terça-feira, 11 de janeiro de 2011
OMS: violência contra mulher é prioridade de saúde pública
11/01/2011
Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York. *
A Organização Mundial da Saúde, OMS, afirmou que a violência contra a mulher representa uma prioridade urgente de saúde pública.
A declaração faz parte de um boletim da agência, publicado no início deste mês. Segundo o documento do Departamento de Saúde Reprodutiva e Pesquisa, a "violência contra mulheres é talvez a mais vergonhosa das violações de direitos humanos".
Parceiros
A pesquisa sobre o crime, em especial sobre a violência praticada por parceiros das mulheres, tem aumentado. Desde 2005, a prevalência de estudos subiu de 80 para mais de 300, em 2008.
A OMS tem agora dados de mais de 90 países. A agência tem dificuldade, no entanto, para receber informações do Oriente Médio e do oeste da África.
A violência contra mulheres é geralmente direta através de homicídios ou indireta com casos de suicídios e de doenças como a Aids.
A pesquisa da ONU também indica que a violência feminina tem custos altos. Em 2002, a organização Saúde Canadá informou que os gastos diretos com tratamento médico era de mais de 1 bilhão de dólares canadenses, o equivalente a cerca de US$ 1 bilhão.
*Apresentação: Eduardo Costa Mendonça, da Rádio ONU em Nova York.
11/01/2011 - 10h16 Sobram 780 vagas em concurso para professor em SP
Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria da Educação, sobraram vagas porque muitos dos melhores colocados na primeira fase do concurso desistiram de participar dos quatro meses de curso obrigatório ou não foram aprovados na avaliação ao final das aulas. "Os candidatos que deixaram de participar do curso de formação ou não foram aprovados na prova são considerados reprovados no concurso", explicou a secretaria em nota.
Foi a primeira vez que os aprovados em concurso tiveram de passar pelo chamado Curso de Formação Específica antes de assumir o cargo. "Do ponto de vista pedagógico, o curso foi bem interessante. Para mim, que venho do Paraná, também foi bom para ter um primeiro contato com a rede, mas colegas que já atuavam no Estado reclamaram um pouco", contou André Furtado Lima, que será professor de sociologia em Piracicaba.
Os professores nomeados começam a dar aulas para ensino médio e segunda etapa do ensino fundamental (do 6.º ao 9.º anos) já em fevereiro, no início do ano letivo. As vagas remanescentes para docente efetivo só poderão ser preenchidas se a secretaria abrir uma nova turma do curso preparatório. Não há previsão de data para que isso aconteça. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
MATRÍCULA DIGITAL - CONFIRMAÇÃO DA MATRÍCULA NAS UNIDADES ESCOLARES
DIAS 13 a 16 de janeiro de 2011
Confirmação da matrícula nas Unidades Escolares, dos candidatos de Pré ao 2º ano, alocados no período da pré – matrícula, de acordo com o cronograma divulgado na carta de encaminhamento.
Cetep Vaz Lobo abre inscrições para cursos gratuitos
Centro Vocacional Tecnológico Cidade de Deus abre inscrições para cursos gratuitos
DIRETO DA 10ª CRE - VIA RIOEDUCA
A E.M. Prefeito João Carlos Vital e sua alvenaria literária

