sexta-feira, 8 de julho de 2011

Projeto: Seu Alfabeto - Fase 2

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Projeto: Seu Alfabeto - Fase 2: "
Olá, trago para vocês ótimas notícias, ontem postei sobre o Projeto Seu Alfabeto e coloquei download do livro e das atividades desenvolvidas no projeto, hoje a Maria Madalena me enviou o projeto na íntegra. Claro, como nunca poderá deixar de ser, aqui está para vocês.
Bom, não tenho palavras para gradecer a dedicação da Profª Maria Imaculada em nos enviar esses materiais que ultimamente tem nos disponibilizado.
Querida (falo agora igual a Rosali - amiga da net), você é um anjo! Aproveitem e se fartem com as informações abaixo. Beijos!


Projeto Seu Alfabeto – fase 2
(enviado por email pela Professora Maria Imaculada Freitas Naldi)


'A verdadeira educação consiste em pôr a descoberto ou fazer atualizar o melhor de uma pessoa.
Que livro melhor que o livro da humanidade?' Mahatma Gandhi




DURAÇÃO:





JUSTIFICATIVA: sabendo o quanto é importante trabalhar diversos gêneros textuais, escolhemos o livro 'seu alfabeto' por ser uma história atraente e divertida onde os alunos são estimulados a adquirir o gosto pela leitura, refletir e avançar nos conhecimentos sobre a língua escrita de maneira significativa.



OBJETIVOS:

· Incentivar os alunos ler e ouvir a história usando o boneco e juntamente com o responsável registrar os fatos vividos com o seu alfabeto

· Conhecer e dominar o alfabeto;

· Compreender diferenças entre a escrita alfabética e outras formas gráficas:

· Desenvolvimento da oralidade;

· Participar das interações cotidianas em sala de aula:

· Desenvolvendo a percepção auditiva com atenção e compreensão

· Respeitar a diversidade das formas de expressão oral manifestada, por colegas, professores, funcionários da escola, bem como por pessoas da comunidade extra – escolar

· Usar a língua falada em diferentes situações

· Proporcionar atividades de leitura desafiadoras que envolvam o interesse pela escrita

· Despertar o letramento através da ludicidade.

· Envolver a criança deforma prazerosa no processo ensino aprendizagem.

· Sistematizar o estudo das letra do alfabeto apresentando diferentes grafias e estudando o valor sonoro de cada uma delas.

· Facilitar a assimilação das letras do alfabeto.

· Desenvolver a escrita espontânea e a leitura.

· Resgatar valores e trabalhar emoção.



HABILIDADES:

- ler para usufruir momentos de lazer e estabelecer relações entre a realidade e a fantasia;

- conhecer e compreender o funcionamento do sistema de escrita alfabética;

- produzir e reproduzir textos orais e escritos, observando a ordem cronológica dos fatos e o assunto tratado;

- expressar oralmente a compreensão da mensagem da qual é destinatário;

- reconhecer a importância de uma atitude responsável de cuidado com o material usado.



MATERIAL UTILIZADO:

· O livro – A aniversário do Seu Alfabeto

· Amarelinha do Alfabeto,

· Bingo de nomes, letras e palavras,

· Pasta contendo livro e caderno para anotações,

· Alfabeto móvel,

· Boneco Mascote (Seu Alfabeto),

· Certidão de nascimento,

· Trilha do alfabeto,

· Caderno e lousa,

· Fotos.



DESENVOLVIMENTO:

1ª etapa: roda de conversa para aguçar a curiosidade dos alunos e fazer a proposta do projeto; apresentação do boneco e sua certidão de nascimento.

2ª etapa: reunião com os pais para explicar como será desenvolvido o projeto e qual será a participação dos mesmos;

3ª etapa: os alunos levarão o livro e o boneco para casa para ler junto com os familiares e registrarão o que foi vivenciado;

4ª etapa: após cada chegada com seu alfabeto faremos a roda de conversa para relatar o que foi vivido, mas sem contar a história;

5ª etapa: quando todos já tiverem conhecimento da história, realizaremos algumas atividades envolvendo alfabetização, como: lista de presentes, comidas e bebidas, confecção do convite, música do alfabeto, memorização das letras e outras;

6ª etapa: organizar a festa do seu alfabeto para receber os convidados;



PRODUTO FINAL: Encerramento do projeto com a festa de aniversário, apresentação do teatro das letras do alfabeto, musica do alfabeto em libras.



Receba nossas atividades Digite aqui seu email:



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Zoo abre às segundas-feiras durante férias escolares

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Zoo abre às segundas-feiras durante férias escolares: "
Das 9h às 16h30, estudantes poderão visitar os 2.400 animais expostos

Durante o período das férias escolares do mês de julho, a garotada terá mais um dia para visitar os 2.400 animais expostos no Jardim Zoológico do Rio.

Isso porque neste mês, o parque estará funcionando também às segundas-feiras, das 9h às 16h30, dando oportunidade para que todos possam aproveitar ainda mais esta excelente opção de lazer.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3878-4200.


Transcrito do Portal da Prefeitura
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Você gostaria de ser MEDIADOR?

Oportunidade!!!Não percam!!!
http://rioeducainfancia.blogspot.com/

Você gostaria de ser MEDIADOR?: "

Você pode ser um(a)
professor(a) mediador(a) e
dinamizar as tele-salas
durante a Jornada!!

Converse com seu Diretor e entre em contato com a GED de sua CRE.
Compareça à reunião para os mediadores que acontecerá dia 11 de julho no auditório da Editora Florescer (Rua Sacadura Cabral, 144 - Pça Mauá), pela manhã, às 9h ou à tarde, às 13h.
Você deverá estar lá no horário em que trabalha na Educação Infantil.
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Sim, a tecnologia é uma grande aliada para transformar a educação

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Sim, a tecnologia é uma grande aliada para transformar a educação: "

Referência em pesquisas sobre o impacto da tecnologia educacional nos processos e ambientes de ensino e aprendizagem, Betina Von Staa, doutora em linguística aplicada e estudos da linguagem, estava de malas prontas para a Pensilvânia quando conversou com o Instituto Claro dias atrás. Contou que o item mais importante da bagagem que seguiria para o ISTE 2011, conferência anual promovida nos Estados Unidos pela Sociedade Internacional para a Tecnologia na Educação, realizada entre 26 e 29 de junho, era um estudo recém-finalizado que apresentava o caso da cidade piauiense de José de Freitas.

