quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
DENGUE - 1º LEVANTAMENTO DE ÍNDICE DE INFESTAÇÃO - 2012
1º LEVANTAMENTO DE ÍNDICE DE INFESTAÇÃO - 2012:
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Horário de atendimento na Educação Infantil
Assunto: Horário de atendimento na Educação Infantil
Senhora Coordenadora de E/SUBE/CRE
Senhor(a) Gerente da E/SUBE/CRE/GED
Senhor(a) Diretor(a) de Escola com turmas de Educação Infantil
Senhor(a) Diretor(a) de Espaço de Desenvolvimento Infantil
Senhor(a) Diretor(a) de Escola Exclusiva de Educação Infantil
Senhor(a) Diretor(a) de Creche
Atendendo à especificidade da educação infantil, nas diversas modalidades de atendimento – creche e pré-escola – orientamos:
2. As escolas de horário parcial funcionarão de 7h15min às 11h45min e de 12h45min às 17h15min.
3. As turmas de berçário e maternal funcionarão no horário de 7h às 17h.
3.1. Possibilitando que as famílias possam adequar seus horários à vivência das crianças na creche, o horário de 7h às 17h poderá ser diariamente flexibilizado, em todos os grupamentos. Assim sendo, a entrada das crianças poderá ocorrer entre 7h e 8h30min e a saída a partir das 16h30min.
3.2. Ressaltamos que as crianças que entrarem após as 8h não participarão do desjejum.
4. Nas escolas de horário integral, a pré-escola funcionará no horário de 7h30min às 16h30min.
4.1. Possibilitando que as famílias possam adequar seus horários à vivência das crianças na creche, o horário de 7h30min às 16h30min poderá ser diariamente flexibilizado. Assim sendo, a entrada das crianças poderá ocorrer entre 7h30min e 8h.
4.2. Ressaltamos que as crianças que entrarem após as 8h não participarão do desjejum.
5. Estas orientações deverão ser amplamente divulgadas para toda a comunidade - profissionais e famílias- possibilitando aos profissionais a adequação do planejamento cotidiano e aos responsáveis, a clareza sobre as informações contidas neste documento.
6. Esta circular substitui e torna sem efeito a circular E/SUBE/CED nº06 de 01/02/2012.
Atenciosamente,
Maria de Nazareth Machado de Barros Vasconcellos
Coordenadora da E/SUBE/CED
Mat.70/193.141-9
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Eta soninho bom!
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RIO FAZ UMA PARCERIA COM HOSPITAIS E CONVÊNIOS POR CONTA DA DENGUE
Clipping: RIO FAZ UMA PARCERIA COM HOSPITAIS E CONVÊNIOS POR CONTA DA DENGUE:
PONTO FACULTATIVO - 20 e 22 fev 2012
RECLASSIFICAÇÃO DE ALUNOS
A RECLASSIFICAÇÃO de alunos pode ser feita desde o início do ano letivo até o 1º COC, mas é preciso perceber que, quanto mais cedo ocorrer, é melhor para o aluno acompanhar a matéria. Lembramos que as reclassificações de alunos do 3º ano cujos resultados estão equivocados, conforme já sinalado em Circular E/SUBE/CED nº 02, e os dos alunos retidos apenas por frequência deve ser efetivada na primeira semana de aula.
No ensino fundamental, 42% dos estudantes saem bem em matemática
No ensino fundamental, 42% dos estudantes saem bem em matemática:
- Fonte: Agência Brasil
Sugata Mitra ressalta importância de perguntas inteligentes para estimular crianças
Sugata Mitra ressalta importância de perguntas inteligentes para estimular crianças:
Programa Jornal e Educação acompanhou bate-papo com educador e pesquisador indiano Sugata Mitra. Ele esteve na Campus Party/EducaParty no dia 7, em São Paulo e respondendo à pergunta de uma pessoa da plateia se era possível a tecnologia/máquina substituir o professor ele disse: "Se existe um professor que pode ser substituído por uma máquina, é porque Esse realmente deveria ser."
Ministério da Saúde lança campanha de carnaval
Ministério da Saúde lança campanha de carnaval:
No ano passado, para cada 16 homossexuais de 15 a 24 anos vivendo com aids, havia 10 heterossexuais. Essa relação, em 1998, era de 12 para 10
Os jovens gays, de 15 a 24 anos, são o principal foco da campanha do Ministério da Saúde para o Carnaval deste ano. A ação dá prosseguimento ao tema lançado no Dia Mundial de Luta contra a Aids, em 1º de dezembro. De 1998 a 2010, o percentual de casos na população heterossexual de15 a 24 anos caiu 20,1%. Entre os gays da mesma faixa etária, no entanto, houve aumento de 10,1%, conforme último boletim divulgado.
“Embora as atividades de prevenção ocorram durante todo o ano, em um processo contínuo, o momento da campanha do carnaval é importante. Vamos chamar a atenção para a saúde em situações e momentos específicos nessa grande festa que é o carnaval brasileiro”, ressalta o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. A campanha, que será lançada nesta quinta-feira, também traz materiais para o público geral e uma chamada inédita para travestis.
O conceito da campanha será: “Na empolgação pode rolar de tudo. Só não rola sem camisinha. Tenha sempre a sua”. Ela será veiculada em dois momentos: a partir do dia 2, antecipando o carnaval com alertas para o uso responsável do preservativo e, no período pós-festa, a partir do final de fevereiro, com a promoção do diagnóstico e a conscientização da necessidade da realização do teste.
“A grande novidade do carnaval deste ano é um pôster dirigido às travestis. É primeira vez que o Ministério da Saúde apresenta um material específico para esse público na campanha de carnaval” ressalta Dirceu Greco, Diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. Outros dois pôsteres direcionam-se aos jovens gays e à população heterossexual.
Os filmes a serem transmitidos pela TV e internet apresentam situações em que os públicos-alvos da campanha: homens gays jovens e um casal heterossexual encontram-se prestes a ter relações sexuais sem camisinha. Em ambos os filmes, surgem personagens fantasiosos – uma fadinha, no caso do filme do casal gay, e um siri, no casal heterossexual – com uma camisinha. Ao final, em ambos os vídeos é apresentada a mensagem: “Na empolgação rola de tudo. Só não rola sem camisinha. Tenha sempre a sua.” Para ver as peças da campanha, acesse o linkhttp://www.aids.gov.br/campanhas/2012/carnaval.
TEMA -A campanha de carnaval deste ano dá prosseguimento à Campanha do 1º de Dezembro Dia Mundial de Luta contra a Aids, quando os jovens gays de 15 a 24 anos foram indicados como público prioritário. O Boletim Epidemiológico DST/Aids divulgado em dezembro do ano passado mostra que a epidemia tem crescido nessa população nos últimos anos. De 1998 a 2010, o percentual de casos na população heterossexual de 15 a 24 anos caiu 20,1%. Entre os gays da mesma faixa etária, no entanto, houve aumento de 10,1%. No ano passado, para cada 16 homossexuais dessa faixa etária vivendo com aids, havia 10 heterossexuais. Essa relação, em 1998, era de 12 para 10.
Na população geral de 15 a 24 anos, entre 1980 e 2011, foram diagnosticados 66.698 casos de aids, sendo 38.045 no sexo masculino (57%) e 28.648 no sexo feminino (43%). O total equivale a 11% do total de casos de aids notificados no Brasil desde o início da epidemia.



SEMANA DE PREVENÇÃO DO CÂNCER DE MAMA
Vamos participar, pois a incidência de câncer de mama tem aumentado em algumas regiões.
Faça seu exame!!!
SEMANA DE PREVENÇÃO DO CÂNCER DE MAMA:
Rio de Janeiro tem 229 mil crianças e jovens fora da escola
Rio de Janeiro tem 229 mil crianças e jovens fora da escola:
RIO - O relatório De Olho nas Metas 2011, divulgado nesta terça-feira pelo Todos pela Educação, mostrou que o Estado do Rio ainda não conseguiu cumprir a Meta 1: toda criança e jovem de 4 a 17 anos na escola. Segundo o relatório, 229.488 crianças e jovens dessa faixa etária estão fora das salas de aula. A taxa de atendimento no estado, no ano passado, foi de 93,2%. A meta para 2011 era de 95,5%. Secretario de Educação do Estado do Rio, Wilson Risolia reconhece que o número de crianças e jovens fora da escola é “muito alto”:- É um número muito alto. Ter uma criança fora da escola já é um número alto, mais de 200 mil então... É fundamental recuperar essas crianças e jovens e levá-las para a escola. Essa realidade precisa ser enfrentada.
Segundo Risolia, em 2010, a rede estadual fez um diagnóstico dos estudantes matriculados e viu que o índice de reprovação era o maior do Brasil e que os índices de evasão e distorção idade-série eram muito elevados:
- Quando você reprova, estimula o abandono. Além disso, tínhamos turma com alunos entre 15 e 75 anos. Então, para evitar a distorção idade-série, começamos a corrigir o fluxo escolar, criamos reforço escolar para que eles não abandonassem e também fizemos pesquisa para entender as expectativas do jovem em relação ao ensino médio.
Coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara acredita que é preciso saber quem são as crianças e os adolescentes que não estão na escola:
- Elas estão no campo, são indígenas, têm alguma deficiência, são muito pobres? A violência as afasta? Para garantir o acesso, o poder público tem que conhecê-las. E tem que haver política pública que permita que estudem.
Para Risolia, é mais fácil traçar esse perfil no interior, onde visitadores vão até quilombolas e indígenas. Na capital, desde a pacificação de comunidades, já foi possível observar o “fenômeno da volta para a sala de aula”:
- Em algumas áreas, percebemos o retorno do jovem. Mas temos mesmo que identificar, buscar e estimular todos os que não estão na escola.
Das seis mil creches prometidas por Dilma, nenhuma saiu do papel
Das seis mil creches prometidas por Dilma, nenhuma saiu do papel:
BRASÍLIA - A promessa da presidente Dilma Rousseff de construir seis mil creches até 2014 ainda não saiu do papel e fez acender a luz amarela no Ministério da Educação (MEC). Em 13 meses, o governo assinou 1.507 convênios com prefeituras de todo o país, mas nenhuma nova unidade entrou em funcionamento. O ministro Aloizio Mercadante admitiu nesta terça-feira o risco de que a meta não seja cumprida, se nada for feito.Ele anunciou que estuda medidas para acelerar o ritmo e disse que o problema não é falta de dinheiro, mas demora das prefeituras para executar as obras:
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- Estamos sentindo que o tempo de construção está lento - disse Mercadante.
Para dar mais velocidade ao programa, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão do ministério, planeja realizar uma ata nacional de preços. A ideia é selecionar construtoras aptas a erguer creches e pré-escolas nas cinco regiões do país, dentro de padrões de qualidade atestados pelo Inmetro. Assim, as prefeituras só precisariam aderir ao pacote.
- O governo federal libera o recurso, desenha o projeto, mas depende dos prefeitos. Além de liberar integralmente os recursos e assinar os convênios, nós vamos desenvolver novos métodos construtivos que são muito mais rápidos para a construção. Queremos ser parceiros para acelerar esse processo e poder cumprir as metas físicas - disse o ministro.
Ele estima que o novo modelo permitirá reduzir em até dois anos o prazo de construção das unidades. Atualmente, a burocracia para a assinatura dos convênios e a execução das obras consomem cerca de dois anos e meio. Com a ata nacional de preços, esse período poderia cair para até seis meses, segundo o ministro. Uma das possibilidades é construir unidades pré-moldadas, o que economizaria tempo.
O ritmo das obras é lento mesmo entre as creches e pré-escolas conveniadas no governo Lula, no período de 2007 a 2010, no programa batizado de ProInfância. De um universo de 2.528 unidades, somente 25% (628) foram entregues e já têm crianças matriculadas. Uma delas foi inaugurada por Dilma e pelo então ministro Fernando Haddad em Angra dos Reis, no mês passado, dias antes de Haddad deixar o cargo para disputar a prefeitura de São Paulo.
Em 2011, o ProInfância foi incluído na segunda fase do PAC-2, com previsão de R$ 7,6 bilhões para erguer e equipar 6.427 escolas de educação infantil até 2014. Essas unidades oferecem creche e pré-escola, atendendo crianças de até 5 anos.
Nesta terça-feira, Mercadante comentou o relatório divulgado pelo Todos pela Educação. O ministro disse que o problema de crianças e jovens fora da escola se concentra na pré-escola e no ensino médio, e que o governo trabalha em duas frentes: de um lado, quer acelerar o ProInfância, de outro, a aposta é na oferta de ensino técnico-profissionalizante para quem cursa o ensino médio. Segundo o relatório, as crianças de 4 e 5 anos têm a menor taxa de atendimento (80,1%).
- A pré-escola prepara a criança para alfabetizar. Ela já chega pronta (ao fundamental) para aprender a ler e fazer contas.
Em relação ao ensino médio, ele disse que é preciso reduzir a evasão:
- Vamos juntar o ensino técnico-profissionalizante com o ensino médio, para que eles tenham condições de continuar estudando.