
domingo, 31 de março de 2013
AGENDA DA PROMOÇÃO DA SAÚDE: 30 de março a 5 de abril
http://elosdasaude.wordpress.com/
SAÚDE PÓS 2015
Para palestrar sobre o tema “Saúde na agenda de desenvolvimento pós 2015”, a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) recebe, na próxima quarta-feira, 03 de abril, o coordenador do Centro de Relações Internacionais em Saúde da Fiocruz e ex-presidente da instituição, Paulo Buss. Aberto ao público, o evento marca o início do ano letivo da unidade. As atividades acontecem Auditório Térreo da ENSP, localizado no campus Fiocruz de Manguinhos (Avenida Brasil, 4365).
A NOVA CARA DA ARTE
Aproveite o feriado para viajar em ótima companhia na exposição ‘Rumos Artes Visuais 2011/2013’. A quinta edição da iniciativa selecionou 108 obras, entre mais de 1,7 mil inscritas, de 45 artistas diferentes de diversos lugares do país. Fotografia, filmes, pinturas, desenhos e instalações, de artistas jovens e desconhecidos, que participaram do projeto Rumos Itaú Cultural Artes Visuais, são algumas das linguagens que fazem parte da exposição coletiva.
Os trabalhos ficam expostos até o dia 19 de maio, no Centro Cultural Paço Imperial, localizado na Praça XV de Novembro, 48, Centro. A entrada é franca e a visita pode ser feita de terça a domingo, das 12 às 18h.
Mais informações: www.pacoimperial.com.br
LEGALIZAÇÃO DAS DROGAS EM DEBATE
A Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro promove, na próxima quinta-feira, 4 de abril, o seminário “Drogas: Dos perigos da proibição à necessidade de legalização”. As inscrições são gratuitas e o evento aborda, entre outros temas, “Drogas e Proteção à Saúde”. A programação tem início às 9h e segue até às 18h, no Auditório Antônio Carlos Amorim do Tribunal do Estado do Rio de Janeiro, localizado na Avenida Erasmo Braga, 115 – 4º andar – Centro.
LAZER GARANTIDO
Terceiro parque de maior área da cidade, o Parque de Madureira é uma ótima opção de lazer. Nos seus mais de 100 mil metros quadrados, oferece quadras esportivas, palyground, anfiteatro, pista de skate, parquinho para as crianças, bicicletários, centro de educação ambiental e muito mais. Cercado por grades de três metros de altura, o parque tem quatro entradas. Em seu interior fica o centro de visitantes com iluminação gerada pela energia solar, sistema de irrigação que evita desperdícios, reúso de água da chuva e 400 lâmpadas LED. O espaço funciona de terça a domingo, de 5h às 22h.

sábado, 30 de março de 2013
Poluição afeta o desenvolvimento pulmonar de crianças
http://drauziovarella.com.br/
Poluição afeta o desenvolvimento pulmonar de crianças:
A exposição de crianças à poluição atmosférica está relacionada com a diminuição da capacidade pulmonar.
Embora essa observação seja relativamente antiga, algumas incertezas ainda persistiam. Na Califórnia, já havia sido demonstrado que crianças entre 10 e 18 anos de vida tinham a função pulmonar comprometida de acordo com o grau de exposição à poluição atmosférica. Faltava definir, porém, em que momento da vida da criança a exposição à poluição causava mais danos e, também, se esse efeito era mais acentuado em crianças com história de doenças respiratórias, como asma e alergias.
Para responder a essas dúvidas, pesquisadores suecos acompanharam mais de 1.900 crianças desde o nascimento, estabelecendo medidas da função pulmonar aos oito anos de idade. Além dessa medida, foi verificado o grau de atividade e a presença de sintomas respiratórios de asma e alergias com um e com oito anos de idade. Para calcular a poluição, os autores verificaram a exposição à quantidade de material sólido em suspensão no ar. Quando esse material tem menos de dez micra de diâmetro, o chamado PM10, a medida em miligramas por metro cúbico de ar é um parâmetro usado internacionalmente e está relacionado à poluição emitida por veículos de transporte motorizados (carros e ônibus, entre outros).
