segunda-feira, 4 de abril de 2011

Como fazer uma guirlanda de Páscoa

Como fazer uma guirlanda de Páscoa: "

guirlanda de pascoa 8359


Vai receber a família e os amigos para a páscoa?


Dê as boas-vindas já na porta com essa guirlanda.


Aproveitei a mesma guirlanda do natal e adaptei com esse coelhinho que vi no blog All Sorts. Como o molde era pequenininho, para fazer brochinhos, aumentei e coloquei aqui para quem for fazer a guirlanda.



Guirlanda de páscoa


  • 1 guirlanda de isopor tipo bóia

  • 50g de lã

  • Fitas de cetim e botões

  • 1 retalho de feltro (2 vezes o tamanho do molde)

  • Manta acrílica

  • Fio invisível

  • Linha e agulha de bordado


Tempo

1 hora


O primeiro passo é, claro, baixar o molde e imprimir.



Esta é a bóia de isopor.


guirlanda de pascoa 7951


Vamos enrolar ela todinha com a lã…


guirlanda de pascoa 7952


Escolhi tunha usado uma linha dessas de bebê porque é fofinha, tem cores gostosinhas e esse detalhe prateado bem delicado, que achei que tinha tudo a ver com o Natal. Vai servir pra páscoa também!


guirlanda de pascoa 7953


Para facilitar, ao invés de trabalhar com o novelão, resolvi fazer alguns novelinhos de bolinha, para ficar mais rápido de lidar com ele indo e voltando em volta da bóia.


guirlanda de pascoa 7955


Não precisa ser perfeito! Só tem que cobrir todo o isopor.


guirlanda de pascoa 7956


Quando terminar, dê mais uma volta, passando a lã com maior espaço entre uma laçada e outra. Esse efeito ajuda a esconder um pouco os defeitinhos da cobertura de baixo.


guirlanda de pascoa 7958


Agora o coelho. Recorte o molde e prenda no feltro com alfinetes.


guirlanda de pascoa 8348


Você deve cortar 2 peças.


guirlanda de pascoa 8349


Primeiro, comece a juntar as duas peças de feltro. Usei um ponto alinhavado normal.


guirlanda de pascoa 8350


A cada ponta fechada, vá preenchendo com a manta acrílica.


guirlanda de pascoa 8351


Conforme for descendo o bordado, preencha todas as partes.


guirlanda de pascoa 8353


No final, ele fica assim:


guirlanda de pascoa 8354


Costure um botão como o olho…


guirlanda de pascoa 8355


… e termine colocando um laço bem bonito em cima. Esse eu fiz fitas que tinha sobrando aqui em casa e um botão infantil em forma de coelho. Uma dica para fazer esse tipo de laço você confere aqui.


guirlanda de pascoa 8357


Para prender o coelho na guirlanda, você pode usar uma linha comum ou fio invisível. Costure um pedacinho do fio na parte de trás do coelho e prenda o enfeite em um alfinete espetado na parte de trás da guirlanda.


guirlanda de pascoa 8358


Já pode pendurar!


guirlanda de pascoa 8359


Veja também:






"

Dar Tempo ao Tempo - Organização interna e pessoal

Erika de Souza Bueno Consultora-Pedagógica de Língua Portuguesa do Planeta Educação. Professora de Língua Portuguesa e Espanhol pela Universidade Metodista de São Paulo. Articulista sobre assuntos de língua portuguesa e família. Editora do Portal Planeta Educação (www.planetaeducacao.com.br).



Ampulheta com marcador azul de tempo
Quantos transtornos são causados quando não se dá ao tempo um tempo hábil para que as coisas sejam devidamente resolvidas. Quantos dos nossos alunos, filhos, amigos e parentes dão passos certeiros em direção ao incerto.
Quantas vezes negamos a nós o direito de chorar por algo que não deu certo e, no contraponto disso, quantas vezes negamos a nós o direito de cessarmos o choro, erguemos a cabeça e seguirmos em frente.
A cada tempo, uma nova realidade começa a ser moldada. Nada é hoje como foi ontem e nada será amanhã como o presente se tem mostrado, ainda que “um dia faz declaração a outro dia”, como diz determinado trecho bíblico ao nos alertar sobre a nossa responsabilidade de plantar para o amanhã.
O tempo precisa de tempo, de modo que consiga ter fôlego para existir por mais alguns momentos. É assim que acontece com pessoas que levam uma vida sedentária e, de uma hora para outra, precisam sair correndo para não perder o horário de algum compromisso.
A pessoa sedentária pode até correr, mas como não está preparada para tal, fica indisposta com maior facilidade, sente a respiração pesada e acha que vai morrer de tanto cansaço, ainda que a distância por ela corrida tenha sido ínfima.
Do mesmo modo ocorre também com pessoas que não sabem dar tempo ao tempo, não sabem respeitar os limites, as placas de “pare e reduza” que as estradas da vida nos mostram.
Quando “atropelamos o nosso tempo”, não conseguimos continuar e, ainda que por um acaso venhamos conseguir, eliminaremos qualquer chance de qualidade de vida, viveremos reclamando do “cansaço” e do desgaste que são causados quando não damos tempo ao tempo para que as coisas se acomodem.
Essas questões são muito delicadas de serem tratadas e, consequentemente, de serem aceitas por nós e, ainda, de terem espaço dentro de nós para, pelo menos, pensarmos com mais cuidado sobre elas.
São consequências do mundo moderno, o qual tenta impor a nós um fardo maior do que conseguimos carregar. Todos nós, independente de qual fase estivermos passando, precisamos parar um pouco às vezes e, ao fechar algum ciclo, temos, inevitavelmente, que organizarmos a grande carga de sentimento dentro de nós e, tal como numa “faxina”, descartar o que não poderá mais ser usado.
A grande diferença entre fazer uma faxina tradicional é que nela “objetos” que não estão mais aptos para o uso são descartáveis com grande facilidade e economia de tempo, o que difere muito quando temos que “descartar” sentimentos que estávamos acostumados a ter durante algum ciclo.
Esse tipo de “faxina” exige tempo de nós, de modo que consigamos elaborar a perda ou o encerramento de algo que, por quaisquer motivos, precisa ser finalizado.
Não dá para “atropelar” essa ordem, é algo que precisa ser resolvido por nós mesmos e, de modo semelhante, precisamos saber entender o tempo do outro, a necessidade que o outro tem para organizar-se interiormente.
Assim como num dia de faxina doméstica, a “casa” da pessoa que está no tempo de organizar-se fica, num primeiro momento, até mesmo irreconhecível, pois está dando ao tempo chances de organizar sentimentos e administrar frustrações.
Mas esse tempo termina e os resultados são excelentes, pois a casa, a nossa casa interior fica livre de questões mal-resolvidas, pois teve tempo hábil para ser remodelada.

Dicas para melhorar o rendimento escolar: Sugestão de leitura

Dicas para melhorar o rendimento escolar: Sugestão de leitura: "

Nossos estudantes, com raras exceções, não sabem estudar. Nem mesmo aqueles que chegam à universidade conseguiram se organizar como deveriam para desenvolver seus estudos. Não é raro perceber que muitos deles nem ao menos se preocupam em anotar as informações que são passadas em aula pelos professores...

Se não anotam o que lhes é passado diariamente em classe isso significa, na prática, que estão em descompasso com as práticas de estudo que esperamos que realizem. É certo que todas as orientações dadas na escola serão reaproveitadas futuramente em trabalhos, tarefas, projetos ou em avaliações.

Além disso, se o estudante não escreveu em seu caderno os conceitos e informações da aula, como poderá se orientar quanto às outras fontes utilizadas pelo professor em seu curso? Se as páginas dos cadernos estão em branco é pouco provável que esse estudante consiga identificar capítulos dos livros didáticos usados no curso ou que ele consiga saber ao certo o que, em cada um dos capítulos previstos em provas, realmente será utilizado.

Lembro um outro detalhe importante, ou seja, como podemos escrever a respeito de temas ou assuntos com os quais não temos muito pouca ou nenhuma familiaridade?

E olhem que estamos falando apenas do primeiro round dessa batalha incessante dos estudantes durante os seus anos de educação escolar. A postura em sala de aula é apenas um indício do despreparo de muitos e muitos alunos. A forma como se sentam nas cadeiras, a assiduidade, a pontualidade, a regularidade com que trazem os materiais requisitados para as aulas, o cumprimento dos prazos previstos para trabalhos e projetos e alguns outros indicadores comportamentais também nos levam a concluir que os alunos precisam urgentemente de orientações de estudo.

“As anotações o ajudam a prestar mais atenção na aula e o estudo
posterior se torna mais fácil. Capricho e estética fazem uma boa
combinação e podem auxilia-lo na hora de revisar o conteúdo da prova.”
(101 Atitudes para o estudo inteligente)

Caberia a cada escola possuir orientadores educacionais que viessem a realizar esse trabalho com o apoio dos professores. O problema é que a maioria das escolas não conta com os serviços desse pedagogo especializado em orientação. Se não bastasse isso, os professores também não se preocupam em dar as devidas orientações de estudo a seus pupilos. Isso quando não constatamos que há professores que também não sabem estudar...

O livro 101 Atitudes para o estudo inteligente, dos autores Eliel Unglaub e Delton Lehr Unglaub, procura trazer informações que esclareçam e facilitem o estudo nas escolas brasileiras. Destina-se obviamente a educadores, estudantes e pais de alunos que procuram orientações de caráter prático que ajudem a melhorar o rendimento em nossas escolas.

O mais interessante de tudo isso é que os estudantes, por desconhecimento de causa, não percebem que estudar pode ser uma atividade prazerosa, instigante e valiosa. Para que isso aconteça é de fundamental importância que o aluno se dê conta de que estudar adequadamente só vai lhe trazer benefícios, tanto no presente quanto no futuro.

Sem estudar não será possível pleitear bons empregos. Se não estivermos bem posicionados profissionalmente é pouco provável que tenhamos o conforto que aspiramos para nossa vida pessoal. Ao não estudar fecham-se portas que nunca mais serão abertas. É melhor pensar nisso quando ainda estamos na escola para que não tenhamos que correr atrás do prejuízo quando formos adultos.

“Estudar exige um pouco de paciência, mas, além disso, muita força
de vontade. O estudante precisa dominar algumas técnicas para que
o aprendizado seja feito com o máximo de eficiência e o mínimo de
tempo. O tempo é um bem precioso, de valor incalculável. Seu uso
precisa ser planejado e muito bem utilizado”.
(101 Atitudes para o estudo inteligente)

Conheço casos de pessoas que tiveram várias oportunidades de estudar, de obter um diploma, de concluir cursos universitários e de, consequentemente, ter uma vida futura tranqüila. Como não aproveitaram suas chances, tiveram que perambular por empregos que não lhes davam benefícios como bons salários, estabilidade, férias, seguro-saúde,...

Tornaram-se funcionários desqualificados que poderiam ser dispensados a qualquer momento ou que teriam que se contentar com condições pouco adequadas de trabalho. Se a falta de qualificação pode ocasionar todos esses contratempos, imaginem então que freqüentar escolas, nos diversos níveis, e não aproveitar os estudos também tem efeitos colaterais.

Se concentrarmos nossas atenções apenas no mercado de trabalho veremos que as empresas contratam não apenas pessoas que possuem diplomas e especializações, mas principalmente aquelas que demonstram iniciativa, têm poder de concentração, são eficientes, mostram-se criativas, procuram sempre resolver os problemas que aparecem e que conseguem se entrosar bem com as equipes nas quais estão inseridas.

Essas habilidades e conhecimentos são adquiridos a partir da vida escolar dos estudantes desde os primeiros passos que são dados na educação infantil até a formação universitária. Dependem da presença e disponibilidade dos pais em auxiliar seus filhos. Tem relação direta com o empenho e o preparo dos professores que estiveram com esses estudantes. E, principalmente, compreendem um esforço permanente por parte dos próprios alunos.


“A primeira coisa a fazer antes de começar a estudar é organizar todos
os seus materiais. A organização é importante porque ajuda você a se
‘achar’ dentro do ambiente e espaço que você determinou para seus
momentos de estudo. Os livros, os cadernos, as canetas, os lápis, apontador,
borracha, régua e outros ‘equipamentos’ devem estar ao alcance
das mãos para facilitar sua produtividade na hora do estudo”.
(101 Atitudes para o estudo inteligente)

Quando digo que o estudo pode ser instigante quero dizer que se o professor souber cativar seus estudantes, desafiando-os para a construção de seus saberes e requisitando a participação efetiva deles em suas aulas criam-se elementos que conduzirão esses estudantes, necessariamente, para o conhecimento.

O estudo se torna um prazer para o estudante a partir do momento em que se criam condições de trabalho que permitam o bom desenvolvimento dessa atividade e também desde o instante em que o aluno compreenda como aquele conhecimento pode lhe ser útil em sua vida cotidiana. Se esses elementos não forem percebidos pelos pupilos é pouco provável que eles venham a se interessar pelo exercício do estudo.

O ritmo de trabalho e as especificidades do trabalho são muito particulares a cada estudante. Há, no entanto, uma série de hábitos, dicas e técnicas que podem facilitar o estudo. É esse o foco da obra 101 Atitudes para o estudo inteligente. Além dessas orientações de caráter prático, os autores também se preocuparam em elaborar uma lista de itens que podem auxiliar o estudante em sua busca de motivação nos estudos e ainda sugestões que permitam aos mesmos aprimorar-se nessa imprescindível atividade.

Há, evidentemente, alguns chavões ou lugares-comuns que se tornaram comuns nas recomendações que são dadas aos estudantes ou aos pais durante as reuniões bimestrais, como por exemplo:- Escolha o lugar mais apropriado para estudar, planeje o tempo de estudo, faça perguntas em aula para seus professores, mantenha sua agenda de compromissos atualizada, faça anotações organizadas das aulas...

“Muitos professores consideram a presença e a participação em sala de aula
relevante na hora de avaliar as notas finais. E como eles avaliam isto?
Normalmente pelo número de faltas e pela exposição que o aluno faz
de sua imagem em sala. As perguntas feitas normalmente mostram o
interesse e participação ativa do aluno em classe”.
(101 Atitudes para o estudo inteligente)

Mas, mesmo no caso das informações de uso corrente são dadas explicações que adicionam novos dados e dicas ao conhecimento dos professores, pais e também dos alunos para que melhorem o rendimento nos estudos. Além das informações que já são de conhecimento geral, os autores também apresentam outras práticas, relacionadas ao estudo, que ajudam (e muito) a enriquecer a preparação dos estudantes, como por exemplo: participar de eventos e debates; realizar pesquisas regulares nas bibliotecas para complementar informações; relacionar os assuntos estudados a outros trabalhados anteriormente; ler jornais e revistas com regularidade; buscar a eficiência nos estudos...

101 Atitudes para o estudo inteligente é um livro bastante objetivo quanto a seus propósitos, tem linguagem ágil que permite leitura rápida e foi editorado como um autêntico manual do escoteiro destinado aos estudantes. Apresenta as orientações e convida todos os participantes da comunidade escolar a adotá-las. Se irão ou não usar esses conhecimentos é impossível prever, porém sabemos que é muito saudável cultivar tais hábitos e práticas... Esperamos apenas que as receitas do livro não sejam esquecidas e que, se possível, algumas delas venham a ser utilizadas mais frequentemente nas escolas brasileiras...


Por João Luís de Almeida Machado
"

Dinâmica “quebra-gelo” para o início das aulas

Dinâmica “quebra-gelo” para o início das aulas: "

images (1)Dinâmica das balas

Essa dinâmica destina-se a coletar informações sobre seus alunos logo que as aulas se iniciam e também pode ser usada para “quebrar o gelo”em grupos que ainda não tiveram contato, pois reconhecendo gostos e hábitos semelhantes aos seus os alunos ou participantes irão sentir-se mais confortáveis.

Como preparar

Abra um documento do word e insira uma tabela com o número de colunas igual a 1 e o número de linhas correspondente ao número de participantes da brincadeira.

Em cada linha da tabela coloque uma pergunta, você poderá usar as sugeridas no final dessa postagem ou qualquer outra informação que queira obter de seus alunos no primeiro dia.

Imprima e corte em tiras, depois dobre até ficar um quadradinho bem pequeno.

Compre balas de vários sabores e coloque-as num saquinho ou caixa onde eles não poderão ver o conteúdo. Cole com fita crepe uma pergunta em cada bala.

Como jogar

Com os alunos em círculo, apresente o saquinho ou caixa ao primeiro aluno à sua esquerda. Ele deverá pegar uma bala e ler a pergunta em voz alta para toda a classe e depois respondê-la.

Você pode adicionar umas balas com dizeres diferentes, caso queira também sortear algumas lembrancinhas nesse primeiro dia. Veja abaixo algumas sugestões de perguntas.

Sugestões de perguntas para incluir na brincadeira

Pessoais

Descreva sua família. / Você tem animal de estimação? Fale sobre ele. / Quais são seus programas de TV favoritos? / De que tipo de música você gosta? Fale sobre o assunto. / Quem é seu melhor amigo e por que você o considera assim? / Qual seu gênero favorito de filmes?

Hábitos

O que você faz no final de semana? / Qual o seu hobby? / Você coleciona alguma coisa? / Com que frequência usa a internet? / O que faz em seu horário livre durante a semana? / Pratica algum esporte? Fale sobre isso.

