domingo, 21 de novembro de 2010

Fantástico: Novo quadro Turma 1901 estreia neste domingo, dia 21

Projeto idealizado por Zeca Camargo traz adolescentes pensando no futuro


O Fantástico estreia neste domingo, dia 21, às 20h45, logo após Domingão do Faustão, na Rede Globo, o novo quadro Turma 1901. Projeto idealizado pelo apresentador Zeca Camargo, a série mostra como os adolescentes que não nasceram em berço de ouro e estudam em escola pública estão se preparando para o futuro, quais são seus sonhos, objetivos e planos para a carreira. Quem vai passar de ano? O que o futuro reserva para eles?

Zeca Camargo e equipe do Fantástico com turma 1901
Zeca Camargo e equipe do Fantástico com a turma 1901 (Foto: TV Globo / Divulgação)
Para descobrir o que essa nova geração pensa, como se diverte, se apaixona,
se relaciona com os pais e como eles estudam, a equipe do Fantástico acompanha
desde o início do ano o dia a dia dos alunos do nono ano do ensino fundamental
de uma escola pública da Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro.

(No vídeo ao lado, conheça a turma 1901)

O quadro conta as histórias da professora Mirza e de seus alunos da turma 1901 e mergulha mais a fundo na vida de quatro alunos da sala. Os escolhidos foram Dandara, Patrick, Camila e Rodrigo, todos por volta dos 15 anos. O que seus pais e seus irmãos esperam deles? Como é a vida em casa e na vizinhança? Como eles se relacionam com os amigos na escola?

Turma 1901 e professora Mirza
Turma 1901 e professora Mirza (Foto: TV Globo / Tainá Bilate)

A partir do próximo domingo, dia 21, o Fantástico começa a apresentar o

quadro Turma 1901 e acompanha todas as dúvidas, incertezas e esperanças desses alunos.

Prefeitura entrega primeiras ruas beneficiadas pelo Bairro Maravilha na Zona Norte

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Município inicia obras do Morar Carioca na Zona Norte

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A Educação foi tema da 6ª edição do FalaTas, ciclo de palestras apresentado por Marcelo Tas na UNIBH

A Educação foi tema da 6ª edição do FalaTas, ciclo de palestras apresentado por Marcelo Tas na UNIBH: "Nesta quinta-feira (18), Mozart Neves Ramos, conselheiro do Todos Pela Educação, Silvio Meira, Professor de Engenharia de Software da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e Paulo Barone, professor da Universidade Federal de Juiz de Fora, participaram do Ciclo de Debates UNIBH e Marcelo Tas (FalaTas), num debate sobre a Educação e os desafios da nova [...]"

Vejam todo o debate, está muito legal!

Porta Balas Papai Noel

Porta Balas Papai Noel: "


Molde para porta balas do Papai Noel.

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Presepio para montar

Presepio para montar: "












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Premiar pelo mérito é tendência inexorável do serviço público, diz Fichtner

Premiar pelo mérito é tendência inexorável do serviço público, diz Fichtner: "Na segunda parte de sua entrevista à Folha, o senador Regis Fichtner defende o modelo de gestão com estipulação de metas e premiação a seu cumprimento que implementou no governo do Rio.
Ele saúda a Olimpíada de 2016 por juntar a "fome com a vontade de comer", ao obrigar o Estado a concluir obras de infraestrutura, e revela a expectativa de que Luiz Inácio Lula da Silva ou Dilma Rousseff vetem a lei que retira recursos da exploração de pré-sal do Rio.
"Nenhum presidente com um mínimo de responsabilidade quebraria o Rio", diz.
Leia mais (21/11/2010 - 02h30)"

A Menina no País das Maravilhas (Phoebe in Wonderland)

A Menina no País das Maravilhas (Phoebe in Wonderland): "

A Menina no País das Maravilhas (Phoebe in Wonderland)

