segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Valores Humanos – Como Trabalhar?
Prefeitura do Rio implanta o programa Saúde nas Escolas
Saúde Ocular – Visão de Futuro
Assistência Social participa de abertura da campanha “Esta bola está com você”

- Temos que unir todas as forças para reverter esse jogo e virar essa página, afirmou Bethlem.
O evento contou com a presença da ministra da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), Maria do Rosário, da apresentadora Xuxa Meneguel, e de representantes do governo estadual e da sociedade civil. No local também foram realizadas apresentações artísticas e atividades educativas. A promoção da campanha “Esta bola está com você” continuará ao longo de todo o carnaval e no mês de março com divulgação em blocos, bailes, no Sambódromo e pontos turísticos da cidade do Rio de Janeiro.
A SMAS mantém um serviço de enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes dedicados exclusivamente ao atendimento deste público nos 13 Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS) da cidade. Nestes locais, o município realiza o atendimento psicossocial e garante o acesso da vítima e de seus familiares à Rede de Serviços da Prefeitura do Rio. Todos os CREAS funcionam de segunda a sexta-feira, das 9 às 18h.

Confira abaixo os endereços dos CREAS da Prefeitura do Rio:
1ª CAS - Centro
1- CREAS SIMONE DE BEAUVOIR
Endereço: Rua da Carioca, nº 72
Bairro: Centro
Tel.: 2224-8777
Bairros de abrangência: Benfica, Caju, Catumbi, Centro, Cidade Nova, Estácio, Gamboa, Mangueira, Paquetá, Rio Comprido, Santa Teresa, Santo Cristo, São Cristóvão, Saúde, Vasco da Gama.
2ª CAS – Zona Sul e Grande Tijuca
2- CREAS ARLINDO RODRIGUES
Endereço: Rua Desembargador Isidro, nº 48
Bairro: Tijuca
Tel.: 2268-7115 / 2557-6524
Bairros de abrangência: Alto da Boa Vista, Usina, Muda, Andaraí, Grajaú, Maracanã, Praça da Bandeira, Tijuca, Vidigal, Vila Isabel.
3- CREAS MARIA LINA DE CASTRO LIMA
Endereço: Rua São Salvador, nº 56
Bairro: Laranjeiras
Tel.: 2265-8165 / 2285-3695
Bairros de abrangência: Botafogo, Catete, Copacabana, Cosme Velho, Flamengo, Gávea, Glória, Humaitá, Ipanema, Jardim Botânico, Lagoa, Laranjeiras, Leblon, Leme, Rocinha, São Conrado,Urca
3ª CAS - Meier
4- CREAS JANETE CLAIR
Endereço: Rua Dr. Leal, nº 706
Bairro: Engenho de Dentro
Tel.: 3278-6724
Bairros de abrangência:
Abolição, Água Santa, Cachambi, Complexo do Alemão, Del Castilho, Encantado, Engenho da Rainha, Engenho de Dentro, Engenho Novo, Higienópolis, Inhauma, Jacaré, Jacarezinho, Lins de Vasconcelos, Maria da Graca, Meier, Piedade, Pilares, Riachuelo, Rocha, Sampaio, São Francisco Xavier, Todos os Santos, Tomas Coelho.
4ª CAS – RAMOS
5- CREAS NELSON CARNEIRO
Endereço: Rua Professor Lacet, nº 57
Bairro: Ramos
Tel.: 2573-2176
Bairro de abrangência: Ramos, (até o Viaduto Cosme e Damião), Bonsucesso, Complexo do Alemão, parte de Manguinhos (lado da Leopoldo Bulhões).
6- CREAS STELLA MARIS
Endereço: Estrada dos Maracajás, nº 973
Bairro: Ilha do Governador
Tel.: 3393-3058 / 3975-5478
Bairro de abrangência: Ilha do Fundão, Ilha do Governador, Galeão, Guarabu, Jardim Carioca, Jardim Guanabara, Praia da Bandeira, Cacuia, Zumbi, Pitangueiras, Ribeira e parte do Cocotá.
5ª CAS – MADUREIRA
7- CREAS PROFESSORA MARCIA LOPES
Endereço: Rua Carvalho de Souza nº 274
Bairro: Madureira
Tel.: 3018-0636
Bairro de abrangência: Bento Ribeiro,Cavalcanti, Engenheiro Leal,Quintino Bocaiuva, Cascadura (parte) e Campinho, Honório Gurgel, Madureira, Marechal Hermes, Osvaldo Cruz, Rocha Miranda,
Tomáz Coelho, Turiaçú.
8- CREAS WANDA ENGEL ADUAN
Endereço: Estrada Borges Freitas, 144
Bairro: Irajá
Tel.:2471-0292
Bairros de abrangência: Coelho Neto(parte), Colégio, Irajá, Vaz Lobo, Vicente de Carvalho, Vila da Penha, Vila Kosmos, Vista Alegre.
6ª CAS – Deodoro, Guadalupe
9- CREAS JOÃO HÉLIO FERNANDES
Endereço: Rua Luís Coutinho Cavalcanti, nº 576
Bairro: Guadalupe
Tel.: 3018-5906
Bairros de abrangência:Acari, Anchieta, Barros Filho, Coelho Neto, Costa Barros, Guadalupe, Parque Anchieta, Parque Columbia, Pavuna, Ricardo de Albuquerque.
7ª CAS – Jacarepaguá, Barra da Tijuca e Recreio
10- CREAS DANIELA PEREZ
Endereço: Rua Albano, nº 313
Bairro: Praça Seca
Tel.: 2435-5607
Bairros de abrangência: Anil, Barra da Tijuca, Camorim, Cidade de Deus, Curicica, Freguesia Jacarepaguá, Gardênia Azul, Grumari, Itanhangá, Jacarepaguá, Joá, Pechincha, Praça Seca, Recreio dos Bandeirantes, Tanque, Taquara, Vargem Grande, Vargem Pequena, Vila Valqueire.
8ª CAS – Bangu, Realengo
11- CREAS PROFESSORA ALDAÍZA SPOSATI
Endereço: Rua Prof. Carlos Wenceslau, nº 211
Bairro: Realengo
Tel.: 3331-1367 / 2401-5507
Bairros de abrangência:
Bangu, Campo dos Afonsos, Deodoro, Gericino, Jardim Sulacap, Magalhães Bastos, Padre Miguel, Realengo, Senador Camará, Vila Militar.
10ª CAS – Santa Cruz e Guaratiba
12- CREAS JOÃO MANOEL MONTEIRO
Endereço: Rua Aurelio de Sampaio, nº 105
Bairro: Paciência (antigo Sesi-Senai)
Tel.: 3395-4410 - 9889-1966
13- CREAS PADRE GUILHERME DECAMINADA
Endereço: Rua Lopes de Moura, nº 46
Bairro: Santa Cruz
Tel.: 3292-7438 / 3292-9588
Bairros de abrangência: Barra de Guaratiba, Guaratiba, Paciência, Pedra de Guaratiba, Santa Cruz, Sepetiba.
Febre de crianças exige cabeça fria dos pais
Inscrições para o Clube do Servidor serão reabertas no dia 2
Parlamento Juvenil do Mercosul: Alunos do ensino médio debatem com ministro temas da educação
Livro didático: Programa terá este ano aquisição recorde de 135 milhões de exemplares
Brasileiros consideram vagas do Prouni insuficientes
Priscilla Borges, iG Brasília
Pesquisa do Ipea mostra como educação é percebida no País. Falta informação sobre programas e função dos conselhos escolaresA quantidade de vagas oferecidas pelo Programa Universidade para Todos (Prouni) é insuficiente na opinião dos brasileiros. É o que mostra pesquisa divulgada nesta segunda-feira pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) feita com 2.773 pessoas em suas residências entre os dias 3 e 19 de novembro de 2010. O objetivo do estudo é saber como os brasileiros avaliam o serviço educacional do País.
