sábado, 26 de março de 2011

DESTAQUES DA SEMANA



Tarefa de governo: premiar – ou reprovar – os professores

Tarefa de governo: premiar – ou reprovar – os professores: "O diretor para educação da OCDE diz que melhoria do ensino exige preparar e recompensar os bons docentes. E tirar da sala de aula os maus profissionais

'As universidades precisam formar sábios'

'As universidades precisam formar sábios': "A reitora de Harvard diz que instituições devem resolver questões práticas, mas não podem ignorar a marca do próprio DNA: produzir conhecimento


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Prefeito e alunos de escolas do Alemão assistem à pré-estreia de "RIO"

Prefeito e alunos de escolas do Alemão assistem à pré-estreia de "RIO"

Professora apresenta projeto inspirado na obra de Maria Bethânia em programa da Rede Globo

Professora apresenta projeto inspirado na obra de Maria Bethânia em programa da Rede Globo

Febrace mostra soluções inovadoras para problemas da sociedade

Febrace mostra soluções inovadoras para problemas da sociedade

Encontros Multissensoriais - MAM-RJ

Encontros Multissensoriais - MAM-RJ: "





Encontros Multissensoriais (*1)


O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, através do Núcleo Experimental de Educação e Arte, inaugura dia 26 de março de 2011 o programa “Encontros Multissensoriais”, que reunirá pessoas cegas entre os visitantes para a partilha e a troca de experiências em torno de obras do acervo do museu. A idéia é promover encontros que explorem diferentes capacidades e limitações sensoriais, envolvendo não apenas a visão, mas também o tato, a audição e o olfato. Os encontros serão realizados no último sábado de cada mês, sempre às 15h. O ingresso é gratuito para o deficiente visual e um acompanhante.

Com os “Encontros Multissensoriais”, o MAM dá início a um programa de acessibilidade para pessoas com deficiência visual. O programa é desenvolvido através de colaboração entre o Núcleo Experimental de Educação e Arte do MAM e o Núcleo de Pesquisa Cognição e Coletivos do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da UFRJ (NUCC). Os coordenadores do programa são Guilherme Vergara, que coordena o Núcleo Experimental e o Instituto Mesa, e a Professora Virgínia Kastrup (NUCC/UFRJ), pós-doutorada no tema, que desenvolve há oito anos uma pesquisa sobre arte e deficiência.

Está sendo criada uma agenda de atividades regulares acessíveis a pessoas cegas, visando formação deste tipo de público. Num primeiro momento, os “Encontros Multissensoriais” serão realizados como parte do projeto “Território Descoberto”, que ocorre na área externa do MAM. Ao reunir um grupo de pessoas cegas entre os visitantes, a idéia é estimular a experiência tátil e multissensorial. O projeto visa o contato e a descoberta do território em sua dimensão espacial, material e semiótica através da exploração das obras expostas e dos Jardins de Burle Marx.

Num segundo momento, a proposta é a criação de um percurso tátil no MAM, por meio da seleção de obras que oferecem interesse e condições de acessibilidade pelo público deficiente visual. A seleção das obras será realizada tendo em vista características específicas que podem despertar o interesse do público deficiente visual, bem como o atendimento a condições de conservação especificadas pelo setor de museologia do MAM.

Serviço: Encontros Multissensoriais
Dia 26 de março | 15h00
Ingresso gratuito para o deficiente visual e um acompanhante.


NOTA

(*1) Postagem original de 22 de março de 2011 - NÚCLEO EXPERIMENTAL DE EDUCAÇÃO E ARTE - MAM-RJ - http://nucleoexperimental.blogspot.com/2011/03/encontros-multissensoriais.html


Postado por Imaculada Conceição Manhães Marins
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sexta-feira, 25 de março de 2011

Educação básica: Educação infantil, fundamental e profissional são prioridade, diz Haddad

Educação básica: Educação infantil, fundamental e profissional são prioridade, diz Haddad: "O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse nesta quarta-feira, 23, que a educação infantil, o ensino fundamental e a educação profissional formam um tripé de ações, que tem o papel de alavancar o desempenho da educação no Brasil. A afirmação foi feita durante abertura dos trabalhos da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos [...]"

Dinâmica para os pais

Dinâmica para os pais: "

Material necessário: balas com embalagens que abram dos dois lados
Entregue uma bala para cada mãe ou responsável e peça para que abram apenas com uma mão.
Você verá que elas irão conseguir, mas só depois de um bom tempo e esforço.
Faça o comparativo da dinâmica com a vida escolar: a bala é a criança, a mão que elas usaram para abrir é a professora, e a outra, a família. Se a professora fizer o trabalho todo sozinha, irá conseguir, mas demorará mais e será muito mais difícil, mas, se tiver “a outra mão” (a família), ficará mais fácil e eficiente.
Se vc não puder dar balas, substitua por um pedaço de barbante e peça para que os pais dêem um nó apenas com uma mão e faça a reflexão que a da bala.
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5 vantagens da escola com atividades no contraturno - Educar Para Crescer

5 vantagens da escola com atividades no contraturno - Educar Para Crescer

História do Palácio da Cidade

História do Palácio da Cidade: "
O Palácio da Cidade

Construído entre os anos de 1947 e 1949 para sediar a Embaixada Inglesa, o Palácio situado na Rua São Clemente, em Botafogo, é um exemplo de arquitetura no estilo Adam, que transcorreu no Reino Unido na segunda metade do século XVIII.

O prédio fica ao fundo de um amplo parque ajardinado e possui uma fachada imponente marcada por quatro colunas e amplos terraços. A decoração interna é sóbria, com peças de mobiliário, tapetes, pinturas e obras de arte em geral dos séculos XVIII e XIX e obras atuais.

Com a transferência das embaixadas para Brasília, o edifício foi adquirido em 1975 pela Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro para sua sede e foi tombado em 1984.


Palácio: sede do Poder Municipal do Rio de Janeiro

Em 1975, após a fusão dos Estados do Rio de Janeiro e da Guanabara, um dos primeiros desafios que o município do Rio enfrentou foi o de achar uma sede para sua Prefeitura. Havia o sonho de que o Paço Imperial, na época ocupado pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, voltasse a sua função original, de ser ocupado pelos governadores da cidade.

O sonho durou pouco, o espaço que foi cedido no Paço era pequeno, e a Prefeitura tinha que se mudar. Mas para onde? Diversas tentativas foram feitas: o antigo prédio do Ministério da Agricultura (hoje demolido), o Solar da Marquesa de Santos, o anexo do Palácio do Catete etc.

Meses se passaram depois da posse do primeiro prefeito, e a Prefeitura ainda não tinha uma sede. Até que o cônsul geral da Grã-Bretanha, Alan Munro, revelou o intuito de vender o Palácio da Rua São Clemente, sede da embaixada inglesa. A venda foi fechada por Cr$ 39.946.500,00 (valor equivalente na época a 4 milhões 950 mil dólares). Deste então o Palácio é a sede do Governo Municipal do Rio de Janeiro.


