terça-feira, 22 de março de 2011

Alfabeto Adoletra

Alfabeto Adoletra: "
Mais um modelo de alfabeto.






































































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Professores que educam para a leitura

Professores que educam para a leitura: "
Gif da Rapunzel

Por educação, entendemos aqui todo o papel da educação formal, para os valores e para a cidadania, mas, principalmente, de incentivar o gosto e o prazer em ler e escrever. Como não é uma tarefa fácil, pensamos em algumas dicas para ajudá-los. São pequenos hábitos que estimulam o gosto pela leitura e contribuem no sucesso escolar, ampliando a criatividade, a linguagem, o vocabulário, a escrita e a consciência de mundo em seus alunos. Sabemos que o volume de informações, atividades extraclasse, brincadeiras com os amigos, a evolução tecnológica, como os jogos eletrônicos e os brinquedos de ação, à disposição das crianças, são poderosos concorrentes da leitura. É aqui que entram a valiosa contribuição do educador e sua paixão por leitura.
Estabeleça uma rotina literária em sua semana de aula, sempre no mesmo dia e horário. A escolha do espaço também é importante, e este deve ser bem iluminado e bastante aconchegante e confortável.
Deixe que as crianças fiquem à vontade com os livros e tenham a oportunidade de manuseá-los para, então, escolher o que desejam ler. Neste momento, procure estar próximo para orientar, se necessário. A liberdade de escolha e a possibilidade de conversar sobre o que leu fazem do momento da leitura um momento de prazer e não uma obrigatoriedade. Converse com seus alunos sobre a estrutura do livro. O livro ganha vida e um novo respeito quando a criança descobre que alguém o escreveu e o desenhou, a capa é diferente do miolo, quantas páginas ele tem...
Nunca deixe de contar histórias para seus alunos, com base em diversos materiais: uma matéria de jornal, um artigo de revista, a história de alguém que eles admirem, uma redação de algum aluno; enfim, use sua criatividade, pois leitura não é algo que se faça apenas em livros. Se seus alunos já souberem ler, acompanhe a leitura individual ou coletiva e comente a história, as figuras, as personagens, a parte que mais gostou e o porquê, e o que mais desejar. Escute suas intervenções sobre o que leram ou o que encontraram nas ilustrações. Você verá aspectos do livro que nunca percebeu, além de poder acompanhar o seu entendimento e ajudá-los na interpretação. Faça também as suas observações sobre o que estão lendo e relacione com fatos do cotidiano.
Professores que leem são exemplos para seus alunos.
A leitura é uma excelente ferramenta na compreensão da língua portuguesa. Deixe que a criança procure o significado das palavras que você ou ela estão lendo. Não a interrompa se não pronunciar corretamente alguma palavra, espere que ela termine o parágrafo ou a sequência do texto e, aí sim, intervenha de modo a não reprimi-la, mas a estimular sua autocorreção. Afinal, a interpretação do texto é o mais importante. No entanto, é fundamental que a leitura e a escrita corretas sejam estimuladas em todas as disciplinas.
Recorrer ao dicionário quando não sabemos uma palavra é um hábito muito saudável, pois, além de nos proporcionar a compreensão do que estamos lendo, também amplia, e muito, nosso conhecimento sobre a língua portuguesa. Fazer isso acompanhado de uma criança pode ser muito divertido.
É sempre bom estimular a criança a continuar lendo ou comemorar com ela cada conquista, cada símbolo desvendado e cada comentário que ela faça sobre o que está lendo. Diversifique seu universo de leitura, colocando-a em contato com revistas, jornais, gibis, palavras cruzadas, jogos de tabuleiros, enfim, tudo o que estimule ou desperte um novo conhecimento. Ao escolher uma história e trabalhá-la com a classe, você estará desenvolvendo a afetividade, o raciocínio lógico, o senso crítico, a imaginação e a criatividade.
Ler e escrever se complementam. A leitura desenvolve a linguagem e permite que a criança conheça tudo que todas as sociedades deixaram como memória de sua história. Ao escrever, a criança organiza e registra seus pensamentos e torna-se parte de uma história.


Gif de Porquinho


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Alfabetário - José de Nicola

Alfabetário - José de Nicola: "


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Escolas do Espírito Santo terão chamada registrada em tablets

Escolas do Espírito Santo terão chamada registrada em tablets: "

Marina Morena Costa, iG São Paulo

Secretaria pretende usar a tecnologia para criar um conselho de classe permanente e monitorar o que é passado em sala de aula

A Secretaria de Educação do Espírito Santo irá implantar ainda neste ano um sistema de frequência escolar eletrônica nas escolas da rede estadual. Diferentemente do que acontece em Praia Grande (SP), onde alunos registram a presença por meio da digital, o controle ficará com os professores. A chamada será feita normalmente, mas em vez de ser anotada nos Diários de Classe será registrada em um sistema online via smart phone ou tablets.


Os dados da frequência serão enviados aos pais, via mensagem de texto no celular, à Secretaria de Educação e ficarão disponíveis internamente na escola. Segundo Genilson Gomes Corradi, gerente de tecnologia da informação da Secretaria, o sistema está em fase de licitação e deverá ser implantado no segundo semestre deste ano. “A solução vai além, porque registra a frequência do professor também. Quando ele se loga no sistema, sua presença é registrada”, destaca, Corradi.


Hoje, o Estado oferece o Serviço de Mensagem Escolar (SME), que envia trimestralmente aos pais dados sobre o desempenho escolar dos filhos, como o boletim de notas e informações sobre recuperação e áreas nas quais o estudante precisa de reforço. Para receber as informações, os pais devem se cadastrar no site da Secretaria até o dia 31 de março.


Conselho permanente


Os professores poderão usar a plataforma de frequência escolar para fazer anotações sobre o comportamento dos estudantes em sala de aula. “Será um ‘conselho de classe permanente’. Os docentes poderão saber como determinado aluno se comporta em outras disciplinas”, afirma Corradi.


O sistema permitirá também que a Secretaria de Educação acompanhe os conteúdos que estão sendo ministrados em sala de aula e a velocidade com que o currículo escolar avança em cada disciplina nas diferentes unidades. Os dados serão informados pelos professores ao final de cada aula.


Para o professor de história e diretor da Secretaria de Comunicação do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Espírito Santo (Sindiupes), Swami Cordeiro Bergamo, a realidade das escolas estaduais está muito distante dessa tecnologia de ponta. “O Estado não envia mais as pautas (diários de classe). As escolas ou os próprios professores têm que imprimir a folhas por conta própria”, afirma.


O Sindicato avalia que a tecnologia é bem vinda, mas acredita que a Secretaria precisa investir no “elemento humano” antes. “Ampliar o tempo de planejamento e estudos do professor são medidas que vão impactar muito mais a qualidade do ensino”, completa Bergamo. Sobre o conselho de classe virtual, o professor avalia que este espaço de debate e reflexão não deve ser virtual, e sim presente.


A Secretaria fez um projeto piloto do novo sistema com 12 professores de quatro escolas em 2010. A solução foi bem avaliada segundo a pasta e será instalada em 30 escolas da rede, no segundo semestre de 2011, ao custo estimado de R$ 10 milhões – gastos com a compra de smart phone e tablets, desenvolvimentos de software, capacitação dos educadores, instalação de equipamentos, da rede de internet e de cofres para guardar os equipamentos.

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