Arte marcial! Filosofia e disciplina.: "
Nossas crianças praticam luta, o professor Gilberto trabalha disciplina, controle e concentração. O resultado não podia ser melhor! Confira!
RIO - Está aberto o credenciamento para professores, profissionais do livro e bibliotecários que queiram participar da Bienal do Livro Rio, que acontece entre os dias 1º e 11 de setembro no Riocentro
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"A cada ano um novo ciclo de comemorações e campanhas para o bem, pró-vida.
Há pouco publiquei sobre a segunda etapa e início da arrecadação de doações para a Campanha Criança Esperança 2011 e agora, feliz volto a escrever para reverenciar mais uma mãe adepta do aleitamento materno e da Família, a atriz Juliana Paes que, que neste ano é Madrinha da Camapanha de Amamentação Materna, uma semana comemorada com muitos eventos e grandes debates (principalmente mobilizações) em todo o mundo, com foco no direito de amamentar e sê-lo.
Juliana Paes participou do evento de Abertura da Semana Mundial de Amamentação 2011, realizado no Palácio do Catete, no Rio de Janeiro, neste dia 1º e claro, pelas fotos que vi, deu um show de simpatia, além de reforçar a importância da amamentação exclusiva nos primeiros 6 meses de vida do bebê e de sua continuidade até os 2 anos de idade caso a mãe possa e deseje, concomitante à inserção dos novos alimentos na rotina do bebê.
Sobre a Semana
Para quem não sabe, a Semana Mundial de Amamentação ocorre em mais de 120 países e muitos veículos de comunicação, instituições e pessoas físicas compartilham, individualmente ou em grupos específicos, as suas iniciativas e ações a fim de reforçar a importância do ato de amamentar. A campanha, no Brasil, tem o apoio e interesse da Sociedade Brasileira de Pediatria e do Ministério da Saúde, angariando novos colaboradores a cada ano.
Veja o passo a passo para uma boa amamentação
1 – Tomar sol entre 8 e 10 horas da manhã e a partir das 16 horas para preparar e fortalecer a região mamária;
2 – Não passar sabonete, sabão ou óleos porque ressecam a região e podem aparecer rachaduras;
3- Não usar hidratante na auréola e nos mamilos;
4- Usar sutiãs com a alça larga e firme para sustentar. Dê preferências para o algodão;
5- Não tomar banho com a água muito quente;
6- Não fazer compressas com a mama;
(Dicas via @crescer)
Já está no ar a nova plataforma da Educopédia, que poderá ser acessada através do mesmo endereço: www.educopedia.com.br. A #novaeducopedia poderá ser acessada por alunos e por professores. Todos os professores, mesmo os que já foram cadastrados anteriormente e que inclusive já criaram uma senha, deverão fazer seu primeiro acesso na #novaeducopedia da seguinte forma:
Ambos, professores e alunos, poderão alterar a senha inicial depois de logados pela primeira vez na plataforma. Na #novaeducopedia, finalmente os cadernos virtuais terão funcionalidade. Haverá também a possibilidade de utilização de post-its, lembretes que facilitarão a remissão a tópicos e observações acerca das atividades das aulas, conforme cada qual decida. De tal forma, sempre que abrir a plataforma com seu login pessoal, o post-it inserido conterá o lembrete que seu usuário não quis esquecer. Além disso, professores contarão com a possibilidade de customizarem suas aulas no próprio ambiente virtual, incluindo atividades conforme queiram. É importante salientar que mais de 38000 professores e cerca de 500 mil alunos foram cadastrados para uso da #novaeducopedia. Tudo foi preparado com extremo cuidado para que esta tenha plena funcionalidade. No entanto, não desconsideramos a possibilidade de enfrentarmos qualquer problema nesse início de utilização. Nesse ponto, mais uma vez sua colaboração é de suma importância, informando-nos via e-mail educopedia@rioeduca.net ou contato@rioeduca.net qualquer problema que encontrem na #novaeducopedia, esclarecendo suas dúvidas ou dando-nos sugestões. |
O que fazer quando a criança não quer ir ao colégio? Especialistas recomendam aos pais que mantenham a calma e investiguem as razões. Observar o filho e conversar com ele pode ajudar a superar esse momento difícil.
Os pais ficam assustados quando os filhos não querem ir à escola. Alegações não faltam aos pequenos: a escola é chata, o colega pega no pé, a professora briga. Nessas horas é preciso ter a calma e investigar as razões que levam as crianças a evitar o colégio. Observação e diálogo são essenciais, dizem os especialistas.
Antoniele Soares, coordenadora pedagógica do Colégio Monteiro Lobato, explica que a criança, ao ingressar na escola, passa por um processo de adaptação no qual o papel das mães é fundamental. “Elas visitam as instalações, conhecem os professores, conversam conosco e, assim, se estabelece um vínculo de confiança. O corte do cordão umbilical costuma ser difícil. As mães, preocupadas com o bem-estar dos filhos, sentem a dor da separação”. A criança, contudo, sente-se mais tranquila se a mãe estiver bem.
Cristiano Muniz, professor-adjunto e vice-diretor da Faculdade de Educação da UnB, destaca que a escola é espaço de provocação no qual nos deparamos com situações desafiadoras. “É preciso que isso fique claro: a aprendizagem só pode ocorrer no contexto das dificuldades, quando nos colocamos na posição de resolver problemas”, declara.
O papel da escola é estimular o agir, o pensar, sem esquecer dos objetos de estudo. Se a criança se recusa a ir para a escola, é preciso apurar.
O professor diz que há meios de se descobrir as razões para as crianças negarem a escola. O diálogo é, provavelmente, o melhor deles. Perguntar ao filho como foi o dia dele pode ajudar. No caso das crianças pequenas, que não conseguem expressar verbalmente o que sentem, é preciso observar a linguagem corporal. Muitas até apresentam sintomas como febre e dores de barriga quando não se sentem bem na escola.
Ana Carolina, 37 anos, mãe de Isadora, nove, vive o problema até hoje. A criança aprende tudo, mas não convive bem com os colegas. “Eu e o pai passamos por uma separação difícil e acho que isso influencia o comportamento de Isadora até hoje”, diz a mãe.
Papel da família é essencial na adaptação
A pedagoga Antoniele Soares comenta que, de uma maneira geral, as escolas trabalham a ansiedade dos pequenos, introduzindo os rituais da vida escolar, aos poucos, na vida deles. Tudo é adaptado para as crianças. A altura dos objetos, o cardápio, os brinquedos e as atividades lúdicas.
Gradativamente, as crianças passam a controlar o seu próprio espaço, o que lhes dá a sensação de segurança suficiente para realizarem suas atividades e adquirirem autonomia. As crianças começam a ser geradoras de conhecimento.
Artes, esportes e tecnologia são outros meios de envolver os alunos. A professora de educação física Anita Souto Mayor Rondon sabe bem disso. Coordenadora do xadrez escolar, ela relata experiências bem-sucedidas entre os alunos que começam a jogar desde pequenos sob orientação. As crianças podem participar do jogo através de dramatizações, o chamado xadrez vivo, por exemplo, ou utilizar tabuleiros com peças atrativas e grandes, agradáveis de manusear.
Os animais também ajudam as crianças a estarem bem na escola. Os pequenos adoram os peixinhos, os passarinhos e os porquinhos-da-índia, por exemplo, porque são filhotes como eles.
Antoniele Soares lembra que a participação da família é fundamental no processo de adaptação. Os pais podem ajudar os filhos a desenvolverem autonomia, dando a eles opções de conduta, de maneira que assumam responsabilidade por suas ações, dentro das regras impostas. A escola pode dar orientações nesse sentido. O importante é que as regras estejam ao alcance das crianças.
Em alguns casos, acompanhamento psicológico pode ser interessante. Como lembra o pesquisador Muniz, a educação busca o desenvolvimento integral do ser humano e de sua crença na capacidade de produzir conhecimento. Os conteúdos e currículos são apenas meios de se alcançar este objetivo maior.