E surge o nome Palácio da Cidade

Foi em 10 de outubro de 1975 que o palácio da Rua São Clemente recebeu o nome pelo qual hoje é conhecido. O então Prefeito Marcos Tamoyo por decreto definiu que para homenagear o município, os personagens históricos e a população, a ex-embaixada da Inglaterra ainda iria se chamar Palácio da Cidade.

Veja abaixo a íntegra do decreto:

Decreto nº 162, de 10 de outubro de 1975

Dá nome ao edifício-sede da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.
O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais, e simplesmente chamada, forjada pelo heroísmo em cenário de beleza, resume a cônica de seu povo admirável, suas lutas, suas vitórias e sua força, sua vigorosa presença na história política, social e cultural do País;
CONSIDERANDO que a nova Casa do Poder Municipal deve marcar, para a posteridade, a singeleza desse primado impessoal , que homenageia a todos os personagens de sua História, sem o risco de olvido, preterição ou injustiça.
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Dengue

Dengue: "

Conheça e use o Kit Dengue (Márcia Pimentel KitDengue_Edit3 )

A MultiRio, Empresa Municipal de Multimeios, apresenta o Kit Dengue, elaborado com a consultoria da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil. De forma lúdica e divertida, o Kit visa contribuir com o combate à doença e é uma ferramenta adequada aos desafios da escola atual, que tem um papel na sociedade cada vez mais importante como espaço aberto ao diálogo, à troca de ideias e à mobilização da comunidade em geral.
Além da versão distribuída às escolas da rede municipal de ensino, com fichas impressas e um DVD, a MultiRio também disponibiliza, agora, o Kit em sua versão virtual. Ambas são constituídas de um curta-metragem com o histórico da presença da dengue no Brasil; filmetes da campanha Dengue Esporte, que têm por objetivo orientar a comunidade escolar no combate e na prevenção da doença; fichas de atividades para os alunos (com vários jogos, passatempos, palavras cruzadas, etc) e de orientação para a utilização dos materiais que compõem o Kit; e um Jogo da Dengue.
Confira o material e use-o junto aos seus alunos e à comunidade escolar. Afinal, saúde é uma questão de todos.


Clique nos links abaixo para baixar:
> Fichas para o professor e passatempos
> Jogo da Dengue





Salvar como rascunho
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Dez passos para uma alimentação saudável - Passo 10

Dez passos para uma alimentação saudável - Passo 10: "

Estimular a criança doente a se alimentar, oferecendo sua alimentação habitual e seus alimentos preferidos, respeitando a sua aceitação.

Dez passos para uma alimentação saudável - Passo 10

As crianças doentes, em geral, têm menos apetite. Por isso, devem ser estimuladas a se alimentar, sem, no entanto, serem forçadas a comer.

Para garantir uma melhor nutrição e hidratação da criança doente, aconselha-se oferecer os alimentos de sua preferência, sob a forma que a criança melhor aceite, e aumentar a oferta de líquidos.

Para a criança com pouco apetite, oferecer um volume menor de alimentos por refeição e aumentar a freqüência de oferta de refeições ao dia.

Para que a criança doente alimente-se melhor, é importante sentar-se ao lado dela na hora da refeição e ser mais flexível com horários e regras.

No período de convalescença, o apetite da criança encontra-se aumentado. Por isso, recomenda-se aumentar a oferta de alimentos nesse período, acrescentando pelo menos mais uma refeição nas 24 horas.

Enquanto a criança come com sua própria colher, a pessoa responsável pela sua alimentação deve ir oferecendo-lhe alimentos com o uso de outra.

Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria / Ministério da Saúde / OPAS / OMS

Comentários

É perfeitamente aceitável que uma criança doente tenha menos fome que o habitual. O nosso corpo consegue se virar bem com essa falta de apetite transitória. Ninguém vai ficar desnutrido por causa disso!

O que fazer então? Em primeiro lugar, respeite o apetite da criança. Procure oferecer algo que ela goste mais. E dê bastante líquido.

Aos poucos, na medida em que a criança vai melhorando, o apetite retorna, e logo tudo voltará a ser como era antes.

Outros passos para uma alimentação saudável

- Passo 1 - Passo 2 - Passo 3 - Passo 4 - Passo 5 - Passo 6 - Passo 7 - Passo 8 - Passo 9 -


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quinta-feira, 24 de março de 2011

Dengue 4 é nova, mas o combate é o mesmo: guerra ao mosquito - Saúde - Notícia - VEJA.com

Dengue 4 é nova, mas o combate é o mesmo: guerra ao mosquito - Saúde - Notícia - VEJA.com

Pessoas com deficiência têm 3 cursos de capacitação com inscrições gratuitas até sexta-feira



24/03/2011

Pessoas com necessidades especiais podem inscrever-se até sexta-feira, dia 25, em um dos três cursos de capacitação, no Programa de Inclusção no Mundo do Trabalho, da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência, em parceria com o Senac-Rio.

No Ciad Mestra Candeia, na Avenida Presidente Vargas, 1.997, 2º andar (perto da Rua de Santana), sã inscritos gratuitamente interessados no Curso de Operador de Elevador; no Centro Municipal de Referência da Pessoa com Deficiência - Unidade Campo Grande, na Rua Carlos Boisson, s/n, há inscrições para o Curso de Artesanato; e no Centro Municipal de Referência de Vila Isabel, na Ru Correia de Oliveira, 21, as inscrições são para o Curso de Jardinagem. Duração de dois meses, nos três cursos.

Conforme comunicado no Diário Oficial do Município, dia 18, as inscrições podem ser feitas entre 13h 30min, com documento de identidade, CPF e laudo médico/Cid 10.

Mais informações nesses locais e pelo telefone 2224-7821.

Prefeito lança Programa Ampliado de Coleta Seletiva



Com investimento total de R$ 50 milhões, projeto tem parceria da Prefeitura e do BNDES

24/03/2011

O Prefeito Eduardo Paes acaba de lançar em cerimônia no Palácio da Cidade, o Programa Ampliado de Coleta Seletiva na cidade do Rio de Janeiro, numa parceria da Prefeitura do Rio, através da Comlurb, e do BNDES. Com investimento total de R$ 50 milhões, o projeto vai levar a coleta seletiva de lixo domiciliar reciclável para todos os bairros cariocas até 2013. Serão construídas seis centrais de triagem no Centro e nas zonas Norte e Oeste da cidade para receber o material coletado. O objetivo é aumentar o número de ruas atendidas e de caminhões destinados ao serviço, reduzindo a quantidade de resíduos enviados aos aterros.

O Programa de Ampliação da Coleta Seletiva vai fazer do Rio a primeira cidade brasileira, e a única capital-sede da Copa de 2014 até agora, com capacidade de aproveitamento do lixo domiciliar aos moldes da nova Política Nacional de Resíduos Sólidos, regulamentada em dezembro.

Também estavam presentes ao evento o secretário Municipal de Meio Ambiente Carlos Alberto Muniz; a presidente da Comlurb, Angela Fonti; o secretário Municipal de Conservação e Serviços Públicos, Carlos Roberto Osório;e o secretário Especial de Desenvolvimento Econômico Solidário, Marcelo Henrique Costa.