Sabendo os níveis de PM10 do endereço, da escola e dos outros locais em que a criança ficava, foi possível identificar grupos com níveis diferentes de exposição. Uma diferença de sete microgramas de PM10 aumenta quatro vezes a probabilidade de uma criança ter obstrução das vias aéreas.
O primeiro ano de vida é o período mais determinante desse risco. Crianças expostas a mais poluição durante o primeiro ano tinham 50 ml a menos de capacidade expiratória (cerca de 5% da média verificada). Quando apresentavam também antecedentes de alergia respiratória, a perda chegou a 140 ml (mais de 10% de perda). A capacidade expiratória é menor, porque ocorre uma diminuição do fluxo de ar pelos brônquios. Isso acontece porque a poluição causa inflamação nas vias respiratórias. Como consequência, as crianças têm dificuldade em esvaziar o pulmão, o que causa tosse e redução da capacidade de exercício.
Os resultados confirmam que a poluição piora a função pulmonar de crianças. Quanto mais precoce a exposição, pior, principalmente no primeiro ano de vida. Sabendo-se que a poluição em São Paulo variou entre 30 e 50 mcg/m3 em 20122, quatro a sete vezes o índice verificado, o risco de obstrução a que estão expostas nossas crianças é evidente.
Poluição afeta o desenvolvimento pulmonar de crianças:

Embora essa observação seja relativamente antiga, algumas incertezas ainda persistiam. Na Califórnia, já havia sido demonstrado que crianças entre 10 e 18 anos de vida tinham a função pulmonar comprometida de acordo com o grau de exposição à poluição atmosférica. Faltava definir, porém, em que momento da vida da criança a exposição à poluição causava mais danos e, também, se esse efeito era mais acentuado em crianças com história de doenças respiratórias, como asma e alergias.
Para responder a essas dúvidas, pesquisadores suecos acompanharam mais de 1.900 crianças desde o nascimento, estabelecendo medidas da função pulmonar aos oito anos de idade. Além dessa medida, foi verificado o grau de atividade e a presença de sintomas respiratórios de asma e alergias com um e com oito anos de idade. Para calcular a poluição, os autores verificaram a exposição à quantidade de material sólido em suspensão no ar. Quando esse material tem menos de dez micra de diâmetro, o chamado PM10, a medida em miligramas por metro cúbico de ar é um parâmetro usado internacionalmente e está relacionado à poluição emitida por veículos de transporte motorizados (carros e ônibus, entre outros).
Sabendo os níveis de PM10 do endereço, da escola e dos outros locais em que a criança ficava, foi possível identificar grupos com níveis diferentes de exposição. Uma diferença de sete microgramas de PM10 aumenta quatro vezes a probabilidade de uma criança ter obstrução das vias aéreas.
O primeiro ano de vida é o período mais determinante desse risco. Crianças expostas a mais poluição durante o primeiro ano tinham 50 ml a menos de capacidade expiratória (cerca de 5% da média verificada). Quando apresentavam também antecedentes de alergia respiratória, a perda chegou a 140 ml (mais de 10% de perda). A capacidade expiratória é menor, porque ocorre uma diminuição do fluxo de ar pelos brônquios. Isso acontece porque a poluição causa inflamação nas vias respiratórias. Como consequência, as crianças têm dificuldade em esvaziar o pulmão, o que causa tosse e redução da capacidade de exercício.
Os resultados confirmam que a poluição piora a função pulmonar de crianças. Quanto mais precoce a exposição, pior, principalmente no primeiro ano de vida. Sabendo-se que a poluição em São Paulo variou entre 30 e 50 mcg/m3 em 20122, quatro a sete vezes o índice verificado, o risco de obstrução a que estão expostas nossas crianças é evidente.
