segunda-feira, 12 de novembro de 2012

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DICA MARAVILHOSA - Colher de pau pintada com Papai Noel! Linda lembrancinha de Natal

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Colher de pau pintada com Papai Noel! Linda lembrancinha de Natal: São lindas colheres de pau transformadas em móbile, mas também servem como lembrancinha ou fantoche de Natal!


Basta riscar as colheres e depois pintar com tinta específica para madeira.

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Inscrição das matrículas para o ano de 2013 na Creche Institucional Dr. Paulo Niemeyer.

 Fonte: D. O.de 12/11/2012
COORDENADORIA GERAL DO SUBSISTEMA DE RECURSOS HUMANOS
COORDENADORIA DE VALORIZAÇÃO DO SERVIDOR
PORTARIA A/CSRH/CVS Nº 01 DE 09 DE NOVEMBRO DE 2012.
Dispõe sobre a renovação e abertura de inscrição das matrículas para o ano de 2013 na Creche Institucional Dr. Paulo Niemeyer.
A COORDENADORA DA COORDENADORIA DE VALORIZAÇÃO DO SERVIDOR, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela legislação
em vigor, e Considerando a necessidade do desenvolvimento integral da criançaaté seis anos de idade em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade, conforme o disposto no art. 29 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional;exclusivamente, a filhos e/ou criança sob responsabilidade legal, devidamentecomprovada, de servidores públicos municipais efetivos, segurados do FUNPREVI, que estejam na faixa etária compreendida entre 12 (doze) meses e 5 (cinco) anos e 11 (onze) meses e serão disponibilizadas de acordo com a renovação das matrículas conforme o Inciso I do Art. 2º desta Portaria.
§ 1º O horário de atendimento às crianças será de 7:00 às 18h, admitidos, no máximo, dois atrasos, na entrada ou saída, por mês.
§ 2º As vagas serão preenchidas pelos filhos de servidores, desde que atendidas as condições estipuladas nesta Portaria.
§ 3º Poderão permanecer matriculados na Creche, até que concluam o ano letivo, os menores atualmente atendidos e que não se enquadram na condição estipulada no caput.
§ 4º Enquanto o servidor tiver sua criança matriculada na Creche, fica-lhe assegurada a vaga para outro(s) filho(s) que o mesmo possa vir a ter e/ ou adotar, sem que necessite do sorteio de vagas, caso haja vaga para a faixa etária desse(s) outro(s) filho(s).
§ 5º Serão comunicados aos responsáveis, através do Calendário Oficial da creche, os eventuais recessos e agendas para Centro de Estudos ou outra atividade onde seja necessário o não funcionamento da creche, ressalvado caso imprevistos.
Art. 2º As matrículas para o ano de 2013 serão realizadas conforme o calendário abaixo:
I – 26 de novembro de 2012 – renovação de matrícula das crianças atendidas em 2011, já freqüentando a Creche, cuja relação será afixada nas dependências da creche.
II – 27, 28 e 29 de novembro de 2012 – inscrição das crianças candidatas a 1ª matrícula na Creche para 2013 – mediante a apresentação dos seguintes documentos:
- Original do contracheque do servidor responsável.
- Original e cópia da identidade do servidor responsável.
- Original e cópia da certidão de nascimento da criança.
III – 04 de dezembro de 2012, às 14 h – sorteio público, da matrícula do servidor municipal para as vagas existentes na creche, caso haja número excedente de inscrições;
IV – 06 e 07 de dezembro de 2012 – efetivação da matrícula na Creche, das crianças que forem contempladas com a vaga, mediante a apresentação obrigatória dos seguintes documentos:
- Original e cópia do cartão de vacinação.
- 3 (três) fotos tamanho 3X4.
- Comprovante de residência
- Atestado médico
Art. 3º As inscrições e matrículas serão efetuadas na Creche Institucional Dr. Paulo Niemeyer, localizada no Centro Administrativo São Sebastião – CASS – Rua Afonso Cavalcanti, 455 – Cidade Nova – das 9h às 16h.
§ 1º O ato da confirmação da matrícula do servidor responsável, ensejará automaticamente o comprometimento ao cumprimento do calendário escolar de atividades, bem como de todas as regras estabelecidas nesta Portaria e àquelas definidas pela Direção daquela unidade.
§ 2º Para que não haja o prejuízo das ações programadas, o horário de entrada na Creche deverá ser de 7h às 9h, e de saída de 17h às 18h.
Art. 4º Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação.

Verba para combate à aids fica parada nas contas de estados e municípios - Saúde - Notícia - VEJA.com

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Verba para combate à aids fica parada nas contas de estados e municípios - Saúde - Notícia - VEJA.com

Governo quer alfabetizar crianças até os 8 anos - Educação - Notícia - VEJA.com

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Governo quer alfabetizar crianças até os 8 anos - Educação - Notícia - VEJA.com

Vamos passar por lá - TELESSAÚDE

Beatriz Pont: escola deve dar a pais ideia clara sobre o que se espera deles

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Beatriz Pont: escola deve dar a pais ideia clara sobre o que se espera deles:
SÃO PAULO - Quanto maior for o engajamento dos pais na vida escolar dos filhos, melhores serão os resultados educacionais das crianças. É o que pensa a analista sênior de políticas educacionais da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) Beatriz Pont. Ela liderou pesquisa da OCDE que concluiu que priorizar os vínculos entre famílias e escolas é uma das políticas que devem ser adotadas para melhorar o ambiente de aprendizado em escolas desfavorecidas — em que problemas econômicos e sociais são mais notados.
A pesquisa mostrou que a atitude positiva dos responsáveis pelos alunos ajuda a criar um ambiente que melhora o aprendizado. Para que isso aconteça, no entanto, é preciso que os sistemas priorizem a criação de políticas públicas a fim de incentivar, especialmente em áreas pobres, uma maior aproximação entre famílias e equipes pedagógicas. Beatriz estará em São Paulo, quarta-feira, para dar palestra sobre a aproximação família-escola, em evento promovido pela Fundação Itaú Social.
O estudo da OCDE diz que pais economicamente desfavorecidos tendem a se engajar menos na educação de seus filhos. Por que isso acontece?
Porque eles sofrem com mais pressões econômicas e dificuldades sociais. Muitas vezes eles não têm flexibilidade no horário de trabalho, ou trabalham por muitas horas, ou são pais solteiros. Pode faltar a eles também o conhecimento sobre o valor que a educação tem. Às vezes, veem uma grande separação entre a escola e o lar. Mandam os filhos para a escola, e é só. Escolas desfavorecidas têm muitos alunos cujas famílias não dão muito apoio e, com frequência, não dão respostas apropriadas às necessidades dos estudantes, porque não têm uma boa equipe e têm gerenciamento e práticas pobres.
O que pode mudar se os pais se engajarem mais na educação das crianças?
Sistemas escolares de alta performance estabelecem expectativas muito altas em relação a todos os estudantes, não importa se ricos ou pobres. E conseguem alcançar essas expectativas. É muito importante que não apenas a sociedade mas também os pais esperem mais dos seus filhos e do sistema educativo. Quanto mais os pais estimularem seus filhos a terem atitudes positivas em relação ao aprendizado, se envolverem na lição de casa e se engajarem na educação, mais o índice de faltas às aulas e de descompromisso com a escola cairá.
De que maneira os pais podem se engajar?
Há duas maneiras principais. Uma é dar suporte às crianças em casa, e a outra é fazer isso na escola. Dar suporte em casa é, essencialmente, ajudar os filhos a priorizarem a leitura, discutir as atividades escolares, ajudar na lição de casa e criar um ambiente de aprendizado em casa. Na escola, os pais devem participar de reuniões organizadas para eles e de outras atividades. Sabemos que os pais tendem a participar menos de atividades escolares voluntárias.
O que é mais importante: dar suporte ao filho em casa ou na escola?
As duas coisas são importantes. O que interessa é assegurar que o processo de escolarização não seja algo separado do lar. Quanto mais os estudantes sentirem que seus pais estão engajados na sua educação, trabalhando com eles em casa, eventualmente indo à escola, encontrando com os professores e vendo os progressos e áreas para melhoria, mais se engajarão no aprendizado.
Então, se as expectativas dos pais em relação à educação dos filhos forem muito baixas, os alunos estudarão menos do que deveriam?
Sim. As expectativas dos pais são a maneira de influenciar as expectativas dos filhos sobre a escolarização. Se os pais não esperam nada da criança, ela não vai se empenhar de verdade.
O que as escolas devem fazer para haver maior participação dos pais?
Sabemos que, em escolas mais favorecidas, há mais engajamento dos pais em relação ao estudo dos filhos. Eles fazem os filhos lerem mais. É por isso que, em nosso estudo, dizemos que, para fortalecer escolas desfavorecidas com baixa performance, um ponto chave a ser priorizado é reforçar a ligação entre a escola e os pais, pois isso fará aumentar as expectativas e o engajamento dos pais e, consequentemente, a expectativa e o engajamento dos estudantes. E isso é ainda mais difícil em escolas menos favorecidas, mas ao mesmo tempo, é mais importante, porque a atitude positiva que existirá no longo prazo também influenciará no ambiente escolar.
E como dever ser a comunicação?
Nós descobrimos que escolas e comunidades estão fazendo isso de diferentes maneiras. Uma delas é promover uma boa comunicação usando diferentes canais, que não sejam muito formais. As escolas devem dar aos pais uma ideia clara sobre o que é esperado deles. Frequentemente não há clareza sobre isso. E aí os pais dizem “nos engajaremos na educação, mas como?”. É preciso definir o que se espera em relação à lição de casa, se o pai deve passar 30 minutos com a criança diariamente vendo os deveres. É preciso dar diretrizes muito claras sobre o que os pais podem fazer para se engajar melhor.
Você pode citar exemplos de estratégias adotadas por outros países?
Na Irlanda, o projeto Conexão Casa-Escola-Comunidade é um serviço que foca na comunidade e tenta criar parcerias entre os pais e os professores. Na França, foi criado um projeto chamado “Caixa de ferramentas dos pais”, em que os pais recebem um DVD com informações sobre como será o ano escolar. Os pais são convidados a participar de reuniões durante o período letivo para ouvir não apenas sobre a criança mas também sobre como a escola se organiza, como ajudar na lição de casa e sobre saúde.
O estudo da OCDE diz que a lição de casa pode ser um importante canal de comunicação entre os pais e a escola. Como?
A lição de casa é importante porque é uma maneira de os pais saberem como o aluno está, se ele está aprendendo matemática, literatura e como ele está se saindo em relação ao processo de aprendizado. O dever de casa força os pais a focarem na educação de seus filhos de maneira bem clara.
Pais que não completaram os estudos podem estimular o processo de aprendizagem das crianças?
Sim. Alguns até cobram muito mais de seus filhos para que eles terminem os estudos, porque sentem que eles mesmos não tiveram essa oportunidade. Apesar de não terem concluído os estudos, podem estimular as crianças a lerem mais e a fazerem o dever de casa. Podem reservar uma área da casa e um horário para a criança fazer a lição. Podem perguntar sobre o progresso dos filhos diariamente. Em alguns países, pais que não concluíram os estudos voltaram a estudar em escolas que abriam especialmente à tarde para isso.
O estudo da OCDE diz que é importante dar boas notícias aos pais e não só más notícias. Por quê?
É importante abrir os canais de comunicação com os pais desde o início do ano escolar, e assegurar que a família saiba sobre o progresso das crianças. Isso pode ser feito de forma escrita, e com reuniões, mas não necessariamente apenas quando já é muito tarde. Se queremos desencadear uma visão positiva da escola, os estudantes também precisam ver os pais engajados com a escola, fazendo visitas, dando valor ao que os filhos estão fazendo em relação à educação.
O estudo cita projetos de fortalecimento da relação família-escola na Holanda, França e Irlanda. Eles podem ser desenvolvidos no Brasil?
Na Holanda, a Plataforma de Pais de Minorias Étnicas foi criada para fazer com que pais imigrantes se engajassem na educação de seus filhos. Professores visitavam as casas dos alunos, e foram montadas salas para os pais nas escolas, que forneceram treinamento linguístico para os pais. Na Irlanda, o projeto Conexão Casa-Escola-Comunidade foi criado para evitar que os alunos abandonassem os estudos. Eles focaram em líderes comunitários, que, às vezes, eram voluntários. Não sei qual é o orçamento do Brasil para investimentos em educação, mas é preciso achar maneiras adequadas ao contexto brasileiro para unir pais e escolas.

MEC realizará curso de formação para 360 mil professores alfabetizadores

 http://redecomunicadores.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=frontpage
MEC realizará curso de formação para 360 mil professores alfabetizadores:
R$ 2,7 bilhões no PnaicLocução - O governo federal vai investir R$ 2,7 bilhões até 2014 na formação dos professores de classes de alfabetização em escolas públicas, na compra de livros didáticos e de literatura e na avaliação do aprendizado das crianças nos três primeiros anos do ensino fundamental.
Loc - Os 360 mil alfabetizadores do país vão receber uma bolsa de R$ 200,00 para fazer um curso de formação e o governo vai dar prêmios em dinheiro para professores e escolas que tiverem os melhores resultados.
Loc - Todas essas ações fazem parte do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic), assunto do programa de rádio Café com a Presidente desta segunda-feira, 12, transmitido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
Loc - Segundo a presidenta, 15% das crianças com 8 anos não conseguem interpretar um texto ou fazer as contas básicas. O Pnaic foi lançado semana passada com a presença do ministro da Educação, Aloizio Mercadante, em cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília.
Loc - O objetivo de todo o esforço do governo federal com o Pnaic é atrair para a alfabetização os melhores professores das escolas públicas. O governo já reservou R$ 500 milhões para premiação de professores com projetos de sucesso na alfabetização.
Ouça o programa Café com a Presidenta

Ministério da Saúde credencia serviços privados ao SUS

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O Ministério da Saúde está ampliando e qualificando a assistência oferecida pelo projeto Olhar Brasil. Uma das medidas será a contratação de estabelecimentos de saúde privados e públicos para atender mais de quatro milhões de consultas e exames oftalmológicos. Com a formação de um cadastro nacional de estabelecimentos de saúde – públicos e privados -pretende-se aumentar a capacidade instalada de atendimento e reduzir as filas de espera. A inscrição dos serviços deve ser feito na internet pelo link que consta no Edital, publicado no dia 1º de novembro no Diário Oficial da União. O cadastro ficará disponível em um site para consulta dos gestores responsáveis pela contratação dos serviços.
O edital é uma das ações do projeto Olhar Brasil, que foi redefinido recentemente por meio de portaria interministerial (Ministério da Saúde e Ministério da Educação) e da portaria nº 1.229, de 01 de novembro de 2012, do Ministério da Saúde. Os serviços cadastrados irão contribuir para o atendimento de cerca de 10,5 milhões de crianças, jovens e adultos matriculados na rede pública e inseridos nos programas Saúde na Escola (PSE) e Brasil Alfabetizado (PBA) até 2014.
O novo projeto Olhar Brasil prevê, além oferecer tratamento oftalmológico integral, além de reajustar valores de procedimentos na tabela do SUS, a identificação de problemas de visão de estudantes de escolas públicas. No período de 2008 a 2011 foram realizadas 483 mil consultas oftalmológicas, apesar de a demanda ser ainda maior. “Nossa meta é ampliar em até nove vezes a quantidade de consultas. A grande mudança no projeto Olhar Brasil é a ampliação da oferta de consultas especializadas e exames de diagnóstico, sobretudo pelas clínicas privadas”, afirma o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Ele adianta que está sendo estudada a possibilidade de adotar essa mesma estratégia para atender outras especialidades, como doenças cardiovasculares e câncer.
De acordo com Padilha a estratégia é ampliar fortemente o número de consultas a serem oferecidas. “As secretarias municipais de saúde afirmam, e, com razão, que a maior dificuldade de oferecer consulta oftalmológica aos alunos do PSE e PBA é fixar o oftalmologista na localidade”, explica o ministro. Na sua avaliação, o cadastro vem para ajudar nesta questão. “Entre as vantagens do cadastro, está que o profissional estruturado em clínica particular é remunerado pelo número de procedimentos entregues, e não por número de horas trabalhadas. Outra vantagem é que pela escala apresentada de pacientes a serem atendidos pode atrair mais fortemente o número de clínicas e de oftalmologistas que venham prestar serviço para aqueles municípios”, destaca Padilha.
Dentro dos próximos anos, o Ministério da Saúde estima realizar, via projeto Olhar Brasil, 4,7 milhões de consultas, 871% a mais que no primeiro período do projeto, entre 2008 e 2012 (até agosto), quando foram feitas 483.898. O ministério também estima entregar 2,2 milhões óculos, 780% a mais que nos últimos quatro anos, com 258.261 óculos.
Incentivos - Os estados e municípios receberão recursos a mais para realizar todas as etapas do projeto. Para realização das consultas serão investidos cerca de R$ 100 milhões. Esses valores se somam ao financiamento do restante da assistência, como fornecimento de óculos, tratamento de doenças oculares, além do tratamento da refração, abrangendo aproximadamente 20 procedimentos, como biometria ultrassônica, mapeamento da retina com gráfico e retinografia colorida. Parte desses procedimentos terá reajuste na tabela do SUS, que irão variar entre 36,6% a 63,20%, para o atendimento no projeto Olhar Brasil.
O valor pago pela consulta terá aumento de 47%, passando de R$ 14,29 para R$ 21.
“Estamos criando uma tabela SUS específica para atender esse público definido, por se tratar de parte da população com menor condição de acesso ao atendimento especializado e a óculos, principalmente os que vivem em regiões mais pobres”, destaca o ministro Alexandre Padilha.
O edital para cadastramento traz um conjunto de normas que devem ser cumpridas pelos estabelecimentos de saúde, como normas da Vigilância Sanitária. Após a realização do cadastro e a partir do momento que passar a atender pelo projeto Olhar Brasil, o serviço terá que preencher um sistema de informação do Ministério da Saúde. Trata-se de medida de controle sobre o procedimento da consulta. Os serviços cadastrados e habilitados pelo Ministério da Saúde poderão ter seus serviços contratados diretamente pelo gestor local (estado e município) que estiver inserido no projeto. Para fazer parte do Olhar Brasil, o gestor deve aderir ao projeto por meio de solicitação ao Ministério da Saúde.
Fonte: Regina Xeyla /Agência Saúde

DIABETES - EDUCAR PARA PREVENIR - 14 DE NOVEMBRO

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14 DE NOVEMBRO:

Prefeitura entrega mais 606 apartamentos do Programa Minha Casa, Minha Vida

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Prefeitura entrega mais 606 apartamentos do Programa Minha Casa, Minha Vida:

Comunicado SMH de 09/11/2012 (D.O. Rio nº 163 de 12/11/2012 – p. 72)
A Secretaria Municipal de Habitação entregou no sábado, em parceria com a Caixa Econômica Federal, mais 606 apartamentos do Programa Minha Casa, Minha Vida para famílias com renda mensal de até R$ 1.600,00 que se inscreveram no benefício e foram sorteadas com base na extração da Loteria Federal. Os imóveis ficam em dois condomínios localizados na Estrada dos Palmares, em Paciência: 303 no Park Royal e 303 no Park Imperial. Os apartamentos têm 44 metros quadrados e possuem sala, dois quartos, cozinha, banheiro e área de serviço.
Os dois condomínios são dotados de área de lazer, brinquedos e vagas para veículos. Algumas unidades no térreo dos prédios são adaptadas para cadeirantes, com cômodos maiores, portas largas e rampas de acesso. Aos idosos e portadores de outras necessidades especiais também são reservados imóveis no térreo. O Minha Casa, Minha Vida atende famílias com renda mensal de até R$ 5 mil, com prioridade, por parte da Prefeitura, para as que ganham até R$ 1.600,00.
(Publicado no Ecoando n.º 23 - 2012)




Saúde oferece atividades especiais no Dia Mundial do Diabetes

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Saúde oferece atividades especiais no Dia Mundial do Diabetes:

Comunicado SMSDC de 09/11/2012 (D.O. Rio nº 163 de 12/11/2012 – p. 72)
A Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil vai promover uma série de atividades na próxima quarta-feira, Dia Mundial do Diabetes (14 de novembro), no Parque Madureira. O evento, a ser realizado das 8h às 16h, tem o objetivo de informar e incentivar a prevenção da doença. Durante a ação, médicos, enfermeiros e nutricionistas estarão em tendas esclarecendo dúvidas e promovendo educação em saúde. Os interessados poderão participar de aulas de alongamento, caminhada, atividades lúdicas, chá da tarde e conferir a apresentação de um coral.
(Publicado no Ecoando n.º 23 - 2012)




Conheça e acesse o Portal do Servidor

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Conheça e acesse o Portal do Servidor:

Comunicado Portal do Servidor de 09/11/2012 (D.O. Rio nº 163 de 12/11/2012 – p. 62)
Cinco seções de serviços e benefícios para quem serve a cidade. Não deixe de acessar, conhecer e usar.
(Publicado no Ecoando n.º 23 - 2012)




Alunos que fazem mais exercício físico têm melhores resultados escolares ...

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Alunos que fazem mais exercício físico têm melhores resultados escolares ...:

Os alunos que fazem exercício físico têm melhores resultados escolares, conclui uma investigação junto de três mil alunos realizada, ao longo de cinco anos, por uma equipe de investigadores da Faculdade de Motricidade Humana, da Universidade Técnica de Lisboa (FMH/UTL).

Os jovens com aptidão cardiorrespiratória saudável tiveram um maior somatório das classificações a Português, Matemática, Ciências e Inglês.

Luís Sardinha, diretor do Laboratório Exercício e Saúde, da FMH, afirma que existe "a tendência para sobrevalorizar a parte biológica" dos benefícios do exercício físico. E este estudo também os comprova, evidenciando, por exemplo, que "os alunos insuficientemente ativos", ou seja, que não cumprem as recomendações de atividade física diária (pelo menos 60 minutos por dia de atividade física moderada e vigorosa), têm maior probabilidade de serem pré-obesos ou obesos, que os jovens cuja aptidão cardiorrespiratória é saudável, decorrente do exercício, têm mais massa óssea, e os que não a têm tendem a ter uma saúde vascular pior.

Mas, para o coordenador do estudo, o resultado mais inovador desta investigação - feita em parceria com o Ministério da Educação e Ciência (MEC) e a autarquia de Oeiras - é o demonstrar que o aumento da atividade física tem reflexos "na parte psicológica, uma dimensão que tem sido menos estudada", nota. "Face à dimensão da amostra", o investigador admite que os resultados possam ser extrapolados para a população escolar.

O chamado Programa Pessoa, co-financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), estudou durante cinco anos (começou em 2007) três mil alunos de 13 escolas do conselho de Oeiras, usando desde acelerômetros, instrumentos que os alunos usavam na cintura para medir os seus tempos sedentários e ativos; ecografias para medir a espessura das camadas da artéria carótida; cronômetros para medir a performance cardiorrespiratória dentro de um determinado circuito com cadência progressiva.

