domingo, 22 de abril de 2012

Dia da Terra – 22 de abril – um planeta de todos!

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Dia da Terra – 22 de abril – um planeta de todos!:
Hoje as comemorações se voltam para o Dia da Terra, uma data comemorada internacionalmente sempre no dia 22 de abril de cada ano, desde 1970. A criação e início de manifestações ligadas a preservação e consciência comum sobre a biodiversidade e problemas relacionados a ela faz referência ao ativista ambiental e senador norte-americano Gaylord Nelson, como seu idealizador.
Preocupações ambientais para proteger o planeta, discussões a respeito de preservação, extração, contaminação, agentes poluentes, políticas públicas e educação sócio ambiental entraram na pauta deste então, sempre fazendo referência à tomada de consciência dos recursos naturais do planeta e seu manejo, estimulando a participação de cidadãos ambientalmente responsáveis e conscientes.
As referências históricas contam que no primeiro ano de atividades em prol do Dia da Terra, duas mil universidades, dez mil escolas primárias e secundárias e centenas de comunidades interessadas participaram das manifestações. A pressão social teve seus sucessos e o governos dos Estados Unidos criaram a Agencia de Proteção Ambiental (Environmental Protection Agency) e uma série de leis destinadas à proteção do meio ambiente. No entanto, a data não é reconhecida oficialmente pela ONU – Organização das Nações Unidas.
“A Terra é nossa casa e a casa de todos os seres vivos. A Terra mesma está viva. Somos partes de um universo em evolução. Somos membros de uma comunidade de vida independente com uma magnífica diversidade de formas de vida e culturas. Nos sentimos humildes ante a beleza da Terra e compartilhamos uma reverência pela vida e as fontes do nosso ser…” (fonte: wikipedia)
E como falar sobre o Dia da Terra junto às crianças?! Afinal, elas são o foco de muitas campanhas publicitárias, entre elas as veiculadas pelos canais de TV a cabo, como o Discovery Kids que dedica sua programação de hoje a desenhos que abordam temas pertinentes.
Ficam algumas dicas úteis e simples para essa reflexão familiar:
  • Permitam que as crianças, a partir de idade e coordenação razoável, colaborem com a manutenção da casa, apagando luzes, auxiliando o descarte do lixo e a limpeza dos alimentos. Em relação ao lixo, orientar o destino diferenciado de cada material e estimular o reuso, a reciclagem é um bom modo de falar em educação ambiental;
  • Na cozinha a experiência ao lavar determinados utensílios ou uma fruta serve para que eles entendam como a água vai embora pelo ralo rapidamente e como podem moderar seu uso;
  • A escovação de dentes com a torneira fechada também cumpre essa função sobre moderar o desperdício de água;
  • Falar com os pequenos e adolescentes sobre a contaminação da água envolve contar a eles que não se descarta óleo de cozinha na pia poluindo a água e muitas entupindo os canos. Da mesma maneira remédios não devem ter jogados no lixo comum, tão pouco despejados no vaso sanitário;
  • Pilhas, baterias e ferramentas eletroeletrônicas devem ser levadas a depósitos destinados a esse fim, nunca destinados ao recolhimento de lixo orgânico ou doméstico. Do mesmo modo, devemos orientar os filhos sobre a contaminação de lixo hospitalar e drogas, encontrados indevidamente em qualquer nas grandes cidades brasileiras;
  • Apesar de distante da realidade de crianças de apartamento, falar sobre o assoreamento dos rios, quando da oportunidade de uma visita ao campo ou mesmo exibição de um documentário, é muito válido. Explicar que a retirada da mata em área de mangue e de árvores e vegetação próxima às margens compromete o equilíbrio do solo e a continuidade da fauna naquele local é mais do que recomendado;
  • Ensinar e aplicar desde cedo as boas notícias sobre o transporte coletivo e também alternativo pode enriquecer a infância dos pequenos, tornar mais prazeroso o dia a dia e realmente incentivá-los a pedalar, caminhar mais, conhecer a carona solidária e habituar-se aos ônibus, trens e metrôs;
  • Explicar às crianças sobre a existência e uso de recursos naturais como petróleo, energia elétrica, eólica e como são gerados ou explorados é uma forma de fazê-los compreender o universo ao seu redor, enriquecendo seu dia a dia e promovendo reflexões;
  • Numa brincadeira sobre letras (como por exemplo, que bicho começa com a letra A) e palavras (ou ainda, o antigo e nostálgico Stop) você pode propor aos filhos um “teste de conhecimento involuntário”, propondo descobrirem juntos o nome de animais, insetos, plantas e flores. Entre um momento e outro, vale reforçar temas como extinção, cadeia alimentar e afins;
  • Aplique e oriente seus filhos sobre o consumo de energia, mesmo que pequeno, de aparelhos em modo de descanso, que ficam ligados a noite e madrugada toda ou ainda em dias de folga e viagem. Vale sempre desligá-los, poupando a vida útil dos aparelhos inclusive em caso de variações da rede elétrica;
  • Ao levar seus filhos às compras ou voltando do mercado fale sobre as embalagens individualizadas, o consumo de encartes, sacolas plásticos e sobre a produção de lixo doméstico. Uma boa estratégia é rever o consumo doméstico e tentar alternar produtos, reduzir ou reutilizar;
  • Fale sobre as mudanças climáticas e inclua exemplos noticiados pela televisão e demais meios de comunicação, como quando ocorrem terremotos, enchentes, seca, furacões e tsunamis. Em geral as crianças acompanham a reação dos adultos sobre notícias alarmantes como estas e vale a pena explicar a elas como tudo acontece, mesmo que de modo lúdico ou resumido;
  • Evite comprar cosméticos, brinquedos ou outros produtos de interesse pessoal com excesso de invólucros / embalagens, pois eles acrescem valor ao produto final e na verdade serão descartados posteriormente;
  • Em festas infantis ou adultas, busque a utilização de menos itens descartáveis, usando utensílios da casa de modo criativo ou então reaproveitando o que puder, assim terá menos gasto e menos desperdício de papel, plástico e afins.
  • Muitas outras dicas ainda estão por aí, esperando que possamos aplicá-las. Contribua e deixe aqui sua sugestão!

