terça-feira, 1 de março de 2011

Baile Infantil de Carnaval Saúde Presente 27.02.11

Baile Infantil de Carnaval Saúde Presente 27.02.11: "
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Foto: Michele Rosa, Sebástian Freire, Bruno Nascimento e Fabiana Silva











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MCIDADES COM 02 PROGRAMAS RECEBENDO PROPOSTAS

MCIDADES COM 02 PROGRAMAS RECEBENDO PROPOSTAS: "

MCIDADES - HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL - ENTIDADES - REGIÃO SUDESTE

Descrição :

A Ação de Apoio à Produção Social da Moradia, do Programa de Habitação de Interesse Social, operada com recursos oriundos do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social – FNHIS, válida para o período 2008/2011, possui por objetivo apoiar entidades privadas sem fins lucrativos, vinculadas ao setor habitacional, no desenvolvimento de ações integradas e articuladas que resultem em acesso à moradia digna, situada em localidades urbanas ou rurais, voltada a famílias de baixa renda, assim consideradas aquelas que recebam até R$ 1.125,00 (um mil, cento e vinte e cinco reais) de rendimento mensal bruto.
CONSULTE : ALERTA SICONV
MCIDADES - HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL - PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA - ENTIDADES, MUNICÍPIOS E ESTADOS
Transferência de recursos para estados, Distrito Federal, municípios e entidades privadas sem fins lucrativos para prestação de serviços de assistência técnica buscando atender a elevada parcela da produção de habitações que ocorre no mercado informal, sem qualquer tipo de apoio técnico que permita atingir padrões mínimos de qualidade, de produtividade e de segurança.
CONSULTE : ALERTA SICONV


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VEJA O CORTE DO ORÇAMENTO 2011 POR ÓRGÃO

VEJA O CORTE DO ORÇAMENTO 2011 POR ÓRGÃO: "



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Percepção de que educação brasileira melhorou é maior entre menos favorecidos

Alex Rodrigues

Repórter Agência Brasil
Brasília - Embora um levantamento divulgado hoje (28) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) indique que mais da metade da população brasileira considera que a educação pública se manteve igual ou piorou nos últimos anos, o mesmo estudo revela que entre os grupos menos favorecidos, como os de menor renda e escolaridade, a percepção é de que houve sim melhoras significativas quanto à qualidade de ensino nos últimos anos.
Enquanto entre os que ganham até dois salários mínimos 49,5% dos entrevistados responderam que as condições hoje são melhores e apenas 19,3% acreditam que houve uma deterioração do ensino, entre os que ganham acima de 20 salários mínimos o percentual de quem aponta uma piora sobe para 29,3% e os que dizem que houve uma melhora baixa para 46,7%, um índice ainda superior aos 43,4% observados entre os que recebem entre dez e 20 vezes o piso.
Segundo o coordenador de Educação do Ipea, Paulo Corbucci, a percepção da melhora é maior não apenas entre os que ganham menos e os negros, mas também entre quem vivem nas três regiões onde, historicamente, se concentram os piores indicadores educacionais do país: Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
“Nos últimos anos, os grupos menos favorecidos, como, por exemplo, os de renda mais baixa, tiveram uma melhora no acesso à educação, com melhores condições de ensino. Isso, obviamente, se reflete na percepção que essas pessoas têm em relação à qualidade”, afirmou Corbucci, citando a ampliação do acesso à educação básica e à superior, além da implementação de ações afirmativas, como a do sistema de cotas para o ingresso de negros na faculdade.
Embora a maioria dos entrevistados de todas as cinco regiões considerem que o nível de ensino melhorou nos últimos anos, no caso das regiões Sul e Sudeste a quantidade de pessoas que dizem ter havido uma melhora (respectivamente, 42,9% e 40%) é menor do que as que consideraram que a educação continua igual ou piorou. Nas outras três regiões, o percentual dos que consideram que o ensino melhorou ultrapassou os 54%, com destaque para a Região Centro-Oeste (62,9%).
A percepção da população é reforçada, em parte, em números do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), sistema de avaliação que já havia apontado para a evolução positiva nas regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte. Fruto, possivelmente, da ampliação de investimentos.
“Nas regiões Sul e Sudeste, onde os níveis de Educação já eram mais elevados, a possibilidade de melhora é menor. Já nas regiões onde essas condições eram mais precárias, a [percepção] da melhora é maior”, afirma Corbucci, não descartando a possibilidade de, conforme aponta o estudo, “estar havendo uma estagnação ou diminuição do ritmo de avanço da qualidade da educação em regiões onde os índices, apesar de melhores, ainda são inferiores aos patamares internacionais”.
Já quando considerado o quesito cor ou raça dos entrevistados, as avaliações de entrevistados negros e pardos são mais positivas (50,9% de melhorou e 22,2% de piorou) que as dos brancos (46,4% e 26,6%, respectivamente). A percepção sobre a qualidade da educação também varia de acordo com a escolaridade dos entrevistados. Para 35,4% dos que têm nível superior completo ou pós-graduação, a educação piorou. Já entre aqueles que estudaram só até os últimos anos do ensino fundamental (5ª a 8ª séries ou 6º a 9º anos), apenas 21,4% têm a mesma opinião.
Edição: Talita Cavalcante