O que se concluiu é que os alunos da 3a série com aptidão cardiorrespiratória saudável têm melhores classificações a Matemática e a Língua Portuguesa e que, no geral, os alunos com aptidão cardiorrespiratória saudável têm um maior somatório das classificações a Português, Matemática, Ciências e Inglês. Ou seja, o exercício físico tem efeito positivo no aproveitamento escolar, uma conclusão que estava sobretudo estudada em idades mais novas, nota.

"Esta linha de investigação vem demonstrar a importância do jogo e atividade física informal e organizada para todas as crianças em contexto escolar", defende Carlos Neto, presidente da FMH/UTL.

Mais autoestima

A explicação para este efeito foi já estudada noutras investigações: "o exercício promove a formação de novos neurônios e uma maior interação entre neurônios, que, por sua vez, promovem maior sensibilidade e desenvolvimento cognitivo".

Mas não só. É sabido que a adolescência é uma idade turbulenta, tendencialmente acompanhada pela diminuição de indicadores ligados à qualidade de vida, refere o investigador. O que este estudo também permitiu concluir é que, aumentando a atividade física, cerca de uma média de duas horas por semana, melhoraram indicadores como "a autoestima, afetos positivos, competência, autonomia, relacionamentos positivos e boas motivações". Pelo contrário, constata-se que os jovens que fizeram menos exercício desceram nestes indicadores.

Além da produção de resultados estatísticos, o Programa Pessoa esteve no terreno para tentar mudar comportamentos em termos de exercício físico e nutrição, dando ações de formação a professores das várias disciplinas, e produzindo quatro manuais. Nos alunos que revelam maior apetência para a prática desportiva, "um dos objetivos do programa foi criar uma porta de entrada à maior participação desportiva".










*** O texto acima é de responsabilidade do autor. Para dúvidas sobre o conteúdo do texto, deixe seu comentário ou entre em contato com o autor através dos contatos disponibilizados em sua assinatura.

domingo, 11 de novembro de 2012

SUS oferece fitoterápicos como alternativa de tratamento

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A Aloe vera, a famosa babosa, é oferecida pelo SUS para o tratamento de psoríase e queimaduras. Foto: Corbis Images
Os benefícios das plantas medicinais e de medicamentos fitoterápicos são reconhecidos em todo o mundo como elementos importantes na prevenção, promoção e recuperação da saúde. Para ampliar o acesso a esses medicamentos, o Ministério da Saúde disponibiliza a utilização de fitoterápicos na rede pública. Atualmente, 12 medicamentos são oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Entre eles, estão a Aloe vera (Babosa) para o tratamento de psoríase e queimaduras, o Salix Alba (Salgueiro) contra dores lombares e a Rhamnus purshiana (Cáscara-sagrada) para prisão de ventre.
Financiados com recursos da União, estados e municípios, os medicamentos podem ser manipulados ou industrializados, e devem possuir registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os produtos são oferecidos em 14 estados: Acre, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Pará, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo, Tocantins e Distrito Federal.
São medicamentos que desempenham um papel importante em cuidados contra dores, inflamações, disfunções e outros incômodos, ampliando as alternativas de tratamento seguras e eficazes pelo SUS. Indicado para o alívio sintomático de doenças de baixa gravidade e por curtos períodos de tempo, os fitoterápicos podem ser produzidos a partir de plantas frescas ou secas e de seus derivados que ganham diferentes formas farmacêuticas, como xaropes, soluções, comprimidos, pomadas, géis e cremes.
O secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, explica que os investimentos em pesquisas para a produção de medicamentos, a partir da flora brasileira, contribuem para o acesso da população e o seu uso racional. “O desenvolvimento dos fitoterápicos no Brasil incorpora as três dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e a ambiental, numa mesma iniciativa”, observa.
Como todo medicamento, o fitoterápico deve ser utilizado conforme orientação médica. Para ter acesso, o usuário tem que procurar um profissional – médico legalmente habilitado em prescrever fitoterápicos – em uma das unidades básicas de saúde dos 14 estados que disponibilizam esses medicamentos. Nessas unidades, o cidadão pode receber atendimento médico gratuito. Com um documento de identificação pessoal e a receita atualizada em mãos, o paciente pode retirar o medicamento em uma das farmácias dessas unidades básicas.
Fitoterápicos no SUS – A promoção do acesso aos medicamentos fitoterápicos teve início em 2007, com a disponibilização pelas secretarias estaduais e municipais de saúde da Maytenus ilicifolia (Espinheira-santa), utilizada no tratamento de úlceras e gastrites, e da Mikania glomerata (Guaco), indicada para os sintomas da gripe. Em 2008, o Governo Federal aprovou o Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. O programa tem como objetivo garantir à população o acesso seguro e o uso racional a plantas medicinais e aos fitoterápicos.
São diretrizes do programa a promoção da pesquisa, desenvolvimento e inovação; a regulamentação e produção de fitoterápicos e insumos à base de plantas medicinais e o cultivo e manejo dessas plantas. Também integram essas diretrizes a distribuição pelo SUS; a comercialização pelo setor privado; a capacitação de recursos humanos e a orientação aos usuários. A iniciativa, além de melhorar o acesso da população a tratamentos integrativos e complementares – seguros e eficazes – promove o uso sustentável da biodiversidade brasileira, o fortalecimento da agricultura familiar e o desenvolvimento tecnológico e industrial da saúde.
Este ano, o programa ganhou reforço com o repasse pelo Ministério da Saúde de R$ 6,7 milhões a 12 municípios em sete estados, para apoiar o projeto Arranjos Produtivos Locais de Plantas Medicinais e Fitoterápicos no SUS. O montante visa o investimento na aquisição de equipamentos e materiais, contratação de pessoal e qualificação técnica para promover a interação e a cooperação entre os agentes produtivos, o desenvolvimento de toda a cadeia produtiva, a produção e a distribuição de plantas medicinais e fitoterápicos no SUS.
RELAÇÃO DE FITOTERÁPICOS OFERTADOS NO SUS
Nome popular Nome científico Indicação
Espinheira-santa Maytenus ilicifolia Auxilia no tratamento de gastrite e úlcera duodenal e sintomas de dispepsias
Guaco Mikania glomerata Apresenta ação expectorante e broncodilatadora
Alcachofra Cynara scolymus Tratamento dos sintomas de dispepsia funcional (síndrome do desconforto
pós-prandial) e de hipercolesterolemia leve a moderada. Apresenta ação colagoga e colerética
Aroeira Schinus terebenthifolius Apresenta ação cicatrizante, antiinflamatória e anti-séptica tópica, para uso ginecológico
Cáscara-sagrada Rhamnus purshiana Auxilia nos casos de obstipação intestinal eventual
Garra-do-diabo Harpagophytum procumbens Tratamento da dor lombar baixa aguda e como coadjuvante nos casos de osteoartrite. Apresenta ação anti-inflamatória
Isoflavona-de-soja Glycine max Auxilia no alívio dos sintomas do climatério
Unha-de-gato Uncaria tomentosa Auxilia nos casos de artrites e osteoartrite. Apresenta ação antiinflamatória e imunomoduladora
Hortelã Mentha x piperita Tratamento da síndrome do cólon irritável. Apresenta ação antiflatulenta e
Antiespasmódica
Babosa Aloe vera Tratamento tópico de queimaduras de 1º e 2º graus e como coadjuvante
nos casos de Psoríase vulgaris
Salgueiro Salix alba Tratamento de dor lombar baixa aguda. Apresenta ação antiinflamatória
Plantago Plantago ovata Forssk Auxilia nos casos de obstipação intestinal habitual. Tratamento da síndrome do cólon irritável
Fonte: Tatiana Alarcon / Agência Saúde

FIQUE SABENDO - Dia Nacional da Surdez reforça a importância do teste da orelhinha

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Foto: Teste da Orelhinha – Senado Federal
O Dia Nacional de Prevenção e Combate à Surdez será lembrado neste sábado (10) e tem como objetivo levar informações sobre os cuidados necessários para a prevenção da perda auditiva. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estática (IBGE), mais de 9 milhões de brasileiros possuem algum tipo de deficiência auditiva, como não conseguir ouvir de modo algum, grande dificuldade ou alguma dificuldade em ouvir.
A pessoa que apresenta esses sintomas deve ser diagnosticada por avaliação clínica audiológica. O Ministério da Saúde disponibiliza a Triagem Auditiva Neonatal – TAN popularmente conhecida como “Teste da Orelhinha”, essencial para detectar possíveis alterações auditivas na criança. Ela é realizada por meio de dois exames por profissionais especializados (fonoaudiólogo e/ou médico otorrinolaringologista).
Quaisquer que sejam os exames utilizados para a triagem, são detectados recém-nascidos prováveis portadores de deficiência auditiva. Nesse caso, após o primeiro teste e reteste indicativos de problema auditivo, o recém-nascido deverá ser encaminhado para serviços especializados para diagnóstico médico e audiológico por meio de outros procedimentos.
Caso se confirme a deficiência auditiva os serviços devem ser responsáveis pelo início imediato do processo de reabilitação que envolve, entre outras medidas, a adaptação de aparelho de amplificação sonora individual (AASI), a terapia fonoaudiológica e orientação aos pais a respeito da perda auditiva e diferentes alternativas educacionais.
As crianças que apresentarem resultados satisfatórios na triagem, também deverão ser acompanhadas até os dois anos de idade, principalmente, aquelas que tiverem indicadores de risco para deficiência auditiva em sua história, pois a deficiência pode surgir tardiamente.
Atualmente o exame está disponível em 595 estabelecimentos do Sistema Único de Saúde. O exame é financiado pelo governo federal nos estados e municípios que tenham condições de realizar o teste. Neste ano, no período de janeiro a maio (20112) foram realizados mais de 184 mil testes de orelhinha.
Além das ações de qualificação da identificação e intervenção precoce da deficiência auditiva, o Ministério da Saúde tem se empenhado em regulamentar esta assistência, na perspectiva da atenção integral,  com uma abordagem multiprofissional e multidisciplinar, com ênfase nas ações de promoção a saúde, na reabilitação e na inclusão social.
Blog da Saúde

sábado, 10 de novembro de 2012

Quando o suplemento alimentar entra (e é importante) na vida de uma criança?

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Foto/Crédito: Tiago Vidal Dutra
O suplemento alimentar já é uma comum recomendação de nutricionistas para casos de crianças com algum tipo de insuficiência nutricional, quando a dieta alimentar por si só não sustenta a situação. “As crianças dão sinais de alerta que indicam a necessidade de suplementação”, orienta o Dr. Carlos Nogueira, pediatra, nutrólogo, professor da Universidade de Ribeirão Preto e diretor do departamento de nutrologia pediátrica da ABRAN, durante a palestra “Crianças que não comem bem: como ajudar os pais a enfrentar esse problema” realizada a convite da marca de suplementos infantis PediaSure Complete, da Abbott Nutrition.
Segundo ele, pelo menos metade das crianças atendidas necessita de suplemento alimentar e, no mundo médico, essa prática é vista como um benefício do desenvolvimento científico a favor da saúde. “No mundo em que vivemos temos que usar tudo que está nas mãos. Em algumas circunstâncias, eu preciso garantir que meus pacientes comam arroz, feijão e bife, mas há casos que é preciso garantir a alimentação harmoniosa e o suplemento é um seguro nutricional”, comenta.
Sinais de alerta: eles indicam quando o suplemento é necessário na vida de uma criança. 
- Quando a criança não está ganhando peso;
- Quando a criança se recusa a comer um grupo alimentar (verduras e legumes, por exemplo);
- Quando a criança se recusa a comer alguma textura (só quer alimentos amassados, moídos, líquidos etc);
- Quando o comportamento alimentar da criança interfere nas refeições da família;
- Quando o estado nutricional não está completo. Uma avaliação que só pode ser feita por um profissional.
Muitas mamães tendem a querer resolver sozinhas esse problema, comprando o suplemento sem orientação. Não há restrição médica para a autossuplementação, entretanto, o médico poderia dizer ao certo quais são as insuficiências nutricionais que o seu filho tem.

Dúvidas

O suplemento substitui a refeição?
Dr. Carlos Nogueira – Não é a prática mais indicada, mas há situações que podem sim substituir, por exemplo, quando foi “pulada” uma refeição.
Engorda?
Dr. Carlos Nogueira – Usado com orientação, não engorda. Você está completando e não dando alimento a mais. Se for usado com o objetivo de engordar, é errado.
Suplementação é para sempre?
Dr. Carlos Nogueira – Não, porque ele equilibra as deficiências e as crianças começam a se alimentar corretamente.
Com leite ou água?
Dr. Carlos Nogueira – Deve-se seguir a recomendação do produto porque ele foi estudado para ser consumido de uma determinada maneira. Se a orientação é para tomar com água, é para tomar com água. A ideia de pensar em “reforçar o suplemento” misturando com leite pode ter o efeito contrário e interferir no resultado.
Pode usar como um fortificante?
Dr. Carlos Nogueira – Não. O suplemento é para ser usado na medida recomendada. 
Quantas vezes?
Dr. Carlos Nogueira – Isso pode variar, mas geralmente duas vezes por dia é suficiente.
Qual horário ideal?
Dr. Carlos Nogueira – Fora do horário das refeições. Eu recomendo depois da refeição ou mais no final do dia.
Qual a faixa etária mais comum no uso do produto?
Dr. Carlos Nogueira – Geralmente, em crianças de 6 e 7 anos.
Achou o tema interessante? Compartilhe suas dúvidas com a gente.

Vídeo: menina de 3 anos dá dicas de alimentação e faz sucesso no youtube #Licionista

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Ela é o máximo!!!Vejam!!
Vídeo: menina de 3 anos dá dicas de alimentação e faz sucesso no youtube #Licionista:
A fala infantil da menina Ana Paula com suas Dicas de Alimentação garantiu muitos acessos e compartilhamentos de seu vídeo no youtube. Com apenas 3 anos de idade, ela se mostra bem à vontade na frente da câmera quando descreve o que faz para ter uma pele linda: “Quem come frutinha fica linda que nem eu”.
Pela pouca idade, Ana Paula tem dificuldade em pronunciar algumas palavras – deixando o vídeo ingênuo e engraçado – e isso se tornou uma das características de seu sucesso. Tanto é que a pequena passou a ser chamada de “Licionista”, palavra que repete várias vezes por não conseguir pronunciar Nutricionista.
A “Licionista” tem outros vídeos publicados pelo seu pai (AQUI o canal dele no youtube), como dicas para fugir do banho, uma entrevista para a rádio de Fraiburgo e momentos fofos gravados pela família.
O vídeo com as Dicas de Alimentação é ótimo não só pela graciosidade de Ana Paula, mas porque as informações (que foram orientadas, claro) são ótimas para transmitir às crianças.
Vale a pena compartilhar:

FIQUE SABENDO - 13 dúvidas sobre o Cartão Nacional de Saúde

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13 dúvidas sobre o Cartão Nacional de Saúde:
O Cartão Nacional de Saúde (CNS) é um documento numerado que possibilita a identificação de qualquer pessoa no Brasil, ao utilizar os serviços de saúde. Ele pode ser considerado uma “identidade da saúde”.
O uso do CNS por todos os cidadãos brasileiros, mesmo por aqueles que têm plano de saúde, traz benefícios à gestão do sistema de saúde do país, contribuindo tanto para o planejamento das ações como para o acompanhamento dos resultados obtidos.
Para o cidadão, o número do CNS possibilitará o registro em prontuários eletrônicos únicos a serem utilizados em serviços públicos e privados de saúde. Ou seja, os dados de saúde poderão ser consultados por profissionais autorizados para isso, sem que se percam informações importantes para o tratamento da pessoa. Assim, cada cidadão terá acesso ao seu histórico de saúde, independente de utilizar o seriço público ou o plano de saúde.
É importante frisar que ninguém, seja beneficiário de plano de saúde ou usuário do SUS, pode ter seu atendimento em saúde negado caso não esteja de posse do cartão ou de seu número. Da mesma forma, nenhum beneficiário pode ter seu plano de saúde cancelado devido à ausência desta informação.
Além disso, todas as pessoas têm direito ao uso dos serviços do SUS, independentemente de vínculo a plano privado de saúde, ou de possuírem o cartão.
Cabe destacar que o cartão em plástico não deve ser emitido para todas as pessoas logo após seu cadastramento. No entanto, a partir do cadastramento, o sistema emite um número de registro, que deve ser utilizado nas bases nacionais de informação em saúde.

Confira as principais dúvidas sobre o Cartão Nacional de Saúde:

1) Como posso obter meu cartão? Preciso ir a um posto de saúde ou hospital do SUS?
Quem tem plano de saúde não precisa ir a postos de saúde ou hospitais do SUS com o objetivo de cadastrar-se, uma vez que será cadastrado pela ANS na primeira etapa do projeto, ou pela empresa operadora de seu plano de saúde, após o início da nova rotina. Quem é beneficiário de plano de saúde será informado sobre seu número de cartão pela operadora de seu plano.
Quem não possui plano de saúde poderá se cadastrar no momento do primeiro atendimento em saúde na rede pública ou conforme o planejamento do secretário de saúde responsável pela região de moradia da pessoa. É importante ressaltar que o cadastramento da pessoa resultará na obtenção de um número de cartão, a ser amplamente utilizado nos momentos de atendimento em saúde, independentemente da emissão de cartões em plástico.
2) No caso de quem nunca utilizou o SUS e tem plano de saúde, como saberá o seu número do Cartão Nacional de Saúde, já que nem todos terão acesso ao cartão em plástico?
O beneficiário de plano de saúde só terá acesso ao número do CNS se a operadora repassá-lo. Porém, cabe ressaltar que isso não é exigência da ANS. Também é importante destacar que o prazo para que todos os beneficiários de planos de saúde tenham seu número de Cartão Nacional de Saúde emitido é junho de 2013.
3) Os clientes de plano de saúde terão, além de seus cartões do plano, o Cartão Nacional de Saúde? O número do Cartão Nacional de Saúde deverá constar nos cartões de plano?
O projeto atual tem como foco o cadastramento das pessoas, priorizando a qualidade dos dados registrados e o desenvolvimento de sistemas de informática que darão o suporte necessário à operacionalização do uso do Cartão nos atendimentos em saúde.
Os clientes de plano de saúde poderão ter dois cartões, caso em eventual atendimento no SUS haja a emissão do Cartão Nacional de Saúde em plástico.
No futuro, o número do Cartão Nacional de Saúde deverá constar nos cartões de plano, de maneira que as pessoas que tenham planos de saúde possuam apenas um documento de identificação onde constem os principais dados essenciais para o seu atendimento na rede de saúde brasileira, seja pública ou privada.
4) Em atendimentos no SUS de pessoas com plano de saúde, o número será solicitado?
Nos atendimentos no SUS, o número do Cartão da pessoa poderá ser obtido por meio de consulta à base de dados, que terá âmbito nacional, não diferenciando indivíduos com ou sem plano de saúde. Os mesmos sistemas informatizados serão acessíveis pelo SUS e por empresas operadoras de planos de saúde.
5) Há algum risco de não atendimento, caso a pessoa não esteja com seu cartão ou com seu número?
Não. Seja no SUS ou na rede privada, ninguém poderá ter seu atendimento negado por não portar o cartão ou o número do cartão. Da mesma forma, nenhum beneficiário de plano de saúde poderá ter seu plano cancelado devido à ausência deste número.
6) Clientes de planos de saúde com coparticipação podem ter o percentual cobrado caso as operadoras paguem ao SUS o procedimento eventualmente realizado, em processos de ressarcimento ao SUS?
Toda pessoa em território nacional tem o direito à saúde assegurado pelo Estado. Além disso, não é objeto deste projeto alterar as regras de ressarcimento ao SUS vigentes.
O cadastramento de cada pessoa na base nacional do Cartão Nacional de Saúde auxiliará os gestores brasileiros no planejamento em saúde. Ressalte-se que é proibido repassar custos ao paciente no caso do uso do SUS.
7) Em minha cidade, o SUS está cadastrando pessoas e emitindo números de Cartão Nacional de Saúde. Como tenho plano, estou impedido de ser cadastrado?
Quem tem plano de saúde não precisa ir à unidade de saúde do SUS para se cadastrar, uma vez que poderá ser cadastrado em sua cidade pela empresa operadora de plano de saúde.
Entretanto, os gestores municipais e estaduais do SUS, responsáveis pelo cadastramento de usuários de serviços públicos, não estão impedidos de atender a demanda de cadastramento dos beneficiários de planos de saúde, podendo, portanto, definir fluxos locais próprios.
Os cadastramentos locais, quando efetuados, serão incorporados à base federal. Da mesma forma, serão incorporados à mesma base federal os dados trocados diretamente entre operadoras e ANS em conjunto com Ministério da Saúde. Os dados das pessoas irão para a mesma base de dados, independentemente do local onde será feito o cadastro.
8) Que dados minha operadora de plano de saúde precisa ter para me cadastrar e obter meu número de Cartão Nacional de Saúde?
No Sistema Cartão, são registrados: nome completo sem abreviações, filiação, município de nascimento, data de nascimento, endereço completo, documento de identidade ou CPF.
Nesta primeira etapa do projeto, estão sendo emitidos números de Cartão Nacional de Saúde para todos os beneficiários de planos de saúde cadastrados por suas operadoras na ANS, desde que tenham preenchidas as informações do número de CPF, do nome completo e sem abreviações, da data de nascimento e do município de residência, bem como todas as outras informações exigidas pela ANS para que a operadora cadastre a pessoa no Cadastro de Beneficiários da ANS.
9) Como as empresas operadoras de planos de saúde enviarão informações de beneficiários para a ANS ou para o Ministério da Saúde para obter o Número do Cartão Nacional de Saúde?
Nesta primeira fase, a ANS gravará, em seu Cadastro de Beneficiários, os números de CNS dos beneficiários de planos de saúde e disponibilizará arquivos para as empresas operadoras destes planos, em que constarão os números de Cartão. A previsão é que, até que a rotina de cadastramento dos beneficiários pelas operadoras de planos de saúde esteja estabelecida, tais arquivos sejam liberados pela ANS para as operadoras contendo as atualizações nos dados.
Nesse primeiro momento, as empresas não precisam enviar nenhum dado adicional, nem para a ANS nem para o Ministério da Saúde, com o objetivo específico de cadastrar pessoas e obter números de Cartão Nacional de Saúde. Basta que enviem normalmente, com periodicidade mensal, as informações referentes ao Sistema de Informações de Beneficiários já exigidas pela ANS, conforme definidas na Resolução Normativa nº 295/2012.
A partir de junho de 2013, todas as empresas operadoras de planos de saúde com registro na ANS deverão acessar o Cadastro Nacional de Saúde, para obter os números de Cartão Nacional de Saúde de beneficiários novos ou daqueles sem número associado pela ANS. Desta data em diante, a informação do número do Cartão Nacional de Saúde passa a ser obrigatória para o envio dos dados de um beneficiário pela operadora para a ANS.
10) Para os prestadores de serviços de saúde (consultórios, clínicas, hospitais, entre outros), a implementação do Cartão Nacional de Saúde pode ser vista como o primeiro passo para a criação de uma única base nacional de dados, que interligue e esteja disponível para todos?
Sim. O principal objetivo do projeto é a construção de uma base nacional de informações para a saúde, com identificação dos indivíduos. O cadastramento dos beneficiários de operadoras de planos privados de saúde na base de dados do CNS visa identificá-los como parte da população brasileira que também tem acesso ao Sistema Único de Saúde, além de cooperar para tornar viável a utilização de registros e prontuários eletrônicos em saúde pela rede prestadora de serviços de saúde.
11) Como será feita a interface do Cartão entre a rede pública e a rede da saúde suplementar?
Trata-se de uma única base de dados nacional em saúde. Independente de ter ou não plano de saúde, cada cidadão terá seus dados armazenados no Sistema Cartão, cuja gestão é do Ministério da Saúde. O acesso das empresas operadoras de planos de saúde à base de dados do Sistema Cartão, com mecanismos de validação pela ANS, promoverá meios de obtenção do número do Cartão Nacional de Saúde, de maneira que indivíduos que não utilizam os serviços públicos de saúde também sejam cadastrados. Os esforços concentram-se inicialmente no cadastramento em massa.
Posteriormente, o objetivo será a utilização do número do CNS em todos os procedimentos relacionados à atenção em saúde, seja na rede SUS ou na rede privada.
12) Sabe-se que existem pessoas já cadastradas mais de uma vez, e que possuem mais de um número de Cartão Nacional de Saúde. Como serão tratados estes casos?
O Cadastro do Cartão Nacional de Saúde possui elos de vinculação entre os números referentes ao mesmo indivíduo. Estes elos são formados a partir do relacionamento dos dados cadastrais, incluindo o CPF. Todos os números considerados válidos para cada indivíduo estão relacionados entre si, de maneira que o uso de qualquer deles permitirá a identificação da pessoa. A proposta é que, à medida que o indivíduos tenha seus dados qualificados na base nacional, os serviços de saúde passem a priorizar um dos números da mesma pessoa, conforme critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde. Desta forma, a expectativa é que em breve haja no país uma base de dados em saúde onde cada indivíduo possui seu número único de identificação.
13) Sou gestor de um hospital particular que atende pacientes que pagam diretamente pelos serviços, sem plano de saúde. É minha obrigação enviar mensalmente o Sistema de Informação de Comunicação Hospitalar e Ambulatorial (CIHA), que também está exigindo a informação do número de Cartão Nacional de Saúde dos pacientes. Como obterei este número?
Todo estabelecimento registrado no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), que é nacional e obrigatório para todos os estabelecimentos de saúde do país, já pode acessar o aplicativo web (Cadweb) em que existe a opção de criar e consultar registros de pessoas, com acesso a partir do número do CNES. No endereço cartaonet.datasus.gov.br está disponibilizado o manual.
Fonte: ANS

FIQUE LIGADO - “Não deixe o seu coração sair do ritmo”

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“Não deixe o seu coração sair do ritmo”:
Doze de novembro é o Dia Nacional de Prevenção das Arritmias Cardíacas e Morte Súbita, data criada pela Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (SOBRAC) desde 2007. O objetivo é promover ações educativas em todo o Brasil com a campanha Coração na Batida Certa e o slogan “Não Deixe seu Coração sair do Ritmo”.
Serão realizadas palestras em hospitais, shoppings, universidades e em locais abertos como praças. A campanha também leva o apelo à TV com interferência em algumas partidas de futebol, onde serão levantadas faixas e camisetas da campanha serão usadas pelos jogadores. Para completar, na internet está disponível uma cartilha com todas as informações sobre Arritmias Cardíacas.
Consulte a programação dos eventos e veja o que será realizado em sua cidade. Participe você também! Acesse o site ArritmiaseMorteSubita.org.br
Divulgação

Cardápios a Serem Praticados nas Unidades Escolares – Semana de 12 a 18/11/2012

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Cardápios a Serem Praticados nas Unidades Escolares – Semana de 12 a 18/11/2012:

Aviso E/SUBG/CIN de 09/11/2012 (D.O. Rio nº 162 de 09/11/2012 – p. 91 a 95).
O Coordenador da Coordenadoria de Infraestrutura em atendimento ao Decreto nº 30.863 de 02 de julho de 2009 divulga os cardápios do Programa de Alimentação Escolar a serem praticados na semana de 12 a 18 de novembro de 2012.
A Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, através do Programa de Alimentação Escolar (PAE), atende aos alunos matriculados na rede municipal de ensino, escolas e creches, com cardápios elaborados por nutricionistas, tendo o objetivo de garantir às crianças o acesso a uma alimentação saudável e adequada, que compreende o uso de alimentos variados, seguros, que respeitem a cultura e que promovam a formação de hábitos alimentares saudáveis, levando em consideração o tempo de permanência do aluno na unidade e a faixa etária nas creches. O planejamento dos cardápios é composto por quatro semanas (semana A, semana B, semana C e semana D) de acordo com o tipo de refeição a ser fornecida. Os cardápios são os mesmos para toda a rede municipal de ensino e a sua execução ocorre de forma alternada, ou seja, as Coordenadorias Regionais de Educação (CRE) utilizam semanas diferentes, conforme anexos.
(Publicado no Ecoando n.º 23 - 2012)




FIQUE SABENDO - Saúde oferece atividades especiais no Dia Mundial do Diabetes

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Saúde oferece atividades especiais no Dia Mundial do Diabetes:

Comunicado SMDC de 08/11/2012 (D.O. Rio nº 162 de 09/11/2012 – p. 98)
Em alusão ao Dia Mundial do Diabetes, a Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil oferece uma série de atividades na próxima quarta-feira, dia 14 de novembro, no Parque Madureira. A ação, organizada pela Coordenação da Área de Planejamento local (CAP 3.3), acontece das 8h às 16h e contará com atividades físicas, apresentação de coral e conscientização da população que passa pelo local. As unidades de saúde da rede na região, que inclui o bairro de Madureira e adjacências, também preparam programação especial para a data.
(Publicado no Ecoando n.º 23 - 2012)




Cérebros portáteis e seu potencial de mudar educação

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 Interessante...
Cérebros portáteis e seu potencial de mudar educação:
Apalpe o seu bolso ou vasculhe na sua bolsa. Encontrou um aparelhinho retangular? Pois ele não é só um telefone celular. Ele é, na opinião do consultor internacional em tecnologia Scott Klososky, um dos responsáveis por algumas das drásticas mudanças que têm ocorrido na forma como as pessoas aprendem e ensinam. Esses dispositivos móveis – e nessa conta Klososky inclui smartphones e tablets – são o que chamam de “cérebros portáteis”: equipamentos que dão acesso fácil, rápido e gratuito a um volume muito maior de informação do que a humanidade jamais viu.
“Se entendermos que agora temos aparelhos que aumentam o que o nosso cérebro faz, isso muda completamente a forma como devemos ensinar as crianças, como colocamos a tecnologia em prol da educação”, disse Klososky em entrevista ao Porvir. Para o especialista, que estará em São Paulo em janeiro no evento Innovate 2013 Re-imagining School, com a facilidade de se chegar a qualquer informação, os antigos métodos de ensino, baseados na memorização e na repetição, tornaram-se inadequados. “Não faz mais o menor sentido exigir que os alunos decorem coisas. Todo o tipo de dado está disponível para qualquer um na internet”, disse.
Assim, com a facilidade de se chegar a qualquer informação, o que a escola deve é fazer é ensinar o aluno a encontrar os dados de que precisa e interpretá-los corretamente. “Hoje é muito mais importante saber resolver problemas, ser criativo, ter pensamento crítico, habilidades que vão ajudá-los a prosperar no mundo”, diz ele.  Além da quantidade disponível de dados, um segundo fator tem sido fundamental nas mudanças que vêm ocorrendo no universo educacional: a facilidade de conexão com qualquer ser humano no mundo. “Qualquer pessoa pode entrar em contato com qualquer outra no mundo instantaneamente e de graça”, afirma.