Iniciado em 2009, o estudo, financiado pela Positivo, reforça o que educadores e instituições inovadoras vêm ecoando a partir de experiências próprias e o que pesquisas começam a afirmar com certa convicção: a tecnologia impacta positivamente na educação. “Avaliamos resultados em 11 municípios e, em todos eles, constatamos os benefícios da tecnologia para a aprendizagem.


Mas, nas escolas de José de Freitas, até então muito carentes de tecnologia e listadas entre as que apresentam Ideb baixo, uma avaliação detalhada mostrou como o dia a dia da aprendizagem foi modificado”, relata Betina. “A gente pôde observar isso porque partimos realmente do início: ensinamos os educadores a usar o mouse”, destaca.

O processo

Do mouse para a lousa digital. Da lousa digital para a coordenação de atividades em sala de aula com um laptop para cada aluno. Das atividades nos laptops já programadas em softwares disponibilizados até aquelas criadas pelos próprios educadores. Foi assim que, em dois anos, a tecnologia se espalhou pelas escolas estaduais do município piauiense e, atrelada ao currículo das instituições, ampliou - e impactou - as possibilidades de aprendizagem.


“Posso dizer, sem medo, que a nossa escola sofreu uma transformação. Não tínhamos computador nem na diretoria. Tudo o que fazíamos era na LAN house. Hoje não apenas temos recursos tecnológicos educacionais como os nossos educadores estão capacitados para lidar com essa tecnologia, e o resultado disso é que deixamos de ser vistos como escola ultrapassada, velha, com resultados defasados, e passamos a receber transferências de alunos que nos procuram por sermos uma das melhores da região”, comemora Maria do Perpétuo Socorro, diretora da Unidade Escolar Padre Sampaio. Além da “revolução”, ela acredita que a tecnologia promoveu um resgate da instituição, incluindo os professores, que voltaram a atuar com entusiasmo. As médias de português e de matemática já subiram nas séries do ensino fundamental da escola.

Sem capacitação, impacto é reduzido

As duas sessões de 40 horas de treinamento para uso dos recursos tecnológicos recebidos pelos professores de José de Freitas foram decisivas, avalia Betina. A tecnologia, por si só, não transforma. E a resistência da qual muito se fala nas escolas quando a tecnologia chega se deve ao fato de os professores não terem domínio sobre a mesma. Sem capacitação e apoio, como os professores podem fazer um planejamento de aula que inclua aqueles recursos? Estarão sempre no desconfortável papel de tentar lidar com uma ferramenta que os alunos geralmente já dominam ou estão mais próximos de dominar.


Isso porque, como afirmou a diretora Maria Perpétuo, foi possível observar que os estudantes não têm qualquer medo de acessar, manusear, mesmo quando recebem um recurso pela primeira vez. “Eles vão explorando, descobrindo, entusiasmam-se, mas não têm um foco. Esse precisa ser o papel do professor: direcionar o foco, e foi o que conseguimos”, afirma a diretora.


Do Nordeste ao Sul


Em outra realidade, o município de Matinhos, no Paraná, também observou mudanças significativas com a chegada da tecnologia educacional no primeiro semestre de 2010. Aldamara Correa, secretária municipal de Educação da cidade, diz que o investimento em tecnologia foi fruto da necessidade de ir além das aulas de informática nas escolas. “Sabíamos que seria positivo, mas não podíamos imaginar que seria tanto.” Aldamara conta que, nas oito escolas beneficiadas, é possível perceber mudança no perfil de educadores e educandos. “Cerca de 80% dos nossos docentes eram desprovidos de competências digitais, e hoje estão capacitados e atuando com a tecnologia em sala de aula”, afirma. Os alunos, por sua vez, estão mais protagonistas. Criam conteúdos para serem apresentados em formatos digitais nas aulas e se envolvem mais na escola e fora dela com os conteúdos curriculares. Tudo isso em uma nova dinâmica: “Hoje não temos laboratório de informática, temos a tecnologia nas salas, inseridas nas atividades do dia a dia dos professores”, explica, para deleite dos educadores inovadores que defendem que a tecnologia precisa fazer parte da escola de forma transversal, e não estar trancafiada em alguma sala empoeirada.

Fonte: Instituto Claro / Giulliana Bianconi Fotos: Positivo 01/07/2011
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Acumular informações ou fazer a síntese dos conhecimentos?

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Acumular informações ou fazer a síntese dos conhecimentos?: "Compartilhamos entrevista com a educadora Madalena Freire sobre avaliação, publicada no Cmais Educação!

Muitas escolas e educadores em algum momento enfrentam o dilema: o que e como deve ser uma avaliação? Para contribuir com o debate sobre esse tema, o Cmais Educação conversou com a educadora Madalena Freire.

A pedagoga é uma das fundadoras da Escola da Vila, do centro de formação Espaço Pedagógico e autora de diversas publicações sobre educação, dentre as quais estão os estudos 'Sala de Aula - Que Espaço é Esse?' (Papirus, 1986) e 'A Paixão de Conhecer o Mundo' (Paz e Terra, 1982). Madalena Freire acredita que a avaliação não só é parte fundamental do processo de aprendizagem, como também é um instrumento que deve servir à tomada de consciência e ao empoderamento dos educandos.

A seguir, confira a entrevista.

Cmais Educação - O que é avaliação? Quais os tipos de avaliação? E qual você entende ser o melhor modo de lidar com a avaliação escolar?

Madalena Freire - O educador, qualquer que seja a função que exerça, sempre tem o dever de trazer o conhecimento. Portanto esse educador ensina o tempo inteiro e o faz seja qual for o espaço: no recreio, no almoço, na sala de aula. Se a gente concebe esse educador dentro desse parâmetro, para ensinar ele sempre deve contar com o planejamento, o desenvolvimento das atividades e propostas planejadas, para que o conhecimento seja operacionalizado, e com a avaliação. Ele não pode viver sem a avaliação, como também não pode viver sem o planejamento. Nada disso está desconectado. Ele avalia porque planejou antes, e essa avaliação no final remete-se mais uma vez ao que foi planejado. Portanto a avaliação é peça fundamental do ensinar e é inerente às propostas de atividades na para a transmissão de um conteúdo.

O grande dilema é: se não existe educador sem avaliação e sem planejamento então em que momentos e que tipos de avaliação ele deve fazer? Na minha concepção, que busca uma interação com o conhecimento – mas tendo o educando como sujeito desse conhecimento, em que ele não é uma mero reprodutor – essa avaliação é cotidiana, porque o ensinar é cotidiano, é processual, acontece aula a aula. Numa concepção que tem o aluno como autor da sua aprendizagem, ele tem que tomar consciência do que está aprendendo o tempo inteiro. A ferramenta para essa tomada de consciência é a avaliação, que está a favor dele, não contra, como se vive numa concepção autoritária, em que a avaliação é para penalizar o aluno que não aprendeu. Uma avaliação que entende o sujeito como autor do conhecimento trabalha para que ele volte e retome os passos que por ventura não tenha feito durante o processo de aprendizagem.

Todo o fim de aula tem de ter uma avaliação em relação aos conteúdos da aula, que meça qual foi o entendimento desse conteúdo. Os alunos têm de exercitar essa avaliação juntamente com o professor que também faz sua avaliação. E que faça por escrito e que socialize com o grupo todo. Outra coisa que a avaliação deve suscitar ao aluno é a ponderação de como foi o seu posicionamento diante do novo, diante desse desafio de aprender: 'Eu resisti? Eu me fechei? Eu busquei? Enfrentei? Ousei? Concentrei-me?' Ou seja, fazer pensar qual foi o seu posicionamento em relação ao processo de aprendizagem. Isso porque ninguém aprende por ninguém. É função do educador forçar essa abertura para o aprendizado.

Mas isso não basta. A avaliação, para ser processual e para ser gestada nesse cotidiano, tem de ter uma sistematização quinzenal ou mensal ou bimestral, ou em todos esses tempos, pois o professor lida sempre com a síntese.

C+ - A avaliação então deve cobrar a síntese e não o acúmulo...

MF - Sim. A síntese do entendimento. Ter o entendimento de que está aprendendo porque está decorando, porque tem um acúmulo de informação é equivocado. Isso não é aprendizagem. É o que diz Edgar Morin quando questiona: 'de que vale uma cabeça bem cheia?' O que vale é uma cabeça que pensa, que consegue determinar o que vai buscar e continuará buscando em seu processo de aprendizagem. O que é verdadeiramente transformador é saber o que muda em mim a partir do conhecimento de determinada informação. Como me transformo a partir desse conhecimento apreendido?

A avaliação deve estar sempre diagnosticando o que falta. Faz também o educador pensar, pois ele está trabalhando a favor do aluno, não a seu favor.

Cmais - Essa 'concepção autoritária' de avaliação

da qual você fala é muitas vezes a que encontramos na escola tradicional atualmente, não?


MF - Em muitas realidades isso já começa a mudar visivelmente. A discussão entre os educadores sobre avaliação está em pauta. Isso está mudando, mas não é 'pra segunda-feira' [risos]. É uma visão que começa a ser gestada e germinada, mas que se efetivará apenas no decorrer da vida escolar. Os educadores precisam de lucidez e entender que ninguém faz milagre, que não é porque você leu num livro e vai adotar [aquilo que leu] na sala de aula que a mudança vai acontecer. A mudança é uma opção também individual. Não é decretada. Tem de ser discutida, tem que ser pensada pelo corpo dos educadores, pelo grupo. Quando essa mudança não é exercitada no dia a dia torna-se algo oco.

C+ - É possível pensar uma avaliação que seja desenvolvida e aplicada não só pelo corpo docente, mas também pelos estudantes?

MF - Sem dúvida. O corpo da escola tem vários atores. Ele tem o professor, o diretor, o coordenador, os alunos, os auxiliares, o corpo administrativo e as famílias. Todos esses atores necessitam praticar e viver o processo avaliativo. Do ponto de vista do professor, ele tem de avaliar-se cotidianamente sobre como foi a comunicação dos conteúdos, tentando perceber o que entrou em sintonia com os alunos. Porque só aprendemos o que tem significado pra gente. Se uma informação nova chega e ela não nos toca, porque não estabelece nenhuma relação com o que fazemos, ela não tem sentido, não acontece nada.

Outro foco é: como o grupo trabalhou com o professor neste ensinar? Os alunos participaram, ou não? Trabalharam em grupo? O professor deixou alguém se destacar mais que os outros? Como reagiu a tudo isso? São aspectos que fazem parte da autoavaliação do professor.

Mas alunos também têm seus pontos de avaliação em relação ao professor: ele ofereceu espaço e liberdade para eu me posicionar? Ele sabe meu nome? São às vezes coisas banais. Numa escola autoritária, tradicional, a pessoa de cada um se dilui na massa. Os alunos são agrupados segundo estereótipos, são fracos, médios ou fortes. Eles têm números! São identificados por um número de chamada. Nessa concepção, esse sujeito autor não está no foco. Ele é coisa, ele é número.

Numa visão democrática, toda a aula é avaliada pelos alunos e pelo professor, toda a rede que constitui a escola está aberta para o diálogo. No fundo o grande dilema de uma educação democrática é a construção desse espaço de diálogo.

C+ - Dentro desse entendimento democrático de avaliação, existem métodos menos ou mais apropriados para avaliar?

MF - Aí temos que fazer uma diferenciação que é a seguinte: toda a concepção de educação lida com uma pedagogia, que é a ciência do como fazer. Toda a pedagogia tem que ter um método de trabalho, entendido como uma sistematização de encaminhamentos, propostas, modos de ensinar. O método é a maneira como eu organizo o ensinar. Não é somente uma questão de optar porMontessori ou Freinet. Esses pensadores têm seu método, mas qualquer um de nós tem método. É por aí que quebramos a prática de reprodução. Método, aqui, não é apenas a cristalização da prática de um outro que visto como máscara e reproduzo, mas sim a sistematização de espaços de ensino.