Cristo Redentor ganha o mundo - O Dia Online

Cristo Redentor ganha o mundo - O Dia Online: "

veja.com

Cristo Redentor ganha o mundo
O Dia Online
Rio - Marca do Rio e do Brasil lá fora, o Cristo Redentor vai rodar o planeta. A sete meses de completar 80 anos, o monumento eleito uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno ganhará 44 réplicas — de 3,8 metros e 25 quilos cada — que serão doadas a 19 ...
Rioluz aprova nova iluminação do Cristo RedentorSRZD
Rio faz 446 anos com festas e Cristo Redentor ganha nova iluminaçãoG1.com.br
Prefeitura aprova nova iluminação do Cristo RedentorR7
veja.com -O Globo -Jornal do Brasil
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Região Serrana volta a ser atingida por fortes chuvas - O Dia Online

Região Serrana volta a ser atingida por fortes chuvas - O Dia Online: "

Hotelier News

Região Serrana volta a ser atingida por fortes chuvas
O Dia Online
Rio - A Região Serrana do Rio voltou a ser atingida por fortes chuvas na noite desta segunda-feira. Em Petrópolis, duas casas desabaram e em Itaipava o Rio Piabanhas transbordou, o que provocou a inundação de várias ruas da região. ...
Chuva volta a castigar Região SerranaO Globo
Chuva atinge região serrana na noite desta segundaR7
Deslizamento de terra assusta moradores da Região Serrana do RioG1.com.br
pe360graus.com -Extra Online -Hotelier News
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Operação do Bope deixa cinco mortos e um PM ferido no Rio - Correio do Estado

Operação do Bope deixa cinco mortos e um PM ferido no Rio - Correio do Estado: "

Midiacon

Operação do Bope deixa cinco mortos e um PM ferido no Rio
Correio do Estado
Cinco suspeitos morreram e um policial militar foi ferido na perna durante uma operação do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais), na manhã desta terça-feira, na favela do Jacarezinho, zona norte do Rio. Ao menos 50 policiais do batalhão ...
Operação em favela no Rio prende 5 e deixa outros 5 mortosTerra Brasil
Operação do Bope deixa cinco mortos e seis presos no JacarezinhoO Globo
Ao menos três morrem durante operação do Bope no JacarezinhoEstadão
R7 -G1.com.br -Extra Online
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Hipertension de bata blanca

Hipertension de bata blanca: "

La toma automatizada de la presión arterial en ausencia de profesionales sanitarios disminuye el efecto de bata blanca

Myers MG, Godwin M, Dawes M, Kiss A, Tobe SW, Grant FC et al. Conventional versus automated measurement of blood pressure in primary care patients with systolic hypertension: randomised parallel design controlled trial. BMJ 2011; 342: d286-. R TC PDF

Introducción

Las tomas de presión arterial (PA) en la consulta presentan frecuentemente problemas de validez, por lo que se han propuesto varias alternativas para sustituirlas por otras como las automedidas en el domicilio. La utilización de automediciones automáticas en el consultorio podría evitar algunos de los inconvenientes de las medidas manuales.