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Políticas públicas de leitura devem incluir os professores

 http://portal.aprendiz.uol.com.br/
Políticas públicas de leitura devem incluir os professores:

Boldarine: "É necessário que os professores sejam leitores e bem instrumentalizados para que a prática da leitura seja bem realizada."
O aprendizado da leitura é uma prática formadora das relações, que ocorre na escola, mas também em casa, com a família, e nos demais ambientes sociais de convívio.
Nesta perspectiva educadora, a professora de História da Leitura, Rosária Boldarine, conversou com o Portal Aprendiz e lembrou que, embora longe de fazer parte do cotidiano do brasileiro, a leitura deve funcionar como aquisição de conhecimento. Em tempos de difusão maciça de informações, ela ressalta que “adquirir informação é bastante diferente de adquirir conhecimento”.
Boldarine, que é doutoranda em educação pela UNESP e atua na formação de docentes, acredita que as políticas públicas de leitura devem estar voltadas também aos professores. Para ela, “seria necessário um esforço significativo por parte do poder público na formação e aperfeiçoamento de professores de modo geral e os de língua portuguesa, em particular”.
Na entrevista concedida ao Portal Aprendiz, Boldarine fala ainda sobre a formação de novos leitores, a constituição do sistema escolar nacional e a leitura nas universidades. Confira abaixo os melhores trechos:
Portal Aprendiz – O que determina a escolha do que se lê?
Rosária Boldarine - Tudo depende do objetivo que se tem em determinado momento. A leitura pode ser realizada para aprofundamento de um determinado assunto, para melhor conhecer algo, para aquisição de cultura geral, para entretenimento. Porém, não basta ler indiscriminadamente, é necessário que se selecione a melhor leitura para cada objetivo. Este procedimento de seleção vai ficando cada vez mais fácil com a aquisição da competência leitora, que é a capacidade de estabelecer um diálogo com os textos que se lê.
Aprendiz – E no caso da sala de aula, para quem está descobrindo a leitura?
Boldarine - Imaginando o aluno que não está totalmente familiarizado com todos os tipos de leitura poderíamos pensar num trabalho que indicasse todas as possibilidades que a leitura apresenta e familiarizá-lo com os diferentes tipos de texto. Caso este procedimento seja bem realizado, a seleção do que se vai ler pode tornar-se mais natural.
Aprendiz – Lê-se por prazer?
Boldarine - É preciso ter em mente que ler é um processo bastante complexo. O prazer é uma sensação, pode ser que o leitor iniciante se paute apenas nesta sensação para escolher suas leituras, porém isto só não basta. Nem sempre podemos ler apenas aquilo que nos dá prazer, por exemplo, alguém que está escrevendo uma tese ou dissertação muitas vezes se depara com textos teóricos que apresentam um grande grau de dificuldade. Num primeiro momento a leitura não será prazerosa. Até que se consiga o entendimento do dito pelo autor pode haver sofrimento, porém o leitor competente saberá ultrapassar esta fase e atribuir sentido àquele texto. Aí entra a questão da necessidade. Talvez ao ter consciência de que nem sempre a leitura é por prazer o indivíduo consiga uma melhor prática leitora.
Aprendiz – Por que ainda lê-se, em média, menos no Brasil do que em outros países, até vizinhos, como Argentina e Uruguai?
