quinta-feira, 23 de agosto de 2012

APRENDENDO A CUIDAR DA SAÚDE DESDE PEQUENO - 3º Dia - Palestra sobre Qualidade de Vida, alimentação saudável, higiene na Educação Infantil.

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Parabéns a escola Paraíba por trazer o tema Saúde e Qualidade de vida para sala de aula, na Semana de Educação Infantil .  Criança aprende rápido e ainda ensina aos adultos!!!
3º Dia - Palestra sobre Qualidade de Vida, alimentação saudável, higiene na Educação Infantil.:
TERCEIRO DIA. Neste dia foi trabalhado as seguintes áreas de conhecimento: Linguagem oral e visual, natureza e sociedade, artes e música.
 A Qualidade de vida abrangem todas as áreas, a educacional, a social e a cultural e para vivermos e sermos "Uma escola melhor num mundo melhor"  começaremos essa qualidade na Educação Infantil.
“Existem momentos na vida onde a questão de saber se si pode pensar diferentemente do que se pensa, e perceber diferentemente do que se vê, é indispensável para continuar a olhar e refletir”. Michael Foucault 


 Diretora: Márcia Romualdo









 Falando sobre alimentação saudável e higiene pessoal


 As frutas são alimentos saudáveis.






















Música: As cores.
O azul com vermelho da roxo, o azul com vermelho dá roxo ... 

















 Preparando o fantoche de vareta





































 Comer, comer é o melhor para poder crescer...








 No refeitório






 Turma da tarde





  


















































 Aferindo a pressão arterial.










quarta-feira, 22 de agosto de 2012

CIEP Zumbi dos Palmares: REUNIÃO DE RESPONSÁVEIS POR ALUNOS COM BAIXO RENDI...

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CIEP Zumbi dos Palmares: REUNIÃO DE RESPONSÁVEIS POR ALUNOS COM BAIXO RENDI...:  Hoje realizamos uma reunião com os responsáveis de alunos com baixo rendimento. Entre outros assuntos, a diretora Sheila falou sobre a impo...

ATENÇÃO - Ache a Unidade de saúde mais próxima de sua casa

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Ache a Unidade de saúde mais próxima de sua casa:
Saiba qual a Unidade de atenção primária mais próxima a você.
Acesse: http://www.subpav.com.br/ondeseratendido/


Tempo seco aumenta as chances de levar choque ao tocar em pessoas e em objetos

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Tempo seco aumenta as chances de levar choque ao tocar em pessoas e em objetos:
 
Não estranhe se hoje (22/08) você sentir um “choque”  ao tocar em pessoas ou em objetos. Você sabia que o ar seco aumenta as chances desse fenômeno acontecer? De acordo com o Climatempo, o ar seco vai predominar sobre grande parte do Sul, do Sudeste e em todo o Centro-Oeste do País.
A física explica:
- Nosso corpo tem eletricidade estática (carga elétrica, positiva ou negativa, que todos os materiais e pessoas possuem), que é invisível, mas sentimos quando às vezes produz os ‘choques elétricos’;
- Isso acontece quando duas pessoas se cumprimentam ou se toca em um carro ou em outras superfícies metálicas; os choques causados pela eletricidade estática são habituais e resultam do contato entre cargas diferentes;
- A reação aumenta quando o ar está seco, pois é isolador e não deixa que as descargas elétricas se façam de forma contínua; Com o isolamento, as pessoas concentram em si mais energia e, quando tocam em outra ou em algum outro material, com carga elétrica diferente, a descarga é maior;
- Quando o tempo está mais úmido, com a presença de água na atmosfera, as descargas acontecem com mais regularidade e, por isso, são menos notadas;
- Além do ar frio e seco, os ambientes mantidos por ar-condicionado propiciam a ocorrência deste tipo de choques, pois provocam diminuição de umidade.
*Com informações Folha de SP/Agência Lusa

Postura errada pode atrapalhar o aprendizado e a memória

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Teoria divide opiniões. Um estudo apontou que a postura corporal facilita o acesso e retenção de memórias autobiográficas em jovens e adultos.
 