Quem passa em frente à Escola Municipal Prefeito João Carlos Vital, não deixa de observar as pinturas das capas de livros infantis que embelezam o muro e dão vida ao ambiente escolar.
deu lugar, na altura da Escola Municipal Prefeito João Carlos Vital, a outro tipo de
muro, que passamos a denominar de “Alvenaria Literária”.
em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro. É uma rua que presta homenagem
ao intendente (vereador) José Ferreira Nobre, que presidiu a Ilustríssima Câmara
Municipal da Corte na época da inauguração do antigo Matadouro Público (1881-1884).
de Santa Cruz”, que inclui também o Largo do Bodegão, a Igreja de São Jorge, a FAETEC,
o Centro de Zoonoses da Prefeitura, o CIEP Barão de Itararé, as Ruínas do antigo Matadouro,
o Colégio Estadual Barão do Rio Branco, a antiga Estação Ferroviária, a Vila Operária,
a Escola Municipal Fernando de Azevedo, a Escola Municipal Princesa Isabel,
o Centro Cultural Dr. Antonio Nicolau Jorge e a Vila Olímpica Oscar Schimdt.
É um espaço de grande expressão simbólica, tanto sob o ponto de vista da história do bairro, como da cultura, dos esportes, do patrimônio e também da educação.
destaca-se pela sua visibilidade. Seguindo um pouco adiante, no sentido da
Vila Operária dos antigos funcionários do Matadouro, para o Largo
do Bodegão, os transeuntes não deixam de observar a robusta construção
em alvenaria, do muro da Escola Técnica de Santa Cruz (FAETEC), preservado
desde o final do século XIX. As pedras vieram do Morro do Mirante, ponto
de maior altitude do centro do bairro.
Infantil até o 5º ano. Há 26 anos é dirigida pela professora Maria Aparecida
Ramalho de Souza, que tem como diretora adjunta Maria de Lourdes Ramalho
de Moraes e como coordenadora pedagógica a professora Maria Helena
Domingos Batalha.
na “Alvenaria Literária” da Escola Municipal Prefeito João Carlos Vital temos
um projeto que dá início ao ambiente de alfabetização e de interesse pela leitura,
a partir das ilustrações estampadas no muro da unidade escolar.
incentivo à leitura. O primeiro, denominado “Contar para Encantar”, acontece
em todas as turmas, com todos os alunos, a partir dos trabalhos desenvolvidos
dentro de sala de aula pelos professores.
para seus alunos. Como o espaço destinado à Sala de Leitura é pequeno,
todos os professores se organizam para que os alunos possam conhecer o acervo
composto por mais de dois mil títulos, exposto em monoblocos transportáveis,
na parte externa da escola.
ivros selecionados e avaliação semanal, estarão fazendo a indicação para a
seleção das obras cujas capas serão ampliadas e reproduzidas no muro fronteiriço
da Escola Prefeito João Carlos Vital.
professores, retiram os livros que desejam levar para casa, para leitura e avaliação.
do livro como fonte de conhecimento e também para o significado que a leitura
de histórias deve ter para garantir o interesse pelas atividades literárias desde a
Educação Infantil.
contam sempre com o apoio dos pais e responsáveis. Nas reuniões, a
coordenadora pedagógica Maria Helena fala sobre o “Projeto Leva e Traz”, e seu
significado para a formação de novos leitores solicitando a colaboração dos pais
para que, em casa, acompanhem a leitura com seus filhos, além da preocupação
no cuidado com o livro e sua devolução na segunda-feira. Os resultados,
segundo a coordenadora pedagógica são sempre positivos. Concluída a leitura do l
ivro cada aluno recebe uma ficha de avaliação, quando apontam se a leitura foi:
muito boa; boa; regular ou ruim. É a partir dessa avaliação, que é feita a seleção
dos livros cujas capas irão para a pintura mural.
já vem sendo executada há mais de dez anos, Maria Helena informa que, de início,
era feita pelos próprios alunos, mas, para evitar problemas com alergias,
os desenhos passaram a ser feitos por um pintor profissional, que é remunerado com
verba da própria escola.
“começa o ambiente alfabetizador dos alunos”, conforme enfatizou a professora Maria
Helena.
destinado a funcionar como escola, outro ponto que merece ser ressaltado é a i
nexistência de qualquer tipo de pichação nos muros da Escola Municipal Prefeito
João Carlos Vital.
Creche aberta até as 11 da noite enfrenta o desafio de levar qualidade ao horário estendido - Curitiba
Turno noturno

