quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

10 dicas para manter o peso nas festas de fim de ano...

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10 dicas para manter o peso nas festas de fim de ano...:

Você batalhou o ano todo para manter a boa forma. Evitou massas, refrigerantes, fez dietas, foi à academia, se exercitou perto de casa, bebeu muita água, fez tratamentos estéticos e manteve o olho na balança. Até então você fica super-focado em seus objetivos, seguindo tudo à risca... E como resistir se são tantas as comemorações, num curto período de tempo: amigo secreto, confraternização do trabalho, dos amigos da faculdade e as festas de final de ano com a família: a comilança começa dia 24 e se estende até o dia 27 ou 28 (é tanta comida, que sobra para os dias seguintes), e retomando no dia 31 e começando o ano no dia 01 de janeiro. Com a chegada de dezembro, vai colocar tudo a perder?
É aí que mora o perigo... O que seria mais uma promessa de que o ano seguinte seria diferente, você acaba perdendo o foco, e pior, ganhando aqueles quilinhos a mais, e uma alta estima lá no pé. Começa tudo de novo, todo ano a mesma coisa... Que tal fazer diferente?
1.      Especialistas em comportamento afirmam que para mudanças de hábito, é necessário que você repita tal atitude por pelo menos 15 vezes. E que um simples “escorregar” faz com que você perca todo esforço, pois temos a tendência de fazer o que é mais fácil e rápido. Em primeiro lugar, lembre-se de que este não é o último “dezembro” da sua vida. Será que vale à pena?
2.      Uma hora antes da ceia, que tal uma salada de frutas com granola, ou ainda 1 copo de suco de frutas? Não coma tudo o que estiver sendo servido de uma vez só. Faça seu prato com a quantidade necessária para sua satisfação. Lembre-se do dia seguinte!
3.       A sugestão para manter algumas preparações mais leves é sempre trocar os ingredientes: no lugar da maionese utilizar pasta de soja (o salpicão fica uma delícia) ou iogurte desnatado. Use e abuse também das ervas. Além de dar aquele sabor, você de quebra retira todos os realçadores de sabor, gorduras e toxinas do seu cardápio.
4.      Não abre mão da rabanada nas festas de final de ano? Que tal substituir o leite por leite de coco e assá-lo ao forno? Fica igualmente crocante...Finalize com canela e um pouco de açúcar demerara.
5.      Regra de ouro 1: evite as preparações fritas e empanadas, faça a opção pelas assadas e grelhadas. Comece também pelas saladas (principalmente os verdes escuros), assim você fica mais saciado, consegue driblar a gula, aquela fome devastadora e de quebra ajuda seu organismo na eliminação de toxinas.
6.      Regra de ouro 2: não abre mão da bebida alcóolica? Se quiser manter o corpinho em forma, reveze entre a bebida e a água... Evite o famoso “peso na consciência” e faça diferente! Pense no dia seguinte! E não esqueça: nada de dirigir!           
7.      Não pule nenhuma refeição. Mesmo sabendo que vai ter uma festa à noite, tome seu café da manhã, almoce e faça seus lanchinhos da manhã e da tarde. Chegar com fome na festa é perdição na certa!
8.  Evite carnes gordurosas (tender, leitão, costela, etc.), frituras, salgadinhos, alimentos muito condimentados, embutidos, maionese, queijos gordos (gorgonzola, provolone, cheddar, etc), massas com creme ou molhos cremosos (prefira molhos à base de tomate), creme de leite, catupiry, chantilly, refrigerantes e bebidas alcoólicas em excesso.
9.      Hidrate-se! A falta de água no seu organismo,  faz seu metabolismo ficar lento, o que torna a sua perda de peso mais difícil. Invista em água e outros líquidos como chás, sucos de frutas (naturais, nunca industrializados) e água de coco.
10. No início do ano novo, retome as práticas alimentares saudáveis do dia a dia, ou seja, evite o consumo excessivo de gorduras e carboidratos simples (açúcar, doces, pão comum, batata, arroz branco), industrializados e aumente o consumo de alimentos como frutas, hortaliças, cereais integrais.  Dê preferências para carnes magras, chás e líquidos O ideal é sempre manter uma rotina de alimentação balanceada e de exercícios físicos. O que engorda não é uma refeição cheia de excessos, mas, sim, a falta de rotina saudável!
Boas festas e que o ano de 2012 seja repleto de conquistas, realizações e muita saúde!


P.S: No próximo post, darei dicas de como eliminar as toxinas dos excessos do final do ano (que você não vai cometer!)












EDITAL: Processo Seletivo para os cursos de Pós-Graduação Lato Sensu do CEFET/RJ

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EDITAL: Processo Seletivo para os cursos de Pós-Graduação Lato Sensu do CEFET/RJ: Foi lançado o edital para o Processo Seletivo para a Pós-Graduação Lato Sensu do CEFET/RJ, com início das atividades letivas em março de 2012. As vagas são para os seguintes cursos:  - ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS - LETRAMENTO(S) E PRÁTICAS EDUCACIONAIS - RELAÇÕES ETNICORRACIAIS As inscrições para o Processo Seletivo serão realizadas de 30/01 a [...]

PSE NSEC06 - E. M. FERNANDO RODRIGUES

Atividade do PSE - NSEC06 realizada na E. M. Fernando Rodrigues da Silveira pela CMF SYLVIO FREDERICO BAUNNER.




Festa de Natal na Academia!

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Festa de Natal na Academia!:
Olha o Papai Noel!












Graduandos em saúde ou biológicas podem fazer intercâmbio na Suíça

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Graduandos em saúde ou biológicas podem fazer intercâmbio na Suíça:
dezfev
286

Até o dia 6 de fevereiro de 2012 estão abertas as inscrições para o International Summer Research Program 2012 for Undergraduate Life Science Students (Programa Internacional de Pesquisa – Verão 2012 para estudantes de graduação das áreas de biológicas e saúde) na Ecole Polytechnique Fédérale de Lausanne (EPFL), na França.


O período do programa é de 9 de julho a 31 de agosto de 2012, no Swiss Federal Institute of Technology – EPFL (Suíça). Será oferecido um treinamento prático em pesquisa em um laboratório de um desses institutos: Brain Mind Institute, Institute of Bioengineering, Global Health Institute e Swiss Institute for Experimental Cancer Research.


As inscrições podem ser feitas gratuitamente via internet, pelo site do EPFL, até o dia 6 de fevereiro de 2012.


Mais informações: http://sv.epfl.ch/summer-research

No Brasil, 151 municípios reprovam 20% ou mais das crianças no 1º ano

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No Brasil, 151 municípios reprovam 20% ou mais das crianças no 1º ano:

O Brasil tem 151 municípios que reprovam 20% ou mais dos alunos da rede pública ao fim do 1.º ano do ensino fundamental. O número representa 2,7% do total de cidades brasileiras. Mesmo assim, especialistas consideram a situação alarmante. Há municípios onde metade das crianças, que nessa época da escolaridade têm cerca de 6 anos, repetem.