Sentar corretamente pode não só colaborar para o bem da coluna e evitar lesões, mas também influenciar no aprendizado e na retenção de memórias. Essa é a conclusão da Universidade Estadual da Flórida após algumas pesquisas, segundo matéria da Brainscape.
A retenção de memórias autobiográficas em jovens e adultos melhorou muito depois que adotaram uma postura adequada, revelam os pesquisadores. O registro da lembrança está relacionado ao “estado” de aprendizagem, um conceito que inclui não só a postura, mas também emoções e ambiente circundante. Se a postura não está correta, a “leitura no cérebro” também não será absorvida como deve.
Na contramão, há outros estudos que apontam o oposto, estar em uma posição desconfortável pode estimular o lado esquerdo do cérebro, que também é a parte que fica mais ativa quando estamos aprendendo algo novo. Assim, adotar uma postura relaxada na hora de estudar ou ler alguma coisa não é a melhor das opções.
A realidade provavelmente está em algum lugar entre essas duas ideias, pois nossa capacidade de memorizar deve de alguma forma ser conectada com o corpo e mente no momento da aprendizagem.
Na dúvida, arrume a postura, pois das duas formas faz bem à saúde =)

TELESSAÚDE - PROGRAMA SEMANAL

C. M. PROFESSORA BEATRIZ - MOSTRA DE DANÇA

Os alunos da Creche Municipal Porf.ª Beatriz, já desde muito pequeninos se preocupam com o planeta, sua sustentabilidade e cuidados.  Mostrou isso com muita alegria e gingado na XXIX MOSTRA DE DANÇA.
Parabéns a toda equipe e alunos!!!

 


 




FIQUE SABENDO - O desafio de superar as doenças tropicais

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O desafio de superar as doenças tropicais:

Fonte: IHU On-line


Para compreender a crescente proliferação das doenças tropicais, é fundamental “estudar a saúde nas favelas e nas grandes cidades tropicais. Esse é um passo importante a ser dado para compreendermos esse problema, que é gravíssimo, mas que ainda não temos conhecimento da sua dimensão”, assinala o médico e professor da Universidade Federal do Piauí, Carlos Costa à IHU On-Line, em entrevista concedida por telefone. Segundo ele, embora ainda não seja possível identificar o que “está por trás dessa proliferação das doenças tropicais”, sabe-se “que esse fenômeno está de certo modo relacionado com a superpopulação”.

Costa
enfatiza que as doenças tropicais estão diretamente relacionadas com as más condições de saneamento básico nas comunidades e com a precarização da vida urbana. Em sua avaliação, a globalização econômica não favoreceu “uma globalização social, porque o capital procura ambientes em que exista mão de obra mais barata para se desenvolver, e não considera as condições de vida das pessoas e dos trabalhadores. Como o Estado não taxa as empresas, ele não arrecada. Nesse processo de globalização, a arrecadação é restrita à indústria, que oferece emprego, mas o Estado não tem condições de proteger as populações. Essa é a raiz do ‘enfavelamento’ e também, de certo modo, da proliferação de algumas doenças”.
Também em sua avaliação, Costa diz que a erradicação das doenças perpassa pelo desafio de os países tropicais superarem a dependência das indústrias farmacêuticas dos países do Norte, que têm uma ótica “assistencialista”, e tampouco se preocupam em “erradicar o problema principal, que é a pobreza”. “Está na hora de reverter esse quadro. Brasil, Índia, Austrália, Arábia Saudita e México já têm riquezas suficientes para fazer um grande consórcio de pesquisa voltado para essas doenças e liderar a pesquisa da malária, da leishmaniose, da dengue”, salienta.
Carlos Henrique Nery Costa é médico, formado pela Universidade de Brasília – UnB. É mestre em Medicina Tropical e doutor em Saúde Pública Tropical pela Harvard University. É professor da Universidade Federal do Piauí, médico do Instituto de Medicina Tropical Natan Portella, e Presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical.
Confira a entrevista.
IHU On-Line – O que são as doenças tropicais e quais estão em maior evidência no país?

