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segunda-feira, 29 de abril de 2013
Ministério da Saúde libera R$ 50 milhões para construção de CAPS em todo país
http://www.blog.saude.gov.br/
Depois de aumentar em 25% a capacidade de atendimento dos Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS) com incentivos do programa “Crack, é Possível Vencer”, o Ministério da Saúde toma mais uma medida para expandir a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) no Brasil. Num primeiro momento, serão repassados R$ 50 milhões para construção de Centros de Atenção Psicossocial, priorizando os serviços álcool e drogas 24 horas – e de Unidades de Acolhimento (UA).

Os gestores dos municípios interessados em construir um CAPS ou uma Unidade de Acolhimento devem acessar a portaria 615, publicada recentemente, para ter conhecimento e dar início ao processo.
O valor dos incentivos financeiros para o financiamento da construção dos CAPS e das Unidades de Acolhimento varia de acordo com cada tipo de estabelecimento, podendo ser entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão. O valor pode aumentar de acordo com a demanda. Esta é a primeira vez que o Ministério da Saúde repassa recursos para construção desses serviços. Antes cabia ao município a edificação ou aluguel dos espaços, o que dificultava a expansão da rede, muitas vezes por falta de locais adequados.
“Com a medida poderemos aumentar nossos serviços nas cidades que ainda não possuem os Centros de Atenção Psicossocial e Unidades de Acolhimento. Estes equipamentos são fundamentais no atendimento de pacientes psiquiátricos e usuários de drogas, como o crack”, destaca o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Os benefícios também são válidos para as cidades que já possuem CAPS e Unidades de Acolhimento. “O prefeito, que, por exemplo, aluga um espaço e deseja um local melhor pode solicitar esse recurso. Entretanto, só poderá desativar o serviço atual quando o novo estiver pronto”, diz o secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães.
Atendimentos – Com os R$ 50 milhões, o Ministério da Saúde poderia construir 65 Centros de Atenção Psicossocial ou 100 Unidades de Acolhimento. No caso dos CAPS o aumento previsto é de 38,8 milhões procedimentos/ano para aproximadamente 40,5 milhões.
Já nas unidades, a expansão dos recursos pode refletir em aproximadamente 1,2 mil leitos novos, se a verba for aplicada no crescimento deste serviço. “A ampliação dos serviços depende dos Estados e Municípios apresentarem projetos ao Ministério da Saúde”, reafirma Magalhães.
Já nas unidades, a expansão dos recursos pode refletir em aproximadamente 1,2 mil leitos novos, se a verba for aplicada no crescimento deste serviço. “A ampliação dos serviços depende dos Estados e Municípios apresentarem projetos ao Ministério da Saúde”, reafirma Magalhães.
Rede – Os 1.891 CAPS existentes têm objetivo de oferecer atendimento à população, realizar o acompanhamento clínico e a reinserção social dos usuários pelo acesso ao trabalho, lazer, exercício dos direitos civis e fortalecimento dos laços familiares e comunitários. Possuem valor estratégico para a Reforma Psiquiátrica entre todos os dispositivos de atenção à saúde mental.
Com a criação desses centros, possibilita-se a organização de uma rede substitutiva ao Hospital Psiquiátrico no país. Os centros são serviços de saúde municipais, abertos, comunitários que oferecem atendimento diário.
Já 60 as Unidades de Acolhimento existentes foram instituídas para oferecer atendimento voluntário e cuidados contínuos para pessoas com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas, em situação de vulnerabilidade social e familiar e que demandem acompanhamento terapêutico e proteção em rede.
Essas unidades possuem caráter residencial transitório e funcionam 24 horas (durante toda semana) de forma articulada com o Centro de Atenção Psicossocial mais próximo. E devem garantir os direitos de moradia, educação e convivência familiar e social.
Fonte: Zeca Moreira / Agência Saúde
FIQUE SABENDO - Crianças devem ser estimuladas a praticarem exercícios para fugir do sedentarismo
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Incentivar os filhos à pratica esportiva é fundamental para o seu desenvolvimento, além de combater o sedentarismo e as doenças que podem surgir de forma precoce por conta da falta de exercícios. As atividades físicas na infância são importantes para o desenvolvimento físico e cognitivo da criança. Desde pequena, ela deve ser estimulada a se movimentar, contanto que ela se sinta à vontade e seja respeitada as limitações em cada fase.
Para isso, as atividades devem ser direcionadas aos pequenos sempre de forma recreativa e lúdica. Segundo o coordenador do Programa de Melhoria da Qualidade de Vida – Geração Saúde (CAS/CGESP/SAA/SE/MS) –, Rodrigo Rocha, o incentivo ao exercício físico deve surgir na forma de uma brincadeira. “Criança gosta da parte recreativa, então não se pode cobrar a parte técnica, como, por exemplo, saber a técnica da natação, a técnica do futebol. Ela vai se desenvolver de forma natural. Não há uma idade certa para iniciar uma atividade, a criança deve se sentir à vontade para praticar exercícios”, explica.
A motivação para os exercícios é ainda melhor se os pais também forem fisicamente ativos. “Se os pais têm uma vida ativa, isso estimula os filhos a praticarem uma atividade. A natação para bebês acompanhados das mães auxilia na respiração e no tratamento de asma e de outras doenças respiratórias. Serve até mesmo como tratamento terapêutico também”, acrescenta o educador físico do Geração Saúde, Francisco Flávio Albuquerque.
É importante não forçar a criança a praticar um esporte, pois pode transformar a diversão numa responsabilidade que ela ainda não deve ter. “Deve-se respeitar o tempo do amadurecimento da criança. Vemos muitos pais errando em cobrar os filhos para que eles se transformem no atleta que ele gostaria de ter sido. Isso queima etapas do desenvolvimento e a criança pode se tornar um adulto frustrado ou que não gosta de se movimentar, trazendo riscos a sua saúde”, enfatiza Lucinéa Fernandes, educadora física do Geração Saúde.
Brincando de se exercitar - Experimentar vários esportes diferentes ajuda a diversificar o aprendizado da criança. A princípio, as atividades devem envolver muita recreação e cada fase sugere um esporte diferente. “Abaixo dos quatro anos não é indicado introduzir a criança em esportes como lutas, pois ela não tem tanto desenvolvimento motor e equilíbrio”, explica Francisco. Atividades como natação e balé são mais indicados para esse começo de vida.
Acompanhando o crescimento, as noções do esporte entram de forma lúdica na atividade. “Quando se dá aulas de judô para crianças a partir de quatro anos, não se ensina a técnica em si, mas simulações, ensinando a imitar o movimento de um animal, coisas que elas vão assimilando. Com o tempo, elas vão pegando a técnica”, ensina Francisco. “Até o quinto ano escolar, a criança vê a recreação através dos jogos. Quando vai para o ensino fundamental, já começa a ter alguns fundamentos dentro da grade curricular da escola, onde se trabalha algumas modalidades como futebol e basquete. Com o avanço das séries, isso vai se aprofundando”, complementa Rodrigo.
Na hora de matricular o filho em uma escolinha de esportes, os pais devem estar atentos à segurança do local para a atividade não envolver acidentes. “Com criança a gente sempre precisa estar de olho. É necessário ficar atento aos fatores de segurança do ambiente aonde vai levar seu filho e conhecer o profissional que estará guiando ele nas atividades”, finaliza Lucinéa.
Fonte: Fabiana Conte / Comunicação Interna do Ministério da Saúde
Especialistas falam sobre ações do MS para tratar autismo
http://www.blog.saude.gov.br/
Especialistas falam sobre ações do MS para tratar autismo:
O Ministério da Saúde, em seu compromisso de promover a ampliação e qualificação da atenção das pessoas com transtornos do espectro do autismo, elaborou, junto com especialistas as Diretrizes de Atenção à Reabilitação das Pessoas com Transtornos do Espectro do Autismo (TEA), lançado em 02 de abril de 2013 – dia mundial da conscientização do autismo – e a Linha de Cuidado para Atenção às Pessoas com Transtornos do Espectro do Autismo na Rede de Atenção Psicossocial do SUS, lançado no dia 11 de abril durante o I Congresso Brasileiro de CAPS infantojuvenil.
Em ambos os documentos, que deverão ser compreendidos como complementares, o Ministério reafirma a importância quanto ao acompanhamento do desenvolvimento infantil, para que as intervenções sejam cuidadosas e precisas no que diz respeito ao diagnóstico de possíveis alterações e que o acesso ao tratamento ao longo da vida seja garantido de modo plural e articulado nos diferentes pontos de atenção e redes de cuidado.
Na manhã desta quarta-feira (17) representantes do Movimento Psicanálise, Autismo e Saúde Pública se reuniram com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para que a articulação entre as Redes de Cuidado à Pessoa com Deficiência e a Rede de Atenção Psicossocial sejam garantidas e preservadas a necessária pluralidade das abordagens disponíveis, dentro do Sistema Único de Saúde,
As cartilhas feitas para facilitar o diagnóstico do autismo em crianças de até três anos serão distribuídas em todo o Sistema Único de Saúde. Para o tratamento dos pacientes, existem hoje 22 Centros Especializados de Reabilitação do SUS em construção, 23 em habilitação e 11 centros conveniados com entidades, que já funcionam. Os investimentos fazem parte do plano Viver Sem Limites, que apenas no ano passado investiu quase 900 milhões de reais na saúde da pessoa com deficiência. Até 2014 a previsão é que o programa tenha investido um bilhão e 400 milhões de reais em três anos.
Ilana Paiva / Blog da Saúde
Especialistas falam sobre ações do MS para tratar autismo:
O Ministério da Saúde, em seu compromisso de promover a ampliação e qualificação da atenção das pessoas com transtornos do espectro do autismo, elaborou, junto com especialistas as Diretrizes de Atenção à Reabilitação das Pessoas com Transtornos do Espectro do Autismo (TEA), lançado em 02 de abril de 2013 – dia mundial da conscientização do autismo – e a Linha de Cuidado para Atenção às Pessoas com Transtornos do Espectro do Autismo na Rede de Atenção Psicossocial do SUS, lançado no dia 11 de abril durante o I Congresso Brasileiro de CAPS infantojuvenil.
Em ambos os documentos, que deverão ser compreendidos como complementares, o Ministério reafirma a importância quanto ao acompanhamento do desenvolvimento infantil, para que as intervenções sejam cuidadosas e precisas no que diz respeito ao diagnóstico de possíveis alterações e que o acesso ao tratamento ao longo da vida seja garantido de modo plural e articulado nos diferentes pontos de atenção e redes de cuidado.
Na manhã desta quarta-feira (17) representantes do Movimento Psicanálise, Autismo e Saúde Pública se reuniram com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para que a articulação entre as Redes de Cuidado à Pessoa com Deficiência e a Rede de Atenção Psicossocial sejam garantidas e preservadas a necessária pluralidade das abordagens disponíveis, dentro do Sistema Único de Saúde,
As cartilhas feitas para facilitar o diagnóstico do autismo em crianças de até três anos serão distribuídas em todo o Sistema Único de Saúde. Para o tratamento dos pacientes, existem hoje 22 Centros Especializados de Reabilitação do SUS em construção, 23 em habilitação e 11 centros conveniados com entidades, que já funcionam. Os investimentos fazem parte do plano Viver Sem Limites, que apenas no ano passado investiu quase 900 milhões de reais na saúde da pessoa com deficiência. Até 2014 a previsão é que o programa tenha investido um bilhão e 400 milhões de reais em três anos.
Ilana Paiva / Blog da Saúde
Dia Nacional de Combate a Hipertensão Arterial: saiba como prevenir e controlar a doença
Hoje é comemorado o Dia Nacional de Prevenção e Combate a Hipertensão Arterial. Para lembrar a data e alertar a população dos perigos da pressão alta, o Blog da Saúde explica como prevenir e controlar a doença crônica não transmissível que atinge, em média, 25% da população brasileira, chegando a mais de 50% na terceira idade e a 5% de crianças e adolescentes no Brasil.
Pressão alta é um mal silencioso. A ausência de sintomas atrapalha o diagnóstico e ele, muitas vezes, só é feito quando há complicações. A melhor maneira de descobrir se é hipertenso é aferindo a pressão com regularidade de, no mínimo, uma vez por ano. A hipertensão ocorre quando a pressão arterial está acima do limite considerado normal. Ou seja, quando a máxima está em 120 e a mínima em 80 milímetros de mercúrio, conhecido popularmente como 12 por 8.
A coordenadora-geral de Áreas Técnicas do Ministério da Saúde, Patrícia Sampaio, explica que a doença não tem uma causa única: “Ela tem fatores específicos que podem levar à hipertensão. O sobrepeso e a obesidade, por exemplo, são fatores de risco para a pessoa desenvolver a hipertensão arterial. A ingestão excessiva de sal e o sedentarismo também. E apesar de não ser uma doença genética, se é mais comum na família a pessoa sofre um risco aumentado de ter pressão alta”.
Antônio Arles, 32 anos, descobriu que era hipertenso aos 18 anos quando foi servir ao exército. Durante a realização dos exames necessários para o alistamento, foi diagnosticada a doença crônica. A hipertensão de Antônio é hereditária porque os pais dele também são hipertensos. Ele conta como faz para controlar a doença: “Aqui em casa nós sempre usamos pouco sal, mas diminuímos mais ainda quando eu descobri que era hipertenso também. Faço dieta restritiva de sódio, e não é só diminuindo o sal de cozinha. Diminuo nos produtos industrializados também. Existem refrigerantes, sucos industrializados e coisas que você nem imagina que tenha sódio”.
Antônio não teve a oportunidade de evitar a doença, pois ela se manifestou de maneira hereditária. Entretanto, a hipertensão surge, geralmente, a partir de um estilo de vida não saudável. Para prevenir e controlar a pressão alta é importante que a pessoa pratique atividades físicas regularmente; mantenha o peso ideal, evitando a obesidade; adote uma alimentação saudável diminuindo o sal e as frituras, e aumentando as frutas, legumes e verduras; reduza o consumo de álcool; não fume; evite o estresse. Lembrando que quem tem hipertensão não pode interromper o tratamento e quem não é hipertenso deve aferir a pressão pelo menos uma vez por ano.
O Ministério da Saúde desenvolve o Programa Academia da Saúde, em parceria com as secretarias municipais e estaduais de saúde, para estimular a prática de atividades físicas pela população. A iniciativa prevê a implantação de polos com infraestrutura, equipamentos e profissionais qualificados para a orientação de práticas corporais, atividades físicas e lazer. Atualmente, há mais de 2,8 mil polos habilitados para a construção das academias.
Sódio – O sódio regula a quantidade de líquidos que ficam dentro e fora das células. Quando há excesso do nutriente no sangue, ocorre uma alteração no equilíbrio entre esses líquidos sobrecarregando o coração e os rins, situação que pode levar à hipertensão. Ciente disso, o Ministério da Saúde firmou um acordo com a indústria alimentícia que prevê a redução gradual do teor de sódio em 16 categorias de alimentos. A previsão é de que, até 2020, estejam fora das prateleiras mais de 20 mil toneladas de sódio.
Se o consumo for reduzido para a recomendação diária da Organização Mundial de Saúde (OMS), a ingestão deve ser reduzida para menos de 5g por pessoa diariamente. Estima-se que 1,5 milhão de brasileiros não precisariam de medicação para hipertensão e a expectativa de vida seria aumentada em até quatro anos.
- Confira o Guia Alimentar publicado pelo Ministério da Saúde para auxiliar a população na manutenção de hábitos saudáveis.
Perigos da doença – “Tenho aparelho de aferir a pressão em casa e quando sinto dor de cabeça ou qualquer sensação estranha no corpo, a primeira coisa que eu faço é medir a pressão para ver se está tudo bem”. Pessoas com pressão arterial alta estão mais predispostas a ter comprometimento vascular cerebral e cardíaco. Na hipertensão acontece o estreitamento dos vasos e, por isso, o coração precisa fazer mais força para bombear o sangue, ficando hipertrofiado e comprometendo a circulação sanguínea. Esse estreitamento também é responsável por diminuir o fluxo de sangue no cérebro.
“Hipertensão arterial não tem cura. É uma doença crônica e tem tratamento. A pessoa que tem pressão alta pode ter uma vida normal, mas é preciso mudar alguns hábitos de vida. A chance de um hipertenso que abusa do álcool ter um evento cardiovascular é maior do que de uma pessoa que não faz abuso do uso de álcool, por exemplo”, lembra Patrícia.
Medicamentos – “Além da dieta com pouco sódio, tomo medicamento regularmente. Pego essa medicação gratuitamente na farmácia popular e tomo duas vezes ao dia desde que descobri a doença e vai ser assim para o resto da vida”, garante Antônio.
O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece gratuitamente todas as classes de medicamentos necessários para o controle da hipertensão arterial. O programa Aqui Tem Farmácia Popular também ampliou a gratuidade de medicamentos para hipertensos. Hoje, são mais de 15 mil farmácias e drogarias conveniadas ao programa.
Camilla Terra / Blog da Saúde
Canal Saúde estreia nessa segunda nova grade de programação com 14 horas diárias
http://www.blog.saude.gov.br/
O Canal Saúde, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vinculada ao Ministério da Saúde, vai estrear nessa segunda-feira (29/4), uma nova grade cheia de novidades. Ao todo são quatro horas a mais por dia no ar, de domingo a domingo, das 8h às 22h, rumo ao objetivo de alcançar 24 horas diárias de programação. O aumento da programação de dez para 14 horas diárias – até então a TV era transmitida de 9h as 19h – é o cumprimento de uma meta acordada com o Ministério da Saúde e com a Oi TV, que transmite a programação. Segundo a superintendente do Canal Saúde, Márcia Corrêa e Castro, o objetivo é estabelecê-lo como uma emissora de televisão e não um espaço de provimento de conteúdo. A ampliação no horário de transmissão é um avanço em direção a essa meta.

“Esse aumento é mais um passo para concretizar o Canal como uma emissora pública no país. É um passo rumo a um dos principais objetivos do Canal Saúde, que é ser um canal do Sistema Único de Saúde (SUS), que é uma política de estado e não de governo”, explica Márcia. O objetivo final é atingir as 24 horas de programação na virada de 2014 para 2015. Mas antes disso há a meta de ampliar de 14 para 18 horas a programação diária na virada deste ano para 2014. Com isso, pretende-se aumentar a capacidade de fidelizar o público, o que beneficia também os parceiros do Canal: Ministério da Saúde e Fiocruz, que ganham um espaço para a disseminação de seus conteúdos por mais tempo e com mais audiência, e a Oi TV, que ganha conteúdo de qualidade para a sua programação.
A nova grade inclui novos programas, entre produções próprias e aquisições, novos cenários, todos virtuais para os programas em estúdio, produções repaginadas e a divisão da programação em faixas. A partir do dia 29, as faixas de 9h as 12h30 e das 14h às 17h30, de segunda a sexta-feira, serão voltadas para profissionais e gestores de saúde enquanto as faixas das 8h às 9h, de 12h30 as 14h e das 17h30 às 22h serão voltadas para o público em geral.
Faixa infantil e novos programas são destaque - Os sábados e domingos também terão toda a sua programação voltada para o público como um todo, com destaque para uma novidade: uma faixa infantil que irá ao ar entre 8h30 e 11h30. Outro destaque é a mudança de horário da apresentação do Sala de Convidados ao vivo, que sai das sextas, das 11h ao meio dia, e vai para as terças-feiras, no mesmo horário. Duas novas produções da casa entram no ar: Em Família, que vai apresentar discussões da saúde sob o ponto de vista do universo familiar; e Saúde em Foco, uma revista eletrônica que trará reportagens sobre o tema.
Outro destaque é o Canal Saúde na Estrada, que volta repaginado, trazendo novas experiências bem sucedidas na área da saúde pelo Brasil afora, em formato de documentário. Além disso, o Comunidade em Cena também retorna fortalecido com mais histórias de sucesso em comunidades, com a novidade que agora a parceria entre o Canal Saúde e grupos populares também chegará a experiências rurais. E além de todas essas novidades, o Canal Saúde começa a exibir um total de 17 novos programas adquiridos em parcerias ou comprados. São 11 programas de parceiros como BPC, Rede Minas, MultiRio, UFPR e Fundacentro e seis séries que foram aquisições feitas junto a produtoras, três delas nacionais e três internacionais.
Canal Saúde - O Canal Saúde é um canal de televisão público incorporado à política de comunicação do Ministério da Saúde. Está entre os programas prioritários da Fiocruz, onde funciona sua sede, no campus de Manguinhos, no Rio de Janeiro. Tem abrangência nacional, é transmitido todos os dias, das 8h às 22h. Sua grade de programação é diversificada e dividida por faixas de público onde exibe programas próprios, de instituições parceiras e produções independentes.
Antes de tornar-se um canal de TV em 2010, o Canal Saúde já produzia audiovisuais sobre saúde. De 1994 a 2009, esteve presente em todo Brasil com o conceito de canal virtual. Sem um espaço próprio de veiculação sua produção era transmitida por canais parceiros do governo e da sociedade civil, além da transmissão em sua página na web, mantida até hoje.
A programação tem conteúdo informativo, destina-se a públicos distintos e trata de temas variados relacionados à saúde pública brasileira e às condições que levam o indivíduo a ser saudável. São 11 programas, ao vivo e gravados, produzidos sobre políticas públicas, cidadania, prevenção e tratamento, meio ambiente, desenvolvimento e sustentabilidade, comportamento e iniciativas do Sistema Único de Saúde.
Para assistir ao Canal Saúde em todo o país é necessário ter antena parabólica com recepção digital ou ter acesso à transmissão no site. Em ambos, a programação na íntegra é transmitida simultaneamente. Em www.canalsaude.fiocruz.br o usuário consulta como assistir ao Canal Saúde e a lista de emissoras parceiras que veiculam alguns dos programas em horários diversos. Outra forma de veiculação é a Oi TV. A parceria da TV por assinatura com o Ministério da Saúde foi uma contrapartida social da empresa à Anatel e possibilitou ao Canal Saúde mais um espaço de veiculação.
A programação do Canal Saúde transmitida diariamente na Oi TV é a mesma do seu canal próprio. O acesso ao sinal é gratuito e restrito aos equipamentos doados pela operadora aos Conselhos de Saúde. Esta é uma das estratégias do governo federal para o fortalecimento do Controle Social. Para o Canal Saúde, envolver-se com os conselhos de saúde remonta sua história cuja origem está relacionada às discussões sobre a importância da interação entre educação, informação e comunicação.
Fonte: Fiocruz
Caminhada Autismo & Realidade teve apoio do MS
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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou neste domingo (28), da 3ª Corrida e Caminhada Autismo & Realidade pela Conscientização, realizada na Ponte Estaiada, em São Paulo. O circuito contou com dois trajetos, um com oito e outro terá quatro quilômetros. O evento foi viabilizado pela ONG Autismo & Realidade – com organização do Instituto de Desenvolvimento do Esporte, Educação, Inclusão, Arte, Cultura e Sustentabilidade (Ideia) – e teve objetivo de aprofundar, divulgar e destacar o conhecimento sobre o Autismo.

No último dia (02), o Ministério da Saúde lançou o Dia Mundial de Conscientização do Autismo e a Diretriz de Atenção à Reabilitação da Pessoa com Transtornos do Espectro do Autismo (TEA), que traz pela primeira vez uma tabela com indicadores do desenvolvimento infantil e sinais de alerta para que médicos do Sistema Único de Saúde (SUS) possam fazer uma identificação precoce do autismo, em crianças de até três anos.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que “a caminhada atinge dois grandes objetivos. Primeiro trazer o tema para que a sociedade tenha atenção sobre o assunto. Em segundo, pressionar o governo para organizar serviços de atenção ao autista, não só na área da saúde, mas em todas as demais, sobretudo na inserção no mercado de trabalho”, completou.
Padilha esclareceu ainda que o Programa Viver Sem Limites do Ministério da Saúde, criou, pela primeira vez, a diretriz para que os profissionais de saúde, médicos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, psicólogos possam cuidar tanto da criança quanto do adulto autista. “Agora há centros novos, focados, tanto na saúde como na atenção aos pais familiares, além de estar focado na inserção no mercado de trabalho e para que possam cuidar de si próprios quando os pais não puderem estar mais presentes”, disse, reforçando que é “preciso cuidar bem das crianças com autismo, porque isso faz com que sejam adultos melhores, com menos problemas. O diagnóstico e o tratamento precoces são fundamentais. Isso torna mais fácil encaminhá-la para os primeiros atendimentos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde”, destacou o ministro.
Além desta iniciativa, o Ministério da Saúde disponibiliza para os profissionais de saúde, instrumentos de uso livre (sem obrigatoriedade do pagamento de direitos autorais) para o rastreamento/triagem de indicadores de desenvolvimento que possam diagnosticar o TEA.
Tratamento - Após o diagnóstico do paciente e a comunicação à família, inicia-se a fase do tratamento e da habilitação/reabilitação nos pontos de atenção da Rede de Cuidados à Saúde da Pessoa com Deficiência.
O autismo implica em alterações de linguagem e de sociabilidade que afetam diretamente – com maior ou menor intensidade – grande parte dos pacientes. O paciente também pode sofrer limitação de suas capacidades funcionais e nas interações sociais, o que demanda cuidados específicos e singulares de acompanhamento médico, habilitação e reabilitação ao longo das diferentes fases da vida.
O grau de intensidade do transtorno definirá o tratamento dos pacientes. Aqueles com menor intensidade deverão ser tratados nos Centros Especializados de Reabilitação (CER) do SUS. Hoje, existem no país, 22 centros em construção, 23 em habilitação e 11 convênios de qualificação para que entidades que já funcionam, passem a funcionar como CER. Já os pacientes com intensidade maior do transtorno serão encaminhados para centros específicos, que serão habilitados pelo Ministério da Saúde.
Recursos - Os investimentos fazem parte do plano Viver Sem Limites, que no ano passado investiu R$ 891 milhões na saúde da pessoa com deficiência. Até 2014 a previsão é que o programa disponibilize R$ 1,4 bilhão. A diretriz é resultado do esforço conjunto da sociedade civil e do governo brasileiro. Coordenado pelo Ministério da Saúde, um grupo de pesquisadores e especialistas e várias entidades, elaborou o material, oferecendo orientações relativas ao cuidado à saúde das Pessoas com Transtornos do Espectro do Autismo, no campo da habilitação/reabilitação na Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência. A diretriz será distribuída em todo Sistema Único de Saúde (SUS).
Fonte: Zeca Moreira /Agência Saúde
ESTÃO ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA O PROGRAMA PRIMEIRA INFÂNCIA COMPLETA (PIC)
Fonte: SME
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO: ESTÃO ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA O PROGRAMA PRIMEIRA INFÂNCIA COMPLETA (PIC)
Famílias com filhos não matriculados nas creches e EDIs podem se inscrever no programa
24/04/2013
A Secretaria
Municipal de Educação informa que estão abertas as inscrições para o
programa Primeira Infância Completa (PIC), que tem como objetivo
atender, aos sábados, crianças de seis meses até três anos e 11 meses
que não estejam matriculadas nas creches e Espaços de Desenvolvimento
Infantil (EDIs). Este ano, o programa funcionará em 87 unidades
escolares da Prefeitura do Rio a partir do dia 27 de abril.
As
famílias que desejarem inscrever seus filhos no programa devem
comparecer em uma das unidades escolares participantes do PIC. As
matrículas podem ser efetuadas ao longo de todo o ano letivo, de segunda
a sexta-feira, das 7h às 17h, e aos sábados, das 8h às 16h. A relação
das unidades para a inscrição está disponível no endereço eletrônico http://200.141.78.79/dlstatic/10112/3763782/DLFE-270644.pdf/ListagemUnidadesPIC2.0.1.3..pdf.
Para
a inscrição, o responsável deve se dirigir à unidade de sua preferência
e levar a certidão de nascimento do filho. Para os beneficiários
do Cartão Família Carioca, cujos filhos não estejam matriculados em
creche, a inscrição é obrigatória. Neste caso, os responsáveis também
precisam levar os documentos que comprovem o benefício.
No
PIC, às crianças de seis a 18 meses são atendidas juntamente com os
seus responsáveis em oficinas quinzenais. Já as crianças de 18 meses a
três anos e 11 meses são atendidas semanalmente, das 8h às 16h. Além
disso, os pais ou responsáveis participam da Escola de Pais, onde são
realizadas rodas de conversas coordenadas por profissionais da
Secretaria de Educação sobre os mais variados temas relativos às
questões do desenvolvimento infantil.
Semana de Alimentação Escolar 2013
http://inad-smsdc.blogspot.com/
Semana de Alimentação Escolar 2013:
O Pequeno dicionário da alimentação saudável foi produzido pelo Instituto de Nutrição Annes Dias em parceria com o Núcleo de Alimentação e Nutrição Escolar (INU/UERJ) com base em um processo de construção coletiva, do qual participaram também os parceiros da Rede Estadual de Alimentação e Nutrição Escolar do Rio de Janeiro, alunos da graduação e pós-graduação do INU/UERJ e profissionais de saúde da SMS-RJ. Este material valoriza, de forma lúdica e pedagógica, as diferentes dimensões da alimentação saudável, tais como a dimensão de acesso à alimentação saudável e adequada; a dimensão cultural; a dimensão ecológica; e a dimensão econômica. O material é constituído por 23 verbetes, organizados de A à Z, sobre alimentação saudável e, para cada verbete, são listados textos de apoio e sugestões de atividades para explorar a temática. Como os verbetes apresentam interfaces, ao desenvolver alguma atividade, é possível abordar diferentes verbetes. Acreditamos que o uso do material pode originar novos verbetes e novas sugestões de atividades. Mande suas sugestões para nós!
Para conhecê-lo, clique aqui.
Semana de Alimentação Escolar 2013:
Pequeno dicionário da alimentação saudável: uma contribuição para ampliar o foco da promoção da alimentação saudável
O Pequeno dicionário da alimentação saudável foi produzido pelo Instituto de Nutrição Annes Dias em parceria com o Núcleo de Alimentação e Nutrição Escolar (INU/UERJ) com base em um processo de construção coletiva, do qual participaram também os parceiros da Rede Estadual de Alimentação e Nutrição Escolar do Rio de Janeiro, alunos da graduação e pós-graduação do INU/UERJ e profissionais de saúde da SMS-RJ. Este material valoriza, de forma lúdica e pedagógica, as diferentes dimensões da alimentação saudável, tais como a dimensão de acesso à alimentação saudável e adequada; a dimensão cultural; a dimensão ecológica; e a dimensão econômica. O material é constituído por 23 verbetes, organizados de A à Z, sobre alimentação saudável e, para cada verbete, são listados textos de apoio e sugestões de atividades para explorar a temática. Como os verbetes apresentam interfaces, ao desenvolver alguma atividade, é possível abordar diferentes verbetes. Acreditamos que o uso do material pode originar novos verbetes e novas sugestões de atividades. Mande suas sugestões para nós!
Para conhecê-lo, clique aqui.
IDÉIAS - 134 Passo a Passos para você mesmo fazer!
http://www.dicaspramamae.com/
Vários links e muitas idéias.
134 Passo a Passos para você mesmo fazer!:
Vários links e muitas idéias.
134 Passo a Passos para você mesmo fazer!:
Helloo!!!!!!
Já que todo mundo adorou a ultima seleção de DIY aqui do blog, fizemos mais uma seleção desta vez com todos os passo a passos que temos aqui. Aqui vai ficar bem mais fácil você encontrar. Vamos lá?
- Galinha Pintadinha feita de Bexigas
- Centro de mesa da Galinha Pintadinha feito de Garrafa Pet
- Forminha de doces da Galinha Pintadinha
- Personagens do ursinho Pooh feitos de bexigas
- Bolsinha de papelão para meninas
- Bolo em formato de números
- Chapéu de festa com papel crepom
- Caixinha em formato de circo
- Monstrinhos de caixa de papelão
- Cortina de arco iris para festas
- Convite personalizado para festa Arco iris
- Chápeu de festa - faça você mesmo
- 03 lembrancinhas para festa Moranguinho
- Varal de lacinhos para festinhas
- Lembrancinha de papel de seda
- Bichinhos feitos de saco de pão
- Sorvetinhos de papel de seda
- Bolo de enfeite para festas
- Borboletas de chocolate para topos de cupcake
- Varal Verde e Rosa de Papel Cartão
- Varalzinho de cartolina para festinhas
- Bola de isopor decorada com copinhos de brigadeiro
- Tijolinhos com sobras de Giz de cera
- Potinho de papinha decorado com Feltro
- Suporte de Cupcake de gatinhos
- Arroz colorido para decorar festas
- Casinha na parede do quarto - PAP
- Marcadores de bichinhos com palito de picolé
- Prendedor de cabelo com pedras
- PAP pompom de papel de seda
- Varalzinho colorido de corações
- Varalzinho colorido de elefante
- Foguete com garrafa Pet
- Prendedor de cabelo xadrez
- Copo decorado com Angry Birds
- Caixinha para lembrancinha - PAP
- Água-Viva para decoração
- Pipa para decorar com palito de picolé
- Prendedor de cabelo para crianças
- Bolas coloridas de escama
- Porta fotos com tampinhas de garrafa
- Flores de papel plissado
- Saquinho de pão para lembrancinha
- Bola de copo descartável
- Desenhos nas paredes com durex colorido
- Pirulitos de feltro
- Copos decorados com Angry Birds
- Borboletas de balinhas
- Cones de papel para festas
- Saquinho de Papel com pipocas
- Coruja de papel de seda
- Frango assado de papelão
- Macarrãozinho feito com feltro
- Fantoche de meia
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- Porta recados com monstrinhos
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- Joaninhas de cartolina para festas
- Bala de Doces
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- Bebezinhos feitos com fralda descartável
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- Personalizando copos descartáveis
- Bonecas feitas com meias
- Presépio de papel para montar
- Caixinha porta guloseima com pratinho descartável
- Sapatinho de papel para Chá de Bebê
- Fraldinha de Guloseimas
- Potinho de Papinha Nestle
- Mix de lembrancinhas fáceis e fofas
- Baldinho personalizado de papel
- Cupcakes de bodys
- Pisca-Pisca com copos descartáveis
- Móbile feito a mão com meias
- Pompons de feltro
- Árvore de natal feita com jujubas
- Body e camisetas infantis
- Cegonha com pacote de fraldas
- Línguas de Sogras com Flores de Crepom
- Chápeu de festa pink e verde
- Enfeites pra Chá de Bebê feito com toalhinhas
- Balas feitas com toalhinhas para Chá de Bebê
- Pirulito de toalhinha
- Chapéus de festa
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- Bolo de fraldas
- Flor de forminhas para topo do cupcake
- Potinho de Papinha 2
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- Potinho de papinha - Porta lápis
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- Caixinha de papel
- Jogo da velha com tampinhas de Pet e EVA
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- Brinquedo de papel de seda
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- Corujinha para lembrancinhas de doces!
- Tiara de cabelo com flor de tecido
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- Convite de Menina e Menino de tecido e papel
- Castelo de papelão de Brinquedo
- Puf gigante para as crianças
- Túnica para grávidas em 10 minutos
- Sapatinhos porta guloseimas
- Caixinhas coloridas para lembrancinhas
- Vestidinho de origami
- Vestidinho para o chá de bebe
- Cavalinhos feito com reciclagem de meia
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- Cadeira com elefantinho feito de EVA
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- Caixinha personalizada
- Vestidinho de papel
- Sorvetão de bexiga
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- Meias anti-derrapantes
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- Chuvinha de feltro
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- Chapéu de tecido para meninas
E. M. ALVARO ESPINHEIRA, aprendendo sobre o trânsito
PSE - NSEC 06 ORIENTAÇÃO NUTRICIONAL NA REUNIÃO DE RESPONSÁVEIS NO EDI ANA DE BARROS CÂMARA
http://smsdc-cms-fazendabotafogo.blogspot.com/
SAÚDE PRESENTE NA CRECHE - PESAGEM CRECHE PROFESSOR ROGERIO PEDRO BATISTA
http://smsdc-cms-fazendabotafogo.blogspot.com/
PESAGEM CRECHE PROFESSOR ROGERIO PEDRO BATISTA:
PESAGEM CRECHE PROFESSOR ROGERIO PEDRO BATISTA:
PESAGEM NA CRECHE PROFESSOR ROGERIO PEDRO BATISTA
Equipe de Saúde referência da CRECHE MUNIICPAL PROF ROGÉRIO, esteve na creche realizando a pesagem e medindo cada aluno. Os alunos acima e abaixo do peso ou altura, serão observados e acompanhados pela equipe multiprofissional da CMS FAZENDA BOTAFOGO.
PSE - SAÚDE PRESENTE NA ESCOLA
PSE - SAÚDE PRESENTE NA ESCOLA
Família contemporânea transforma as relações com a escola
http://portal.aprendiz.uol.com.br/
A imagem de uma sala de aula com carteiras alinhadas, alunos sentados, contidos, olhando para a frente, onde um professor repassa conteúdos a serem memorizados, pode ser vista em fotografias, mas já se sabe que as experiências que insistem nesse modelo estão com os dias contados.
Além da escola, nos últimos anos, as famílias também viveram grandes mudanças. Casais separados, menos hierarquia e maior afetividade entre pais e filhos – a despeito das longas horas de trabalho e afastamento – vêm reconfigurando a estrutura social vigente durante décadas.
Nesse novo cenário, como garantir uma relação harmônica e participativa entre os dois atores fundamentais no desenvolvimento de uma criança?
Para a psicóloga, especializada em crianças e adolescentes, Julia Borbolla, é preciso definir territórios e responsabilidades. “A escola hoje em dia ficou responsável por ensinar valores que a sociedade não ensina, o que é muito arriscado e, obviamente, impossível.”
Ela afirma ser comum pais adotarem uma postura de “clientes” e atuarem como se os educadores fossem seus substitutos. “Precisamos evitar o ‘suprir’ e ‘compensar’, passando para zonas mais seguras, como o ‘compartilhar’ e ‘colaborar’”, afirmou durante o “Congresso Visão XXUNO: O desafio de construir a escola”, que o Portal Aprendiz acompanha em Orlando, Estados Unidos.
Leia a cobertura completa do evento
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Outra medida, de acordo com Borbolla, seria recuperar o reconhecimento social do professor, construindo a imagem de uma figura confiável entre as famílias. Os pais, por sua vez, “deveriam permitir que as crianças tivessem problemas, porque é isso o que vai levá-los ao crescimento”, acrescenta.
No contexto escolar, a simples menção à palavra problema chega a causar arrepios em pais e educadores. A concepção de educação como problematização, trazida ao longo de todo o congresso pelo educador venezuelano, Arnaldo Esté, propõe que tanto pais quanto educadores assumam que os problemas fazem parte do processo educativo.
“A pedagogia da problematização é essencial para que os alunos busquem soluções e possam se desenvolver. Professores e alunos deveriam saborear a complexidade da vida em vez de simplificá-la”, analisa o pesquisador.
Partindo dessa ideia, Borbolla pede que os pais depositem um voto de confiança na escola, “afinal ela é o melhor lugar para que seus filhos tenham problemas e aprendam a resolvê-los”.
Experiências
Na Argentina, o Colégio Dante Alighieri tem experimentado um formato de participação dos pais com resultados positivos e que foge das “armadilhas” descritas por Borbolla. A direção da escola propôs a criação de um grupo que pudesse representar a vontade das famílias em instâncias decisivas da instituição.
“Hoje esse grupo é aberto a qualquer pai e mãe e temos cerca de 30 que participam ativamente das discussões com o corpo diretivo. Comprovamos que o envolvimento dos pais modifica o projeto pedagógico e faz com que eles se apropriem e possam defendê-lo depois”, ressalta Luci Dapian, representante da escola.
No Brasil, a experiência da escola religiosa El Shaday, localizada em São Bernardo do Campo (SP), fornece um exemplo de como a definição clara dos princípios formativos e pedagógicos pode facilitar a relação com as famílias. “Estabelecemos uma aliança com os pais a partir de valores que compõem o projeto que a instituição oferece, há um acordo mínimo estabelecido”, relata o diretor Jair Gomes.
A repórter Raiana Ribeiro viajou aos Estados Unidos a convite do Sistema Uno Internacional (UNOi).
IDÉIA - Molde de cartão para o dia das mães -
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