terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
O QUE VOCÊ PODE FAZER PARA TORNAR O MUNDO UM LUGAR MELHOR HOJE!!!
CARNAVALEANDO NA CRECHE
http://zilkacreche.blogspot.com/
CARNAVALEANDO NA CRECHE:
Olha o Natan fantasiado... Que gatinho lindo!!
AUXÍLIO - CRECHE / PREVI-EDUCAÇÃO / PREVI-MATERIAL ESCOLAR
AUXÍLIO - CRECHE / PREVI-EDUCAÇÃO / PREVI-MATERIAL ESCOLAR:
SERVIDORES JÁ PODEM ACESSAR COMPROVANTES DE RENDIMENTOS DO IR 2012 PELA INTERNET
SERVIDORES JÁ PODEM ACESSAR COMPROVANTES DE RENDIMENTOS DO IR 2012 PELA INTERNET:
Disponível em <http://doweb.rio.rj.gov.br/> acesso em 28 fev. 2012 (edição de 28 fev. 2012)
Rio+20 para a juventude
Rio+20 para a juventude:
Inca inicia inscrições para programa de voluntariado
Inca inicia inscrições para programa de voluntariado:
Cerca de 700 pessoas atuam como voluntárias em um programa do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA). O INCAvoluntário reúne trabalhadores da saúde e interessados em auxiliar pacientes com câncer a enfrentar as dificuldades da doença. As inscrições de 2012 começaram nesta semana.
O trabalho em conjunto é feito para melhorar a qualidade de vida dos pacientes e acompanhantes, com atividades de inclusão social e resgate da cidadania. A coordenadora do INCAvoluntário, Emília Rebelo, afirma que o retorno é positivo para quem recebe os cuidados e para aqueles que atuam como voluntários. “Existe uma série de razões para se candidatar, mas grande parte dos voluntários diz que o maior beneficiado é ele próprio, muito mais que o paciente”, garante.
Antes de começar o trabalho, os selecionados passam por uma entrevista. Caso sejam habilitados, são distribuídos para atuar em uma das cinco unidades do INCA no Rio de Janeiro. “Eles passam por um treinamento, onde conhecem as regras do voluntariado”, explica Emília Rebelo. “Em nossa equipe, temos pessoas que estão conosco há 15 anos”, afirma.
A coordenadora conta que o objetivo é acolher os pacientes. “É preciso ouvir, estar ao lado. Não permitimos, por exemplo, que os voluntários emitam opinião sobre o tratamento”, afirma. Segundo ela, eles não podem cumprir o papel de um profissional da saúde, mesmo que sejam tenham formação para isso. “Enfermeiros não podem emitir palpite sobre o soro, ajudar o paciente a se mexer ou dar banho. Nenhum voluntário pode alterar qualquer procedimento da área médica”, enfatiza.
Emília explica que além de oferecerem apoio, os voluntários estão atentos às necessidades dos usuários do instituto. “Uma vez nos pediram luvas para os pacientes. Não entendemos o motivo. Porém, logo depois, descobrimos que durante a noite a temperatura dos quartos cai e os pacientes ficavam com frio”, conta. “Esse é um exemplo de como a atenção dos voluntários pode levar mais conforto”.
Pacientes em fase de reabilitação e seus acompanhantes também têm à disposição ações voltadas para a geração de renda. O objetivo é oferecer alternativas para os pacientes que interrompem o trabalho em razão de tratamentos longos ou impossibilidades físicas. “Temos um ateliê onde ensinamos informática, damos aulas de bijuteria e pintura em tecido, por exemplo. A intenção é reintegrá-lo à sociedade”, explica a coordenadora do INCAvoluntário, Emília Rebelo.
A equipe de voluntariado ainda realiza eventos nas datas comemorativas para tornar a estrutura hospitalar mais parecida com a de uma casa, proporcionando sensação de bem-estar.
Como participar – Para se candidatar, é necessário ter mais de 21 anos e possuir disponibilidade e comprometimento para trabalhar quatro horas fixas por semana. “A pessoa precisa ter amadurecimento emocional e psicológico para lidar com a finitude humana, parte da realidade de uma instituição que trata de câncer” explica Emília Rebelo. Outra exigência é que o candidato não esteja em tratamento de câncer, tampouco com pessoas na família com a doença. “Alguém como esse histórico tem grandes chances de estar muito envolvido com o problema. Deve haver um prazo mínimo de um ano de distanciamento”, argumenta.
Os interessados devem entrar em contato com o INCAvoluntário às segundas-feiras, de 8h às 17h, pelos telefones (21) 3970-7831 ou 3970-7962. Os vinte primeiros agendados do dia participam de uma entrevista quinzenal, no auditório do instituto.
Fonte: Ana Paula Ferraz / Agência Saúde
Esfriar áreas atingidas com queimaduras pode amenizar cicatrizes
Esfriar áreas atingidas com queimaduras pode amenizar cicatrizes:
De acordo com dados do Ministério da Saúde, acidentes com queimaduras respondem por boa parte dos atendimentos no Sistema Único de Saúde (SUS). Estima-se que mais de 30% deles ocorra em crianças de uma a quatro anos. Existem três tipos de queimaduras: as de primeiro, segundo e terceiro graus.
O cirurgião plástico e chefe do Centro de Tratamento de Queimados do Hospital Federal do Andaraí, Luiz Macieira Junior, ressalta que na hora do acidente, a vítima deve procurar imediatamente um pronto-socorro. Ele dá dicas do que fazer nesses casos. ”A principal medida a ser tomada quando uma pessoa se queima é aplicação de água fria, embebida em toalhas para aliviar a dor e neutralizar o calor. Não devemos passar pó de café, pasta de dente, água sanitária, porque esses agentes, para serem removidos no momento do atendimento médico, vão provocar mais dor ainda e um risco de aprofundar a queimadura, porque na remoção desse material, a pele vai ser manipulada e pode gerar um aprofundamento da ferida.”
Segundo o cirurgião plástico, as cicatrizes podem ser menores se o atendimento à vítima for feito da forma recomendada. “Essas cicatrizes vão ser consequência do grau, da profundidade e do tratamento recebido. Quem recebe, imediatamente, tratamento neutralizando o calor, limpando a ferida já deu o primeiro passo acertado para que essas queimaduras não se aprofundem. Porque o que vai determinar cicatriz na queimadura é a profundidade dela. Com o atendimento feito corretamente, é claro que vai atenuar sequelas futuras.”
Por meio de uma portaria, em novembro de 2000, o Ministério da Saúde criou mecanismos para a implantação de redes Estaduais de Assistência a Queimados. A ação, que deu origem a muitos Centros de Tratamento, tem como objetivo dar condições técnicas para realizar atendimento especializado para queimados.
Fonte: Amanda Mendes / Web Rádio Saúde
Padilha pede apoio da Câmara para ‘tolerância zero’
Padilha pede apoio da Câmara para ‘tolerância zero’:
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, pediu ao presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, apoio para a votação do Projeto de Lei 2.788/11 – oriundo do Senado – que estabelece a chamada “tolerância zero” para o consumo de álcool por motoristas. Padilha explicou que este PL está entre as grandes prioridades do Ministério da Saúde, lembrando que, só em 2010, foram registrados mais de 40 mil óbitos relacionados a acidentes de trânsito. O ministro também destacou que, neste mesmo ano, o Brasil ultrapassou 145 mil internações no Sistema Único de Saúde decorrentes de acidentes de trânsito.
