quinta-feira, 27 de junho de 2013

Educação ambiental para um planeta melhor

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Os estudantes da Escola Municipal Cornélio Pena, BE Irajá, visitaram no dia 26 de junho a exposição “Casa Sustentável” no SESC São João de Meriti. Esta atividade faz parte de ações realizadas no mês de junho, que é considerado o mês do Meio Ambiente.

            Os alunos participaram de uma atividade educativa sobre sustentabilidade com a professora, que demonstrou a importância da energia renovável através dos processos naturais relacionados ao vento e aos raios solares.


Através de brincadeiras os estudantes aprenderam sobre o significado da palavra sustentabilidade, que tem como princípio o cuidado com os recursos naturais para que esses possam ser preservados para utilização das próximas gerações.

Os alunos aprenderam sobre os danos que a energia não renovável provoca ao meio ambiente, como por exemplo, o petróleo e o carvão.


A “Casa Sustentável” demonstrou para os estudantes que é possível utilizar fontes de energia renováveis através do sistema de iluminação solar e do sistema de captação da água da chuva. A casa possui um sistema baseado na reutilização de recursos naturais, tendo como proposta a redução dos danos ao meio ambiente.

Esta atividade teve como objetivo promover o acesso à educação ambiental, dando importância à conscientização a favor da preservação do meio ambiente, da reciclagem. A atividade também proporcionou uma nova forma de apreciação da natureza, pois é através dela que são oferecidos os recursos para a sobrevivência humana.


            O projeto Bairro Educador agradece ao SESC de São João de Meriti pela receptividade com os estudantes e pela parceria.

ATENÇAO COM SUA AUDIÇÃO - Festa Junina: Muita festa e perigo para a audição

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festa junina
Fonte: Baruco Comunicação
Fogos de artifícios, rojões e bombinhas estão sempre presentes nas festas de São João, comuns nesta época do ano. O que muita gente não sabe são os riscos que tudo isso pode trazer, então aqui vale o alerta da fonoaudióloga Elisabetta Radini, responsável pela área de audiologia na empresa Oto-Sonic.  “Fogos de artifícios podem gerar perdas auditivas severas e irreversíveis. É preciso tomar muito cuidado”.
De forma perceptível, as internações envolvendo acidentes com fogos de artifícios totalizaram 578, em 2011, e 580, em 2012 – sem contar os casos de morte -, os dados são do Ministério da Saúde. Igualmente prejudiciais, embora muitas vezes passe desapercebido, são os casos de perda auditiva, temporário ou permanente.
O grande problema é a intensidade do barulho dos fogos, em especial do rojão. Mas, a fonoaudióloga lembra que é preciso avaliar também a proximidade com que eles são estourados das pessoas. O trauma acústico pode ocasionar perda auditiva uni ou bilateral e é preciso estar atento, pois geralmente, a perda auditiva é unilateral (de um único lado), com queixa de aparecimento imediato de zumbido.
blog_piscandoAzulClaroEm todo caso de trauma acústico, o mais indicado é procurar um médico otorrinolaringologista, para avaliar se a perda causada pelos fogos será temporária ou irreversível.
O trauma acontece devido ao pico de pressão sonora que exerce no momento do estouro, que chega a 140 dB. Radini lembra que um volume de 85 decibéis é suportável por até oito horas consecutivas. Para cada cinco decibels a mais, o limite de horas cai pela metade. Se fosse um som ininterrupto, o estouro dos fogos de artifício seriam suportáveis por apenas 0,23 segundos.
Segundo o protocolo do Ministério da Saúde, o PAIR (Perda Auditiva Induzida por Ruído), geralmente, a intensidade sonora capaz de provocar trauma acústico é de 120dB (NA*) ou 140dB (NPS**), tendo como origem explosões de fogos de artifícios, disparos de armas de fogo, entre outros.  Estudos revelam que esta intensidade pode ser medida a 3 metros de distância da explosão.
Elisabetta Radini ressalta: “na grande maioria dos casos, a perda é irreversível”. Ela explica que isso acontece porque o som produzido é muito forte. “O som vai percorrer todo ouvido, chegando às células, pois o barulho é rápido e inesperado. Por este motivo, o ouvido não tem tempo de se proteger, fazendo com que o som atinja as primeiras células da cóclea, que são as responsáveis pelas frequências agudas.”
No caso de ocorrer um trauma temporário, a fonoaudióloga lembra que alguns cuidados precisam ser tomados. “É necessário que a pessoa que já está com perda auditiva temporária evite ambientes ruidosos e até mesmo alguns medicamentos que podem favorecer a evolução do quadro, conforme orientação médica”, afirma Elisabetta. “O ideal, em casos de trauma acústico, é sempre procurar um otorrinolaringologista para uma avaliação mais criteriosa” alerta.