Todo o método lida com instrumentos. Numa concepção democrática, que entende todo o sujeito como autor da própria consciência e da história, preza-se pela metodologia do pensar. Para ser dono da própria consciência, para transformar a realidade esse sujeito precisa parar para pensar. É preciso fazer o registro reflexivo. Parar para pensar é a coisa mais difícil de fazer atualmente, pois vivemos uma invasão absoluta de informação, um mundo repleto de perda de sentido, alienação, falta de privacidade e ao mesmo tempo de intimidade nas relações.

Essa metodologia do pensar é marca humana. Gente não é bicho, gente pensa. Bicho grunhe e reproduz pegadas. Gente tem a consciência. E porque pensa, já está em outro patamar. A reflexão obriga a lapidar o pensar e essa lapidação se dá via registro, mais especificamente, via escrita. Um instrumento importante dessa metodologia, focando na avaliação, é o registro reflexivo. Essa modalidade nos obriga a pensar sobre os conteúdos transmitidos durante a aula, sobre a interação com os alunos, a reação do grupo, medir se demos conta de toda a informação prevista.

Já na perspectiva do aluno esse registro deve fazer com que ele reflita se entendeu os conteúdos, se não entendeu tal coisa porque faltou estudar isso ou aquilo etc. Tanto professor quanto aluno têm de sistematizar tempos durante os quais a reflexão é lapidada. Outro instrumento valioso é a observação. Aprender a observar é aprender a desvelar sentidos e significados.

C+ - Parte importante desse instrumental então é resguardar o espaço do registro escrito?

MF - Sem dúvida. Para mim isso é precioso.

C+ - A palavra “avaliação” traz em si o signo do valor. O que isso quer dizer?

MF - O signo do valor aqui pode ser econômico, mas não é só isso. A escola trabalha sobre valores o tempo inteiro, que podem acabar por reproduzir um sistema de opressão, mas ela deve ter por objetivo trabalhar valores humanos e éticos. É preciso levar em conta também que não se trata apenas do valor mercadoria.

Esse valorar é também lutar pelo valor da importância da sua ação, da sua marca nesta ação. Quando falamos nisso, estamos falando em dar-se respeito, que é algo que se perdeu. Na confusão entre uma relação autoritária, uma relação espontaneísta e uma relação democrática isso se perdeu. Todo mundo pede desculpa para ser autoridade, ou se omite na sua função de autoridade. Pai e mãe morrem de medo dos seus filhos, de dizer um não. Crianças acabam se tornando tiranas. O professor também perdeu o sentido de respeito.

Mas não só o professor tem de valorar a sua própria autoridade, como também o aluno tem de aprender a valorar a dele e a do grupo. Essas relações foram esgarçadas. Na sociedade brasileira isso não acontece à toa, é um processo histórico. A partir da ditadura militar, com o golpe de 1964, surge uma geração que confunde o que é assumir sua autoridade com ser autoritário. E assumir autoridade não é mesmo que ser autoritário.

C+ - Nesse sentido, a avaliação é uma ferramenta importante para garantir essa noção democrática de autoridade...

MF - Primordial. Ela é uma ferramenta de tomada de consciência, de resistência contra esse esgarçamento das relações. A avaliação anuncia o que está gasto e pode ser exercitado de outra maneira.

C+ - Mas essa a autoridade também pode ser trabalhada de diferentes formas dependendo da concepção de educação, não?

MF - Como que cada concepção trabalha esse valor vai diferir sim. Onde há centralização as relações se fecham e se transformam em autoritárias. Uma concepção autoritária caracteriza-se na centralização da autoridade ou no pai e na mãe, ou no professor, e não leva em conta a autoridade nem do filho, nem do educando. Mas o avesso disso também é autoritário, quando o educador se omite e dá todo o poder ao educando. Isso pode ser ainda mais grave, pois abandonar uma criança é cometer um pecado mortal, afinal ela não pediu pra nascer, não pediu para ser seu filho, nem seu aluno. Ela está ali cumprindo uma função social que é a de aprender. Quando há omissão frente a essa realidade, comete-se um ato de violência contra aquela criança ou aquele jovem.

Para aprender é preciso rigor, regras, limites, planejamento e avaliação. E numa concepção democrática outra grande dificuldade é o professor assumir a sua autoridade com responsabilidade, pois é ele que deve garantir a autonomia de cada aluno para falar, colocar-se, divergir, perguntar, duvidar. Dessa maneira ele garante também a autoridade do grupo. Ou seja, são três níveis de autoridade que têm de caminhar em sintonia. Esse é um processo que somente com diálogo pode ser construído. E para que esse diálogo possa acontecer, a avaliação é ferramenta mestra.

C+ - Há escolas que segmentam o conjunto de estudantes conforme os resultados de avaliação, conforme suas notas, criando salas e turmas diferentes. Isso pode implodir essa capacidade que a avaliação tem de fazer com que o aluno reconheça as autoridades e inclusive a sua, não?

MF - Sem dúvida. Impede que ele desenvolva a capacidade de se assumir e tomar consciência do que lhe falta, do que ainda tem de estudar, em que aspectos precisa ser mais rigoroso. E isso não significa que numa concepção democrática não existe nota. Existe. Mas a nota é construída com o grupo. Isso quer dizer que, se a avaliação é processual, para cada aula você tem uma nota, um valor em relação à sua produção. A nota é o critério que baliza a produção do aluno e do professor. O desafio é não jogar fora os valores, mas sim resignificá-los. A nota deve servir para localizar o aluno frente aos desafios que ele tem de enfrentar, localizá-lo no curso de seu processo de aprendizagem.

Fonte: C+/ Jaqueline Nikiforos 04/07/2011
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A Internet na nossa vida

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A Internet na nossa vida: "Compartilhamos texto do educador José Manuel Moran, da USP, sobre a internet. A dica de leitura foi de Daniel Caixeta, que tem um blog sobre Tecnologia Educacional (http://danielcaixeta.eti.br/blog/?p=829)

Nossa vida muda para sempre quando nos conectamos. A Internet amplia o que queremos e desejamos: se queremos aprender, nos ajuda a aprender além da sala de aula, a qualquer hora, em qualquer lugar e de múltiplas formas. Se buscamos entretenimento, a Internet oferece formas de ampliar o acesso a informações sobre o filme que queremos, nos traz vídeos curiosos, filmes.