Os dados são do Censo Escolar 2010, do Ministério da Educação (MEC), e foram mapeados pelo pesquisador e economista Ernesto Martins Faria. Ele considerou as redes estaduais, municipais e federal.


Nenhum dos 151 municípios é capital de Estado. A maior parte – 81 deles– localiza-se na Região Nordeste, que tem o Estado com maior número de municípios com as altas taxas de reprovação: Piauí, com 39. Nele, encontram-se os índices mais altos do País: Lagoa do Piauí, com 48,4%, e Aroeiras do Itaim, com 47,4%.


No Sudeste, a segunda região com maior número de cidades, 40 municípios reprovam mais de 20% dos estudantes do primeiro ano. O Estado campeão é o Rio de Janeiro, com 31 cidades, incluindo Petrópolis (20,7%) e Paraty (24%). São Paulo tem apenas um município entre os 151: Aramina, a 450 quilômetros da capital, com 26% de reprovação.


Estado entrou em contato com algumas prefeituras e encontrou diversas justificativas, como a evasão dos estudantes e a falta de infraestrutura das escolas rurais.


Faria, autor do estudo, considera inadmissível reprovar alunos aos 6 anos, com raras exceções. “A reprovação ainda é uma questão cultural que existe em algumas regiões do País.”


O MEC é contra a reprovação de crianças nessa faixa etária, mas Estados e municípios têm autonomia. Além disso, as diretrizes curriculares para essa etapa de ensino sugerem que não haja reprovação nos três primeiros anos do ensino fundamental, já que é nessa época que ocorre o ciclo de alfabetização da criança.


Reprovar é desistir da aprendizagem. É quando a escola coloca a culpa no aluno e não discute seu processo de aprendizado”, afirma a secretária de Educação Básica do MEC, Maria do Pilar Lacerda. “Muitas dessas crianças não frequentaram educação infantil e seus pais não tiveram direito à escola.”


De acordo com ela, programas do MEC contribuem para combater o quadro. Alguns exemplos são o Pró-Letramento, que trata da formação continuada de professores com foco nos anos iniciais do fundamental, e o Escola Ativa, que foca na qualidade da educação nas classes multisseriadas (com alunos de diversas idades) das escolas rurais.


Prejuízos. Segundo especialistas em educação, é durante a alfabetização que a criança deveria ter seu desenvolvimento acompanhado de perto. Além disso, estudos mostram que a repetência não tem impacto positivo sobre o desempenho educacional e sobre a autoestima do aluno.


“Na média, as crianças ganham mais passando de ano do que repetindo”, afirma Ocimar Alavarse, professor da Faculdade de Educação da USP. “O aluno que reprova não recebe tratamento pedagógico adequado, é tratado como um estudante qualquer e acaba excluído.”


Segundo ele, não há justificativa pedagógica e social para reprovar crianças nessa idade. “Até pouco tempo atrás, com 6 anos elas estavam na pré-escola. Não há nenhum conhecimento em jogo para ser dominado que determine a aprovação ou não”, diz.


Cesar Callegari, membro da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional (CNE), afirma que os altos índices de reprovação estão relacionados à taxa de frequência. “Mas as diretrizes nacionais afirmam que, mesmo em se tratando de baixa presença – por conta de secas e enchentes de rios, em lugares distantes, por exemplo –, o sistema de ensino tem a obrigação de criar maneiras especiais para que a criança tenha acesso à escola.”


Mas ele também critica os sistemas que encaram a aprovação como promoção automática. “Essa tradução fácil que ainda ocorre no Brasil provocou um dos piores estragos que se tem notícia na história da nossa educação”, afirma.


(O Estado de S. Paulo)

EUA: Regras ditam relação entre professores e alunos na internet

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EUA: Regras ditam relação entre professores e alunos na internet:

Diante de escândalos e denúncias envolvendo professores que fazem mau uso das mídias sociais, os distritos escolares americanos estão impondo novas diretrizes rigorosas que proíbem conversas particulares entre professores e seus alunos em telefones celulares e plataformas online como o Facebook e o Twitter.


As políticas foram criadas para que os educadores possam lidar com uma ampla gama de novos problemas. Alguns professores criaram maus exemplos postando comentários ou fotografias chocantes envolvendo sexo ou álcool em sites de mídia social. Alguns tiveram contatos impróprios com alunos. Em casos extremos, professores foram presos por abuso sexual e acusações de agressão depois de ter relações com alunos que, segundo oficiais, começaram a comunicação eletrônica.

Mas as diretrizes mais rigorosas estão sendo recebidas com uma certa resistência por alguns professores, devido à importância crescente da tecnologia como ferramenta de ensino e das mídias sociais para interagir com os alunos. No Missouri, o sindicato dos professores citou a liberdade de expressão e convenceu um juiz que uma nova lei estadual que impunha a proibição na comunicação eletrônica entre professores e alunos era inconstitucional. Legisladores não chegaram a aprovar a lei, mas instruíram os conselhos escolares a desenvolverem suas próprias políticas para as mídias sociais a partir do dia 1° de março.


Os administradores escolares reconhecem que a grande maioria dos professores usam as mídias sociais de forma adequada. Mas eles também dizem que estão encontrando cada vez mais razões para limitar o contato entre professores e alunos. Conselhos escolares na Califórnia, Flórida, Georgia, Illinois, Maryland, Michigan, Missouri, Nova Jersey, Ohio, Pensilvânia, Texas e Virgínia atualizaram ou estão para rever as suas políticas para a comunicação digital neste outono.


“Minha preocupação é que a tecnologia torna muito fácil para os professores passarem dos limites quando se trata de relações com os alunos”, disse Charol Shakeshaft, presidente do Departamento de Liderança Educacional na Universidade Commonwealth na Virgínia, que estuda a má conduta sexual por parte dos professores já faz 15 anos .”Eu sou a favor de utilizarmos esta tecnologia. Alguns distritos escolares tentaram proibi-la inteiramente. Eu sou contra isso. Mas eu acho que deve haver um meio termo que permite aos professores tirar proveito da tecnologia eletrônica e ao mesmo tempo manter as crianças seguras.”


Lewis Holloway, o superintendente das escolas de Statesboro, Geórgia, impôs uma nova política que proíbe este tipo de comunicação eletrônica privada depois de saber que o Facebook e mensagens de texto ajudaram a alimentar uma relação entre uma professora de inglês da oitava série e seu aluno de 14 anos de idade. A professora foi presa neste verão sob a acusação de abuso sexual e estupro – ela permanece presa, aguardando julgamento.


“Pode não parecer nada de início e se tornar mais intenso rapidamente”, disse Holloway, diretor de escola há 38 anos. “Nossos alunos são vulneráveis através destes novos meios, e nós temos que encontrar novas maneiras de protegê-los.”


Holloway disse que ficou sabendo de outros casos de abusos sexuais quando fez uma consulta sobre as políticas de mídias socias com escolas de todo o país. Embora não exista uma base de dados nacional sobre a má conduta sexual por parte de professores, apenas neste ano dezenas de casos apareceram nos jornais de todo o país.