Escola

Qual a matéria que gosta mais? / Em que matéria tem mais dificuldade? / Qual a menor nota que já tirou? Por que você acha que isto aconteceu? / Você já colou na prova? Conte como foi. / Você faz sua lição de casa em dia. Se não, por quê? / O que vai estudar quando terminar o segundo grau? / Que tipo de profissão vai escolher?

Outras sugestões

Você pode usar sua criatividade, e se for professor de idiomas essas perguntas podem estar no idioma ensinado. Também poderá usar essa brincadeira para uma revisão oral antes de uma prova de história, geografia, ciências, etc. Fica a cargo da sua imaginação adaptar essa atividade, e depois pode dividir conosco o resultado.

aa_zailda

"

Paulo Freire

Paulo Freire: "
“É preciso e até urgente que a escola vá se tornando em espaço escolar acolhedor e multiplicador de certos gestos democráticos como o de ouvir os outros, não por puro favor,mas por dever, o de respeitá-los, o da tolerância o do acatamento às decisões tomadas pela maioria a que não falte contudo o direito de quem diverge de exprimir sua contrariedade”.(Paulo Freire,Professora sim, tia não, p.91).
"

PARCERIA EDUCOPÉDIA E KHAN ACADEMY

PARCERIA EDUCOPÉDIA E KHAN ACADEMY: "

A EDUCOPÉDIA, A KHAN ACADEMY E VOCÊ...

TODOS JUNTOS PELA EDUCAÇÃO!

'A Educação não é obra de solistas; ou se orquestra, ou não ocorre.'

(Batista e Codo)

Como sabemos, a Educopédia é uma plataforma colaborativa on-line de aulas digitais, onde
alunos e professores de qualquer lugar do Brasil e do mundo podem acessar atividades pedagógicas diversificadas.

A Khan Academy é uma organização educacional sem fins lucrativos, que já prevê uma coleção de mais de 2.000 cursos online, que cobrem principalmente a matemática e também outras áreas como astronomia, economia, finanças, história e química.

Como ambos procuram oferecer aulas gratuitas para todos, em qualquer lugar e a qualquer hora, nada mais lógico que se criar uma PARCERIA! Por isso, brevemente os tutoriais da Khan Academy estarão disponíveis em uma academia de Khan Channel em Português e também serão incorporadas às lições da Educopédia.

No entanto, precisamos de VOLUNTÁRIOS (pessoas, organizações, etc) que possam colaborar na tradução do material.

Para saber mais sobre essa parceria, e/ou para contribuir voluntariamente com a tradução dos materiais disponibilizados pela Khan Academy, entre em contato com a coordenadora Paula Regina pelo email paulaprms@yahoo.com.br .







Fonte : RioEduca - Postado por Cynthia Caputo Macedo

"

EXPERIÊNCIAS NO ENSINO DA ARTE (III)

EXPERIÊNCIAS NO ENSINO DA ARTE (III): "


Proposta de trabalho da professora Carla Regina da E. M. Professor Gilberto Bento / 9a.CRE neste primeiro semestre de 2011 (*).

'Acredito na arte como produção de sentido! A arte de viver é a forma de executar com habilidade e imaginação o exercício do dia a dia, e encontrar o espaço e o território da alegria.'




Trabalho inspirado na marchinha de carnaval 'Olha a cabeleira do Zezé'





'A Escola Municipal Professor Gilberto Bento acolheu o ano letivo de 2011 de braços abertos, em um ato próprio de afeto, de cuidar, de dar colo com desprendimento, espontaneidade e espirituosa manifestação de alegria.'



Professora Carla, à direita da foto, abraçada pelo trabalho 'Colo'


'O mural feito em forma feminina e braços gigantes, preenchidos pelos alunos de bolinhas de jornal, pode ser manipulados pelas turmas, que podem percebem-se envolvidos e protegidos, serve para dimensionar a escola como um espaço de interação e de vivencias de aprendizagem significativa.'



Trabalho inspirado na obra de J. Carlos



'Alegria e espontaneidade que faz pensar o sentido terapêutico da arte é a tese dos trabalhos com a proximidade do carnaval.'