Carlos Henrique Nery Costa (foto) – As doenças tropicais têm uma definição bastante ampla, tratando-se de doenças que ocorrem exclusivamente ou, com mais frequência, nos trópicos ou onde não foram devidamente controladas. Entre as doenças tropicais mais importantes hoje em dia, destaca-se a Aids, surgida na África. Entre as doenças tropicais existem outras muito sérias como a tuberculose, ligada às condições precárias nas grandes cidades e nas favelas. Por outro lado, ao contrário da Aids e da tuberculose, a malária é uma doença rural, transmitida por mosquitos, e hoje está restrita aos trópicos. Essa é uma doença gravíssima que, na África, por exemplo, ainda mata milhares de crianças. Outra importante doença tropical reemergente nos trópicos é o cólera, uma doença que se desenvolve onde não existe saneamento básico adequado ou onde a vulnerabilidade das pessoas é muito grande. As principais epidemias por conta dessa doença ocorrem no Haiti, na Índia e na África, ao sul do Saara. Mais de 10 mil pessoas morreram de cólera nos últimos dois anos no Haiti. Existem outras doenças, como a de Chagas, que é uma doença brasileira, a febre amarela, a leishmaniose, a verminose, que proliferam entre populações em situação de vulnerabilidade, geralmente aquelas abandonadas pelo Estado.

IHU On-Line – Alguns pesquisadores evidenciam que o mundo vive uma transição epidemiológica de muitas doenças que estão deixando as áreas rurais e se urbanizando. Em que consiste essa transição e por quais motivos ela está acontecendo?
Carlos Henrique Nery Costa – Entre o final do século XIX e início do século XX, quando a Inglaterra era uma potencia colonial, além da independência dos países da África e da Ásia, houve uma grande diáspora rural, o que aconteceu mais cedo nos países desenvolvidos, depois na Índia, no sudeste da Ásia, na China e, posteriormente, de forma exuberante, na África. Só que, além do processo de atração das migrações, como acesso a emprego, outros fenômenos acompanharam esse processo de urbanização: nos anos 1980 os países em desenvolvimento tiveram um crédito provisório e depois tiveram uma cobrança monetária, que deu origem, por sua vez, à crise no Terceiro Mundo. Posteriormente, o que arruinou a África foi a revolução verde, iniciada pela descoberta dos fertilizantes químicos. Mas mais importante do que isso foi o fato de os países desenvolvidos começarem a subsidiar fortemente a agricultura, porque dispunham de uma produção tecnológica avançada. A partir do momento em que os produtos agrícolas começaram a entrar no terceiro mundo, a agricultura de subsistência ficou mais cara, as pessoas passaram a perder qualidade de vida e deram início a um processo de migração para as cidades. Com esse processo migratório, o cenário das doenças tropicais mudou da zona rural empobrecida para as cidades, e surgiram novas doenças, como Aids, tuberculose, cólera, malária urbana e leptospirose. Pode-se dizer que houve uma série de fenômenos de natureza econômica, geopolítica, social e cultural que levaram as populações para as cidades. Ocorre que esse processo migratório gerou um excedente populacional, que não encontrou local de habitação adequada. Evidentemente, as pessoas mais pobres foram abandonadas pelo Estado e passaram a se aglomerar em favelas. Para se ter ideia, ainda hoje de 10 a 15% da população brasileira vive em favelas. Na África e na Ásia, esse percentual deve ser ainda maior. Esse é um cenário novo que os países dos trópicos têm de encarar.

IHU On-Line – Por que doenças como a febre amarela, que já se considerava erradicada, encontram terreno fértil para se desenvolverem nas favelas e grandes centros urbanos?
Carlos Henrique Nery Costa – Alguns fenômenos nós ainda não compreendemos. Entre o ressurgimento de novas doenças tropicais, o mais surpreendente é a urbanização do calazar. Essa doença entrou no Brasil na década de 1980, nas cidades de Teresina e São Luís, onde surgiram epidemias que se espalharam para o resto do país. 90% dos casos de calazar no Brasil são oriundos da zona rural do Nordeste. A doença também se espalhou para cidades do Sudeste e Centro-Oeste, como São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, São Borja (Rio Grande do Sul) e parece que está chegando a Uruguaiana em breve, e possivelmente em Buenos Aires, também.
Ainda não sabemos o que está por trás dessa proliferação das doenças tropicais, mas sabemos que esse fenômeno está de certo modo relacionado com a superpopulação. Veja o caso das favelas: elas são habitadas por dezenas de pessoas que vivem em um mesmo ambiente. Então, doenças como tuberculose proliferam em ambientes em que as pessoas estão mais vulneráveis, onde não há saneamento básico. As doenças infecciosas também estão nesses lugares. Por exemplo, a leptospirose é uma doença que ocorre no mar, por causa da urina dos ratos, mas na época das chuvas, ela se espalha nas favelas.