1 Schultz ES, Gruzieva O, Bellander T, Bottai M, Hallberg J, Kull I, SvartengrenM, Melén E, Pershagen G. Traffic-related air pollution and lung function inchildren at 8 years of age: a birth cohort study. Am J RespirCrit Care Med. 2012Dec 15;186(12):1286-912(http://www.cetesb.sp.gov.br/ar/qualidade-do-ar/31-publicacoes-e-relatorios)
sexta-feira, 29 de março de 2013
Páscoa: chocolate faz bem se consumido moderadamente
http://www.blog.saude.gov.br/
A Páscoa é considerada como a data oficial para saborear barras e mais barras de chocolate, um doce saboroso e rico em açúcar, gordura e lactose. O apelo para o consumo de ovos de chocolate pode levar ao exagero, o que é prejudicial à saúde.
O nutricionista Felipe Rizzetto, do Hospital Federal da Lagoa, no Rio de Janeiro, explica que o consumo exagerado do produto pode provocar excesso de peso e outros distúrbios relacionados, como aumento da glicemia. Também há risco de irritações na pele, no estômago e na mucosa intestinal. “A grande quantidade de gordura pode provocar diarreia. As crianças merecem cuidados redobrados. Para elas, o consumo de chocolate deve ser controlado, principalmente no primeiro ano de vida, devido ao alto teor de açúcar e gordura”, diz Felipe. Ele aconselha o consumo máximo de 40 gramas de chocolate ao dia, caso a pessoa seja uma chocólatra e não resista a um pedaço do doce. E dá uma dica para os pais: um ovo de 300 gramas deve ser dividido em oito partes. A criança que ganhou de presente deve consumir uma parte por dia. “Acima desta quantidade, há risco à saúde”, garante Rizzetto.
Algumas pessoas optam por comprar os chocolates diet pensando em evitar calorias, mas, na verdade, os produtos dietéticos podem ser até mais calóricos que o chocolate normal, pois o teor de gordura é maior. “A indicação deste produto é para pessoas que têm restrições alimentares, como as portadoras de diabetes que fazem controle ou substituição de açúcar, e não para pessoas com restrição calórica”, afirma o nutricionista.
Mas o chocolate também possui benefícios. O doce tem ácido oleico, o mesmo encontrado no azeite de oliva, e se consumido em quantidades moderadas pode contribuir para a elevação do bom colesterol (HDL) e a diminuição do colesterol ruim (LDL). O chocolate também é rico em flavonóides com propriedades antioxidantes, as mesmas encontradas no vinho tinto. Consumido com moderação e dentro de uma dieta equilibrada, o produto age como antioxidante e protetor do sistema cardiovascular. Também é considerado um antidepressivo natural, evita os sintomas da tensão pré menstrual (TPM) e é um estimulante energético.
TIPOS DE CHOCOLATE
Amargo - Possui maior quantidade e massa da fruta de cacau, o que dá um sabor amargo ao produto. Em sua composição entra pouco açúcar e nada de leite. Uma barra de 30 gramas fornece 150 calorias.
Ao leite - É o tipo mais tradicional. A receita inclui licor e manteiga de cacau, açúcar, leite, leite em pó ou leite condensado. O consumo de 30 gramas equivale a 159 calorias.
Branco - Uma mistura de açúcar, leite, manteiga de cacau e lecitina. Nesta receita não entra o fruto ou semente de cacau, por isso a cor branca. Possui o maior teor de gordura e açúcar. São 164 calorias em 30 gramas.
Maria Vitória/ Comunicação Interna do Ministério da Saúde
Urologistas lançam campanha para conscientizar população sobre incontinência urinária
http://www.blogdasaude.com.br/
Urologistas lançam campanha para conscientizar população sobre incontinência urinária:
De acordo com o especialista, diferente do que muitas pessoas imaginam, as mulheres têm mais chance de desenvolver incontinência urinária do que os homens. “A proporção é duas mulheres para um homem. Então, as mulheres têm duas vezes mais chances de ter incontinência urinária ao longo da vida do que os homens”, explicou Averbeck.
Outro motivo que impede o paciente de recorrer ao médico é a crença errônea de que perder urina é algo que ocorre normalmente com a idade, ou seja, quando se fica mais velho. “Isso não é verdade. A gente não precisa obrigatoriamente ficar incontinente na terceira idade”. A terceira desculpa, segundo o médico, para não procurar ajuda, é o desconhecimento das opções de tratamento. Clique nas imagens para ampliá-las

*Com informações da Agência Brasil e do site da campanha “Segura Aí”.