A percepção de que há poucas vagas no ProUni é unânime: 84,2% dos entrevistados consideram as vagas oferecidas “poucas ou muito poucas”. Apenas 15,8% acham o número suficiente. Na seleção do programa para este semestre, por exemplo, o programa do Ministério da Educação que distribui bolsas de estudo para estudantes de baixa renda em instituições privadas ofereceu 123 mil vagas com isenção parcial ou total.
Quantidade de vagas no Prouni
Os brasileiros consideram o número de bolsas oferecidas pelo governo federal pelo programa insuficiente (em %)
O Prouni foi apontado como o programa mais conhecido pela população: 61% dos entrevistados afirmaram conhecê-lo, mesmo quando não tinham filhos ou eles próprios não fossem beneficiados. Para a grande maioria, o programa deve ser mantido (24%) ou ampliado (73,4%). Contudo, os brasileiros não querem que a isenção de impostos concedida a instituições de ensino participantes seja aumentada. Na opinião de 37,7% dos entrevistados, a isenção deve permanecer a mesma, 16,3% sugerem a extinção e 18,6% a redução dela.
Manutenção do Prouni
A maioria dos entrevistados pelo Ipea defende a manutenção do programa (em %)
Enquanto o Prouni já faz parte do conhecimento de boa parte dos brasileiros, um importante instrumento de participação social na exigência de qualidade de ensino é completamente desconhecido pela população: o conselho escolar. Órgãos que devem fazer parte do sistema de ensino em todos os níveis (municipal, estadual e federal), os conselhos são formados por pais, professores, gestores, estudantes, servidores para acompanhar a gestão financeira, pedagógica e administrativa das escolas.
De acordo com o estudo Sistema de Indicadores de Percepção Social, 71% da população não sabe que eles existem, especialmente os mais velhos ou menos escolarizados. Entre as pessoas com mais de 55 anos ou que só estudaram até a 4ª série do ensino fundamental, mais de 80% desconhecem os conselhos escolares. Quem conhece o órgão, no entanto, reconhece sua importância para fiscalização financeira e pedagógica.
Ensino melhor
O estudo do Ipea mostra que, de modo geral, grande parte dos brasileiros (48,7%) considera que a educação pública melhorou. Para 27,2% dos entrevistados, não houve mudanças e para 24,2%, piorou. Somente 12,1% acreditam que a educação no País “melhorou bastante” e outros 13,1% avaliam que “piorou bastante”. As críticas são mais fortes entre as mulheres: 26,9% acham que o ensino na rede pública piorou, contra 21,1% dos homens. Outras 46,6% concordam que o ensino está melhor, enquanto 51% dos homens têm a mesma opinião.
O Ipea chama a atenção para o fato de que, além das diferentes respostas entre gênero, há discrepâncias regionais, de renda e de raça na avaliação da educação pelos brasileiros. A percepção mais favorável é dos entrevistados pretos e pardos, com menor renda e escolaridade e os moradores das regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste. Para 50,9% dos entrevistados pretos e pardos, educação melhorou, enquanto 46,4% dos que se declararam brancos pensam o mesmo. Entre os brancos, 26,6% consideram que o ensino piorou, contra 22,2% dos negros.
Diferenças regionais na avaliação do ensino
A percepção sobre a educação pública varia entre as regiões. A melhor visão do ensino está no Centro-Oeste (em %)
No quesito renda, apenas 19,3% dos entrevistados com renda de até dois salários mínimos acreditam que o ensino está pior no Brasil, enquanto mais de um terço dos entrevistados (34,2%) com renda entre dez e 20 salários mínimos têm essa visão. Na região Centro-Oeste, está o maior índice de percepção positiva da educação: 62,9% defendem que o ensino melhorou. O menor, por sua vez, está no Sudeste. Apenas 40% têm a mesma opinião e quase a mesma quantidade de pessoas (36,1%) avalia que piorou.
“O maior índice de percepção de melhora na educação no Centro-Oeste, no Nordeste e no Norte, e o menor índice no Sul e no Sudeste podem ser uma evidência de que foram ampliados os investimentos nas três primeiras regiões, onde se encontram os piores indicadores educacionais do País”, afirma o relatório do estudo. Os especialistas do Ipea alertam, porém, que pode haver “uma estagnação ou diminuição do ritmo de avanço da qualidade da educação em regiões brasileiras onde os índices são melhores, mas ainda inferiores aos patamares internacionais de qualidade”.
Merenda e livros
Dois programas do governo federal importantes para a educação básica foram alvo das perguntas da pesquisa: o de alimentação escolar e o do livro didático. De modo geral, a quantidade e a qualidade das refeições servidas nas escolas públicas do País são consideradas boas pela população (59,5% dos entrevistados). Porém, no Norte e no Nordeste, o índice de reclamação é maior.
No Sul, Centro-Oeste e Sudeste, a satisfação com a qualidade da merenda escolar está acima da média nacional, respectivamente: 75,8%, 70,9% e 65,5%. Nas regiões Norte e Nordeste, o índice de avaliação positiva é de apenas 39,1% e 38,6%, respectivamente. Para a maioria das pessoas que mora nos Estados dessas regiões, a qualidade do lanche é regular (39,7% e 47% do total, respectivamente). No Norte, 21,7% dos entrevistados consideram a merenda servida aos alunos ruim.
Visão sobre a qualidade da merenda escolar
Há muitas diferenças regionais entre a percepção dos brasileiros sobre os alimentos servidos na escola (em %)
Na quantidade servida, as diferenças regionais se repetem. Para os participantes da pesquisa que moram no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, a quantidade é suficiente. Opinião que no Norte e no Nordeste é compartilhada por 47,4% e 46,3% dos entrevistados, respectivamente. Nas duas regiões, mais de 50% dos participantes da pesquisa acreditam que se serve pouco ou muito pouco alimento nas escolas. A maioria dos brasileiros (66%) defende a ampliação do programa e 32% querem que programa seja mantido.
Para os entrevistados pelo Ipea, também é unânime a necessidade do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), que distribui livros didáticos para todos os alunos dos ensinos fundamental e médio na rede pública. Pelo menos entre os que conhecem o programa: 64% acham que deve ser ampliado, enquanto 34% querem que seja mantido. Apesar de não ser uma novidade, 68% dos entrevistados desconheciam a existência do programa do MEC. As pessoas menos escolarizadas (estudaram só até a 4º série do ensino fundamental) e as mais velhas (com 55 anos ou mais de idade) são as menos informadas.
Entre os que conheciam a proposta, a avaliação dos três quesitos perguntados – quantidade de livros distribuídos, estado de conservação dos exemplares, conteúdos e métodos utilizados e qualidade da encadernação e impressão gráfica – é positiva. Apenas na quantidade há um número expressivo que considera insuficiente o número de livros distribuídos: 45%. Sobre a conservação do material, 31,7% dos homens consideraram regular ou ruim e 22% das mulheres entendem o mesmo.
"Corte de R$ 3 bi não afetará programas do MEC, afirma Haddad
Agência Brasil
Pasta ainda analisa quais despesas serão canceladas para respeitar o orçamento anunciado nesta segunda-feiraO corte de R$ 3 bilhões em despesas discricionárias do Ministério da Educação (MEC), anunciado nesta segunda-feira, 28, pelo Ministério do Planejamento, não afetará os programas da pasta. O ministro Fernando Haddad, que está em Recife para participar da cerimônia de abertura do ano letivo da Universidade Federal de Pernambuco (Ufpe), reafirmou que as ações previstas serão executadas.
Despesas discricionárias são aquelas em que o governo tem poder de deliberação sobre sua execução, de acordo com as prioridades, podendo ser objeto de contingenciamento. Por exemplo: gastos com diárias, passagens, compra de material e contratação de serviços.
De acordo com o MEC, do total a ser cortado, cerca de R$ 2 bilhões são de emendas parlamentares. A pasta vai analisar quais tipos de despesa terá que cortar para fazer a economia referente ao R$ 1 bilhão restante. O orçamento do MEC previsto para 2011 era de R$ 69 bilhões.
"O Plano Nacional de Educação – Vamos sonhar alto ou deixar como está?