  • *dB NA (nível auditivo) = é o nível sonoro que o nosso ouvido percebe
  • ** dB NPS (nível de pressão sonora) =  é o nível medido por um equipamento 

FIQUE SABENDO - 10 sinais de alerta para sua visão

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olhos_desenhos_thinkstock
Imagem: Thinkstock
Manchas, dor súbita nos olhos, visão nublada, pontos cegos e “moscas volantes” no campo de visão são alguns dos sinais que podem indicar problemas oculares em qualquer idade. Com o envelhecimento, o risco aumenta e a melhor maneira de evitar problemas de visão a medida que a idade avança é manter os exames oftalmológicos com regularidade e saber reconhecer alguns sintomas.
“Em muitos casos, tais como um descolamento da retina ou um rápido início do glaucoma, uma intervenção rápida é essencial para evitar ou minimizar a perda permanente da visão”, alerta o oftalmologista Virgílio Centurion, diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares.
Confira abaixo uma lista prepara pela equipe oftalmológica do IMO com alguns sinais e sintomas que podem indicar uma emergência médica. Na maioria dos casos listados, o mais apropriado é consultar um oftalmologista imediatamente:
  • Manchas e moscas volantes no campo de visão
Geralmente, manchas e moscas volantes são provocadas por uma condição benigna, frequentemente relacionada à idade, chamada de descolamento do vítreo. Isto ocorre quando o gel do interior do olho se liquefaz e se separa da retina, onde ocorre o processamento de visão. “Mas um súbito aparecimento de manchas e moscas volantes também pode ser causado por um problema da retina. Se, de repente, o paciente começar a enxergar pontos e moscas volantes, deve procurar um oftalmologista imediatamente”, recomenda Centurion.
  • Uma sensação de que uma cortina escura se instalou em todo o seu campo de visão
“Isto pode ser causado por um descolamento da retina, que ocorre quando a retina se separa da camada subjacente de vasos sanguíneos nutritivos (coróide). Se a retina não é recolocada em questão de horas, pode haver perda total de visão”, explica a oftalmologista Roberta Velletri do IMO.
  • Dor súbita nos olhos, visão embaçada, vermelhidão, náuseas e vômitos
“Estes sintomas podem indicar um ataque súbito (agudo) de glaucoma de ângulo estreito, que pode causar danos permanentes ao nervo óptico. O tratamento imediato é necessário para evitar a perda da visão permanente”, explica a oftalmologista.
  • Uma gradual (ou súbita) redução do seu campo de visão
“Este sintoma pode significar que o paciente desenvolveu glaucoma com perda de visão nas bordas do seu campo de visão. Sem intervenção, a perda da visão vai continuar e uma perda de visão permanente pode se instalar”, diz o oftalmologista Juan Caballerodo IMO.
  • Uma perda gradual da visão central, incluindo distorções, tais como ver ondulado em vez de linhas retas
Estes sintomas podem ser causados pela degeneração macular relacionada à idade (DMRI), principal causa de cegueira entre os idosos. “Ainda não contamos com um tratamento 100% eficaz para a doença, mas existem algumas opções terapêuticas que podem efetivamente retardar a progressão da degeneração macular. Alguns tratamentos podem até mesmo ajudar o paciente a recuperar a visão perdida devido à DMRI, se a terapia for iniciada logo no início da doença”, explica Juan Caballero.