Em Illinois, um ex-professor de 56 anos foi considerado culpado em setembro por abuso sexual e agressão envolvendo uma estudante de 17 anos de idade, com quem trocou mais de 700 mensagens de texto. em Sacramento, o diretor musical da banda da escola se declarou culpado de má conduta sexual decorrente da sua relação com uma estudante de 16 anos de idade – sua página no Facebook tinha mais de 1.200 mensagens privadas trocadas com ela. Na Pensilvânia, o diretor do departamento de educação física se declarou culpado em novembro das acusações de tentativa de corrupção de um menor, ele foi preso depois de oferecer a um ex-estudante do sexo masculino presentes em troca de sexo.


Administradores escolares também estão preocupados com professores que revelam muita informação sobre suas vidas particulares na rede. Como parte de uma política adotada no mês passado em Muskegon, Michigan, funcionários de escolas públicas foram avisados que poderiam enfrentar ações disciplinares caso coloquem fotos de si mesmos usando álcool ou drogas em sites de mídia social.


“Nós queremos adotar uma política que incentive a interação entre nossos alunos, pais e professores”, disse Jon Felske, superintendente das escolas públicas de Muskegon. “Essa é a maneira com a qual as crianças de hoje aprendem e interagem. Mas queremos que separem o trabalho de suas vidas particulares”.


A Cidade de Nova York, o maior distrito escolar dos Estados Unidos, tem trabalhado em uma política para uso de mídias sociais há meses e espera tomar um posicionamento até a primavera. Nesse meio tempo, controvérsias sobre os sites de relacionamento aparecem regularmente, como uma que aconteceu no início deste mês com uma diretora de uma escola no Bronx, cuja página do Facebook continha uma foto ousada que foi colada nos corredores de sua escola.


Richard J. Condon, comissário especial de investigações para as escolas da cidade de Nova York, disse que houve um aumento considerável no número de queixas de comunicações impróprias envolvendo o Facebook nos últimos anos – 85 queixas de outubro de 2010 a setembro de 2011, comparadas com apenas oito de setembro de 2008 a outubro de 2009.


O que preocupa alguns educadores é que políticas excessivamente restritivas possam remover uma maneira eficaz de envolver os alunos que utilizam regularmente essas plataformas para se comunicar.


“Acho que a razão pela qual eu utilizo as redes sociais é a mesma razão pela qual todo mundo as utilizam: elas funcionam”, disse Jennifer Pust, chefe do departamento de inglês da Escola de Ensino Médio de Santa Monica, onde uma política que não incentiva a relação entre os professores e alunos afeta tanto os relacionamentos on-line quanto off-line. “Estou contente que não seja mais tão restritivo. Eu entendo que precisamos manter as crianças seguras. Acho que seria mais saudável se ensinássemos os estudantes a utilizar essas ferramentas e a navegar neste mundo online ao invés de bloqueá-lo e fingir que ele não existe.”


Nicholas Provenzano, 32, é professor de inglês há 10 anos na escola de Ensino Médio Grosse Point, em Michigan. Ele reconheceu que “todos nós que utilizamos as redes sociais de uma maneira positiva com as crianças temos que dar 15 passos para trás sempre que há um incidente.” Mas ele disse que os benefícios são muitos e que ele se comunica regularmente com seus alunos em um fórum aberto, principalmente através do Twitter, respondendo às suas perguntas sobre lições de casa.


Ele também disse que as redes sociais permitem que colabore em projetos em outras partes do país. O Facebook oferece orientação para os professores e recomenda que se comuniquem em uma página pública. Alguns professores, no entanto, favorecem uma barreira bem definida. Em Dayton, Ohio, onde a diretoria da escola impôs uma política para a mídia social neste outono, limitando professores a troca pública de ensino na rede, o líder do sindicato dos professores acolheu as regras. “Eu vejo isso como uma proteção para os professores”, disse David A. Romick, presidente da Associação de Educação de Dayton. “Um relacionamento que começa com a troca de mensagens ou até mesmo uma amizade não profissional, já está condenado antes mesmo de começar.”


(IG/New York Times)

Trabalho em escola goiana ajuda alunos a estabelecer objetivos

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Trabalho em escola goiana ajuda alunos a estabelecer objetivos:

Lecionar em um bairro extremamente carente, com alto índice de marginalidade, além de uso e tráfico de drogas, fez a professora Cristina Freire dos Santos perceber a necessidade de desenvolver um trabalho de conscientização com seus alunos. Ela resolveu, então, criar um projeto capaz de contribuir para melhorar as expectativas das crianças com relação ao futuro. Nascia, assim, o Profissões – Semeando Sonhos para a Transformação de um Bairro.


O trabalho colocou a professora do pequeno município goiano de Cristalina, no Entorno do Distrito Federal — 130 quilômetros ao sul de Brasília —, entre os agraciados na quinta edição do Prêmio Professores do Brasil. Com pós-graduação em pedagogia empresarial, Cristina dá aulas na Escola Municipal Cilineu Peixoto dos Santos desde 2009, quando ingressou na rede de ensino do município. ”Adoro trabalhar com projetos”, diz a professora, que dá aulas a uma turma do quarto ano do ensino fundamental. “Esse tipo de prática pedagógica deixa os objetivos mais claros.”


O projeto premiado, com duração de um ano, envolveu uma turma também do quarto ano, formada por 30 estudantes com idades entre 9 e 15 anos. “Eles precisavam compreender a importância da escola e como o estudo pode mudar suas vidas”, salienta Cristina.


Interdisciplinar e dinâmico, o projeto Profissões procurou mostrar a diversidade de profissionais envolvidos em uma sociedade organizada, bem como a importância de cada um. Além de participarem de passeios a diferentes locais de Brasília, como órgãos dos Três Poderes, agências do Banco do Brasil e de turismo e o Jardim Zoológico, os estudantes receberam visitas de profissionais — médico, advogado e policial militar — convidados para compartilhar um pouco da história pessoal e trajetória profissional.


Segundo a professora, a participação no projeto deixou os alunos com mais motivação para acordar cedo e ir à escola, principalmente nos dias em que receberiam visitas. “A pessoa que não faz planos para a vida dificilmente consegue realizar seus desejos”, enfatiza Cristina. “Por isso, é preciso sonhar grande e lutar para a realização desses sonhos.”


Para a professora, trabalhar com metas, além de possibilitar o diagnóstico de possíveis falhas e obstáculos no processo de ensino-aprendizagem, aumenta a qualidade dos resultados. Para 2012, ela está finalizando um novo projeto. “Ele será desenvolvido em toda a escola”, adianta.


(MEC)

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Cordel Digital

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Cordel Digital:



Popularizada em feiras livres da Região Nordeste do Brasil, onde seus

folhetos impressos em papel pardo adornados por xilogravuras ficavam

expostos em varais, a literatura de cordel também pode ser acessada via internet. Uma das principais fontes para tal é a Fundação Casa de Rui Barbosa, localizada no Rio de Janeiro.