Pavuna ganha novo estacionamento rotativo-4 horas em trecho da Rua Solon

Pavuna ganha novo estacionamento rotativo-4 horas em trecho da Rua Solon

Secretaria de Habitação lista principais serviços oferecidos no Rio Poupa Tempo



24/03/2011

Nos estandes do Rio Poupa Tempo, que atendem de segunda a sábado no Bangu Shopping, a Secretaria Municipal de Habitação dá informações sobre o Programa Habitacional do Município do Rio e a situação financeira do imóvel.

Esse é um dos principais serviços prestados ali aos interessados, que também poderão ter esclarecimentos sobre assinatura de escritura, transferência de titularidade e declaração de enquadramento do imóvel na Política Habitacional de Interesse Social.

Com utros órgãos municiais também à disposição do público, conforme comunicado na última página do Diário Oficial do Município de 22 de março, o atendimento, no segundo pavimento do Bangu Shopping, é das 8 às 18 horas, de segunda a sexta-feira, e ds 9 às 14 horas aos sábados. O Rio Poupa Tempo "tem muitas soluções em um só lugar" , facilitando a vida dos que moram no Rio.

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS

A Cátedra promove a oficina de sensibilização de educadores e interessados em contação de histórias com o ator, cenógrafo, figurinista, dramaturgo e contador Augusto Pessoa. A formação ocorre aos sábados, de 2 de abril a 14 de maio, na Cátedra. As inscrições vão até o dia 31 de abril e podem ser feitas através do email cursos.catedra@puc-rio.br.

Educador quer redes sociais no currículo escolar

Educador quer redes sociais no currículo escolar: "

Tatiana Klix, iG São Paulo

Pesquisador da Unicamp participará de congresso sobre redes sociais na educação. 'Blogs só são usados para divulgar conteúdo', diz

As redes sociais, como o Twitter, o YouTube e o Flickr, podem – e devem – entrar nas salas de aulas como ferramentas de uso pedagógico, na avaliação do pesquisador do Núcleo de Informática Aplicada à Educação (Nied) da Unicamp, José Armando Valente. Nesta sexta-feira, o professor vai participar do congresso People.Net in Education, no auditório da Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo, que vai discutir a aplicação das redes sociais à educação. Ao iG, Valente adiantou o foco de sua palestra e a preocupação de que as ferramentas não sejam usadas apenas como um apêndice das aulas, mas que haja uma orientação sobre o conteúdo consumido e gerado para a rede dentro das escolas: “Se não tiver alguém orientando, não é pedagógico. A ideia de que na rede um ajuda o outro, é romântica. O que acaba acontecendo é que um cego conduz outro cego”, diz. Para o professor, atualmente, nenhum país consegue fazer isso de forma sistemática, penas através de iniciativas pontuais.


Confira a entrevista concedida por telefone pelo pesquisador, que é também professor o Departamento de Multimeios, Mídia e Comunicação do Instituto de Artes da Unicamp e pesquisador colaborador do Programa de Pós-Graduação em Educação: Currículo, da PUC-SP:


iG: As redes sociais já são usadas nas escolas como ferramenta para desenvolver o aprendizado dos alunos?

José Armando Valente: Tem professores – pontualmente – usando blogs e outros recursos de rede sociais em aula, mas isso só ocorre por interesse particular de alguns profissionais. Não existe uma prática incentivada por grupos, escolas, redes de ensino. Mesmo assim, o que eles fazem, na maioria dos casos, é usar blogs para divulgar algum conteúdo que não deu tempo de passar em aula, receber material de aluno. Essa prática não inova em nada, é apenas uma outra forma de transmitir informação. Poderia ser usado um email, por exemplo.


iG: E como seria o uso de forma inovadora?

José Armando Valente: As ferramentas de redes sociais devem ser usadas como práticas pedagógicas, de forma integrada ao currículo. Não adianta só acessar a rede dentro da escola, sem uma proposta. Tem que ter alguém olhando e orientando, verificando se os alunos estão gerando conteúdo de fundamento, se tem um conceito sendo trabalhado. Isso é o que quero falar na palestra (no congresso Congresso People.Net in Education): “Se não tiver alguém orientando, não é pedagógico. A ideia de que na rede um ajuda o outro, é romântica. O que acaba acontecendo é que um cego conduz outro cego”.


iG: O senhor poderia citar exemplos práticos?

José Armando Valente: Brincar no Twitter gera um conteúdo de síntese muito grande. O professor de português poderia usar essa atividade para treinar o resumo de ideias com os alunos. Mas não é o que ocorre. Os jovens usam a ferramenta, mas o professor não intervém, não questiona o que eles fazem. Outro caso que tomei conhecimento é o de uma escola que propôs que os alunos organizassem um flash mob (mobilização instantânea em local público, geralmente organizada por email ou redes sociais). Deu certo, mas os professores de matemática perderam a oportunidade de trabalhar vários conceitos em relação ao evento, como estratégia e logística, que são conteúdos da aula de matemática. A escola fez a atividade, mas não usou como prática pedagógica. Aí nas aulas mantém o método tradicional de transmissão de conhecimento, que se torna uma chatice para os alunos.


iG: Quais as dificuldades para tornar esse uso das atividades em rede como prática pedagógica uma realidade?

José Armando Valente: É muito difícil, é mais fácil usar recurso para transmitir informação, do jeito que sempre foi. Mesmo quando os professores têm interesse e vontade, não têm apoio da gestão da escola, das redes de ensino para aplicar outros tipos de aula. É complicado usar de forma isolada, tem que estar no currículo. Hoje, as redes sociais são usadas só como apêndices, atividades fora da rotina.


iG: Em algum país é diferente e as redes já são integradas ao currículo?

José Armando Valente: Ninguém faz isso no mundo inteiro. Mesmo a Coréia do Sul e a Dinamarca, países tecnologicamente avançados e com bons resultados nas avaliações educacionais, não conseguiram. A Inglaterra tem um grupo que está trabalhando o conceito há algum tempo, tem consciência da necessidade dessa mudança, mas só aplicou a prática em escolas pontuais.


iG: Por que as mudanças tecnológicas demoram mais a ser incorporadas no ambiente escolar que em outros meios. As escolas continuam muito parecidas com as de décadas atrás...

José Armando Valente: O ensino tem uma estrutura hierarquizada, difícil de ser transformada. Uma das atividades da educação é perpetuar o status quo. E essa manutenção tem um valor. Mas essa mudança que estamos falando, das atividades da era do lápis e papel para a era digital, é necessária. Um gráfico que era desenhado no papel agora rapidamente ganha recursos e formas através da tecnologia. O estudo dele muda, não basta só entender o gráfico, mas é preciso interpretá-lo, dar novas funções e movimentos a ele. E isso tem que entrar no currículo.


iG: Muitas vezes, os alunos já têm mais facilidade com a tecnologia do que os professores. Isso não atrapalha a relação professor-aluno? Como os docentes devem se preparar para lidar com essa diferença de experiência e conquistar o respeito dos alunos?