Boldarine – Graças ao elitismo que sempre esteve presente no projeto de construção de nosso país,  fomos também um dos países mais lentos e atrasados na implementação de um sistema escolar que abrangesse o maior número possível de pessoas. Somente a partir dos anos de 1970 temos, no Brasil, um incrível movimento de democratização do acesso à escola. Porém este movimento não veio acompanhado de políticas institucionais eficazes para a boa formação. Diante da nova clientela ampliada, os programas institucionais não têm apresentado mostras de solucionar os problemas encontrados na alfabetização e no letramento; problemas que prosseguem durante todo o ensino fundamental e médio. Não basta apenas alfabetizar, o aluno deveria sair da escola com uma sólida formação, o que não temos visto. Isto talvez explique porque lemos tão pouco. A escola deveria, fundamentalmente, contribuir para o aumento do capital cultural dos alunos, propiciar aos alunos a percepção de que a leitura é mais do que apenas decorar um texto para responder questionários, mostrar que decodificar não significa ler. Deveria ser  estimular a visão da leitura como uma prática social.
Aprendiz – O acesso às obras bastam para se tornar um bom leitor? Por quê?
Boldarine – Não. A leitura tem que ser significativa, o leitor deve atribuir sentidos ao que lê. Com os programas institucionais o acesso aos livros ficou muito maior, todos os anos as escolas públicas recebem grandes quantidades de livros, tanto didáticos quanto paradidáticos. Porém, pelas últimas pesquisas, vemos que a leitura ainda está longe de fazer parte do cotidiano do brasileiro. Isto talvez se deva a falta de leitura que tenha sentido para o leitor. Não basta ler, o escrito tem que funcionar como aquisição de conhecimento. Se o leitor não vê sentido naquilo que lê, não adianta ter acesso a todas as obras disponíveis. Adquirir informação é bastante diferente de adquirir conhecimento.
Aprendiz – A escola pública brasileira é eficiente na formação de leitores? Qual sua avaliação das políticas públicas voltadas ao incentivo à leitura e postas em prática nas salas de aula do ensino básico hoje?
Boldarine - Creio que a questão das deficiências encontradas na leitura não seja um problema apenas da escola pública, mas da comunidade escolar em geral. A escola privada tem também muitas dificuldades em formar leitores competentes. A questão é que, como os alunos da escola privada apresentam um maior capital cultural anterior à entrada na escola, talvez haja certo mascaramento da situação. Não penso que, neste ponto, o abismo entre a escola pública e a privada seja tão grande. Com relação às políticas públicas, algumas medidas vêm sendo tomadas, mas pelo que observamos o alvo não está sendo atingido. Me parece que seria necessário um esforço significativo por parte do poder público na formação e aperfeiçoamento de professores de modo geral e os de língua portuguesa, em particular, para que a eficiência dos programas fosse maior. É necessário que os professores sejam leitores e bem instrumentalizados para que a prática da leitura seja bem realizada.
Aprendiz – Quais os maiores desafios para expandir a prática da leitura entre universitários?
Boldarine – Que a leitura fosse vista realmente como uma prática. Os alunos chegam à graduação sem a prática leitora, é um problema que vai sendo empurrado desde as séries iniciais até a graduação. O problema não é apenas ser um universitário que não lê, o problema é não ser um leitor. Logo, a questão é bem anterior à chegada na universidade. Se as políticas de incentivo à leitura fossem mais bem realizadas, possivelmente o desafio na universidade seria bem menor. Além disso, a leitura de excertos de textos e resumos, amplamente disseminados no meio universitário, também contribui para a pouca leitura. A leitura pode contribuir para o aumento da criticidade, pode propiciar um olhar que não permaneça no senso comum, fatores imprescindíveis para se entender e melhorar a sociedade. Papel que a universidade, ao que parece, também não está conseguindo cumprir.