Repositório de literatura popular desde 1989, o órgão disponibilizou parte do acervo de 9 mil folhetos em um site especialmente construído para facilitar o acesso remoto.


Segundo Dilza Ramos Bastos, chefe de Serviço de Biblioteca da instituição, o trabalho começou em 2001. Inicialmente, a ideia era divulgar o material por meio de CDs e, depois, migrou para a rede.


A digitalização foi uma medida importante para a preservação do próprio acervo, que passou a ser menos manipulado por pesquisadores.


“Nós diminuímos a manipulação e facilitamos o acesso à informação visual do texto e das ilustrações”, explica. “Hoje são raros os casos em que precisamos dar acesso direto ao documento.”


A origem exata da literatura de cordel é difícil de ser pontuada. Formas literárias similares são encontradas em outros países, como França, Espanha e Portugal. Os romances ibéricos em versos, oriundos da tradição oral e posteriormente impressos em folhetos, e os desafios improvisados do Nordeste, são indicados por pesquisadores como algumas das forças criadoras do cordel. Surgido na primeira metade

do século XIX em Pernambuco e na Bahia, a forma clássica do cordel atingiu o auge da produção entre 1930 e 1960.


Impressos em papel barato, os folhetos de cordel mediam cerca de 12×18 centímetros e possuíam de oito a 32 páginas, ilustradas com imagens reproduzidas de jornais ou xilogravuras. Seus versos rimados relatavam desde temas tradicionais (como os romances de cavalaria medieval) até eventos sociais, econômicos e políticos brasileiros, como o fenômeno do cangaço ou o suicídio do presidente Getúlio Vargas, em 1954.Um dos primeiros cordelistas a imprimir e vender seus versos foi o paraibano Leandro Gomes de Barros (1865-1918), autor de Peleja de Manoel Riachão com o Diabo, publicado, provavelmente, em 1889. Tal -folheto pode ser lido e impresso na íntegra pelo usuário por meio do site da Fundação Casa de Rui Barbosa (www.casaruibarbosa.gov.br/cordel).


Outras instituições como a Fundação Joaquim Nabuco, a Academia Brasileira de Literatura de Cordel e até mesmo a Biblioteca do Congresso norte-americano possuem acervos digitais semelhantes.


Atualmente, existem 2.340 folhetos digitalizados no banco de dados virtual da instituição, inaugurado em julho de 2008. A escolha das obras publicadas na rede procurou obedecer aos critérios de direitos autorais e de raridade. Por causa disso, apenas 25% dos 9 mil folhetos foi disponibilizado para o acesso via internet. O número corresponde aos autores que já caíram em domínio público ou cujos herdeiros autorizaram sua reprodução.


Para o presidente da Academia Brasileira de Literatura de Cordel, Gonçalo Ferreira da Silva, todos os meios de comunicação acabam se constituindo como novos espaços de produção e divulgação dos cordéis. “Muita gente pensou no início que o rádio de pilha acabaria com a literatura de cordel. Pelo contrário, ele serviu como veículo de divulgação para os cordelistas e repentistas”, reflete o cordelista nascido na cidade cearense de Ipu, em 1937.


Onde encontrar


Fundação Casa de Rui Barbosa


Sem a necessidade de cadastro, é possível folhear e imprimir em baixa resolução os cerca de 2340 cordéis do acervo. No entanto, a mecânica de busca do banco de dados é um pouco complicada.


Academia Brasileira de Literatura de Cordel


Possui um bom acervo de cordelistas contemporâneos, mas disponibiliza apenas capas e os versos em texto, sem a diagramação de um cordel impresso.


Fundação Joaquim Nabuco


Apresenta 41 folhetos de cordel do acervo da instituição na íntegra, em formato pdf.


Biblioteca do Congresso dos EUA


Reúne informações, biografias e imagens de folhetos de cordel.O conteúdo, porém, está em inglês.


(Carta na Escola)

Ferramentas digitais ajudam movimentos a exigirem na Justiça o direito à educação

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Ferramentas digitais ajudam movimentos a exigirem na Justiça o direito à educação:

Com enfoque no direito humano à educação e nas formas de exigibilidade para garanti-lo, a Ação Educativa - organização não governamental que há dezessete anos promove e defende o direito à educação e os direitos da juventude - lançou nesse final do ano o site Direito à Educação e o Manual Direito Humano à Educação, uma publicação eletrônica produzida em parceria com a Plataforma Dhesca-Brasil.


Site


A ferramenta pretende auxiliar não apenas no debate, mas também nas iniciativas de mobilização, formação e litígio pela garantia do direito à educação em suas diversas dimensões e características.


Além de notícias sobre casos e decisões judiciais – como as propostas pelo Movimento Creche para Todos, que visa garantir o acesso de crianças à educação infantil -, o site fornece ainda instruções de como exigir, quais órgãos procurar, como fazer uma petição, qual o conteúdo do direito à educação, entre outros serviços.


Para isso, ele conta com um acervo atualizado da legislação referente à educação no Brasil, com leis, emendas constitucionais, decretos, além de trazer o acervo de tratados internacionais que foram aprovados ao longo das últimas décadas pelo governo brasileiro e que precisam ser cumpridos e monitorados.


Possui também um banco de casos, com iniciativas junto ao sistema de Justiça, em diferentes temáticas, e publicações produzidas e editadas pela Ação Educativa, pelo campo acadêmico e por outras organizações e redes que atuam nessa área.


Manual


O Manual Direito Humano à Educação faz parte de uma série com quatro publicações, organizadas pela Plataforma Dhesca Brasil, que tratam de diferentes aspectos dos direitos humanos: meio ambiente, cidade, trabalho, educação e terra, território e alimentação.


Realizado em parceria com a Ação Educativa, o documento  foi pensado para servir tanto como material de estudo e consulta individual como para ser utilizado em atividades de formação, tais como cursos, oficinas, grupos de estudo e debates.


Em sua 2ª edição, o Manual apresenta uma série de dados sobre e educação brasileira, além de aprofundar os aspectos do direito à educação, tais como as leis que o asseguram, as principais violações que ocorrem em nosso país e os espaços, instrumentos e meios institucionais por meio dos quais pode ser exigido.


Para ter acesso ao Manual Direito Humano à Educação, clique aqui.

Pronatec e fundo de incentivo à leitura foram destaques do Senado em 2011

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Pronatec e fundo de incentivo à leitura foram destaques do Senado em 2011:

A Agência Senado preparou uma retrospectiva com os principais debates e aprovações legislativos de 2011.  No campo da educação, há destaque para a aprovação do programa de incentivo à educação profissional – Pronatec – e a criação do fundo de incentivo à leitura.


O ensino básico também foi alvo de atenção dos senadores que aprovaram o aumento da carga horária e da frequência mínima e, ainda, a proibição à dispensa dos alunos menores de idade no caso da ausência do professor.