José Armando Valente: O professor tem que ser esperto, usar os conhecimentos do aluno, pedir ajuda no que os jovens conhecem mais, organizar uma dinâmica na sala de aula que dê voz a quem sabe. O professor precisa sair do pedestal e entender que tem gente que sabe mais que ele. A grande dificuldade está em querer que o professor saiba tudo, enquanto a molecada toma conta. É preciso fazer uma parceria com o aluno.

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Educação na era digital - Educar para Crescer

Educação na era digital - Educar para Crescer

Museus a um clique

Museus a um clique: "Google Art Project leva mais de 1000 obras de arte ao PC
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Criatividade

Criatividade: "
Adoro Joaninhas e fiquei apaixonadas por estes potinhos que a Juliana fez.




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Trabalhando com tinta guache

Trabalhando com tinta guache: "


Trabalhando com tinta guache
Quando criei essas atividades pensei na criança se sujando toda!

Mas veja que maravilha, aprender o sentido de direção com os dedos, com as mãos!

Professor, o principal objetivo desta atividade é trabalhar a sua coordenação, não apenas

aprender o som das palavras, pois vemos que todas as letras estão em formato de cursiva

ou imprensa, período onde trabalhamos a letra CAIXA ALTA, mas esta atividade proporciona

a criança um aprendizado continuo, que será guardada em seu psico e auxiliará na sua

escrita quando estivar saindo da pré escola.



Idade: A partir dos 02 anos



Objetivo dessas atividades:

- Desenvolver a coordenação



Objetivos Específicos:

- Desenvolver sentido de direção;

- Estimular a coordenação motora fina;

- Aprimorar o desenvolvimento da escrita.



Desenvolvimento das atividades:

Professor, ao fazer essas atividades sugiro que tire duas cópias de cada.

A primeira conduza a criança e mostre que se inicia do circulo e segue-se

as setas, é importante que o professor fique atento ao olhar da criança,

ela precisará fixar seu olhar no papel.

Ao fazer isso dê a ela a mesma atividades para que ela consiga fazer acompanhar

as setas.



Andreza Melo Menezes
Pedagoga




Não perca tempo, inscreva-se e receba nossas atividades via email.

Digite seu email aqui:

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Tv: Homenagem a Moacyr Scliar

Tv: Homenagem a Moacyr Scliar: "

Autor por Autor apresenta entrevista inédita com o escritor





A Tv Cultura exibe neste domingo (27/03), às 19:30, episódio inédito de Autor por Autor em homenagem ao médico e escritor gaúcho Moacyr Scliar, que completaria 74 anos nesta semana. O autor morreu em 27 de fevereiro deste ano.


Curador da Flip e consultor literário do programa, Manuel da Costa Pinto abre a edição dedicando o especial à memória de Scliar. A atração exibe uma das últimas entrevistas concedidas pelo escritor, gravada em outubro do ano passado em seu apartamento em Porto Alegre.


No bate-papo, Scliar fala sobre seus pais imigrantes, o interesse pela medicina, o surgimento da literatura em sua vida, os prêmios que recebeu ao longo da carreira, a presença da temática judaica em sua obra, entre outros assuntos.


A entrevista é intercalada por uma dramatização da vida e obra do imortal escritor (membro da Academia Brasileira de Letras desde 2003) interpretada pelos atores André Frateschi (como Moacyr), Daniel Rossi e Zé Carlos Machado.


Veja aqui um trecho do programa e da entrevista inédita:




Com direção de Ricardo Elias, a co-produção da Tv Cultura e Sesc Tv apresenta também uma animação de um trecho do livro Max e os Felinos e comentários de Scliar sobre a polêmica envolvendo o autor canadense Yann Martel, acusado de plagiar sua obra.


Filho de imigrantes russos, sua mãe, leitora apaixonada, se inspirou-se no romance de José de Alencar para batizá-lo Moacyr, como o filho da índia Iracema. “Moacyr quer dizer filho da dor. Eu imagino que ela fez isso como uma homenagem ao José de Alencar. Não creio que seja uma alusão ao significado do nome. De qualquer maneira, havia nesse nome uma mensagem. Uma mensagem que hoje eu interpreto como sendo o seguinte, como se ela estivesse me dizendo: Eu quero que tu sejas um leitor e se possível, um escritor”, conta Scliar na entrevista.


Autor de mais de 70 livros em vários gêneros: romance, conto, ensaio, crônica, ficção infanto-juvenil, escreveu, também, para a imprensa. É considerado um dos escritores mais representativos da literatura brasileira contemporânea.


Serviço:



Autor por Autor Moacyr Scliar


Tv Cultura – Domingo, dia 27/03, às 19:30 horas.


Sesc Tv – Segunda, dia 28/03, às 23:00 horas.

Reapresentações: dias 29/03, às 3h; 03/03, à 0h.


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RIO NO COMBATE A DENGUE

RIO NO COMBATE A DENGUE: "

Imprensa

Painel de Acompanhamento da Dengue é a nova ferramenta no combate à doença

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Qua, 16 de Março de 2011 19:06
A Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil (Sesdec) acaba de adotar uma nova ferramenta para agilizar a tomada de decisões para minimizar os riscos de epidemia de dengue no Estado, o Painel de Acompanhamento da Dengue. O sistema disponibiliza informações como o número de casos notificados, taxa de incidência da doença, óbitos confirmados, circulação vetorial e o tipo viral em cada município. Os dados são colhidos do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) e também dos registros de atendimentos realizados pelas UPAs 24h em todo Estado. O método utilizado para recolher as informações é o Business Intelligence (BI). Essa é primeira vez que o Governo do Estado do Rio usa um sistema de inteligência como esse para aprimorar a gestão.
Esta e outras medidas adotadas pela Sesdec no combate à dengue foram anunciadas nesta quarta-feira, 16 de março, pela subsecretária de Vigilância em Saúde, Hellen Miyamoto, durante a reunião do Grupo de Trabalho da Dengue, feita semanalmente no Departamento Geral de Defesa Civil (DGDEC).
- O painel ficará exposto 24 horas por dia em um telão no DGDEC, que reúne todos os gestores da Sesdec envolvidos em tomada de decisões relacionadas à dengue. Com base nestes dados, atualizados de forma rápida e precisa, serão feitas mobilizações nos municípios que sinalizarem algum tipo de aumento no número de notificações – explicou a subsecretária de Vigilância em Saúde, Hellen Miyamoto.
Em apoio aos municípios, a Sesdec adota ações de combate à dengue em duas frentes: a de assistência ao paciente e de mobilização social. Na área de assistência, foram criados Centros de Referência para Atendimento da Dengue. As unidades são climatizadas e lá os pacientes com sintomas da doença passam por consulta e, se necessário, recebem hidratação venosa.
Também estão sendo capacitados técnicos que atuam no controle do vetor, além de médicos, enfermeiros e auxiliares de enfermagem, no momento em que eles estão atendendo os pacientes.
- O Estado e os municípios trabalham de forma estratégica oferecendo a assistência necessária aos pacientes, mas a participação da população no sentindo de evitar a proliferação dos focos do mosquito da dengue é imprescindível para a diminuição no número de pessoas contaminadas, uma vez que grande parte do foco do Aedes aegypti localiza-se nas casas – explicou a subsecretária.
Além dessas ações, militares do Corpo de Bombeiros e agentes da saúde devem realizar cinco milhões de visitas a prédios públicos e residências, em busca de focos do mosquito, em 26 municípios. Há também o projeto Rio Contra Dengue nas UPPs, iniciado em 29/12, que já capacitou cerca de 700 crianças e adolescentes moradoras de comunidades no combate aos focos do mosquito da dengue. Há também o Projeto Rio Contra Dengue nas Escolas, que começou em abril de 2010 e passou por 46 escolas, chegando a 3.389 alunos multiplicadores. Para 2011, a previsão é atender 200 escolas da rede estadual, municipal e privada, formando 20 mil multiplicadores, até o final do ano.
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Pós-Graduação em Educação Inclusiva na UERJ

Pós-Graduação em Educação Inclusiva na UERJ: "Por e-mail a Professora Dra Valéria Marques de Oliveira, da UFRRJ, informa eventos em andamento na UERJ conforme o folder abaixo.