IHU On-Line – Muitos pesquisadores enfatizam que, sem reduzir as desigualdades sociais, o Brasil não resolverá o problema das doenças tropicais. Que relações estabelece entre a proliferação de doenças e as más condições de saneamento básico? Em que medida as melhorias no saneamento também representam a prevenção destas doenças?
Carlos Henrique Nery Costa – É surpreendente como o Brasil não se interessa por questões fundamentais da vida social, como ainda não existem no país escolas públicas de turno integral, por exemplo. Por que o Estado ainda delega ao traficante a gestão das favelas, e por que não saneia esses ambientes? As populações que vivem nesses locais são completamente marginalizadas pelo Estado.
Por que razão o Estado não investe e não melhora as condições de saneamento, não sei. Realmente existe um excedente populacional, que a economia industrial não foi capaz de absorver. Não existe emprego para todos, e o Estado não é forte o suficiente para proteger a população e reverter esse quadro. Mas essa não é a realidade apenas do Brasil. Acontece também em Jacarta, na Indonésia, em Nairóbi, no Quênia, entre outras cidades.
Houve uma globalização econômica, mas não houve uma globalização social, porque o capital procura ambientes em que exista mão de obra mais barata para se desenvolver, e não considera as condições de vida das pessoas e dos trabalhadores. Como o Estado não taxa as empresas, ele não arrecada. Nesse processo de globalização, a arrecadação é restrita à indústria, que oferece emprego, mas o Estado não tem condições de proteger as populações. Essa é a raiz do “enfavelamento” e também, de certo modo, da proliferação de algumas doenças. O Brasil precisa investir em uma política voltada para a saúde na favela, que é um problema grave.
Além das doenças tropicais, a poluição das grandes cidades também tem gerado inúmeros problemas de saúde; os acidentes de motocicletas talvez sejam um dos problemas mais graves de saúde pública do Brasil hoje. A saúde não encara esse fato como problema de saúde pública; ela ainda delega esse caso ao trânsito, aos legisladores, aos engenheiros.

IHU On-Line – É possível diagnosticar em que estados brasileiros o saneamento básico enfrenta maiores desafios?
Carlos Henrique Nery Costa – Essa situação não está mapeada, mas sabe-se que as condições de saneamento básico são mais frágeis em regiões do Norte e Nordeste. Entretanto, nas favelas do Sul e do Centro-Oeste também inexiste saneamento, e doenças como tuberculose aparecem, porque há um ambiente tropical propício para elas se desenvolverem.

IHU On-Line – Como as doenças tropicais são abordadas no sistema de saúde brasileiro? Elas são negligenciadas?
Carlos Henrique Nery Costa – Existe um esforço para preveni-las, mas ainda são bastante negligenciadas. O conceito negligenciado surgiu nos anos 2000 a partir de uma publicação holandesa que denunciava a negligência da indústria farmacêutica com algumas doenças. As doenças negligenciadas são aquelas que ocorrem em pequenas quantidades, em países remotos, com pessoas pobres, que não participam ativamente do mercado de medicamentos. Depois, algumas pessoas começaram a falar de doenças tropicais para as populações negligenciadas, ou seja, para aproximadamente um bilhão de pessoas que vivem em situação muito precária. E, por fim, passou-se a mencionar as doenças que são pouco pesquisadas.
No Brasil, existe uma preocupação maior com duas doenças tropicais: a dengue e a leishmaniose, que é o calazar. Essas doenças continuam se expandindo e nós não temos perspectiva de controle. Estão providenciando vacinas para essas doenças, e talvez isso gere algum resultado, porque a solução tradicional, de educar as pessoas para a retirada do foco da dengue, por exemplo, não tem funcionado. O calazar é ainda pior, porque, além de matar mais pessoas por ano – entre 200 e 250 –, segue inexorável a despeito de qualquer medida de saúde pública. Matam-se os cães contaminados para tentar controlar a expansão da doença. Embora isso tenha sido eficaz, não foi capaz de erradicá-la.
Tem havido um esforço para erradicar as doenças tropicais, mas ele ainda é muito tímido, comparado com a China, por exemplo, que se livrou desse problema de saúde pública há 40 ou 50 anos. O Brasil continua sendo uma nação negligente com seu próprio povo; uma nação rica com o povo pobre. O investimento em saneamento, educação e outros benefícios sociais acabariam resultando na prevenção dessas doenças.
Os médicos estão razoavelmente treinados para lidar com as doenças tropicais, mas enfrentam outros problemas, como a fragilidade da terminalidade do SUS, que é a atenção médica. Como o Estado é fraco, não existe uma política de excelência, não existe uma política de integridade. Então, o que prolifera é a negligência do serviço público, que se manifesta através da fragilidade de diagnósticos, a realidade do tratamento etc.