Turmas de pré-escola atendem desde filhos de trabalhadores noturnos até mães adolescentes
O centro Vila Parolin é um dos quatro de Curitiba com turno noturno, das 2 da tarde às 11 da noite. São, ao todo, 30 crianças atendidas à noite. Outras 18 estão na fila de espera. Pelos dados mais recentes do Ministério da Educação (MEC), apenas 655 crianças - 0,01% do total de matriculados na Educação Infantil - estudam no turno noturno.
Inicialmente o horário especial foi criado para contemplar o grande número de catadores de papéis que moravam nas redondezas - por rodar o dia inteiro com seus carrinhos, eles só podiam buscar as crianças noite adentro. Hoje, porém, a clientela é mais diversificada: predominam filhos de trabalhadores noturnos (de balconistas a seguranças) e de mães adolescentes. "Muitas jovens podem continuar estudando graças ao atendimento da creche", comemora a diretora, Vera Lucia de Oliveira Aleixo.
Para ficar aberta de 7 da manhã às 11 da noite, a creche conta com dois times de funcionários e educadores, que cumprem jornadas de oito horas cada um. Durante o dia, a meninada fica dividida em cinco turmas distintas, de acordo com a faixa etária. O período mais complicado vai das 2 às 6 da tarde, quando os dois turnos se sobrepõem. Conforme vão chegando, os matriculados no noturno vão sendo alocados em uma das cinco salas. Nessa hora, a classe mais lotada, a de 3 e 4 anos, fica com 34 crianças. Às 6 da tarde, é hora de nova organização: as cinco turmas viram duas - berçário e pré-escola, com dois educadores em cada uma - e seguem assim até o fim da noite.
A experiência de oferecer Educação Infantil noturna exigiu algumas mudanças. Por causa das condições climáticas (Curitiba é a capital mais fria do Brasil), as áreas externas só são usadas no verão. E a hora da sesta, o descanso após o almoço, ocorre um pouco mais tarde: a partir das 5 e meia para que os pequenos permaneçam despertos até a hora em que os pais chegam. "A princípio, atrasar esse repouso não traz danos", afirma Fernando Louzada, pesquisador na área de cronobiologia e professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR). O problema, segundo ele, é se as crianças continuarem acordando cedo e não dormirem de dez a 13 horas, período considerado adequado para a faixa etária de 2 a 5 anos. "É preciso ficar atento para evitar a privação do sono, que provoca alterações de humor e comportamento." Os educadores da creche fazem coro para a recomendação do especialista e a repetem como conselho aos pais.
Adaptar o relógio biológico dos pequenos não foi o maior desafio dos profissionais da Vila Parolin, e sim superar a visão assistencialista associada a esse tipo de serviço. "Muitos pais e até alguns professores achavam que já estava bom se a criança ficasse aqui à noite apenas para jantar, brincar e assistir TV. Mas nossa função vai muito além do cuidado", explica Vera. O salto de qualidade veio há dois anos com a contratação de uma pedagoga para orientar o trabalho dos professores no turno noturno. "Hoje, a rotina abrange atividades para desenvolver as múltiplas capacidades dos pequenos." A ideia é que eles possam começar a explorar o mundo, adquirir os primeiros conhecimentos e, claro, viver experiências prazerosas. Em outras palavras, que tenham uma Educação Infantil de qualidade - mesmo quando o Sol se põe.
O círculo virtuoso da sociedade leitora
A escola ajuda na formação de leitores literários quando facilita o acesso aos livros a professores, alunos, funcionários e familiares

