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Foto: Michele Rosa, Sebástian Freire, Bruno Nascimento e Fabiana Silva

MCIDADES - HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL - ENTIDADES - REGIÃO SUDESTE
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| Figura 1. Flujo de los participantes. | |
| Médicos | Pacientes |
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| Figura 2. Mediciones de la PAS. |
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| Figura 3. Medias de las PAS automatizadas. |
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Unicef destaca conquistas
Unicef destaca conquistas com crianças e adolescentes brasileiros beneficiados na Estratégia Saúde da Família Relatório divulgado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), nesta sexta-feira (25), revela os avanços obtidos pelo Brasil na atenção à saúde das crianças e dos adolescentes. O documento destaca conquistas na ampliação da assistência prestada a estas parcelas da população, como a contínua queda de mortalidade infantil (até 9 anos de idade) no país. Entre 1998 e 2008, foram salvas 26 mil vidas de crianças brasileiros, afirma a Unicef. De acordo com a entidade, o Brasil se encontra em um patamar de destaque em relação à assistência prestada aos adolescentes. Pelas projeções do IBGE, o Brasil tem, atualmente, 34 milhões de brasileiros entre 10 e 19 anos. Cerca de 70% desses jovens são usuários do Sistema Único de Saúde e se bene ficiam das ações e políticas do SUS, como a Estratégia Saúde da Família. Em 2009, mais de 8,4 milhões de estudantes (incluindo crianças e adolescentes) de 695 cidades brasileiras foram beneficiados pelas ações da Saúde da Família. A meta para este ano é alcançar 23,5 milhões de estudantes beneficiados pela Estratégia. Os avanços na saúde dos adolescentes brasileiros têm sido obtidos por meio de ações integradas e coordenadas pelo governo federal – executadas, no SUS, em parceria com Estados e Municípios. O Ministério da Saúde trabalha com foco na promoção da saúde e prevenção de agravos. Essa articulação envolve não apenas os jovens como também os familiares deles, educadores, profissionais de saúde e cuidadores, qualificando a assist&e circ;ncia e promovendo mudanças de comportamento que contribuem para a redução das vulnerabilidades e para a melhoria dos indicadores sociais da saúde. Resultado desse esforço é que a redução da gravidez na adolescência caiu 20% no país, entre 2003 e 2009. Esta tendência de queda vem sendo verificada desde o início da década. Fonte Ministério da Saúde Rede APS Em: 1 de março de 2011 10:27 |
Agência Brasil
Nações assumiram metas para melhorar educação até 2015. Entre 127 países, Brasil ocupa a 88ª posição em ranking de desenvolvimentoO compromisso assumido por 164 países, entre eles o Brasil, para melhorar a qualidade da educação no mundo até 2015 está “longe de ser atingido”. É o que aponta o Relatório de Monitoramento Global de 2011 da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), apresentado nesta terça, dia 1º.
O compromisso Educação para Todos (EPT) foi assinado em 2000 durante a Conferência Mundial de Educação em Dacar, no Senegal. Ele estabelece seis objetivos que devem ser atingidos pelos signatários até 2015: ampliar a educação para a primeira infância, universalizar o acesso à educação básica, garantir o atendimento de jovens em programas de aprendizagem, reduzir em 50% as taxa de analfabetismo, eliminar as disparidade de gênero no acesso ao ensino e melhorar a qualidade da educação.
A Unesco criou um índice (Education For All Development Index – EFA) para medir o desempenho dos países em relação ao cumprimento das metas. Entre os 127 países avaliados por esse indicador, o Brasil está no grupo com resultado “mediano” e ocupa a 88ª posição do ranking. No topo da lista estão o Japão, o Reino Unido e a Noruega. O Chile, o Uruguai e a Argentina são os latino-americanos que fazem parte da lista com alto índice.
De acordo com a Unesco, embora tenha havido progresso em muitas áreas, como a melhoria do bem-estar na primeira infância, o número de crianças fora da escola vem caindo muito lentamente.