Com a posse dos novos deputados e das comissões permanentes da Câmara dos Deputados será dada a largada para a análise de uma enormidade de projetos de lei que estão em fases variadas de apreciação pelos representantes do povo em Brasília. Entre eles, o Plano Nacional de Educação, projeto de lei que substitui a Lei nº 10.172/2001 que venceu em janeiro de 2011.
Queremos discutir aqui neste blog alguns aspectos deste importante plano nacional.
Comecemos pelas diretrizes que compõem o preâmbulo do documento – dez ideias que parecem ser a inspiração para a elaboração do PNE.
I. Erradicação do analfabetismo;
II. Universalização do atendimento escolar;
III. Superação das desigualdades educacionais;
IV. Melhoria da qualidade do ensino;
V. Formação para o trabalho;
VI. Promoção da sustentabilidade sócio-ambiental;
VII. Promoção humanística, científica e tecnológica do País;
VII. Estabelecimento de meta de aplicação de recursos públicos em educação como proporção do Produto Interno Bruto;
IX. Valorização dos profissionais da educação; e
X. Difusão dos princípios da equidade, do respeito à diversidade e a gestão democrática da educação.
São diretrizes corretas, das quais ninguém discorda, mas pouco ambiciosas. Se a proposta tivesse sido escrita por nós, as diretrizes do PNE seriam assim:
I. Promover o desenvolvimento social e econômico do Brasil, de forma sustentável e equitativa, de forma a garantir qualidade de vida compatível com a dos países de mesmo nível de desenvolvimento econômico a todos os brasileiros;
II. Promover, de forma concomitante, o princípio da equidade e da excelência na educação em todos os seus níveis, por meio da melhoria da qualidade do ensino e da superação das desigualdades educacionais;
III. Universalizar o atendimento escolar para as etapas obrigatórias e ofertar serviços educacionais de qualidade para a educação infantil e superior de forma a atender a demanda;
IV. Empenhar os recursos humanos e materiais necessários, assim como os meios, para aumentar o nível educacional da população atual ao mesmo tempo em que se constroem as bases para a oferta de educação de qualidade de alto padrão para as gerações futuras. Desta forma, erradicar o analfabetismo e preparar para o mercado de trabalho atual aqueles que não tiveram acesso à educação de qualidade na idade correta, sem prejuízo de almejar a excelência e a competitividade para os que entram no sistema a partir de agora.
Sigam nosso blog e vejam nossos comentários adicionais sobre o andamento das emendas ao PNE.
Clique aqui para acessar o texto do Projeto de Lei.
Clique aqui para acompanhar o andamento do PNE na Câmara dos Deputados.
"Você se lembra do seu primeiro dia na escola?
Provavelmente você era muito novinho(a), mas sua mãe deve se lembrar. Pergunte a ela como foi.
Alegria e empolgação? Medo e apreensão? Você foi daquelas crianças que nem olhou para trás e logo se envolveu na brincadeira? Ou daquelas cuja mãe precisou frequentar a escolinha por vários dias até que você se acostumasse?
Frequentar um ambiente totalmente diferente do qual se está acostumado, com várias novas pessoas e ainda ter que aprender a depender de estranhos pode ser difícil para uma criança.
Estima-se que uma em cada três crianças sofram de 'ansiedade de separação' quando chega a época de ir para a escolinha. Mas para alívio das mamães, na grande maioria dos casos dura apenas algumas semanas.
Algumas crianças estão tão familiarizadas com a sua própria família, passando tão pouco tempo com outras pessoas, que têm problemas quando começam a frequentar a escola.
Outras ficam tão ansiosas para ir que mal conseguem esperar esse primeiro dia de aula chegar.
Nenhuma das crianças dos grupos acima é melhor ou mais preparada do que as outras. Muito do que eles se sentem tem a ver com a sua personalidade. Assim como alguns adultos são mais cautelosos do que outros, o mesmo pode ser verdade para as crianças.
Algumas dicas
Se seu filho estiver com medo de ir à escola, comece a prepará-lo com vários meses de antecedência.