IHU On-Line – E o fato do SUS ter uma política tímida de prevenção à saúde também contribui para a proliferação dessas doenças?
Carlos Henrique Nery Costa – Geralmente, a qualidade da vacinação está bem montada no Brasil, e a rede de vacinação funciona bem. Mas ainda faltam vacinas para doenças complexas, como malária, a doença de chagas,leishmaniose, dengue – para esta parece que terá em breve uma vacina. Se tivéssemos as vacinas, seria mais fácil intervir na área da saúde sem mexer nas condições sociais. As doenças que podem ser prevenidas com a vacinação estão controladas, como a varíola, a hepatite e a meningite.

IHU On-Line – É possível estimar qual o índice de mortalidade por conta das doenças tropicais?
Carlos Henrique Nery Costa – Depende da doença. Os índices de morte por causa da doença de chagas e da esquistossomose continuam altos. O índice de mortalidade por causa do calazar é de 5 a 10%, mesmo com o diagnóstico feito e a doença tratada. Não tenho ideia de quantas pessoas morrem, porque ninguém conhece de fato a realidade das favelas. A discussão que estamos promovendo das doenças tropicais voltada para as cidades ainda encontra muita resistência, porque quase todos os médicos são treinados a tratar doenças infecciosas e parasitárias. Os médicos não sabem lidar com outros fatores externos, como a violência que também gera problemas de saúde. Por isso é importante desenvolver um trabalho com as diversas especialidades médicas em conjunto com os urbanistas, sociólogos, arquitetos, antropólogos para colocarmos em discussão as doenças tropicais que predominam nas favelas. É isto o que estamos propondo para a Sociedade Brasileira para o Progresso e a Ciência – SBPC: estudar a saúde nas favelas e nas grandes cidades tropicais. Esse é um passo importante a ser dado para compreendermos esse problema, que é gravíssimo, mas que ainda não temos conhecimento da sua dimensão.

IHU On-Line – Como as doenças tropicais são abordas em outros países? Além do Brasil, onde mais podemos perceber a proliferação dessas doenças?
Carlos Henrique Nery Costa – A Aids é um exemplo de como as doenças tropicais se proliferaram. Os países desenvolvidos, de modo geral, reagem com muita tecnologia e conhecimento. Doenças como a de Chagas, que é recorrente em cidades do interior, migraram da América Latina para os EUA e a Espanha junto com os trabalhadores. Geralmente, a transmissão acontece através da doação de sangue contaminado. Como nesses países não existe a triagem para a doença de Chagas, porque ela é uma doença característica do Brasil, acaba-se criando um grande problema de saúde pública nos países devido à transmissão da doença. A tuberculose também voltou a crescer depois da Aids.
Os países ricos lidam com as doenças tropicais através da ação das indústrias farmacêuticas. A ótica deles é assistencialista, ou seja, não é uma ótica de erradicação do problema principal, que é a pobreza, situação que é causada pela política econômica internacional. Por isso eles não enxergam os problemas oriundo dessa situação econômica, não comentam e nem gostam de comentar.

IHU On-Line – Quais os maiores desafios do Brasil para erradicar as doenças tropicais?
Carlos Henrique Nery Costa – O Brasil por ser, em minha opinião, o mais proeminente das nações tropicais, por ser a maior nação tropical, o quinto maior país do mundo e por ter um parque tecnológico razoavelmente desenvolvido, apesar das precariedades, tem condições de liderar a investigação e o combate das doenças tropicais no mundo. Até agora, todo o conhecimento a respeito das doenças tropicais é oriundo do Norte. As descobertas em relação aos tratamentos vêm dos países ricos, juntamente com a ótica deles, lógico, de consumir medicamentos.
Mas está na hora de reverter esse quadro. Brasil, Índia, Austrália, Arábia Saudita e México já têm riquezas suficientes para fazer um grande consórcio de pesquisa voltado para essas doenças, liderar a pesquisa da malária, da leishmaniose, da dengue. Esses países têm condições de estabelecer políticas que sejam realmente eficazes para os planos urbanos. O Brasil pode liderar as políticas para lidar com as favelas e criar novos mecanismos de combate à Aids. O país pode aparecer pela sua proeminência e unificar os trópicos dando uma unidade cultural e climática a eles. Essa reapropriação dos trópicos por tropicais é fundamental. Até hoje nós vemos os trópicos através do espelho do Norte. Nós conhecemos a Índia pelo que é publicado na imprensa europeia, ou seja, pelas percepções culturais dos europeus.
Um dos aspectos mais agravantes é não só a distância entre os centros produtores de ciência e tecnologia, mas principalmente a “inapropriedade” das criações biotecnológicas do Norte, que são aplicadas nos trópicos. Temos de priorizar os nossos problemas a partir da nossa ótica e tentar encontrar soluções adequadas para a nossa realidade. No reviver e renascer dos trópicos, a partir de uma conjunção de todos os trópicos, poderemos resolver vários problemas nas diversas áreas (saúde, agricultura, arquitetura etc.).



