No dia 7 de março passamos o dia com os alunos, profissionais e direção da C. M. OS SABIDNHOS, foram momentos muito agradáveis pois fomos recebidos com muito carinho por todas as pessoas que ali estão.
Iniciamos este contato com o Levantamento epidemiológico de Saúde Bucal que é nada mais, nada menos do que uma pesquisa de campo feita em uma determinada área para identificar os problemas de saúde da população. Através deste estudo é possível propor um plano de tratamento adequado e eficaz diretamente voltado para resolver os problemas diagnosticados neste levantamento. Enfim, o problema de uma comunidade é identificado e as ações de saúde podem ser desenvolvidas diretamente naquele foco de deficiência encontrado. Em saúde bucal, o índice mais utilizado para um levantamento epidemiológico é o CPO-D, que é o índice de ataque de cárie, formulado originalmente por Klein e Palmer em 1937. CPO-D: Realizado em dentes permanentes, onde C significa cariados, P para perdidos e O para obturados.
Realizamos Ações Educativas de Saúde Bucal e acompanhamento dos alunos que em 2012 já eram alunos da Creche e conhecemos os novos alunos.
Para comemorar o Dia
Internacional da Mulher, nada melhor do que abordar um tema que está bem ligado
ao universo feminino: a TPM. Essas três letras transformam as mulheres numa
pilha de nervos e deixam os homens temerosos. A tensão pré-menstrual, síndrome
que atinge a maioria das mulheres, é causada pela variação hormonal que o corpo
feminino sofre durante o ciclo menstrual, que pode produzir alterações físicas
e psicológicas. Mas você sabe o que pode amenizar esses sintomas? Praticar exercícios e atividades físicas
regularmente.
Palavra de especialista:
Segundo a professora de
Educação Física e personal Juliana Gomes, o melhor tratamento para a tensão é
se exercitar, pois aumenta o metabolismo e melhora a circulação sanguínea. A
natação, por exemplo, ajuda a reduzir o inchaço que ocorre no corpo feminino
durante esse período. Além disso, diminui a ansiedade e melancolia.
- Muitas mulheres não sabem que sofrem de TPM. Os exercícios físicos,
além de melhorarem o desconforto abdominal, elevam a autoestima e tiram aquela
irritação a mais que vem todo mês. Enquanto se pratica esporte, há a liberação
de endorfina, que é o hormônio responsável pelo bem-estar - informou Juliana.
O que também é muito importante neste período é a boa alimentação. A
recomendação é que todas façam uma dieta adequada, consumindo alimentos ricos
em cálcio e magnésio, deem preferência a frutas e evitem gordura, sal, açúcar e
cafeína.
- Alimente-se bem e escolha os exercícios que você possa ter contato com a
natureza. As melhores atividades físicas são a caminhada, a corrida, a
bicicleta e a natação. Mas não quer dizer que os outros não sejam bons. Também
é interessante uma sessão de ioga ou um alongamento completo para aliviar o
estresse - orientou a professora.
Hélida Colombo, corredora e
dona de casa de São José do Rio Preto-SP, não quer saber da tensão pré-menstrual.
Segue à risca as orientações para viver tranquila e não perder o marido.
- Depois que aumentei o volume dos meus treinos, nunca mais tive TPM. Aliás,
recomento a corrida para mulheres acima de tudo. O principal motivo? Ter paz e
dar paz para os outros. Mulher na TPM é uma tortura - contou Hélida.
Sintomas da TPM:
- dores de cabeça e cansaço;
- retenção de líquidos;
- irritabilidade sem ter algum motivo;
- desejo por doces;
- dores nas pernas e nos seios;
- aumento dos seios
- desconforto abdominal;
- ansiedade e impaciência
- fadiga;
- variação de humor de um dia para o outro;
- sensibilidade
- depressão;
- palpitações
- tonturas;
- pele propensa a acnes.
A tensão pré-menstrual é
caracterizada por um conjunto de sintomas físicos, emocionais e
comportamentais, que iniciam na semana anterior à menstruação e são aliviados
com o início do fluxo menstrual, atingindo cerca de 70% das mulheres na fase
reprodutiva, segundo o Ministério da Saúde. Observa-se um aumento do apetite a
partir do 22º dia do ciclo menstrual, com intensidade máxima no primeiro dia do
ciclo (no sangramento), uma necessidade maior de carboidratos e principalmente
doces/ chocolates.