"Sabemos que a paixão pela leitura não vem no código genético das pessoas. Ela deve ser cultivada, incentivada e ensinada."
O número de livros lidos por ano por habitante aumenta nos países em que a leitura aparece em diversos contextos, formando um círculo virtuoso. Se as pessoas leem em casa ou no transporte público, compram livros para si e para presentear, fazem deles objeto de conversas, participam de encontros em que a literatura é o principal tema, então essa é uma nação de leitores.
O fato é que o nosso país está ficando cada vez mais e mais letrado. Editoras têm aumentado o número de lançamentos nos diversos gêneros. Nas grandes cidades, bancas de jornais vendem literatura a um preço acessível e livrarias estão se transformando em pontos de encontro da vida social e intelectual. É bonito ver, nesses estabelecimentos, os espaços tomados de leitores que aproveitam o tempo folheando os lançamentos, lendo os primeiros capítulos do livro recém-adquirido enquanto tomam um café e participando de eventos artísticos e culturais. Pais e filhos passam horas lendo histórias em almofadas gigantes em ambientes detalhadamente decorados para atrair e agradar às crianças.
No interior do Brasil, certamente isso ainda não é realidade. Contudo, vemos vários esforços do poder público para montar bibliotecas onde elas ainda não existem e ações de organizações não governamentais promovendo ações com o objetivo de facilitar o acesso às publicações nos lugares mais carentes.
Mas, afinal, como uma nação de leitores começa a se formar? Alguns dizem que é na família, com os pais lendo para as crianças, cultivando em casa uma pequena biblioteca com livros, revistas e jornais, comentando sobre as leituras que fizeram na hora das refeições e até encapando com os filhos os livros da escola para que durem mais. Tudo isso ajuda, sim, os pequenos a terem um testemunho próximo sobre a importância da leitura. Mas não basta.
Sabemos que a paixão pela leitura não vem no código genético das pessoas. Ela deve ser cultivada, incentivada e ensinada. Com isso, concluímos que a escola tem um papel crucial na formação de leitores. É lá que devem acontecer atividades significativas para que a comunidade leitora cresça cada vez mais, como destaca a reportagem de capa da revista NOVA ESCOLA GESTÃO ESCOLAR de agosto/setembro, que está nas bancas. Dar amplo acesso aos livros - sem escondê-los em caixas ou trancafiá-los na biblioteca com medo que estraguem -, organizar o acervo de modo que os alunos possam escolher o que lhes agrada, envolver professores, funcionários e pais em atividades em que romances, contos e poemas aparecem como a atração principal são algumas ações que podem ser empreendidas pelos diretores escolares.
Uma escola envolta em um clima leitor é o elemento que mais facilita o trabalho do professor, que, no fim das contas, é o responsável por fazer crescer, nas diferentes fases escolares, o gosto pela leitura literária, como tratou a reportagem de capa de NOVA ESCOLA de agosto, disponível no site www.ne.org.br. A escola pode, com isso, se tornar o exemplo nas comunidades que ainda estão engatinhando nessa área ou dar sequência, nas que já incorporaram a leitura a seus hábitos cotidianos, ao círculo virtuoso que fará da nossa sociedade uma sociedade leitora.
Fernando José de Almeida (gestao@abril.com.br) é filósofo, docente da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e diretor de Educação da Fundação Padre Anchieta.
1º SEMINÁRIO Estadual da OMEP São Paulo_"Vamos Brincar?
do Para além do cuidar - Educação Infantil de Para além do cuidar Educação Infantil de 0 a 5 anos
Data do encontro: 05/02/2011
Horário: das 8h00 às 17h00
Local: Colégio RAINHA DA PAZ
Rua Dona Elisa de Moraes Mendes, 39
Alto de Pinheiros_São Paulo
Investimento: R$ 80,00.
http://www.omepsp.org/
IDÉIAS GENIAIS
Estou de férias e curtindo demais estes dias de descanso, praia e sol... por isso, o meu blog está sem postagens novas por tanto tempo. Tenho navegado na net sem compromisso, procurando boas ideias pois vou mudar de apartamento ( e Muninípio ) então, eu quero coisinhas legais para remodelar minha casinha. Nesta busca por coisinhas para minha nova morada, encontrei ideias geniais para minha próxima sala de aula, aliás, quem souber de alguma escola em CAMPINAS/SP que precise de professora, estou a disposição. hehehe
O s créditos das imagens estão abaixo delas, quem for salvar, eu coloquei os créditos no nome da imagem para ficar fácil saber onde encontrar.


