sexta-feira, 25 de março de 2011
Educação básica: Educação infantil, fundamental e profissional são prioridade, diz Haddad
Dinâmica para os pais
Você verá que elas irão conseguir, mas só depois de um bom tempo e esforço.

História do Palácio da Cidade

O prédio fica ao fundo de um amplo parque ajardinado e possui uma fachada imponente marcada por quatro colunas e amplos terraços. A decoração interna é sóbria, com peças de mobiliário, tapetes, pinturas e obras de arte em geral dos séculos XVIII e XIX e obras atuais.
Com a transferência das embaixadas para Brasília, o edifício foi adquirido em 1975 pela Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro para sua sede e foi tombado em 1984.
Palácio: sede do Poder Municipal do Rio de Janeiro
Em 1975, após a fusão dos Estados do Rio de Janeiro e da Guanabara, um dos primeiros desafios que o município do Rio enfrentou foi o de achar uma sede para sua Prefeitura. Havia o sonho de que o Paço Imperial, na época ocupado pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, voltasse a sua função original, de ser ocupado pelos governadores da cidade.
O sonho durou pouco, o espaço que foi cedido no Paço era pequeno, e a Prefeitura tinha que se mudar. Mas para onde? Diversas tentativas foram feitas: o antigo prédio do Ministério da Agricultura (hoje demolido), o Solar da Marquesa de Santos, o anexo do Palácio do Catete etc.
Meses se passaram depois da posse do primeiro prefeito, e a Prefeitura ainda não tinha uma sede. Até que o cônsul geral da Grã-Bretanha, Alan Munro, revelou o intuito de vender o Palácio da Rua São Clemente, sede da embaixada inglesa. A venda foi fechada por Cr$ 39.946.500,00 (valor equivalente na época a 4 milhões 950 mil dólares). Deste então o Palácio é a sede do Governo Municipal do Rio de Janeiro.
E surge o nome Palácio da Cidade
Foi em 10 de outubro de 1975 que o palácio da Rua São Clemente recebeu o nome pelo qual hoje é conhecido. O então Prefeito Marcos Tamoyo por decreto definiu que para homenagear o município, os personagens históricos e a população, a ex-embaixada da Inglaterra ainda iria se chamar Palácio da Cidade.
Veja abaixo a íntegra do decreto:
Decreto nº 162, de 10 de outubro de 1975
Dá nome ao edifício-sede da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.
O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais, e simplesmente chamada, forjada pelo heroísmo em cenário de beleza, resume a cônica de seu povo admirável, suas lutas, suas vitórias e sua força, sua vigorosa presença na história política, social e cultural do País;
CONSIDERANDO que a nova Casa do Poder Municipal deve marcar, para a posteridade, a singeleza desse primado impessoal , que homenageia a todos os personagens de sua História, sem o risco de olvido, preterição ou injustiça.
Dengue
Conheça e use o Kit Dengue (Márcia Pimentel
)
A MultiRio, Empresa Municipal de Multimeios, apresenta o Kit Dengue, elaborado com a consultoria da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil. De forma lúdica e divertida, o Kit visa contribuir com o combate à doença e é uma ferramenta adequada aos desafios da escola atual, que tem um papel na sociedade cada vez mais importante como espaço aberto ao diálogo, à troca de ideias e à mobilização da comunidade em geral.Além da versão distribuída às escolas da rede municipal de ensino, com fichas impressas e um DVD, a MultiRio também disponibiliza, agora, o Kit em sua versão virtual. Ambas são constituídas de um curta-metragem com o histórico da presença da dengue no Brasil; filmetes da campanha Dengue Esporte, que têm por objetivo orientar a comunidade escolar no combate e na prevenção da doença; fichas de atividades para os alunos (com vários jogos, passatempos, palavras cruzadas, etc) e de orientação para a utilização dos materiais que compõem o Kit; e um Jogo da Dengue.
Confira o material e use-o junto aos seus alunos e à comunidade escolar. Afinal, saúde é uma questão de todos.
Clique nos links abaixo para baixar: |
> Fichas para o professor e passatempos > Jogo da Dengue |
Dez passos para uma alimentação saudável - Passo 10
Estimular a criança doente a se alimentar, oferecendo sua alimentação habitual e seus alimentos preferidos, respeitando a sua aceitação.
As crianças doentes, em geral, têm menos apetite. Por isso, devem ser estimuladas a se alimentar, sem, no entanto, serem forçadas a comer.
Para garantir uma melhor nutrição e hidratação da criança doente, aconselha-se oferecer os alimentos de sua preferência, sob a forma que a criança melhor aceite, e aumentar a oferta de líquidos.
Para a criança com pouco apetite, oferecer um volume menor de alimentos por refeição e aumentar a freqüência de oferta de refeições ao dia.
Para que a criança doente alimente-se melhor, é importante sentar-se ao lado dela na hora da refeição e ser mais flexível com horários e regras.
No período de convalescença, o apetite da criança encontra-se aumentado. Por isso, recomenda-se aumentar a oferta de alimentos nesse período, acrescentando pelo menos mais uma refeição nas 24 horas.
Enquanto a criança come com sua própria colher, a pessoa responsável pela sua alimentação deve ir oferecendo-lhe alimentos com o uso de outra.
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria / Ministério da Saúde / OPAS / OMS
Comentários
É perfeitamente aceitável que uma criança doente tenha menos fome que o habitual. O nosso corpo consegue se virar bem com essa falta de apetite transitória. Ninguém vai ficar desnutrido por causa disso!
O que fazer então? Em primeiro lugar, respeite o apetite da criança. Procure oferecer algo que ela goste mais. E dê bastante líquido.
Aos poucos, na medida em que a criança vai melhorando, o apetite retorna, e logo tudo voltará a ser como era antes.
Outros passos para uma alimentação saudável
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