Objetivo

Estudiar si la medición automática de la PA en el consultorio puede reducir el fenómeno de bata blanca y mejora la exactitud y la calidad en relación con la medición manual al compararla con las mediciones ambulatorias en vigilia.

Perfil del estudio

Tipo de estudio: Ensayo clínico
Área del estudio: Diagnóstico
Ámbito del estudio: Atención primaria

Métodos

Participaron en el estudio 67 consultas de atención primaria en las que trabajaban 1-3 médicos, que utilizaban mediciones manuales de PA. Fueron distribuidas aleatoriamente al grupo intervención o al grupo control. Las consultas del grupo control seguían con mediciones manuales de la PA. En las del grupo intervención las mediciones se hacían con un dispositivo automático de la siguiente forma: el sanitario colocaba el manguito y llevaba a cabo una primera medición para comprobar que estaba bien colocado. Después dejaba solo al paciente y el aparato llevaba a cabo 5 mediciones separadas por un intervalo de 2 minutos. Se deshechaba la primera toma y se promediaban las otras 5.
Se invitó a participar a 10-15 pacientes por consulta >45 años de edad, que no tuviesen historia de diabetes, insuficiencia renal ni de mal cumplimiento y cuya última toma de PA previa a la entrada en el estudio era PAS≥160 y PAD<95 mmHg (140 y 90 mmHg en los pacientes previamente tratados con antihipertensivos). A los que aceptaban participar se les practicaba un MAPA antes de la siguiente visita. La principal variable de resultado era la diferencia entre la media de la PAS durante la vigilia en el MAPA y la PAS tomada en la consulta.

Resultados

Participaron en el estudio 555 pacientes (fig. 1). Las características de los asignados a los dos grupos eran similares. La edad media fue de 65 años, con una antigüedad media de la HTA, de 9 años y la media de las últimas tomas de PAS previas a la entrada en el estudio eran de 149,7.

Figura 1. Flujo de los participantes.
Médicos Pacientes
Las medias de la PAS diurnas durante el MAPA y de las tomas posteriores a la consulta fueron inferiores que las iniciales. Las diferencias entre la PAS tomada en la consulta y la PAS media durante la vigilia en el MAPA fue inferior para las tomas automáticas que para las tomas manuales (-6,5 mmHg frente a -2,3 mmHg; P=0,006) [fig. 2].

Figura 2. Mediciones de la PAS.
En las tomas manuales tanto previas a la entrada en el estudio como posteriores a estas se observó una tendencia a preferir cifras acabadas en 0, efecto que no se observó en las tomas automáticas. La primera toma (en presencia del profesional) de la serie de 6 que se tomaban automáticamente era significativamente más elevada que las otras (fig. 3).

Figura 3. Medias de las PAS automatizadas.

Conclusiones

Los autores concluyen que en pacientes con HTA sistólica aislada, la medición de la PA mediante un dispositivo automático redujo la respuesta de bata blanca y presentó una mejor correlación con la PA durante la vigilia medida mediante MAPA.

Conflictos de interés

Ninguno declarado. Financiado por una beca de la Heart and Stroke Foundation of Ontario.

Comentario

Hasta ahora, el diagnóstico y las decisiones terapéuticas de la HTA se han hecho en base a las tomas de la consulta. Sin embargo, en los últimos años se ha cuestionado si éstas son las mejores medidas de las que podemos disponer. Ello se debe a que se trata de un número muy reducido de determinaciones y que presentan determinados sesgos, como la elevación de la PA en presencia del personal sanitario (fenómeno de bata blanca). Por este motivo cada vez más se aboga por la utilización de otro tipo de mediciones como el MAPA o la automonitorización ambulatoria de la PA (AMPA). Estas mediciones presentan una mejor correlación con las lesiones en los órganos diana que las PA tomadas en la consulta.
Por otro lado, la correcta toma de la PA requiere la observación de una serie de normas que no siempre se siguen correctamente en la consulta. Además, las nuevas regulaciones de la utilización del mercurio por su toxicidad hace que progresivamente se vayan sustituyendo los esfigmomanómetros de mercurio, que han sido el gold standard de la medición de la PA, por dispositivos automáticos.
Los autores de este estudio concluyen que la toma automática de la PA presenta una mejor correlación con la media de la PA en vigilia medida por MAPA, por lo que deducen que limita el efecto de bata blanca. Los resultados del estudio validan esta conclusión, pero para interpretarla correctamente hay que tomar en consideración que la 'toma automática' en la consulta no se limitaba a la utilización de un monitor automático, sino a una serie de 5 tomas sucesivas en ausencia de personal sanitario. Otros estudios con el mismo dispositivo han encontrado resultados similares, incluso con tomas separadas por tan solo un minuto, por lo que esta técnica parece una buena forma de mejorar las tomas en la consulta, sobre todo en centros con dificultades para acceder al MAPA. Sería conveniente estudiar si una serie de menos lecturas tiene la misma validez.