http://www.dicasdaantenadaereciclada.blogspot.com/

http://www.aprenderecia.blogspot.com/

http://www.dicasverdes.com

http://www.vanessa-fazendoarte.blogspot.com
http://www.athas.com.brblogp=662


Estabelece ponto facultativo nas repartições públicas municipais no dia 21 de janeiro de 2011.
O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais,
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DECRETA:
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Art.
1.º O ponto será facultativo nas repartições públicas municipais no dia
21 de janeiro de 2011, excluídos desta previsão os expedientes nos
órgãos cujos serviços não admitam paralisação.
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Art. 2.º Este Decreto entra em vigor na data da sua publicação.
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Rio de Janeiro, 7 de janeiro de 2011; 446.º ano de fundação da Cidade.
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EDUARDO PAES
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PREFEITURA INAUGURA CLÍNICA DA FAMÍLIA EM TOMÁS COELHO
A
Prefeitura do Rio inaugura, nesta terça-feira (11), a Clínica da
Família Herbert de Souza, em Tomás Coelho, Zona Norte da cidade. A
construção da unidade de saúde foi gerenciada pela RioUrbe, empresa
vinculada à Secretaria Municipal de Obras, e recebeu investimento médio
de R$ 3 milhões. A clínica é a primeira da região e vai beneficiar cerca
de 20 mil moradores. Para isso ela conta com 10 consultórios médicos,
salas de ultrassonografia, de raio-x, de observação clínica com quatro
leitos, de procedimentos, de curativos, de coleta, de reunião, de saúde
bucal; além de auditório, farmácia e almoxarifado.
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Além
de cuidar das questões de saúde as Clínicas da Família seguem os mais
modernos preceitos ecológicos, o que ameniza os impactos ao meio
ambiente. Um diferencial é o sistema que permite que a água de chuva
seja reutilizada, impedindo o desperdício. A combinação de um jardim
central com um sistema de ventilação adequado mantém o local arejado e
possibilita a utilização de menos aparelhos de ar-condicionado. Além
disso, as Clínicas da Família são construídas em sistema modular
(estruturas de aço pré-moldadas de 5mx2,5m). Como os módulos já chegam
prontos para serem montados, evitam-se problemas comuns em canteiros de
obras como acúmulo de lixo e entulho, além de ter baixo índice de
desperdício.
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Com
cinco equipes de saúde da família e duas de saúde bucal, cada equipe
fará cerca de 400 consultas médicas por mês, totalizando 2 mil; além dos
demais procedimentos e serviços. A clínica é equipada com uma estrutura
completa para consultas individuais e coletivas. De acordo com as
necessidades a população poderá receber vacinas, realizar exames
laboratoriais e raio-x. Para as grávidas, exames de ultrassonografia e
pré-natal, além do teste do pezinho. A unidade será operada pela
Secretaria Municipal de Saúde e funcionará de segunda a sexta-feira, das
8h às 20h e aos sábados de 8h às 12h.
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Eats On Feets
O objetivo da Eats on Feets é possibilitar o
encontro de famílias que precisam de leite materno
com mães que são doadoras em potencial.
Tudo começou quando a enfermeira norte-americana Emma Kwasnica, ativista a favor da amamentação, teve sua conta suspensa do Facebook por ter postado fotos de mulheres amamentando seus filhos. A administração da rede social entendeu aquilo como um ato obsceno e explicou que as imagens violavam os termos de utilização da empresa. Emma protestou. Junto com ela, mais de 250 mil pessoas se reuniram e criaram o movimento 'Hey Facebook, Breastfeeding Is Not Obscene!' (“Ei, Facebook, amamentação não é obsceno”).
Tamanho sucesso inspirou Emma a criar uma comunidade para compartilhar leite materno, a Eats on Feets (algo como comer em pé), uma brincadeira com o movimento voluntário Meals on Wheels (refeições sobre rodas, em inglês), que entrega comida em casa a pessoas incapacitadas.
A idéia é conectar mães cujos bebês necessitam de suplementação de leite materno com outras em regiões próximas que tenham leite para doar. Tudo isso no próprio Facebook.
Enquanto organizava os grupos, Emma conheceu sua sócia, a parteira Shell Walker. Juntas, em poucas semanas, elas viram o Eats on Feets reunir 98 grupos de mães, abrangendo todos os 50 estados dos Estados Unidos e outros 22 países do mundo.
Mais de 70 doações já foram feitas, muitas vezes, direto da fonte (ou seja, a doadora se dirige até a casa da família que a procurou para extrair o leite). A ONG também oferece no site informações sobre cuidados com higiene e precauções para garantir que o leite esteja saudável até chegar ao seu destino.
Fonte: Crescer
Conheça o movimento Eats On Feets.

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