemos mostrar é que o esforço do Ministério da Saúde buscando a cooperação com os estados e municípios, gerou um aumento de 41% no número de mamografias realizadas pelas mulheres brasileiras na faixa etária recomendada no primeiro semestre deste ano comparado com o primeiro semestre do ano passado. Nós estamos garantindo um avanço importante, mas nós precisamos avançar muito para reduzir a brutal desigualdade que existe ainda no acesso ao diagnóstico e ao tratamento do câncer no Brasil”, diz.
Complementando as ações de combate ao câncer, a presidenta, Dilma Rousseff, sancionou na última sexta-feira (23) a lei que fixa o prazo de até 60 dias para o tratamento de câncer maligno pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O prazo vale a partir do diagnóstico da doença. De acordo com o Ministério da Saúde, os estados deverão elaborar planos regionais para atender melhor a população.
Comemoração – Em alusão à data, o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) lança hoje as publicações “Magnitude do Câncer no Brasil: Incidência, Mortalidade e Tendência” e “Depoimentos para a História do Controle do Câncer no Brasil”.
A primeira publicação analisa as informações de 22 Registros de Câncer de Base Populacional e do Sistema de Informação de Mortalidade no Brasil, dando um panorama das variações de incidência e mortalidade dos tumores malignos com maior magnitude no País. A outra publicação é uma parceria entre INCA e Fiocruz, que mostra a evolução do controle do câncer, por meio da história das políticas públicas. O objetivo é ampliar o conhecimento da população sobre a doença.
O Portal EBC também vai abordar o tema em um bate-papo via hangout – ferramenta de videoconferência da rede social Google+. A partir das 19h o apresentador do programa Ser Saudável, da TV Brasil, o médico Enrique Barros, vai debater o combate ao câncer com especialistas da área.
Entenda o que é o Câncer - Câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado de células, que invadem tecidos e órgãos. Essas células se dividem rapidamente e tendem a ser muito agressivas e incontroláveis, determinando a formação de tumores malignos, que podem espalhar-se para outras regiões do corpo.
As causas de câncer são variadas. Podem ser externas ou internas ao organismo, estando inter-relacionadas. As causas externas referem-se ao meio ambiente e aos hábitos ou costumes próprios de uma sociedade. As causas internas são, na maioria das vezes, geneticamente pré-determinadas, e estão ligadas à capacidade do organismo de se defender das agressões externas.
Os tumores podem ter início em diferentes tipos de células. Quando começam em tecidos epiteliais, como pele ou mucosas, são denominadas carcinomas. Se o ponto de partida são os tecidos conjuntivos, como osso, músculo ou cartilagem, são chamados sarcomas.
Tratamento – Existem várias modalidades de tratamentos que podem ser feitos para combater o câncer. A principal é a cirurgia, que pode ser empregada em conjunto com radioterapia, quimioterapia ou transplante de medula óssea. O médico vai escolher o tratamento mais adequado de acordo com a localização, o tipo do câncer e a extensão da doença. Todas as modalidades de tratamento são oferecidas pelo SUS.
Prevenção - A prevenção do câncer nem sempre é possível, mas há fatores de risco que estão na origem de diferentes tipos de tumor. O principal é o tabagismo. O consumo de bebidas alcoólicas e de gorduras de origem animal, dieta pobre em fibras, vida sedentária e obesidade também devem ser evitados para prevenir os tumores malignos. São raros os casos de câncer que se devem apenas a fatores hereditários.
Orientações aos pacientes e familiares – O diagnóstico de câncer traz muitas dúvidas e inseguranças para pacientes e familiares. O INCA criou várias publicações que trazem orientações sobre os tipos de tratamento (cirurgia, radioterapia, quimioterapia), como é o tratamento no INCA e características de cada unidade assistencial (HC I, HC II, HC III, HC IV e Centro de Transplante de Medula Óssea), nutrição, acompanhamento dos pacientes, visitas e direitos dos pacientes. Para ler mais sobre o assunto basta acessar www.inca.gov.br.

OFICINA DE INCLUSÃO DIGITAL COM O GRUPO ALÔ TERCEIRA IDADE

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OFICINA DE INCLUSÃO DIGITAL COM O GRUPO ALÔ TERCEIRA IDADE:
Em nossa estação realizamos uma oficina com o grupo Alô Terceira Idade que tem a Professora Rosinha que ministra as aulas toda sexta-feira, essa oficina foi ministrada pelo Técnico de Informática Hugo Heckel que mostrou como ligar um computador, apresentou a área de trabalho, o que são ícones, menu iniciar, atalhos, word, digitação de texto, formatação, como salvar e internet.



















segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Trabalho infantil é ainda a principal fonte de renda de muitas famílias

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Trabalho infantil é ainda a principal fonte de renda de muitas famílias: Segundo o Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, quase 660 mil adolescentes e jovens, entre 15 e 19 anos, são responsáveis pela renda de suas famílias. A pesquisa revelou ainda que mais de 131 mil crianças brasileiras, entre 10 e 14 anos, são chefes de família.