Alimentação adequada
- Ômega 3 (salmão, atum,
sardinha, chia, linhaça, óleo de peixe): Ação antiinflamatória, redução das
cólicas e da retenção hídrica, e melhora do humor;
- Vitamina E (gérmen de trigo, castanha do Pará, nozes, amêndoas, milho, óleo
semente de girassol): Ameniza as dores na mama;
- Alimentos fontes de triptofano (carnes magras, peixes, leite e derivados,
nozes e leguminosas como feijão e lentilha): Alguns pesquisadores têm
demonstrado que baixos valores de serotonina total e a depleção de triptofano
aumentam os sintomas da TPM;
- Vitamina B6/ piridoxina (nozes, banana, gérmen de trigo, feijão, lentilha,
cenoura, leite): Pode melhorar o padrão de sono e humor;
- Cromo (levedo de cerveja e alimentos integrais): ameniza a compulsão por
doces;
- Chocolate amargo (mais de 50% cacau) e prática de atividade física: Maior
liberação das endorfinas, relaxamento e maior controle da compulsão alimentar;
- Cálcio (leite e derivados e folhosos verde escuros): Melhora o humor, reduz
as cólicas e a retenção de líquidos.
Dicas importantes
- Eliminar açúcar, sal e
alimentos ricos em sódio (caldos de carne/frango/legumes, sopas instantâneas,
embutidos, defumados, enlatados), cafeína, álcool e alimentos gordurosos;
- Não pular refeições, realizar de quatro a seis refeições por dia,
aumentar a ingestão de saladas e dar preferência a produtos integrais para
promover maior saciedade;
- Aumentar a ingestão de líquidos (mínimo de dois litros por dia);
- Ingerir duas castanhas do Pará;
- Utilizar leite ou iogurte uma vez ao dia, aumentar a ingestão de derivados de
leite e folhosos verde escuros;
- Na grande refeição (almoço/jantar): metade do prato deve ser de verduras e
legumes, um quarto de proteína magra e um quarto de carboidratos (arroz com
feijão );
- Acrescentar uma colher de sopa de chia ou farinha de linhaça dourada;
- Pode ser utilizado 25g de chocolate amargo como sobremesa;
- Praticar atividade física, mesmo que precise ser em menor intensidade.
*Lembrando
que os sintomas variam de uma pessoa para outra e que nem toda mulher sente
todos eles. Caso sua TPM seja muito forte, procure o ginecologista para uma
melhor orientação.
Fonte: globoesporte.globo.com
** O Texto acima é de responsabilidade do autor. Para dúvidas sobre o conteúdo do texto, deixe seu comentário ou entre em contato com o autor através dos contatos disponibilizados em sua assinatura.
http://construtoresdecidadania.blogspot.com/ A Escola no Combate ao Trabalho Infantil (Curso Online).: Desenvolvido pela Fundação Telefônica, através da Rede Promenino (www.promenino.org.br), em parceria com o Ministério Público do Trabalho (www.mpt.gov.br), contando com a gestão executiva do Centro de Empreendedorismo Social e Administração em Terceiro Setor – CEATS (www.ceats.org.br), da Fundação Instituto de Administração (FIA). O curso, totalmente online, é oferecido aos educadores de ensino fundamental das escolas públicas brasileiras, e tem como objetivo contribuir para a efetivação da Lei Federal 11.525, que incluiu, no currículo do ensino fundamental, conteúdos que tratem dos direitos de crianças e adolescentes, tendo como referência o Estatuto da Criança e do Adolescente. O foco da capacitação é informar, formar e mobilizar educadores, alunos e comunidades para que atuem no combate ao trabalho infantil em nosso país, tanto em ações diretas, quanto na formação de uma cultura de direitos em que o trabalho infantil não seja aceito como natural e positivo. Com três meses de duração e 60 horas de carga horária, o curso conta com vídeo aulas gravadas por grandes especialistas em direitos e deveres de crianças e adolescentes, parte deles, inclusive, redatores do ECA. A formação se inicia em 2 de abril e termina em 24 de junho de 2013. As inscrições estarão abertas até 1º de abril, ou até o preenchimento das vagas disponíveis. Você pode fazer a sua inscrição clicando no link abaixo, ou copiando o mesmo na barra de endereços do programa que usa para acessar a internet. http://ecti2.fundacaotelefonica.com/users/new?code=6280855111398&cat=55 Aqueles que completarem os seis módulos do curso receberão certificado emitido pela Faculdade FIA de Administração e Negócios (www.fia.com.br). Importante: são necessárias, em média, 4 horas semanais de dedicação ao curso. Somente solicite a sua inscrição se você realmente tiver condições de realizá-lo. Muitos educadores de todo o Brasil estão interessados e o número de vagas é insuficiente para atender a todos. Veja mais detalhes sobre o curso no hotsite do projeto www.promenino.org.br/ecti Para qualquer dúvida, utilize o e-mail do curso: ecti2@fia.com.br Cadastro http://www.promenino.org.br/default.aspx?tabid=261&appcode=promenino Fonte Fundação Telefônica | VivoDivulgação enviada pela Profª. Drª. Maria Helena Zamora (por e-mail).
