quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Entenda a diferença entre abuso e exploração sexual

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Entenda a diferença entre abuso e exploração sexual: É muito comum que profissionais e pessoas que não lidam com a violência sexual no dia a dia se confundam no uso de definições e conceitos relacionados ao tema. Afinal, trata-se de um assunto complexo e pouco discutido. Faz parte do trabalho da Childhood Brasil esclarecer esses conceitos para a sociedade. Para entender a diferença entre abuso e exploração sexual, é importante considerar que eles são duas manifestações de um conceito mais amplo que é a violência sexual. Esta pressupõe … Continue lendo →

Entenda o que é o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa

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Entenda o que é o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa:
Por Luana Costa, do Blog Educação

O objetivo é que todas as crianças sejam alfabetizadas até oito anos de idade.
O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa – PNAIC foi implementado no início desse ano. Para garantir a alfabetização de todas as crianças até os oito anos de idade, o governo federal aportará incentivos financeiros e assistência técnica e pedagógica, visando formar 360 mil professores alfabetizadores até 2015. “A iniciativa doMinistério da Educação partiu dos dados levantados pelo Censo 2010. Ao todo, são 15,2% as crianças brasileiras em idade escolar que não sabem ler, nem escrever”, explicou a professora da Secretaria de Educação Básica – SEB/MEC, Clélia Mara dos Santos, durante o IV Encontro Nacional de Lideranças da Mobilização Social pela Educação.
O objetivo do MEC, segundo Santos, é que 100% das crianças brasileiras estejam plenamente alfabetizadas. “E não estamos falando de apenas saber ler e escrever, mas também de saber interpretar textos e fazer contas”, afirmou. “Para isso, o trabalho irá além do governo. É preciso criar um pacto entre sociedade, família, escola e governantes.”
Mais de 5.300 municípios brasileiros aderiram ao PNAIC. Já em dezembro do ano passado, uma parte destas cidades começaram as ações do pacto. “A ideia é que os estados brasileiros deem o apoio necessário aos seus municípios, especialmente os que têm mais dificuldade”, disse.
Eixos de atuação
A primeira ação do PNAIC é a formação continuada de professores alfabetizadores e de orientadores de estudo. O MEC dará um curso presencial de dois anos para professores alfabetizadores, com carga horária de 120 horas por ano, baseado no Programa Pró-Letramento. Os encontros com os educadores serão conduzidos pelos orientadores de estudo.
“Os orientadores de estudo são professores das redes municipal e estadual, que farão um curso específico, com 200 horas de duração por ano, ministrado por universidades públicas. Os municípios tiveram que informar ao MEC quem são os educadores da região com formação em pedagogia e experiência com os anos iniciais do ensino fundamental. Eles serão o foco de atuação do pacto”, explicou Santos. Segundo a professora, o grande diferencial dessa ação é que o curso ocorrerá dentro de cada município, no próprio ambiente de trabalho do profissional.
O segundo eixo trabalhado pelo pacto é a distribuição de materiais didáticos voltados para a alfabetização. “OMEC distribuirá 60 milhões de livros didáticos para os três primeiros anos do ensino fundamental, por meio doPrograma Nacional do Livro Didático – PNLD. Além dos livros, também serão disponibilizados jogos pedagógicos”, disse Santos.
Para avaliar os resultados do PNAIC, o Ministério se baseará nos resultados colhidos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – Inep, por meio do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – Ideb. Este eixo reúne três componentes principais: avaliações processuais, debatidas durante o curso de formação, que podem ser desenvolvidas e realizadas pelo professor junto com os alunos; disponibilização de um sistema informatizado no qual os professores deverão inserir os resultados da Provinha Brasil de cada criança, no início e no final do 2º ano; e aplicação, para os alunos concluintes do 3º ano, de uma avaliação externa universal, visando medir o nível de alfabetização alcançado ao final do ciclo.
“A avaliação é a fotografia que nos faz repensar o que estamos fazendo e o que podemos melhorar, quais caminhos seguir para que o aluno chegue no 3º ano do ensino fundamental com todos os requisitos completos de alfabetização”, afirmou Santos.
O quarto eixo de atuação do PNAIC é a atuação da frente de mobilização social pela Educação. “O MEC trabalhará com um comitê gestor nacional, uma coordenação estadual e outra municipal. A ideia é monitorar as ações do pacto, apoiando e assegurando a implementação de várias etapas do programa, por meio de encontros e fóruns”, explicou. Por fim, o Ministério dará ênfase ao fortalecimento dos conselhos de educação, dos conselhos escolares e de outras instâncias comprometidas com a Educação nos estados e municípios.
Investimento
O governo federal investirá R$ 1,5 bilhão em 2013 e R$ 1,8 bilhão em 2014. Para os cursos de formação, por ano, o investimento será de R$ 925 milhões. R$ 300 milhões irão para o fornecimento de material didático e R$ 40 milhões para as avaliações. Os encontros e fóruns voltados aos mobilizadores sociais receberão o montante de R$ 50 milhões. “Nosso maior compromisso é garantir que, juntos, possamos atuar como peças fundamentais na melhoria da Educação”, concluiu Santos.

FIQUE SABANDO - ALCOOLISMO | Quando a bebida se torna um problema

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ALCOOLISMO | Quando a bebida se torna um problema: O álcool é a droga recreativa mais usada no Brasil. O consumo de bebidas alcoólicas é estimulado e romantizado na nossa sociedade, a ponto do mesmo ser frequentemente associado na mídia à juventude, beleza, bem-estar, sucesso pessoal e sexo. Não é incomum assistir em pleno horário nobre televisivo a propagandas de cerveja recheadas de erotismo, com mulheres jovens, bonitas e com pouca roupa.

O consumo de cerveja, aguardente, vinho e uísque, fazem parte do contexto cultural do país, sendo frequentemente incorporadas a eventos, reuniões sociais e festas (umas mais que as outras dependendo da classe social). Na nossa sociedade, o consumo de bebida alcoólica não só é aceito como também é frequentemente estimulado e glamourizado. O problema são as consequências desse costume.

O álcool é uma droga que, se consumida em excesso, pode provocar inúmeros problemas de saúde física e psicológica, e em vez de trazer o bem-estar e sucesso sugeridos pela publicidade, pode destruir famílias e vidas profissionais. Poucos sabem deste estatística, mas 1 em cada 3 homens que consomem bebidas alcoólicas o fazem de modo excessivo.