FIQUE SABENDO - Hepatite C: Novos Medicamentos terão o dobro da eficácia

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Hepatite C: Novos Medicamentos terão o dobro da eficácia:

Foto: Corbis Images
A partir de 2013, os portadores de hepatite C vão ter dois novos medicamentos mais eficazes para o tratamento da doença disponíveis no SUS. A rede pública de saúde vai começar a distribuir os antivirais boceprevir e telaprevir para doentes com hepatite C em estágio mais avançado, que é quando há um comprometimento maior do fígado com a fibrose hepática.
O Ministério da Saúde estima que mais de cinco mil pessoas vão ser beneficiadas com a distribuição dos medicamentos.O assessor técnico do departamento de DST, Aids, e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Marcelo Freitas, destaca que os novos medicamentos vão ajudar a salvar mais vidas.”Nós vamos conseguir ter mais sucesso no tratamento dessas pessoas. Elas vão conseguir se beneficiar porque nós conseguimos com esses medicamentos um sucesso no tratamento que é o dobro do sucesso que nós temos atualmente. Ou seja, a possibilidade de cura vai ser muito maior com esses novos medicamentos do que com o tratamento que era oferecido até então.”
Embora os medicamentos tenham um poder de cura maior que os já ofertados, o SUS terá que oferecer uma atenção redobrada para os pacientes que tomarem a medicação. Segundo Marcelo Freitas, os remédios causam efeitos colaterais com muita frequência.
“As pessoas que estiverem utilizando esses medicamentos vão ter que serem seguidas pelo serviço de saúde bem de perto. Elas vão ter que ser observadas, o tratamento vai ter que ser acompanhado pela equipe de saúde bem de perto porque o fundamental, apesar desses efeitos colaterais, é que eles sejam identificados logo no início e que já se faça o tratamento correto desses efeitos colaterais para que o tratamento tenha sucesso.”, destaca Marcelo Freitas.
Os dois novos medicamentos para o tratamento da hepatite C em pacientes em estágio mais avançado já começam a ser distribuídos no começo do ano que vem em todos os estados do País.
Fonte: Amanda Mendes / Web Rádio Saúde

A LUTA CONTINUA - Dengue | Saiba mais sobre a doença

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Dengue | Saiba mais sobre a doença:

