Si usted tuvo un problema de salud por el que tuvo que pedir cita con su médico de cabecera y sintió que esperó muchos días para ser visto, esperó mucho tiempo en la sala de espera, cuando pasó a la consulta no se le dejó hablar lo suficiente para contar su problema, se le exploró por encima, se le despachó rápido, se le pidió una analítica o una prueba que tardaron mucho en hacerle o una cita con el especialista que no llegaba nunca... debe usted leer estas líneas que van a continuación.Aunque la gente no se dé cuenta, cuando dice que “la medicina es una profesión vocacional”, se refiere al médico de cabecera, que es la base del sistema sanitario. Uno no nace con vocación de ver radiografías o de ocuparse de un riñón.Ahora el médico de familia estudia la carrera de Medicina, supera el examen MIR y cuatro años más de especialidad. Es un profesional polivalente, accesible, especialista en las enfermedades frecuentes, altamente cualificado para tomar decisiones difíciles en casos difíciles, sabedores de los límites de su conocimiento en algunas áreas y un profesional sobre todo, humano y cercano a sus pacientes. El médico de cabecera les conoce bien y eso le permite tomar decisiones mucho más adecuadas al caso que si no fuera así. A todo el mundo le gusta cuando va al médico que sea siempre el mismo porque es el que le conoce.Pues bien, se da la circunstancia de que los que mandan y que saben poco de médicos de familia, de Centros de Salud y de la sanidad pública porque no la usan, están destruyendo este sistema que tan bien valorado está por la gente.Si la cosa continúa a este ritmo pronto los médicos de cabecera desaparecerán tal cual o su figura quedará reducida a algo simbólico.¿Saben ustedes por qué dicen que hacen falta médicos en España? Médicos hay, si no los hubiera, dejarían a más gente estudiar la carrera y listo. El problema es que hay mucha gente que quiere estudiar Medicina, pero nadie quiere ser médico de cabecera. No hay más que echar una ojeada estos días a las elecciones de los licenciados que escogen una especialidad después de haber hecho el examen MIR.¿Por qué? Las Consejerías de Salud de todas las Comunidades Autónomas, con independencia de su signo político, maltratan de sobremanera a sus médicos de cabecera.Les dan 5 minutos por paciente (en lo que el paciente entra, se le saluda, se la da la mano, se sienta y cuenta lo que le pasa, ya se han ido 4; y todavía queda explorarle, decidir el diagnóstico, poner el tratamiento, darle las recetas, a lo mejor la baja, a lo mejor pedirle alguna prueba, revisar sus problemas pasados, revisar la medicación que toma...), unas listas de hasta 50 y 60 pacientes diarios, les tienen sometidos a múltiples tareas burocráticas, tienen que realizar las visitas a domicilio y las urgencias que se presenten...Así es imposible atender bien a tu gente, así es fácil que se te pase algo gordo, que le pase algo a algún paciente por no disponer de las condiciones adecuadas para trabajar. Cuando las cosas pasan, llegan los lamentos. No sólo es que un día ocurra una desgracia en este sentido, sino que los médicos de familia quieren dar una atención de calidad, en las condiciones que se merece la población que paga con sus impuestos.Los médicos más mayores cuentan que siempre se han sentido identificados con su trabajo, pero que ahora hay una distancia insalvable entre ellos y sus jefes, que no son sensibles a las propuestas de mejora y que parecen vivir en otro planeta.La situación de los médicos de cabecera jóvenes es aún más preocupante. Obligados durante los primeros diez años de ejercicio profesional a ir de acá para allá. Contratos de días en distintos centros de salud, algunos de semanas en los que procuran cogerte hasta el viernes para no pagarte el fin de semana. Inestabilidad, precariedad. La mayor parte de ellos optan por dejarlo y volverse a presentar al MIR para hacer otra especialidad, o se van a trabajar a las urgencias de los hospitales, o a otro tipo de unidades, como las de atención domiciliaria o de emergencia, o al extranjero...Ésa es la verdadera razón por la que no hay médicos en España.La medicina de familia se resquebraja, señores.El día 12 de Abril es el Día Mundial de la Atención Primaria y los mandamases de turno del gremio se harán la foto con los políticos de turno, pero la realidad no se construye de arriba a abajo, sino de abajo a arriba.Los profesionales están motivados, quieren cambiar las cosas por ustedes, porque les importan, como en el eslogan, las personas. Pero se ve que solos no pueden. La Administración en forma de Consejería de Comunidad Autónoma o de Ministerio de Sanidad no es sensible, nunca lo fue, a sus peticiones.Por eso necesitan su ayuda. Esta vez los médicos les piden ayuda a ustedes, para llamar la atención de los que mandan.Roberto Sánchez Sánchez.Médico residente de cuarto año de Medicina Familiar y Comunitaria.Centro de Salud Prosperidad.Madrid
quarta-feira, 13 de abril de 2011
El Día de la Atención Primaria: Más necesaria que nunca
El día en el que los políticos oyeron hablar de la atención primaria y.....otras noticias
Plano Nacional de Educação é peça-chave para melhorar ensino
Agência Brasil
Educadores acreditam que plano poderá corrigir falhas no sistema educacional. Congresso Nacional analisa o documentoO Plano Nacional de Educação (PNE), em tramitação no Congresso Nacional e cuja comissão especial será instalada nesta quarta-feira (13), é peça-chave para o Brasil melhorar o nível de aprendizagem no ensino médio. É por meio dele que o País poderá corrigir as falhas no sistema educacional como o despreparo dos professores para lidar com alunos do “século 21” e a ausência de regras claras sobre a universalização do ensino.
Essa análise foi feita pela diretora executiva do Movimento Educação Para Todos, Priscila Cruz. Ela alerta que a apreciação pelos parlamentares deve ser acompanhada pela sociedade porque se trata de um plano que “está acima de governo e de interesses imediatos”. Para Priscila Cruz, no cenário atual “quem paga a conta é o aluno pela ineficiência, por não aprender ou por sair da escola antes da conclusão”.
Ela defende maior investimento na carreira do magistério para despertar o interesse daqueles que tenham sido os melhores alunos do ensino médio para essa profissão. “A gente tem no País apenas 11% dos jovens que concluem o ensino médio com o aprendizado mínimo de matemática. Então a gente tem pela frente uma batalha imensa para tentar garantir o direito de todos os alunos para este conhecimento”. Na avaliação dela, é necessário ter professores mais engajados com essa missão.
Priscila Cruz reconhece, no entanto, que a tarefa de ensinar se tornou um grande desafio porque hoje as vagas nas escolas estão abertas para todos. E a maioria que não consegue alcançar o mínimo de aprendizagem muitas vezes são alunos de famílias pobres que chegam às salas de aula com problemas de saúde, de transportes e outras dificuldades advindas da sua condição social.
Essas dificuldades, conforme defende Priscila Cruz, devem ser compensadas com um bom programa de ensino que deve ter a figura do professor no centro de tudo. “A gente tem que ter na escola uma política compensatória para que essas crianças que estão nas camadas mais pobres, mais vulneráveis, excluídas, possam se igualar em oportunidades porque não é justo ter uma desigualdade tão grande”.
Ela citou o resultado de um levantamento do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) no qual foi constatado que os países melhores colocados na qualidade do ensino, entre eles o Canadá, a Coreia do Sul, a Finlândia e Xangai, conseguiram atrair 30% dos alunos do ensino médio para a carreira do magistério. “A gente não tem isso aqui, a carreira não é suficientemente atraente”.
Além disso, afirmou que o Brasil não tem uma preparação adequada nas faculdades de pedagogia e de licenciatura. “A formação é muito voltada para a teoria e é pouco prática no sentido da didática para atrair os alunos”. Ela defende ainda a adoção de regime de atuação para o ensino federal, estadual e municipal e a implantação de uma Lei de Responsabilidade Educacional.
Para o professor titular da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), Nilson José Machado, a falta de estudantes interessados na carreira de professor não é causada majoritariamente pelas condições salariais dos educadores. Mas pelas pelas péssimas condições de trabalho e pela desvalorização simbólica da carreira.
“Há uma condição de trabalho inteiramente deteriorada na educação básica. Isso passa pelo salário, mas, absolutamente, não se resume a ele. Um professor com 40 horas semanais tem de estar 32 duas horas na sala de aula por semana. Isso, independentemente do salário, é uma péssima condição de trabalho”.
De acordo com Machado, existe um bom número de professores com boa formação, mas que são atraídos para outras profissões em razão das condições precárias do ensino. “Os professores bem preparados existem aos montes, mas eles foram paulatinamente expulsos da sala de aula buscando melhores condições de trabalho”, disse. “A política que existe de preparar melhor os professores que estão na sala de aula é um furo n'água, porque quanto mais preparado o professor fica, mais ele vai procurar outra coisa para fazer”, completou.
Ele ressaltou ainda que a profissão de professor precisaria, como ocorre na maioria das ocupações com responsabilidade social, ter uma instituição de regule a profissão. “Tem de haver instituições como a OAB [Ordem dos Advogados do Brasil] para os docentes. Já faz muito tempo que a gente não tem esse tipo de regulação”.
"DIA DO LIVRO INFANTIL TEXTO E ATIVIDADES
Atividades dessa postagem: marcador de livro da emilia marcador de livro da cuca atividades para colorir dia do livro infantil marcadoes de livro do sítio do pica-pau amarelo

DESENHOS PARA COLORIR DIA DO LIVRO

AS HIPÓTESES DA ESCRITA
- Usa as letras do nome para escrever tudo;
- Bingo de letras;
- Leitura de textos conhecidos.
- Compreende que a escrita representa os sons da fala;
- Ditado de palavras conhecidas;
- Compreende a função social da escrita: comunicação;
ordenar o texto;

NÍVEL DA ESCRITA ALFABÉTICO: SUGESTÃO DE ATIVIDADES
- Bingo de letras;
- Leitura de textos conhecidos.
- Ditado de palavras conhecidas;
ordenar o texto;

Centro de Estudos na Creche Zuzu Angel - 13/04/2011
Transtornos mentais e violência
Em primeiro lugar, pacientes com transtornos mentais graves estão muito mais sujeitos a serem vítimas de violência do que a população geral. Num estudo feito em meados dos anos 2000, avaliando o impacto da desinstitucionalização (redução dos leitos psiquiátricos disponíveis, priorizando o atendimento em comunidade) nos EUA, foram entrevistados quase 1000 pacientes psiquiátricos com transtornos graves, pesquisando seu envolvimento em situações de violência nos últimos 12 meses. Os resultados foram preocupantes, pois mais do que um quarto dos pacientes havia sido vítima de um crime violento no período, média 11 vezes maior do que a encontrada na população geral da mesma região. E dependendo do tipo de crime, a prevalência chegou a ser 23 vezes maior entre a população psiquiátrica. Isso mostra que doença mental é claramente um fator de risco para a vitmização, e que sem um aparelho de atenção à saúde mental muito bem estruturado na comunidade (vale lembrar que o estudo foi feito em Chicago, não numa pequena cidade de um país em desenvolvimento), programas de alta hospitalar conduzidos atabalhoadamente podem ser muito prejudiciais. (Não, eu não sou a favor de manicômios. Mas também sou contra a desassistência).
Por outro lado, não podemos fechar os olhos para um dado que está por trás do preconceito com os doentes mentais: condições psiquiátricas graves apresentam sim um risco um pouco maior de tornar as pessoas violentas. Falar isso é se arriscar a ser criticado, como se eu endossasse preconceitos, mas apesar de ser bem conhecida minha missão de vida de reduzir o estigma do doente mental e a combater a associação entre doença mental e violência, não me proponho a mentir ou distorcer os fatos nessa empreitada. Acaba de sair uma pesquisa feita na Universidade da Flórida utilizando dados colhidos em duas etapas (de 2001 a 2003 e de 2004 a 2005), entrevistando mais de 30.000 pessoas sobre a presença de transtornos mentais e envolvimento em atitudes violentas. Os resultados apontam para uma relação pequena, mas consistente, entre o risco de violência e transtornos mentais graves.
O mais importante, no entanto, é a forma de interpretar os resultados desses estudos. Ok, há um risco mais elevado de haver violência cercando os pacientes psiquiátricos graves, o que é compreensível dada sua condição mental. Mas fica claro que o maior risco para eles é de ser vítimas, e uma assistência adequada pode prevenir muitas vezes que eles se tornem objetos ou agentes de atos agressivos.
Mas mais importante do que tudo, dois fatos não podem ser negados: 1 – a maioria dos pacientes nunca comete qualquer ato de violência, e, portanto, não se justifica ter medo de “doentes mentais”; e 2 – na sociedade, a maioria dos atos criminosos e violentos são cometidos por pessoas sem qualquer diagnóstico psiquiátrico (caso contrários não precisaríamos de prisões, só de hospitais).
Que sempre lembremos disso na luta para a extinguir preconceitos.
Teplin LA, McClelland GM, Abram KM, & Weiner DA (2005). Crime victimization in adults with severe mental illness: comparison with the National Crime Victimization Survey. Archives of general psychiatry, 62 (8), 911-21 PMID: 16061769
Van Dorn R, Volavka J, & Johnson N (2011). Mental disorder and violence: is there a relationship beyond substance use? Social psychiatry and psychiatric epidemiology PMID: 21359532
10 passos para o ensino da história indígena

“Todo bom começo tem um bom professor” #1BomProfessorMeEnsinou
“A ideia é que as pessoas reflitam sobre a importância de um bom professor em suas vidas. Aquele que ajudou no aprendizado, que auxiliou na opção da carreira, que ensinou valores importantes. Todos esses profissionais contribuem efetivamente para a concretização do direito de aprender de todas as crianças e jovens.”
Priscila Cruz, diretora-executiva do @todoseducacao
Há quase dois anos eu fui convidada para voluntariar palestrando sobre Uso de Novas Mídias no Dia do Voluntário. Fui para ensinar e aprendi que meu lugar estava selado lá no espaço que reune a Central do Voluntariado e o Todos para Educação. Como contava hoje para uma amiga, eu senti que pertencia àquela turma.
Esta sensação de pertencimento é um direito que todos temos. Mas para pertencer, é preciso primeiro saber ser – descobrir em nós o potencial para sermos quem podemos ser. Isso quem nos dá, depois dos nossos pais e ancestrais nos darem vida, é um bom professor. Podemos ter apenas um bom professor e mesmo assim ele será a figura para a qual nos voltaremos, lá no nosso inconsciente e no nosso coração, para sentirmos que podemos ser mais, que viemos ao mundo para brilhar, que podemos aprender, saber mais, que temos direito de sonhar e de concretizar estes sonhos.
Eu tive muitos bons professores e hoje, ao participar do café da manhã de lançamento da nova campanha do Todos Pela Educação “Educação de qualidade só com professores de qualidade” eu relembrei de cada um deles e me segurei para não dar vexame chorando no meio do restaurante. Lembrei também dos professores que hoje inspiram meus filhos, ensinando-lhes adequadamente suas disciplinas, acreditando em seu potencial, dando-lhes atenção de forma a fortalecer sua fé das pessoas, apoiando seus projetos e suas ideias sonhadoras de um mundo melhor.
E aí, ao final da apresentação, somos todos surpreendidos com dois convites: primeiro, contar de algum bom professor da sua vida no Twitter usando a hashtag #1BomProfessorMeEnsinou. Segundo, em meio às várias emissoras de TV presentes no evento, ouvir dos responsáveis pelo movimento Todos pela educação e dos criadores da campanha (a agência DM9DDB) que eles esperam que a gente apoie a ideia em nossos blogs, tumblr, sites, enfim, nos nossos espaços virtuais. Assim como o apoio dos portais é importante, para o Todos Para Educação, por se tratar de um movimento – com metas para a educação do Brasil a serem atingidas até 2022 – nós, produtores de condeúdo individuais, somos muito importantes.
Então fica aqui meu convite: vamos também apoiar a campanha pela valorização do bom professor, aquele que tem o foco no aprendizado de seus alunos e que assim contribui efetivamente para a melhoria da qualidade da educação no Brasil. Eu coloquei o vídeo na sidebar do blog e estou disponibilizando voluntariamente espaço de banner e selo para divulgação como peças publicitárias. Veja o que pode fazer – pode ser um post, um tuite com a hashtag ou apenas um recado no orkut/facebook do seu professor especial – e apoie também esta campanha pelos bons professores.
P.S. Estiveram lá comigo e com @gnsbrasil hoje as mães @anaaragao e @anamariacoelho e o jornalista @andersoncosta.
anamariacoelho e @anaaragao apoiando a campanha de valorização do professor por Sam Shiraishi (@samegui @maecomfilhos), no Flickr” href=”http://www.flickr.com/photos/samegui/5613274314/”>
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