Violência atinge 68% das escolas de Rio, Niterói e São Gonçalo

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Violência atinge 68% das escolas de Rio, Niterói e São Gonçalo:
RIO - Uma pesquisa da Universidade Federal Fluminense (UFF), feita em 13 escolas públicas e particulares do Rio e 40 de Niterói e São Gonçalo, identificou a ocorrência de casos constantes de violência em 68% das instituições pesquisadas, sendo que em 85% delas não havia psicólogos. Maus-tratos, brigas entre colegas e conflitos com professores foram as ocorrências mais comuns.
Realizada entre 2010 e 2011, a pesquisa será apresentada nesta segunda-feira (23) durante o 3º Ciclo Internacional de Conferências e Debates: Crises na Esfera Educativa - Violências, Políticas e o Papel do Pesquisador, na Faculdade de Educação da UFF, em Niterói. A pesquisa revelou que 53% dos entrevistados que disseram haver violência na escola apenas mencionaram existir algum tipo de violência, 11% disseram que a incidência de casos violentos é alta e 31%, que há violência, mas que é baixa.
A coordenadora da pesquisa, Marília Etienne Arreguy, doutora em saúde coletiva e professora de psicologia do Departamento de Fundamentos Pedagógicos da Faculdade de Educação da UFF ressaltou que, a partir dos dados qualitativos, que considera os mais relevantes, é possível identificar que, mesmo nas instituições em que o nível de violência é relatado como baixo, informações dadas pelos próprios entrevistados contradizem a afirmativa.
- Houve entrevistados que disseram que a violência era baixa e que o camburão da polícia só passava na escola de vez em quando - contou Marília.
Dentre as instituições pesquisadas, 45% eram estaduais, 35% municipais, 3% federais e 17% particulares. A pesquisadora lamentou a ausência de profissionais de psicologia e de assistência social dentro das escolas, sobretudo nas públicas, e concluiu que a violência crescente nessas instituições de ensino é acentuada pela falta de apoio aos alunos, na sua maioria, pobres:
- Alguns funcionários riram quando perguntados se havia psicólogos nas escolas e respondiam que, se faltava professor, ainda mais psicólogos. Apenas uma escola pública, no Rio, tinha um contingente minimamente razoável de psicólogos.
Segundo ela, na cidade do Rio, a situação é um pouco melhor que em Niterói e São Gonçalo, já que, na capital, existe contingente de psicólogos atuando nas coordenadorias regionais de educação.
De acordo com Marília, a maioria dos alunos considerados violentos é encaminhada para o serviço público de saúde e muitos parentes acabam não levando os filhos para a consulta com um psicólogo, por variados motivos, como falta de meios para pagar a condução, falta de tempo, por preconceito, filas de espera enormes para atendimento, falta de profissionais, entre outros:
- A violência é fundamentalmente social, contextual e humana. Essa agressividade inerente ao humano precisa ser trabalhada nas escolas para que ela não se transforme em violência e ajude o aluno a viver melhor. Esse trabalho não está sendo feito ou está sendo feito de modo ineficiente. Essas crianças estão sem assistência e acabam, muitas vezes, sendo medicadas, como se esse fosse apenas um problema do indivíduo.
O estudo mostra também que 73% dos profissionais entrevistados disseram ser a favor da ajuda de um psicólogo atuando em auxílio à educação. Muitos professores disseram ter sido agredidos e ameaçados por alunos.

