terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Desfile de Roupas com Materiais Alternativos

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Desfile de Roupas com Materiais Alternativos:
A Oficina de Arte e Tecnologia, itinerante na Escola Municipal Comandante Arnaldo Varella e ministrada pela professora Luciana Guimarães Rodrigues de Lima, realizou um desfile que utilizou o contexto indígena como inspiração e buscou questionar assuntos como: conscientização e preservação do meio ambiente, conservação do espaço físico escolar e a valorização de outras culturas. As roupas foram criadas e confeccionadas pelos próprios alunos com o uso de materiais alternativos.
Professora Luciana, o aluno Lucas Daniel e a coordenadora Pedagógica Silvia Regina
Gleidson utilizou caixas de leite para criar sua roupa 
Rainara costurou fechos vermelhos na sua roupa e no arco da cabeça
Wanda confeccionou sua roupa com espirais plásticas e retalhos 
José Augusto colou pedaços de garrafa Pet na camisa
Ana Paula criou seu look com caixas de leite, embalagem de mamão e fitas
Bianca desfila a criação de Joice, saia feita com fuxicos coloridos e chapéu de retalhos
Késia desfila seu short com espirais
Yago utiliza acessório com caixas de leite
Roupa com detalhes feitos com caixas de leite - criação da aluna Talessa
Aluna Paola desfila a criação de Robson - camiseta com fechos trançados
Willian desfila sua camisa com cds
Criações da aluna Talessa
Rafaelly com saia de fechos e Bruna com saia de fuxicos coloridos - criações de Joyce Macêdo
Raíssa criou um vestido com lacres de latinhas de alumínio e acessórios com papel colorido
Recebeu o prêmio de modelo destaque, entregue pela representante da 6ª CRE Patrícia
Wittney desfilou uma camisa pintada com aplicações de lacres de latinhas de refrigerante e fitas 
Recebeu o prêmio de modelo destaque entregue pela professora Gislene
Talessa foi eleita a estilista destaque
A professora Fátima lhe entregou o prêmio
Ana Paula recebeu o terceiro lugar
Que lhe foi entregue pela professora Conceição 
Amanda desfilou a criação da aluna Joice - camisa com fitas coloridas trançadas 
Ganhou o segundo lugar no desfile
A coordenadora pedagógica Silvia Regina entrega o prêmio a aluna Joice de Lima
O primeiro lugar deu empate: alunas Bianca e Rafaelly com criações de Joyce Macêdo
A diretora Conceição Carneiro entrega o prêmio à aluna
Vídeo do desfile disponívelno link:  
http://www.youtube.com/watch?v=bC1B8HzgElc

Prefeitura Sempre Presente - Max Fleuiss

Sempre Presente

Prefeitura Sempre Presente - Escola Max Fleuiss

Sempre Presente

CURSO TÉCNICO DE AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE

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CURSO TÉCNICO DE AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE:
O curso CTACS está sendo realizado na Clínica da Família Epitácio Soares Reis,  uma área para troca de informações acadêmicas e experiências comunitárias bem sucedidas já vividas.

O curso está sendo ministrado pelo Coordenador de Turma Carlos Mauricio, Professora fixa Irene Leon e Eixo Estado Lucas Zelesco.

O grupo apresentou os trabalhos pela manhã e no final da tarde tiveram um coffee break.






segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Entrevista: ‘A escola deve organizar a aprendizagem’

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Entrevista: ‘A escola deve organizar a aprendizagem’: Um bom currículo escolar deve conter, de forma geral e objetiva, os direitos de aprendizagem dos estudantes, deixando a organização de todo esse processo para os professores e as escolas. É essa a concepção de currículo do especialista no assunto … Continuar lendo →

Gustavo Ioschpe: O que podemos copiar da educação chinesa?

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Gustavo Ioschpe: O que podemos copiar da educação chinesa?: EXAME MÉDICO | Os estudantes chineses são examinados todos os anos. No Brasil, poucas escolas se preocupam com a saúde   ABERTURA PARA O MUNDO | Os chineses aprendem que conhecimento não tem pátria nem bandeira   Há duas semanas, … Continuar lendo →

domingo, 8 de janeiro de 2012

A culpa não é das chuvas

http://projetistassemfronteiras.blogspot.com/
A culpa não é das chuvas: A culpa não é das chuvas:

EDITORIAL PUBLICADO NO ESTADÃO DESTE DOMINGO


Foto: Roberto Stuckert Filho/PR


A destruição, pela terceira vez em quatro anos, de um trecho da rodovia federal que tem servido como dique para conter as águas do Rio Muriaé, no município fluminense de Campos – forçando a remoção de 4 mil pessoas da localidade de Três Vendas -, é mais uma dramática comprovação da péssima qualidade da gestão pública no País. O fato comprova o mau planejamento das obras públicas, a incapacidade do poder público de adotar medidas preventivas contra os efeitos dos fenômenos naturais e ao descaso das autoridades com a situação da população afetada por esses problemas. A culpa não é do mau tempo, como muitas autoridades vêm afirmando, mas delas próprias, em todos os níveis de governo.