Postado por Daniela Kussama


OPORTUNIDADE - Pessoas com deficiência podem se cadastrar para novas oportunidades de emprego

FONTE: PCRJ

21/08/2012

De segunda a sexta-feira, entre 8h e 18h, pessoas com deficiência podem cadastrar-se com documentos de identidade, carteira profissional, CPF e PIS, no Ciad Mestre Candeia (Avenida Presidentes Vargas, 1997), para novas oportunidades de empregos.

As vagas são oferecidas por empresas comerciais e industriais do Rio, por intermédio da Secretaria Municipal de Trabalho e Emprego, conforme publicação no Diário Oficial do Município de ontem, dia 20.

Com Ensino Fundamental incompleto, há disponibilidade de 52 vagas de empacotador para pessoa com deficiência física leve, visual parcial ou auditiva parcial; 15 para operador de supermercados; e sete vagas para ajudante de açougueiro.

Com Ensino Fundamental completo, as oportunidades são para quem tem deficiência física leve, nanismo, auditiva parcial, visual parcial ou ostomia: dez vagas para promotor de vendas, 20 para cobrador de transportes coletivos; e 14 para operador de telemarketing.

Com Ensino Médio completo, pessoas com deficiência física leve, auditiva parcial, visual parcial ou nanismo podem candidatar-se a oito vagas de almoxarife, cinco de assistente administrativo, dez de atendente de telemarketing, 30 de auxiliar de linha de produção e oito de recepcionista atendente.

Curso para Formação de Multiplicadores em Prevenção à Dependência Química

FONTE: PCRJ

21/08/2012

Começa nesta quarta-feira, dia 22, o curso gratuito de Formação de Multiplicadores em Prevenção à Dependência Química “Prevenção, uma visão de Futuro”. Destinado ao público em geral, seu objetivo é ampliar e fortalecer a rede protetora e preventiva da cidade, viabilizando a aquisição de habilidades e competências para a formação de comportamentos preventivos em relação ao uso de drogas e à dependência química.

O curso será ministrado em 10 módulos. O conteúdo programático abordará os seguintes temas: Política Pública de Prevenção à Dependência Química; Eu e o outro; Drogas: Conceitos Básicos; Conceituação da SNC, a Neurobiologia da D.Q. e Síndrome Alcoólica Fetal - SAF; Autoestima; Resiliência; Mecanismo de Defesa; Codependência; Prevenção à Recaída;  Reformulação e Comorbidade; Família; Fatores de Risco e Proteção; Adolescência; Modelos de Prevenção; Prevenção na Escola; Rede Preventiva; O Papel do Multiplicador; Construindo Ações de Prevenção; Legislação; Prevenção no Local de Trabalho; Oficina – Vídeo Fórum; e Ecologia Humana.

As aulas serão das 13h às 17h, no auditório da Praça Pio X, 119, 9ºandar, Centro, com carga horária total de 40 horas. O término do curso está previsto para o dia 26 de setembro.

Mais informações pelo telefone: 2976.7453.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

IDÉIAS - Consciência Negra - link de atividades

 http://meustrabalhospedagogicos.blogspot.com/
Consciência Negra - link de atividades:
Preparei uma coletania de atividades e temas referente a consciência negra e africanidade que tem aqui no blog, como é muita coisa então achei um meio facilitador abrir esta postagem para vocês.