Também nos convida a participar da palestra da Profa. Dra. Cecilia Satriano, Universidad Nacional de Rosario/Argentina, no dia 13/04, quarta feira, às 19h, na UFRRJ Seropedica, Instituto de educação, Auditório Paulo Freire, intitulada 'Crianças em contextos de precarização simbólica: reflexões psicológicas'. O evento é gratuito.
Contatos:
Valéria Marques de Oliveira
UFRRJ IE DEPSI
marquesvaleria@globo.com
valeriamarques@ufrrj.br
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PARA QUE E PARA QUEM DESTINAM-SE AS SALAS DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS

PARA QUE E PARA QUEM DESTINAM-SE AS SALAS DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS: "Olá amigos, hoje tentarei esclarecer algumas dúvidas quanto as Salas de Recursos Multifuncionais visto que tenho observado a necessidade em minhas visitas do entendimento de toda Escola da importãncia delas na vida de cada aluno atendido. Vamos começar então?
Para que a inclusão educacional, que é direito de nossos alunos, efetivamente aconteça, é preciso dar um resignificado as práticas pedagógicas, sendo assim se faz necessario que recursos diversos estejam disponíveis e ao alcance dos alunos, professores e gestores para que juntos, façam parte deste processo. Sendo o publico alvo alunos matriculados em turmas regulares e vindos da educação especial, já dá para se ter uma idéia de quanto é angustiante para o professor não se achar capaz de atender esse aluno, esse sentimento é o primeiro grande equivoco, digo isso porque justamente o contrário acontece, o professor por receber esse aluno se transforma na base da pirâmide e sem perceber busca o melhor.
Digo sempre que o aluno especial é aquele que chega na sala e balança as estruturas do professor em todos sentidos, e juntos acabam sempre superando suas limitações, porque cada um de nós tem uma, isso é fato.
A educação especial é uma modalidade de ensino transversal a todos os níveis, etapas e modalidades, e o AEE (Atendimento Educacional Especializado) disponibiliza os recursos para que o aluno tenha condições de apropriar-se da aprendizagem, tendo seus limites respeitados, e o professor tenha o apoio em sala de aula para adaptação dos conteúdos as necessidades desse aluno.
É impossivel obter o resultado desejado sozinho, mais juntos, professor da turma, professor do AEE e aluno desenvolvendo um trabalho que certamente não é fácil, como nenhum outro é, estarão contribuindo para mudança de paradigma dentro do ambiente escolar tornando o espaço como um todo harmoniosamente dedicado a desenvolver um trabalho pedagógico capaz de agregar todos na luta por uma educação de qualidade, ampla e irrestrita.
A pergunta que sempre me fazem é sobre quais alunos podem ser encaminhados a SRM, visto que como escrevi no post anterior, há uma grande confusão em diferenciar o aluno com dificuldades de aprendizagem dos alunos com deficiência intelectual, para que fique bem claro, os alunos devem ser oriundos de classe especial, com deficiência, que são aqueles com impedimento a longo prazo de natureza física, intelectual, mental ou sensorial, TGD (Transtorno Global do Desenvolvimento) que são aqueles que apresentam alterações no desenvolviemtno neuropsicomotor que comprometem suas relações sociais, como autismo, sindromes do espectro do autismo e psicose infantil , altas habilidades e superdotação, que estejam integrados em turmas regulares.
O AEE deve sempre acontecer no contra turno, de preferência na escola mais próxima ou na própria do aluno, quando houver.
Existem 02 tipos de Sala de Recursos Multifuncionais.

Sala de Recursos Multifuncionais do Tipo I que é composta dos seguintes materiais :

- 02 microcomputadores
- 01 lap top
- 01 estabilizador
- 01 scanner
- 01 impressora a laser
- 01 teclado com cokméia
- 01 acionador de pressão
- 01 mouse com entrada para acionador
- 01 lupa eletrônica
- 01 mesa redonda
- 01 mesa para impressora
- 04 cadeiras
- 01 armário
- 01 quadro branco
- 02 mesas para computador
- 02 cadeiras
- 01 material dourado
- 01 esquema corporal
- 01 bandinha ritmica
- 01 memória de numerais
- 01 tapete alfabético
- 01 software de comunicação alternativa
- 01 sacolão criativo monta tudo
- 01 quebra cabeças de sequência lógica
- 01 dominó de associação de idéias
- 01 dominó de frases
- 01 dominó de animais em libras
- 01 dominó de frutas em libras
- 01 dominó tátil
- 01 alfabeto Braille
- 01 kit de lupas manuais
- 01 plano inclinado - suporte para leitura
- 01 memória tátil

Sala de Recursos tipo II (além de os materiais da SRM do tipo I)

- 01 impressora a braille - pequeno porte
- 01 máquina de datilografia braille
- 01 reglete de mesa
- 01 punção
- 01 soroban
- 01 guia de assinatura
- 01 kit de desenho geométrico
- 01 calculadora sonora

E de responsabilidade de todos, a elaboração do PPP contemplando estratégias pedagógicas e de acessibilidade onde haja articulação entre os professores do AEE, do ensino regular e de toda equipe escolar, visto que cada aluno deverá ter definido um cronograma de atendimento e organização das estratégias a serem utilizadas, de modo a assegurar o pleno e irrestrito acesso em igualdade de condições dos demais alunos.
Mais uma vez só podemos comprovar que a educação sozinha é solidão, precisamos um do outro e sabemos que as pedras no caminho aparecerão, mais teremos sempre uma mão amiga que nos ajudará a retira-las.

Um beijo carinhoso a cada um ....