“Só entre as mulheres, aumentou 16 vezes o número de vítimas fatais por causa de acidentes com motocicletas”, alertou. Alexandre Padilha observou também que, ultimamente, a maior redução de acidentes de trânsito foi registrada justamente nos estados que aplicaram a Lei Seca com mais rigor. “Por isso, defendemos que não se deve dirigir após consumir bebida alcóolica, seja qual for a quantidade”, ressaltou. O ministro considerou ainda a importância de os agentes de trânsito serem capacitados para melhor reconhecerem situações em que motoristas dirigem alcoolizados.
O PL 2.788/11 tramita na Câmara dos Deputados em regime de prioridade e ainda deve ser submetido à primeira comissão (de Viação e Transportes). Em seguida, será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e, posteriormente, pelo Plenário.
Fonte: Débora Pinheiro / Agência Saúde
Prorrogado prazo para tutoria nos congressos e fóruns na área de DST, aids e hepatites virais
Prorrogado prazo para tutoria nos congressos e fóruns na área de DST, aids e hepatites virais:
A tutoria de trabalhos para o IX Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids, o II Congresso Brasileiro de Prevenção das Hepatites Virais, o VI Fórum Latino-americano e do Caribe em HIV/Aids e DST e o V Fórum Comunitário foi estendida até o dia 9 de março. O serviço, que está disponível no site www.aids.gov.br/congressoprev2012, é uma oportunidade de aprimoramento do resumo. Também poderão submeter seus trabalhos à tutoria os falantes de língua espanhola.
A tutoria é um processo completamente independente da avaliação dos trabalhos e não garante a aprovação posterior do trabalho para o congresso. Os autores que participarem da tutoria não estão, portanto, automaticamente inscritos no congresso.
No dia 12 de março será aberto o prazo para inscrição de trabalhos, por meio do formulário de cadastro específico na internet. O evento será realizado de 28 a 31 de agosto de 2012, em São Paulo (SP), com o tema “Sistema de saúde, redes comunitárias e o desafio de fazer prevenção”.
Mais informações sobre o congresso
E-mail: congressoprev2012@aids.gov.br
Fonte: Aids
NENHUMA CRIANÇA A MENOS
Quando a natação pode ser um problema?
Quando a natação pode ser um problema?:
Além da exposição ao cloro propriamente dita, a atividade física intensa da criança promove uma respiração mais rápida, não permitindo que o ar seja aquecido e filtrado pelo nariz. Este ar frio e seco pode desencadear a contração dos brônquios e levar ao chiado.
Para crianças com alergia respiratória, o exercício aquático desenvolve a coordenação motora, o controle respiratório e a sociabilidade, podendo atuar como atividade fisioterápica.
Porém, é essencial que seja em piscina com boa ventilação, com normas de higiene que sigam protocolos e métodos de desinfecção menos irritantes, promovendo um ambiente interno e externo salubre.
A cloração de piscinas também pode provocar irritação cutânea e coceira. O cloro em concentração exagerada funciona como irritante da pele. Os vapores do cloro flutuantes na superfície da água desencadeiam um ressecamento intenso.
Crianças com dermatite atópica
Crianças com dermatite atópica (alergia na pele) apresentam distúrbios na barreira cutânea, com diminuição de gorduras estruturais. O cloro pode diminuir ainda mais esta gordura natural da pele. O xampu (que tem detergente) também retira a gorduras naturais que se formam nas glândulas sebáceas.
A utilização de cremes que contenham ceramidas e gorduras estruturais, e a diminuição na quantidade e periodicidade do uso de xampus minimizam os efeitos do cloro na pele.
Nesta situação específica da criança com alergia na pele, os banhos de imersão podem agravar o quadro. É importante perguntar quais os métodos utilizados pela instituição (clube, academia ou escola) para tratamento da água da piscina e verificar se eles estão dentro das normas preconizadas pela vigilância sanitária.
Fonte: Conversando com o Pediatra
Foto: Stock.xchng, DoortenJ
Última atualização: 15/01/2012.
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Bloco dos Amigos anima Baile de Carnaval de estudantes
Bloco dos Amigos anima Baile de Carnaval de estudantes:

PSE NSEC06 - DIA 2 DE MARÇO TODOS CONTRA A DENGUE
DIA 2 DE MARÇO TODOS CONTRA A DENGUE:
SOBRE A PRÓXIMA CAMINHADA CONTRA A DENGUE
SOBRE A PRÓXIMA CAMINHADA CONTRA A DENGUE:
Relatório destaca iniciativas brasileiras de combate ao tráfico de drogas
Relatório destaca iniciativas brasileiras de combate ao tráfico de drogas: As iniciativas brasileiras para combater o tráfico de drogas no país, como as unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), foram destacadas em relatório divulgado nesta terça-feira, 28, pela Junta Internacional de Fiscalização a Entorpecentes (Jife), órgão ligado à Organização das Nações Unidas (ONU).

PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA - PSE - NSEC06
O Programa Saúde na Escola (PSE), lançado em setembro de 2008, é resultado de uma parceria entre os ministérios da Saúde e da Educação que tem o objetivo de reforçar a prevenção à saúde dos alunos brasileiros e construir uma cultura de paz nas escolas.
O programa está estruturado em quatro blocos. O primeiro consiste na avaliação das condições de saúde, envolvendo estado nutricional, incidência precoce de hipertensão e diabetes, saúde bucal (controle de cárie), acuidade visual e auditiva e, ainda, avaliação psicológica do estudante. O segundo trata da promoção da saúde e da prevenção, que trabalhará as dimensões da construção de uma cultura de paz e combate às diferentes expressões de violência, consumo de álcool, tabaco e outras drogas. Também neste bloco há uma abordagem à educação sexual e reprodutiva, além de estímulo à atividade física e práticas corporais.
O terceiro bloco do programa é voltado à educação permanente e capacitação de profissionais e de jovens. Essa etapa está sob a responsabilidade da Universidade Aberta do Brasil, do Ministério da Educação, em interface com os Núcleos de Telessaúde, do Ministério da Saúde, e observa os temas da saúde e constituição das equipes de saúde que atuarão nos territórios do PSE.
O último prevê o monitoramento e a avaliação da saúde dos estudantes por intermédio de duas pesquisas. A primeira é a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (Pense), em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que contempla, além de outros, todos os itens da avaliação das condições de saúde e perfil socio-econômico das escolas públicas e privadas nas 27 capitais brasileiras. O resultado dessa pesquisa servirá para que as escolas e as equipes de saúde tenham parâmetro para a avaliação da comunidade estudantil. A segunda pesquisa será o Encarte Saúde no Censo Escolar (Censo da Educação Básica), elaborado e aplicado no contexto do Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE) desde 2005. Essa sondagem consiste em cinco questões ligadas mais diretamente ao tema DST/AIDS.
O tempo de execução de cada bloco será planejado pela Equipe de Saúde da Família levando em conta o ano letivo e o projeto político-pedagógico da escola. As ações previstas no PSE serão acompanhadas por uma comissão intersetorial de educação e de saúde, formada por pais, professores e representantes da saúde, que poderão ser os integrantes da equipe de conselheiros locais.
Todas as ações do programa são possíveis de serem realizadas nos municípios cobertos pelas equipes do Saúde da Família. Na prática, o que ocorrerá será a integração das redes de educação e do Sistema Único de Saúde. Os municípios interessados devem manifestar sua vontade em aderir ao programa. Portaria do Ministério da Saúde definirá os critérios e recursos financeiros pela adesão e orientará também a elaboração dos projetos pelos municípios.
O Ministério da Saúde, além de incentivo financeiro, ficará responsável pela publicação de almanaques para distribuição aos alunos das escolas atendidas pelo PSE. A tiragem da publicação poderá chegar a 300 mil exemplares este ano. O ministério fará ainda cadernos de atenção básica para as 5.500 equipes de Saúde da Família que atuarão nas escolas.