Neste texto vamos explicar o que é o alcoolismo e quais são os critérios para se classificar o consumo de álcool como excessivo.
Após a conclusão deste texto, não deixe de ler também os seguintes artigos relacionados ao consumo de bebidas alcoólicas:

Consumo diário máximo de álcool recomendado


Considera-se que o consumo aceitável de bebidas alcoólicas é aquele que não é diário e não ultrapassa a quantidade de 20 gramas de álcool em um único dia para mulheres e pessoas idosas ou 30 gramas de álcool por dia para os homens. Vamos converter isso em linguagem popular:

Consideramos 1 drink a medida de qualquer bebida que contenha cerca de 12 a 14 gramas de álcool. Isso equivale a uma taça de vinho, uma lata de cerveja ou 50 ml de uísque. Portanto, podemos dizer que o consumo aceitável de álcool preenche os seguintes critérios:
  • Não beber todos os dias, devendo haver pelo menos 2 dias da semana em que não haja consumo de álcool.
  • Homens não devem beber mais do que 2 drinks em um único dia.
  • Mulheres e pessoas acima de 65 anos (homens incluídos) não devem beber mais do que 1 drink por dia.
Em uma sociedade que estimula o consumo de álcool e pouco divulga dados sobre seus malefícios, os números acima podem parecer exagerados. Mas não são. Esses são os volumes de álcool atualmente aceitos pela comunidade científica internacional como de baixo risco para a maior parte da população. Com esse padrão de consumo de álcool há poucas chances de surgirem dependência, problemas pessoas ou danos para órgãos, como fígado, coração, pâncreas e cérebro.

Pessoas que não devem consumir álcool

O valor de 20 a 30 gramas por dia de álcool vale para grande parte da população, mas há grupos especiais que não devem ingerir álcool algum. Os indivíduos que devem evitar o consumo de bebidas alcoólicas são:
Consumo excessivo de álcool 

Consideramos um etilista moderado aquela pessoa que bebe álcool, mas o faz de forma esporádica ou em pequena quantidade como 1 ou 2 dinks por dia, por no máximo 5 dias não consecutivos da semana.

Etilista pesado é aquele que bebe álcool em excesso, ou seja, em quantidades sabidamente prejudiciais ao organismo. O consumo excessivo de álcool expõe o individuo a um elevado risco de desenvolver problemas relacionados à bebida, como alcoolismo (explico sua definição mais à frente) ou doenças de órgãos importantes como fígado, coração ou cérebro.

A definição de consumo pesado de álcool pode variar dependendo da fonte bibliográfica. Em geral, aceita-se as seguintes definições para um etilista pesado:
  • Consumo de mais de 7 drinks por semana para mulheres ou mais de 14 drinks por semana para homens.
  • Pelo menos 1 vez por semana, consumo de mais de 3 drinks em um único dia para mulheres ou  mais de 4 drinks em um único dia para homens.
  • 1 episódio de embriaguez por semana.
  • Consumo de mais de 20 dias seguidos de bebidas alcoólicas em qualquer quantidade.
Definição de alcoolismo

Alcoolismo é o termo usado quando o individuo que bebe torna-se dependente do álcool.

Nem todo etilista pesado torna-se um alcoólico ou alcoólatra (pessoa que sofre da doença alcoolismo), mas o risco é muito elevado. O contrário quase sempre é verdadeiro, os alcoólatras frequentemente preenchem critérios para etilismo pesado.

As pessoas com dependência de álcool costumam ter um padrão de consumo de álcool destrutivo, que está associado a três ou mais dos seguintes:

- Tolerância, o que significa que precisar de quantidades cada vez maiores de álcool para obter efeitos de embriaguez.
- Sintomas de abstinência, o que significa sentir sintomas desconfortáveis ​​quando se tenta parar de beber.
- Perda de controle sobre a quantidade de álcool consumida, o que significa frequentemente beber mais do que o inicialmente previsto.
- Desejo contínuo de cortar ou reduzir o consumo de álcool.
- Passar uma quantidade crescente do dia pensando, comprando, consumindo ou se recuperando do álcool.
- Negligenciar tarefas sociais, profissionais ou recreativas.
- Continuar a beber, apesar de já reconhecer ter problemas físicos e psicológicos advindos do álcool.

A dependência de álcool também pode causar sintomas físicos, como, por exemplo, distúrbios do sono, tremores, desmaios e lapsos de memória.

Alguns grupos costumam o usar o termo "uso abusivo de álcool" para aqueles casos que ainda não preenchem critérios para dependência, mas apresentam um padrão de consumo de álcool que interfere com suas vidas, como por exemplo:

- Deixar de cumprir deveres no trabalho ou nos estudos.
- Consumo repetitivo de álcool, mesmo quando é perigoso fazê-lo, tal como antes de dirigir.
- Desenvolver problemas legais relacionados à embriaguez.
- Continuar a beber ainda que o uso de álcool crie problemas sociais ou interpessoais.

Teste para averiguar consumo de álcool

Se você acha que pode estar consumindo bebidas alcoólica em excesso, responda o questionário abaixo e some seus pontos para saber o risco de desenvolver alcoolismo e problemas relacionados ao álcool.

0-7 pontos - baixo risco de haver problemas relacionados ao álcool.
8-15 pontos - risco moderado de haver problemas relacionados ao álcool, possibilidade de já haver dependência.
16-19 pontos - risco elevado de haver problemas relacionados ao álcool e dependência
20 pontos ou mais -  Com certeza há problemas relacionados ao álcool e há elevado risco de haver dependência também.

Risco de alcoolismo

FIQUE SABENDO - MICOSE DE UNHA | Onicomicose

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MICOSE DE UNHA | Onicomicose: Onicomicose (tinea unguium), conhecida popularmente como micose de unha, é o nome dado à infecção da unha causada por fungos. A onicomicose é uma infecção comum, acometendo cerca de 10% da população adulta e 20% dos idosos.

Neste texto vamos abordar os seguintes pontos sobre a micose de unha (onicomicose):
  • O que é a onicomicose.
  • Como se pega micose de unha.
  • Transmissão da micose de unha entre pessoas.
  • Fatores de risco para onicomicose.
  • Sintomas da micose de unha.
  • Diagnóstico da onicomicose
  • Tratamento da micose de unha.
O que é a onicomicose

Como já explicado na introdução deste artigo, a onicomicose é uma infecção da unha dos pés ou das mãos causada por fungos.

As infecções fúngicas das unhas são geralmente causadas por um fungo que pertence a um grupo denominado dermatófitos, que também pode causar infecções nos pelos do corpo e na pele, como no caso da frieira (pé de atleta). Outro grupo de fungos que também pode causar micose de unha são as leveduras. Em geral, as leveduras causam onicomicose nas mãos e os dermatófitos provocam onicomicose nas unhas dos pés.

A micose de unha não é uma doença fatal, mas pode causar dor, desconforto e destruição da unha, levando a efeitos emocionais importantes, que podem ter um impacto significativo na qualidade de vida.

Como se pega micose de unha

Os fungos que provocam a micose de unha são habitualmente adquiridos no ambiente, principalmente em áreas úmidas e quentes, que são os meios propícios para o crescimento de fungos. Banheiros, chuveiros, vestiários e piscinas públicas são exemplos de locais que frequentemente abrigam fungos. Frequentar estes espaços públicos descalço é um importante fator de risco para adquirir micose nas unhas.

O contato com o fungo por si só não costuma ser suficiente para se adquirir a onicomicose. Geralmente é preciso haver pequenas lesões entre a unha e a pele para que o fungo consiga penetrar por baixo da unha e se alojar. Também é necessário que a unha seja exposta frequentemente a ambientes úmidos para que o fungo possa se multiplicar com mais facilidade.

A onicomicose nas unhas dos pés é muito mais comum do que nas unhas das mãos. Os pés costumam estar mais expostos a locais úmidos, não só quando se anda descalço em locais públicos, mas também por passar boa parte do dia fechado dentro de meias e calçados. Em dias de calor, os pés calçados podem passar várias horas seguidas cobertos e úmido pelo suor. Calor, falta de luz e umidade é tudo que um fungo deseja para se proliferar. Além disso, os dedos dos pés estão no ponto do corpo mais distante do coração, não sendo tão bem vascularizados com os dedos da mão. Deste modo, os anticorpos e as células de defesa do organismo não chegam às unhas dos pés com tanta facilidades quanto a outros pontos do organismo.

Micose de unha é contagiosa?

A micose de unha pode ser transmitida de uma pessoa para outra, mas essa forma de contágio é pouco comum. Compartilhar lixas ou cortadores de unha pode ser uma forma de transmissão, mas em geral é preciso contato íntimo e frequente, como, por exemplo, morar na mesma casa para uma pessoa pegar onicomicose da outra. Não se pega micose de unha apenas apertando a mão ou tocando em objetos manipulados por alguém infectado.

Fatores de risco para onicomicose

A presença de alguns fatores favorece a infecção da unha por fungos. Por exemplo, pacientes com frieira (pé de atleta), que é uma infecção fúngica da pele dos dedos, têm um maior risco de terem também infecção fúngica das unhas. Outros fatores de risco são:

- Diabetes mellitus (leia: O QUE É DIABETES?).
- Idade avançada.
- HIV (leia: SINTOMAS DO HIV | AIDS).
- Uso de drogas imunossupressoras.
- Problemas imunológicos.
- História familiar de onicomicose.
- Psoríase (leia: PSORÍASE | Tipos e sintomas).
- Problemas de circulação sanguínea dos membros inferiores.

Atletas também são um grupo de risco para onicomicose. Estes indivíduos costumam estar com os pés frequentemente calçados e úmidos pela transpiração, além de terem uma maior incidência de traumas nas unhas devido ao impacto de suas atividades físicas.

Sintomas da micose de unha

A micose de unha não costuma produzir nenhum sintoma além das alterações cosméticas das unhas. Em casos mais graves, porém, ela pode causar dor. Em pacientes diabéticos ou imunossuprimidos a onicomicose pode servir como porta de entrada para bactérias, favorecendo o surgimento de infecções secundárias, como erisipela ou celulite (leia: ERISIPELA | CELULITE | Sintomas e tratamento).

As lesões da unha provocadas pela onicomicose apresentam algumas variações na sua apresentação, dependendo do tipo de fungo e de gravidade da infecção. Em geral, a micose de unha costuma apresentar um ou mais dos seguintes sinais:

- Espessamento da unha.
- Fragilidade da unha, deixando-a quebradiça.
- Distorções na forma da unha.
- Perda do brilho da unha, deixando-a opaca.
- Escurecimento da unha.
- Descolamento da unha em relação ao seu leito na pele.

As formas mais comuns de onicomicose são:

1. Onicomicose subungueal distal : é de longe a forma mais comum e se caracteriza pela infecção da ponta da unha. O primeiro dedo do pé (dedão) é geralmente o primeiro a ser afetado. A infecção começa com uma descoloração esbranquiçada, amarelada ou acastanhada em uma das pontas laterais da unha, estendendo-se lentamente por toda unha, em direção à cutícula. A unha pode se descolar e a ponta costuma partir-se e cair, expondo a pele que serve de leito para a unha.

Micose de unha
2. onicomicose subungueal proximal - é a forma menos comum de onicomicose. Sua apresentação é bem parecida com a onicomicose subungueal distal , porém, a progressão ocorre de forma oposta, iniciando-se próxima à cutícula e depois estendendo-se em direção à ponta da unha. Este tipo de micose de unha ocorre geralmente em pacientes imunossuprimidos, sendo comum nos indivíduos com HIV.

3. Onicomicose superficial branca - é uma forma comum em crianças, mas que nos adultos corresponde a apenas 10% dos casos de micose de unha. Caracteriza-se pelo aparecimento de manchas brancas sobre a superfície da unha, geralmente mais próxima da cutícula do que da ponta. Quando não tratada, as manchas tendem a se espalhar centrifugamente por toda unha, deixando-a quase toda branca, além de áspera e quebradiça.

Diagnóstico da onicomicose

As lesões das unhas da onicomicose podem se parecer com as lesões de unha de outras doenças, como psoríase, eczemas, traumas, líquen plano, deficiência de ferro, etc. A maioria dos estudos atesta que a onicomicose é responsável por apenas metade dos casos de lesões das unhas. Em várias situações não é possível afirmar que o paciente sofre de onicomicose apenas olhando e examinando para a unha. Portanto, é importante demonstrar inequivocadamente a presença do fungo antes de se iniciar o tratamento antifúngico. Para tal, o médico irá fazer uma pequena raspagem da sua unha de forma a colher amostras para avaliação laboratorial à procura de fungos.

Tratamento da micose de unha

A micose de unha é uma infecção difícil de tratar porque as unhas crescem lentamente e recebem pouco suprimento de sangue. Até um passado recente, os medicamentos utilizados para o tratamento da onicomicose não eram muito eficazes e os resultados eram frequentemente decepcionantes. Na última década, porém, os os tratamentos para pacientes com onicomicose melhoraram substancialmente, principalmente por causa da introdução de medicamentos antifúngicos orais mais eficazes.

Estudos recentes mostram que medicamentos por via oral como Terbinafina e Itraconazol apresentam taxas de cura mais altas que a Griseofulvina e o Cetoconazol, as drogas mais usadas antigamente.

Taxas de cura dos principais antifúngicos:

- Terbinafina (73 a 79%).
- Itraconazol (56 a 70%).
- Griseofulvina (54 a 66%).
- Fluconazol (43 a 52%).

O tratamento com Terbinafina com comprimidos por via oral deve ser feito por 6 semanas para onicomicose das mãos ou 12 semanas para onicomicose dos pés.

O tratamento tópico da micose de unha com esmaltes, como o Ciclopirox, não costuma funcionar sozinho, mas pode ser usado como complemento do tratamento com Terbinafina ou Itraconazol por via oral.

Uma vez curada a micose de unha, se o paciente não tiver cuidado a taxa de reinfecção pode chegar a 50%. Portanto, é preciso ter cuidado com os pés para que a unhas não voltem a ficar colonizadas por fungos.

Como organizar o seu mural didático

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Como organizar o seu mural didático:
Muitos professores têm certa dificuldade em organizar os murais didáticos na sua sala de aula, de forma que fique visualmente organizado e bonito por isso, segue um modelo básico de como organizar o seu mural:

IDÉIAS - Volta as Aulas!! Oba!!

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Volta as Aulas!! Oba!!:
Já pensou como vai ser sua prática pedagógica neste ano?
Fundamentar nossas ações, é tão importante quanto arrumar a sala de aula para esperar a turminha. Não basta fazer montes de painéis e  enfeitar tudo, é preciso também renovar nosso pensamento, atualizar nossos conhecimentos.
Acredito que crianças pequenas são capazes de  produzir cultura, desenvolver autonomia e ser sujeito ativo da própria aprendizagem através da mediação do professor e da interação com os colegas.
O MEC tem uma série de sugestões que auxilia os professores basta passar no site e dar uma  olhadinha, mas não esqueça que, cada realidade, cada turma,  cada criança é única então estes documentos nos dão suporte ao mesmo tempo que devem ser flexíveis, para atender a necessidade individual de cada criança.
PARA COMEÇAR BEM, VAMOS PENSAR EM ALGUNS ITENS IMPORTANTES NO DIA A DIA DO PROFESSOR:
Rotina de atividades com a organização do tempo das crianças;
Organização do espaço da Instituição, que deve funcionar como uma extensão do professor. O espaço ensina. Não apenas o espaço físico, mas uso que se faz dele, como o trabalho com "Cantinhos";
Planejamento;
Observação e registro das atitudes das crianças, para perceber o crescimento e fazer a avaliação.
É claro que já peguei mil e uma ideias no Picasa, se alguém souber dos créditos, coloca aqui que eu divulgo merecidamente porque tudo aí tá lindo demais.
SUGESTÕES PARA 2013
Que tal começar o ano com uma gostosa história?
Na roda de conversa, faça uma hora do conto com a história da BrinqueBook (use o livro, teatro, fantoche, vídeo) depois converse com as crianças sobre a identidade. Que cada coisa tem sem nome, pessoas possuem nome e sobrenome. Sugira uma dinâmica para que todos se apresentem e se conheçam melhor.
Depois, avise que a turma também precisa de uma identificação. Que nome poderíamos dar para a turma? Ele precisa se relacionar com aquilo que eles gostam e fazem. As crianças podem ir para casa e pensar melhor ou pedir ajuda da família, não precisa ser decidido na hora. Não deixe de aproveitar .
Cadeira "estojo"
Barraca na mesa do Professor pode? Claro que pode... se estiver chovendo então... vale fazer pipoca.
Desde os pequeninos, é importante o contato com letras, seja nos murais ou nos livros.
Lembre-se na educação Infantil, um trabalho muito eficaz é Projeto com nomes e rótulos.
E a porta da sala?
Latinhas decoradas. Um toque delicado e colorido...

Porta treco com reaproveitamento de jeans. Já fiz com sapateira, fica show também.

Aqui embaixo, deixo algumas imagens de 2012. Da turminha fofa.

Porta decorada com fotos das crianças
ALGUNS DOS MUITOS CANTINHOS QUE FIZEMOS QUESTÃO DE FAZER



E onde colocar as atividades, já que todos os cantos estavam ocupados?
Que tal em um guarda chuva velho, pendurado no teto?

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

FIQUE SABENDO - Ministério da Saúde anuncia produção de insulina no Brasil

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Ministério da Saúde anuncia produção de insulina no Brasil:

Previsão é que em três anos país passe a fabricar medicamento em escala industrial. | Foto: Ocean/Corbis Images
A partir deste ano, o Brasil inicia as atividades de produção de cristais de insulina – princípio ativo deste medicamento, utilizado no tratamento de diabetes – por meio do Laboratório Bio Manguinhos da Fundação Oswaldo Cruz. Este acordo também amplia a oferta de insulina aos pacientes assistidos pelo SUS, o Ministério da Saúde adquiriu mais 3,5 milhões de frascos do medicamento, quantitativo que será entregue ao país no próximo mês de abril e poderá chegar a 10 milhões de frascos até dezembro, se necessário.
As medidas estão asseguradas pela parceria entre o Ministério da Saúde e o laboratório ucraniano Indar – um dos três produtores de insulina no mundo, com quem o ministério tem acordo de transferência de tecnologia para a produção nacional do medicamento. A previsão é que em três anos (2016) o Brasil produza Insulina NPH em escala industrial.
“Nosso esforço é para que os pacientes tenham a segurança de receber um medicamento de alta qualidade, produzido aqui no país”, destaca o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. “Além disso, queremos reduzir a vulnerabilidade do país no mercado internacional de medicamentos, incentivar a produção nacional de ciência e tecnologia e fortalecer a indústria farmacêutica brasileira”, completa o ministro. Estudos mostram que 7,6 milhões de brasileiros têm diabetes. Destes, cerca de 900 mil dependem exclusivamente do Sistema Único de Saúde para a obtenção de insulina.
Outra Novidade – Para retomar a estratégia de desenvolvimento produtivo e tecnológico na área da saúde, o Ministério da Saúde – por meio da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) – estabelecerá uma Parceria de Desenvolvimento Produtivo (PDP) com o laboratório privado Biomm. A empresa brasileira detém tecnologia totalmente nacional e inovadora para a produção de insulina, que foi patenteada em conjunto com a Universidade de Brasília e é reconhecida por países com os EUA e o Canadá, além da Comunidade Europeia.
“Este estímulo do Ministério da Saúde trará de volta, para produzir no país, a antiga líder nacional, que se retirou do mercado farmacêutico brasileiro no começo dos anos 2000”, observa Alexandre Padilha, em referência à Biobrás. “Isto dá mais segurança aos pacientes e ao SUS”, acrescenta o ministro.
“Esta parceria permitirá ao Brasil obter todo o ciclo de produção de insulina, possibilitando que o país conquiste autonomia tecnológica para a consequente eliminação de dificuldades de abastecimento do medicamento e de vulnerabilidade em relação a flutuações de preços no mercado mundial”, afirma o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha. A PDP entre a Fiocruz e a Biomm será submetida ao Grupo Executivo do Complexo Industrial da Saúde (Gecis), formado por representantes do governo, sob a coordenação do Ministério da Saúde, que também conta com a participação do Fórum Permanente de Articulação com a Sociedade Civil.
Cronograma – Um novo cronograma de entrega de Insulina NPH pelo laboratório Indar e de transferência de tecnologia para a produção nacional do medicamento foi estabelecido a partir da revisão da parceria entre a empresa ucraniana e a Fiocruz. Os ajustes foram respaldados pela Portaria 873, assinada pelo ministro Alexandre Padilha em abril do ano passado, e pela Lei 12.715, do último mês de setembro, que definiram um novo marco regulatório para a aquisição e produção nacional de medicamentos e outros produtos em saúde.
Pelo novo cronograma, o início da produção de cristais de insulina pela Fiocruz já começa este ano. A fábrica de produção dos cristais (princípio ativo do medicamento) estará estruturada em 2014. No ano seguinte, serão realizados os testes, qualificações e ajustes técnicos para a validação das instalações produtivas.
Em 2016, a transferência de tecnologia pelo laboratório Indar à Fiocruz estará concluída para o início da produção de insulina em escala industrial. E, em 2017, o país estará preparado para a fabricação verticalizada (em grande escala) do medicamento. Calcula-se que a parceira entre a Fiocruz e o laboratório Indar resulte em uma economia de R$ 800 milhões para o governo brasileiro (considerando também a redução no preço dos insumos).
PDPs– Atualmente, estão em vigor 55 Parcerias de Desenvolvimento Produtivo para a produção de 47 medicamentos, cinco vacinas, um contraceptivo, um teste rápido e uma pesquisa. A partir destas parcerias – que envolvem 15 laboratórios públicos e 35 privados – a expectativa é que o Ministério da Saúde obtenha uma economia de aproximadamente R$ 940 milhões por ano.
Estão contemplados, nestas PDPs, 21 grupos terapêuticos de medicamentos: antiasmáticos, antiparkinsonianos, antipsicóticos, antirretrovirais, biológicos, distúrbios hormonais, hemoderivado, imunobiológicos, imunoestimulantes, imunossupressores, e oncológicos. Entre as PDPs destacam-se a produção do medicamento oncológico Mesilato de Imatinibe; do antirretroviral Atazanavir; dos biológicos Etanercepte e Rituximabe; vacinas para o Programa Nacional de Imunizações (PNI); e do antirretroviral de dose combinada (3 em 1 – Tenofovir, Lamivudina e Efavirenz).
Fonte: Agência Saúde

Desafiar, pesquisar, descobrir, produzir e apresentar

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Desafiar, pesquisar, descobrir, produzir e apresentar:
Bastam dois dedos de conversa com pessoas interessadas em inovações educacionais ou poucas horas em um evento que reúna professores interessados em tendências e lá vai estar ele. Pode ser que seja entre professores de educação infantil discutindo as descobertas das crianças em seu último trabalho ou entre docentes da área médica mostrando os resultados dos seus alunos. De uma ponta à outra, ele tem aparecido cada vez com mais frequência e em mais formas diferentes. Adivinhou? Sim, é o aprendizado baseado em projetos – o project-based learning, ou simplesmente PBL.
Não há uma data exata em que a metodologia tenha começado a ser usada, diz Jennifer Klein, consultora em educação global que capacita professores a usarem a aprendizagem baseada em projetos. Mas, segundo a especialista, na década de 70 ou 80, mesmo sem ter sido assim batizada, muitas escolas já se utilizavam da lógica para educar crianças e jovens. Muito do que hoje se faz, inclusive, se apoia no pensamento do brasileiro Paulo Freire, ferrenho defensor de que os alunos deveriam construir seu próprio conhecimento.

Arpad Nagy-Bagoly / FotoliaO que é aprendizado baseado em projetos

E o que está por trás do conceito é simples: em vez de serem estimulados por aulas tradicionais, os estudantes devem buscar respostas a questões complexas, muitas vezes multidisciplinares, e devem apresentar um produto final como resultado de suas pesquisas. Nesse meio tempo, enquanto planejam, organizam e executam o projeto, eles se deparam, na prática, com situações em que precisam trabalhar harmonicamente em grupo, lidar com opiniões diferentes, comunicar aquilo que estão pensando, defender seu ponto de vista e criticar os que não consideram ser adequados. Tal qual na vida.
“Essa metodologia está se tornando muito popular. Parte disso é devido às facilidades que a tecnologia trouxe. Mas só parte. A questão é que, com essas avaliações padronizadas, estamos matando o amor que as crianças têm por aprender. A aprendizagem baseada em projetos é uma resposta a isso”, diz Klein, citando o próprio exemplo. Muito antes de a tecnologia estar disponível como está hoje, ainda como aluna, a educadora teve a oportunidade de estudar numa escola em que os próprios alunos organizavam viagens de aprendizado. Nessas ocasiões, eles aprendiam não só biologia, matemática e ciências, mas também organização de projetos, trabalho em grupo e orçamento.
Hoje, com a disseminação de práticas pela internet e a facilidade de trocar informação, claro, essa abordagem tem sido facilitada. Outro exemplo que a educadora dá é de uma escola americana que pediu que os alunos desenvolvessem asas capazes de voar. No início do projeto, o professor falou para os jovens: “Em 24 de março, vocês vão estar na frente dos seus colegas, pais e uma banca de engenheiros. Vão dizer: ‘Esse é o nosso design de asa, esse é o que a gente recomenda e essa é a razão’. Vocês vão ter dados, gráficos, uma apresentação e regras”. Veja vídeo, em inglês, que mostra os professores combinando como será a avaliação do projeto.
Os alunos precisaram estudar matemática, física e bases de engenharia para as asas funcionarem. E funcionaram. Ao fim, um dos jovens que participou do projeto falou: “É muito melhor fazer uma coisa sua. Se o professor te diz como fazer, você pode se lembrar disso depois de duas semanas. Se você descobre como fazer, você vai se lembrar disso a vida toda”, afirmou o rapaz. Para Klein, essa é a essência do aprendizado baseado em projetos.Ainda de acordo com a especialista, é possível trabalhar com essa abordagem em qualquer disciplina e em qualquer idade, mas o trabalho é muito maior quando vários professores estão envolvidos em um mesmo projeto. Para quem está interessado em começar, o Buck Institute for Education, uma associação norte-americana especializada em disseminar práticas desse tipo de aprendizagem, fez um diagrama explicando os pré-requisitos para um bom programa de aprendizagem baseada em projeto. Conheça os oito os pontos principais.

www.bie.org

Ter conteúdo relevante. O objetivo da abordagem é trabalhar os conceitos-chave das disciplinas acadêmicas a partir de um projeto.
Desenvolver habilidades para o século 21. Ao longo do projeto, os alunos deverão buscar uma resposta a um problema. Para isso, eles deverão buscar referências em diferentes fontes de informação, precisarão de pensamento crítico, habilidade de resolução de problemas, colaboração e várias formas de comunicação – habilidades mais refinadas que a simples memorização.
Ter expírito de exploração. Isso faz parte do processo de aprender e criar algo novo com curiosidade e motivação.
Organizar-se em torno de questões abertas. Aqui o foco está em estimular o aprendizado mais aprofundado, debates, desafios e problemas.
Criar a necessidade de saber. O fato de ter que apresentar um produto ao fim de um período serve também para criar a expectativa de aplicar o que se está aprendendo e fazer com que os alunos criem laços com seu trabalho.
Dar oportunidade de voz e escolha. Os alunos aprendem a trabalhar independentemente e assumir riscos quando eles são instados a fazer escolhas e mostrar sua voz. Isso faz com que aumente também o engajamento dos estudantes.
Incluir processos de revisão e reflexão. Os estudantes aprendem a dar e receber feedback para melhorar a qualidade do produto no qual estão trabalhando.
Apresentar para o público. Ao mostrar o produto de seu esforço para outras pessoas, pessoalmente ou on-line, aumenta-se a motivação dos alunos a fazerem trabalhos de melhor qualidade.
Veja mais em http://www.bie.org/about/what_is_pbl.

Lanches saudáveis para as crianças

 http://www.falecomanutricionista.com.br/
Lanches saudáveis para as crianças:
As aulas das crianças começaram e lá vem a dúvida: o que colocar na lancheira da meninada? Perguntaram lá no Facebook (já curtiu minha página, hein?) e vim aqui dar diquinhas fáceis e gostosas sobre o assunto. Bóra deixar essa criançada bem alimentada e feliz? Porque quem come melhor é mais feliz, sim!
  • A alimentação deve ser adequada durante todo o dia. No período em que está na escola, é importante consumir alimentos energéticos, ou seja, fontes de carboidrato. Porém, deve-se priorizar os do tipo complexo, que irão garantir glicose para o cérebro, que está em intenso funcionamento, e também para o resto do corpo durante um período maior e evitar os carboidratos simples que, apesar de também serem fontes de glicose, é rapidamente aproveitada e não mantida.
  • É essencial também oferecer frutas e vegetais. São fontes de fibras, vitaminas e compostos bioativos que ajudam na regulação do organismo.
  • Outro nutriente importante são as gorduras chamadas reguladoras e que auxiliam no sistema imunológico, funcionamento cerebral e resposta inflamatória. Elas estão presentes nas castanhas e oleaginosas.
  • É preciso ter cautela com a utilização dos sucos, principalmente os industrializados. Em sua maioria eles contém aditivos e conservantes de difícil metabolização. É sempre preferível, então, optar pelas frutas, por oferecerem nutrientes em sua forma ideal.
O que colocar na lancheira

Um exemplo de lanche prático e saudável seria uma salada de frutas com granola e castanhas. E porque não oferecer mini cenouras? Os pequenos adoram. Não deve-se ter medo de ousar, e ousadia hoje, é se alimentar de maneira simples e natural.
Beijos, Carol!

IDÉIAS - Fazendo fantoches

 http://pedagogiccos.blogspot.com/
Repassando ótima idéia do Blog Pedagógicos.
Fazendo fantoches:





O Cuidado Ajuda a Reatar Laços

 http://saudementalrj.blogspot.com/
O Cuidado Ajuda a Reatar Laços:
Esta cartilha é fruto de um trabalho que vem sendo desenvolvido pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) e a Coordenação de Saúde Mental da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil (SMSDC), por meio do diálogo com agentes comunitários de saúde e profissionais dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF). Nas oficinas de capacitação realizadas surgem a ideia e o desejo de colocar em palavras a experiência de vida e trabalho dos agentes comunitários no lidar com a violência que de tantas formas atravessa suas vidas, a vida de amigos e familiares.
Sofrimento, angústias que não eram vistos, seja por negligência, seja pelo desconhecimento, hoje já podem ser compreendidos como uma questão pública de saúde e que nos colocam a todos, gestores, profissionais e educadores em busca de soluções.
Poder perceber como a violência afeta a todos, não apenas no corpo, mas na nossa saúde mental, indicando sutilezas que poderiam passar despercebidas, é um grande mérito deste material.
De forma objetiva e clara são apresentadas diferentes formas de violência - umas óbvias e outras nem tanto assim. Para estas últimas, a necessidade de um olhar mais treinado, mais cuidadoso, mais experiente e atento e que este trabalho busca destacar, indo além: através de histórias de vida ilustra como uma situação pode enredar diversas outras que, se apreciadas de forma isolada, não teriam o mesmo sentido quando se compreende o contexto no qual o comportamento se manifestou.
Assim são as histórias de dona Nair e de Carlos, personagens que de forma diferente, mas complementar, trazem luz sobre esse jogo intrincado de sentimentos, emoções e sintomas.
Não bastasse o diálogo franco e direto com o leitor, a cartilha oferece ainda ideias, orientações e dá dicas relevantes, que com certeza serão fundamentais no trabalho diário dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), assim como aponta para a estruturação da Rede de Saúde Mental em nossa cidade, apresentando as diferentes possibilidades de acolhimento na nossa rede de saúde.
É importante destacar que apesar desta cartilha ter sido construída para nossos agentes comunitários, ela pode ser lida por qualquer outra pessoa interessada pelo assunto, pois as discussões aqui apresentadas estão adequadas ao momento atual no qual o tema ‘violência’ extrapola o debate dos especialistas da saúde e agrega outros campos como da segurança pública, direitos humanos, entre outros.
Para concluir gostaria de falar do prazer de ter compartilhado desse projeto e da parceria com o CICV e ter podido comprovar ao longo desta gestão (2009-2012) os significativos avanços no cuidado às vítimas de violência no Rio de Janeiro.
Pilar Belmonte
Coordenadora de Saúde Mental da
Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil (SMSDC

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Projeto Olhar Brasil prevê assistência oftalmológica para criança em idade escolar

 http://www.blog.saude.gov.br/
Projeto Olhar Brasil prevê assistência oftalmológica para criança em idade escolar:

Foto: Corbis Images
Problemas de visão podem dificultar o aprendizado e o desenvolvimento das crianças. Por isso, o projeto Olhar Brasil do Ministério da Saúde atua na identificação e na correção de problemas de visão de crianças da rede pública de ensino, vinculadas ao Programa Saúde na Escola. Entre as ações, o Ministério da Saúde oferece tratamento oftalmológico integral, além de ampliar por meio de cadastro nacional a quantidade de estabelecimentos disponíveis para atendimento no país.
Em Ribeirão Preto, cidade do interior do estado de São Paulo, o projeto vem ajudando diversas crianças. Roberto, de apenas sete anos, reclamava de dores de cabeça e dificuldade de enxergar. Com a ajuda do projeto, a agricultora Daniela Schnals, mãe de Roberto, consultou o menino que hoje usa óculos e não sente mais dificuldades para enxergar. “Em menos de dez dias eu consultei ele e já peguei o óculos. Foi bem rápido. Ele está muito melhor. O desenvolvimento na escola já melhorou muito, então foi muito bom.”
O coordenador de Média e Alta Complexidade do Ministério da Saúde, José Eduardo Fogolin, fala da importância desse projeto para as crianças em todo o país. “Você consegue atingir em idade escolar a criança, identifica em sala de aula, já oferta a consulta, e oferta óculos corretivo para que essa criança possa voltar ao seu dia a dia normal, a enxergar adequadamente, a aprender adequadamente e ter um desenvolvimento social e educacional adequado com a formação dela.”
José Eduardo Fogolin detalha como os prefeitos e secretários dos municípios devem proceder para aderir ao Projeto Olhar Brasil. “Ele tem que ter o público-alvo, ele tem que estar aderido ou ao Programa Saúde na Escola, ou ao Programa Brasil Alfabetizado. Se ele já tem a adesão pela Atenção Básica por esses programas, ele encaminha para o Ministério da Saúde essa adesão e quais são os serviços que vão realizar o atendimento oftalmológico. Bastando isso, ele recebe o recurso para fazer o Projeto Olhar Brasil.”
O Projeto Olhar Brasil foi criado em 2007 em uma parceria entre os Ministérios da Saúde e da Educação.
Fonte: Amanda Mendes / Web Rádio Saúde

IDÉIA - Alfabeto para Educação Infantil

 http://edu-infantilcriativa.blogspot.com/
Alfabeto para Educação Infantil:
Esse alfabeto permiti que as crianças possam brincar com ele, também podem trazer figuras e objetos para acrescentar nas letras, fica super divertido e lúdico. É só deixar na altura dos pequenos e a brincadeira vai rolar solta.




ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL É ALIMENTAÇÃO SUSTENTÁVEL

 http://elosdasaude.wordpress.com/
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Enquanto a fome, a desnutrição e também a obesidade impõem-se como desafios à saúde pública global, mais de um bilhão de toneladas de comida são desperdiçadas a cada ano, em todo mundo, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). Diante deste cenário, repensar as relações de produção e consumo de alimentos é essencial para a promoção de uma sociedade mais saudável, justa e sustentável. Com esses objetivos, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura  (FAO) lançam nesta terça-feira, dia 22 de janeiro, a campanha global contra o desperdício de alimentos Pensar. Comer. Preservar. Diga não ao Desperdício.
Com o slogan “Reduza a sua pegada alimentar” – um trocadilho com a expressão “pegada de carbono, que se refere à emissão de gases de efeito estufa – a campanha busca difundir a noção da alimentação como um ato sustentável (em português, o slogan foi traduzido para “Diga não ao desperdício”). Além de promover a conscientização da sociedade, a proposta é difundir informações e dicas práticas que ajudem a evitar o desperdício, reduzir o impacto ambiental e poupar recursos.
O portal da campanha traz referências para reflexão, dicas de alimentação e contra o desperdício.
O portal da campanha traz referências para reflexão, dicas de alimentação e contra o desperdício.
A campanha é um dos resultado da Conferência  das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. Durante o evento, chefes de Estado aprovaram o lançamento de uma série de iniciativas para incentivar a produção e o consumo sustentáveis de alimentos, considerando a necessidade de alimentar uma população global em crescimento e de reduzir o impacto ambiental.
“Em um mundo de sete bilhões de pessoas, que até 2050 deve abrigar nove bilhões de seres humanos, desperdiçar comida não faz sentido – econômica, ambiental e eticamente. Quando desperdiçamos comida, toda a terra, água, fertilizantes e mão de obra envolvidos na produção de alimentos s é desperdiçada também – sem mencionar a emissão de gases de efeito estufa produzidos pelo transporte desses insumos e pelos alimentos que entram em decomposição depois de serem jogados fora”, dispara o diretor executivo do PNUMA, Achim Steiner. E o diretor geral da FAO, o brasileiro José Graziano da Silva, completa: “Nas regiões industrializadas, quase metade da comida descartada, cerca de 300 toneladas por ano, ainda está própria para o consumo. Esta quantidade é equivalente a toda a produção de alimentos da África Subsaariana, e suficiente para alimentar 870 milhões de pessoas”.
postal da saúde: alimentação saudável 
Reduza a sua pega alimentar: Diga não ao desperdício!
Para quem deseja participar da iniciativa e se engajar em uma alimentação saudável e sustentável, uma dica é o livro 33 Surpresas Incríveis – Receitas Saudáveis de Aproveitamento Integral de Frutas, Legumes e Verduras, publicado pela Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro (SMSDC-RJ) e disponível para download. Além de sugestões de pratos saudáveis e saborosos, a publicação traz orientações sobre como evitar o desperdício caseiro nos processos de compra, higienização, preparo e conservação dos alimentos.
Conforme define o prefácio da obra, “o livro expressa o empenho de nutricionistas da rede municipal de saúde em desenvolver práticas de saúde criativas na busca de uma nova forma de diálogo com a população. Por meio de vivências culinárias, ousaram, experimentaram e possibilitaram descobertas em relação à alimentação com degustações de preparações e distribuição de receitas saudáveis”.
O livro está organizado em duas partes. O primeiro capítulo, Preparações com Legumes e Verduras, traz receitas com abóbora, abobrinha, agrião, berinjela, beterraba, cenoura, chuchu e couve-flor. O segundo, Preparações com Frutas, ensina a criar sucos, refeições e sobremesas com abacaxi, banana, laranja, maçã, manga, maracujá, melão e melancia. O material inclui, ainda, dicas sobre como evitar o desperdício caseiro nos processos de compra, higienização, preparo e conservação dos alimentos.
Saiba mais:

FIQUE SABENDO - Maconha

Série especial mostra os efeitos negativos das drogas no organismo.

