quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
A 6ª COORDENADORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO TEM UM CANAL NO YOUTUBE
Formação dos professores II (1º a 5º ano) participantes do Programa será de 28/02 a 04/03
DENGUE - ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Ainda segundo a secretaria, até o momento foram registradas quatro mortes: uma no município de Nova Iguaçu, uma em Magé, uma em Cabo Frio e uma em São Gonçalo. Os municípios com maiores taxas de incidência são: Bom Jesus do Itabapoana (1.475,2 casos/100 mil habitantes), Santo Antônio de Pádua (702,5 casos/100 mil habitantes), Cambuci (424,8 casos/100 mil habitantes); Magé (423,0 casos/100 mil habitantes), Cantagalo (322,8 casos/100 mil habitantes).
Mário Sérgio Ribeiro, assessor técnico da Subsecretaria de Vigilância em Saúde do Rio de Janeiro, diz que já era esperado um aumento no número de casos. "O vírus responsável por este aumento teve um pico há mais de 15 anos; ou seja, há muitas pessoas que não estão imunizadas contra ele", explica ele. Apesar de não considerar uma epidemia, Ribeiro diz que o número de casos é preocupante, e o governo está combatendo o vírus continuamente.
O principal investimento público contra a dengue são as campanhas de conscientização da população. "O mais importante é a eliminação do criadouro do mosquito", diz Ribeiro. Desde 2008, a Subsecretaria de Vigilância em Saúde já fez parcerias com entidades como a ONG Afroreggae para alcançar mais pessoas, e com o Corpo de Bombeiros de mais de 30 municípios para ter auxílio na eliminação de focos do mosquito dentro das residências.
Contra esse aumento recente de casos, a Subsecretaria vai investir em centros de hidratação, com bebedouros e maior volume de soro e outros insumos para tratar pacientes já contaminados. Os centros serão dentro de unidades de atendimento de saúde já existentes, e devem ser implantados até o fim da primeira semana de março. O pico de alta no número de casos é esperado para os meses de maio e junho.
Ação educativa no Morro União
Ação educativa no Morro União: "A equipe do programa Estratégia de Saúde da Família (ESF) do Morro União realizou, no dia 27 de janeiro, uma ação educativa na Praça Zuinara. Os moradores da comunidade que participaram tiveram instruções básicas sobre saúde bucal, dengue, hanseníase, glicemia, aleitamento e Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST). Além de multiplicar conhecimentos, a proposta do evento era [...]"
Domínio público: Portal dá acesso às coleções Educadores e História da África
Celso Suckow da Fonseca é um dos educadores a integrar a Coleção do MEC
Veja como confeccionar fantasias com material reciclável
Galpão da Artes da Comlurb recebe doações de embalagens plásticas.
Oficinas gratuitas começam no dia 1º de março em dois horários.
Ana Velho conta que há 10 anos começou um trabalho de conscientização ambiental baseado na observação do lixo e nas embalagens que as pessoas compram porque são bonitas. De uma embalagem de amaciante de roupas é possível fazer uma bolsinha com alça feita com cadarço de tênis.
Bolsas de estudos no exterior para o 2º semestre
SMTE oferece mais de cinco mil vagas de emprego
160 mil alunos estão em cursos tecnológicos considerados ruins
AE
Apesar do rápido crescimento das formações superiores mais rápidas, primeiras avaliações dos cursos preocupamEntre 2003 e 2009, as matrículas em cursos tecnológicos no Brasil cresceram 324%. A qualidade dessas formações, no entanto, só começou a ser avaliada nos últimos três anos. O retrato levantado não é bom: cerca de 160 mil estudantes estão hoje em um curso superior de qualidade ruim. Mais que isso: até agora, apenas 38% deles passaram por algum tipo de avaliação do Ministério da Educação (MEC).