  • Visão nublada e turva, “halos” ao redor das luzes à noite e perda de visão de cores brilhantes, lenta e progressivamente
“Estas alterações visuais podem ser devido à catarata. A catarata tende a piorar gradualmente ao longo do tempo e não é uma emergência médica. No entanto, como o cristalino se tornará cada vez mais embaçado com o envelhecimento, o paciente acabará por ficar cego, a menos que ele faça a cirurgia de catarata, que substitui o cristalino opaco por uma lente intraocular artificial (IOL)”, explica Virgílio Centurion. Se o paciente esperar muito tempo para realizar a cirurgia de catarata, pode aumentar suas chances de desenvolver outras complicações de visão, como o glaucoma.
  • Pontos cegos no campo de visão, acompanhados por moscas volantes e visão turva inexplicável
“Se o paciente tem diabetes, estes problemas de visão podem ser sintomas do aparecimento de uma retinopatia diabética. Exames oftalmológicos regulares são essenciais para os diabéticos, principalmente se o paciente tem mais de 60 anos de idade. Ao avaliar a condição da retina deste paciente, o oftalmologista também pode fornecer informações valiosas para o endocrinologista que controla a evolução e o tratamento de diabetes deste paciente”, afirma a oftalmologista Ticiana Mitsue Fujii do IMO.
  • Sensação de irritação, dor na superfície ocular, lacrimejamento e vermelhidão
“Estes sinais e sintomas estão comumente relacionados à síndrome do olho seco. O olho seco geralmente é mais um incômodo do que uma condição que oferece risco real à visão. Mas os sintomas, quando não tratados podem ser agravar, especialmente à medida que o paciente envelhece e produz menos lágrimas. É importante consultar um oftalmologista para aconselhamento sobre remédios que podem colaborar com o alívio destes sintomas”, recomenda o oftalmologista Juan Caballero.
  • Visão dupla, duas imagens ou  imagens “fantasmas”
“A visão dupla pode ser causada por muitas doenças oculares. Em alguns casos, a visão dupla também pode indicar uma emergência de saúde subjacente, tal como um acidente vascular cerebral. Se você tem um início súbito de visão dupla, consulte o oftalmologista, o médico da família ou um pronto-socorro imediatamente”, recomenda Juan Carlos Caballero.
  • Visão central embaçada súbita em um olho
“Se o paciente tem mais de 60 anos ou sofreu trauma ocular, sua chance de desenvolver um buraco macular aumenta muito. A mácula é a parte da retina responsável pela visão em detalhes. Um buraco macular pode piorar a visão de perto, principalmente por causar distorção na imagem central e causar perda permanente da visão quando resulta no descolamento de retina. É importante visitar o oftalmologista para um diagnóstico e tratamento rápidos”, diz a oftalmologista Roberta Velletri.
blog_piscandoRoxoVocê pode reduzir suas chances de desenvolver problemas oculares graves, mantendo um estilo de vida saudável e realizando exames oftalmológicos com regularidade.

IDEIA - Como tratar a prevenção do uso de drogas nas escolas

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“Tive muitos amigos de escola que se perderam nas drogas. Apesar de ser nova, já vi muitos jovens usuários saírem da escola”, declarou Thifani Ohana dos Santos, de 14 anos, aluna da Escola Estadual Fadlo Haidar, em São Paulo (SP). O uso de drogas por adolescentes tem sido evidenciado em vários estudos brasileiros, que apresentam elevadas taxas. Entre estudantes, a parcela dos que usam ou usaram drogas chega a 17%, segundo o V Levantamento sobre o Uso de Drogas Psicotrópicas entre Estudantes do Ensino Fundamental e Médio da Rede Pública de Ensino, realizado nas 27 capitais do Brasil pelo Centro Brasileiro de Informações Sobre Drogas Psicotrópicas – CEBRID em 2012.
O estudo afirma que entre as drogas mais utilizadas estão o álcool (68,9%), o tabaco (22,7%), os solventes (10,1%), a maconha (6,6%), os ansiolíticos (3,8%), as anfetaminas (2,6%) e a cocaína (1,6%). Por isso, para a psicóloga e consultora da Área Técnica da Saúde do Adolescente e Jovem – ASAJ do Ministério da Saúde, Patrícia Castro, é importante começar um trabalho preventivo na escola tratando, primeiramente, o uso de álcool. “Quando falamos sobre drogas com um adolescente, logo vem à cabeça as drogas ilícitas. Ele não tem ideia de que, ao consumir álcool, já está usando drogas. Mesmo que o álcool seja lícito, ele é um problema sério entre os jovens, que começam a beber já por volta dos 13 e 14 anos”, afirmou.
Para tratar sobre o tema com os jovens dentro da escola, a psicóloga recomenda o uso de metodologias participativas. “Não podemos nos prender apenas às palestras. Muitas vezes, dependendo da abordagem do palestrante, o conteúdo não vai atingir os alunos”, disse. Ela recomenda que os profissionais tragam a realidade do aluno para dentro da escola. “Uma abordagem interessante é fazer pequenas oficinas, trabalhos em grupos e dinâmicas com tom de bate-papo para que os alunos tragam suas experiências para serem debatidas”, explicou.
Castro acredita que há certa hesitação dos professores em trazer o tema para a sala de aula. “Muitos deles acham que é preciso ter uma formação específica para conversar sobre isso com os estudantes. Claro que é importante eles saberem sobre o assunto, mas não necessariamente precisam ser especialistas”, disse. A prioridade, segundo a psicóloga, é não adotar uma postura de julgamento em relação aos alunos. “Isso pode impedir que o jovem se abra sobre suas dúvidas e experiências. É importante debater junto, informar e levar ao jovem uma reflexão sobre o que ele vive dentro e fora da escola.”
O que geralmente acontece nas escolas é a abordagem do tema dentro da ciência. “É importante tratar os malefícios que a droga pode trazer para a saúde, mas, mais importante ainda, é trazer metodologias preventivas. Temos que ir além, porque o adolescente sabe que a droga faz mal, mas se preocupar com a saúde é ainda uma realidade distante dele”, declarou Castro.
A adolescente Thifani Ohana dos Santos participou de um trabalho desenvolvido por um professor em sala de aula. “Ele pediu para que pesquisássemos sobre um tipo de droga e fizéssemos uma apresentação. O trabalho rendeu, mas alguns alunos não se conscientizaram de que as drogas fazem mal e acabaram abordando mais os efeitos da droga do que os malefícios para a saúde”, contou.
Projeto
Utilizando uma metodologia participativa, o projeto Escola Sem Drogas, da ONG Associação Viver Livre, já atuou em instituições públicas e privadas em todo o Brasil e chegou ao conhecimento de cerca de 100 mil alunos. Idealizado pela educadora Laila Maffra, o projeto, que já tem 22 anos, trata do tema em três frentes: alunos, pais e professores. “Acreditamos que a prevenção será efetiva a partir do momento em que se consiga atingir o universo geral em que o aluno está inserido”, disse.
A partir de  sua experiência de vida, Maffra escreveu três livros de romances para adolescentes que trazem à tona o tema. “Fui usuária de drogas na adolescência e consegui me curar. Com a experiência, escrevi as histórias com o intuito de fazer os alunos se conscientizarem de maneira paradidática. Acredito que os livros são impactantes justamente por não abordar as drogas com um viés científico, mas literário”, disse. Para ela, isso faz com que o aluno se envolva na trama e seja capaz de vivenciar os malefícios dos entorpecentes.
Depois das leituras, o projeto trata do tema com bate-papos, conversas pessoais – que podem ser feitas pela página da especialista no Facebook – e palestras educativas utilizando elementos audiovisuais. “Com os professores, oferecemos uma capacitação para direcionar o assunto em sala de aula”, completou. A Associação Viver Livre oferece, ainda, tratamentos psicológicos para os jovens e família, em se tratando de casos mais isolados de vício.
Por Luana Costa / Blog Educação