Se queremos comunicar-nos, tanto podemos buscar pessoas conhecidas, como ampliar nosso círculo de relacionamento. Tem um universo de possibilidades disponível; cada um escolhe o que lhe convém mais. Para alguns a Internet pode ser fonte de alienação, porque deixam de fazer as obrigações, participar de compromissos assumidos, mergulhando em jogos ou conversas por comunicação instantânea.

Entramos com a Internet em um universo fascinante de descobertas, pessoas, acontecimentos; mas também nos sentimos confusos diante de tantas informações, páginas, grupos, mensagens. Temos pouco tempo para analisar, comparar, perceber de uma forma mais profunda. Navegamos superficialmente por muitas páginas, telas, solicitações. É difícil desligar, porque tememos perder algo importante; mas também, se não ficarmos atentos, podemos tornar-nos escravos do mundo virtual, reféns do fluir superficial, com mais espuma do que densidade.

Todos percebemos como é difícil hoje manter esse equilíbrio. Muitos passam mais tempo em comunicações digitais do que físicas, presenciais. Há uma febre por aumentar o número de amigos virtuais, que dificilmente conhecemos e com a maioria dos quais não interagimos de verdade. Há também um certo narcisismo em querer aparecer demais, em postar seguidas mensagens no Twitter ou Facebook, em querer acompanhar de perto o fluxo incessante de textos, vídeos e áudios, que se multiplicam sem parar numa corrente infindável.

A Internet é muito útil para aprender mais, para conhecer pessoas interessantes, para escolher novos roteiros de lazer, mas também pode ser muito dispersiva, superficial e banal. É muito fácil perder tempo com bobagens – como o acesso a vídeos e notícias inconseqüentes – ser seduzido por pessoas inescrupulosas, participar em jogos intermináveis, protelar compromissos inadiáveis.


Nossa vida é muito importante para gastar tanto tempo em atividades banais. É fascinante e desafiador o processo de construir-nos como pessoas cada vez mais livres, abertas, humanas e realizadas. Infelizmente muitas pessoas se deixam seduzir por inúmeros programas de TV e redes virtuais que pouco acrescentam para uma evolução real do seu conhecimento, formação e realização, pessoal e profissional.

Cada um faz com a Internet o que faz com a sua vida: quem desenvolve grandes projetos realiza grandes projetos nela. Pessoas alienadas se alienam mais na Internet. Pessoas interessantes tornam a comunicação com a Internet mais interessante. Pessoas abertas utilizam a internet para promover mais interação e compartilhamento. Pessoas individualistas se fecham mais ainda nos ambientes digitais.

Aproveitaremos melhor o potencial da Internet, se equilibramos a qualidade das interações presenciais – na vida pessoal, profissional, emocional – com as interações digitais correspondentes. Pessoas que têm dificuldades de relacionamento na vida real, muitas vezes procuram mil formas de fuga para o virtual. Geralmente quantos mais amigos as pessoas tem no virtual isso sinaliza que o mais provável é que a pessoa tenha poucos relacionamentos profundos no dia a dia.
Fonte:
http://moran10.blogspot.com/2011/06/internet-na-nossa-vida.html
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A educação em tempos do Twitter

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A educação em tempos do Twitter: "Por José Manuel Moran
Com todos os recursos móveis e em rede, muitas questões nos desafiam como educadores:
O papel do professor muda cada vez mais: Ensina menos, orienta mais, articula melhor. Ele se aproxima mais dos alunos, se movimenta mais entre eles.
Os tempos das aulas se tornam mais densos, para realizar atividades interessantes, que possam ser pesquisadas, produzidas, apresentadas e avaliadas no mesmo espaço e tempo. São inviáveis as aulas de 50 minutos.
As aulas não se resumem só aos momentos presenciais. Aumenta a integração com os ambientes digitais, com os ambientes colaborativos, com as tecnologias simples, fáceis, intuitivas.
Os espaços se multiplicam, mesmo sem sair do lugar (múltiplas atividades diferenciadas na mesma sala). O conteúdo pode ser disponibilizado digitalmente. Predominam as atividades em tempo real interessantes, desafios, jogos, comunicação com outros grupos.
Há uma exigência de maior planejamento pelo professor de atividades diferenciadas, focadas em experiências, em pesquisa, em colaboração, em desafios, jogos, múltiplas linguagens. Forte apoio de situações reais, de simulações.
Ganha importância maior a presença do aluno-monitor, que apóia os colegas e ajuda o professor, tanto nas atividades como nas orientações tecnológicas.
Aumenta a integração de ambientes digitais mais organizados (como o Moodle) com recursos mais abertos, personalizados, grupais, informais (web2.0) em todas as etapas de um curso. Para motivar, ilustrar, disponibilizar, pesquisar, interagir, produzir, publicar, avaliar com o envolvimento de todos.
Quanto mais tecnologias, maior a importância de profissionais competentes, confiáveis, humanos e criativos. A educação é um processo de profunda interação humana, com menos momentos presenciais tradicionais e múltiplas formas de orientar, motivar, acompanhar, avaliar.
É imenso – e mal explorado – o campo de inserção da escola na comunidade, de diálogo com pais, bairro, cidade, mundo, com atividades presenciais e digitais.
Podemos ter modelos de organização de aulas, atividades e de materiais formatados para todo o país. Só não podem ser aplicados ao pé da letra nem ficarmos reféns deles. Podem servir como roteiros de orientação dos alunos, personalizando-os, dando-lhes a nossa cara, indo além do que está previsto.
A educação continuada, permanente, para todos, formal e informal, presencial e a distância, abre imensos horizontes profissionais, metodológicos, mercadológicos, que mal vislumbramos ainda. Tudo está para ser feito, experimentado e reinventado de forma diferente. A educação pode ser o campo mais fértil da reinvenção, porque todas as pessoas, em todas as idades e condições, precisam desesperadamente de ajuda em múltiplos campos: da formação inicial à super-especializada.
Diante de tantas mudanças, tudo o que fizermos para inovar na educação será pouco.
Texto inspirado no meu livro A educação que desejamos: novos desafios e como chegar lá. 4ª ed., Campinas: Papirus, 2009.