O avanço dos cursos tecnológicos no Brasil foi vertiginoso. Em 2000 havia apenas 364 cursos registrados. Em 2009, o Censo da Educação Superior registrava 4.449 cursos, um crescimento de 1.122%. De todos esses cursos, no entanto, apenas 1.723 já passaram por uma avaliação do MEC. Só 1.216 receberam conceitos. Os demais não tiveram graduandos suficientes para fazer o Exame Nacional de Desempenho do Estudante (Enade).
Nos poucos cursos que já foram avaliados, a situação não é boa. Na média dos três anos de Enade, 33% tiveram conceitos de curso inferiores a 1,95 pontos e terão de passar por um processo de supervisão.
Em 2008 e 2007, o resultado da avaliação foi ainda pior: mais de 40% dos cursos tiveram os piores conceitos. Em 2009, esse porcentual caiu para 27%. Mas 2009 também foi o ano em que mais cursos ficaram sem avaliação completa, porque eles não ainda possuíam turmas de formandos.
Nos mesmos três anos de avaliação, outros 40% ficaram com conceitos entre 1,95 e 2,95 pontos – o que significa que têm nota 3 para o MEC e são considerados 'regulares', mas não que sejam realmente cursos de qualidade. Vinte e nove cursos ficaram com notas abaixo de 1.
Rapidez
A formação mais rápida e o foco concentrado têm atraído estudantes, apesar de nem todas as vagas oferecidas terem sido preenchidas. Em 2009, ficaram ociosas 42 mil delas em diferentes áreas.
A facilidade de instalação dos cursos – são necessários menos professores e, no caso das universidades e dos centros universitários, é possível usar a estrutura dos cursos de graduação – e a maior rotatividade, por causa de um tempo menor de formação, têm atraído as instituições.
'Não há um incentivo do MEC, mas claramente há um incentivo do mercado para os tecnológicos. O País está crescendo, muitas vezes não há tempo para esperar cinco, seis anos para formar um profissional. O tecnólogo preenche essa lacuna', explica o secretário de Ensino Técnico do ministério, Eliezer Pacheco.
A autorização dos cursos tecnológicos está nas mãos da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec), e não da Secretaria de Ensino Superior, que cuida dos cursos de graduação. No entanto, Pacheco afirma que o trâmite e as exigências são os mesmos. 'A avaliação está sendo feita. A orientação que a gente dá para os alunos é a de que busquem os dados com o MEC e também verifiquem se o curso está regular, se tem infraestrutura.'
"Alunos terminam ensino médio sem aprender
Cinthia Rodrigues, iG São Paulo
Avaliações mostram que 90% não têm o conhecimento mínimo esperado para a fase. Veja exemplos práticosFoto: Reprodução
Calcular quanto um trabalhador deve receber em cada parcela do 13º salário pode parecer uma tarefa trivial após 11 ou, mais recentemente, 12 anos de estudo que levam uma pessoa até o fim do ensino médio. A maioria dos jovens que concluíram essa fase na última década, no entanto, não consegue chegar ao valor correto. O exemplo ajuda a entender uma estatística alarmante sobre o conhecimento dos alunos no terceiro ano do ensino médio. Segundo o Ministério da Educação, apenas 10% dos estudantes adquirem os conteúdos esperados.
A terceira reportagem da série especial do iG Educação sobre o ensino médio mostra como os jovens se formam com conhecimentos irrisórios. Nem todos os alunos dessa etapa escolar passam por avaliações do MEC – como ocorre no ensino fundamental – mas os resultados são suficientes para produzir estatísticas assustadoras.
A mais recente delas, do Ibope, mostra que 62% das pessoas com ensino médio não são plenamente alfabetizadas. A expectativa era que, aos 18 anos, e tendo frequentado a escola durante a infância e a adolescência, os jovens soubessem ler e entender textos longos, mas só 38% o fazem.
Para quem ainda está estudando, o governo aplica, desde 1999, uma prova por amostragem do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Em todas as edições, o porcentual de alunos do 3º ano do ensino médio que chega à pontuação adequada nas provas de matemática variou entre 9,8% e 12,8%. No último exame, de 2009, foram 11%. “O que preocupa é que não saímos deste patamar, mesmo quando temos uma melhora no fundamental. Quando o jovem vai para o médio, estaciona”, comentou Mozart Neves Ramos, consultor do movimento Todos Pela Educação, em apresentação de números organizados pela ONG a partir da avaliação feita pelo governo.
Considerando apenas os conhecimentos de língua portuguesa, o resultado é menos pior, porém ainda chocante: 28,9% alcançaram a nota mínima no teste de 2009. Os números valem para todos os estudantes, incluída a rede privada. Considerado só o sistema público, o porcentual cai para 23,3% em português e 5,8% em matemática. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais (Inep), a amostra apenas das particulares é pequena para concluir o porcentual de estudantes desta rede que aprende o necessário.
Exemplos em São Paulo, Paraná e Maranhão
O Ministério da Educação mantém entre suas publicações a escala do Saeb de língua portuguesa e de matemática com todas as capacidades que são esperadas dos estudantes ao final do ensino médio. Para ilustrar o que os números sobre a aprendizagem apontam, o iG selecionou um item em cada disciplina, buscou exemplos de situações em que eles sejam pedidos e levou um teste a jovens matriculados em escolas em São Paulo, no Paraná e no Maranhão.
Em matemática, o iG sugeriu um problema já usado pelo MEC e uma questão elaborada pelo professor e autor de livros didáticos Luiz Imenes. Ambos avaliam a capacidade de “resolver problemas que envolvam variação proporcional entre três grandezas (regra de três simples)”, o que só 7% conseguem, segundo a estatística do governo.
Em língua portuguesa, foi escolhida uma habilidade que apenas 6% têm: a de distinguir um trecho opinativo entre as informações de um texto. Novamente foi apresentada uma questão usada pelo governo e outra baseada em dois textos do iG Educação que tratam do mesmo fato, um informando e outro opinando.
- CLIQUE AQUI PARA VER OS TESTES, RESPONDER ÀS PERGUNTAS E CONFERIR AS RESPOSTA
Abaixo, algumas respostas de alunos
Em São Paulo, as perguntas foram apresentadas a estudantes da escola estadual José Monteiro Boanova, que obteve o melhor resultado entre as unidades públicas no último ranking do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) na capital paulista, desconsiderando as escolas técnicas e unidade da Universidade de São Paulo (USP). Dos cinco alunos questionados, nenhum conseguiu responder corretamente qualquer uma das questões de matemática. A primeira parcela do 13º de um trabalhador que recebe R$ 1.200 e trabalhou oito meses de um ano, variou entre R$ 150 para um aluno e R$ 6.120 para outro. Já em português, houve dois acertos em cada pergunta.
Em São Luiz, três alunos do centro de ensino médio Manoel Beckman, no bairro Bequimão, zona de classe média da capital maranhense receberam as questões e não acertaram nada. Em uma das provas, uma aluna se confundiu e respondeu “sim” a uma questão que pedia um valor matemático. Nas questões de língua portuguesa, o resultado foi o mesmo. Um deles, aproveitou para mostrar como vai a gramática: “Os dois textos é opinativo”, escreveu.
Os melhores resultados, ainda que não sejam bons, vieram do Paraná. Sete alunos do colégio estadual Manuel Borges de Macedo, em Rio Branco do Sul, responderam as perguntas e, finalmente, alguém chegou às respostas corretas de matemática. “O problema do 13º salário é algo que dá para fazer de cabeça, mas a maioria dos alunos do ensino médio não consegue entender a relação entre os dados de um enunciado para saber qual conta pode ser feita”, diz o professor Imenes.
E as outras matérias?
Se os diagnósticos em matemática e língua portuguesa são ruins, a situação em relação a outras disciplinas sequer é conhecida. O Saeb segue a mesma escala aplicada ao ensino fundamental e só tem as duas matérias consideradas essenciais desde a alfabetização.
No Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) são cobrados conteúdos de ciências humanas (história, filosofia, sociologia e geografia) e ciências naturais (física, química e biologia). Mas só quem quer faz a prova de acesso a programas universitários, e a escola não recebe um diagnóstico sobre como seus estudantes se saíram por conteúdo.
A única avaliação de ciências feita no Brasil dá indícios de que o patamar é o mesmo verificado em português e matemática. No programa de avaliação internacional de estudantes (Pisa, na sigla em inglês), feito pela Organização para Cooperação de Países Desenvolvidos (OCDE), com estudantes de 15 anos – que deveriam estar no 1º ou 2º ano do ensino médio – os brasileiros aparecem em 53º lugar em ciências entre 65 países. É a mesma colocação obtida em leitura, e melhor do que a 57º posição em matemática.
Reflexo na universidade
Com o aumento do acesso à universidade, possibilitado pela expansão tanto do sistema público como de programas de bolsa e financiamento em instituições particulares, muitos destes estudantes chegam ao ensino superior. No total, 15% dos jovens de 18 a 29 anos estão na faculdade ou já a concluíram. Para alguns especialistas, o reflexo do ensino médio ruim inclui a queda da qualidade das universidades e das pesquisa que devem ser realizadas nelas – além de cidadãos mal formados para a vida, como mostrou a reportagem publicada na terça-feira.
Para Elizabeth Balbachevsky, livre docente do Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP) e pesquisadora participante de grupos internacionais na área de educação para jovens, as universidades também devem colaborar. 'No mundo todo, o aumento do acesso ao ensino superior levou para as faculdades um novo público. Elas também devem ajudar os alunos a fazer um ensino médio bom ou a completar suas habilidades paralelamente ao curso superior. É isso ou deixá-los prosseguir sem boa formação.'
*colaboraram Luciana Cristo, iG Paraná, e Wilson Lima, iG Maranhão
Ainda esta semana:
Quinta-feira: Falta o mínimo: professores qualificados
Sexta-feira: Iniciativas que podem mudar este quadro
Teste de capacidades que estudantes do ensino médio deveriam ter
iG São Paulo
A maioria dos alunos formados nos últimos anos não consegue chegar às respostas corretas em questões com as abaixo. ExperimenteNa série especial do iG Educação sobre ensino médio, foram dados exemplos de dificuldades apresentadas pela maioria dos estudantes desta etapa de ensino. De acordo com uma escala elaborada pelo Ministério da Educação, apenas 7% são capazes de “resolver problemas que envolvam variação proporcional entre três grandezas (regra de três simples)”, como nas questões abaixo de matemática e 6% conseguem distinguir um trecho opinativo entre as informações de um texto.
O iG apresentou estas questões a estudantes do 3º ano em São Paulo, no Paraná e no Maranhão, para ilustrar a reportagem que fala sobre a baixa aprendizagem na etapa de ensino. Leia os enunciados apresentados, tente responder e confira as respostas corretas.
Observação: A primeira questão acima é um exemplo do Ministério da Educação, já utilizado em testes. Como os professores dos alunos do 3º ano poderiam, com razão, ter trabalhado exatamente o mesmo exemplo em sala de aula, o iG pediu ao professor e autor de livros didáticos, Luiz Imenes, que elaborasse o segundo problema, com foco na mesma capacidade. O mesmo ocorre no teste de língua portuguesa abaixo, em que o primeiro problema foi extraído de uma prova oficial e o segundo montado com exemplos do cotidiano dos estudantes.
"
Confecção de Instrumentos musicais
Materiais: 1 prato de vaso, 8 tampinhas achatadas e arame
Como fazer
1- Peça para um adulto abrir quatro fendas nas laterais do prato de vaso, usando uma serrinha manual (dando um espaço de 8 a 10 cm entre uma fenda e outra).
2- Com um prego, faça um furo acima e um abaixo de cada fenda.
3- Fixe um pedaço de arame nos furos de cima e perfure o meio das tampinhas achatadas de garrafa.
4- Prenda o arame nos buracos de baixo, fixando bem as tampinhas.
Como tocar Toque na seqüência que mostra a figura: primeiro bata o dedão, depois a ponta do dedo-médio, o punho e a palma da mão.
Como tocar: use a convenção:
dedão 1
ponta 2
punho 3
tapa 4
ZAMPONHA
Materiais: cano fino de PVC e fita-crepe
Como fazer
1- Corte 2 pedaços de cano PVC, um com 30 cm, outro com 20 cm, usando uma serrinha manual.
2- Tampe um buraco de cada cano usando a fita-crepe.
3- Com os buracos tampados virados para baixo, alinhe os canos por cima e grude-os com fita-crepe.
Como tocar
Assopre a parte aberta do cano, buscando a embocadura ideal, e toque uma nota de cada vez.
FLAUTA D'ÁGUA
Materiais: 30 cm de cano fino de PVC, fita-crepe e 1 bexiga
Como fazer
1- Encaixe o bico da bexiga inteiro na ponta do cano e grude com fita-crepe.
2- Coloque um pouco de água dentro da bexiga.
Como tocar
Encha a bexiga de água. Depois, assopre a parte aberta do cano, buscando a embocadura ideal, e toque uma nota de cada vez.
Dica: puxe a bexiga enquanto toca para conseguir notas diferentes
SAX
Materiais: 40 cm de cano fino de PVC, fita-crepe e 1 garrafa de plástico
Como fazer
1- Com uma régua, meça 3,5 cm da ponta do cano e faça uma marca.
2- Faça um corte em diagonal a partir da ponta do cano até a sua marca.
3- Use um pedacinho de garrafa de plástico no formato da ponta cortada do cano e fixe-o com fita-crepe.
Como tocar
Cubra a parte de fita-crepe com a boca e assopre devagar até sair som.
BELISCOFONE
Materiais: 40 cm de cano grosso de PVC, fita-crepe e 1 bexiga (se possível, mais resistente)
Como fazer
1- Corte o bico da bexiga fora e encaixe a outra parte na boca do cano, esticando bem.
2- Grude a borda da bexiga no cano com a fita-crepe.
Como tocar
Puxe e solte a bexiga dando beliscões
CLAVA
Materiais: 40 cm de cano PVC com espessura média e 1 tampão de PVC que encaixe na ponta do cano
Como fazer: Encaize o tampão no cano de PVC
Como tocar: Bata a ponta marrom em piso duro, cerâmicos ou em pedras.
Vídeo que mostra o uso da Clava
Maraca
Garrafa pet, grãos, cabo de vassoura e fita.
Reirado do blog: http://sempreeraumavez.blogspot.com/2008/06/confeco-de-instrumentos-musicais-com.html
Silabário
colar em tamanho gigante na sala de aula ou até mesmo no quarto ou na sala de estudos.
Beijos!
ÓTIMA IDÉIA - Curso básico de formação para contadores de histórias
Pena que é em São Paulo, mas podemos pensar em fazer oficinas aqui na CRE, quem se habilita?


O curso será realizado na Biblioteca Pública Hans Christian Andersen. Aos sábados, das 9h às 13h, de 19 de março a 25 de junho.
Critérios de seleção:
- Idade a partir de 18 anos;
- Total disponibilidade para se dedicar ao curso e às atividades práticas*;

- Experiência comprovada em pesquisa ou trabalhos multiplicadores na área de narração de histórias em projetos sociais, terapêuticos, educativos e/ou artísticos (profissional ou voluntário);
- Bom uso da palavra em seu favor para expressar seu interesse e necessidade pelo curso.
- Ficha a ser preenchida no ato da inscrição;
- Carta de interesse (de preferência levar já escrita)
- Levar cópia de comprovante de estudo ou atividade que realiza na área de narração de histórias.
Deverá também assistir, no mínimo, três contadores de histórias e apresentar relato do que foi observado.
Endereço: Av. Celso Garcia, 4142 Tatuapé – 03064-000 São Paulo, SP Tel.: 11 2295-3447 bmhanscandersen@yahoo.com.br
Extraido do blog: http://bibliotecacontosdefadas.wordpress.com/