terça-feira, 1 de março de 2011

Sugestão de Leitura: Interdisciplinaridade

Sugestão de Leitura: Interdisciplinaridade: "


Confira o texto na íntegra sobre interdisciplinariedade .
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Enquete : #Educoencontro

Enquete : #Educoencontro: "
Educopedista,

Gostaríamos de saber a sua opinião para os nossos futuros educoencontros:

1ª opção - Horário das 10h às 13h

ou

2ª opção - Horário das 10h às 16h, com direito a vale refeição.

Desde já, agradecemos a participação de todos.
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Estude sem sair de casa

Estude sem sair de casa: "Ainda é tempo de investir em uma carreira: com os cursos a distância, você não precisa deixar as obrigações de lado e pode aumentar sua renda
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Com Bolsa Família, índice de crianças e adolescentes fora da escola cai 36%

Com Bolsa Família, índice de crianças e adolescentes fora da escola cai 36%: "no Portal Brasil (via Dr Rosinha)
O Bolsa Família reduz a evasão escolar em 36%, entre crianças de 6 a 16 anos, segundo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A proporção dos que não frequentam escola cai de 8,4% para 5,4% com o benefício. Os pesquisadores compararam populações semelhantes que recebem ou não o Bolsa Família, a partir de dados de 1999 e 2007"

“Evite sair quando ocorrerem chuvas fortes”

“Evite sair quando ocorrerem chuvas fortes”: "

Por Luiz Carlos Azenha*

O alerta do título é oficial e consta do site do Centro de Gerenciamento de Emergências de São Paulo. Equivale a uma rendição das autoridades paulistas e paulistanas às intempéries.

O CGE é o encarregado de dar os alertas sobre as chuvas e os possíveis pontos de alagamento na capital.

São Paulo dispõe, também, de um Sistema de Alerta a Inundações (SAISP), baseado no monitoramento de chuvas e da vazão de rios.

Os dados estão todos lá.

Mas falta a chamada 'vontade política'.

Dois exemplos básicos.

Estamos em setembro de 2001. Eu me encontro em Tóquio, no Japão, gravando um Globo Repórter. Recebemos a notícia de que um furacão se dirige à capital japonesa. Os primeiros efeitos da chuva testemunhamos na estrada, depois de visitar a ilha onde se produzem as famosas pérolas de Mikimoto.

Dado o alerta, a máquina começa a se movimentar. Operários aparecem com placas de madeira para cobrir janelas do primeiro piso. Apoios de madeira são colocados em torno das árvores mais vulneráveis. Carros de bombeiro e ambulâncias são colocadas em áreas estratégicas, protegidas do vendaval. Bombeiros descem com bombas de água até estações de metro, para evitar inundações. Está tudo lá, prontinho para a emergência. Assistimos à tempestade de dentro do hotel, com uma breve saída para gravação nas ruas. Assim que passa o furacão, os equipamentos são recolhidos, os reparos necessários começam a ser feitos pelas equipes da prefeitura e a vida em Tóquio volta ao normal.

Tudo bem, o Brasil não enfrenta o mesmo nível de emergências que o Japão (numa de minha viagens ao país, a título de elogiar o Japão, um comentarista da extinta TV Manchete começou seu comentário assim: 'Estamos nos confins do mundo. No Japão, terra de vulcões, furacões, terremotos e maremotos'. Juro por Deus que ele disse isso).

Mas se o Brasil não enfrenta tantas emergências quanto o Japão, o mesmo podemos dizer da Venezuela. Vamos a Caracas, em 2011, à prefeitura de Chacao, um dos municípios que compõem a Grande Caracas. Ali, no centro de emergências, na temporada de chuvas o monitoramento vai além de assistir ao transbordamento dos córregos: um sistema automático dispara alarmes para a população ribeirinha e, se for o caso, a polícia interrompe o trânsito na principal avenida de Caracas, a equivalente local da marginal do Tietê, antes que ela seja invadida pelas águas.

De que adianta ter um sistema de monitoramento se a gente não age a partir dele? 'Evite sair quando ocorrerem chuvas fortes', convenhamos, é digno de piada. E depois a gente ainda brinca com os lusos…

Será que os paulistas e paulistanos não merecem uma atenção especial, já que sabemos muito bem quais são os principais pontos de alagamento da cidade? Será que não dá para bloquear o trânsito antes dos transbordamentos, evitando mortes e perdas materiais?

Por onde anda o socialista Kassab, que não nos escuta?

*Matéria publicada originalmente no Viomundo



Sent from my iPad
Lucio Dias Filho
Projetistas Sem Fronteiras
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Imagens para o Carnaval

Imagens para o Carnaval: "


Vamos pintar o carnaval de todas as cores!

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Máscara de cão

Máscara de cão: "


Uma máscara de cão para colorir e decorar de forma a usá-la no Carnaval.

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Máscaras para colorir

Máscaras para colorir: "


Máscaras para usarem no carnaval, é só pintar e estão prontas a usar.


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Mascara de vaca para colorir

Mascara de vaca para colorir: "


Hoje partilho uma máscara de vaca para que deixem os vossos meninos pintarem livremente e usarem no desfile de carnaval

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Carnaval para colorir

Carnaval para colorir: "

Máscaras de Carnaval para colorir.

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Médico explica como identificar e tratar a dengue

28/02/2011 10h39 - Atualizado em 28/02/2011 12h49

FONTE - G1

 

Infectologista e consultor Caio Rosenthal trouxe informações sobre doença.
Criadouro é capaz de espalhar mosquitos por até 1 quilômetro de distância.

Do G1, em São Paulo
O infectologista Caio Rosenthal, do Hospital do Servidor Público Estadual e do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, explicou os cuidados que a população deve ter com a dengue, no Bem Estardesta segunda-feira (28).
Um criadouro é capaz de espalhar mosquitos por até um quilômetro de distância, deixando várias ruas e casas em risco, segundo a Vigilância Sanitária. A fêmea do Aedes aegypti chega a pôr 200 ovos por vez, todos muito pequenos e capazes de sobreviver até um ano em áreas secas à espera de água para eclodirem. Essa água pode ser suja ou limpa, até uma piscina com cloro – em quantidade insuficiente para impedir o desenvolvimento do inseto.
Dengue sintomas (Foto: Arte/G1)Arte/G1
No Tucuruvi, bairro de classe média da zona norte da capital paulista, foi encontrado foco de dengue em uma casa. Prova de que um simples pratinho de planta pode representar perigo. As larvas, que no começo ficam nadando, em semanas viram adultas e já podem picar as pessoas. Para quem gosta de plantas e quer mantê-las, é preciso ter cuidados como lavar frequentemente o pote e a raiz, onde os ovos costumam ser depositados.
Nas ruas, as larvas estão onde menos se espera: em copos, garrafas e plásticos descartados incorretamente pelas pessoas. De cada 20 pessoas contaminadas pelo vírus da dengue, uma ou duas ficam realmente doentes. Os sintomas levam, em média, uma semana para desaparecer e incluem dor na região frontal da cabeça, atrás dos olhos, no corpo e febre alta. Podem ocorrer, ainda, lesões pelo corpo, em órgãos como intestino, fígado e rins.
A dengue hemorrágica é a mais forte e mais comum quando a pessoa contrai a doença pela segunda vez. Além dos sintomas clássicos, pode haver dor de estômago, boca seca, manchas pelo corpo, sangue nas mucosas, nos olhos, na urina ou nas fezes.
Para o combate, são indicados repelentes com os princípios ativos picaridina ou DET, com concentração acima de 20%. No caso de famílias com crianças abaixo de 2 anos, a concentração ideal é de 10%.
Dengue no Brasil
Em 2010, o país registrou 1 milhão de casos de dengue, 15,5 mil deles graves. Este ano, até o dia 28 de janeiro, a doença já soma 26 mil casos (101 graves) e 12 mortes. A doença se torna ainda mais preocupante no verão, quando há condições mais favoráveis para a reprodução doAedes aegypti. Atualmente, 16 estados têm risco muito alto de epidemia, e a notificação de ocorrências graves e mortes é obrigatória em até 24 horas.
O ministério pretende fazer o monitoramento diário de óbitos e semanal de casos graves em 70 municípios considerados prioritários neste momento. Essas cidades foram definidas pelo Levantamento do Índice Rápido de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa), divulgado em dezembro de 2010. O indicador avaliou 178 cidades com alto índice de infestação pelo mosquito transmissor.

TELESAÚDE



 
O Telessaúde UERJ é composto pelo Laboratório de Telessaúde do Centro Biomédico e pelo Núcleo de Telessaúde do Hospital Universitário Pedro Ernesto.
Sua missão é organizar e implantar projetos em telemedicina e telessaúde nas áreas de teleassistência e teleducação, além de oferecer suporte a teleconferências e à edição de materiais para teleducação.
O Telessaúde, como polo aglutinador de profissionais da área de saúde, promove a utilização de tecnologias de informação e comunicação para a educação e serviços em saúde.
 Muitos cursos interessantes.
http://www.telessaude.uerj.br/site

Processo seletivo

Processo seletivo: "A Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro, em parceria com a OS Viva Comunidade, contrata os seguintes profissionais por tempo determinado para trabalhar no Plano de Contingência da Dengue para 2011: médicos e técnicos de enfermagem.
Carga horária: plantões fixos de 12 horas, de segunda a domingo.
Período: 30 dias (podendo ser [...]"

Resultado do Processo Seletivo para Agente Comunitário de Saúde e Defesa Ambiental – Teresópolis - Projeto SOS Região Serrana

Resultado do Processo Seletivo para Agente Comunitário de Saúde e Defesa Ambiental – Teresópolis - Projeto SOS Região Serrana: "Resultado da primeira fase do processo seletivo do concurso para agentes comunitátios de saúde e defesa ambiental para o 2° distrito de Teresópolis, realizado em 26/02/2011.
Veja aqui o resultado."

BLOCO: "o amor ė quem cura"

BLOCO: "o amor ė quem cura": "
Objetivo: espalhar e cantar sobre o amor, começando pelo amor próprio, o amor pelo seu semelhante, o divino amor pela família, pela sua comunidade, pela sua cidade... Queremos resgatar o carnaval do passado, das nossas avos, queremos passar que a cura, no seu sentido mais amplo não vem dos exames, das injeções, e sim do amor. Quem se ama ė curado e pode curar. Somos o primeiro bloco de uma unidade de saúde do rio de Janeiro, sabemos que não temos condições de fazer um grande carnaval, mas queremos espalhar essa idéia, no ano que vem seremos maiores, e no próximo maiores ainda, ate podermos ganhar as ruas do bairro e espalhar nossas mensagens.


Nome: BLOCO: 'o amor ė quem cura'
Carnaval: QUEM SE AMA PODE CURAR. CANJA DE GALINHA NÃO FAZ MAL A NINGUÉM.
Onde: comunidade do santa Marta
Quando: 04/03/2011 15:00


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Conduta no paciente com dengue com base na estratificação de risco - 2010/2011

Conduta no paciente com dengue com base na estratificação de risco - 2010/2011: "








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SE ESSA RUA FOSSE MINHA...EU ANDAVA, EU ANDAVA A PROCURAR

SE ESSA RUA FOSSE MINHA...EU ANDAVA, EU ANDAVA A PROCURAR: "Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Município do Rio de Janeiro, cria formulário eletrônico para o cidadão registrar informações sobre localização de possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti.

Descrição da localização - endereço, ponto de referência - é essencial para que a Prefeitura possa atuar.
A descrições como: rua xxxx, na altura do número yyy; próximo ao posto de gasolina xxxx, ao lado escola xxxx - serão úteis para identificação das áreas com risco para formação de criadouros do mosquito da Dengue.

A sua colaboração é muito importante para a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro poder fazer a sua parte.
O controle da Dengue depende de todos nós!

Faça sua parte, através do site:
http://www.saude.rio.rj.gov.br/nfd/Notificacoes.php
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Dengue:diagnóstico e manejo clínico: Criança

Dengue:diagnóstico e manejo clínico: Criança: "








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Nota técnica Dengue na Criança

Nota técnica Dengue na Criança: "










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CAMPANHA - Sem camisinha não dá