Bibliografía

  1. Pickering TG, Hall JE, Appel LJ, Falkner BE, Graves J, Hill MN, et al. Recommendations for blood pressure measurement in humans and experimental animals part 1: blood pressure measurement in humans—a statement for professionals from the Subcommittee of Professional and Public Education of the American Heart Association Counc. Hypertension 2005; 45: 142-161. R TC PDF
  2. Myers MG, Godwin M, Dawes M, Kiss A, Tobe S, Kaczorowski J. Measurement of blood pressure in the office—recognizing the problem and proposing the solution. Hypertension 2010; 55: 195-200. R PDF
  3. Myers MG, Valdivieso M, Kiss A. Use of automated office blood pressure measurement to reduce the white coat response. J Hypertens 2009; 27: 280-286. R PDF
  4. Beckett L, Godwin M. The BpTRU automatic blood pressure monitor compared to 24-h ambulatory blood pressure monitoring in the assessment of blood pressure in patients with hypertension. BMC Cardiovasc Disord 2005; 5: 18 R TC PDF

Autor

Manuel Iglesias Rodal. Correo electrónico: mrodal@menta.net.
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Unicef destaca conquistas da ESF

Unicef destaca conquistas da ESF: "Texto da Rede APS:

Unicef destaca conquistas

Unicef destaca conquistas com crianças e adolescentes brasileiros beneficiados na Estratégia Saúde da Família

Relatório divulgado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), nesta sexta-feira (25), revela os avanços obtidos pelo Brasil na atenção à saúde das crianças e dos adolescentes. O documento destaca conquistas na ampliação da assistência prestada a estas parcelas da população, como a contínua queda de mortalidade infantil (até 9 anos de idade) no país. Entre 1998 e 2008, foram salvas 26 mil vidas de crianças brasileiros, afirma a Unicef. De acordo com a entidade, o Brasil se encontra em um patamar de destaque em relação à assistência prestada aos adolescentes. Pelas projeções do IBGE, o Brasil tem, atualmente, 34 milhões de brasileiros entre 10 e 19 anos. Cerca de 70% desses jovens são usuários do Sistema Único de Saúde e se bene ficiam das ações e políticas do SUS, como a Estratégia Saúde da Família. Em 2009, mais de 8,4 milhões de estudantes (incluindo crianças e adolescentes) de 695 cidades brasileiras foram beneficiados pelas ações da Saúde da Família. A meta para este ano é alcançar 23,5 milhões de estudantes beneficiados pela Estratégia. Os avanços na saúde dos adolescentes brasileiros têm sido obtidos por meio de ações integradas e coordenadas pelo governo federal – executadas, no SUS, em parceria com Estados e Municípios. O Ministério da Saúde trabalha com foco na promoção da saúde e prevenção de agravos. Essa articulação envolve não apenas os jovens como também os familiares deles, educadores, profissionais de saúde e cuidadores, qualificando a assist&e circ;ncia e promovendo mudanças de comportamento que contribuem para a redução das vulnerabilidades e para a melhoria dos indicadores sociais da saúde. Resultado desse esforço é que a redução da gravidez na adolescência caiu 20% no país, entre 2003 e 2009. Esta tendência de queda vem sendo verificada desde o início da década.