Veja abaixo o resumo da Retrospectiva 2011 do Senado brasileiro:



Comissão aprova criação de fundo de incentivo à leitura


O Fundo Nacional Pró-Leitura (FNPL) foi proposto pelo senador José Sarney (PMDB-AP) com o objetivo de captar recursos para estimular a produção, distribuição e venda de livros, além de financiar a ampliação e a atualização dos acervos das bibliotecas públicas. O projeto foi aprovado pela Comissão de Assuntos Econômicos, em decisão terminativa.


Escolas não poderão dispensar alunos na falta do professor


Os alunos menores de idade da educação básica não poderão ser dispensados nos casos de ausência de professores. O projeto, aprovado em decisão terminativa na Comissão de Educação, Cultura e Esporte, determina que as escolas mantenham os alunos em suas dependências realizando atividades complementares de ensino. O projeto foi enviado à Câmara dos Deputados.


Desvio de recursos da merenda escolar podem levar gestor à prisão


Para garantir o acesso à merenda escolar das crianças e adolescentes matriculados nas escolas estaduais e municipais brasileiras, os senadores aprovaram na Comissão de Assuntos Sociais o projeto que estabelece prisão de até quatro anos, além de multa, ao gestor que não aplicar ou desviar recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).


Comissão aprova aumento da carga horária e frequência mínima do ensino básico


Os alunos da educação básica terão que cumprir frequência mínima de 80% do total de horas letivas para serem aprovados. A Comissão de Educação aprovou também, em decisão terminativa, o projeto que aumenta de 800 para 960 horas a carga horária mínima anual do ensino básico – níveis fundamental e médio.



Meu Planetinha

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Meu Planetinha: Meu Planetinha

10º CONGRESSO INTERNACIONAL DA REDE UNIDA ABRE INSCRIÇÕES

Estão abertas até o dia 07 de Janeiro, as inscrições para a Mostra “A Saúde Fazendo Arte”, um dos espaços mais criativos e movimentados dentro da programação dos Congressos da Rede Unida. A atividade reúne apresentação de intervenções, vídeos, atividades artísticas, culturais e práticas de cuidado com o objetivo de contribuir para o aprofundamento de debates sobre os eixos temáticos do Congresso, além de explicitar a “Cultura da Saúde”.


Um segundo espaço também será organizado para os interessados que quiserem propor outras atividades que não estejam relacionadas à Mostra. A Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil participa do 10º Congresso Internacional da Rede Unida, e para se cadastrar basta acessar o site www.redeunida.org.br.

Central de Regulação de Vagas qualifica atendimento da rede acolhedora

Com o objetivo de agilizar e monitorar o acesso da população em situação de rua ao serviço de acolhimento, a Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS) criou a Central de Regulação de Vagas, que integra todas as instituições do município voltadas ao abrigamento de crianças e adolescentes, adultos, idosos e famílias.


De acordo com a Política Nacional para a População em Situação de Rua, o objetivo da Central é aprimorar a metodologia de controle e avaliação das ações de acolhimento institucional e familiar, tanto nos espaços próprios da Prefeitura ou nas instituições conveniadas ao município.


O novo serviço possibilitará uma melhor orientação aos usuários, considerando suas particularidades. Além da disponibilidade de vagas, os locais de acolhimento serão definidos somente após a indicação do perfil dos acolhidos via Centrais de Recepção.

A ação também disponibilizará, em tempo real, através da internet, relatórios sobre as principais demandas da população acolhida, o que proporcionará ao Município subsídios reais para a implementação de políticas públicas para o setor.

Coleta de lixo terá esquema especial no Ano Novo

Em todos os bairros da cidade, a coleta diurna não sofrerá alterações

27/12/2011

Para que os garis possam passar a noite do Ano Novo com seus familiares, e para que a população possa preparar as festividades de final de ano sem empecilhos, a Comlurb planejou alterações no funcionamento das coletas domiciliar e seletiva noturnas nos dias 31 de dezembro e 1º de janeiro. Em todos os bairros da cidade, a coleta diurna não sofrerá alterações. Mais informações podem ser obtidas pelo teleatendimento da Prefeitura do Rio (1746).

Previ-Rio Bilíngue 2012: impressão da Carta Benefício pode ser feita até dia 30/12

Pagamento do 3º lote será no dia 28/11. Se você ainda não entrou nas listas, imprima outra vez a Carta

24/10/2011

Sai nesta quarta-feira o 3º lote de pagamento do Previ-Rio Bilíngue 2012, benefício criado pelo Prefeito Eduardo Paes para estimular os servidores a colocarem seus dependentes para estudar inglês. Clique aqui e confira a última lista. Cerca de 15 mil funcionários, com remuneração de até R$ 2.040, estão habilitados a participar do programa no próximo ano, que prevê a concessão de uma bolsa de R$ 540 para pagar o semestre de estudo do dependente em um dos cursos de inglês conveniados. O prazo para imprimir as cartas benefício do programa Previ-Rio Bilíngue 2012 foi prorrogado até o dia 30. Para fazê-lo, basta clicar aqui.

Aquele segurado que não está nas três listas de pagamento do Previ-Rio Bilíngue, mas já imprimiu
a Carta Benefício, deve fazê-lo de novo, devido a um erro do sistema que não registrou alguns pedidos de impressão. Os pagamentos pendentes serão feitos até o dia 10 de janeiro. Nos casos de rematrícula, apesar da mensagem na carta conter a data limite como 30/12/2011, os cursos farão o atendimento prioritário até 13/01/2012, atendendo às modificações no calendário.



A apresentação do comprovante de frequência do dependente que estudou pelo programa em 2011 começa no dia 2 de janeiro de 2012 e vai até o dia 31 do mesmo mês. Os ativos podem entregar o documento ao órgão de recursos humanos do setor em que estão lotados e os inativos devem comparecer à Central de Atendimento no mesmo prazo.



O pagamento do segundo lote do Previ-Bilíngue 2012, benefício no valor de R$ 540 que contemplará cerca de quatro mil pessoas foi realizado no dia 23 de dezembro. Clique aqui e confira a lista de beneficiários. O primeiro lote, pago em 16/12, teve 6.834 beneficiários, somando o valor de R$ 3.690.360. Para conferir se a sua matrícula está nesta lista do 1º lote, clique aqui. No total, o programa tem 16 mil beneficiários habilitados para o ano que vem.



A matrícula nos cursos conveniados deve acontecer até o último dia de validade da carta benefício, 15 de fevereiro de 2012. A rematrícula dos dependentes no mesmo curso deve ser feita o mais rápido possível, para garantir a vaga. Quem desejar trancar o próximo semestre só precisará não imprimir a carta benefício. Automaticamente, não receberá o benefício e o trancamento será registrado.



O segurado cujo dependente teve frequência inferior a 75% no segundo semestre de 2011 terá que devolver o valor do benefício ao Previ-Rio, proporcionalmente às faltas. A partir desta devolução, ele poderá imprimir nova carta benefício para outro semestre do programa.