julho 11, 2009 por LELLA
a-menina-no-pais-das-maravilhasSensível! Emocionante! Maravilhoso! Essas, são algumas das expressões que me veio ao término de ‘A Menina no País das Maravilhas‘. Porque ao longo do filme, me emocionei muito com Phoebe (Elle Fanning). Como também cheguei a ficar com raiva da mãe dela, Hillary (Hillary Lichten), numa cena com o psiquiatra.
aliceNão entendo porque um filme como esse, chega ao Brasil direto em Dvd. Poderia também ser exibido em Cinemas. Até para ganhar uma maior divulgação. Principalmente para os Professores apresentarem essa obra de Lewis Carroll – ‘Alice no País das Maravilhas‘ -, às crianças. O filme, além de introduzir a história de maneira ímpar, aborda outros temas. Mas ainda dentro desse universo, ‘Alice’ leva a criança a discernir qual será o seu papel de fato no mundo tão cheio de convenções. Em não perder-se da sua essência. O ‘Quem é você?‘ em cada situação de sua vida.
Um outro tema abordado, o bullying, eu ressalto sempre que vejo num filme. Fica numa esperança de limpar essa carga negativa nas novas gerações. Já que será mais difícil, nas outras. Em ‘A Menina no País das Maravilhas‘ há uma cena emocionante onde um ‘diferente’ é enfim integrado a turma…
Ainda dentro do universo escolar… Em ‘A Menina no País das Maravilhas‘ temos uma Escola castradora. Não é dado às crianças, o direito de perguntar, de questionar aquilo que ensinam. Para eles, a lei máxima é: ‘Siga as regras, e seja feliz‘. Mas feliz onde? Ou como? Onde ficaria o verdadeiro eu desse ser, ainda em formação? Limites, respeito às regras, devem vir de dentro. Saber escolher entre o certo e o errado não de forma arbitrária. E mais, podando o raciocínio, pode terminar fazendo que muitos vivam querendo sonhos quiméricos, sempre. Sem o menor planejamento. Na infância, a fantasia pode ser uma grande aliada para o futuro. Que em vez de castrar, o adulto deve acompanhar de perto.
Para Phoebe, a ajuda veio na nova Professora de Artes Dramáticas. Que iria encenar a obra de Lewis Carroll na Escola. Era a Miss Dodger (Patricia Clarkson). Alguém que veio abalar com toda aquela rigidez. Phoebe, ciente de que tem um problema, hesita por um tempo em candidatar-se a um papel na peça. Assim como muitas, quer ser a Alice. Um dos outros destaque, é que o papel da Rainha de Copas, será pretendido por um menino, o Jamie (Ian Colletti). O que dará margens a ser zoado pelos demais. Phoebe e Jamie, os ‘diferentes’, ficam amigos.
Coincidência, ou não, a mãe de Phoebe passa por um bloqueio criativo. Não está conseguindo escrever sobre o tema que escolheu para a sua dissertação. Que seria em cima da história de Lewis Carroll. Por esse, e outros problemas, termina por se culpar. Achando que a Phoebe está assim, por não lhe dar mais atenção. Nem se tocando que a filha caçula ressente da falta da atenção da mãe. E nesse universo familiar conflitante, o pai (Bill Pullman) se frustra que de onde aceitaram publicar seu livro, ele não será lido.
phoebe-in-wonderlandPhoebe clama por ajuda. Não sabe o que se passa consigo. Não tem controle do que faz, do que fala… o único lugar onde não se vê diferente, onde não sofre pressões, onde pode usar livremente a sua mente, a sua imaginação… é nesse mundo encantado. Mas que também pode ser real, se a tal peça teatral for realizada.
Alguns podem achar que estarei trazendo um spoiler, ao contar qual é o problema de Phoebe. Mas até pelo caráter educativo do qual gostaria que os Professores assistissem esse filme, pois podem ter alguém assim em Classe; até porque, pelo pouco que eu li, em cada cem pessoas, uma passa por isso. Como também, para quem tem alguém com isso na família. Ou até a própria pessoa… Enfim, direi. A Phoebe tem a Síndrome de Tourette. Tentei trazer um resumo, mas é preferível que vocês mesmo pesquisem. Para não tratar com superficialidade esse problema.
Eu, que o que motivou-me a ver esse filme foi por amar a Alice, de Carrol… me vi presenteada com esse excelente filme! Bravo Phoebe! E um outro a pequena grande atriz Elle Fanning!
Por: Valéria Miguez (LELLA).
A Menina no País das Maravilhas (Phoebe in Wonderland). 2008. EUA. Direção e Roteiro: Daniel Barnz. Elenco: Elle Fanning (Phoebe Lichten), Felicity Huffman (Hillary Lichten), Bill Pullman (Peter Lichten), Patricia Clarkson (Miss Dodger), Campbell Scott (Diretor Davis), Ian Colletti (Jamie), +Cast. Gênero: Drama, Família, Fantasia. Duração: 96 minutos.
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Este não tem link, precisa procurar nas locadoras.

Como Estrelas Na Terra-Toda Criança É Especial

Como Estrelas Na Terra-Toda Criança É Especial: "
BabaYaga Como Estrelas Na Terra Toda Criança É Especial   DVDRip XviD Legendado
Titulo Original: Taare Zameen Par – Every Child is Special
Título Traduzido: Como Estrelas Na Terra-Toda Criança É Especia
Gênero: Drama
Duração: 2h42min
Diretor: Aamir Khan
Ano de Lançamento: 2007
Uploader e Riper: BabaYaga
Taare Zameen Par – filme da produção de Bollywood – conta a história de uma criança que sofre com dislexia e custa a ser compreendida. Ishaan Awasthi, de 9 anos, já repetiu uma vez o terceiro período (no sistema educacional indiano) e corre o risco de repetir de novo. As letras dançam em sua frente, como diz, e não consegue acompanhar as aulas nem focar sua atenção. Seu pai acredita apenas na hipótese de falta de disciplina e trata Ishaan com muita rudez e falta de sensibilidade. Após serem chamados na escola para falar com a diretora, o pai do garoto decide levá-lo a um internato, sem que a mãe possa dar opinião alguma. Tal atitude só faz regredir em Ishaan a vontade de aprender e de ser uma criança. Ele visivelmente entra em depressão, sentindo falta da mãe, do irmão mais velho, da vida… e a filosofia do internato é a de disciplinar cavalos selvagens. Inesperadamente, um professor substituto de artes entra em cena e logo percebe que algo de errado estava pairando sobre Ishaan. Não demorou para que o diagnóstico de dislexia ficasse claro para ele, o que o leva a por em prática um ambicioso plano de resgatar aquele garoto que havia perdido sua réstia de luz e vontade de viver. O filme é uma obra prima do até então ator e produtor Aamir Khan.
Tamanho: 850 Mb
Resolução: 608 x 272
Frame Rate: 23 Fps
Formato: DVDRip
Qualidade de Audio: 10
Qualidade de Vídeo: 10
Codec do Vídeo: XviD
Codec do Áudio: Mp3
Idioma: Inglês/Hindu
Legenda PtBr


sábado, 20 de novembro de 2010

Árvore de Natal


A minha árvore



Passarinhos pousados na árvore trazendo os desejos de cada um de nós (e muitos que são de todos nós). Desejos renovados pelo espírito de Natal, que nos envolve a todos (eu custo a entender como tem gente que consegue não se entregar a ele, juro). Desejos que são nossos, da nossa família, do mundo todo - a paz, a tolerância, a justiça, o respeito, o amor... desejos que parecem tomar força nessa época e às vezes são tão neglicenciados em todos os outros meses do ano.

Para o meu Natal, eu quero que todos os desejos se realizem - os meus, os seus, os nossos. E que a gente não esqueça de correr atrás deles todos os meses do próximo ano.
É esse o espírito do meu Natal esse ano =)




:: os passarinhos foram feitos de papel reciclado - azul, turquesa e natural e as bordas são de marmitex, recortado e colado com cola quente, os lacinhos são de fita de voal
:: os cartões com fitinhas em vários tons de azul ficam ao lado da árvore para que cada um possa escrever o seu desejo e pendurar
:: arabescos no arremate, combinando com os da fita
:: os passarinhos, que receberam detalhes em caneta para artesanato prata
:: as bolas prateadas repousam no vaso, como um ninho
:: a guirlanda - base revestida com as sobras das marmitex e arrematada com a mesma fita do vaso
:: os desejos da minha família, que já repousam na árvore :)

Eu já tinha a árvore sintética, os cordões de bolinhas, as fitas, as bolas prateadas (tudo reciclado de natais passados). Sendo assim, para dar vida à minha árvore, só foi necessário comprar os papéis coloridos de 240gr (usei 10 de cada), um pacote de marmitex de alumínio (com 100 - 15 pilas - e ainda sobrou bastante que eu vou usar na cozinha), uma caneta prata para artesanato (3,00) e uma base para a guirlanda (6,00). Usei um vaso comum, do meu jardim, que enchi de cascalho para fixar a árvore. No vaso, usei uma faixa de papel alumínio e o laço foi fixado com cola quente. No mais, muiiiitas luzinhas (que também enfeitam minhas janelas :)

Agora é só fechar o cardápio do pré-natal e escolher duas receitas de bacalhau para o Natal.
Ai ai *suspiros*... amo muito tudo isso :)

– Enviado usando a Barra de Ferramentas Google"

PREPARANDO PARA A CHEGADA DO NATAL

3º dia temático 2010 Amigos da Escola

Um pouco do que aconteceu no dia temático 3 - Amigos da Escola - 2010

A má educação isola o país


"A garantia de nosso isolamento do resto do mundo está na educação de péssima qualidade"


Veja

19/11/2010 15:57

Texto
Claudio de Moura Castro

Foto: Divulgação
Foto: Claudio de Moura Castro

Claudio de Moura Castro: "Nossas universidades estão fora das listas das melhores, resultado da Cortina da Burrice"

A Revolução Russa propôs-se a criar o "paraíso socialista", cujo cardápio foi parido por intelectuais europeus. Na teoria, todos tinham direito a habitação, emprego, comida, escola e ópera. Mas a dieta era parca e o povão queria consumir mais. Daí a necessidade do que Churchill chamou de Cortina de Ferro, para não deixar que os russos bisbilhotassem o que consumia o mundo capitalista decadente. Para os xeretas, punições ferozes. Mas os seus líderes cometeram um erro, criaram também um estupendo sistema educativo para todos. Foi uma besteira, pois não houve maneiras de impedir um povo educado de ver o que acontecia do lado de fora. O resultado foi a estrepitosa queda do Muro de Berlim.

Os governantes brasileiros fizeram muito melhor. Abriram tudo, viaja-se à vontade. Mas não cometeram o erro dos russos. A garantia de isolamento do país está em uma educação de péssima qualidade e a conta-gotas. Assim nasceu uma Cortina de Burrice, muito mais eficaz, pois somos um país isolado do resto do mundo. Os que se aventuram ao exterior vão à Disneylândia, um mero parque de diversões, ou a Miami, uma sucursal do Brasil.

Há pouco, em uma universidade de elite, pedi que levantassem as mãos os que confortavelmente liam inglês. Não vi nem um quinto das mãos do auditório. Eis a Cortina de Burrice em ação! Na Europa, a mesma pergunta levantaria todas as mãos. Os europeus passaram do bilinguismo para o trilinguismo. Na Islândia, são quatro idiomas. E o nosso controlador de voo que não sabia inglês!

Nossas universidades estão fora das listas das melhores, resultado da Cortina de Burrice, pois perdem pontos nos quesitos de internacionalização. Nas europeias, muitos cursos são oferecidos em inglês. Conheci um sueco que fez seu doutorado em Estocolmo, há quatro décadas. Quando entregou o primeiro trabalho, no seu idioma, foi interpelado pelo professor: "O senhor não terá futuro acadêmico, se continuar a escrever nesta língua!". Visitei a fábrica Seiko (japonesa) na China. A língua oficial era o inglês. O mesmo em Toulouse, na fábrica do Airbus.

O resultado do nosso isolamento é uma indústria provinciana que não toma conhecimento dos avanços alhures. Há esforços heroicos, como uma construtora brasileira que comprou uma empresa no Canadá, para mandar estagiar seus engenheiros. Assim veriam como se constrói lá. Mas é a exceção.

Ao lermos as descrições feitas por viajantes estrangeiros que passaram pelo Brasil, constatamos o primitivismo da nossa sociedade. Se a corte permanecia tosca, o interiorzão estava ainda mais distante do progresso social acumulado pela Europa, em 2 000 anos. Progredimos muito desde então. Mas as cicatrizes do atraso estão por todos os lados. Limitemo-nos a olhar os valores que a civilização ocidental amadureceu, em meio a guerras, perseguições e sangue. O que pode aprender um jovem que vai ao Primeiro Mundo, a fim de conviver com o povo, não com o guia nem com o motorista do ônibus do pacote turístico? Vejamos:

• O valor do futuro, de pensar no amanhã, ao invés do hoje (a essência da sustentabilidade do meio ambiente).

• O sentido de economia, de não esbanjar, de não se exibir, à custa do magro orçamento.

• O hábito automático de cumprir o prometido (um amigo tenista, no Rio, não encontrou os parceiros combinados para o dia seguinte. Em Washington, estavam lá para o compromisso combinado três semanas antes).

• Trabalho manual não é humilhante. Usar as mãos educa.

• Cumprir a lei, branda ou dura. Uma vez aprovada, é para valer.

• Respeito pelo próximo, no trânsito, no silêncio e em tudo o mais.

• Segurança pessoal (deixar o carro em um ermo e encontrá-lo ileso, no dia seguinte).

• Quem vigia tudo é a sociedade, mais do que a polícia.

• Profissionalismo. Há uma maneira melhor de fazer as coisas. O profissional a conhece e a aplica.

Desdenhamos tal herança e macaqueamos hábitos cretinos e modas tolas. Agora temos "delivery" de pizza e "sales" com preços imperdíveis. Importamos o crack, as tatuagens, o Big Brother e, de repente, saímos todos com uma garrafa de água mineral na mão, para socorrer uma súbita e fatal crise de sede, no quarteirão seguinte. Pelo menos as senhoras elegantes do Rio já não usam mais casacos de pele nas recepções.


* Claudio de Moura Castro é economista

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