Claudia de Moraes Nascimento

(Claudinha)
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quarta-feira, 23 de março de 2011

1746 - Prefeito inaugura nova central unificada de atendimento telefônico

Simone Candida - O Globo
RIO - Desde a zero hora desta quarta-feira a cidade passou a contar com a Nova Central de Tele-atendimento da prefeitura pelo número 1746. Batizada de Disque-Rio, ela absorveu os cerca de 70 números antes disponíveis para atendimento ao público (entre eles os 12 disques e 10 ouvidorias, como o Tele-Saúde e o Tele-Comlurb), abrangendo mais de mil tipos de solicitações. Pelo novo número, o carioca poderá, por exemplo, fazer pedidos de troca de lâmpadas, reparo de sinais de trânsito, pedir informações sobre IPTU, solicitar vistoria em locais com possíveis focos de dengue. Durante a ligação, o cidadão recebe um número de protocolo e um prazo para o cumprimento do serviço. Todos os serviços terão um prazo pré-estabelecido para atendimento. O telefone funciona 24 horas por dia, sete dias por semana.
Segundo o prefeito Eduardo Paes, que inaugurou o 1746 na manhã desta quarta-feira, durante cerimônia no Centro de Operações Rio, o modelo é inspirado no 311, oferecido pela prefeitura de Nova Yorque, e possibilitará ao município controlar todos os pedidos e reclamações realizados pelo cidadão e fiscalizar o que está sendo cumprido. Antes da criação do Disque-Rio, a prefeitura recebia uma média de 200 ligações por mês nos mais diferentes telefones. A capacidade do novo sistema é de atender 600 mil ligações por mês. Ao todo, foram investidos cerca de R$ 26 milhões no novo serviço.
- Este é um importante instrumento de gestão, pois teremos o controle do atendimento em toda a cidade. Diariamente, eu mesmo vou acompanhar os relatórios gerados para sabermos quais os principais problemas da cidade naquele dia e vamos acompanhar também os prazo. Podemos dizer que deixamos o 311 no chinelo - brincou Eduardo Paes.
Para tornar o serviço ainda mais eficiente, a Secretaria municipal da Casa Civil criou metas, que poderão gerar prêmios em dinheiro aos servidores dos órgãos que atenderem as demandas em um tempo inferior ao informado ao cidadão por telefone:
- Por exemplo, para troca de lâmpada num poste, damos ao cidadão o prazo de sete dias a partir do pedido, mas internamente trabalhamos com um prazo menor, de 72 horas - explica o secretário da Casa Civil Pedro Paulo.

Novas creches precisam ser construídas em 18 meses

Novas creches precisam ser construídas em 18 meses: "

iG São Paulo

Prazo é concedido pelo governo federal para Estados e municípios concluírem obras com verbas do PAC 2

As creches e quadras esportivas escolares que serão construídas com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) devem estar prontas em 18 meses após a liberação da verba pelo pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). A regra foi publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira, dia 22, em resolução que estabelece os critérios de transferência de recursos para municípios, Estados e o Distrito Federal para as obras.


Depois de aprovados os projetos, os recursos serão liberados em duas parcelas. A primeira será repassada pelo FNDE após a assinatura do termo de compromisso para a execução da obra. A segunda, depois de análises técnicas específicas de cada caso. O prazo de 18 meses começa a contar a partir do recebimento da primeira parcela.


Após terminar a obra ou o prazo limite para a execução, os beneficiados terão 60 dias para prestar contas ao FNDE dos recursos recebidos. Entre os documentos necessários para comprovar a devida utilização dos recursos estão a cópia do despacho adjudicatário e homologação de licitações realizadas para a execução da obra; a relação de pagamentos efetuados, de bens adquiridos, produzidos ou construídos com recursos da União; extratos bancários da conta corrente em que os recursos foram depositados, entre outros. É preciso também comprovar o domínio dos terrenos, por meio de cópia da certidão atualizada e autenticada do imóvel.

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Novo plano de educação custará R$ 80 bilhões, diz Haddad

Novo plano de educação custará R$ 80 bilhões, diz Haddad: "

Agência Brasil

Ministro diz que investimento de 7% do PIB em educação cobrirá gastos das metas estabelecidas até 2020

O ministro da Educação, Fernando Haddad, informou hoje (23) que o custo total para o cumprimento das metas do novo Plano Nacional de Educação (PNE) é de R$ 80 bilhões. Segundo ele, a meta de investimento de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação, indicado no plano, cobrirá esses gastos.



O PNE estabelece 20 metas educacionais que o país deverá cumprir até o fim da década. Nesta segunda, dia 22, foi criada na Câmara uma comissão especial para discutir o projeto de lei enviado pelo Executivo. Um dos pontos polêmicos e que deverá ser alvo de emendas é justamente o que define um percentual mínimo para investimento na área. Alguns parlamentares e entidades da sociedade civil querem que o patamar incluído no PNE seja de 10%.



“Se o Congresso entender que é pouco e quiser aumentar [a meta de investimento do percentual do PIB em educação], não vai poder mexer só nela, mas nas outras. Os 2% a mais de investimento público pagam a conta das metas que estão estabelecidas no plano. É uma conta que fecha. O plano não pode ser esquizofrênico, nem recurso de menos para meta demais, nem recurso demais para meta de menos”, defendeu Haddad que esteve na Câmara dos Deputados participando da primeira reunião da Comissão de Educação e Cultura (CEC) deste ano.



Respondendo aos questionamentos dos parlamentares sobre a meta de investimento, Haddad afirmou que organismos internacionais como a Organização das Nações Unidas para Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) recomendam um investimento entre 6% e 8% do PIB. Disse ainda que como ministro da área defende sempre mais recursos para a pasta.



“Se o Congresso entender [pelo aumento], é preciso dizer no plano quais são as estratégias para que isso seja factível. Quais estratégias para chegar a 7% ou a 10%? Qualquer que seja o número, temos que levar isso em conta. Haverá aumento da carga tributária para pagar essa conta da educação? Haverá redução de gastos? Onde? Isso precisa estar no plano, caso contrário nós vamos fixar um número que não será cumprido”, defendeu.



Atualmente, o país investe 5% do PIB em educação. A Conferência Nacional de Educação (Conae), que discutiu no ano passado as bases do PNE, propôs que o investimento mínimo seja de 10% do PIB até o fim da década.



A presidente da comissão, deputada Fátima Bezerra (PT-RN), afirmou que o projeto de lei já tem mais de 140 emendas. Ela era relatora da proposta, mas por assumir o comando da comissão, repassou a relatoria ao deputado Ângelo Vanhoni (PT-PR).

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Dúvidas dos leitores

Dúvidas dos leitores: "

1ª) Vendeu A VISTA ou À VISTA?


Se alguém “vendeu a vista”, deve ter vendido “o olho” (a vista = objeto direto). Seu desespero era tanto que primeiro vendeu o carro, depois vendeu um rim e agora vendeu a vista.

Se não era nada disso que você queria dizer, então a resposta é outra: “vendeu à vista”, e não a prazo (à vista = adjunto adverbial de modo).

Observe que nesse caso não se aplica o macete da substituição do feminino pelo masculino (à vista > a prazo).

Por causa disso, há muita polêmica e algumas divergências entre escritores, jornalistas, gramáticos e professores.

Sou a favor do uso do acento da crase em todas as locuções adverbiais femininas: à beça, à força, à mão, à tarde, à toa, à ultima hora, à vista, à vontade, às avessas, às claras, às vezes.



2ª) Sentou-se NA MESA ou À MESA?


O certo é sentar-se à mesa.

Todos podem sentar-se “na mesa”, mas é falta de educação e a mesa pode não aguentar.

Nós nos sentamos à mesa. Devemos usar o acento da crase porque “à mesa” é um adjunto adverbial de lugar.


3ª) ÀS VEZES ou AS VEZES?


Na frase “Às vezes, conto para todos as vezes que fui engrupida”, não há dúvida de que ocorre crase no primeiro caso. Trata-se de um adjunto adverbial de tempo. O segundo caso é discutível, porque a frase está mal construída. Temos um erro de regência. Provavelmente, a professora queria a seguinte frase: “Às vezes ( = algumas vezes), conto para todos as vezes EM que fui engrupida.” Nesse caso, “as vezes EM que fui engrupida” seria o objeto direto do verbo CONTAR. Consequentemente não haveria crase ( = objeto direto não tem preposição).

A crase no segundo caso caracterizaria uma repetição, mesmo entre vírgulas: “Às vezes (=algumas vezes), conto para todos, às vezes ( = algumas vezes), que fui engrupida.” Agora, o objeto direto do verbo CONTAR seria “que fui engrupida”, e o adjunto adverbial às vezes estaria desnecessariamente repetido. Se fosse essa a interpretação, bastaria usar o primeiro ou o segundo: “Às vezes, conto para todos que fui engrupida” ou “conto para todos, às vezes, que fui engrupida”.


4ª) SOB ou SOBRE?


A frase “marcar sob pressão” realmente está errada. Quem exerce pressão exerce pressão SOBRE alguém ou SOBRE alguma coisa. Nesse exemplo, prefiro: “marcar POR pressão”.

a) SOB = “embaixo de”: “Ficou SOB cuidados médicos”, “Está SOB proteção policial”.

b) SOBRE = “em cima de”: “Pôs o livro SOBRE a mesa”, “Ele tem muita ascendência SOBRE seus empregados”.

Observe um erro lastimável: “A lágrima lhe corria sob a face.” Deve ser um choro interno!



5ª) “Obedeça SUA sede” ou “Obedeça A SUA sede”?


A campanha publicitária do refrigerante Sprite apresenta um erro de regência. OBEDECER é verbo transitivo indireto. O uso da preposição “a” é obrigatório. Deveria ser: OBEDEÇA A SUA SEDE.

O uso do acento da crase é que é facultativo: antes de pronomes possessivos (= minha, tua, sua, nossa, vossa), podemos usar ou não o artigo definido: “Obedeça a sua sede” ou “Obedeça à sua sede”.


6ª) Nova YORK ou Nova IORQUE?


É questão de padronização.

O nome da cidade (= New York) é uma homenagem à cidade de York, que fica na Inglaterra. É uma nova York. Quem prefere a forma Nova York (= traduz o new e mantém York em inglês). Entre outras justificativas, afirma: ninguém faz o aportuguesamento da cidade inglesa de York, ninguém escreve duque de Iorque.

Os defensores da forma Nova Iorque alegam falta de coerência: traduz a primeira palavra para o português e mantém a segunda no inglês.

Outro argumento é o adjetivo gentílico (= nova-iorquino), totalmente aportuguesado.

Portanto, é uma questão de preferência, e não de certo ou errado.


7ª) “Prosseguem as negociações entre EU e a firma” ou “entre MIM e a firma”?


O certo é: “entre MIM e a firma”.

Os pronomes pessoais retos (eu, tu, ele, nós, vós, eles) só podem ser usados na função de sujeito da oração.


8ª) BAIXAR ou ABAIXAR os preços?


Tanto faz. No sentido de “diminuir, fazer descer, reduzir”, BAIXAR e ABAIXAR são palavras sinônimas.

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PLANO DE AULA CONTRA O PRECONCEITO

PLANO DE AULA CONTRA O PRECONCEITO: "



Não ao preconceito

Faixa etária

4 e 5 anos

Conteúdo

Identidade e autonomia

Objetivos

- Estimular o respeito à diversidade.

- Formar cidadãos preocupados com a coletividade.



Tempo estimado

O ano todo.



Materiais necessários

Retalhos de tecidos de diversas cores e estampas, linha, agulha, botões, papel, lápis de cor e giz de cera.



Desenvolvimento

Atividade 1

Reúna a turma em círculo para ouvir você ler histórias que tratem da diversidade e valorizem o respeito à diferença. Peça que todos comentem. A roda de conversa pode ser aproveitada para debater eventuais conflitos gerados por preconceitos.



Atividade 2

Convide os pais para fazer, junto com os filhos, uma oficina de bonecos negros. Ofereça o material necessário.

Depois de prontos, deixe-os à disposição na sala para as brincadeiras ou organize um revezamento para que as crianças possam levá-los para casa.

Os pequenos criam laços com esses objetos e se reconhecem neles.



Atividade 3

Um dos problemas enfrentados pelas crianças negras é relacionado aos cabelos. Não é difícil ouvir algumas falando que gostariam de tê-los lisos.

Mexer nos cabelos e trocar carinho é uma forma de cuidar delas, romper possíveis barreiras de preconceitos e aprender que não existe cabelo ruim, só estilos diferentes. Sugira que a turma desenhe em uma folha os diferentes tipos de cabelos (textura, cor etc.) que existem.



Atividade 4

Peça pesquisas sobre a história de alimentos e músicas de diversas origens. Planeje momentos de degustação e de escuta. As aulas de culinária são momentos ricos para enfocar heranças culturais dos vários grupos que compõem a sociedade brasileira. Conhecer músicas em diferentes línguas é um bom caminho para estimular o respeito pelos diversos grupos humanos. Isso se aplica a todas as formas de arte.



Avaliação

Observe em brincadeiras e falas se as crianças aceitam bem a diversidade e se todos valorizam suas origens e a auto-imagem.

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PLANO DE AULA: ORIENTAÇÃO SEXUAL PARA OS PEQUENOS

PLANO DE AULA: ORIENTAÇÃO SEXUAL PARA OS PEQUENOS: "

Orientação Sexual

Faixa etária

4 e 5 anos

Conteúdo

Identidade e autonomia

Objetivos

- Envolver professores e pais no trabalho de orientação sexual dos estudantes.

- Desenvolver nos alunos o respeito pelo corpo (o próprio e o do outro).

- Refletir sobre diferenças de gênero e relacionamentos.

- Dar informações sobre gravidez, métodos anticoncepcionais e doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).

- Conscientizar sobre a importância de uma vida sexual responsável.



Anos

Este projeto pode ser adaptado para todo o Ensino Fundamental.



Desenvolvimento

1ª ETAPA

Preparação da escola e da comunidade:



Capacitação da equipe - Professores e funcionários devem estar preparados para lidar com as manifestações da sexualidade de crianças e jovens. Um curso de capacitação sobre os principais temas (como falar e agir com crianças e adolescentes; prazer e limites; gravidez e aborto; DSTs etc.) é o mais indicado. Além disso, os formadores podem ajudar a identificar os conteúdos das diversas disciplinas que contribuem para um trabalho sistemático sobre o tema.



Envolvimento dos pais - Faça uma reunião com as famílias para apresentar o programa. Aproveite para falar brevemente sobre as principais manifestações da sexualidade na infância e na adolescência.