FIQUE SABENDO - SUS vai registrar casos de agressão por homofobia

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Equipe do Ministério da Saúde participa do lançamento do Sistema Nacional LGBT, na Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. | Foto: Rondon Vellozo – Ascom/MS
O Ministério da Saúde vai tornar obrigatório o registro dos casos de violência por homofobia atendidos na rede pública de saúde. A iniciativa será aplicada a partir de agosto aos estados de Goiás, Minas Gerais e Rio Grande do Sul e, em janeiro do próximo ano, será estendida ao restante do país. O anúncio da obrigatoriedade ocorreu nesta quinta-feira (27) durante o lançamento do Sistema Nacional de Promoção de Direitos e Enfrentamento à Violência contra Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais (Sistema Nacional LGBT), pela Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República. Na ocasião também foi apresentado Relatório sobre Violência Homofóbica no Brasil em 2012, produzido pela Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, considera que a obrigatoriedade da notificação será uma ferramenta importante de promoção e de garantia de direitos à comunidade LGBT. Segundo ele, o preenchimento de um formulário pelo profissional que realizou o atendimento vai tornar visível a dimensão real do problema da homofobia. “É fundamental conhecer a magnitude das violências que acometem esta população, identificando quem são as vítimas, quais os principais tipos de violências, locais de ocorrência, a motivação, a oportunidade do uso do nome social, dentre outras informações”, afirmou o ministro. Ele explicou que este conhecimento vai servir para a formulação e implementação de políticas públicas de enfrentamento às violências homofóbicas e políticas públicas de atenção e proteção à população LGBT.
O Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) já registra os atendimentos de violência contra mulheres, idosos, crianças e adolescentes. O SINAN fornece subsídios para explicações causais dos agravos de notificação compulsória, além de indicar riscos aos quais as pessoas estão sujeitas, contribuindo assim, para a identificação da realidade epidemiológica de determinada área. A Lista de Notificação Compulsória (LNC) é composta por agravos e eventos selecionados de acordo com critérios de magnitude, potencial de disseminação, transcendência, vulnerabilidade, disponibilidade de medidas de controle e compromissos internacionais com programas de erradicação, entre outros fatores.
Documento – O Relatório sobre Violência Homofóbica aponta que, em 2012, ocorreram 3.084 denúncias e 9.982 violações de direitos humanos relacionadas à identidade de gênero. Isso representa um crescimento significativo, se comparado ao ano anterior, quando foram registrados 1.159 casos de denúncias de violência e 6.809 violações de direitos. Também houve crescimento de 183% do registro de vítimas de violência por homofobia, subindo de 1.1713 para 4.851. A maioria das vítimas (61,16%) tinha idade entre 15 e 29 anos. O documento foi realizado a partir da base de dados do Disque Direitos Humanos, Central de Atendimento à Mulher e 136 da Ouvidoria do Ministério da Saúde.
“O crescimento no número de denúncias mostra a confiabilidade nos sistemas que estamos instituindo e produzindo no Brasil”, observou a ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário. Segundo ela, o recebimento dessas acusações configura um passo importante porque resulta em atitudes. “Quando recebemos estas denúncias, temos que mover uma rede de proteção e atendimento às vítimas”, complementou a ministra.
Para o secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, O enfrentamento à violência requer a ação conjunta de diversos setores: saúde, segurança pública, justiça, educação, assistência social. “O SUS vai fornecer dados seguros para que sejam formuladas políticas públicas eficientes, preservando a integridade desta população”, ressaltou o secretário.
Sistema Nacional LGBT – Para qualificar e ampliar o atendimento à população LGBT, familiares, amigos e vítimas da discriminação, além de potencializar ações nas áreas de direitos humanos, segurança pública e assistência social, foi criado o sistema Nacional LGBT. Pretende-se integrar todas as entidades existentes no país, mas que funcionam de forma desarticulada. também, e construir um tripé formado pelos conselhos, coordenadorias e planos estaduais e municipais LGBT.
Fonte: Fabiane Schmidt / Agência Saúde

FIQUE SABENDO - Depressão: especialista alerta para perigo da automedicação de antidepressivos