crédito Andrea Danti / Fotolia.com

Para ele, essas novas dinâmicas de troca de informação desburocratizam a transmissão do conhecimento, não é mais a universidade a única detentora do conhecimento. Os processos coletivos de troca de conteúdo, chamados de crowdsourcing, permitem que as pessoas se beneficiem com “a sabedoria das multidões” – a chamada educação informal, da qual ele mesmo se beneficiou: apesar de ser um aluno que sempre teve boas notas, ele “odiava, odiava mesmo”, segundo suas palavras, a escola; saiu do ensino médio e foi direto trabalhar porque precisava ajudar a família e, com o que aprendeu na vida, se tornou um dos especialistas de tecnologia mais respeitados nos EUA.
Apesar de ter esses dois caminhos muito bem definidos sobre o que tem mudado a educação, as perspectivas não são tão claras e a mensagem que Klososky passa é de alerta. As tecnologias estão avançando em passo acelerado, os mercados vão cobrar dos alunos habilidades que os ensinos tradicionais são menos capazes de prover, há iniciativas muito bem pensadas que estão acompanhando o movimento, mas essa percepção ainda não é generalizada. “As escolas ainda devem demorar uns 10 ou 20 anos até que aprendam como fazer uso das tecnologias no ensino”, afirma.

Psicanalista francês discute a psicopatologia na infância

 Divulgando...
Psicanalista francês discute a psicopatologia na infância: O debate “Psicopatologia na infância? Diagnósticos na atualidade” é a proposta do curso de extensão  do Instituto  Viva Infância que será ministrado pelo pediatra, psiquiatra infantil e psicanalista francês Bernard Golse, em sua primeira visita à região Norte-Nordeste do país.  … Continuar lendo →

FLUPP começa com prosa e música

 http://www.uppsocial.org/
FLUPP uma boa idéia, saiba um pouco mais lendo o texto abaixo.
FLUPP começa com prosa e música:
Que nas rodas de amigos nascem as melhores ideias, todos podem até imaginar. Mas a FLUPP, iniciada ontem no Ginásio Experimental Olímpico,em Santa Teresa, é um exemplo real, que agora beneficia milhares de pessoas. “Naquele momento, essa ideia de festa literária em favelas pelo Rio parecia mais um dos famosos delírios do Júlio”, disse Ecio Salles, um dos idealizadores da FLUPP. Júlio Ludemir propôs a iniciativa a Ecio, em uma conversa de bar, pouco após voltar da FLIP, em 2010. O “devaneio” foi dividido com a pesquisadora de literatura Heloisa Buarque de Holanda e o autor Luis Eduardo Soares. Na noite de ontem, o quarteto, ao lado do agitador cultural Charles Siqueira, do núcleo Galera.com, subiu ao palco do Ginásio Experimental Olímpico,em Santa Teresa, na cerimônia de abertura da Festa Literária das UPPs – um projeto que ajudou a tornar a literatura mais próxima das crianças e moradores das favelas pacificadas.


Charles Siqueira, do Galera.com, e os idealizadores Luiz Eduardo Soares, Heloisa Buarque, Julio Ludemir e Ecio Salles participaram da abertura
Emocionado, Ecio Salles contou que, quando criança, não havia uma biblioteca próxima de sua escola, em Manguinhos. “Eu queria que mais gente como eu, que não tem bibliotecas, tivesse a oportunidade de se encantar com a literatura”. O diretor da FLUPP ressaltou a importância das parcerias que viabilizaram a ação, entre elas a com a UPP Social e o Instituto Pereira Passos. “A parceria com a UPP Social foi determinante para tornar a FLUPP possível. É uma grande aliada e espero que essa parceria seja duradoura, nos dando legitimidade e confiança na atuação junto ao território”, disse.  “Apreciar literatura é ter acesso a um meio barato, fácil e inesgotável de aprender, desenvolver o espírito crítico e se divertir. A FLUPP é um meio de acesso da população das áreas de UPP a essa arte. Por isso, a UPP Social foi parceira da FLUPP desde o início, ajudando a articular o apoio de outras instituições da Prefeitura e também da iniciativa privada.

Eduarda La Rocque, presidente do IPP e coordenadora da UPP Social, e a secretária municipal de Educação, Claudia Costin, participaram do evento
A secretária municipal de Educação, Cláudia Costin, enfatizou a importância do trabalho de educação nas favelas pacificadas, ressaltando que as notas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) nos colégios da Prefeitura do Rio localizados em áreas pacificadas, tiveram um crescimento de 42,8% no último ano. “Onde existe pacificação, existe uma possibilidade maior de educação. A pacificação está refletindo em resultados muito positivos de aprendizado”, disse ela, ao apontar para Orquestra de Vozes Meninos do Rio, composta por centenas de alunos de 23 escolas da Prefeitura, que tem como objetivo estimular a inteligência musical das crianças.

A Orquestra de Vozes Meninos do Rio animou a festa
O Comandante das UPPs, Coronel Seabra, se apresentou com um grupo de policiais. Ele endossou o dito por Costin. “A pacificação abre o caminho para a educação, para a cultura, para os serviços públicos entrarem nestas comunidades. O Ideb aumentou, pois as crianças não tem mais medo, não vivem mais em situação de risco. Podem dormir descansadas, podem ir e vir das escolas em segurança, podem frequentar as aulas, e isso se reflete no ensino. Temos que comemorar”, comentou.
 “A UPP mudou as nossas vidas, a FLUPP também vai mudar nossas vidas. Eu nunca estive em um evento assim”, disse a moradora do Morro dos Prazeres, Rosângela Faria Vaz, de 29 anos. Sua filha, Agatha Beatriz, de 8 anos, disse que começou a estudar e ler mais na escola este ano. “Com mais incentivo dos professores, estou lendo mais. Já li vários livros este ano”, disse.
Para moradora Fabiana Almeida, de 36 anos, a FLUPP trará melhores condições de educação para as crianças. “O projeto vai mudar nossa comunidade, é um presente. As crianças terão melhores oportunidades de aprendizado com os cursos e oficinas que serão feitos até domingo”, disse.
Emoção e aplausos de pé
 Atração mais esperada da noite de abertura, Ariano Suassuna foi aplaudido de pé ao contar histórias de seu dia a dia e sobre a criação de  O Auto da Compadecida, peça teatral de 1955 que mistura cultura popular e tradição religiosa, e que caiu no gosto popular após virar minissérie em 1999 e ir para os cinemas em 2000.  “O valor religioso é importante para o brasileiro, para o nordestino. E esse é o nosso grande povo brasileiro, que é o mesmo aqui no Rio, no Rio Grande do Sul, em Goiás, no Nordeste, lá na Amazônia. Eu tenho viajado este país todo. Essas mesmas caras que eu vejo aqui, eu vejo nos outros cantos. É sobre esse povo que eu escrevo, para o meu país. Escrevo para eles e sobre eles. Assim nasceu João Grilo e Chicó, por exemplo, de figuras do meu cotidiano”, disse.

O escritor pernambucano Ariano Suassuna falou sobre a criação de seus personagens
Ariano arrancou risos da plateia ao dizer que não acha muita graça nos novos comediantes. “Outro dia fui ver uma peça de um desses novos comediantes, mas não achei graça. Eu só acho graça em obscenidade quando ela é dita com inteligência. Eles falam muitos palavrões, mas nada é novidade pra mim. Conheço mais palavrões que eles por que venho do interior, ou seja, sei os palavrões da área rural e da cidade. Então, não tem graça”, falou ele, rindo.
A festa foi encerrada com shows: o escritor e compositor Braúlio Tavares cantou ao som do violão; já o rapper MV Bill e o líbio MC Swat fizeram a plateia balançar.