“Em 2008, 67 milhões de crianças estavam fora da escola. O progresso em direção à universalização da escolarização está mais lento. Se as tendências atuais continuarem, pode haver mais crianças fora da escola em 2015 do que há hoje”, alerta a pesquisa. Quase metade dessa população está concentrada em apenas 15 países, entre eles o Brasil, que tem 700 mil crianças fora da escola segundo os dados da Unesco. Como a velocidade da inclusão desse grupo vem caindo, a organização estima que, caso a tendência se mantenha, em 2015 serão 72 milhões sem acesso ao ensino no mundo.
Sobre a redução do analfabetismo, os dados apontam que 17% da população mundial ainda estão nessa situação. O objetivo de reduzir em 50% o percentual de analfabetos em cada um dos países signatários não será atingido por uma parcela dos participantes, de acordo com a Unesco. Segundo o órgão, o fracasso é reflexo do “descaso de longa data para com a alfabetização nas políticas educacionais”.
Apenas dez países respondem por 72% do número total de adultos analfabetos, incluindo o Brasil, que ainda tem 14 milhões de pessoas maiores de 15 anos que não sabem ler e escrever. Segundo a Unesco, o esforço para atacar o problema tem sido irregular nas diferentes regiões do mundo.
O relatório cita a redução de 2,8 milhões de analfabetos no Brasil entre 2000 e 2007, além do “forte progresso na alfabetização universal de adultos” verificado na China. Já na Índia, o número de analfabetos adultos aumentou em 11 milhões na primeira metade da década passada.
“A América Latina e o Caribe podem ser a exceção à regra de negligência. Desde o final da década de 90, programas de alfabetização de adultos na região foram beneficiados pelo momento de renovação política (…). No Brasil, o Programa Brasil Alfabetizado ofereceu cursos de alfabetização para 8 milhões de jovens e adultos que tiveram acesso limitado à educação formal”, destaca a organização.
Agência Brasil
Embora o Brasil esteja livre de guerras, violência urbana também tem impacto na aprendizagem, alerta UnescoRelatório lançado nesta terça-feira pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) alerta que os conflitos armados privam 28 milhões de crianças da oportunidade de estudar. O número representa 42% do total da população em idade escolar que não têm acesso à educação.
O Relatório de Monitoramento Global de 2011 aponta que o impacto dos conflitos na educação “tem sido amplamente negligenciado”. O relatório mostra que apenas 2% do dinheiro arrecadado para ajuda humanitária é investido na área. O orçamento militar supera o da educação básica em 21 países que estão entre os mais pobres do mundo. “Se eles cortassem os gastos militares em 10%, poderiam incluir um adicional de 9,5 milhões de crianças na escola”, diz o estudo. Entre esses países estão o Paquistão, o Vietnã, o Afeganistão, Serra Leoa e a Etiópia. A Unesco defende que é necessário criar uma nova lógica de distribuição dos recursos reconhecendo a importância da educação em situações de emergência.
Diante das consequências de um conflito – mortos, destruição de estruturas físicas e dificuldades econômicas – os impactos no processo educacional ficam ocultos. “Nós sabemos que a educação é um processo fundamental para o desenvolvimento de um país nessa situação. Crianças e jovens perdem meses ou anos por causa da guerra. É um dano irreparável, não só para o indivíduo, mas para a sociedade inteira que perde gerações por causa de um conflito”, aponta Paolo Fontani, coordenador de Educação da Unesco no Brasil.
Fontani já trabalhou na reconstrução de sistemas educativos de países afetados pelo problema, como a Bósnia e o Afeganistão. “A educação é um processo de longo prazo, os recursos captados se concentram mais na parte da reconstrução física que dá um sentimento de satisfação imediata. A reconstrução de estradas, hospitais, o fornecimento de água e comida, isso é muito importante. Mas perde-se de vista que a educação representa um processo fundamental de reconstrução em qualquer tipo de sociedade”, aponta.
Refugiados e populações que se deslocam dentro dos países em função dos conflitos enfrentam “grandes barreiras” para a educação. “Em 2008, apenas 69% das crianças refugiadas em idade escolar primária nos campos da Acnur [Agência das Nações Unidas para Refugiados] frequentavam a escola primária”, diz a pesquisa.
Se o Brasil está livre das guerras, Paolo alerta que a violência urbana, como a enfrentada pelas crianças em comunidades cariocas, também tem impacto na aprendizagem. Escolas fechadas por causa de tiroteios, professores que não conseguem chegar ao local de trabalho ou famílias que optam por não levar o filho à escola por questões de segurança são questões que afetam o desempenho da criança.
Além das consequências mais visíveis, Paolo ressalta que a violência também prejudica o desenvolvimento psicossocial da criança - o que impacta diretamente no desempenho escolar. “Um exemplo típico é o da criança que chega cansada à escola, que não presta atenção na aula e não se concentra. O professor pode não saber que ela mora numa comunidade que tem tiroteios à noite e ele não consegue dormir. O medo tem um impacto na vida da criança”, aponta o coordenador da Unesco.
VEJA O VÍDEO DO PROGRAMA: O e-lixo.org ajuda moradores de São Paulo a localizar o melhor lugar para descartar corretamente seus aparelhos eletrônicos. E a única fábrica da América Latina a reciclar 100% dos componentes de geladeiras e freezers (inclusive o problemático gás CFC) depende da adesão da sociedade e da indústria para manter o negócio.
"As gigantescas instalações do novo CENPES impressionam de longe. O conjunto de 22 prédios com design futurista e arrojado ocupa uma área equivalente a seis campos de futebol no campus da UFRJ, na Ilha do Fundão (RJ). O maior centro de pesquisa e desenvolvimento da América Latina é, de fato, um dos mais importantes cases de construção sustentável do mundo.
O projeto vencedor do concurso promovido pela Petrobras foi o premiado arquiteto Siegbert Zanettini, veterano em edificações sustentáveis que promovem a economia de água e energia e o aproveitamento de materiais inteligentes. Passeamos durante horas com o arquiteto pelas dependências de sua obra e registramos depoimentos supreendentes sobre um gênero de construção que respeita o que há de mais antigo na história da arquitetura (projetos que se apropriam da luz solar, da ventilação natural e do mapa dos ventos) e nem por isso deixa de impressionar pela modernidade de seu estilo.
Além da instalações do novo CENPES, vamos mostrar no programa a 1ª Câmara dos Vereadores do Brasil movida a energia eólica. Um aerogerador foi instalado bem ao lado do prédio reformado do parlamento municipal de São José (SC), nos arredores de Florianópolis. O projeto foi executado pelo mesmo fornecedor que instalou um aerogerador nas imediações da Casa Branca, em Washington.
Não perca! Cidades e Soluções inédito. Nesta quarta-feira, 2/3, às 23:30.
O Cidades e Soluções é finalista do prêmio GreenBest, na categoria Veículo de Comunicação. A premiação é definida pelo voto popular. Clique aqui para votar!
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O leite materno contém tudo o que a criança necessita até os seis meses de idade, inclusive água, além de proteger contra infecções.
A criança que recebe outros alimentos além do leite materno antes dos seis meses, principalmente através de mamadeira, incluindo água e chás, pode adoecer mais e ficar desnutrida.
Está mais do que cientificamente comprovado, o leite materno realmente é o alimento mais completo para o bebê até que este complete seis meses de vida. Não é necessário complementar com nada, nem mesmo com água.
Estudos mostram que oferecer outros tipos de alimentos tem relação direta com o desmame precoce, ainda mais se utilizada a mamadeira.
Conheça mais benefícios do aleitamento materno na postagem 'Cada filhote mama na sua mãe'.
Tire todas as suas dúvidas em relação a amamentação na seção 'Aleitamento materno'.
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