Urologistas lançam campanha para conscientizar população sobre incontinência urinária:
A conscientização da população para a importância de procurar ajuda médica nos casos de incontinência urinária é o principal objetivo da campanha “Segura aí”, que a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) levará às cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre na próxima quinta-feira (28).
Nessas capitais, profissionais médicos estarão à disposição do público interessado em saber mais sobre os tipos de incontinência urinária, como prevenir o problema e tratá-lo, disse no último dia 26 à Agência Brasil o chefe do Departamento de Uroneurologia da SBU e coordenador da campanha, Márcio Averbeck. “A campanha é muito importante, do nosso ponto de vista, porque pode melhorar a qualidade de vida das pessoas”.

O principal fator anatômico que influencia a possibilidade de perda de controle urinário na mulher é o comprimento da uretra, canal que leva a urina da bexiga até o meio externo, mais curta que no homem, e por isso com menor capacidade de retenção. Em geral, a uretra feminina mede de 3 a 4 centímetros (cm), enquanto a média masculina situa-se entre 18 cm e 20 cm. Márcio Averbeck disse que outros fatores envolvidos no desenvolvimento da incontinência urinária são as mudanças hormonais da mulher ao longo da existência, como, por exemplo, durante a gestação e no período da menopausa, quando há redução de hormônios.
“Isso pode afetar negativamente a qualidade do colágeno que compõe os ligamentos que mantêm a uretra em posição. Em função das alterações hormonais, a mulher pode ter a ruptura desses ligamentos pélvicos que mantêm a uretra em posição anatômica”, explicou. Averbeck lamentou que no Brasil não haja a cultura de prevenção quando se trata da incontinência urinária. “É exatamente isso que a SBU quer promover com a campanha: a conscientização da população para adotar medidas comportamentais que façam com que a chance de ocorrência da incontinência urinária seja menor”.
Entre as medidas preventivas que podem ser adotadas pelos pacientes, o coordenador da campanha citou os exercícios do assoalho pélvico. Sob a orientação do médico
ou do fisioterapeuta, o paciente pode identificar o grupo de músculos a contrair. Isso é feito em geral três vezes por dia, contraindo os músculos durante dez segundos e relaxando por mais dez segundos, em várias sessões.

Outra finalidade da campanha é estimular as pessoas que tenham o problema a procurar ajuda de um urologista, o que não costuma ocorrer com frequência, disse o coordenador da campanha. O principal motivo que ainda hoje leva os pacientes a não procurar ajuda é o tabu, o constrangimento e a vergonha que as pessoas têm de falar sobre o assunto, acentuou.
No caso de mulheres, em especial, pode ocorrer perda de urina durante o ato sexual. “Isso se chama climatúria. Não é incomum que isso afete até a vida sexual. Às vezes, a pessoa deixa de fazer atividades sociais, deixa de querer ter um convívio social, de querer manter relações com seu parceiro, ou nem mesmo fala para o parceiro que tem incontinência urinária por vergonha e constrangimento”.Outro motivo que impede o paciente de recorrer ao médico é a crença errônea de que perder urina é algo que ocorre normalmente com a idade, ou seja, quando se fica mais velho. “Isso não é verdade. A gente não precisa obrigatoriamente ficar incontinente na terceira idade”. A terceira desculpa, segundo o médico, para não procurar ajuda, é o desconhecimento das opções de tratamento. Clique nas imagens para ampliá-las

*Com informações da Agência Brasil e do site da campanha “Segura Aí”.
quarta-feira, 27 de março de 2013
DIA DA SAÚDE NO PARQUE DE MADUREIRA - O RIO VAI SE ENCONTRAR LÁ
Convidamos você e sua família à participar do Dia Mundial da Saúde, Dia Nacional da Promoção da Saúde, que será comemorado no dia 07/04/2013 de 9 às 13 hs, no Parque Madureira.
"Viver com Saúde é uma grande vitória!"
Teremos várias atividades culturais, recreativas e lúdicas.
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