Informações sobre vagas nos cursos


Alguns dos cursos conveniados mais procurados divulgaram novas informações sobre a oferta de vagas, para facilitar a busca dos servidores. A Cultura Inglesa informou que manteve o número de 500 vagas oferecidas aos filhos de servidores, mas, a maior parte já foi preenchida em 2011. Sobraram apenas 56 para novos beneficiários em 2012: seis na unidade Barra 1, 12 na unidade Barra 2, 12 em Icaraí 1, duas em Icaraí 2, uma em Itaipu, duas no Leblon e sete em São Gonçalo.

O Brasas relatou que já foram preenchidas este ano 781 vagas das 1.000 oferecidas para o programa em 23 unidades no Rio e Grande Rio. Entretanto, em fevereiro de 2012, o curso vai abrir uma unidade em Madureira, onde deve oferecer mais 500 vagas aos beneficiários do Previ-Rio Bilíngue.

O Ibeu informou que já foram preenchidas 425 das 1.047 vagas oferecidas. O Curso Yes, que matriculou 3.800 beneficiários do Previ-Rio Bilíngue em 2011, vai oferecer 16 mil vagas no ano que vem. O curso ALL, que faz parte do grupo CCAA e foi um dos últimos a se conveniar ao programa, ainda tem disponíveis 1.400 das 1.500 vagas oferecidas.


Mais cinco mil inscritos para 2012



Mais cinco mil segurados inscreveram seus dependentes para o Previ-Rio Bilíngue em 2012, benefício criado pelo Prefeito Eduardo Paes visando a preparação dos dependentes de servidores estatutários do município para a Copa 2014 e Olimpíadas 2016 com o aprendizado do inglês. Para saber se você foi habilitado para o benefício, basta clicar aqui. Se o seu nome não aparecer, após digitar o CPF, tente o link dos inabilitados. O prazo para recursos é de dois dias, após a publicação da lista de inabilitados no Diário Oficial, que será feita na quinta-feira.



Segunda via da inscrição pode ser impressa clicando aqui.



O prazo para inscrição para o programa Previ-Rio Bilíngue 2012, que começou no dia 25/10, foi prorrogado até o dia 18 de novembro, devido aos pontos facultativos do mês e ao feriado do dia 15/11. As regras sobre a inscrição para o benefício estão na Portaria 870, publicada no D.O. do dia 25/10.



O Previ-Rio vai pagar 100% do curso de inglês de filhos de servidores do Município do Rio de Janeiro com idade entre 6 anos e 21 anos, desde que os funcionários sejam segurados (estatutários) e ganhem até R$ R$ 2.180,00 por mês, o equivalente a uma contribuição mensal igual ou inferior a R$ 239,80 para o Funprevi. O mês de referência para esta segunda etapa do programa é setembro de 2011. O Previ-Bilíngue vale para os filhos de servidores ativos e inativos, mas não abrange pensionistas. Os filhos dos servidores que ultrapassarem o teto de rendimento não poderão usufruir do benefício.



Os cursos serão realizados em sete módulos semestrais, pelo período de três anos e meio, com pelo menos duas horas semanais de aula, podendo o aluno trancá-lo por um semestre, estendendo a duração do benefício a até quatro anos. Estão conveniadas as empresas Centro Cultural Americano Franquias e Comércio Ltda (64 mil vagas), que reúne os cursos Wizard, Yázigi, Skill, ALPS, SOS Computadores, Bit Company, People e Microlins e os cursos Yes (20 mil vagas), Ibeu (1.043 vagas), Cultura Inglesa (500 vagas), Brasas (1.000 vagas), ALL (1.500 vagas), Fisk (1.030 vagas), PBF (275 vagas) e CNA (1.543 vagas). Clique aqui e veja os endereços das unidades dos cursos já conveniados.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Fotos Festa parte-II

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Fotos Festa parte-II:
Nossa Diretora Geral-Sonia Regina

Turma animada!
Pessoas muitos queridas!
O mestre de cerimônia:Profº Adolfo.
Dona Rose e nossa Diretora Adjunta-Jacimara
Com a equipe da merenda.

O Mundo Fora do Ovo - Santander Práticas de Educação para Sustentabilidade

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O Mundo Fora do Ovo - Santander Práticas de Educação para Sustentabilidade: O Mundo Fora do Ovo - Santander Práticas de Educação para Sustentabilidade

IDÉIAS - Ponteiras com bichinhos de jardim

Ponteiras com bichinhos de jardim:









































‘A escola deve organizar a aprendizagem’, diz especialista australiano

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‘A escola deve organizar a aprendizagem’, diz especialista australiano:

Um bom currículo escolar deve conter, de forma geral e objetiva, os direitos de aprendizagem dos estudantes, deixando a organização de todo esse processo para os professores e as escolas. É essa a concepção de currículo do especialista no assunto Barry McGaw, ex-membro da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e um dos criadores do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), prova aplicada a cada três anos que fornece dados sobre os sistemas educacionais de 65 países.


Hoje, McGaw se dedica à discussão do currículo australiano. De acordo com o especialista, conforme as diretrizes são implementadas, a Austrália vai precisar de programas de desenvolvimento profissional para os professores. O país também aumentou a carga horária de matemática nos anos iniciais da escolaridade, observando as boas experiências de países como Finlândia e Cingapura, e também deve colocar na grade mais conteúdos de ciências e história.


McGaw esteve no Brasil há um mês, em evento da Fundação Itaú Social, justamente no momento em que o Ministério de Educação (MEC) discute a implementação de uma base curricular comum no País. Abaixo, leia trechos da entrevista que ele deu ao Estado.


Estado: Que benefícios a criação do Pisa trouxe à educação, numa perspectiva global?


Barry McGaw: Ele nos deu uma discussão muito mais informada dos sistemas de educação nacionais, bem como das comparações entre os países. A evidência que ele nos deu de que alguns países alcançaram altos níveis de qualidade e de equidade simultaneamente tem sido muito influente na discussão da reforma educacional da Austrália.


Em que pontos o Pisa precisa melhorar?


O Pisa está adicionando novos domínios. Nós testamos a resolução de problemas na segunda edição da prova, em 2003. A colaboração na resolução deles está sendo considerada para o Pisa 2015.


Estado: Quais são os pontos fortes e os fracos do teste?


Barry McGaw: Os testes do Pisa avaliam a capacidade de os estudantes usarem o que aprenderam, e não simplesmente se eles aprenderam alguma coisa. Essa é a grande força da avaliação. Seria bom se tivéssemos mais perguntas abertas e menos questões de múltipla escolha. Os funcionários técnicos geralmente querem isso também, mas os funcionários responsáveis pelo orçamento querem mais itens de múltipla escolha, porque que isso mantém baixos os custos da prova. No final, o Pisa acaba sendo um equilíbrio saudável dessas duas considerações.


Estado: É possível incluir outros países na avaliação?