“Olhe para as mulheres que o cercam. Pense naquelas queridas por sua família e sua comunidade. E entenda que há uma probabilidade estatística de que muitas delas tenham sofrido violência durante sua vida”, observou o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, em sua mensagem para marcar o 8 de março.
O foco do Dia este ano é o fim da violência contra as mulheres e meninas. Segundo dados da ONU, até 7 em cada 10 mulheres no mundo serão espancadas, estupradas, abusadas ou mutiladas durante sua vida e, enquanto cerca de 125 países têm leis que penalizam a violência doméstica, ainda há 603 milhões de mulheres que vivem em países onde a prática ainda não é um crime.
Ban Ki-moon lembrou que 2012 foi um ano de “chocantes” crimes de violência contra as mulheres e meninas. “Uma jovem mulher foi estuprada por um grupo de homens até a morte. Outra se matou para evitar a vergonha que seus agressores deveriam ter sentido. Adolescentes foram baleadas à queima-roupa por se atreverem a buscar uma boa educação”.
“Essas atrocidades, que provocaram uma justa indignação mundial, são parte de um problema muito maior, que permeia praticamente todas as sociedades e todas as áreas da vida”, lembrou o Secretário-Geral.
A Diretora Executiva da Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres), Michelle Bachelet, parabenizou os países que têm feito progressos nos últimos anos para eliminar a violência contra as mulheres, mas sublinhou que ainda há muito a fazer.
“Eu tenho esperança, porque a consciência e a ação para os direitos das mulheres estão aumentando. Está crescendo o sentimento de que já basta”, afirmou Bachelet em sua mensagem. “Mas estou indignada porque as mulheres e meninas continuam a sofrer altos níveis de discriminação, exclusão e violência. Elas são frequentemente acusadas e sentem vergonha pela violência cometida contra elas, e muitas vezes procuram em vão por justiça.”
“Os problemas das mulheres são questões globais que merecem prioridade urgente. Não pode haver paz, nem progresso, enquanto as mulheres viverem com medo da violência”, acrescentou.
Em sua mensagem para o Dia, a Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay, observou que, embora a violência contra as mulheres seja uma das violações mais comuns dos direitos humanos, é muitas vezes encarada com indiferença pelas autoridades em diversos países, levando a uma falta de proteção das vítimas e de repressão de seus autores.
O clamor público é um primeiro passo que pode levar a alterações a este respeito, disse Pillay, apontando para casos na Índia, África do Sul e Papua Nova Guiné, onde a indignação pública levou as autoridades a agir. “A indignação é contagiosa”, afirmou a Alta Comissária.
No entanto, ela alertou que indignação temporária e legislações passageiras não são suficientes — a eliminação da violência de gênero deve ser um esforço contínuo.
“Devemos impedir que esta atenção desapareça”, observou ela. “Cada país deve encontrar a solução mais apropriada para assegurar a investigação e aplicação das sanções pertinentes pelos crimes sexuais e baseados no gênero. Com certeza, continuar virando as costas para o que acontece com milhões de mulheres em todo o mundo não é a resposta”
A Diretora-Geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, destacou que é muito grande a escala de violência pela qual passam as mulheres em todo o mundo, que precisa acabar imediatamente com as frequentes violações dos direitos humanos deste tipo.
“Mulheres que passam por experiências de violência são muito mais passíveis de passar por depressão e de considerar ou cometer suicídio. Algumas lutam contra a violência, outras deixam suas casas e muitas não procuram ajuda”, alertou Chan. Ela ressaltou a importância de haver uma forte resposta do poder público com políticas de saúde com foco na prevenção e que ofereçam assistência às vítimas.