O fato de um trecho da rodovia federal BR-356 (Itaperuna-Campos) ter se rompido pela terceira vez consecutiva por causa das enchentes do Rio Muriaé demonstra que seu traçado é incorreto ou que sua construção não é adequada, ou as duas coisas. “As inundações na região do Rio Muriaé são recorrentes e a estrada deveria ter sido projetada para que não sofra rompimento”, disse ao Estado, com lógica cristalina, o engenheiro geotécnico Alberto Sayão, professor da PUC-Rio e ex-presidente da Associação Brasileira de Mecânica dos Solos (ABMS). “A estrada não está preparada para cheias e é possível que vá se romper em outros trechos. Deve ser feita uma avaliação para que seja reconstruída em condições adequadas.” Como resumiu o engenheiro, “a culpa não é de São Pedro”.


Em janeiro de 2007, uma pessoa morreu ao cair com seu carro na cratera aberta na BR-356 pelo Rio Muriaé. Em dezembro de 2008, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), responsável pela operação da rodovia, cortou parte dela para facilitar o escoamento da água. Situado na margem da rodovia oposta ao rio, e em nível mais baixo, o distrito de Três Vendas, a 15 quilômetros do centro de Campos, foi inundado também nessas ocasiões.


Por incapacidade técnica do Dnit ou por outro motivo não conhecido, o trecho destruído foi reconstruído e recebeu diversas outras obras. O superintendente substituto do Dnit, Celso Crespo, disse ao jornal O Globo que cerca de R$ 100 milhões já foram aplicados na BR-356.


“Em 2007, fizemos a contenção do aterro da margem esquerda do Rio Muriaé”, disse o supervisor do Dnit em Campos, Guilherme Fraga Freitas. “Em 2008, a abertura foi feita por máquinas. Depois, ela foi fechada. Nada do que foi feito nos últimos anos foi danificado.”


Agora, o custo estimado para a reconstrução da pista é de R$ 1,5 milhão. Mas, daqui a algum tempo, muito provavelmente, tudo terá de ser refeito, sempre a custos adicionais para os contribuintes e de danos à população, pois nada se disse sobre um projeto de um novo traçado ou de obra resistente às águas do rio para resolver o problema.


A prefeita de Campos, Rosinha Garotinho, foi advertida há três anos sobre a necessidade de remoção dos moradores de Três Vendas para uma área mais alta conhecida como Colina, como informou ao Estado o pesquisador Arthur Soffiati, do Núcleo de Estudos Socioambientais da UFF – mas nada fez.


Na região serrana do Rio de Janeiro, as marcas da tragédia que custou mais de 900 vidas no ano passado ainda são visíveis – o que mostra a omissão do governo. O pior é que a situação em Nova Friburgo sugere o risco de repetição do desastre, sem que as autoridades se mobilizem para evitá-lo.


O governo federal gere mal os poucos recursos destinados à prevenção e combate às enchentes e outros desastres naturais. A destinação privilegiada desses recursos para regiões de interesse político-eleitoral, daqueles que tomam as decisões – como ocorreu na gestão do atual ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, de Pernambuco, e ocorrera na de seu antecessor, Geddel Vieira Lima, da Bahia -, é uma das piores características dessa forma de governar. Outra é a incapacidade do governo petista de aplicar com um mínimo de eficiência os recursos disponíveis. No caso de ações de “prevenção e preparação para desastres”, entre 2004 e 2011, o governo aplicou apenas um quarto dos recursos autorizados, como mostrou a organização não governamental Contas Abertas.

Desafios de matemática

http://coelhodacartola.blogspot.com/
Desafios de matemática:

matematicaOs desafios são muito bons para praticar matemática, dessa forma a classe estará usando o que aprendeu de forma prática, e dessa forma verão como a matemática se aplica “na vida real”.

É muito importante ter essa experiência porque assim os alunos irão compreender que a matemática está presente em todas as áreas de nossa vida, e só aprendendo-a terão como aproveitar certas oportunidades e também sair-se bem em várias circunstâncias corriqueiras.

Eu tive um excelente professor de matemática no segundo grau, que ao ensinar cada tópico também nos mostrava “para que servia”. Claro que os famosos “problemas” também fazem isso, mas são encarados como “dever” e não como diversão.

Você vai encontrar aqui dezenas de desafios para usar com seus alunos, com vários graus de dificuldade. As revistas de palavras cruzadas (Coquetel) também contém diversos desafios interessantes que encantarão seus alunos.

Para que a atividade fique mais interessante, divida a classe em grupos e dê a cada grupo uma cópia do primeiro desafio. O primeiro grupo que apresentar a resposta correta ganha um ponto, vá seguindo com os desafios de acordo com as possibilidades de seus alunos e com seu tempo disponível. Ao final, dê uma bala ou chocolate a cada membro do grupo vencedor.

Zailda Coirano

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Dia do Leitor (via @cris_guimaraes)

http://nossospequenosleitores.blogspot.com/
Dia do Leitor (via @cris_guimaraes): Ler tem que ser divertido, tem que dar prazer a quem está lendo. Ler é lazer.

Existem muitos progressos no que diz respeito à formação de leitores. Mas ainda exibimos vergonhosos 28% de índice de analfabetismo funcional, enquanto somente cerca de 25% da população tem o domínio pleno da língua portuguesa. Já está provado que o simples fato de ir à escola não garante aprendizagem e cultura. É preciso mais.

Ninguém nasce leitor. Um leitor nasce quando pega pela primeira vez um livro para brincar, ou mesmo mordiscar, ainda bebê. Com a familiaridade, com o fácil acesso, com toda a família lendo junto e lendo na frente da criança, dando o exemplo. Com histórias de dragões e princesas antes de dormir, com gibis em quadrinhos e mesmo com a obrigação de ler um livro para prova na escola. Com o incentivo à leitura através de bibliotecas públicas, contação de histórias, encenações de peças baseadas em livros, com professores que despertem em seus alunos a paixão pela leitura, deixando de lado aulas burocráticas, instigando seus alunos a entender, interpretar e produzir textos com qualidade.

bienaldolivrosp.tumblr.com

Em plenas férias escolares, estamos comemorando hoje o Dia do Leitor. Que isso seja um incentivo aos nossos filhos ganharem livros para viajarem sem sair do lugar, para darem asas à imaginação e à criatividade e incluírem o livro em sua rotina de diversões e brincadeiras. Que durante todo o ano eles sejam leitores e, com isso, se tornem cidadãos conscientes, pensantes e formadores de opinião.

Imagem do Google

Capes vai financiar pesquisas e intercâmbio com a Holanda

http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/index.html
Capes vai financiar pesquisas e intercâmbio com a Holanda:

iG Brasília

Editais abertos oferecem recursos para pesquisas em conjunto e bolsas para graduação dentro do Ciência sem Fronteiras

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) abriu dois editais para fomentar pesquisas e bolsas de estudo na Holanda. O primeiro é o programa Branetec, que faz parte do Ciência sem Fronteiras, cujas inscrições podem ser feitas até 20 de março por estudantes de graduação interessados em fazer estudos acadêmicos conjuntos.


Serão aceitas propostas nas áreas de Engenharias; Ciências Exatas e da Terra: Física, Química, Biologia e Geociências; Ciências Biomédicas e da Saúde; Computação e tecnologias da informação; Tecnologia Aeroespacial; Fármacos; Produção Agrícola Sustentável; Petróleo, Gás e Carvão Mineral; Energias Renováveis; Tecnologia Mineral; Biotecnologia; Nanotecnologia e Novos materiais; Tecnologias de Prevenção e Mitigação de Desastres Naturais; Biodiversidade e Bioprospecção; Ciências do Mar; Indústria criativa; Novas Tecnologias de Engenharia Construtiva; Formação de Tecnólogos.


O programa seleciona projetos conjuntos de pesquisa em todas as áreas do conhecimento, com especial foco nas áreas de Ciências Biológicas, Engenharias, Ciências Médicas (Ciências da Saúde), Ciências Agrícolas, Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Humanas e Artes, com vistas ao intercâmbio científico entre Instituições de Ensino Superior (IES) do Brasil e da Holanda, visando à formação de recursos humanos de alto nível nos dois países.


O outro programa, chamado de Nuffic, vai financiar propostas de pesquisas na pós-graduação. A proposta dos interessados deverá estar vinculada a um programa de pós-graduação avaliado pela Capes; contemplar a formação e intercâmbio de pós-graduandos e o aperfeiçoamento de docentes e pesquisadores vinculados aos referidos programas; ter caráter inovador; prever a publicação conjunta de artigos científicos e ter como meta o desenvolvimento científico e tecnológico dos grupos de pesquisa envolvidos; e ser apresentada por coordenador de equipe, detentor do título de doutor obtido há pelo menos cinco anos.