Foliculite tem aparência semelhante à acne, mas ocorre em local diferente

 http://g1.globo.com/

 Foliculite tem aparência semelhante à acne, mas ocorre em local diferente
Lesões da foliculite são mais comuns nas costas, coxa, nuca e nádegas. Já a acne, causada pela oleosidade, aparece mais no rosto, tronco e colo.

VAMOS TODOS CONTRA A DENGUE ENTRE NESSA GUERRA

 http://otics-iraja.blogspot.com/
VAMOS TODOS CONTRA A DENGUE ENTRE NESSA GUERRA:
O dengue é uma doença infecciosa causada por um vírus. O dengue clássico se inicia de maneira súbita e pode ocorrer febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores nas costas. Às vezes aparecem manchas vermelhas no corpo. A febre dura cerca de cinco dias com melhora progressiva dos sintomas em 10 dias. Em alguns poucos pacientes podem ocorrer hemorragias discretas na boca, na urina ou no nariz.


Saiba como evitar:

• Evite deixar plantas em vasos com água, substituindo a água por terra.

• Troque semanalmente a água dos vasos das plantas e lave com uma escova ou pano os pratinhos que acumulam água.

• Lave as jarras de flores para eliminar os ovos dos mosquitos que ficam grudados nas suas paredes.

• Para não acumular água, as latas devem ser furadas antes de jogadas fora.
• As garrafas vazias devem ser guardadas de boca para baixo.

• Lave os bebedouros dos animais com escova ou bucha e esvazie-os à noite, sempre que possível.

• Pneus velhos devem ser mantidos em lugares cobertos para não acumular água da chuva.
• Os poços, tambores, caixas d´água, cisternas e outros depósitos de água devem estar sempre tampados.

• O lixo caseiro deve estar ensacado e posto à disposição da limpeza urbana nos horários previstos.



segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

IDÉIAS - Moldes para Patch Aplique

 http://www.dicaspramamae.com/
Boas idéias são repassadas.
Moldes para Patch Aplique:
Oi mãezinhas!!

Eu trouxe mais alguns moldes que acho lindinhos para vocês fazerem patch em fraldas, com feltro, EVA ou como quiserem usar. Estes moldes são da Jacirinha e são perfeitos! Bora por a mão na massa?
  





Para ampliar é só clicar em cima do molde. Bjão! Até a Próxima!!

Ministério da Saúde conta com Manual de Atenção à mulher na menopausa

 http://www.blog.saude.gov.br/

Foto: Image Source/Corbis
A jornada dupla de trabalho e filhos, somada a vida agitada nas grandes cidades, aumentam os sintomas da menopausa, momento em que a produção de hormônios no corpo das mulheres começa a diminuir e com isso, a menstruação fica irregular. Existem ainda outros sintomas que também passam a incomodar muitas mulheres, como mau humor, cansaço e ondas de calor. A adoção de hábitos de vida saudáveis antes mesmo de os sintomas surgirem pode ser a melhor saída para evitar indisposições. O Ministério da Saúde disponibiliza em sua página na internet um manual com orientações importantes que podem amenizar os incômodos dessa fase.
A coordenadora da Saúde da Mulher do Ministério da Saúde, Esther Vilela, conta que a primeira recomendação é ter uma alimentação saudável, evitando frituras e gorduras já que, após a menopausa, o colesterol da mulher apresenta tendência a subir: “Frutas frescas, verduras, legumes, aveia, gergelim, linhaça, outros grãos integrais, que têm muito cálcio, principalmente, que têm também isoflavonas e outras substâncias que são protetoras do corpo da mulher e deixar de lado, principalmente, o fumo e também controlar ou reduzir o consumo de álcool e, principalmente, atividade física regular ou prazerosa”, explica.
A coordenadora da Saúde da Mulher do Ministério da Saúde, Esther Vilela, ressalta que a menopausa é apenas uma fase que deve ser encarada com mais cuidados: “A menopausa não é uma doença. Nós não precisamos falar que menopausa é igual a tratamento, nós temos menopausa é igual orientações para uma vida saudável, para uma alimentação saudável, para um estilo de vida saudável. Alguns casos, restritos, vão precisar, talvez, do uso de alguns hormônios durante certo período de tempo, mas a principal abordagem é promoção da saúde e prevenção, lembrando que tem de fazer alguns exames, como elas já deveriam fazer também antes dessa fase de vida”, destaca.
Fonte: Hortência Guedes / Web Rádio Saúde

Inscrições para projetos de prevenção às DSTs em 2013 encerram-se nesta sexta (25)

 http://www.blog.saude.gov.br/
 
Organizações não governamentais que atuam na área de aids, outras doenças sexualmente transmissíveis e hepatites virais já podem se candidatar ao financiamento de ações de prevenção durante as comemorações do orgulho LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros). O prazo limite para envio das propostas foi prorrogado até 25 de janeiro. A iniciativa é do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, em parceria com o Escritório das Nações Unidas Sobre Drogas e Crime (UNODC). No total, será investido R$ 1.300 milhão. Os projetos devem ser realizados no período de abril a dezembro de 2013.
Serão priorizadas as propostas que contemplem as seguintes atividades:
  • Prevenção às DST/HIV/aids/HV e promoção à saúde da população LGBT;
  • Promoção da mobilização Fique Sabendo;
  • Estímulo à realização do teste e do diagnóstico precoce para HIV, sífilis e hepatites virais;
  • Estímulo à realização de ações voltadas para controle das hepatites virais.
Os novos prazos serão:
  • 25/01: Data limite de postagem da proposta;
  • 15/02: Data prevista da divulgação das propostas selecionadas;
  • 20/02: Data limite do recebimento dos recursos;
  • 22/02: Divulgação do resultado do julgamento dos recursos;
  • 25/02: Divulgação da lista final da seleção técnica;
  • 01/03: Data limite da postagem dos documentos.
As propostas devem ser apresentadas por organizações da sociedade civil com experiência mínima de três anos de atuação nas atividades especificadas no edital. O valor máximo de financiamento de cada proposta será de R$ 30 mil.