A Administradora do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Helen Clark, ressaltou como a violência contra as mulheres continua a ser um enorme obstáculo para a realização das metas da ONU de combate à pobreza, os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM).
“Esta luta não é só um importante fim em si mesma”, observou ela, em sua mensagem. “A violência baseada em gênero é um dos meios pelos quais as desigualdades entre homens e mulheres são perpetuadas no mundo inteiro. Assim, é essencial enfrentar este problema se quisermos atingir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e acelerar progresso do desenvolvimento de forma mais ampla.”
Além de consequências imediatas para a saúde, a violência tem um impacto de longo prazo sobre mulheres e meninas, desde a educação e emprego até a situação econômica e a participação na política, demonstrou Clark.
Os custo de resposta a violência também são caros para os Estados. Calcula-se que países como Canadá, Reino Unido e Estados Unidos gastem 32,9 bilhões de dólares com reparações às vítimas e perdas de produtividade. Nos países em desenvolvimento, a violência doméstica também provoca uma perda nos resultados. Em Uganda, por exemplo, seu custo estimado foi de 2,5 milhões de dólares em 2007.
Os chefes da Organização para a Alimentação e a Agricultura (FAO), do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), do Programa Mundial de Alimentos (PMA) e da Organização Internacional do Direito para o Desenvolvimento (IDLO) — esta última não vinculada ao Sistema ONU — também destacaram a ligação entre a violência baseada no gênero e desenvolvimento, em particular como isso afeta a segurança alimentar dos países em desenvolvimento, onde as mulheres constituem mais de 40% da força de trabalho agrícola.
Em uma declaração conjunta, o Diretor Geral da FAO, José Graziano da Silva, o Presidente do FIDA, Kanayo F. Nwanze, e a Diretora Executiva do PMA, Ertharin Cousin, ressaltaram que “apesar do importante papel desempenhado pelas mulheres na produção de alimentos e alimentação de suas famílias, pouca atenção tem sido dada para a ligação entre a violência de gênero e segurança alimentar.”
Eles apontaram para a ligação entre a discriminação contra as mulheres e a desnutrição, já que os meninos têm prioridade sobre as meninas quando recebem comida em suas casas, e as filhas são muitas vezes casadas em tempos de escassez para que haja uma boca a menos para alimentar.
As mulheres também são vulneráveis quando forçadas a trocar comida por sexo e correm o risco de serem estupradas, enquanto passam horas recolhendo lenha. Além disso, elas muitas vezes não têm direitos de propriedade da terra.
“Melhorar a igualdade no acesso das mulheres aos insumos agrícolas, como sementes, ferramentas, fertilizantes, educação e serviços públicos contribuiria significativamente para alcançar a segurança alimentar e uma nutrição melhor para todos”, afirmaram.
Se as atuais taxas de casamento infantil continuarem, mais de 140 milhões de meninas se tornarão noivas-crianças entre 2011 e 2020, segundo alerta da ONU feito na quinta-feira (7), advertindo que pouco progresso tem sido feito para acabar com esta prática.
Destas 140 milhões de meninas, 50 milhões terão 15 anos ou menos, de acordo com o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), que acrescentou que as meninas que se casam antes dos 18 anos têm um risco maior de serem vítimas de violência pelo seu parceiro do que aquelas que se casam mais tarde. “O casamento infantil é uma violação terrível dos direitos humanos”, disse o Diretor Executivo do UNFPA, Babatunde Osotimehin.
Além disso, o casamento infantil também expõe as meninas aos riscos de gravidez precoce, que pode ter consequências fatais. Segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), complicações na gravidez e no parto são as principais causas de morte de meninas dos 15 aos 19 anos nos países em desenvolvimento.
Garantir a segurança das mulheres em seu local de trabalho também deve ser uma prioridade, lembrou o Diretor-Geral da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO), Kandeh K. Yumkella. O assédio e a violência sexual ainda são um empecilho para as milhões de mulheres empregadas no setor industrial realizarem o seu trabalho.
Yumkella afirmou que a capacitação é importante para proporcionar às mulheres o acesso a competências empresariais e de negócios, tecnologias e de crédito, de modo que elas possam trazer mudanças econômicas para elas mesmas. “O empoderamento econômico das mulheres reduz indiretamente a violência contra as mulheres, aumentando as suas escolhas e poder de barganha no trabalho e em casa”.