Barry McGaw: O Pisa começou como um programa para os então 29 países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Mas, mesmo na primeira edição do Pisa, em 2000, havia países de fora da OCDE, além de um grupo que utilizou os testes mais ou menos um ano mais tarde, o que chamamos Pisa Plus. Portanto, havia 42 países na primeira edição da avaliação se incluirmos o Pisa Plus. No Pisa 2009, acho que foram 57. Não sei quantos deverão ser incluídos no Pisa 2012.


Estado: O Brasil foi um dos países com o maior avanço no ranking do último Pisa. No entanto, continuamos nas últimas posições. Como resolver isso?


Barry McGaw: Eu acho que a melhoria do Brasil é muito encorajadora. Não é apenas rankings que você deve olhar. Você deve observar como seus alunos melhoram nas habilidades que as escalas do exame medem. Se os outros países também melhorarem, sua posição no ranking pode não mudar muito, mas você ainda estaria melhorando.


Estado: Avaliações nos dão um bom diagnóstico dos sistemas educacionais, mas nem sempre revelam a realidade de dentro da escola – especialmente em países com graves desigualdades sociais, como é o caso no Brasil. É justo comparar escolas em condições tão diferentes? Os resultados dos testes – como o Pisa – não escondem essas disparidades? Como lidar com isso?


Barry McGaw: Há maneiras de fazer comparações justas entre as escolas. Na Austrália, no site My School, comparamos as escolas diretamente, mas apenas com outras escolas que tenham alunos semelhantes. Existem diferenças marcantes entre as escolas quando elas são comparadas dessa forma, e as escolas com os desempenhos mais baixos não podem dizer que esse é o resultado dos alunos com os quais elas lidam, porque os outros colégios da comparação têm alunos semelhantes. Também publicamos os fundos que cada escola tem para gastar com os alunos. Divulgamos essa informação pela primeira vez neste ano e ela está proporcionando um embasamento melhor para a discussão sobre os níveis de recursos financeiros para as escolas do governo.


Estado: Quais os países que o sr. destacaria como referência educacional?


Barry McGaw: A Finlândia é um nação em que muitas pessoas estão interessadas, mas é difícil vê-la como um modelo específico para o Brasil. Ela é pequena. Tem um corpo docente muito bem visto e muito qualificado. É, por exemplo, mais difícil de entrar num curso de formação de professores que no curso de Medicina na Finlândia. Já o rápido desenvolvimento dos países da Ásia oriental valeria a pena considerar. Cerca de quatro décadas atrás, eles tinham níveis de desenvolvimento semelhantes aos dos países da América do Sul, mas eles evoluíram muito rapidamente. Um dos fatores que levou a isso foi o grande valor que as populações dessas nações dão à educação. Em casos como o de Cingapura e, em certa medida, o da Coreia do Sul, isso ocorreu porque eles reconheceram que seu povo era o seu melhor recurso. Ao contrário da Austrália, eles não têm grandes quantidades de minerais que poderiam cavar e vender não transformados.


Estado: Quais as melhores e as piores características desses sistemas?


Barry McGaw: O ponto positivo é o alto valor que eles dão à educação, mas isso pode levar a uma pressão desproporcional sobre as crianças, por meio de um sistema altamente competitivo, com muitas delas passando horas excessivas fora da escola em aulas adicionais. A Finlândia se destaca pelo fato de que seus estudantes passam menos tempo na escola, não ingressam antes dos 7 anos e não gastam tantas horas na escola a cada ano. E os sistema finlandês vai muito bem assim. É claramente muito eficiente na realização dos seus ótimos resultados.


Estado: O que o sr. pensa de sistemas competitivos como o da Coreia do Sul?


Barry McGaw: Acho que o sistema coloca muita pressão sobre os alunos. Uma vez perguntei, em uma conferência na Correia do Sul, se eles achavam que eles estavam negando a infância a seus filhos. Uma boa parte dos participantes sul-coreanos tinha as mesmas preocupações.


Estado: O que é um bom currículo?


Barry McGaw: Aquele que estabelece claramente o que os alunos têm direito a aprender, mas que não é demasiado prescritivo sobre como a aprendizagem dos alunos deve ser organizada. Isso deve ser deixado para os professores e as escolas, a menos que não estejam suficientemente bem preparados para isso.


Estado: Na sua opinião, como o currículo deve ser construído?


Barry McGaw: O processo exige equipes de especialistas, mas exigem também amplas consultas sobre as primeiras versões do currículo.


Estado: O sr. é a favor de que os países tenham currículo único?


Barry McGaw: Isso depende do quão grande e diversificado é o país. Mas sou a favor de um currículo único para a Austrália, que tem apenas 23 milhões de pessoas. Na década de 1970, tivemos um movimento baseado nas escolas para permitir a variação no currículo, para refletir características locais. Um dos resultados foi que, para as crianças que residiam em regiões onde a classe trabalhadora morava, foi oferecido, por professores de classe média, um currículo menos exigente. Eles achavam que isso era bom para aquelas crianças – mas certamente não para seus filhos, que estavam seguros em escolas de classe média, com altas expectativas de aprendizagem.


Estado: Com um currículo único, como fica a autonomia da escola?


Barry McGaw: A maneira de dar às escolas autonomia é desenvolver um currículo que estabeleça “direitos de aprendizagem” para os estudantes (conhecimentos, compreensão e habilidades que todos devem ter a oportunidade de desenvolver), mas sem especificar como a aprendizagem deles deve ser organizada.


Estado: Quais são os principais fatores por trás de um bom sistema educativo?



Barry McGaw: A qualidade da aprendizagem dos alunos é o critério mais óbvio. Equidade é outra. Não podemos esperar – nem devemos desejar – que todos os alunos sejam iguais. O que podemos fazer é reduzir o impacto das diferenças das origens sociais dos alunos nas diferenças da qualidade da aprendizagem deles. No Pisa, temos visto alguns países – com Finlândia e Coreia – fazerem isso e obterem médias altas.


(O Estado de S. Paulo)

Faça o download gratuito de 120 títulos acadêmicos

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Faça o download gratuito de 120 títulos acadêmicos:




Universidade Estadual Paulista(UNESP), através da Cultura Acadêmica (um dos braços de sua editora principal), disponibiliza 120 títulos acadêmicos em formato digital para download gratuito. Os livros estão divididos em 23 áreas do conhecimento e são voltados para estudantes de graduação e pós-graduação que precisam de material de apoio para desenvolver projetos acadêmicos.


Confira os livros que podem ser baixados:





domingo, 25 de dezembro de 2011

Paínel de aniversariantes

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Paínel de aniversariantes:





































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M.I.T. oferecerá cursos online para estudantes de todo o mundo

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M.I.T. oferecerá cursos online para estudantes de todo o mundo:

Enquanto alunos pagam milhares de dólares para estudar no Massachusetts Institute of Technology (M.I.T.), a universidade vai anunciar, nesta segunda, um novo programa permitindo que qualquer pessoa, em qualquer lugar, faça cursos online, sem pagar nada. E, pela primeira vez, serão oferecidos certificados oficiais.

- Há muitas pessoas que gostariam de desenvolver sua educação tendo acesso ao conteúdo oferecido pelo M.I.T., pessoas totalmente capazes e merecedoras de um certificado do M.I.T. - diz o reitor Rafael Reif.

M.I.T. iniciou seu programa de e-learning há dez anos, postando conteúdos de quase todas as disciplinas que oferece. Hoje, na OpenCourseWare, são cerca de 2 mil cursos, com mais de 100 milhões de usuários. Mas a nova plataforma interativa, a M.I.T.x, vai muito além, dando acesso a laboratórios online, testes e fóruns de estudantes.

Reif e Anant Agarwal, diretor do Laboratório de Ciência da Computação e de Inteligência Artificial, informam que a plataforma deve estar disponível no final de março, inicialmente com apenas um curso. O número deve ser aumentado com o tempo, como ocorreu com a OpenCourseWare.

- As tecnologias são muito mais avançadas do que quando iniciamos a OpenCourseWare. Teremos ferramentas pedagógicas para os alunos fazerem testes e para criarem comunidades online - disse Agarwal.

O acesso aos cursos e às ferramentas será gratuito, mas os certificados serão cobrados, a preços “acessíveis”, informou Reif. Os certificados, porém, não serão equivalentes aos dos cursos regulares do M.I.T. Levarão o nome de uma organização sem fins lucrativos a ser criada para apoiar a plataforma M.I.T.x.

M.I.T. espera que , no futuro, a plataforma forme uma comunidade virtual de aprendizado internacional, que até mesmo contribuia para a formação dos estudantes presenciais do M.I.T. O instituto acredita que outras universidades usem a M.I.T.x para seus cursos online.

ESTUDO CRIA MAPA DAS ÁREAS MAIS PROPENSAS À DENGUE

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ESTUDO CRIA MAPA DAS ÁREAS MAIS PROPENSAS À DENGUE:
Globalização e urbanização desordenada favorecem a circulação do vírus

A dissertação de mestrado intitulada Dengue no Brasil: abordagem geográfica na escala nacional mostra que a expansão da dengue em nível nacional a partir da década de 1980 é um efeito indireto do processo de globalização, que facilita a circulação do vírus responsável pela doença. Realizado por Rafael de Castro Catão, sob orientação do professor Raul Borges Guimarães, da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT), Câmpus de Presidente Prudente, o estudo apresenta um mapa detalhado da doença em todo o país.

O grande desafio da pesquisa realizada por Catão foi o de compreender o contexto geográfico da doença na escala nacional, permitindo uma visão de conjunto, o que representava enorme lacuna no conhecimento desse tema - Raul Guimarães


Para analisar sua difusão, o pesquisador utilizou dados notificados por cada estado no período de 1981 a 2008. Em seguida, foram pontuadas as localidades onde houve casos de dengue. O impacto das cidades e da comunicação rodoviária na circulação do vírus pode ser melhor compreendido com o mapa síntese (ao lado) e com outros mapas menores que apontam a trajetória da dengue pelo interior do país a partir dos grandes centros regionais. Após a dispersão geográfica, comenta o estudioso, as epidemias são produzidas em escala nacional. 

A disseminação dos quatro sorotipos do vírus da dengue é feita quando uma fêmea do mosquito Aedes aegypti, que se alimenta de sangue, pica uma pessoa infectada e, pela saliva, transporta o microorganismo para outra. Sem medidas de combate, esse ciclo se multiplica no espaço geográfico na proporção da mobilidade urbana e entre regiões por meios rodoviário, aéreo e fluvial. 

Na análise do geógrafo, a circulação do vírus é favorecida também pela combinação de fatores sociais e ambientais. Entre os sociais ele cita o aumento do número de cidades e o crescimento das metrópoles, nem sempre em padrões adequados de urbanização. Aliado a isso, esses novos espaços concentram habitantes e moradias, boa parte delas inadequadas. “Casas sem abastecimento regular de água e coleta de lixo aumenta o número de focos” comenta. 

Símbolo negativo do desenvolvimento, a produção de lixo sem destinação final adequada tem participação no aumento das epidemias. “Embalagens do tipo PET (Politereftalato de etileno), pneus e sucatas descartados de forma incorreta transformam-se em potenciais criadouros do mosquito”, diz o estudioso. Por outro lado, em regiões onde o abastecimento de água é insuficiente, como no semiárido nordestino, os locais de armazenamento também constituem criadouro das larvas.


Clima e altitude

De acordo com o estudo, existe ainda a influência do clima nas epidemias. “O mosquito se ambienta bem melhor em cidades costeiras ou localizadas abaixo de mil metros de altitude com a umidade relativa do ar de moderada a alta”, destaca Catão. 

Não por acaso a Região Metropolitana do Rio de Janeiro é apontada como a grande metrópole do dengue. No período analisado, os dezesseis municípios da área metropolitana fluminense correspondem a 17,5% do total das notificações, com aproximadamente 520 mil casos acumulados. “Além da concentração dos episódios, a cidade registrou a entrada de novos sorotipos em locais onde já havia infestações e foi considerada importante na difusão do dengue pelo Brasil”, diz. 

Casos especiais

A dinâmica de difusão do vírus apontada pela pesquisa tem exceções. Na região Sul, por exemplo, observa-se pouca notificação de casos em função da temperatura média anual mais baixa. No entanto, o estado do Paraná, por situar-se em uma zona de transição, registra ainda algumas áreas de ocorrência mais intensa da doença, formando um arco entre Foz do Iguaçu e Maringá. 

Outra ressalva é a cidade de Goiânia (GO), cuja centralidade é reforçada pelas rotas de ligação entre estados e regiões em seu entorno. No estado do Mato Grosso do Sul, as fronteiras têm papel fundamental para a circulação do vírus e para a prevalência da doença generalizada em todo o estado. “No início da década de 1980 vários municípios paranaenses e sul-mato-grossenses foram infestados por Aedes aegypti provenientes do Paraguai”, explica Catão. 

Geografia da saúde é área nova no país

Segundo o professor Raul Borges Guimarães, orientador da pesquisa, desde a década de 1990 são desenvolvidos vários estudos geográficos sobre o dengue no Brasil. No entanto, quase a totalidade desses trabalhos tem como foco de análise a realidade regional. “O grande desafio da pesquisa realizada por Catão foi o de compreender o contexto geográfico da doença na escala nacional, permitindo uma visão de conjunto, o que representava enorme lacuna no conhecimento desse tema”, destaca Guimarães.

Os resultados da pesquisa foram apresentados no V Simpósio Nacional de Geografia da Saúde, realizado esta semana (de 12 a 14/12). O professor explica que, embora a geografia da saúde seja uma área de pesquisa consolidada no contexto internacional, o seu desenvolvimento no Brasil começou há apenas dez anos, tendo a dengue como destaque

Disponível em: <http://www.unesp.br/noticia.php?artigo=7862>. Acesso em: 24 dez. 2011