'Analise das obras de J. Carlos: Os personagens do carnaval carioca, assim como as formas sutis e belas das mulheres que comovem e confirmam a identidade de nossa cidade como um verdadeiro palco. E assim pensar e comemorar o aniversario do Rio de Janeiro. Identificar o genial cartunista, ilustrador, poeta do humor carioca, artista sensível aos detalhes da sociedade daquela época. E Como as riquezas de detalhes suas charges marcam o ritmo da festa a beleza da cidade. Os desenhos de pierrôs colombinas, malandros , foliões e defensores de um tempo que através do talento e versatilidade de J. Carlos idealizamos um espírito de harmonia e romantismo. Esses personagens mascaram os sonhos e fantasias com muito glamour e muita arte. 'Eita carioca danado!'d'

'Contextualizar as Artes como elo de motivação e reflexão do aluno em direção à sua autonomia, é uma maneira de despertar para as formas de apreender e aprender de fato.'

'Os alunos PEJA adoraram entender o significado do carnaval, sua história. Após explanação e debate com a professora de artes, entenderam esta pratica festiva como parte de um conjunto de manifestações do povo, cultura popular, assim como também um elemento para a industria turística e cultural. Ouviram várias marchinhas, esse ritmo que arrasta qualquer um para a folia, e focaram em uma delas para fazer artes. “Olha a cabeleira do Zezé”, música de João Roberto Quelly. Uma forma de brincar com prazer e atenção às diversidade que andam pelas cabeças, cor, linha, ponto, ritmo e volume... Códigos visuais!'

'Assim os territórios das artes vão se apresentando e conformando ao universo do aluno: O corpo, o chão, as paredes, a memória... Inicia-se o ano letivo.'


Carla Regina
Professora de artes visuais da E.M. Prof.Gilberto Bento da Silva / 9a.CRE



NOTA Conheçam mais sobre a escola E.M. Bento Silva na postagem de Marcia Cristina Alves (representante da 9a.CRE junto ao Rioeduca.net)


(*) Texto e fotos da professora Carla Regina enviados por e-mail

Postado por Imaculada Conceição M. Marins

"

FORMAÇÃO DE PROFESSORES: FUNDAÇÃO BIENAL DE SÃO PAULO E MAM-RJ (19/03/2011)

FORMAÇÃO DE PROFESSORES: FUNDAÇÃO BIENAL DE SÃO PAULO E MAM-RJ (19/03/2011): "

Capa do material educativo


Flashs do curso de 'Formação de Professores do Setor Educativo da Fundação Bienal de São Paulo' em parceria com o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM-RJ (19/03/2011).



Carlos Barmak apresentando a proposta ao público de arte educadores


'Esse encontro é decorrente do projeto 29ª Bienal de São Paulo – Obras Selecionadas, na qual encontram-e expostas (MAM-RJ) obras que fizeram parte da mostra em São Paulo.'









O encontro contou com a presença significativa de arte-educadores da rede (SME-RJ) entre os de outras instituições



Material educativo que os professores receberam



Outros flashs... Outros olhares...



Luiz Guilherme Vergara (MAM-RJ)


'A Formação em Arte Contemporânea tem como principal objetivo discutir questões da arte contemporânea e seu ensino, além de apresentar os conceitos da 29ª edição.'





Arte-educadoras (artes visuais) da rede - PCRJ/SME-RJ







Informações:
Núcleo Experimental de Educação e Arte

Contato: 55 21 2240 4948

educacao@mamrio.org.br
nucleoexperimental.blogspot.com
www.mamrio.org.br


Representante da SME-RJ: Jacqueline Mac-Dowell

Fotos: Imaculada Conceição

Postado por Imaculada Conceição M. Marins



"

domingo, 3 de abril de 2011

ESCOLA

É o lugar onde se faz amigos;
não se trata só de prédios, salas,
quadros, programas, horários, conceitos...
Escola é, sobretudo, gente,
gente que trabalha, que estuda,
que se alegra, se conhece, se estima.
O diretor é gente, o coordenador é gente,
o professor é gente, o aluno é gente,
cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhor
na medida em que cada um
se comporte como colega, amigo, irmão.
Nada de "ilha cercada de gente por todos os lados".
Nada de conviver com as pessoas e depois descobrir
que não tem amizade a ninguém,
nada de ser como o tijolo que forma a parede,
indiferente, frio, só.
Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar,
é também criar laços de amizade,
é criar ambiente de camaradagem,
é conviver, é se "amarrar nela"!
Ora, é lógico...
numa escola assim vai ser fácil
estudar, trabalhar, crescer,
fazer amigos, educar-se,
ser feliz.
Paulo Freire
Boa semana a todos e todas.