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Foto: Ocean/Corbis
Ficar triste, ansioso ou assustado por um motivo específico é um quadro normal do indivíduo. Já a depressão é uma doença, um distúrbio afetivo que acompanha o indivíduo e traz uma série de consequências a saúde mental e física.
“No sentido patológico, há presença de baixa autoestima, ansiedade, desânimo, cansaço fácil, necessidade de maior esforço para fazer as coisas, pessimismo, melancolia e tristeza profunda. Esse conjunto de fatores aparece com maior frequência e intensidade. É importante enfatizar que, assim como indivíduo fica alegre, nervoso, ficar triste é normal, não significa que a pessoa é ou está depressivo”, alerta o psicólogo e chefe da saúde mental do Hospital Federal da Lagoa, Celso Rubmann.
Os fatores psicológicos e sociais, muitas vezes, são as consequências e não as causas da depressão. Vale ressaltar que o estresse pode precipitar a depressão em pessoas com predisposição em seu histórico familiar. “Ficar triste é um quadro normal do ser humano. Entretanto, esse quadro acompanhado de outros fatores patológicos precisa ser diagnosticado e devidamente tratado por um médico especialista. O que está acontecendo nos dias de hoje, é que as pessoas estão tomando antidepressivos, remédios para dormir, ficar atento, sem necessidade. Todo medicamento precisa ter um acompanhamento adequado. Confundir a tristeza e personalidade mais fechada com depressão atrapalha o tratamento”, alerta o especialista.
Quimicamente, o estado depressivo é causado por um defeito nos neurotransmissores responsáveis pela produção de hormônios, como a serotonina e endorfina, que nos dão a sensação de conforto, prazer e bem-estar. “Quando há algum problema nesses neurotransmissores, o indivíduo começa a apresentar patologias como desânimo, tristeza, autoflagelação, perda do interesse sexual, falta de energia para atividades simples. O remédio ajuda muito, mas ele não é eterno. Se a causa primeira não for tratada, a depressão voltará. Por isso, é fundamental o apoio da família e um acompanhamento adequado para tratar o real motivo que desencadeou a depressão”, ressalta.
Segundo o especialista adotar atitudes mais saudáveis protegem o corpo do indivíduo contra os sintomas da depressão. “A pessoa precisa adotar hábitos saudáveis, mas é necessário buscar tratamento medicamentoso e com um especialista depois que a doença se instala, para descobrir a real causa. Um dos principais problemas de quem sofre esse mal é acreditar que a doença vai desaparecer por conta própria ou assumir que o mal-estar é permanente e faz parte da personalidade, o que não é verdade. Alguns pacientes precisam de tratamento de manutenção ou preventivo, que pode levar anos ou a vida inteira, para evitar o aparecimento de novos episódios de depressão”, finaliza.

Estados devem continuar vacinação de poliomielite até atingir meta

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Vamos verificar os cartões de vacina se estão atualizados.
Encaminhar ao CMS quem encontra-se com a sua caderneta desatualizada. 
Embora a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite tenha encerrado na última sexta-feira (21), o Ministério da Saúde recomenda aos estados e municípios que não atingiram a meta a prosseguirem com a mobilização até o próximo dia 5 de julho. O balanço parcial divulgado hoje (27) indica que 11,3 milhões de crianças entre seis meses e menores de cinco anos foram imunizadas contra a doença em todo o país, o que corresponde a 87,6%do público-alvo, formado por 12,9 milhões de crianças. A expectativa é chegar 95%, ou seja, 12,2 milhões de crianças.
De acordo com os números preliminares informados pelas secretarias de saúde até às 10h desta quinta-feira (27), doisestados já atingiram a meta: Acre (97,3%) e Roraima (96,7%). Os outros estados com as maiores coberturas vacinais são: Rondônia (94,8%); Santa Catarina (93,6%); Rio de Janeiro (93,5%); Goiás (93,5%); Paraná (92,8%); Maranhão (92,3%); Sergipe (91,6%) e Rio Grande do Sul (90,5%).
Apesar da meta ainda não ter sido atingida na maioria dos estados, acoordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, Carla Domingues, considera os números da campanha satisfatórios até o momento. “Esses dados ainda são preliminares e, só depois de consolidados, o Ministério da Saúde terá um panorama real da cobertura em todo o país”, observou.
A coordenadora reforça a necessidade de manter a alta cobertura vacinal que ajudou a erradicar a doença no Brasil. “Quem ainda não conseguiu levar o filho para tomar as duas gotinhas, deve procurar qualquer unidade de saúde. É importante a conscientização dos pais sobre a importância desta imunização para que possamos manter o Brasil livre da pólio”, alertou.
Segundo a coordenadora, além da vacina contra a poliomielite, os pais que levarem as crianças aos postos de vacinação poderão aproveitar para atualizar as vacinas em atraso. “É fundamental que os responsáveis não se esqueçam de levar a carteirinha de vacinação de seus filhos para que os profissionais possam avaliar a situação vacinal da criança”, destacou.
O último caso registrado de poliomielite no Brasil foi há 24 anos e, desde 1994, o país mantém o certificado emitido pela Organização Mundial da Saúde(OMS) de erradicação da poliomielite.  A paralisia infantil não tem cura e a vacina é a única forma de prevenção.A aplicação das gotinhas permite também a disseminação do vírus vacinal no meio ambiente, ajudando a criar a imunidade de grupo, reforçando a proteção coletiva em todas as crianças.