Causas do problema
Várias podem ser as causas da recusa. Podem estar relacionadas ao fato de a mãe estimular a dependência dos filhos para se sentir relevante. Sem autonomia, a criança dependerá da proteção dos colegas para fazer tudo. Quando eles deixam de assumir esse papel, a criança diz que não gosta mais da escola, pois não tem amigos lá.
Outra situação é a da criança que se acha despreparada para vencer os desafios. Como se acha incapaz de superar as dificuldades, o aluno busca refúgio em casa, sob a proteção materna. “Crianças portadoras da síndrome de Down costumam ter esse tipo de comportamento”, aponta o professor Muniz. Por não darem conta de uma atividade, essas crianças se alheiam, mental e espiritualmente, do meio social. A criança precisa acreditar em si mesma para construir o seu espaço no mundo.
Uma terceira situação seria a de crianças que não se ajustam aos métodos de ensino de certas escolas, por características pessoais e/ou por serem críticas do sistema de ensino.
Fonte: Erika Suzuki (O Jornal da Comunidade/DF)
"Dando continuidade ao trabalho que vem sendo realizado pelo governo federal com foco na saúde da mulher e nas crianças menores de seis anos, foi lançada nesta segunda-feira (1/8) a Semana Mundial da Amamentação. A campanha, que acontece até o próximo domingo, busca o apoio e incentivo da sociedade, empregadores e formadores de opinião para que as mães brasileiras amamentem seus filhos até os dois anos de idade, seguindo orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS). O ideal é que 90% a 100% das crianças menores de seis meses sejam amamentadas exclusivamente pelo leite materno; porém, no Brasil, essa taxa ainda é de 41%.
O Brasil assumiu, ainda, junto a OMS, metas arrojadas como a redução da mortalidade infantil em dois terços para menores de cinco anos. O período para essa redução é até 2015, porém, segundo o Ministério da Saúde, o país estaria bem perto de atingir essa meta já em 2012, antecipando o prazo final estipulado em três anos.
O aleitamento materno é peça chave para o alcance dessas metas, pois funciona para o bebê como uma vacina natural, protegendo-o de diarreia, infecções respiratórias e alergias, além de ser um alimento de mais fácil digestão. Para a mulher, ajuda na perda de peso após o parto, reduz o risco de diabetes, câncer de mama e ovário, e ainda auxilia o útero a recuperar o seu tamanho normal, diminuindo o risco de hemorragias e anemia.
Presidenta Dilma Rousseff durante o lançamento do Programa Rede Cegonha, em Belo Horizonte. Foto: Roberto Stuckert Filho / Arquivo/PR
Para orientar e apoiar sobre a amamentação e elevar a qualidade da saúde da mulher e do bebê foram lançados diversos programas e ações como: o Guia dos Direitos da Gestante, que capacita multiplicadores para orientar suas comunidades sobre os direitos da mãe e a amamentação; a Rede Amamentação Brasil, presente em mais de mil Unidades Básicas da Saúde; a Iniciativa Hospital Amigo, com cerca de 377 hospitais credenciados; o Método Canguru, que promove o contato entre a pele da mãe e do bebê; o Apoio à Mulher Trabalhadora que Amamenta, que sensibiliza empregadores a apoiar a amamentação da mulher trabalhadora com salas para amamentação, adesão da licença maternidade de seis meses, entre outros; e o Rede Cegonha, que oferece assistência à mulher e ao bebê no período da gravidez e após o nascimento da criança.
O Rede Cegonha, ligado ao Sistema Único de Saúde, foi lançado pela presidenta Dilma Rousseff em 28 de março de 2011, com um investimento de R$ 9 bilhões até 2014. O programa tem como foco principal a saúde da mulher e do bebê e busca oferecer todos os cuidados necessários a uma gestação saudável e ao crescimento adequado do bebê, desde o pré-natal até o segundo ano da criança. Dentre as principais ações do Rede Cegonha estão incluídas a promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno.
Fonte: Blog do Planalto
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