- leia mais sobre o assunto: existem vários livros (e blogs/sites!) que tratam do assunto. Procure se informar. Converse com outras mães que passaram pelo mesmo problema.
- coloque-o para participar de atividades em grupo com outras crianças da mesma idade: pode ser alguma brincadeira ou prática esportiva, ou até mesmo deixar a criança ficar algumas horas por dia em alguma creche próxima, para que tenha contato com pessoas diferentes. O importante é eles entenderem que você sempre estará de volta, e que não estão sendo abandonados.
- não hesite: não importa o quanto você odeie deixar seu filho chorando na escola, isto é necessário. Se você hesita, fica espreitando pelas janelas ou para constantemente para ver o seu filho, está dando a ele um sinal de que existe realmente algo com o que se preocupar.
- leve-o para visitar a sala de aula antes do início das atividades: com isso seu filho verá pessoalmente o que realmente significa 'ir para a escola'. Lembre-se, eles nunca passaram por isso, então para eles o prédio de tijolos com quadro-negro e brinquedos nada mais é que um lugar totalmente estranho. Apresente-o ao seu futuro professor, dê uma voltinha pelo parquinho e mostre a ele como as outras crianças estão se divertindo.
- seja paciente: pode até parecer que eles estejam sendo irracionais ou exagerando, mas não devem ser punidos por seus sentimentos. Mantenha a calma! Chegará o dia em que ele desejará que houvesse aula aos domingos.
- se for chorar, chore às escondidas: pode ser difícil colocar seu filho para encarar todas essas 'adversidades', mas faz parte da vida, e é mais um passo rumo a uma vida adulta saudável. Aceite que seu filho está crescendo, e que a partir de agora uma parte desse crescimento acontecerá longe de você. Mas lembre-se: todos nós passamos por isso, e seu filho também conseguirá!
A maioria das crianças (não todas) irá parar de chorar, especialmente quando estiver no meio de uma sala cheia de coleguinhas e um adulto compassivo. Os professores geralmente reconhecem e ignoram os sentimentos de medo, enfatizando as atividades divertidas. Isso incentiva seu filho a juntar-se às outras crianças, mostrando a ele que não é através do choro e agitação que vão conseguir o que querem.
Para as crianças que choram por mais de dois meses, pode ser necessário adiar a escolinha para o próximo ano. Matriculá-los quando ainda não estão emocionalmente prontos pode lhes causar uma grande dose de estresse e ansiedade.

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Dez passos para uma alimentação saudável - Passo 1
Dar somente leite materno até os seis meses,
sem oferecer água, chás ou quaisquer outros alimentos
O leite materno contém tudo o que a criança necessita até os seis meses de idade, inclusive água, além de proteger contra infecções.
A criança que recebe outros alimentos além do leite materno antes dos seis meses, principalmente através de mamadeira, incluindo água e chás, pode adoecer mais e ficar desnutrida.
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria / Ministério da Saúde / OPAS / OMS
Comentário
Está mais do que cientificamente comprovado, o leite materno realmente é o alimento mais completo para o bebê até que este complete seis meses de vida. Não é necessário complementar com nada, nem mesmo com água.
Estudos mostram que oferecer outros tipos de alimentos tem relação direta com o desmame precoce, ainda mais se utilizada a mamadeira.
Conheça mais benefícios do aleitamento materno na postagem 'Cada filhote mama na sua mãe'.
Tire todas as suas dúvidas em relação a amamentação na seção 'Aleitamento materno'.
Outros passos para uma alimentação saudável
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Empréstimo consignado: regra continua a mesma após aposentadoria
As regras para conseguir um empréstimo consignado continuam as mesmas para o servidor municipal depois da aposentadoria, sem qualquer interferência do Previ-Rio. Entretanto, cabe à instituição financeira checar o comprometimento de renda do solicitante. O servidor também deve ter cautela ao comprometer seu rendimento. Confira no site da Secretaria Municipal de Administração (SMA) o nome das instituições bancárias que prestam o serviço e as taxas de juros que estavam cobrando em dezembro de 2010.