Fonte:
http://www.eca.usp.br/prof/moran/twitter.htm
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13 perguntas e respostas sobre computadores na pré-escola

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13 perguntas e respostas sobre computadores na pré-escola: "

Compartilhamos parte de matéria publicada na Revista Nova Escola sobre porque e como incluir o uso do computador de maneira adequada na rotina da criançada.
É cada vez mais presente no discurso dos educadores a ideia de que computador na escola só se for para ser usado como ferramenta pedagógica a fim de proporcionar aprendizagens às crianças.

Porém, quando esse é o assunto no currículo da pré-escola, ainda existem muitas dúvidas - inclusive na cabeça dos pais. Será que a máquina é realmente útil ou, no fim das contas, acaba virando mais um brinquedo na mão dos pequenos?

NOVA ESCOLA consultou especialistas, que responderam a 13 perguntas sobre o tema para ajudar você a lidar com o assunto de forma prática e inteligente.

1 Por que os pequenos devem usar o computador?

Primeiro porque é papel da escola apresentar os elementos do mundo em que vivemos e ensinar como interagir com eles. Segundo porque, ao planejar trabalhos com o computador na pré-escola, o educador permite que a turma desde cedo acesse diversas manifestações da linguagem. 'O importante é não esquecer de que a tecnologia tem de ser usada para expandir conhecimentos. Não vale usá-la de maneira gratuita', diz Maria Virgínia Gastaldi, formadora do Instituto Avisa Lá, em São Paulo.

2 Qual deve ser o foco do trabalho com as crianças?

Por ser uma ferramenta para ajudar na ampliação dos saberes (e não o objeto da aprendizagem), a máquina deve ser incluída na rotina para a realização de pesquisas na internet, o desenvolvimento de projetos ou para o uso de jogos que tenham como tema algum conteúdo que esteja sendo explorado no momento, dentre outras possibilidades (leia a sequência didática). Não faz sentido reservar um tempo para aulas de informática a fim de ensinar como usar o mouse ou identificar os símbolos. Enquanto praticam a escrita do nome próprio, por exemplo, todos aprendem a operar o aparelho.

3 É preciso garantir uma máquina para cada criança?

Não. O ideal é ter uma em cada sala. No caso de existir uma sala de informática ou então somente um aparelho na escola, os educadores têm de organizar um cronograma para garantir que todas as crianças tenham acesso. Assim, a atividade não será encarada como algo que ocorre raramente e, por isso, desperta ansiedade ou então se torna o centro das atenções da garotada. Porém, mais do que isso, a escola tem de se preocupar em integrar a tecnologia à aprendizagem, ou seja, fazer do computador um componente rotineiro para o grupo.

4 E o aluno que nunca teve acesso à informática?

Mesmo para essas crianças, não é necessário fazer uma apresentação formal. O educador é sempre a referência para a turma. Então, basta que, ao começar uma atividade qualquer, ele explique os objetivos e descreva o que está fazendo. A tecnologia faz parte da cultura e a escola é responsável por fazer com que a criançada tenha acesso a ela. 'Quem tem o recurso em casa leva para a escola novos elementos e compartilha com os colegas. Quem não tem adquire a chance de desenvolver as mesmas habilidades, passando a fazer parte do mundo digital', explica Camilla Duarte Schiavo Ritzmann, coordenadora pedagógica da Escola Santi, na capital paulista.
5 Os pequenos podem brincar com o computador?

Sim, desde que as brincadeiras não sejam passatempos, atividades que não se refletem em aprendizagens. O educador tem de eleger jogos e programas interativos que agreguem o trabalho com os conteúdos didáticos explorados na pré-escola.

Quer continuar lendo? Acesse, então, o link: http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/4-a-6-anos/10-perguntas-respostas-computadores-pre-escola-611908.shtml?page=4
Fonte: revista Nova Escola/ Fernanda Salla
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Rio Educa Infância: Perguntas e respostas sobre a Jornada.

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IBGE DIVULGA MALHA MUNICIPAL E INFORMAÇÕES DOS SETORES CENSITÁRIOS DO CENSO 2010

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IBGE DIVULGA MALHA MUNICIPAL E INFORMAÇÕES DOS SETORES CENSITÁRIOS DO CENSO 2010: "
O IBGE coloca à disposição do público a Malha Municipal Digital de Setores Censitários do Censo 2010, assim como os dados agregados por setor censitário da Sinopse Preliminar do Censo. A Malha, junto com os dados agregados, permite visualizar resultados do Censo 2010 em um mapa digital. Os setores são as menores unidades territoriais estabelecidas pelo IBGE para fins de coleta do Censo.
Para sua visualização, o IBGE está disponibilizando na sua pagina na Internet uma aplicação Web que permite exploração e visualização dos dados por município/subdistrito/bairro de todos os 316.574 setores censitários.
Os arquivos da Malha Municipal e de Setores Censitários e da Base de Informações do Censo 2010 por Setores Censitários estão disponíveis no linkhttp://www.censo2010.ibge.gov.br/sinopseporsetores/
Para trabalhar com a malha, é necessário utilizar um software de geoprocessamento. Para aplicações mais simples de recuperação de informações georreferenciadas, o IBGE disponibiliza o Estatcart, que pode ser obtido na Loja Virtual ou adquirido nas livrarias do IBGE, assim como um DVD contendo todos os dados e informações necessárias.
A Malha disponibilizada em Unidades da Federação possibilita o cruzamento de informações do Censo 2010 com outras bases de dados compatíveis, o que a torna de fundamental importância para o planejamento de ações institucionais e políticas públicas nos municípios.
A resolução do arquivo digital é variável: nas áreas urbanas é compatível com escalas cartográficas na faixa de 1:2.000 a 1:10.000 (o que significa que 1 mm no mapa representa entre 2 e 10 metros no terreno) e nas áreas rurais, com escalas na faixa de 1:25.000 a 1:250.000 (1mm no mapa representa entre 25 a 250 metros no terreno).
O IBGE está disponibilizando também, no seu Banco de Dados Agregados (SIDRA), as informações por subdistrito/bairro que podem ser acessadas pelo Sistema de Recuperação Automática (SIDRA), no link http://www.sidra.ibge.gov.br/
É possível construir informações por bairro como, por exemplo, a média de moradores por domicílio, a razão de sexo (número de homens para cada 100 mulheres) e o índice de envelhecimento, que é o número de pessoas idosas (com 65 anos ou mais de idade) para cada 100 pessoas jovens (de 0 a 14 anos). No município do Rio de Janeiro, por exemplo, os bairros com menor razão de sexo são Flamengo, com 50 mil residentes e 73,2 homens para cada 100 mulheres, e Copacabana, com 146,4 mil residentes e 74,3 homens para cada 100 mulheres. Os dois também têm os maiores índices de envelhecimento: 263,1 e 248,6 pessoas idosas para cada 100 jovens, respectivamente.
Próximas divulgações: características do entorno e resultados definitivos do Universo
Até o momento, as divulgações do Censo 2010 já retrataram diversos aspectos da realidade nacional. Além da densidade demográfica e da contagem da população – detalhada até o nível de setor censitário e com informações por sexo, grupos de idade e situação de domicílio –, também já foram divulgados resultados preliminares do Universo até o nível de município, tais como condição de parentesco no domicílio, cor ou raça, alfabetização, registro de nascimento em cartório e, ainda, informações sobre os próprios domicílios, relativas ao número de moradores, acesso a serviços básicos saneamento, iluminação e rendimento mensal domiciliar per capita.
Está prevista para ainda este mês a divulgação das características urbanísticas do entorno dos domicílios. Em outubro, serão publicados os resultados definitivos do Universo, inclusive por setor censitário, além de informações sobre aglomerados subnormais e indicadores sociais municipais básicos. Em novembro, começa a divulgação dos dados preliminares da Amostra. O calendário completo, com divulgações previstas até 2012, está disponível no link:http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/censo2010/calendario.shtm


Cartograma da Sinopse do Censo de 2010

fonte:http://www.ibge.gov.br
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META É VACINAR MAIS DE 400 MIL CRIANÇAS CONTRA O SARAMPO

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Vamos cumprir a nossa meta de vacinação.
Olhe os calendários de vacinação de seus alunos se está atualizado, caso não esteja encaminhe para o seu equipamento de referência ou convoque o seu técnico de referência para uma ação.
META É VACINAR MAIS DE 400 MIL CRIANÇAS CONTRA O SARAMPO: "

A Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil (SMSDC) reforça que a Vacinação de Seguimento contra o Sarampo continua até o dia 22 de julho em todos os postos de saúde da cidade. A campanha, que começou no dia 18, está vacinando crianças de 1 a 7 incompletos (de 12 meses a 6 anos, 11 meses e 29 dias). Até o momento, 216.786 crianças foram imunizadas. A meta da Prefeitura do Rio é aplicar a dose em cerca de 434 mil crianças, o que equivale a 95% do público-alvo.

Os pais devem levar a caderneta de vacinação ao posto e se ela estiver atrasada, será atualizada. As crianças devem tomar uma dose da vacina tríplice viral (que protege contra sarampo, rubéola e caxumba) aos 12 meses e um reforço aos quatro anos. Porém, todas as crianças devem se vacinar nas “campanhas de seguimento”, mesmo que já tenham sido vacinadas anteriormente.

O sarampo é uma doença aguda, altamente contagiosa, transmitida por vírus. Os sintomas mais comuns são febre, tosse seca, exantema (manchas avermelhadas), coriza e conjuntivite. A transmissão ocorre de pessoa a pessoa, por meio de secreções expelidas pelo doente ao tossir, falar ou respirar. O período de transmissão varia de quatro a seis dias antes do aparecimento das manchas até quatro dias após o surgimento das manchas. A vacina é o meio mais eficaz de prevenção.

Para obter mais informações sobre a campanha ou saber quais os locais de vacinação, a população pode entrar em contato com o Disque-Rio, no telefone 1746, que funciona 24 horas. Cerca de 200 unidades municipais oferecem o serviço.
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quinta-feira, 7 de julho de 2011

SONHO BRASILEIRO

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SONHO BRASILEIRO: "




Conhecer as ideias, expectativas e sonhos dos jovens brasileiros com idades entre 18 e 24 anos.


Esse é o objetivo do Projeto Sonho Brasileiro, uma pesquisa sem fins lucrativos e sem viés comercial promovida pela BOX1824 para investigar as tendências de comportamento da primeira geração nacional de jovens globais, nascidos em um mundo hiperconectado – um universo de quase 26 milhões de brasileiros. Durante 18 meses, o estudo promoveu avaliações quantitativas e qualitativas sobre a visão destes jovens sobre o país e o seu futuro, em 23 Estados.


Conheça alguns resultados do Projeto Sonho Brasileiro:

Qual é o seu maior sonho?

55% – Formação profissional e emprego

15% – Casa própria

9% – Dinheiro

6% – Família

3% – Carro, moto, eletrodomésticos


A pesquisa também mostra que a graduação é um sonho dos brasileiros: 77% dos entrevistados têm a intenção de cursar o Ensino Superior. E que, para os jovens brasileiros, ganhar dinheiro não basta. É preciso aliar trabalho e felicidade; emprego e realização pessoal.


Os jovens também foram questionados sobre o que desejam para o Brasil.

As respostas foram organizadas em dois grupos temáticos: sonhos de reparação (saldo negativo) e sonhos de realização (potenciais).

No primeiro grupo, os resultados apontam que 18% dos jovens brasileiros desejam menos violência e 13% menos corrupção.


A conclusão é que 31% dos jovens brasileiros desejam mais respeito e mais cidadania no país.



Em relação aos sonhos de realização, 28% dos jovens brasileiros desejam oportunidades para todos - o que significa mais emprego, mais educação, mais igualdade.


Visão sobre o Brasil

>>87% dos jovens brasileiros acham que o Brasil é importante no mundo hoje

>> 89% dos jovens têm orgulho de ser brasileiro

>> 76% dos jovens brasileiros acreditam que o Brasil está mudando para melhor


Visão sobre a própria geração

>> 35% – Sonhadora

>> 34% – Consumista

>> 31% – Responsável

>> 28% – Batalhadora

>> 8% – Comunicativa


>> No site do Projeto Sonho Brasileiro você tem acesso ao resultados da pesquisa organizados em diferentes abordagens e podebaixar o estudo completo.



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Perguntas e respostas sobre a Jornada.

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Perguntas e respostas sobre a Jornada.: "
Quando acontecerá a 2ª Jornada Pedagógica da Educação Infantil?
Acontecerá de 18 a 22 de julho de 2011, em dois períodos: manhã - 8h às 12h e tarde – 13 às 17h.

Onde acontecerá?
Em três pólos pela cidade: Centro, Madureira e Padre Miguel e nas unidades escolares (escolas, creches e Espaços de Desenvolvimento Infantil).

Como acontecerá?
Na modalidade EPM (Ensino Presencial mediado), como a 1ª Jornada Pedagógica da Educação Infantil, no final do ano passado e na modalidade local, nas unidades escolares.

Nesta semana haverá atendimento às crianças na instituição?
Não. Este evento consta do calendário escolar, sendo o dia 15 de julho o último dia letivo para as crianças da Educação Infantil.




Onde serão realizadas as inscrições para a 2ª Jornada Pedagógica da Educação infantil?
Serão realizadas via internet, no site www.rio.rj.gov.br/sme para os profissionais do quadro da SME e nas CREs para os recreadores de creche e profissionais das creches conveniadas.

Quando serão iniciadas as inscrições para a Jornada Pedagógica?
Aguarde mais informações.

Para quem é destinada a Jornada Pedagógica?
Todos os profissionais envolvidos na Educação Infantil: Diretores, Diretores-adjuntos, Coordenadores Pedagógicos, Professores Articuladores, Professor II, Professores de Educação Infantil, Professor I de Educação Física, Artes/Música e Sala de Leitura, Agentes Auxiliares de Creche.

É obrigatório ir à Jornada Pedagógica?
Sim. A participação é obrigatória em, pelo menos, um dia do evento, nos pólos.

Posso me inscrever em mais de um dia?
Sim, conforme o número de vagas.

Posso me inscrever de manhã e à tarde?
Sim. Durante todo o dia, teremos o mesmo palestrante e temática, porém o enfoque que o palestrante dará, dependerá do relato da experiência, que será diferente nos horários da manhã e à tarde.

E nos outros dias? Devo ficar na escola?
Sim. A Jornada acontecerá também na modalidade local.

Como acontecerá a modalidade local?
As creches, EDIs e escolas receberão um módulo de estudo que será disponibilizado aqui no blog Rioeduca Infância, no dia 14 de julho. Este material subsidiará as discussões do grupo, que deverá interagir em tempo real através do Twitter, telefone ou email.

Quais são os perfis do Twitter que devo interagir?
Os perfis são: @JornadaPedEI e @JornadaPedEI2

Preciso seguir os dois perfis?
Sim. Se houver algum problema no primeiro perfil do Twitter, daremos continuidade no 2ª perfil.

Posso usar meu Twitter pessoal para interagir na Jornada Pedagógica?
Sim, mas orientamos que a Direção crie um perfil da instituição.

É preciso elaborar algum material para ser enviado para Gerência de Educação Infantil?
Sim. O Coordenador Pedagógico, Diretor ou Professor Articulador, deverá elaborar um relatório explicitando a atividade desenvolvida em cada instituição, a cada dia, conforme orientação da Gerência de Educação Infantil.

O professor que faz dupla-regência em Educação Infantil poderá participar da Jornada?
Sim, tanto nos pólos quanto na unidade escolar.

O professor que tem matrícula em turma de Educação Infantil e também faz dupla-regência na Educação Infantil poderá participar nos dois horários?
Sim, tanto nos pólos quanto na unidade escolar.


Quer fazer outra pergunta?
Envie por comentário que responderemos.

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Novo vídeo institucional

http://educopedia2010.blogspot.com/

Novo vídeo institucional: "Educopedistas e Amigos da Educopédia,


Assistam ao novo vídeo institucional da Educopédia.


Afinal, o que é a Educopédia?

O que os professores e alunos da Rede estão achando?

Queremos a opinião de vocês também! Enviem para educopedia@rioeduca.net .

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NOSSAS ANIMAÇÕES: E.M. GENERAL JOÃO MENDONÇA LIMA

http://conexaodasartes-sme-rj.blogspot.com/

NOSSAS ANIMAÇÕES: E.M. GENERAL JOÃO MENDONÇA LIMA: "

RAP ANTIDROGAS



'Nossas Animações'

Projeto de animação da Escola Municipal General João Mendonça Lima realizado pela professora Katia Martins Cordeiro (História) e seus alunos.


1ª animação deste ano de 2011 (ver vídeo acima): Rap Antidrogas


Confiram a seguir alguns dos trabalhos realizados em anos anteriores...




ESSE É BRASILEIRO!




'Esse é Brasileiro' foi realizada por ocasião dos Jogos Pan-Americanos e foi exibida na Lagoa Rodrigo de Freitas num telão e também já fez carreira internacional sendo exibida em Festivais em Córdoba, na Argentina e na Austrália.




EL PINO DE NAVIDAD (O PINHEIRO DE NATAL)




O Pinheiro de Natal', esta é a versão em espanhol, há também as versões em português e inglês...




NOTAS:

(1) Conheçam o blog da E.M General João Mendonça Lima: http://jmlima.blogspot.com/
(2) As informações acima foram retiradas da postagem 'Nossas Animações': http://jmlima.blogspot.com/2011/05/nossas-animacoes.html



Postado por: Imaculada Conceição Manhães marins

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VERDE - Molduras permanentes

Molduras permanentes: "


Sem muita frescura nem trabalho, o corredor extenso deste restaurante japonês foi resolvido com plantas pendentes – em sua maioria -, além de suculentas, cactos e bromélias. A proprietária me contou rapidamente que a solução de alvenaria foi proposta pelo arquiteto para deixar as plantas no ar. Foram feitas molduras de cimento, revestidas da mesma pastilha da parede, e nelas foram encaixados os elementos vazados. Assim, só com um pouquinho de terra já é possível ter essas espécies nas “caixas”. O melhor da proposta é que quem almoça no local tem a visão do jardim, e a circulação ainda fica livre.

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