O Diretor Executivo do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), Yury Fedotov, pediu aos países que desenvolvam políticas de prevenção do crime inovadoras que tenham como alvo a violência doméstica e familiar.
De acordo com estatísticas do UNODC, cerca de 84 mil mulheres foram vítimas de homicídio no mundo em 2010. Só na Europa, 18 mulheres são mortas todos os dias, em média, sendo que 12 destas são assassinadas por seus parceiros ou outros membros da família.
A violência ou o medo também pode impedir as mulheres de negociarem sexo seguro, o que as torna mais vulneráveis a contrair o HIV, observou o Diretor Executivo do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS), Michel Sidibé.
“Hoje, metade de todas as pessoas que vivem com HIV são mulheres. A cada minuto uma jovem é infectada com o HIV”, relatou ele. “Isso não é aceitável. Somente quando valorizarmos a saúde e o bem-estar de uma menina no mesmo patamar que o de um menino, só quando ouvirmos e agirmos igualmente para as vozes das mulheres — então poderemos ter a chance de acabar com esta epidemia.”
O Diretor-Geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Guy Ryder, afirmou que a violência no local de trabalho se reveste de diversas formas e as mulheres costumam ser especialmente vulneráveis a ela, sobretudo na economia informal. “Essa violência não deve ser tolerada, uma vez que viola os direitos humanos mais fundamentais. A violência no local de trabalho, incluindo o assédio sexual, também representa um obstáculo para que as mulheres desfrutem de igualdade de oportunidades, acesso e tratamento no mercado de trabalho.”
Segundo Ryder, o mandato da OIT relativo ao trabalho decente a obriga a atuar contra a violência no trabalho e estimular ambientes de trabalho baseados no respeito e na igualdade de gênero. “A violência de gênero está em clara contradição com o significado do trabalho decente, isto é, o emprego pleno e produtivo para as mulheres e os homens em condições de liberdade, igualdade, segurança e dignidade humana.”
Irina Bokova, Diretora-Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), destacou em sua mensagem para a data que a violência contra a mulher é uma das violações mais mortais e generalizadas dos direitos da mulher em todo o mundo. “A violência assume formas diversas – física, sexual, psicológica e econômica – mas o resultado é sempre a mesma devastadora violação dos direitos fundamentais e da dignidade humana. Existem esforços combinados em todos os níveis para impedir essa violência, mas o progresso é vacilante e lento”, declarou Bokova.
Ela lembrou o ataque brutal contra Malala Yousafzai, uma garota de 14 anos que levou um tiro por lutar pelo direito de meninas à educação no dia 9 de outubro de 2012. “Ela nos lembra dos desafios que devemos vencer. E é por isso que a UNESCO trabalha em conjunto com governos em todo o mundo para apoiar o direito de meninas e mulheres à educação de qualidade em condições de segurança. Isso é essencial não somente para a justiça social, mas também para o desenvolvimento sustentável.”
Para marcar a data, o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) iniciou em toda a América Latina uma nova fase da campanha “Amplifique Suas Vozes”. Com forte apelo interativo, a campanha busca dar voz às mulheres refugiadas vítimas da violência e conscientizar a opinião pública sobre esta questão.
Segundo dados do ACNUR, aproximadamente 60% dos 15,1 milhões de refugiados do mundo são mulheres e meninas, muitas vezes vítimas da violência física, sexual ou psicológica. Em situações de conflito e abuso dos direitos humanos, esta violência é utilizada para intimidar, humilhar ou castigar as mulheres as comunidades afetadas.
No Brasil, 30% dos cerca de 4.600 refugiados reconhecidos pelo governo são mulheres – uma população de quase 1.400 pessoas.
No site www.amplifiquesuasvozes.com.br, a campanha apresenta vídeos com 12 depoimentos de refugiadas colhidos em países da América Latina, com relatos sobre a violência sofrida por essas mulheres e que podem ser compartilhados nas redes sociais. A campanha também divulga spots de rádio e TV, que foram produzidos no Brasil com o apoio da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC). No Twitter, a campanha tem a hashtag #amplifiquesuasvozes.
Além disso, o ACNUR — em parceria com o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) — produziu um vídeo mostrando a realidade de algumas dessas refugiadas na Amazônia brasileira e o trabalho da agência na região. Acesse abaixo:
Em outra campanha, os atores Cauã Reymond (à direita na foto abaixo) e Gabriel Braga Nunes estão entre as dez personalidades masculinas que participam da campanha “Homem de verdade não bate em mulher”, lançada na semana passada pelo Banco Mundial. Thiago Fragoso, Rodrigo Simas e os esportistas Flávio Canto e Anderson Silva reforçam o time que não cobrou cachê para participar da iniciativa. A única mulher é Maria da Penha Maia Fernandes, que dá nome à legislação abordada pela iniciativa.
Também é possível participar por meio das redes sociais. Basta tirar uma foto segurando o cartaz com a mensagem “Homem de verdade não bate em mulher” e postar no Instagram, Facebook ou Twitter (mencionando @worldbanklac) com a hashtag #souhomemdeverdade.
Em uma outra produção audiovisual para a data, o UNIC Rio lançou um vídeo especial sobre a importante participação das mulheres nas Forças de Paz da ONU em todo o mundo. Atualmente, as mulheres representam 30% dos 7.500 civis internacionais nas operações de paz e missões políticas especiais. Acesse abaixo:
Em outras ações para a data, a ONU Mulheres no Brasil preparou uma série de eventos. Na tarde desta sexta-feira (8), a agência lança um aplicativo para smartphones que dá acesso à Rede de Enfrentamento à Violência contra a Mulher no Rio de Janeiro.
A ferramenta foi desenvolvida para facilitar o acesso às informações e aos serviços de apoio existentes na Rede. O objetivo é auxiliar a sociedade a conhecer cada um dos órgãos de assistência da rede, os locais de atendimento, as responsabilidades, como e em que momento acessá-los, como deve ser feito o encaminhamento de vítimas e o acompanhamento de cada caso nas áreas da Saúde, Segurança, Justiça e apoio psicológico.
Além disso, foi lançada globalmente a música “One Woman” (Uma Mulher), uma celebração musical de mulheres que conta com a participação de 25 artistas de 20 países distintos, com a cantora Bebel Gilberto representando o Brasil. Acesse abaixo:
E no vídeo abaixo, algumas delas explicam porque acreditam que a promoção dos direitos das mulheres é importante:
A rede faz parte da campanha liderada pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, denominada “UNA-SE Pelo Fim da Violência contra as Mulheres”. Reúne diversas agências e escritórios da ONU e tem por objetivo prevenir e eliminar a violência contra mulheres e meninas em todas as partes do mundo. Neste esforço conjunto, pais, irmãos, maridos, filhos, amigos, tomadores de decisões, líderes comunitários e de opinião, todos têm um papel fundamental a desempenhar e devem inspirar outros homens a manifestarem-se contra este tipo de violência. Confira os detalhes aqui.
Relembre abaixo os vídeos da campanha “Mulheres e Direitos”,lançada em 2011 com a presença da ativista Maria da Penha. Com peças enfocadas em homens, mulheres em situação de violência e populações do Norte e Nordeste do Brasil, a campanha valoriza a contribuição da Lei Maria da Penha e da rede de serviços de atendimento às mulheres em situação de violência.
O papiloma vírus humano (HPV) não é apenas um vírus e sim uma família com cerca de 200 tipos. Classificados por ‘alto’ ou ‘baixo’ risco de câncer, a maioria é sexualmente transmissível e pode provocar lesões na pele ou mucosa. Os de alto risco, geralmente, estão relacionados a tumores malignos e são eles que causam 90% dos cânceres de colo de útero. Alguns estudos indicam que 50% a 80% das mulheres sexualmente ativas, no mundo, serão infectadas por um ou mais tipos de HPV, em algum momento da vida.
A transmissão do papiloma acontece por meio do contato direto com a pele infectada. Os HPV genitais são transmitidos em relações sexuais, podendo causar ferimentos na vagina, colo do útero, pênis e ânus. O uso da camisinha é a maneira mais eficaz para reduzir a possibilidade de contágio. Por isso, a utilização do preservativo é recomendada em qualquer tipo de relação, mesmo naquela entre casais estáveis.
A maioria das infecções do HPV é combatida espontaneamente pelo sistema imunológico. Mas nem sempre os anticorpos são capazes de eliminar o vírus. As infecções mais comuns são as verrugas, popularmente conhecidas como “crista de galo” e são tratadas com cauterização. Entretanto, são as infecções que não apresentam sintomas que podem progredir e gerar o câncer do colo do útero.
Diagnóstico – o HPV pode ser diagnosticado por meio de exames ginecológicos. As lesões precursoras do câncer podem ser identificadas através do exame preventivo chamado Papanicolau e o diagnóstico é confirmado através de exames laboratoriais como o teste de captura híbrida e o exame de sangue PCR. Ambos estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS), gratuitamente, em todos os estados do país.
A coordenadora da Área Técnica de Saúde da Mulher do MS, Esther Vilela, garante que medidas estão sendo tomadas para que o diagnóstico seja ainda mais preciso. “O Ministério da Saúde está investindo no controle de qualidade dos laboratórios que realizam os exames de prevenção, pois a qualidade do resultado deles interfere diretamente no laudo. E se esse resultado for positivo para HPV, nós temos uma lesão precursora e temos que tratá-la antes de virar um câncer”, diz Esther.
A doença matou mais de cinco mil mulheres em 2011. A coordenadora explica porque esse número ainda é alto: “As mulheres não precisam morrer de câncer de colo de útero. Nós temos que romper a barreira do preconceito por falta de acesso a informação e ao exame de prevenção. Se as mulheres que tem de 25 a 64 anos fizerem anualmente o exame ginecológico, preventivo, podemos tratar dos casos no inicio e esses números de óbitos vão reduzir”.
Tratamento – Diversos tipos de tratamento são oferecidos pelo SUS, inclusive o tratamento com laser e o procedimento cirúrgico. Entretanto, é o médico que recomenda a conduta mais adequada, após a avaliação de cada caso.
Transmissão do homem para a mulher – O fato de o homem ter tido relação sexual com uma mulher infectada pelo HPV não significa que ele transmitirá a infecção. Entretanto, é recomendado que os homens procurem um urologista para realizar a peniscopia ou o teste de biológico que detecta a presença do DNA do HPV.
Mulheres grávidas – A grávida tem o sistema de defesa mais baixo e pode ser mais receptível a desenvolver o vírus. Mas a ocorrência de HPV durante a gravidez não implica, obrigatoriamente, na má formação do feto e não impede o parto normal ou a cesariana.
O Sistema Único de Saúde (SUS) beneficiará cerca de 10 mil brasileiros com a oferta gratuita de um medicamento de alta tecnologia no controle de sangramentos para pacientes com hemofilia A. O Ministério da Saúde aprovou nesta quinta-feira (7) o uso do fator VIII recombinante, que estará disponível em até seis meses nos hemocentros do país, para esse tipo de tratamento.
O Brasil também passa a produzir nacionalmente o medicamento, por meio de transferência de tecnologia. É o resultado da Parceria de Desenvolvimento Produtivo (PDP) firmada em outubro de 2012 com a Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás). A expectativa é de que o ministério passe a adquirir o medicamento a preço quatro vezes menor do que o valor médio atual pago para atender a demandas judiciais.
A parceria amplia o acesso da população a medicamentos mais modernos e eficazes e qualifica a atenção prestada aos pacientes hemofílicos. “Esse tratamento é o que existe de mais avançado no mundo. Com a produção nacional, o país conseguirá atender a cerca de 90% dos portadores da doença, com exceção dos pacientes intolerantes ao tratamento”, afirma o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Com a mesma eficácia e segurança que o do fator plasmático, já ofertado no SUS, o novo medicamento tem a vantagem de não depender de doações de sangue, o que limita a produção. Estudos apontam que a taxa de sucesso no tratamento com o fator VIII recombinante é igual ou superior a 90%. Atualmente, 97% dos tratamentos para hemofilia realizados no SUS ocorrem com uso de plasma humano (plasmático).
Os 3% restantes são pacientes que já recebem o tratamento com o fator VIII recombinante por meio de ações judiciais. Para cumpri-las, o ministério gastava entre U$ 1,5 a U$ 1,75 por unidade do medicamento. Com essa nova PDP, estima-se que até 2014 o uso do fator VIII recombinante deve corresponder a 20% do total de tratamentos.
Parceria – Ainda em 2013, a Hemobrás fornecerá 350 milhões de unidades internacionais do fator VIII recombinante, ao custo de US$ 120 milhões. Esse valor inclui a transferência de tecnologia.
Atualmente, apenas três empresas no mundo produzem a droga. Por meio da PDP entre a Hemobrás e o laboratório privado americano Baxter, o Brasil irá incorporar a tecnologia e no decorrer dos próximos 10 anos passará a produzir o medicamento.