Ciência sem Fronteiras com inscrições abertas para bolsas no exterior

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Ciência sem Fronteiras com inscrições abertas para bolsas no exterior:
Inscrições até 30 de abrilBrasília, 20/04/2012 - Universitários de instituições públicas e particulares que estão em cursos nas áreas de tecnologia e ciências podem se candidatar até 30 de abril a bolsas de estudos no exterior. Há vagas em universidades da Austrália, Bélgica, Canadá, Coreia do Sul, Espanha, Holanda e Portugal. São oferecidas, no total, 5.800 bolsas. Os editais podem ser consultados na página da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), no Programa Ciência sem Fronteiras.
As bolsas serão na modalidade sanduíche, ou seja, o estudante poderá fazer parte da graduação no exterior (de seis a 12 meses, podendo se estender até 15 meses se incluir curso de idioma) e ter seus créditos validados pela instituição no Brasil em que estão matriculados.
O primeiro passo é acessar a página e se inscrever. Se a instituição brasileira tiver aderido ao Ciência sem Fronteiras, é ela quem vai homologar as inscrições e definir os critérios para a escolha dos estudantes. A instituição envia a listagem para a Capes, que valida a inscrição. A partir daí, são os institutos internacionais parceiros da Capes que definirão onde o estudante vai estudar.
Se a instituição no Brasil não tiver aderido ao Ciência sem Fronteiras, o candidato faz a inscrição no processo individual, em que os critérios são definidos pela própria Capes – desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), méritos na Olimpíada de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) e aluno com bolsa de iniciação científica.
O programa Ciência sem Fronteiras já está em seu terceiro edital. Estudantes brasileiros já foram selecionados para Alemanha, Estados Unidos, França, Itália, Reino Unido e Canadá. O governo brasileiro negocia, também, parcerias com Irlanda, Noruega, Índia e Finlândia.
Na oferta de vagas do Ciência sem Fronteiras, grande parte da demanda é por bolsas nos Estados Unidos. O número de inscritos no primeiro edital chegou a 7 mil, dos quais 1,5 mil foram selecionados. No segundo edital, os candidatos que se inscreveram estão em processo final de seleção.
Aluno da Universidade de São Paulo (USP), Victor Adonno, 21 anos, é bolsista do Ciência sem Fronteiras na Catholic University of America e faz estágio no centro de pesquisa da agência espacial norte-americana, a Nasa – o Goddard Space Flight Center, em Greenbelt, Maryland, a 11 km de Washington. "Estou em contato com grandes pesquisadores e depois quero focar em matemática, voltada para astronomia", explica o estudante, que volta em dezembro para o Brasil.
Felipe Azevedo, 20 anos, também é bolsista do Ciência sem Fronteiras nos Estados Unidos, na Washington University, in St. Louis, Missouri. "Foi a primeira vez que eu saí do Brasil e eu espero que esse programa continue e que mais estudantes tenham essa experiência de intercâmbio cultural", diz o bolsista, que faz engenharia mecânica no Brasil na Universidade Federal do Piauí e sonha trabalhar na Petrobras, além de continuar os estudos acadêmicos.
O Ciência sem Fronteiras é uma iniciativa do governo federal, por meio dos ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação e suas instituições de fomento – Capes e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O programa tem o objetivo de formar estudantes nas melhores universidades e instituições de pesquisa estrangeiras, em áreas prioritárias.
Ouça depoimentos dos bolsistas Felipe Azevedo e Victor Adonno

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Programa Mais Educação - Oficina de Percussão

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Divulgando..
Programa Mais Educação - Oficina de Percussão:
A Oficina de Percussão do Anton Makarenko, sob a condução do oficineiro Jair Fernandes, introduz os alunos no mundo da percussão, incentivando-os a conhecer as figuras musicais: semibreve, mínima, semínima e colcheia, identificando os ritmos brasileiros (samba, coco, baião, afoxé, carimbó, maculelê) e outros como o funk, Hip Hop, samba-rock.

 









AGENDA DA PROMOÇÃO DA SAÚDE: 21 a 27 de abril

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AGENDA DA PROMOÇÃO DA SAÚDE: 21 a 27 de abril:
PROJETOS CULTURAIS
A Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro recebe até quarta-feira, 25 de abril, inscrições de projetos culturais de artes visuais, de dança (FADA 2012), de música (FAM-2012) e de artes cênicas (Teatro e Circo – FATE 2012) para concurso com oferta de apoio financeiro. As inscrições devem ser feitas no Centro de Artes Calouste Gulbenkian, na Cidade Nova, de 10h ao meio-dia e de 14h às 16h. Mais informações: (21) 2273-1497 |  fate@smc.rio.rj.gov.br.