Foto: Combata a Dengue
No Dia Nacional de Combate à Dengue, lembrado nesta segunda-feira (26), o Ministério da Saúde reforça a importância da prevenção e tratamento da doença. Saiba mais sobre o mosquito, sintomas e quais as medidas necessárias para combatê-la.
O Aedes aegypti é o mosquito transmissor da dengue, mede menos de um centímetro, tem cor café ou preta e listras brancas no corpo e nas pernas. O mosquito costuma picar nas primeiras horas da manhã e nas últimas da tarde, evitando o sol forte, embora nas horas quentes possa atacar à sombra, dentro ou fora de casa.
O Aedes aegypti caracteriza-se por apresentar comportamento urbano, sendo raro encontrá-lo em áreas silvestres. Em média, o mosquito vive em torno de 30 dias, e a fêmea chega a colocar entre 150 e 200 ovos de cada vez. A fêmea, apesar de copular somente uma vez, tem capacidade de desovar várias vezes durante sua vida. Essas desovas estão condicionadas à ingestão de sangue e ocorrem após 2 ou 3 dias, por isso necessita alimentar-se periodicamente. É durante essa alimentação que, se ela estiver infectada, pode transmitir o vírus da dengue ou se contaminar com o vírus, caso se alimente de uma pessoa que esteja com dengue. Uma vez infectada com o vírus da dengue, a fêmea torna-se vetor permanente da doença.
Após a picada do mosquito, os sintomas se manifestam a partir do terceiro dia. O tempo médio do ciclo é de 5 a 6 dias.O intervalo entre a picada e a manifestação da doença chama-se período de incubação. É depois desse período que os sintomas aparecem.
Sintomas – Os sintomas da dengue são: febre alta com início súbito, forte dor de cabeça, dor atrás dos olhos, que piora com o movimento dos mesmos; perda do paladar e apetite; manchas e erupções na pele semelhantes ao sarampo, principalmente no tórax e membros superiores; náuseas e vômitos; tonturas; extremo cansaço; moleza e dor no corpo e muitas dores nos ossos e articulações.
Os sintomas da dengue hemorrágica são os mesmos da dengue comum. A diferença ocorre quando acaba a febre e começam a surgir os sinais de alerta:dores abdominais fortes e contínuas;vômitos persistentes;pele pálida, fria e úmida; sangramento pelo nariz, boca e gengivas; manchas vermelhas na pele; sonolência, agitação e confusão mental; sede excessiva e boca seca; pulso rápido e fraco; dificuldade respiratória e perda de consciência.
Na dengue hemorrágica o quadro clínico se agrava rapidamente, apresentando sinais de insuficiência circulatória e choque, podendo levar a pessoa à morte em até 24 horas.
Tratamento – A reidratação oral é uma medida importante e deve ser realizada durante todo o período de duração da doença e, principalmente, da febre. O tratamento da dengue é de suporte, ou seja, alívio dos sintomas, reposição de líquidos perdidos e manutenção da atividade sangüínea. A pessoa deve manter-se em repouso, beber muito líquido (inclusive soro caseiro) e só usar medicamentos prescritos pelo médico, para aliviar as dores e a febre.
Ao ser observado o primeiro sintoma, deve-se buscar orientação médica na Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima. As pessoas que já contraíram a forma clássica da doença devem procurar, imediatamente, atendimento médico em caso de reaparecimento dos sintomas agravados com os sinais de alerta, pois correm o risco de estar com dengue hemorrágica, que é o tipo mais grave. Todo tratamento só deve ser feito sob orientação médica.
Blog da Saúde

Sessões do XIV Seminário serão transmitidas pelo TeleSSaúde UERJ

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Sessões do XIV Seminário serão transmitidas pelo TeleSSaúde UERJ:
Quem não puder participar presencialmente, poderá assistir o painel e a mesa redonda que estão na programação do evento.


Organizado pelo Instituto de Nutrição Annes Dias (INAD), com apoio do Instituto de Nutrição da UERJ e do Conselho Regional de Nutricionistas-4ª Região, o "XIV Seminário Nutrição em Saúde Coletiva: Tendências e Desafio" terá duas sessões transmitidas ao vivo pela plataforma do Telessaúde UERJ. Para acessar a transmissão, basta entrar em http://www.telessauderj.uerj.br/ava/, clicar em Agenda e seguir as orientações disponíveis no site.

Agendado para 9h30min, o painel "Conflitos de interesses na relação público e privado em Alimentação e Nutrição em Saúde Coletiva" contará com a participação de Fabio Gomes (Instituto Nacional de Câncer) e Ruben Mattos (Instituto de Medicina Social/UERJ), com moderação de Inês Rugani (Instituto de Nutrição/UERJ).

Já a mesa redonda "Desafios da Nutrição nas Doenças Crônicas Não Transmissíveis", programada para as 11h, será composta por Cristiano Boccolini (Hospital Maternidade Herculano Pinheiro/SMSDC), Carla Avesani (Instituto de Nutrição/UERJ) e Patrícia Jaime (Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição/MS), com moderação de Patrícia Costa (Instituto de Nutrição Annes Dias/SMSDC).

Clique aqui e veja a programação completa do seminário.

SAÚDE PRESENTE NO CIEP ADÃO NO Projeto África

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Projeto África:                    
                                                        HIV ( AIDS )


      Conversando sobre os problemas sociais na África, citei o HIV, que nas últimas décadas tem impedido o desenvolvimento do continente. O que deixou os Escritores do Futuro curiosos em conhecer sobre essa doença que assola esse continente onde são aproximadamente 42 milhões infectados.
      Para tirar algumas dúvidas sobre a AIDS contamos com a colaboração da nossa Técnica de Enfermagem Geiza , que troxe dois médicos para palestrar não só sobre essa doença como outras no CIEP Adão.
    Toda turma ficou agradecida por esses profissionais da área da saúde acabarem com suas dúvidas. Que alegria temos por poder contar com parcerias tão produtivas!

























REUNIÃO DE PAIS DO MATERNAL E.M. J.I. ANA DE BARROS CÂMARA 24/11/2012

 http://smsdc-cms-fazendabotafogo.blogspot.com/
REUNIÃO DE PAIS DO MATERNAL E.M. J.I. ANA DE BARROS CÂMARA 24/11/2012: