(título desconhecido):
sábado, 3 de setembro de 2011
PSE NSEC 06 NA IV CAMINHADA CONTRA DENGUE - NA PEDREIRA
E a luta só começou.
Veja algumas fotos.
GLAUBER ROCHA - AÇÃO SOCIAL - COMUNIDADE EM FOCO!
AÇÃO SOCIAL - COMUNIDADE EM FOCO!:
Muitos beneficiados com os exames oftalmológicos!
Antes e Depois... Um sucesso!
Olha as meninas, que lindas!
Os cortes de cabelo tiveram grande adesão!
O escovódromo deixou todo mundo com os dentes bem branquinhos!
Tivemos até a visita de uns bichinhos...
AGUARDEM MAIS FOTOS!
NOVA DIREÇÃO - CLÍNICA DA FAMÍLIA ENFERMEIRO JOSUETE APRESENTA SUA NOVA DIRETORA
NOVA DIREÇÃO:

Iniciou a vida profissional fazendo residência em saúde pública, no Centro de Saúde da Gávea - pela Unirio. Após a residência foi trabalhar na Saúde da Família de Mesquita como enfermeira de equipe, depois de um ano foi convidada para à coordenação do PSF onde ficou desde 2006 à 2011.
No dia 05 de agosto de 2011 a então gerente Helena Fialho passou a gestão do PSF Josuete Sant'anna de Oliveira para atual gerente Danielle.
CIEP ANTONIO CANDEIA FILHO
CIEP ANTONIO CANDEIA FILHO:
Região Sul ganhará 33 unidades de ensino superior e profissional
Região Sul ganhará 33 unidades de ensino superior e profissional:
(Brasília, 02/09/2011) - Nos últimos oito anos, a política de expansão de educação superior e profissional implementada pelo governo federal levou à região Sul cinco novas universidades e seis institutos federais de educação, ciência e tecnologia. Até 2014, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul receberão mais 33 câmpus de universidades e institutos. O Rio Grande do Sul, até 2003, contava com quatro universidades federais e oferecia 44.317 matrículas. De 2003 a 2010, foram criadas mais duas universidades, e o número de câmpus chegou a 32, com a oferta de oportunidade de formação superior a 70 mil jovens.
Para a formação profissional, o estado tinha 12 escolas técnicas em 2003. Nos últimos oitos anos, foram implantadas outras 12 e estão sendo criadas mais 16. Ao todo, serão 36 câmpus. As novas escolas permitirão que até 2014 o estado tenha 44 mil estudantes matriculados e formados em áreas importantes para a economia local, como agropecuária, eletromecânica, meio ambiente e informática.
Na primeira fase da expansão, o Paraná recebeu a universidade tecnológica federal (UTFPR), a partir da transformação do Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet) do estado. Mais recentemente, ganhou também a Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila). Até 2003, o estado oferecia 32.695 matrículas em uma única universidade federal, com cinco câmpus, e em oito unidades de educação profissional. No primeiro processo da expansão, chegou a 2010 com 39 câmpus, que representaram 77.955 matrículas. Com a nova fase de expansão, abrirá 85.408 matrículas em 50 câmpus.
A rede catarinense, antes da expansão, contava com uma universidade federal e uma unidade de educação profissional e tecnológica. Desde 2003, foram instalados três câmpus da Universidade Federal de Santa Catarina e 16 da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. Também foi criada a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), com cinco câmpus, para atender municípios dos três estados do Sul. Em três anos, Santa Catarina chegará a 34 câmpus de institutos federais e 10 de universidades federais, com a oferta de 75 mil matrículas.
Ouça entrevista com o secretário de educação profissional e tecnológica do MEC, Eliezer Pacheco, sobre a expansão da rede federal na Região Sul.
RECICLANDO - Mesas remodeladas economizam R$19,2 mil em escola
Mesas remodeladas economizam R$19,2 mil em escola:

acadêmicos que atuam no Laboratório de Criatividade (Lace) da Escola de
Engenharia da Universidade Federal do Rio Grande (Furg) deram um novo
destino a 32 mesas de desenho antigas, caracterizadas como impróprias
para o uso. Agora, as novas bancadas serão utilizadas no próprio
laboratório e no Laboratório de Modelagem e Protótipo (Lamp) da EE
ROSE KLABIN NO DESFILE CÍVICO - Algumas fotos do DESFILE CÍVICO 2011!
Algumas fotos do DESFILE CÍVICO 2011!:
No compasso da história!
No compasso da história!:
Secretaria Municipal de Educação e MultiRio lançam série que promove encontro da Música com a História do Brasil | ||
Neste domingo (4), estreia na programação da MultiRio a série No Compasso da História, que promove encontros musicais que cantam e contam os acontecimentos históricos do Brasil. A série tem 15 episódios, com 52 minutos cada, que apresentam desde a construção da identidade brasileira nos anos coloniais até as últimas décadas do século XX. Apresentado pela cantora Joyce Moreno, com a participação da violonista Antonia Adnet, o programa receberá compositores, intérpretes, instrumentistas e especialistas, que junto com a apresentadora, viajam na trilha dos acontecimentos que marcaram o país. “A ideia do programa é contar a História do Brasil de uma maneira lúdica, por meio da música”, explica Joyce. No momento em que a Educação Musical volta para o currículo escolar, a nova série da MultiRio promete realizar o encontro perfeito entre a História e a música. Os professores e alunos poderão utilizar No Compasso da História para ampliar seu universo cultural, complementando o aprendizado da História. Um dos objetivos da série é sugerir novas relações entre os fatos e as versões, estimulando o olhar crítico dos jovens estudantes. No Compasso da História estreia no domingo, às 20h, no canal 14 da NET. Reapresentação em 7 de setembro, às 20h, no mesmo canal. | ||
Kitty Crowther
Kitty Crowther:
O artigo abaixo foi publicado em 2010, quando a consagrada autora belga Kitty Crowther venceu o Astrid Lindgren Memorial Award, uma das maiores honras para um autor de literatura infantojuvenil. O prêmio teve pouca repercussão no Brasil, e reproduzimos a matéria agora (em versão reduzida; o original foi publicado no Le Soire, e pode ser lido aqui), por ocasião do lançamento de Meu reino no Brasil, livro de estreia de Crowther.
Não é necessário falar sueco para reconhecer o nome de Kitty Crowther no comunicado oficial do Astrid Lindgren Memorial Award, proclamando-a vencedora entre os 168 indicados no ano de 2010 – originários de 61 países. O anúncio foi feito ao meio-dia de Vimmerby, onde nasceu a criadora de Píppi Meialonga, que dá nome ao prêmio. Também foi transmitido ao vivo pelo site da fundação (www.alma.se), e em uma tela gigante na Feira de Bolonha, onde, evidentemente, se encontrava a nova laureada.
O apresentador do prêmio sublinhou a qualidade do traço e das atmosferas criadas por Kitty Crowther. “Ela mantém a tradição do livro ilustrado ao mesmo tempo que a transforma e renova. No seu mundo, a porta entre a imaginação e a realidade está escancarada. Ela se dirige ao leitor com doçura, mas também com profundidade. Com uma empatia real pelos que estão em dificuldade, ela mostra caminhos onde a fraqueza pode se tornar força. O humanismo e a simpatia impregnam e unificam sua arte”.
A premiação sueca é concedida desde 2003 e destaca a cada ano um escritor, ilustrador e/ou uma organização que trabalhe de modo a estimular a leitura das crianças. Note-se que ela recompensa a integralidade de uma obra, e não um livro ou um projeto isolados. Com cerca de trinta títulos publicados, Kitty Crowther se alinha perfeitamente no credo do Astrid Lindgren Memorial Award, que afirma: “Uma literatura de qualidade oferece às crianças um lugar no mundo, e ao mundo um lugar com as crianças”.
Esta láurea vem para a autora logo depois de ter recebido o Prêmio Baobab, em novembro de 2009, pelo livro Annie du Lac. Nascida em Bruxelas, de pai inglês e mãe sueca, Kitty Crowther publica literatura infantojuvenil desde 1994. Sua estreia foi com o livro Meu reino, logo após ter se formado em artes plásticas no Instituto Saint-Luc. Seu trabalho de conclusão de curso já havia sido notado, e se tornaria posteriormente o livro Va faire un tour (1995). Apesar de agora ser apreciada pela crítica e pelas crianças, ela teve muitas dificuldades no início da carreira em conquistar os adultos – seu trabalho, que rompia com o que era feito anteriormente, era muito mal compreendido. As coisas estão melhores hoje.
“Eu sempre quis escrever e ilustrar livros para crianças”, costumava dizer. Nascida surda, os livros sempre foram seu refúgio, sua “bolha”, seus amigos para a vida. Ela considera aqueles que cria como se fossem “janelas para o mundo”.
“Eu acho que a força das histórias está em seus silêncios e questões”, diz Kitty. Sempre ligada à infância, ela trata de assuntos sérios como a morte (Moi et rien ou La Visite de la petite mort), o medo do escuro (Scritch Scratch dip clapote!, no qual ela faz uma homenagem à Beatrix Potter), ou ainda a tristeza (Annie du lac). Mas ela também pode construir um pequeno teatro para o pequenos (Alors?) ou se lançar na série Poka et Mine, livros sobre o cotidiano, “sobre os momentos que fazem de cada dia uma vitória”. Os dois insetos-personagens – que não têm boca, mas exprimem tudo pelos olhos – acordam, experimentam novas asas, vão ao museu, ao cinema, ao jardim, e também ao futebol.
Verdadeiras vidas de verdadeiras crianças.
*Lucie Cauwe é jornalista no Le Soir, o jornal francófono
mais popular da Bélgica.
Tradução: Anita Silveira
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Confira o booktrailer do livro Meu reino, de Kitty Crowther, que acaba de ser lançado pela Cosac Naify.
Estudando o diminutivo: Fazendo Bolinhas de sabão
Estudando o diminutivo: Fazendo Bolinhas de sabão: