sexta-feira, 20 de abril de 2012

E. M. ANA MARIA NA PREMIAÇÃO

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Meninas, Parabéns!!!
Vocês merece!!!
bjs
FOTO  DA PREMIAÇÃO:
NO ÚLTIMO DIA 11 DE ABRIL, ACONTECEU A CERIMÔNIA DE ENTREGA DO "PREMIO ANUAL DE QUALIDADE NA EDUCAÇÃO". NOSSA DIRETORA, A PROFESSORA DEISE DOMINGUES, ESTEVE PRESENTE AO EVENTO PARA RECEBER AS MERECIDAS HOMENAGENS. NA OPORTUNIDADE, ELA FOI FOTOGRAFADA JUNTO À SRA SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO CLAUDIA COSTIN. CONFIRA AS FOTOS!!!




PSE - II MOSTRA MUNICIPAL DE SAUDE NA ESCOLA E NA CRECHE DO RIO DE JANEIRO

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Vamos participar!!
II MOSTRA MUNICIPAL DE SAUDE NA ESCOLA E NA CRECHE DO RIO DE JANEIRO:

Objetivos:

1. Divulgar os trabalhos desenvolvidos pelos profissionais de saúde, educação e de assistência social com os escolares e comunidade escolar;
2. Promover intercâmbio de experiências exitosas.

DATA: 08/05/2012 (terça-feira)
HORÁRIO: das 9 às 13h
LOCAL: Tenda Paulo Freire do 10º Congresso Internacional da Rede Unida (espaço anexo ao Centro de Convenções Sul América - Cidade Nova)

Programação 

1) Espaço “Nosso Varal”
Um varal onde serão pendurados os trabalhos produzidos. Podem ser: fotos, desenhos, escritas, poesias, cartazes, ou outros registros realizados pelos/com escolares e/ou comunidade escolar.

2) Espaço “Fazendo Arte com Saúde”
Um espaço para apresentação de trabalhos pelos escolares/comunidade escolar, profissionais de saúde, profissionais da assistência social e/ou parceiros. As apresentações terão no máximo 10 minutos. Poderão ser apresentadas músicas, dramatizações, recital de poesias, danças, teatro, teatro de fantoches, contação de histórias, slide show, filmes, etc.

3) Espaço “Brincando com Saúde”
Exposição de jogos e brincadeiras utilizados pelos profissionais no seu dia a dia nas ações de promoção da saúde e prevenção no ambiente escolar, de modo que os participantes do evento possam interagir com os materiais educativos.

Solicitamos que as inscrições dos trabalhos sejam realizadas até o dia 27/04/2012 através do link:



CONTAMOS COM A PARTICIPAÇÃO DE TODOS!

quinta-feira, 19 de abril de 2012

ATENÇÃO!!!!VÍRUS DA DENGUE TORNA MOSQUITO MAIS FAMINTO

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VÍRUS DA DENGUE TORNA MOSQUITO MAIS FAMINTO:
Vírus que controla genes

A ilustração mostra a presença do vírus
da dengue no sistema sensorial do mosquito
(antenas e palpos) e nos órgãos de alimentação
(probóscide).[Imagem: Johns Hopkins]
Quando o mosquito Aedes aegypti é infectado com o vírus da dengue, o vírus induz alterações genéticas que aumentam sua fome e sua capacidade de se alimentar.

Segundo os cientistas da Universidade Johns Hopkins (EUA), que fizeram a descoberta, isso torna o pernilongo mais propenso a espalhar a doença para os seres humanos.

Especificamente, eles descobriram que a infecção do vírus da dengue na glândula salivar do mosquito desencadeia uma resposta que envolve genes de três grupos: do sistema imunológico do inseto, do seu comportamento alimentar e da capacidade do mosquito para sentir odores.

Mosquito faminto

"Nosso estudo mostra que o vírus da dengue infecta os órgãos do mosquito, as glândulas salivares e as antenas, que são essenciais para encontrar e se alimentar [do sangue] de um hospedeiro humano," explicou George Dimopoulus, orientador do estudo.

Esta infecção "liga" genes associados à produção de proteínas que ajudam o animal a detectar odores.

"O vírus  pode, portanto, melhorar a capacidade do mosquito em procurar hospedeiros, e pode - pelo menos teoricamente - aumentar a eficiência de transmissão [do vírus], embora nós ainda não compreendamos totalmente as relações entre a eficiência na alimentação e a transmissão do vírus.

"Em outras palavras, um mosquito faminto com uma melhor capacidade para encontrar o alimento tem maior probabilidade de propagar o vírus da dengue," completou o pesquisador.

Genes influenciados pelo vírus

O estudo revelou que a infecção pelo vírus da dengue influencia 147 genes que atuam em vários processos, incluindo a transmissão do vírus, a imunidade, a alimentação por sangue e a busca de hospedeiros.

Análises subsequentes mostraram que silenciar - ou "desligar" - dois genes ligados à sensação de odores resulta na normalização da capacidade do mosquito em localizar novas fontes de alimentação.

"Demonstramos pela primeira vez que um patógeno humano pode modular genes relacionados com a alimentação e com o comportamento do seu mosquito vetor, e o impacto disso sobre a transmissão da doença pode ser significativo," disse Dimopoulos.

Disponível em: <http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=virus-dengue-mosquito-mais-faminto&id=7591>.Acesso em: 18 abr. 2012

PSE - LONGEVIDADE

PSE -- PSF FAZENDA FAZ TRA NA E. M. VIRGÍLIO FCO MONTEIRO

Escola Municipal Virgílio Francisco Monteiro, recebeu a equipe do PSF Fazenda Botafogo nos dias: 11, 12 e 18 de abril fazendo avaliação epidemiológica e TRA.


 Diminuindo a Cárie Dentária no nosso território.
Parabéns, Equipe





Hospital vai aperfeiçoar cuidados a pacientes internados

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Hospital vai aperfeiçoar cuidados a pacientes internados:

Foto: Erasmo Salomão - ASCOM/MS
O Hospital Municipal Miguel Couto, no Rio de Janeiro, está montando uma equipe de resposta rápida. Formado por médicos e enfermeiros, o grupo terá objetivo de atender e dar resolutividade, ainda nas enfermarias, aos casos de pacientes que tenham algum agravamento do quadro durante a internação, evitando assim a necessidade do retorno desses doentes à emergência. A volta dos pacientes por agravo ao pronto-socorro – colaborando com o excesso de pacientes no setor – foi um dos problemas apontados no diagnóstico da unidade feito pelo S.O.S Emergências, ação do Ministério da Saúde em parceria com gestores municipais e estaduais.
Novos protocolos de conduta frente ao paciente que agrava já foram elaborados pelo Núcleo de Acesso e Qualidade Hospitalar (NAQH), instituído na unidade pelo S.O.S Emergências, e começam a ser apresentados em treinamento aos enfermeiros.
A proposta, segundo o diretor do Miguel Couto, Luiz Alexandre Essinger, é que esses profissionais sejam capacitados para fazer uma primeira identificação do motivo do agravamento, como uma hipoglicemia. Em seguida, em vez de levar o paciente à emergência – como acontece atualmente – são acionados os médicos da equipe de resposta rápida que farão um levantamento do caso. E, já com o resultado do monitoramento inicial farão os procedimentos e prescrições necessários.
Estes protocolos de conduta frente ao paciente que tem estado de saúde agravado estão entre os de médico-assistenciais que, a princípio, serão revistos ou acrescentados pelo NAQH. O objetivo é criar padrões para os procedimentos médicos, dando maior segurança aos pacientes e reduzindo a possibilidade de ocorrência de erros de conduta médica. Outros já elaborados são os protocolos do tratamento da gangrena diabética e do acidente vascular cerebral (AVC) – hemorrágico e isquêmico.
Rede – O S.O.S. Emergências é uma ação estratégica do Ministério da Saúde, lançada em 2011 para qualificar e melhorar o atendimento das principais emergências que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Ela integra a Rede Saúde Toda Hora e, além do Miguel Couto, foi implantada no Hospital Estadual Albert Schweitzer, também no Rio de Janeiro, e em mais nove unidades de grande porte localizados em oito capitais. Todos os hospitais selecionados são referências regionais, possuem pronto-socorro e realizam grande número de internações e atendimentos ambulatoriais. A meta é que até 2014 o S.O.S Emergências atinja os 40 maiores prontos-socorros brasileiros, em 26 estados e no Distrito Federal.
Fonte: Elaine Duim /Agência Saúde

26/04 DIA NACIONAL DE PREVENÇÃO E COMBATE À HIPERTENSÃO ARTERIAL

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26/04 DIA NACIONAL DE PREVENÇÃO E COMBATE À HIPERTENSÃO ARTERIAL:

O que é a Hipertensão Arterial?
Hipertensão arterial ou pressão alta ocorre quando a pressão sistólica (pressão arterial quando o coração se contrai bombeando o sangue) em repouso é superior a 140 mm Hg ou quando a pressão diastólica (quando o coração relaxa entre duas batidas) em repouso é superior 90 mm Hg ou ambos.

A hipertensão, embora pouco conhecida, atinge uma média de 20% a 25% da população brasileira, sendo que esta estatística sobe para 50% nas faixas etárias mais avançadas. A Organização Mundial de Saúde (OMS) apontou-a como uma das 10 principais causas de morte no mundo. Além disso, a hipertensão é um fator agravante para as doenças cardiovasculares – a número um em causa de mortes no planeta.

Por ser um grave problema na idade adulta é que a prevenção deve começar desde a infância. Irritabilidade, ganho de peso e crescimento inadequados, cansaço excessivo durante as mamadas e os exercícios físicos são sintomas da Hipertensão Arterial. Porém, na maioria dos casos, a criança não apresenta indícios da doença.
Tipos de hipertensão
Existem dois tipos de hipertensão arterial (HA): hipertensão primária e secundária. A HA primária caracteriza-se por não apresentar uma causa conhecida, enquanto na HA secundária já é possível identificar uma causa para a hipertensão, como por exemplo problemas renais, problemas na artéria aorta, tumores (feocromocitoma) e algumas doenças endocrinológicas.
Diagnóstico
O ideal é medir a pressão pelo menos a cada seis meses, ou com intervalo máximo de um ano. Assim é possível se diagnosticar a doença tão logo ela surja. A pressão considerada normal está abaixo de 13 por 8,5. A faixa de risco está entre 13 por 8,5 e 13,9 por 8,9. Hipertenso é todo indivíduo que tenha pressão igual ou acima de 14 por 9.
Prevenção
Como medida de prevenção, deve-se controlar os fatores de risco, como o excesso de peso, sedentarismo, elevada ingestão de sal, baixa ingestão de potássio e consumo excessivo de álcool e, em alguns casos, intolerância à glicose e diabete, tabagismo, estresse e menopausa.
A doença tem tratamento, mas não cura, o que acaba onerando, em muito, os gastos pessoais do doente e o investimento do serviço público de saúde.

Doença silenciosa, ela ocorre porque os vasos nos quais o sangue circula se contraem e fazem com que a pressão do sangue se eleve. Essa elevação da pressão acaba causando danos à camada interna dos vasos, fazendo com que se tornem endurecidos e estreitados, podendo, com o passar dos anos, entupir ou romper-se. Isso pode levar a problemas sérios, como Angina e Infarto,"derrame cerebral" ou AVC, e a paralisação dos rins.


AGENDA: AÇÃO NOS BAIRROS CONTRA A DENGUE - AÇÃO SIMULTÂNEA

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AGENDA: AÇÃO NOS BAIRROS CONTRA A DENGUE - AÇÃO SIMULTÂNEA:
A Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil realizará mais uma edição do projeto “Ação nos Bairros contra a Dengue”, dessa vez de forma simultânea nas 10 Áreas Programáticas da cidade (AP). As ações acontecerão no próximo sábado, dia 21 de abril, das 09 às 14h.

Os agentes de vigilância em saúde realizarão vistoria domiciliar, inspeção/tratamento/eliminação de criadouros do mosquito transmissor da doença. Além destas atividades, serão montados estandes onde serão dadas orientações de prevenção e outras abordagens.

Além dos pontos centrais (ver quadro abaixo), acontecerão ações complementares em diversos outros bairros da cidade.

AP: 1.0
BAIRRO: SÃO CRISTÓVÃO
LOCAL: RUA MARECHAL
INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES: JARDIM UPP DO TUIUTI
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AP: 2.1
BAIRRO: COPACABANA/BAIRRO PEIXOTO
LOCAL: COMUNIDADE TABAJARA/CABRITOS
INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES: PONTO CENTRAL: RUA SIQUEIRA CAMPOS, AO LADO DA ESTAÇÃO DO METRÔ
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AP: 2.2
BAIRRO: TIJUCA
LOCAL: LARGO DA USINA 
INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES: A AÇÃO ATINGIRÁ TAMBÉM A COMUNIDADE DO CATRAMBI
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AP: 3.1
BAIRRO: PENHA 
LOCAL: COMUNIDADES QUATRO BICAS, VILA CRUZEIRO E MERENDIBE 
INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES: PONTO CENTRAL: EM FRENTE A CF FELIPE CARDOZO
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AP: 3.2
BAIRRO: INHAUMA 
LOCAL: PÇ. 24 DE OUTUBRO 
INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES: EM FRENTE AO MERCADO INTERCONTINENTAL, NA EST. ADEMAR BEBIANO
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AP: 3.3
BAIRRO: OSWALDO CRUZ 
LOCAL: PRAÇA JAGUARE 
INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES: EM FRENTE A E. M. WALDEMAR FALCÃO
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AP: 4.0
BAIRRO: PÇ.SECA 
LOCAL: PÇ. BARÃO DA TAQUARA
INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES:
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AP: 5.1
BAIRRO: BANGU 
LOCAL: CALÇADÃO DE BANGU 
INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES: EM FRENTE AO SUPERMERCADO GUANABARA
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AP: 5.2
BAIRRO: GUARATIBA 
LOCAL: COMUNIDADE PIRAQUÊ 
INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES: EST. DA MATRIZ, S/N, LARGO DO PIRAQUÊ
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AP: 5.3
BAIRRO: SANTA CRUZ
LOCAL: PÇ. DA AREIA BRANCA
INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES: EM FRENTE À CF JOSÉ ANTÔNIO CIRAUDO

PSE - Pediatra dá dicas de como aliviar o incômodo nos bebês depois da proibição de medicamento

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Pediatra dá dicas de como aliviar o incômodo nos bebês depois da proibição de medicamento:

Foto: Corbis Images
Depois de muitos anos no mercado, a Funchicórea, medicamento utilizado para cólica de bebês não está mais disponível para venda em farmácias do País. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) cancelou nesta semana o registro do produto por não ter eficácia comprovada. Mas as mamães que contavam com o remédio para amenizar a cólica dos seus bebês não precisam se preocupar.
A pediatra do Grupo Hospitalar Conceição, no Rio Grande do Sul, ligado ao Ministério da Saúde, Aglae Maraschin, dá dicas do que fazer nessas horas. ”O que mais funciona são medidas gerais. Aquecer a barriguinha com uma bolsinha morninha, fazer massagem no sentido horário, fazer tipo bicicletinhas, esticar as perninhas contra a barriguinha, eles vão eliminar uns punzinhos e vai aliviar a cólica. Outra coisa que ajuda muito é o peito, o seio materno, porque o leite é melhor para o neném. Alguns leites e as fórmulas podem dar mais cólica porque eles constipam mais o neném do que o leite materno. Normalmente não se usa medicação, em último caso pode usar uma simeticona mas não funciona muito.”
Aglae Maraschin conta ainda que na hora da cólica é preciso que os pais ajam com paciência e tranquilidade. Segundo ela, o nervosismo agrava ainda mais a dor da criança. Além disso, a mãe precisa estar atenta à alimentação. A pediatra conta o que se deve evitar comer durante a amamentação. “A alimentação da mãe é normal. Ela vai evitar alimentos muito temperados, muito condimento, pimenta, katchup, mostarda, bebidas que tenham cafeína, refrigerantes tipo cola, café preto, chá preto e chocolate. Evitar também o leite em excesso porque tem mães que durante a amamentação não conseguem se alimentar adequadamente e substituem o almoço por batida, janta por iogurte. Isso é ruim. Tem que ter alimentação, comida normal, almoço, janta, café da manhã, lanche.”
A pediatra explica que caso a cólica não passe mesmo depois de seguir todas as orientações médicas é preciso procurar imediatamente um especialista.
Fonte: Amanda Mendes / Web Rádio Saúde

Anvisa disponibiliza novas bulas no Bulário Eletrônico

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Anvisa disponibiliza novas bulas no Bulário Eletrônico:
A partir desta quarta-feira (18/4), o Bulário Eletrônico da Anvisa contará com mais 135 bulas de medicamentos. Já seguindo as novas regras contidas na RDC 47/09, as bulas têm letras maiores, texto mais simples para o paciente e conteúdo revisado.
Para dar mais celeridade ao processo de análise de bulas adequadas às novas regras (RDC 47/09) e aumentar o número de bulas publicadas no Bulário, a Anvisa estuda estabelecer parceria com Universidades Federais do Brasil. Nesta quarta e quinta-feira (18 e 19/4), a Equipe do Projeto Bulas e Rótulos da Gerência Geral de Medicamentos está reunida com professores de faculdades de farmácia e de outras áreas da saúde para a construção do método de trabalho.
O Bulário também está disponível em nova versão, concebida para facilitar a pesquisa. Ao digitar as primeiras três letras do nome do medicamento ou do nome do principio ativo, aparecerão todos os nomes que se encontram cadastrados na base até o momento. Assim, basta escolher uma das opções. A ferramenta de Busca Avançada também pode ajudar a filtrar a pesquisa na base de bulas.
Outra novidade do Bulário é a disponibilização do histórico de atualizações, onde é possível visualizar todas as versões de bulas do medicamento, da mais recente até a mais antiga. Para cada uma é possível verificar: a data de aprovação pela Anvisa; quais itens foram atualizados; e, caso seja uma Bula Padrão, se as alterações devem ser consideradas nas bulas dos medicamentos que a seguem.
Mais detalhes podem ser verificados em:
Como acessar e localizar bulas no Bulário Eletrônico?
Fonte: Anvisa

GRUPO DE ADOLESCENTES.

http://smsdc-cms-flaviocouto.blogspot.com/
GRUPO DE ADOLESCENTES.:

QUER SABER SOBRE SEXUALIDADE, ALCOOL E DROGAS, QUER FICAR ANTENADO DE COMO CUIDAR DA SUA SAÚDE, SER DESCOLADO MAS RESPONSAVEL. VENHA PARTICIPAR COM A GENTE DO GRUPO DE ADOLESCENTES.

O ENFERMEIRO MARCELO, A ENFERMEIRA ELDA, A ASSISTENTE SOCIAL ROSELAINE
 A ACS RITA E IZABEL




ESTAMOS ESPERANDO VOCES.

E.M.Thomas Jefferson 06.25.023: Vamos ler!!!

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Passar o gosto pela leitura para os alunos é tudo de bom!!!
Parabéns!!!

E.M.Thomas Jefferson 06.25.023: Vamos ler!!!: Segundo Monteiro Lobato, "um país se faz com homens e livros" ... E na Thomas Jefferson não poderia ser diferente! Exatamente no dia nac...

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Cadastro de doadores de medula óssea oferece oportunidade única de salvar vidas

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Cadastro de doadores de medula óssea oferece oportunidade única de salvar vidas:
Pacientes com doenças que afetam as células do sangue, como leucemia e linfoma, esperam por alguém que possa lhes devolver a esperança de uma vida normal. Para os que sentem necessidade de fazer algo por essas pessoas, existe uma opção. Basta se cadastrar no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome) e se tornar um possível doador. Quando um paciente necessita de transplante e não possui um doador na família, esse cadastro é consultado. Se for encontrado um doador compatível, ele será convidado a fazer a doação.
Flávia Piovani Afonso, 27 anos, estudante de Engenharia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), é um exemplo a ser seguido. Em 2005, ela se cadastrou no Redome durante uma campanha de doação de sangue do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) na universidade. Um ano depois, foi procurada pelo INCA. Ela era compatível com uma pessoa que esperava pela doação de medula óssea. “Eu tinha medo, tinha dúvidas, não sabia se exatamente o que iam tirar de mim. Depois que fui orientada, entendi o que aconteceria e fiquei tranquila”.
Comuns a outros doadores, o sentimento de solidariedade e a chance de proteger uma vida marcaram a trajetória de Flávia. “Se tivesse que fazer de novo, eu faria. Não dói nem tira pedaço. Você saber que ajudou a salvar uma vida é uma sensação única”, conta a estudante. “Minha mãe até hoje fala sobre a importância da doação que fiz. Eu costumo lembrar aos que estão próximos que a gente nunca sabe se amanhã um de nós também irá precisar de um transplante”.
O transplante de medula óssea é um procedimento no qual o doador se submete à retirada de um líquido que ocupa o interior dos ossos. Para a realização do procedimento, é necessária a compatibilidade entre as células do doador e do receptor, que é, em média, de uma em 100 mil.
A doação pode ser feita de três maneiras. A mais comum é por meio de punções, realizadas em centro cirúrgico, sob anestesia, com agulhas nos ossos posteriores da bacia, onde é aspirada a medula. Retira-se um volume de medula do doador de, no máximo, 15%. O procedimento não causa qualquer prejuízo à saúde. Existe também a doação por sangue periférico, que foi o caso da estudante Flávia, e com o sangue de cordão umbilical, após consulta no Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário (BSCUP).
Amélia Trindade, nefrologista e coordenadora substituta do Sistema Nacional de Transplantes do Ministério da Saúde, explica que o método de punção é o mais comum porque garante o sucesso do tratamento. “A captação periférica é mais segura, porém demora um pouco mais e nem sempre é efetiva. Por isso, a grande maioria das equipes faz a coleta pelo osso. Essa decisão não é do doador, é resultado da avaliação de diversos fatores feita pela equipe médica”, afirma. De acordo com Amélia Trindade, este método é seguro e não provoca dor porque é feito sob anestesia. “Temos no Brasil o terceiro maior banco de doadores de medula óssea do mundo. São quase 2 milhões e 700 mil pessoas cadastradas”, afirma.
De acordo com o INCA, o número se deve aos investimentos e campanhas de sensibilização da população, promovidas pelo Ministério da Saúde. Essas campanhas mobilizam hemocentros, laboratórios, ONGs, instituições públicas e privadas e a sociedade em geral. Desde a criação do Redome, em 2000, o Sistema Único de Saúde (SUS) já investiu R$ 673 milhões na identificação de doadores para transplante de medula óssea. Os investimentos cresceram 4.308,51% de 2001 a 2009.
Seja um doador - Para se cadastrar, basta que o candidato tenha entre 18 e 55 anos e apresente boa saúde. O cadastro pode ser feito em um dos hemocentros dos estados. Na ocasião, será feita a coleta de uma amostra de sangue de 5 ml para testes que determinam as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente.
Os dados são inseridos no cadastro do Redome e, sempre que surgir um novo paciente, a compatibilidade será verificada. Uma vez confirmada, o doador será consultado para decidir quanto à doação. É recomendado, no entanto, que o candidato à doação esteja ciente do que se trata ao fazer o cadastro para evitar desistências ao ser convocado.
Fonte: Samuel Bessa/ Comunicação Interna do Ministério da Saúde

PSE NSEC 06 - Dores de cabeça podem estar ligadas à articulação que movimenta a boca

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Dores de cabeça podem estar ligadas à articulação que movimenta a boca:

Foto: Corbis Images
Como diferenciar dor de cabeça ou enxaqueca de outros problemas que apresentam sintomas parecidos? É o caso dos distúrbios ligados à ATM, articulação temporomandibular, responsável pela movimentação da boca. A maioria das pessoas não associa a dor de cabeça com algum problema na boca. Com isso, o tratamento não é realizado e a doença piora.
Segundo o coordenador da Saúde Bucal do Ministério da Saúde, Gilberto Pucca, uma das causas é o bruxismo, o ranger dos dentes enquanto a pessoa dorme e com o tempo gera o desgaste na superfície dos dentes. Pucca explica que essa articulação funciona como um amortecedor, por isso, é importante ficar atento a alguns sinais: ”Reparar se a articulação, quando você abre e fecha a boca, causa um estalo. Isso é um sinal de que pode estar iniciando algum tipo de problema nessa articulação. Quer dizer, se for só o estalo não há problema na medida em que não esteja acompanhando de dor, mas se a dor é persistente, se o diagnóstico é difícil, nós recomendamos também que a busca dessa causa pode ser um problema nessa articulação.”
O coordenador conta que o tratamento vai depender do diagnóstico de cada paciente: “Às vezes é preciso colocar o que nós chamamos de placa de mordida, que é uma placa que a pessoa dorme com ela para evitar que ela ranja os dentes durante à noite. Em quadros mais graves, às vezes, até pode ser indicado uma cirurgia, mas evidente isso em quadros mais avançados.”
Pucca afirma ainda que um problema na ATM pode levar a uma dor de cabeça crônica. Por esse motivo, reforça a importância da pessoa buscar orientação médica e odontológica para que o problema seja resolvido.
Fonte: Hortência Guedes / Web Rádio Saúde

Transplante de medula óssea é a esperança de portadores de leucemia

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Transplante de medula óssea é a esperança de portadores de leucemia:

Pedro busca um doador de medula óssea compatível. Foto: Blog Casa do Pedro
Pedro tem um ano e sete meses de vida e já passou por muita coisa. Próximo ao primeiro aniversário, ele foi diagnosticado com leucemia (doença maligna que atinge os glóbulos brancos e não tem origem conhecida) e desde então busca um doador compatível.
Aos seis meses de vida começaram os primeiros sintomas. As alergias comuns desde o nascimento se tornaram mais severas. Pedro aprendeu a andar, mas logo a doença o fez parar. Os primeiros atendimentos médicos foram realizados na rede privada, entretanto, assim que o diagnóstico da leucemia foi comprovado, o pequeno foi encaminhado para atendimento no Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira, do Hospital da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IPPMG/UFRJ).
A mãe de Pedro, Júlia Ribeiro, contou ao Blog da Saúde que ao chegar ao hospital já havia uma equipe médica à espera do bebê. “A maior parte do sucesso no tratamento do Pedro se deve ao atendimento recebido. No mesmo dia que ele chegou ao hospital já recebeu o medicamento que fez com que, quatro dias depois, os leucócitos já tivessem praticamente em níveis normais”.
Depois de feito um estudo sobre o tipo de leucemia que atinge Pedro, e comprovada a necessidade de um doador de medula óssea, ele foi inscrito no Sistema Nacional de Transplantes. Os pais, que não são doadores compatíveis, começaram a usar as redes sociais para incentivar outras pessoas a se cadastrarem no sistema e assim acharem uma pessoa compatível com Pedro.
Por meio do blog casadopedro.blogspot.com os pais do pequenino informam sobre o tratamento, dão dicas a outros pais, e fazem campanha em busca angariar mais doadores de medula. “Qualquer pessoa do mundo pode ser compatível com meu filho, mas a gente só vai saber se for atrás, buscar e fizer campanha”, ressalta Júlia.
Mas há pouco tempo a família passou por um drama. Em dezembro foi encontrado um doador compatível para o Pedro, e os exames pré-transplante começaram em janeiro. Porém, o doador desistiu do procedimento e Pedro continua a fazer a quimioterapia para combater a doença. Júlia ainda não entende direito o motivo da desistência. “É difícil a gente pensar que a pessoa desistiu”.
Atualmente Pedro está no final do processo quimioterápico. Mesmo tendo que ficar recluso em casa e passando por uma fase delicada da doença, ele já está mais forte e com os cabelos voltando a crescer. Júlia está grávida novamente e a esperança é de que o irmãozinho que está por vir possa ajudar na cura de Pedrinho.
Como se tornar um doador de Medula Óssea – Atualmente o Brasil possui o terceiro maior banco de doadores de medula do mundo. Para se tornar um doador de medula óssea basta ter entre 18 e 55 anos e estar em bom estado de saúde. É possível se cadastrar nos Hemocentros de todo o país.
Foi assim que a estudante Flávia Piovani se tornou doadora de medula óssea. Quando passou para engenharia na UERJ, em 2005, o trote proposto aos novos alunos era que todos fizessem uma doação de sangue e se cadastrassem voluntariamente como doadores de medula óssea no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME). “Em 2006 o Inca (Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva) me ligou dizendo que tinha um receptor e que eu podia ir lá para fazer os exames. Fui até o Inca e fiz mais um exame de sangue, para um estudo mais aprofundado e então comecei o processo”.
Existem três tipos de doação de medula: o de coleta de medula direto do osso da bacia, transplante de sangue periférico e o de utilização de cordão umbilical. A equipe médica é que define qual o melhor jeito de realizar a doação. O método mais comum é o de coleta da medula direto do osso. Neste procedimento fica garantida a quantidade suficiente de medula para realização do transplante. Este procedimento é feito em centro cirúrgico, sob anestesia peridural ou geral, e requer internação por um mínimo de 24 horas. Normalmente, os doadores retornam às suas atividades habituais depois da primeira semana.
O método escolhido por Flávia foi o do sangue periférico. Nele é feito uma filtragem do sangue, por meio de hemodiálise e de medicamentos, para limpeza e produção de glóbulos brancos suficientes para a doação.  “Enquanto eu tomava os remédios eu tive alguns sintomas como dores na lombar e dor de cabeça, mas nada que me prejudicasse”, ressalta a doadora.
A coordenadora substituta do Sistema Nacional de Transplantes, Amélia Trindade, explica que o método do sangue periférico é um pouco mais demorado porque tem que captar estas células do sangue. “Este método é o mais seguro de sucesso, porém nem sempre é efetivo”.
Flávia contou que não conheceu a pessoa para quem doou, mas que se sentiu muito orgulhosa em saber que ajudou a salvar uma vida. “Eu tinha muito medo, muitas dúvidas, eu não sabia se o que iam tirar de mim me faria falta. Hoje, eu tenho certeza que não me faz falta alguma. Depois de duas semanas eu voltei para fazer alguns exames para ver se depois da doação estava tudo normal. Estava tudo certinho. E eu posso ir lá outras vezes: quem sabe eu não dou a sorte de ser doadora de outra pessoa de novo?!”.
O transplante de medula óssea é a única esperança de cura para muitos portadores de leucemias e outras doenças do sangue.
Ilana Paiva / Blog da Saúde

As redes sociais do cérebro

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As redes sociais do cérebro:
A evolução do cérebro humano esteve associada às demandas da complexidade do ambiente social.
Provavelmente válida também para os demais primatas, essa ideia tem sido testada em sistemas experimentais. Nesses trabalhos, surgiram evidências de que determinadas regiões do cérebro são mais desenvolvidas em pessoas que mantém contato com maior número de parentes, amigos e colegas de trabalho.
Não sabemos, entretanto, se existe relação de causa e efeito entre essas variações anatômicas e a capacidade de estabelecer relacionamentos interpessoais. Em outras palavras, não sabemos se a interação com maior número de personagens cria novos neurônios e conexões que hipertrofiam determinadas partes do cérebro ou se indivíduos nos quais essas áreas são naturalmente hipertrofiadas têm mais habilidade para criar laços sociais.
Dois estudos publicados em 2009 demostraram que estímulos sensoriais e motores provocam alterações na anatomia do cérebro, mesmo na vida adulta. Por exemplo, aprender a usar uma nova ferramenta aumenta a densidade da massa cinzenta em certas regiões cerebrais dos macacos Rhesus.
Massa ou substância cinzenta é a camada de 2 mm a 6 mm que envolve a parte mais externa dos hemisférios cerebrais, como se fosse uma casca (daí o nome córtex cerebral). Nela estão localizados os corpos dos neurônios (os axônios), enquanto seus prolongamentos (os dendritos) penetram a substância branca para conectar-se uns aos outros (as sinapses).
A integridade dos neurônios do córtex é essencial para a coordenação do pensamento, dos movimentos voluntários, da linguagem, da percepção e do julgamento.
Em Oxford, Jérôme Sallet e Matthew Rushworth realizaram um experimento com macacos Rhesus, para testar se o agrupamento altera a concentração de neurônios em estruturas ligadas ao controle de uma variedade de características envolvidas na convivência em sociedade.
O experimento foi realizado com 23 macacos (14 machos e 9 fêmeas) com 4,3 anos de idade, em média, alojados ao acaso em ambientes com dois a sete indivíduos. Apenas um ficou em local separado.
Depois de passar em média 15 meses em seu grupo, cada animal foi submetido à ressonância magnética para avaliar a configuração anatômica do cérebro, e confrontá-la com as características das interações grupais.
Os macacos mantidos em ambientes com maior número de indivíduos apresentaram hipertrofia da massa cinzenta em diversas partes do córtex do lobo temporal, que incluíam o sulco temporal superior. Neurônios desse sulco estão envolvidos no reconhecimento de faces, nos movimentos voluntários e na curiosidade pelo objeto da atenção alheia.
É provável que a hipertrofia cinzenta do sulco temporal superior tenha surgido em resposta à necessidade crescente de decodificar expressões, gestos e movimentos, à medida que aumentam o número e complexidade dos contatos interindividuais.
No ano passado, o grupo de Geraint Rees, da Universidade de Londres, mostrou que a densidade de massa cinzenta presente nesse mesmo sulco, em humanos, é proporcional ao número de participantes inscritos em suas redes no Facebook.
Nos animais alojados em grupos mais numerosos, a ressonância também revelou aumento de volume da massa cinzenta na amídala, estrutura situada na profundidade do lobo temporal, intimamente ligada às emoções.
Sob o comando da amídala, decidimos para que indivíduos e eventos devemos dirigir a atenção. Numa festa, é ela que nos orienta para evitarmos pessoas desagradáveis e nos aproximarmos das mais simpáticas.
Nos macacos que pertenciam aos grupos maiores houve ainda hipertrofia do córtex pré-frontal, área ligada à “teoria da mente”, isto é, ao reconhecimento de que outros podem ter intenções e valores diferentes dos nossos. O animal com maior volume de massa cinzenta pré-frontal tende a ser dominante.
Estudo publicado em 2011 revelou que a densidade de massa cinzenta na região pré-frontal humana, também está associada à hierarquia social.
Embora modificações na configuração das áreas descritas possam não ser a causa, mas simples consequência da complexidade dos relacionamentos interpessoais, está cada vez mais evidente que o cérebro é uma ferramenta social.

PSE NSEC 06 - Higiene íntima da mulher

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Higiene íntima da mulher:
Tanto quanto escovar os dentes e tomar banho, a higiene íntima deve fazer parte do cuidado pessoal diário. Além de eliminar odores, o asseio previne infecções e a proliferação de fungos, sobretudo nas mulheres, que têm anatomia genital mais recolhida.
A vagina possui proteção natural, promovida por uma população de bactérias do grupo Lactobacillus casei, que formam a chamada flora vaginal. Esses lactobacilos têm a função de converter a lactose e outros açúcares simples presentes na região em ácido láctico. Assim, o  pH (medida do nível de acidez) na região fica ácido, impedindo que  fungos e bactérias se proliferem, já que esses micro-organismos não conseguem sobreviver à acidez. Entretanto, sozinhos, os lactobacilos não conseguem proteger totalmente a vagina, e por isso faz-se necessária uma boa higiene adicional.
Embora muitos achem que tais cuidados são hábitos disseminados entre as mulheres o Dr. Paulo César Giraldo, professor titular de ginecologia da Unicamp, afirma que muitas delas não costumam limpar adequadamente as partes íntimas, ora por vergonha de se tocar, ora por não achar necessário. “Isso é uma falha, já que a proliferação de fungos e bactérias na vulva gera coceiras, irritações e corrimento”.
Mas atenção: higiene íntima não quer dizer higiene interna. A limpeza deve concentrar-se na região da vulva, sem ser direcionada para a vagina. “Comparada aos pequenos e grandes lábios, essa região possui menor acúmulo de gordura, portanto não há necessidade de higienização mais intensa, já que a adiposidade presente é suficiente para manter a vagina umidificada e não favorece o acúmulo de  sujeira. Além disso, essa região possui pH menos ácido (quanto mais ácido, maior o controle de bactérias e fungos) e o nível de acidez pode ser comprometido pelos jatos de água e por sabonetes alcalinos, eliminando a  proteção natural e facilitando a proliferação de micro-organismos nocivos”, explica Dr. Paulo.
A recomendação é que a higiene deve ser feita três vezes ao dia, de preferência com água, sabonete especial e usando somente os dedos. Esponjas, cotonetes ou qualquer outro apetrecho devem ser descartados, pois podem raspar a vulva e provocar ferimentosOs dedos oferecem maior mobilidade na hora da limpeza, o que é bastante importante para lavar o clitóris e retirar todo o esmegma, um resíduo branco formado pela combinação de células epiteliais, óleo e gordura genital. Na vulva, os movimentos devem ser leves e circulares. Depois, com os dedos na horizontal, a limpeza deve ser feita da vagina para o ânus, para que não haja contato do material retal com o genital”, explica Dr. César Fernandes, presidente da Sogesp (Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo).
Outra observação vai para o tipo de sabonete escolhido. Dr. Giraldo ressalta que as mulheres devem optar pelas versões feitas especialmente para a higiene íntima feminina. Esses produtos possuem o pH necessário (em torno de 5 ou 6) para manter a região equilibrada e evitar a proliferação de fungos e bactérias. Também deve ser dada preferência aos sabonetes líquidos, visto que os em barra são mais alcalinos e facilitam a contaminação, pois a mesma superfície acaba sendo compartilhada por diversas pessoas.
Nos casos em que uma rotina movimentada não permite o asseio constante, aconselha-se a limpeza com lenços umedecidos, para que restos de papel e sujeiras orgânicas não fiquem acumulados na vulva. “Prefira os lenços sem perfume, pois a fragrância pode irritar a pele. Vale lembrar que mesmo os lenços perfumados são mais adequados que o papel higiênico, que pode arranhar a vulva”, explica o Dr. Giraldo.
Os seios também merecem atenção especial na hora do banho. “Deve-se passar sabonete e secar muito bem a parte de baixo, nas ‘dobrinhas’, para que não fiquem sujos e úmidos, facilitando a proliferaçãode bactérias”, explica o Dr. Fernandes.
Durante a menstruação, uma das dicas mais importantes é remover constantemente os coágulos de sangue que se instalam na vulva.Em relação ao tempo de troca dos absorventes, ambos os especialistas defendem a mesma opinião: devem ser trocados de acordo com o fluxo menstrual da mulher. Caso seja intenso, a troca deve ser constante, preferencialmente de hora em hora.
Não é recomendável que o mesmo absorvente seja utilizado por muito tempo. O uso contínuo pode causar até isquemia, que é a interrupção de circulação sanguínea na região. Os absorventes do tipo interno só devem ser utilizados em ocasiões específicas, como na praia, por exemplo.
As peças íntimas (calcinha e sutiã) podem ser importantes aliados para manter o órgão sexual feminino seco e protegido. Os tecidos ideais são os mais arejados e com menor capacidade de absorver produtos de limpeza, como o sabão em pó utilizado para lavar as roupas. Ao contrário do que dizem, nem sempre o algodão é o melhor tipo de tecido para peças íntimas.  Apesar de serem mais macios e confortáveis, o que é ideal para praticar esportes, o algodão absorve mais resíduos do que outros materiais. Caso a mulher transpire bastante, resíduos do sabão utilizado na lavagem da roupa íntima podem ser liberados e acabar irritando a região.
Outra dica é usar roupas que permitam maior ventilação para a vagina, como saias e vestidos. No caso dos sutiãs, é melhor evitar os que possuam arame na parte inferior e os meias taças. Apesar de modelarem os seios, as peças desse tipo podem machucar a parte de baixo dos seios e, por serem mais vedados por conta do ferro, facilitam a proliferação das bactérias. O sutiã tem que ser firme, mas sem causar muita compressão.
Assim como a falta de higiene, o excesso de limpeza também pode trazer problemas. Os cuidados não devem levar mais de três minutos, caso contrário pode haver ressecamento e traumatismos na região vaginal. Em alguns momentos, como no período menstrual, depois de exercícios físicos e no pós-parto, o asseio deve ser feito com mais frequência , já que a região fica mais úmida, mas sempre com cautela, pois trata-se de uma região muito sensível.
Infecções consequentes
As três infecções genitais mais comuns decorrentes de falta de higiene são a tricomoníase, causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis, a garnderella, consequência da superpopulação de bactérias do tipo Gardnerella vaginalis, e, a mais conhecida, a candidíase, originada pelo fungo Candida albicans.
Os sintomas das infecções são facilmente percebidos e bastante parecidos. Geralmente, há corrimento intenso, de cor amarelada ou esverdeada, odor desagradável, prurido, coceira e, muitas vezes, sujeiras e manchas brancas, semelhantes à nata de leite, nas paredes da vulva.


Dicas de Professor... Cineclube nas Escolas

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Dicas de Professor... Cineclube nas Escolas:
DICAS SIMPLES PARA OS NOVOS CINECLUBISTAS DA REDE


Profª Ana Canavitsas*, na Sala do Cineclube de sua escola
(E.M. João Lyra Tavares)

"Vai aí uma dica pra quem quer incrementar o espaço [do Cineclube de sua escola].
Usei TNT preto nos murais e colei os cartazes de filmes da Multiro.
Depois vou colocar fotos de produções de filmes de nossa Escola".



O espaço da exibição sendo preparado...


Detalhe do mural do cineclube da E.M. João Lyra Tavares
(TNT preto e cartazes de filmes da MultiRio)



Postado por: Imaculada Conceição M. Marins
Fotos e dicas de: Ana Canavitsas, álbum do grupo "Movimento Cineclubista", Facebook.

PSE - SAÚDE MENTAL Emergência Psiquiátrica inicia no Hospital Municipal Lourenço Jorge - RJ


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Emergência Psiquiátrica inicia no Hospital Municipal Lourenço Jorge - RJ:
Na direção da reforma psiquiátrica Brasileira, no dia 16 de abril de 2012 foi aberto o serviço de emergência psiquiátrica no Hospital Municipal Lourenço Jorge. A unidade já contava com serviço de saúde mental que foi acrescido de recursos humanos para dar conta desta nova tarefa. Esta ação muda o fluxo da assistência à população nas áreas 4.0, 5.1, 5.2 e 5.3, que irá dispor de assistência também clínico-cirúrgica já realizada pela emergência do Lourenço Jorge, além da porta de entrada em saúde mental. Há 4 leitos para os pacientes que precisarem permanecer no serviço em caráter de curta permanência.

O Hospital Jurandyr Manfredini, historicamente a emergência responsável pelo atendimento de emergência em psiquiatria das mesmas áreas, passará a ser exclusivamente a unidade de retaguarda para os pacientes que precisarem de  internação.

EPIDEMIA DE DENGUE NO RIO DEVE SER ANUNCIADA EM BREVE, DIZ SECRETÁRIO

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 EPIDEMIA DE DENGUE NO RIO DEVE SER ANUNCIADA EM BREVE, DIZ SECRETÁRIO:
Hans Dohmann diz que meses de abril e maio são os mais críticos. Em relação à mortalidade, o resultado é inferior ao ano passado.

clique aqui e assista a entrevista
A prefeitura do Rio deve confirmar, nas próximas semanas, uma epidemia de dengue na capital fluminense, segundo o secretário municipal de Saúde, Hans Dohmann. “Com certeza confirmaremos a epidemia nas próximas semanas, isso está cada vez mais claro, como a gente anunciou desde o ano passado. Por isso, uma série de medidas foram tomadas. Em relação à mortalidade, aí sim a gente está com um resultado muito inferior em relação ao ano passado e em relação a epidemia de 2008”, afirmou o secretário em entrevista ao Bom Dia Rio.

Segundo o último balanço da secretaria de Saúde.Já são mais de 53.600 casos de dengue no estado.  Dez pessoas morreram, sendo 9 no município do Rio de Janeiro. De acordo com Dohmann, neste momento é preciso ter atenção dobrada, pois os meses de abril e maio são os mais críticos. “O grande momento agora são os próximos meses agora de abril e maio, onde os maiores números de casos vão se concentrar”, afirmou. Segundo a prefeitura do Rio, três regiões da cidade vivem um surto da dengue. A população dessas três áreas é de 1,7 milhão pessoas, mais de um quarto dos moradores do Rio.
Segundo Dohmann, é fundamental combater os focos, lembrando que dois terços das contaminações se dão em ambiente residencial. “ A qualquer sintoma, procurar os postos de saúde, as clínicas da família, os pólos de atendimento à dengue, logo no início, para que a gente possa iniciar o tratamento o mais rápido possível”, explicou o secretário. 

A prefeitura do Rio divide a cidade em áreas de planejamento. Em 3 delas já existe surto o doença, que é quando há mais de 300 casos por 100 mil habitantes em um único mês. Na região de Campo Grande, na Zona Oeste, que envolve outros quatro bairros, são mais de 657,5 casos por 100 mil habitantes. Na área de planejamento de Irajá, Madureira, Anchieta, Pavuna e outros 25 bairros, são 516,9 casos por 100 mil habitantes. Na região de Bangu, Realengo e mais 8 bairros a proporção supera 300 casos por 100 mil habitantes. Em todos esses bairros a prefeitura aumentou em 30% o número de funcionários nos pólos de atendimento a dengue, específicos para o tratamento da doença.

O número de casos identificados de janeiro até a semana passada ainda é bem menor que em 2008, quando ocorreu a última epidemia de dengue. Em 2008 foram registrados 92.737 casos de dengue, contra 40.252 identificados este ano. Mas já supera a quantidade registrada no mesmo período do ano passado, quando foram registrados 38.550.

De acordo com o secretário, como a prefeitura identificou essa possibilidade de epidemia, foi possível fazer um planejamento. “A gente vem reforçando, além desses 30%, ontem aumentamos a quantidade de auxiliares nos postos, para termos mais agilidade”, disse Dohmann, ressaltando que no próximo final de semana será realizada uma ação específica nas áreas que estão com surto de dengue.

Disponível em: <http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/04/epidemia-de-dengue-no-rio-deve-ser-anunciada-em-breve-diz-secretario.html>.Acesso em: 18 abr. 2012