CORAÇÃO BOM
Esta quinta-feira, 26 de abril é Dia Nacional de Combate e Prevenção à Hipertensão Arterial. A data é oportunidade para promover atividades de conscientização da população, profissionais de saúde e professores sobre a prevenção e controle da hipertensão arterial. Neste ano, a campanha do Ministério da Saúde tem dois motes: “Quem tem bom coração combate a hipertensão – eu sou 12 por 8” e “Menos pressão”.  Acesse o site “12 por 8” - lá você encontra informações e um kit digital com avatares, banners e diversos materiais de apoio para a realização de campanhas.
SAÚDE NA ESCOLA E NA CRECHE
Estão abertas até dia 27 de abril, sexta-feira, as inscrições de trabalhos para a II Mostra  Municipal de Saúde na Escola e na Creche do Rio de Janeiro. O evento acontece dia 8 de maio, de 9h às 13h, na Tenda Paulo Freire do 10º Congresso Internacional da Rede Unida. A programação inclui os espaços Nosso Varal, em que serão expostos registros produzidos pela comunidade escolar sob a forma de fotografias, desenhos e poesias, entre outros formatos; Fazendo Arte com Saúde, para a apresentação de músicas, dramatizações, recital de poesias, danças, teatro, teatro de fantoches, contação de histórias, slide show e filmes; e Brincando com Saúde, para a exposição de de jogos e brincadeiras utilizados pelos profissionais no seu dia a dia nas ações de promoção da saúde e prevenção no ambiente escolar, de modo que os participantes do evento possam interagir com os materiais educativos. Acesse o formulário de inscrição. Mais informações pelo email gti.pse@gmail.com.
PSICANÁLISE E CINEMA
Na sexta-feira, 27 de abril, o Instituto Uniarte promove mais uma sessão do Fórum de Psicanálise e Cinema, no auditório Vera Janacopulus da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), às 18h. O filme Armações do Amor, de Tom Dey, será o ponto de partida para o debate moderado pelo psicanalista Waldemar Zusman, autor do livro Os filmes que vi com Freud. A atividade é gratuita e não é preciso realizar inscrição. O Fórum de Psicanálise e Cinema acontece toda última sexta-feira do mês, sempre às 18h, na Unirio.
CULTURA DA PAZ
O Instituto Fernandes Figueira da Fundação Oswaldo Cruz (IFF/Fiocruz) promove, em maio, o curso Violência contra Crianças e Adolescentes: a Intersetorialidade na Prevenção e na Atenção. Todas as segundas-feiras, de 9h às 17h, serão debatidos temas relativos à prevenção e ao atendimento de casos de violência infantojuvenil, a partir dos aspectos histórico-sociais, jurídicos e institucionais. Os encontros também abordarão o papel dos setores da saúde, da educação, da assistência social, dos conselheiros tutelares e de direitos e das demais áreas afins envolvidas. O curso gratuito e as vagas são limitadas. As inscrições devem ser feitas através do email cestudos@iff.fiocruz.br. É preciso informar nome completo, CPF, data de nascimento, e-mail, endereço completo, telefone, celular, categoria profissional. Confira a programação do curso. Mais informações: (21) 2554-1714.
Ô, LILI
Está de volta aos palcos do Rio de Janeiro a peça Ô, Lili. Elaborada a partir de conversas com pessoas detidas em penitenciárias do município do Rio de Janeiro, a narrativa é aborda o cotidiano de seis personagens que vivem uma prisão de regime fechado. O espetáculo leva ao público um pouco do cotidiano de uma prisão de regime fechado: os rituais de convivência, as hierarquias, a longa espera por cartas e visitas, os anestésicos espirituais, a falta de privacidade e o tempo estático. A peça está em cartaz na Cia dos Atores, na Lapa, com sessões aos sábados e domingos, às 20h.

IDÉIAS - Sugestões e lemracinhas para o dia das Mães

 fonte: http://ensinarexigealegria1.blogspot.com/  e   http://trocandoideiaspedag.blogspot.com.br/

Gente, as pessoas cada dia estão mais criativas.
 Olhem que idéias bacanas!!!

Sugestões e lemracinhas para o dia das Mães:



























A fonte é do blog: http://trocandoideiaspedag.blogspot.com.br, obrigada! Eu amei esta ideias!