Fonte Ministério da Saúde
Rede APS
Em: 1 de março de 2011 10:27





Publicado originalmente no Blog Medicina de Família
http://medicinadefamiliabr.blogspot.com
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Países estão longe dos compromissos para educação, segundo Unesco

Países estão longe dos compromissos para educação, segundo Unesco: "

Agência Brasil

Nações assumiram metas para melhorar educação até 2015. Entre 127 países, Brasil ocupa a 88ª posição em ranking de desenvolvimento

O compromisso assumido por 164 países, entre eles o Brasil, para melhorar a qualidade da educação no mundo até 2015 está “longe de ser atingido”. É o que aponta o Relatório de Monitoramento Global de 2011 da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), apresentado nesta terça, dia 1º.



O compromisso Educação para Todos (EPT) foi assinado em 2000 durante a Conferência Mundial de Educação em Dacar, no Senegal. Ele estabelece seis objetivos que devem ser atingidos pelos signatários até 2015: ampliar a educação para a primeira infância, universalizar o acesso à educação básica, garantir o atendimento de jovens em programas de aprendizagem, reduzir em 50% as taxa de analfabetismo, eliminar as disparidade de gênero no acesso ao ensino e melhorar a qualidade da educação.



A Unesco criou um índice (Education For All Development Index – EFA) para medir o desempenho dos países em relação ao cumprimento das metas. Entre os 127 países avaliados por esse indicador, o Brasil está no grupo com resultado “mediano” e ocupa a 88ª posição do ranking. No topo da lista estão o Japão, o Reino Unido e a Noruega. O Chile, o Uruguai e a Argentina são os latino-americanos que fazem parte da lista com alto índice.



De acordo com a Unesco, embora tenha havido progresso em muitas áreas, como a melhoria do bem-estar na primeira infância, o número de crianças fora da escola vem caindo muito lentamente.



“Em 2008, 67 milhões de crianças estavam fora da escola. O progresso em direção à universalização da escolarização está mais lento. Se as tendências atuais continuarem, pode haver mais crianças fora da escola em 2015 do que há hoje”, alerta a pesquisa. Quase metade dessa população está concentrada em apenas 15 países, entre eles o Brasil, que tem 700 mil crianças fora da escola segundo os dados da Unesco. Como a velocidade da inclusão desse grupo vem caindo, a organização estima que, caso a tendência se mantenha, em 2015 serão 72 milhões sem acesso ao ensino no mundo.



Sobre a redução do analfabetismo, os dados apontam que 17% da população mundial ainda estão nessa situação. O objetivo de reduzir em 50% o percentual de analfabetos em cada um dos países signatários não será atingido por uma parcela dos participantes, de acordo com a Unesco. Segundo o órgão, o fracasso é reflexo do “descaso de longa data para com a alfabetização nas políticas educacionais”.



Apenas dez países respondem por 72% do número total de adultos analfabetos, incluindo o Brasil, que ainda tem 14 milhões de pessoas maiores de 15 anos que não sabem ler e escrever. Segundo a Unesco, o esforço para atacar o problema tem sido irregular nas diferentes regiões do mundo.



O relatório cita a redução de 2,8 milhões de analfabetos no Brasil entre 2000 e 2007, além do “forte progresso na alfabetização universal de adultos” verificado na China. Já na Índia, o número de analfabetos adultos aumentou em 11 milhões na primeira metade da década passada.



“A América Latina e o Caribe podem ser a exceção à regra de negligência. Desde o final da década de 90, programas de alfabetização de adultos na região foram beneficiados pelo momento de renovação política (…). No Brasil, o Programa Brasil Alfabetizado ofereceu cursos de alfabetização para 8 milhões de jovens e adultos que tiveram acesso limitado à educação formal”, destaca a organização.

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Conflitos armados afastam 28 milhões de crianças da escola

Conflitos armados afastam 28 milhões de crianças da escola: "

Agência Brasil

Embora o Brasil esteja livre de guerras, violência urbana também tem impacto na aprendizagem, alerta Unesco

Relatório lançado nesta terça-feira pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) alerta que os conflitos armados privam 28 milhões de crianças da oportunidade de estudar. O número representa 42% do total da população em idade escolar que não têm acesso à educação.



O Relatório de Monitoramento Global de 2011 aponta que o impacto dos conflitos na educação “tem sido amplamente negligenciado”. O relatório mostra que apenas 2% do dinheiro arrecadado para ajuda humanitária é investido na área. O orçamento militar supera o da educação básica em 21 países que estão entre os mais pobres do mundo. “Se eles cortassem os gastos militares em 10%, poderiam incluir um adicional de 9,5 milhões de crianças na escola”, diz o estudo. Entre esses países estão o Paquistão, o Vietnã, o Afeganistão, Serra Leoa e a Etiópia. A Unesco defende que é necessário criar uma nova lógica de distribuição dos recursos reconhecendo a importância da educação em situações de emergência.



Diante das consequências de um conflito – mortos, destruição de estruturas físicas e dificuldades econômicas – os impactos no processo educacional ficam ocultos. “Nós sabemos que a educação é um processo fundamental para o desenvolvimento de um país nessa situação. Crianças e jovens perdem meses ou anos por causa da guerra. É um dano irreparável, não só para o indivíduo, mas para a sociedade inteira que perde gerações por causa de um conflito”, aponta Paolo Fontani, coordenador de Educação da Unesco no Brasil.



Fontani já trabalhou na reconstrução de sistemas educativos de países afetados pelo problema, como a Bósnia e o Afeganistão. “A educação é um processo de longo prazo, os recursos captados se concentram mais na parte da reconstrução física que dá um sentimento de satisfação imediata. A reconstrução de estradas, hospitais, o fornecimento de água e comida, isso é muito importante. Mas perde-se de vista que a educação representa um processo fundamental de reconstrução em qualquer tipo de sociedade”, aponta.



Refugiados e populações que se deslocam dentro dos países em função dos conflitos enfrentam “grandes barreiras” para a educação. “Em 2008, apenas 69% das crianças refugiadas em idade escolar primária nos campos da Acnur [Agência das Nações Unidas para Refugiados] frequentavam a escola primária”, diz a pesquisa.



Se o Brasil está livre das guerras, Paolo alerta que a violência urbana, como a enfrentada pelas crianças em comunidades cariocas, também tem impacto na aprendizagem. Escolas fechadas por causa de tiroteios, professores que não conseguem chegar ao local de trabalho ou famílias que optam por não levar o filho à escola por questões de segurança são questões que afetam o desempenho da criança.



Além das consequências mais visíveis, Paolo ressalta que a violência também prejudica o desenvolvimento psicossocial da criança - o que impacta diretamente no desempenho escolar. “Um exemplo típico é o da criança que chega cansada à escola, que não presta atenção na aula e não se concentra. O professor pode não saber que ela mora numa comunidade que tem tiroteios à noite e ele não consegue dormir. O medo tem um impacto na vida da criança”, aponta o coordenador da Unesco.

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Reciclagem: a mobilização faz a força

Reciclagem: a mobilização faz a força: "




VEJA O VÍDEO DO PROGRAMA: O e-lixo.org ajuda moradores de São Paulo a localizar o melhor lugar para descartar corretamente seus aparelhos eletrônicos. E a única fábrica da América Latina a reciclar 100% dos componentes de geladeiras e freezers (inclusive o problemático gás CFC) depende da adesão da sociedade e da indústria para manter o negócio.

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Sustentabilidade nas construções

Sustentabilidade nas construções: "

As gigantescas instalações do novo CENPES impressionam de longe. O conjunto de 22 prédios com design futurista e arrojado ocupa uma área equivalente a seis campos de futebol no campus da UFRJ, na Ilha do Fundão (RJ). O maior centro de pesquisa e desenvolvimento da América Latina é, de fato, um dos mais importantes cases de construção sustentável do mundo.



O projeto vencedor do concurso promovido pela Petrobras foi o premiado arquiteto Siegbert Zanettini, veterano em edificações sustentáveis que promovem a economia de água e energia e o aproveitamento de materiais inteligentes. Passeamos durante horas com o arquiteto pelas dependências de sua obra e registramos depoimentos supreendentes sobre um gênero de construção que respeita o que há de mais antigo na história da arquitetura (projetos que se apropriam da luz solar, da ventilação natural e do mapa dos ventos) e nem por isso deixa de impressionar pela modernidade de seu estilo.



Além da instalações do novo CENPES, vamos mostrar no programa a 1ª Câmara dos Vereadores do Brasil movida a energia eólica. Um aerogerador foi instalado bem ao lado do prédio reformado do parlamento municipal de São José (SC), nos arredores de Florianópolis. O projeto foi executado pelo mesmo fornecedor que instalou um aerogerador nas imediações da Casa Branca, em Washington.



Não perca! Cidades e Soluções inédito. Nesta quarta-feira, 2/3, às 23:30.


O Cidades e Soluções é finalista do prêmio GreenBest, na categoria Veículo de Comunicação. A premiação é definida pelo voto popular. Clique aqui para votar!

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TV Escola: Evolução da matemática durante a história é tema de programa

TV Escola: Evolução da matemática durante a história é tema de programa: "Presença cotidiana na vida de todos, a matemática é uma ciência criada para solucionar problemas com uma finalidade prática. A TV Escola exibe, a partir desta terça-feira, 1º de março, até a próxima sexta-feira, 4, a série de documentários A história da matemática, que revela as transformações pelas quais essa ciência passou, de sua origem [...]"

Educação superior: “Crescimento econômico deve ser conciliado com formação”, diz Haddad

Educação superior: “Crescimento econômico deve ser conciliado com formação”, diz Haddad: "O ministro da Educação, Fernando Haddad, conclamou o movimento estudantil a fazer uma crítica da educação brasileira sob a perspectiva histórica. “Mudar este pais não é uma tarefa simples”, afirmou o ministro, durante a cerimônia de abertura do ano letivo da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), na manhã desta segunda-feira, 28, no Recife. “Implantar 126 [...]"

Abecedário Divertido

Abecedário Divertido: "

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Campanha contra exploração sexual pede maior envolvimento da sociedade

Campanha contra exploração sexual pede maior envolvimento da sociedade: "“Tem coisas que não dá para fingir que não vê. Violência sexual contra crianças e adolescentes é crime. Denuncie. A bola está com você”."

Show na Praça XV tem atrações como a cantora Luiza Dionísio

Aniversário da Cidade do Rio!



27/02/2011

A Secretaria Municipal de Cultura realiza neste 1º de março, aniversário de 446 anos do Rio de Janeiro, um grande e animado show comemorativo com três atrações especiais na Praça XV (palco montado em frente à Estação das Barcas). Tendo todos os cariocas como convidados, a comemoração começa às 12h com Os Matutos (grupo de choro da Escola Portátil de Música), segue à tarde com a apresentação da cantora Luiza Dionízio (samba), às 13h30, e é encerrada em grande estilo com a tradicional e empolgante Orquestra Tabajara, a partir das 18h.
Venha comemorar com a gente!

Eventos celebram 446 anos do Rio

Eventos celebram 446 anos do Rio

Grito de Carnaval no Clube do Servidor

Grito de Carnaval no Clube do Servidor

Comlurb divulga alterações na coleta do lixo durante a folia

Comlurb divulga alterações na coleta do lixo durante a folia

Prefeitura lança movimento contra a dengue

Prefeitura lança movimento contra a dengue: "A Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil lançou ontem, segunda-feira, dia 28, o Movimento Carioca por um Rio livre da Dengue, durante audiência pública sobre o tema Dengue, promovida pela Promotoria de Saúde do Ministério Público do Estado."

Prefeitura promove ações de combate à dengue em pontos turísticos e nos trens da Supervia

Prefeitura promove ações de combate à dengue em pontos turísticos e nos trens da Supervia: "Aproveitando a proximidade do Carnaval, a Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil promove uma série de ações contra a dengue em locais estratégicos."

Quero mais é ser carioca!

Ser carioca é

A fachada revela a identidade da escola

A fachada revela a identidade da escola

Deus criando o Rio de Janeiro (Comercial Shopping Rio Sul)

Dez passos para uma alimentação saudável - Passo 1

Dez passos para uma alimentação saudável - Passo 1: "

Dar somente leite materno até os seis meses,

sem oferecer água, chás ou quaisquer outros alimentos

Dez passos para uma alimentação saudável - Passo 1O leite materno contém tudo o que a criança necessita até os seis meses de idade, inclusive água, além de proteger contra infecções.

A criança que recebe outros alimentos além do leite materno antes dos seis meses, principalmente através de mamadeira, incluindo água e chás, pode adoecer mais e ficar desnutrida.

Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria / Ministério da Saúde / OPAS / OMS

Comentário

Está mais do que cientificamente comprovado, o leite materno realmente é o alimento mais completo para o bebê até que este complete seis meses de vida. Não é necessário complementar com nada, nem mesmo com água.

Estudos mostram que oferecer outros tipos de alimentos tem relação direta com o desmame precoce, ainda mais se utilizada a mamadeira.

Conheça mais benefícios do aleitamento materno na postagem 'Cada filhote mama na sua mãe'.

Tire todas as suas dúvidas em relação a amamentação na seção 'Aleitamento materno'.

Outros passos para uma alimentação saudável

- Passo 2 - Passo 3 - Passo 4 - Passo 5 - Passo 6 - Passo 7 - Passo 8 - Passo 9 - Passo 10 -


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Parabéns!!!!!Descubra o Rio de Janeiro

Parabéns Cidade - Parabéns Cariocas

RIO 40 GRAUS / THIANO

Rio de Janeiro - Cidade Maravilhosa

ESTÃO CHEGANDO VÁRIOS ARQUIVOS DE DECLARAÇÃO DE AMOR AO RIO DE JANEIRO - Meu Rio Seu Rio Nosso Rio

PARABÉNS RIO DE JANEIRO - Valsa de uma cidade

6ª CRE PRESENTE NO PARABÉNS RIO

446 anos e cada dia mais Linda e MARAVILHOSA!!!


segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Valores Humanos – Como Trabalhar?

Valores Humanos – Como Trabalhar?: "
Promover uma educação voltada para valores humanos é uma condição que toda escola deve estudar a fundo, pois os mesmos devem estar presentes nas relações cotidianas da instituição.
Para isso, é importante que a equipe de professores da escola se reúna a fim de discutir quais as formas de trabalhar esses valores, pois não podem ficar no senso comum, mas voltando-se para a internalização dos conceitos e práticas dos mesmos.
Um trabalho pode ser totalmente perdido se não existem bons exemplos das pessoas que compõem a estrutura da escola.
Devemos lembrar que uma das formas mais eficientes de ensinar é através do exemplo, dos bons exemplos, que são observados pelos alunos durante as aulas.
De nada adianta o professor pedir que não gritem, se grita para chamar a atenção de um aluno que não está atento às suas explicações. Não adianta pedir que trate o colega com respeito, se o professor os trata com desdém.
Alguns livros podem ajudar no desenvolvimento de um bom projeto, como o “Se ligue em você”, de autoria de Luiz Antônio Gasparetto, onde o autor faz uma abordagem dos sentimentos que temos diante das várias situações vividas, e que devemos aprender a administrá-los para que nossa luzinha interior fique sempre acesa.
No livro são abordados temas como inveja, ciúme, frustração, raiva, compaixão, solidariedade dentre outros, que aparecem quando a luzinha da pessoa está apagada. Vale a pena conferir!
Outra sugestão é quanto à Coleção Valores, de Brian Moses e Mike Gordon, divididos em quatro volumes. Nesses, podemos encontrar uma variedade de sentimentos e exemplos de vida, onde são apresentadas condições de aprender sobre responsabilidade, sobre respeito, sobre convivência e sobre honestidade.
A coleção é própria para crianças, mas pode ser trabalhada com adolescentes e jovens, aproveitando os exemplos citados nas histórias.
A abordagem é simples, honesta, sem dar lições de comportamento, manipulando os leitores, pelo contrário, faz os mesmos a aprenderem a lidar com suas limitações, além de mostrar que todas as pessoas passam por dificuldades na vida.
Através de interrogações, os autores dão a oportunidade dos leitores refletirem sobre suas atitudes, sobre os problemas existentes nas relações pessoais, problemas que acontecem no mundo, sobre a reação das pessoas ao serem bem tratadas, etc.
É papel da escola se voltar para uma educação permeada nos valores humanos, até porque estes devem aparecer dentro dos conteúdos que abordam a pluralidade cultural, o respeito às diferentes culturas, etnias, ideologias, religiões, dentre outros.
O importante é desenvolver um trabalho voltado para o exercício dos bons valores humanos, considerando que nem tudo acontece como queremos, mas de acordo com os interesses coletivos, do grupo, e que temos que controlar nossas emoções diante das adversidades.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola


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