Formação permanente - Organize um grupo de professores para estudar temas ligados à sexualidade e discutir as experiências em sala de aula.



2ª ETAPA

Da pré-escola ao 5º ano, o trabalho em sala de aula exige atenção do professor às atitudes e à curiosidade das crianças, pois são elas que vão dar origem aos debates e às atividades propostos a seguir.



Pré-escola

Diferenças de gênero - Baixar a calça e levantar a saia são sinais de curiosidade. O livro Ceci Tem Pipi?, de Heloisa Jahn e Thierry Lenain, explora as diferenças físicas e comportamentais entre meninos e meninas. Pergunte quem tem pipi. E quem não tem? Tem o quê? Diga que a vagina é o 'pipi' das meninas. Estimule o debate sobre o que é ser menino e menina, levantando questões como: uma garota pode subir em árvores? Escreva as respostas no quadro e converse com a turma.



O corpo e o prazer - É normal que os pequenos toquem os genitais para ter prazer e conhecer o próprio corpo. Proponha a descoberta de outras formas de satisfação na escola, como brincar na areia e na terra ou com água. Deixe-os explorar esses elementos no parque e incentive-os a falar sobre o que sentiram e sobre as partes do corpo que dão prazer, inclusive o pênis e a vagina. Diga que é normal tocá-los, mas que essas são partes íntimas e, portanto, não devem ser manipuladas em locais públicos. Finalize lembrando-as das outras maneiras de ter prazer na escola.



Relação sexual - Caso uma criança tenha visto uma cena de sexo na TV, certamente comentará com os colegas. O livro A Mamãe Botou um Ovo, de Babette Cole, relaciona sexo, concepção e nascimento. Todos sabem como nasceram? Levante as dúvidas e comente que sexo é coisa de adultos. Mostre bonecos que tenham pênis e vagina e deixe a garotada explorar as diferenças.



Gravidez - Se alguma professora ou alguém próxima à garotada estiver grávida, certamente a turma ficará curiosa. Fale sobre o desenvolvimento do bebê, desde a concepção até o nascimento (cartazes ajudam muito). Uma música boa para tocar é De Umbigo a Umbiguinho, de Toquinho. Explique o processo físico de evolução, ouça as perguntas e responda-as de forma simples e direta.



Do 1º ao 5º ano

Vocabulário da sexualidade - Palavrões são comuns nas conversas infantis e podem ser usados para fazer graça ou para agredir. Mas eles perdem rapidamente o impacto quando você os escreve no quadro. Explique o significado de cada um, deixe claro que todos podem ser ofensivos e, por isso, não devem ser usados - principalmente em público.

Caso as palavras façam referência aos órgãos sexuais, levante as outras que a turma conheça para pênis e vagina. Escreva no quadro os termos corretos e utilize-os nas conversas sobre o tema.



Padrões de beleza - Ao perceber que os alunos debocham da aparência de um colega, um bom caminho é promover um debate sobre padrões de beleza. Que tal passar o filme Shrek? Por que a princesa Fiona se esconde quando vira ogra? Ela só é aceita quando aparenta ser bela? Que qualidades têm os personagens? É justo que as pessoas evitem quem não acham bonito? Outro bom exemplo é a Mona Lisa, de Leonardo da Vinci. A modelo é bonita? Explique que, na época em que foi pintada, ela era (sim) um padrão de beleza. Divida a turma em duplas e peça que cada um descreva qualidades ou algo que ache bonito no colega.



3ª ETAPA

Com os mais velhos, o trabalho deve ser sistemático, com aulas semanais ou quinzenais. Monte uma lista com os temas, mas apresente-os de acordo com o interesse da turma.



Do 6º ao 9º ano

Puberdade - Coloque no quadro desenhos de corpos femininos e masculinos em diferentes fases do crescimento. Pergunte aos alunos o que eles entendem por puberdade.

Explique as transformações físicas e emocionais e por que elas acontecem. As questões podem ser feitas oralmente ou por escrito (se você não quiser expor ninguém).



Maternidade e paternidade - Leia o poema Enjoadinho, de Vinicius de Moraes. Pergunte de que um bebê precisa durante a gestação e após o nascimento e fale sobre as necessidades dos pais. Escreva as respostas no quadro. Pergunte se é possível um adolescente ser pai e mãe e prover tudo de que o bebê precisa. Do que o jovem terá de abrir mão para cuidar de uma criança? Quais são as vantagens de adiar a gravidez? Ao fim da aula, peça que os alunos escrevam sobre o que esperam do futuro.



Métodos anticoncepcionais - Leve para a sala de aula cartelas de pílulas, camisinhas masculina e feminina, tabelinha etc. Faça circular pela classe e dê explicações sobre cada tipo. Responda às dúvidas. Divida a turma em grupos e dê a cada um uma banana ou cenoura e uma camisinha para demonstrar como ela deve ser colocada. Depois peça que os jovens façam o mesmo. Lembre-os de que as camisinhas masculina e feminina são o único método anticoncepcional que previne as DSTs.



Aborto - No Brasil, a interrupção intencional da gravidez é crime, exceto quando a mãe foi estuprada ou corre risco de morte. Antes do debate, ofereça textos sobre o tema e forme dois grupos para uma dramatização. O primeiro deve ter personagens como uma grávida que quer ter o bebê, o namorado que prefere que ela aborte, o médico que fará a operação, a mãe que é contra e a amiga que tem dúvidas. O outro: a grávida que insiste em abortar, o namorado que é contra, o médico que a aconselha a não fazer isso, a mãe que tem dúvidas e a amiga que insiste na interrupção. Proponha que os jovens improvisem um diálogo usando argumentos compatíveis com cada personagem.



DSTs - Ponha para tocar A Via Láctea, de Renato Russo, e Ideologia, de Cazuza. Esses dois músicos morreram em decorrência da aids. Os alunos sabem o que a sigla significa? Selecione versos ('Essa febre que não passa', 'Meu prazer agora é risco de vida' e outros) e discuta seu significado. Peça uma pesquisa sobre a incidência da síndrome na população. A análise mostrará que não existem mais grupos de risco, mas atitudes de risco. Converse sobre outros tipos de DSTs e como se prevenir.



O que é ser homem e ser mulher - No filme Billy Elliot, de Stephen Daldry, o

personagem principal quer ser bailarino. O que os jovens fariam se um filho tivesse esse desejo? Ou uma filha que sonha ser futebolista? O que é ser homem e ser mulher? Dá para definir levando em consideração apenas o que a pessoa gosta de fazer?



Homossexualidade e bissexualidade - Assista com os alunos ao filme Brokeback Mountain, de Ang Lee. Como o preconceito contra homossexuais é mostrado? Só existe amor entre homens e mulheres? Ouça as opiniões e reflita com os alunos sobre diferentes formas de amar. O respeito à opção sexual também deve ser abordado.

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DISTINÇÃO VISUAL ATIVIDADES

DISTINÇÃO VISUAL ATIVIDADES: "










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ATIVIDADES ALIMENTAÇÃO

ATIVIDADES ALIMENTAÇÃO: "






























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