 Conciência Negra - Livro + Atividades - Meus Trabalhos Pedagógicos
(reflita aqui sobre o tema)

Desenhos para colorir consciência negra - Meus Trabalhos ...
(lindos desenhos para colorir)

" Meus Trabalhos Pedagógicos ": Projeto Meninas Negras
(Projeto meninas negras - período de uma semana para ser trabalhado, de minha autoria para ser adaptado)

" Meus Trabalhos Pedagógicos ": Livro Meninas Negras + Atividades
(livro e atividades elaboradas por mim para trabalhar o tema)

Receba nossas atividades Digite aqui seu email:

SAÚDE PRESENTE NA ESCOLA - CMS MORRO UNIÃO ESCOLA MUNICIPAL FIRMINO COSTA

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CMS MORRO UNIÃO ESCOLA MUNICIPAL FIRMINO COSTA:
No dia 15 de Agosto estivemos presente na Escola Muinicipal Firmino Costa, com a presença da Equipe Bucal ( Dra Ana Paula,ASB Cristiane,TSB Cíntia e ACS Andréa (Eq. Jaqueira).Realizamos Escovação,Orientação em saúde bucal,Aplicação de Flúor,Exame bucal com finalidade epidemiológica e entrega de Kits (escova de dente,pasta de dente e fio dental).

Foram realizado em 140 crianças com faixa etária de 4 á 6 anos, dessas crianças avaliadas 83 estão livre de cárie.

A equipe de saúde bucal gostaria de agradecer e parabenizar os profissionais da educação da  Escola Firmino Costa pela sua organização,dedicação e participação nas atividades realizadas com seus alunos.












FALANDO DE HIGIENE - Educopédia, nossa aliada de trabalho!!!

 http://emthomasjefferson.blogspot.com/
Educopédia, nossa aliada de trabalho!!!:

Uma tecnologia que a cada dia enriquece mais as aulas das turmas de 3° ano é a Educopédia

As turmas 1301 e 1302, das professoras Jussara e Camila, estavam juntas para aprender sobre as estações do ano e cuidados com o corpo

O cachorrinho Doki deu umas dicas bem divertidas! 


A criançada estava atenta à lição e pode ver, também, alguns alimentos que nascem de acordo com cada estação!

Com este link, a turma viu também um vídeo informativo do Doki, destacando a importância do banho. 

Todos aprenderam que não apenas no verão, quando transpiramos mais e ficamos mais agitados, que a higiene deve ser mantida, e sim durante todo ano devemos preservar o nosso corpo limpo e apresentável!

Ao final da aula, as crianças relacionaram os assuntos apresentados para a importância de uma vida saudável, citando frutos e  épocas de colheita, visando a boa alimentação; além dos cuidados com o corpo, focando na 
"higiene e saúde".

O 3º ano já está ansioso para a próxima aula com a Educopédia, nossa aliada de trabalho!!!


ATENÇÃO !!!I Seminário de experiências da APS com População de Rua

 http://saudementalrj.blogspot.com/
Divulgando..
I Seminário de experiências da APS com População de Rua:

 Inscrições através do e-mail semapspoprua@gmail.com no período de 01 de agosto a 16 de setembro.
Informações: Teias Escola Manguinhos – Ensp/Fiocruz
Tel.: (21) 2598-2764

Curso de Atualização no Atendimento a Usuários de Crack e Outras Drogas para Profissionais de Hospital Geral

Curso de Atualização no Atendimento a Usuários de Crack e Outras Drogas para Profissionais de Hospital Geral:

FIQUE SABENDO - CNS discute saúde mental na proposta de Lei Orçamentária de 2013

 http://www.blog.saude.gov.br/
CNS discute saúde mental na proposta de Lei Orçamentária de 2013:

Por meio de sua Comissão Intersetorial de Saúde Mental (CISM), o Conselho Nacional de Saúde está acompanhando atentamente as políticas de ações de assistência ao usuário de crack e para saúde mental, elaborando propostas para aprimorar o atendimento e a prevenção, com base na 14ª Conferência Nacional de Saúde, cuja diretriz 13 aponta para a necessidade de consolidar e ampliar as políticas e estratégias para saúde mental, deficiência e dependência química.
Estudo realizado em 2010 pela Confederação Nacional dos Municípios informa que 71% dos municípios brasileiros enfrentam problemas com drogas. Diante desse desafio, compreender as especificidades e avaliar os fatores que influenciam o uso de drogas é um dos passos apontados pelo CNS para que ações de assistência social e de saúde mental sejam mais eficazes nos municípios.
Observando que a dependência de drogas tem forte impacto nos gastos do Sistema Único de Saúde, o conselheiro nacional Clóvis Boufleur adianta que, na próxima reunião extraordinária do CNS, nesta quinta (23), será discutida a proposta de que a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2013 preveja ações específicas para fortalecimento da rede de saúde mental. “Trata-se de um tema que merece atenção especial, pois relaciona-se com qualidade de vida, envelhecimento e também dependência química. Por isso, merece linhas de ação que ampliem o alcance das políticas atuais”, considera Boufleur.
A assessora do Ministério da Saúde, Cristina Hoffmann, que responde pela a área técnica de saúde mental, álcool e outras drogas, elenca várias ações que compõem a Rede de Atenção Psicossocial, envolvendo serviços em unidades de atenção básica, atendimento em consultórios de rua e iniciativas de geração de trabalho e renda, entre outras ações.
Acesse o levantamento do CNS sobre legislação de combate e prevenção dos efeitos do crack e de outras drogas ilícitas
Acesse a apresentação do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), que junto com o CNS acompanha de perto a reestruturação da política de combate e prevenção dos efeitos do crack e de outras drogas ilícitas
Acesse a apresentação de Medidas de Prevenção e de Tratamento para Dependentes de Crack, da Área Técnica de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do Ministério da Saúde
Fonte: Conselho Nacional de Saúde

FIQUE SABENDO - Vitamina D ajuda a evitar infecções respiratórias em crianças no inverno - Saúde - Notícia - VEJA.com

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Vitamina D ajuda a evitar infecções respiratórias em crianças no inverno - Saúde - Notícia - VEJA.com

LEGAL DEMAIS - Uma boa notícia - Brasil está entre países líderes em número de ex-fumantes

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Uma boa notícia - Brasil está entre países líderes em número de ex-fumantes:

O Brasil está entre os países com maiores taxas de fumantes que abandonaram o vício, segundo um estudo divulgado na última quinta-feira (16) pela revista médica “The Lancet”.O país também tem a menor taxa de homens fumantes em relação ao total da população, comparado com os outros países analisados. 

Segundo o levantamento feito entre outubro de 2008 e março de 2010, 46,4% dos homens brasileiros e 47,7% das brasileiras que disseram que já fumaram diariamente no passado tinham abandonado o vício. O número é o terceiro mais alto da pesquisa, atrás apenas do Reino Unido (com 57,1% para os homens e 51,4% para as mulheres) e dos Estados Unidos (48,7% e 50,5%, respectivamente). Em quarto lugar, o Uruguai também apresenta um bom resultado, com 42,8% de homens e 41% de mulheres ex-fumantes. A pior situação é encontrada na China (12,6% de homens e 16,8% de mulheres) e na Índia (12,1% e 16,2%). 

 A pesquisa avaliou o hábito de fumar nos Estados Unidos, no Reino Unido e em 14 países de “baixa ou média renda”: Brasil, Bangladesh, China, Egito, Índia, México, Filipinas, Polônia, Rússia, Tailândia, Turquia, Ucrânia, Uruguai e Vietnã. De acordo com os autores, há uma “epidemia global de uso de tabaco” nos países em desenvolvimento no século 21. 

O fumo, segundo o estudo, “causa cerca de 9% das mortes no mundo”. “De acordo com a Organização Mundial da Saúde, seis milhões de pessoas morrem por causas ligadas ao tabaco todos os anos”, diz a pesquisa. 

O levantamento mostra que em todos os países estudados o fumo é um hábito mais comum entre homens do que entre mulheres, mas que o uso do tabaco por elas está aumentando e começando cada vez mais cedo. De todos os países estudados, o Brasil tem a menor porcentagem de homens fumantes: 21,6%. Em segundo lugar vem o Reino Unido, com 22,8% e os Estados Unidos, com 24%. Entre as mulheres, o país está em décimo: 13,1% das mulheres brasileiras fumam – 11,5% diariamente. O país com menor quantidade de mulheres fumantes é o Egito, com 0,5%, seguido pelo Vietnã, com 1,4%. Os dados mais recentes do Ministério da Saúde sobre o fumo na população brasileira trazem um panorama mais positivo. 

Segundo a última pesquisa Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), divulgada em abril de 2012, 18,1% dos homens brasileiros e 12% das mulheres admitem ser fumantes.
Fonte: sis saúde