quarta-feira, 13 de março de 2013

FIQUE SABENDO- CARCINOMA BASOCELULAR | Câncer de pele

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Informe-se e  proteja-se.
CARCINOMA BASOCELULAR | Câncer de pele:
O carcinoma basocelular (CBC) é o tipo de câncer de pele mais comum no ser humano, sendo também aquele com maior taxa de cura. Apesar de ser o tipo histológico de 3 em cada 4 cânceres de pele diagnosticados, o carcinoma basocelular tem uma taxa de mortalidade abaixo de 2%.

Neste texto vamos abordar os seguintes pontos sobre o carcinoma basocelular:
  • O que é o carcinoma basocelular.
  • Fatores de risco para o carcinoma basocelular.
  • Sintomas do carcinoma basocelular.
  • Tratamento do carcinoma basocelular.
Se você está à procura de informações sobre o melanoma, o tipo mais agressivo de câncer de pele, o seu texto é esse: MELANOMA | Câncer de pele.

O que é o carcinoma basocelular


A epiderme é a camada mais superficial da pele (as outras camadas são a derme e a hipoderme, esta última também é chamada de tecido subcutâneo), chegando a ter 1,5cm de espessura em áreas de pele mais grossa, como as solas dos pés e as palmas das mãos. A epiderme é subdividida em 5 camadas, sendo a mais profunda composta pelas células basais. As células basais estão constantemente se multiplicando, gerando células de pele novas, que vão empurrando as antigas para cima, de forma a renovar constantemente a epiderme. Conforme as células velhas se desprendem e descamam, as células mais novas que estão subindo vão ocupando o seu lugar.

O carcinoma basocelular é o câncer que surge das células basais. O seu aparecimento geralmente ocorre após uma lesão do DNA desta célula, fazendo com que as mesma mude suas características, tornando-se um câncer. O principal fator de agressão ao DNA das células da pele é o excesso de exposição solar (explicaremos melhor na próxima parte do texto).

Para entender melhor o processo que leva ao surgimento de um célula cancerígena, leia:
- O QUE É O CÂNCER?
- O QUE É UM CARCINOMA?

O carcinoma basocelular é o tipo de câncer de pele mais comum e, felizmente, o menos mortal. Apesar de localmente ser um tumor agressivo, capaz de destruir camadas da pele e de invadir tecidos ao redor, a sua relativa benignidade está no fato de ser um câncer com baixo potencial de causar metástases. Na verdade, menos de 1% dos casos de carcinoma basocelular metastizam. Os tumores não tratados continuam a crescer, causando significativa destruição das camadas da pele, que podem provocar lesões desfigurantes. Porém, mesmo nestes casos, o tratamento curativo é possível.

Fatores de risco para o carcinoma basocelular


A exposição crônica ao sol é o principal fator de risco para o desenvolvimento do carcinoma basocelular. Ao contrário do melanoma que surge habitualmente após um episódio de exposição excessiva ao sol, o CBC surge em pessoas que se expõem frequentemente ao sol durante anos, em geral, desde os primeiros anos de vida. Em relação à exposição solar, os seguintes fatores aumentam o risco do carcinoma basocelular:
  • Ter pele muito clara.
  • Ter olhos claros.
  • Ser ruivo ou naturalmente loiro.
  • Ter tido muitos episódios de queimadura solar ao longo da vida.
  • Ter mais de 50 anos (o dano ao DNA surge na juventude, mas o câncer só aparece décadas depois).
  • Fazer bronzeamento artificial.
  • Viver em áreas tropicais e com alta exposição solar ao longo de todo o ano.
  • Ter familiares próximos com história de câncer de pele.
  • Já ter tido um carcinoma basocelular anteriormente (o risco de novo tumor é 40% maior que na população em geral).
O excesso de sol ao longo da vida é um fator de risco importante, mas há outros fatores que também podem levar ao aparecimento do carcinoma basocelular, como:
  • Exposição excessiva à radiação, como raio X.
  • Imunossupressão (por doença ou por uso de drogas imunossupressora).
  • Exposição a arsênico.
  • Algumas raras doenças genéticas facilitam o aparecimento do CBC, como a síndrome de Goltz ou xeroderma pigmentoso.

Sintomas do carcinoma basocelular


As lesões do carcinoma basocelular habitualmente se apresentam em locais da pele mais expostos à radiação solar. Na maioria dos casos, a lesão ocorre na face. A seguir, o tronco é o local mais acometido. Eventualmente o CBC pode surgir em áreas não expostas ao sol, como órgãos genitais ou região ao redor do ânus.

Na maioria dos casos, a lesão de pele do carcinoma basocelular apresenta-se como um pequeno nódulo ou uma pápula (uma lesão com relevo, tipo uma bolinha meio achatada), da cor da pele, meio brilhosa ou perolada, frequentemente com um ou mais diminutos vasos sanguíneos visíveis. Estas lesões se ferem com facilidade, podendo formar pequenas úlceras. A forma nodular surge habitualmente na face e é responsável por 60% dos casos.
Carcinoma basocelular - fotos

Em 30% dos casos, a lesão do CBC é superficial, plana e levemente avermelhada. Esta forma ocorre mais comumente em jovens e acomete principalmente o tronco.

Carcinoma basocelular  superficial

Os 10% dos casos restantes podem apresentar uma variedade de formas. Em geral, são variações da forma nodular e superficial. Algumas lesões podem ser pigmentadas (mais escuras) ou com uma leve depressão. Outras parecem cicatrizes arrendondadas, como se o paciente tivesse tido uma ferida anterior no local.

Nem sempre é fácil para a população leiga notar a presença de um carcinoma basocelular em fase inicial. Por isso, alguns sinais de alerta devem ser conhecidos:

- Uma ferida persistente, principalmente na face, que não se cura após várias semanas.
- Uma mancha vermelha nova, que não desaparece após várias semanas.
- Um nódulo novo, brilhante. Pode ser avermelhado, translúcido ou pigmentado. Também pode haver pequenos vasos sanguíneos visíveis.
- Uma área mais branca ou amarelada, com bordas pouco definidas, parecida com uma pequena cicatriz.

O diagnóstico do carcinoma basocelular é habitualmente confirmado com uma biópsia de pele.

Tratamento do carcinoma basocelular


O tratamento do carcinoma basocelular é preferencialmente cirúrgico, com retirada completa da lesão, mas uma série de outros tratamentos estão disponíveis, dependendo do tipo, localização e gravidade do tumor. Algumas opções incluem: laserterapia, curetagem, crioterapia, eletrocoagulação e radioterapia. Lesões muito iniciais podem ser tratadas apenas com cremes à base de 5-Fluorouracil (5-FU) ou Imiquimod.

Independentemente do tratamento escolhido, praticamente todos os casos de CBC conseguem ser curados. Todavia, a taxa de recorrência é alta, cerca de 10% após 5 anos.

terça-feira, 12 de março de 2013

ATENÇÃO - II SEMINÁRIO AD - CAP3.3

Conforme pactuado no Seminário de Saúde Mental da Cap 3.3 sobre a questão de Álcool e outras Drogas (AD),  realizado em novembro de 2012, gostaríamos de convidá-lo para o II Seminário AD a ser realizado na área em 19 de março de 2013, de 9 às 17h, no Auditório da CF Souza Marques.

A ideia é que possamos ampliar o acesso e cuidado aos usuários, em especial os que tenham alguma problemática relacionada à Álcool e outras Drogas, e fortalecer ainda mais nossa rede.

A proposta é que este Seminário seja voltado para a apresentação das ações de AD que já acontecem nas unidades, discussão sobre os impasses e dificuldades relacionados à esta problemática, e planejamento de ações futuras para a área.

Segue a programação do Seminário em anexo.

Contaremos com a presença  de Sergio Alarcon da Assessoria de AD da Superintendência de Saúde Mental da SMS, na parte da tarde.

É de fundamental importância a presença dos gerentes; dos profissionais de saúde da família que estão envolvidos com estas ações nas unidades (ou que estejam interessados em implementar ações futuras); dos profissionais do NASF e demais  profissionais  da área 3.3.



PROGRAMAÇÃO DO II SEMINÁRIO AD DA CAP 3.3
19 DE MARÇO DE 2013 – de 9 às 17hs
Local: Auditório da CF Souza Marques        
  Praça Patriarca, s/nº - Madureira




9 h.  -   Abertura com explanação sobre a situação AD atual no município.
             Supervisora:  Cláudia de Paula - 30 minutos

9.30 h. Tema: Internação compulsória e internação involuntária: ações sobre grandes grupos. Porém, depois    delas, restam os sujeitos. E aí?
             Apresentação sintética da portaria 3.088 e os dispositivos da Atenção Psicossocial vinculados ao tratamento AD.
            Debate  - 30 minutos

12.30 às 13.30 h - Almoço


13.30h-  Apresentação das ações AD em planejamento e em execução na 3.3.

 Participação de Sergio Alarcon - Assessoria de AD da Superintendência de Saúde Mental da SMS

15h- Tema:  Fluxos de tratamento na nossa Área-
          Discussão sobre os possíveis dispositivos: CARE AD, Enfermaria Hospital Ronaldo Gazola, Grupos de Desintoxicação, Médicos da Atenção Básica Matriciados por Psiquiatras, Rodas de Conversa e outros.
          Debate – 30 minutos

17.00h-  Encerramento, com Planejamento e Agendamento do próximo Seminário.
               Proposição de um GT AD da 3.3, coordenado pela supervisora Cláudia, com freqüência mensal.

Vítimas de agressão física e sexual vão receber tratamento diferenciado

http://drauziovarella.com.br/
mulher_ 
Vítimas de agressão física e sexual vão receber tratamento diferenciado, com direito a acompanhamento de equipe multidisciplinar e apoio psicológico, em hospitais da rede estadual do Rio de Janeiro. A medida foi tomada após a notificação de mais de 1.500 casos de violência doméstica em unidades de saúde do estado em 2012.
O primeiro hospital a oferecer o tratamento será o Albert Schwitzer, em Realengo, na zona oeste da cidade do Rio. Desde setembro de 2012, os coordenadores das unidades de saúde estão participando de oficinas de capacitação, orientadas pela equipe de humanização e área técnica de violência da Secretaria Estadual de Saúde. Os hospitais devem iniciar o tratamento nos próximos meses.
Em nota, a Secretaria Estadual de Saúde afirma que o acolhimento destina-se especialmente a mulheres e crianças e que “o trabalho também visa a incentivar a realização de notificações de suspeita de violência pelos profissionais de saúde aos órgãos competentes”.
Os hospitais que fazem parte do projeto são:
Hospital da mulher Heloneida Studart (cidade de São João de Meriti);
Hospital da Mãe (cidade de Mesquita);
Hospital Estadual Albert Schweitzer e Hospital Estadual Rocha Faria (zona oeste do RJ);
Hospital Estadual Getulio Vargas e Hospital Estadual da Criança  (zona norte do RJ);
Hospital Estadual Azevedo Lima e Hospital Estadual Alberto Torres (região metropolitana do RJ);
Hospital Estadual Adão Pereira Nunes (região da Baixada Fluminense).

PSE - NSEC06 - SAÚDE PRESENTE NA C. M. SÔNIA MARIA ANGEL JONES

No dia 7 de março, estiveram na C. M. SÔNIA MARIA , ESF de Saúde Bucal da CMS NASCIMENTO GURGEL.
Foram mometos de alegria e animação.  foram 99 atendimentos entre escovação supervisionada, orientação quanto a escovação para equipe da escola e saúde bucal, teatrinho para os pequenos alunos e distribuição de Kits de escovação.
PSE garantindo o sorriso do futuro.




PSE - SAÚDE PRESENTE NA ESCOLA E NA CRECHE

Novo medicamento gratuito para hemofílicos

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Um novo medicamento de alta tecnologia no controle de sangramentos para pacientes com Hemofilia A estará disponível em até seis meses, gratuitamente, nos hemocentros do Brasil. A notícia foi anunciada pelo Ministério da Saúde.
O medicamento fator VIII recombinante tem a vantagem de não depender de doações de sangue, o que limita a produção. Falando nisso, o ministério garante que o Brasil conseguirá atender aproximadamente 90% dos portadores da doença, com exceção dos pacientes intolerantes ao tratamento, porque o medicamento passará a ser produzido no País.
A doença
A hemofilia é uma doença hemorrágica, de herança genética, que leva à perda de mobilidade do paciente. A forma mais grave da doença é caracterizada por sangramentos em uma mesma articulação, que pode levar ao dano articular e em alguns casos à invalidez.
Os portadores dependem de transfusões de sangue repetidas e da administração dos fatores de coagulação que eles não conseguem produzir. Nos hemofílicos do tipo A, o fator da coagulação que está faltando no corpo da pessoa é o fator VIII, e é esse que deve ser reposto.

PSE - NSEC06 - SAÚDE PRESENTE NO CIEP GLAUBER ROCHA

A ESF  do CMS NASCIMENTO GURGEL referência do CIEP GLAUBER ROCHA,  fez a sua 1ª ação com os alunos da Educação Infantil, foi um trabalho bem lúdico, com brincadeiras, historinhas; foi muito legal.
Eles são muito pequenos e ficaram encantados com a escovação, que a escola já faz, todos os dias, só potencializamos .
Estamos monitorando cada dentinho que está nascendo, pois ainda não têm a dentição de leite completa.
Estamos cuidando dos futuros sorrisos.



PSE - NSEC06 - SAÚDE PRESENTE NA ESCOLA

MANUAL SOBRE ADOLESCENTE COM HIV

Ministério da Saúde lançou Manual sobre adolescentes com HIV, leia e aprenda um pouco mais sobre esta doença e como orientar o adolescente para seguir corretamente o tratamento.

MUITO BOM - BIBLIOTECA: SCIELO disponibiliza acervo online

 http://elosdasaude.wordpress.com/
BIBLIOTECA: SciELO disponibiliza acervo online:
revista Trabalho, Educacao e Saude
O conteúdo está integrado à coleção SciELO Brasil e também pode ser consultado no site da própria revista. O acervo é composto por 10 volumes e 28 fascículos, que abrigam 344 textos, entre ensaios, artigos, relatos, entrevistas e resenhas. Publicada a cada quatro meses, a revista Trabalho, Educação e Saúde abre espaço para debates, análises e investigações, de caráter teórico ou aplicado, sobre temas relacionados à educação no campo da saúde. Desta forma, o periódico busca contribuir para qualificar as práticas de educação em saúde e constitui um rico material de consulta para profissionais, pesquisadores e estudantes da área.

PSE - NSEC06 - SAÚDE PRESENTE NA ESCOLA OTÁVIO KELLY

A equipe ESF do  NASCIMENTO GURGEL formada pelos ACS (REnata, Francicler, Antônio, Bianca e Denise) estiveram na ESCOLA MUNICIPAL OTÁVIO KELLY, localizada na Pavuna e realizaram nos dias 21,22 e 28 de fevereiro atividades de Promoção e Prevenção de Saúde Bucal.
Foram realizadas:
  1. Levantamento epidemiológico
  2. Escovação supervisionada
  3. Distribuição de Kits de Escovação
Gostamos muito de estar neste espaço educativo junto com equipe escolar (professores, funcionários, coordenador, merendeiras) que nos acolheu com muito carinho e  desenvolvemos a atividade proposta pra esta escola e sabemos que a Escola dará continuidade as ações de higiene combinadas.




Olha os olhinhos atentos!!
PSE - SAÚDE PRESENTE NA ESCOLA!

FIQUE SABENDO - Alterações repentinas nos pelos podem indicar problema hormonal

 http://g1.globo.com/


Alterações repentinas nos pelos podem indicar problema hormonal: Alterações repentinas nos pelos podem indicar problema hormonal
Excesso de pelos pode ter origem genética ou hormonal; veja como tratar. Especialistas explicam o que são e como tratar a hipertricose e o hirsutismo.

IDÉIA - Coelhinho da Páscoa de garrafa PET

 http://pedagogiccos.blogspot.com/
Gente olha que lindo!!!
Foi postado no Blog Pedagógicos e tem como fazer.  Parabéns pelo trabalho "Pedagógicos" , tem ajudado muita gente.
Coelhinho da Páscoa de garrafa PET:

Passo a passo:
http://o-bem-amado.blogspot.com.br/2012/02/coelho-da-pascoa-com-pet.html

PSE proporciona melhoria na qualidade de vida dos alunos

 http://www.blog.saude.gov.br/
 
“É chato brincar com os meus amiguinhos, porque na hora do pique-pega eu tenho que pedir para parar. Não dá para correr muito. Os meninos ficam falando que eu sou gordo e que eu não corro nada”, conta David Oliveira (7), que está com sobrepeso e será um dos 14 milhões de estudantes que devem ser atendidos pelo Programa Saúde na Escola.
Os resultados para quem já vivenciou a experiência do programa em sua escola são exitosos. Um exemplo é o da aluna do Centro de Ensino 01 de Sobradinho (DF), Graycy Lis da Silva, que relata como a experiência vivida no ano passado foi benéfica para ela e para os outros estudantes de sua escola: “Com o Saúde na Escola, a gente aprendeu que obesidade tem tratamento. Existiam lá na escola pessoas obesas e todas elas foram encaminhadas para o tratamento. Antes elas não rendiam bem, por causa desse fato da obesidade, agora essas pessoas começaram a render e se tratar e obtiveram melhoras. Já é bem perceptível a melhora”, conta a estudante.
A Semana de Mobilização Saúde na Escola deste ano começou nesta segunda-feira (11) e vai até a próxima sexta (15). A ação, que tem como foco a prevenção da obesidade e o cuidado com a saúde ocular, faz parte do Programa Saúde na Escola (PSE) e é desenvolvida em conjunto com o Ministério da Educação.
A coordenadora de Programa Saúde na Escola, Thaís Silva, destaca a importância da iniciativa para a saúde dos alunos de todo o país. “A semana Saúde na Escola tem o intuito de fazer um grande momento de mobilização comunitário, envolvendo escola, saúde, estudante e sociedade, chamando a atenção para a saúde dos educandos. Este ano, a ação tem como tema a saúde ocular e prevenção da obesidade. São fatores muito importantes de saúde, que auxiliam na prevenção de doenças crônicas no futuro”, explica a coordenadora.
As mudanças proporcionadas pelo Programa Saúde na Escola não ficaram apenas no ambiente escolar. Elas chegaram até a casa de Rosilene da Silva Mathias Gomes. No ano passado, seu filho foi diagnosticado pela equipe de Atenção Básica de Sobradinho e com as orientações passadas por eles houve mudanças nos hábitos de toda a família. “Depois da ação, o meu filho começou a comer frutas, eliminou peso e melhorou o colesterol. A equipe passou um roteiro nutricional e todos nós aderimos à alimentação proposta. No final das contas, o Saúde na Escola melhorou a saúde de toda a família”, destaca ela.
Esta é a segunda edição da Semana de Mobilização Saúde na Escola. Neste ano, além dos alunos do ensino fundamental e médio, também participarão da triagem os estudantes das creches e pré-escolas, numa iniciativa integrada ao Brasil Carinhoso. Após as avaliações feitas durante semana, as visitas dos profissionais de saúde permanecem ao longo do ano letivo para acompanhamento.
Saúde na Escola - O Programa Saúde na Escola visa promover atenção integral à saúde de crianças, adolescentes e jovens do ensino público por meio de ações de prevenção, promoção, atenção e formação. As atividades são realizadas de forma articulada entre as equipes de saúde da Atenção Básica e os trabalhadores da educação nos estabelecimentos de ensino. As ações do PSE são realizadas ao longo do ano letivo.
Em 2012, durante todo o ano, 2.495 municípios aderiram ao PSE, contemplando 56.157 escolas e envolvendo 14.439 Equipes de Saúde da Família. Quase 12 milhões de educandos foram beneficiados pelas ações. O investimento total chegou a R$ 120 milhões.
Ilana Paiva / Blog da Saúde, com informações da Agência Saúde

Semana da Saúde na Escola foi lançada nesta segunda-feira (11) em Brasília



Veja como foi o lançamento da Semana de Saúde na Escola em Brasília, pelo Ministro da Saúde - Alexandre Padilha.