Além disso, a equipe proponente deverá contar com, no mínimo, dois docentes doutores vinculados a um programa de pós-graduação, além do coordenador. O financiamento poderá ser de dois anos, podendo ser prorrogada por igual período, mediante pedido de renovação. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até 20 de março.


A seleção das propostas consistirá em quatro fases, sendo elas verificação da consistência documental; análise do mérito técnico-científico; priorização das propostas pré-aprovadas e reunião mista entre a Capes e a Organização Neerlandesa para a Cooperação Internacional em Educação Superior (Nuffic), ou de seu representante, para decisão final.


Mais informações pelos e-mails nuffic@capes.gov.br e callforproposals@nesobrazil.org.

Convulsão febril

http://www.pediatriabrasil.com.br/
Convulsão febril:




O texto desta postagem foi retirado do site da Sociedade de Pediatria de São Paulo. Escrito pela Dra. Milena de Paulis, Mestre em Pediatria pela FMUSP, Médica Assistente do Pronto-Socorro do HU-FMUSP e secretária do Depto. Científico de Emergências da SPSP. Vale a pena conferir, principalmente se o seu filho já teve alguma crise convulsiva febril.


Quando o tema é febre em crianças, sempre existe o fantasma da convulsão. É comum ouvirmos frases como: “febre alta dá convulsão”, “não deixo vir a febre para não dar convulsão”, “febre dá convulsão e é perigoso”. Na verdade, essas idéias são equivocadas. Vamos esclarecer algumas informações.


O que é convulsão febril?


Convulsão febrilA convulsão febril é a convulsão que ocorre nas primeiras 24 horas de uma febre em algumas crianças entre os 6 meses de vida e os 6 anos de idade.


Por que acontece a convulsão febril?


Nem toda criança, mesmo com febre alta, vai convulsionar!


Existem fatores genéticos que predispõem para a ocorrência da convulsão febril. As infecções virais, como as gripes e os resfriados, bem como as infecções bacterianas, como infecção de ouvido, sinusite, pneumonia, também são doenças que podem levar à convulsão por apresentarem febre na sua evolução.


A convulsão febril também pode acontecer após a administração de algumas vacinas.


Como reconhecer uma convulsão febril?


Geralmente a criança apresenta por contrações fortes de todo o corpo (braços e pernas) e perda da consciência. Esse tipo de convulsão é chamada de tônico clônica generalizada e, na grande maioria das vezes, a duração é curta.


A convulsão febril é perigosa?


Apesar de ser assustadora, a convulsão febril na grande maioria das vezes é benigna, não traz riscos de vida, não afeta a inteligência e nem deixa sequelas neurológicas. Ocorre no primeiro dia da febre e não vai repetir obrigatoriamente nas febres seguintes.


O que fazer na convulsão febril que ocorre em casa?


• Manter a calma.


• Colocar a criança num local seguro.


• Virar a cabeça ou o corpo da criança de lado para evitar a aspiração da saliva.


• Não segurar a língua nem restringir os movimentos da criança enquanto estiver na convulsão.


• Afrouxar as roupas que estiverem apertadas.


• É preferível esperar que a criança pare de convulsionar para levá-la ao hospital. Em geral essas convulsões não duram mais que alguns minutos.


• Assim que possível, levá-la ao pronto-socorro para avaliação médica.


A convulsão febril pode acontecer de novo?


Na maioria das crianças, não. A chance da convulsão febril acontecer novamente é maior nas crianças que tiveram o seu primeiro episódio no primeiro ano de vida.


A criança com convulsão febril deve tomar remédio anticonvulsivante?


Não é necessária a introdução de medicação anticonvulsivante no primeiro episódio da convulsão febril.


Depois da crise, com qual médico acompanhar?


Não há necessidade da avaliação de um neurologista no primeiro episódio da convulsão febril. O próprio pediatra pode fazer o acompanhamento.


Existe prevenção para a convulsão febril?


Levando-se em consideração os riscos e os benefícios das medicações anticonvulsivantes, não se recomenda, de rotina, o uso contínuo ou intermitente dessas medicações. Os antitérmicos como dipirona, paracetamol ou ibuprofeno, podem ser úteis no alívio dos sintomas causados pela febre, mas não impedem a ocorrência da convulsão.


Quem tem convulsão febril vai ser uma criança convulsiva?


Não, ela tem o mesmo risco de qualquer outra criança, de ter outro tipo de convulsão.



Apesar da convulsão febril ser assustadora, é uma condição, na grande maioria das vezes, benigna que não traz sequelas. Na sua ocorrência, tente manter a calma e procure o serviço de emergência assim que possível.

Fonte: Sociedade de Pediatria de São Paulo / Pediatria Brasil

Última atualização: 08/01/2012.


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