UF
Total
População
Doses
Cob. (%)
AC
75.986
73.914
97,3
RR
44.559
43.092
96,7
RO
120.632
114.329
94,8
SC
381.720
357.407
93,6
RJ
936.853
876.339
93,5
GO
407.632
381.130
93,5
PR
666.153
618.136
92,8
MA
583.645
538.631
92,3
SE
157.879
144.655
91,6
RS
601.135
544.280
90,5
AL
249.351
223.023
89,4
PB
265.576
237.234
89,3
AM
345.998
308.921
89,3
ES
229.641
203.873
88,8
MG
1.180.492
1.046.630
88,6
CE
594.060
525.694
88,5
SP
2.563.011
2.227.366
86,9
RN
218.286
187.123
85,7
PE
631.037
540.794
85,7
PA
679.716
572.664
84,2
PI
229.365
193.084
84,2
MS
180.505
147.359
81,6
BA
974.884
757.125
77,6
TO
114.320
88.610
77,5
DF
182.909
139.629
76,3
MT
228.510
169.446
74,1
AP
66.630
43.735
65,6
BRASIL
12.910.485
11.304.223
87,6
Fonte: Newton Palma / Agência Saúde

FIQUE SABENDO - Faixa etária de vacinação contra hepatite B é ampliada para 49 anos

FONTE: PCRJ

Imunizante está disponível nas unidades básicas de saúde

19/06/2013

A vacinação contra hepatite B foi ampliada. Pessoas com até 49 anos já podem receber o imunizante. Até o ano passado, a vacina era oferecida apenas à população com até 29 anos.  O imunizante está disponível em todos os postos de saúde do município. São mais de 200 salas de vacinação.

A vacina contra a hepatite B é a forma mais segura e eficaz de se prevenir contra a doença. Para estar protegido, é preciso tomar três doses, sendo a segunda aplicada 30 dias após a primeira, e a terceira seis meses após a primeira.

O imunizante também é disponibilizado aos grupos prioritários, com maior risco de ter a doença, independentemente da faixa etária: manicures, pedicures, profissionais do sexo, homossexuais e outros.

A hepatite B é uma doença viral e infecciosa. Por muitas vezes, é silenciosa. A hepatite B é uma das principais causas de cirrose hepática e sangue no fígado. A transmissão se dá pelo sangue, por meio de compartilhamento de seringas e por relações sexuais desprotegidas.

FIQUE SABENDO - Prefeitura bate meta e vacina 95,9% de crianças contra paralisia infantil

Fonte: PCRJ
VACINAÇÃO - ESTE TRABALHO TAMBÉM FOI DO PSE
Gotinhas continuarão disponíveis nos postos até o dia 28

24/06/2013

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) ultrapassou a meta estabelecida nesta primeira etapa de vacinação contra a paralisia infantil. O balanço final mostra que mais de 335 mil crianças receberam a gotinha em toda a cidade, alcançando 95,9% da população infantil com menos de cinco anos, frente à meta inicial estabelecida, que era de 95% da população-alvo. Mesmo assim, as vacinas ficarão disponíveis nos postos de saúde até o dia 28 deste mês. 

Nos 14 dias de campanha, a Prefeitura colocou à disposição da população 215 salas de vacinação e cerca de 6 mil profissionais.  O Rio de Janeiro é a segunda capital do país com melhor índice de cobertura de vacinação. A região da cidade que mais imunizou as crianças é a que compreende os bairros do Centro, com 100% de cobertura, seguida por Campo Grande e adjacências, com 93,1%. A título de comparação, em todo o Estado do Rio, o percentual é de 68,23% e em todo o país é de 65,30%.

A paralisia infantil, ou poliomielite, é uma doença infectocontagiosa aguda transmitida por vírus que age como infecção ou sob forma paralítica, podendo provocar sequelas permanentes ou até mesmo levar à morte. Em 2012, a meta foi ultrapassada e 399.456 mil crianças foram vacinadas.

SAÚDE PRESENTE NA C. M. SIMONE DE BEAUVOIR

A C. M. Simone de Beauvoir recebeu a equipe do CMS PORTHUS - QUITANDA para avaliação antropométrica dos seus alunos.  foi um dia muito especial para a equipe referência do PSE, pois foi mais um dia de saúde na escola.
A verificação de peso, altura e orientações das equipes é um trabalho que tem trazido a oportunidade de agir preventivamente em casos de agravos ao desenvolvimento infantil.






 PSE - SAÚDE NA ESCOLA E NA CRECHE