“Esse é um grande avanço que alia desenvolvimento tecnológico, inovação e economia para os cofres públicos. Trata-se de uma política tecnológica a serviço da demanda social”, afirma o secretário de Ciência e Tecnologia do ministério, Carlos Gadelha.
Doença – A hemofilia é uma doença hemorrágica, de herança genética, que leva à perda de mobilidade do paciente. Traumas – até os mais leves que ocorrem na vida de qualquer criança – podem causar hemorragias graves e que ameaçam a vida ou causam sequelas. Atualmente, 16 mil hemofílicos são assistidos pelo SUS, 10,5 mil deles com hemofilia A e B. Desse total, 3,4 mil são portadores da forma grave da doença, caracterizada por sangramentos em uma mesma articulação, que pode levar ao dano articular e em alguns casos à invalidez.
Os portadores dependem de transfusões de sangue repetidas e da administração dos fatores de coagulação que eles não conseguem produzir. Nos hemofílicos do tipo A, o fator da coagulação que está faltando no corpo da pessoa é o fator VIII, e é esse que deve ser reposto.
Se não forem tratadas, as repetidas hemorragias nas articulações causam deformidades e perda de mobilidade. A profilaxia com fator VIII aplicado regularmente durante o período de crescimento das crianças evita sangramentos e previne deformidades.
Durante Encontro com Blogueiras, realizado ontem (7), em Brasília, o ministro Alexandre Padilha destacou os três grandes desafios do Ministério da Saúde na atenção à saúde da mulher. “A primeira prioridade é o câncer de mama, uma das principais causas de morte entre mulheres no Brasil. A segunda prioridade é o momento da gravidez e do nascimento, com a Rede Cegonha garantindo o cuidado humanizado dessas pacientes. A terceira grande prioridade é o cuidado á mulher vítima de violência, disponibilizando espaços especializados neste tipo de acolhimento tanto em Unidades Básicas de Saúde, como em hospitais”, explanou o ministro.
As blogueiras questionaram o ministro sobre diversos temas, como os incentivos para redução da obesidade, os cuidados com as gestantes e diminuição do número de cesáreas desnecessárias, parcerias para o consumo de alimentos saudáveis, dentre outros. Priscilla Perlatti, do blog Mamatraca, se interessou por saber mais sobre medidas contra a violência obstétrica, tanto física como psicológica. “A mulher, acho que por falta de informação, não sabe na hora (do parto) que foi vítima de uma violência obstétrica, porque ela pode ser tanto física como psicológica. Eu queria saber o que o Ministério faz para que esta informação chegue à mulher e também aos profissionais”, questionou a blogueira.
O ministro Padilha concordou com Priscilla e destacou a importância da ouvidoria da Rede Cegonha. “Essa é uma situação inaceitável mesmo, então é fundamental que ofereçamos o cuidado humanizado e acolhedor. Por isso criamos a ouvidoria da Rede Cegonha, para que a gente possa dar para esta mulher a oportunidade de denunciar, reclamar, falar o que aconteceu e levar esta informação até o gestor”, explicou Padilha.
Para as blogueiras, a iniciativa do Ministério da Saúde de promover ações como este encontro aproxima a população e garante o acesso a informações sobre seus direitos em saúde, conforme destacou Aline Kelly de Almeida, do blog A Vida Quer. “Eu acredito muito que a informação é o vetor de qualquer mudança, que faz qualquer coisa se transformar. O principal dessa iniciativa é que está levando informação de uma forma mais acessível, sem ser aquela coisa muito formal. Achei o encontro muito legal por causa disso, foi um bate-papo bem descontraído, onde foi possível tirar várias dúvidas”, disse.
Alexandre Padilha também ficou satisfeito com o Encontro e agradeceu a participação tanto das blogueiras, como dos internautas. “Ajuda muito o Ministério da Saúde poder conversar com estas mulheres e ouvir as preocupações, as críticas, as demandas, isso nos ajuda a aprimorar e melhorar, não só as políticas do Ministério da Saúde, mas também os serviços de saúde em todo o Brasil”.
O Encontro – O objetivo é facilitar a disseminação de informações de promoção da saúde. Estudos mostram que cada vez mais as pessoas buscam conhecimento em saúde na Internet, a ação funciona para esclarecer de forma correta as dúvidas das pessoas e promover o autocuidado.
A reunião, que aconteceu nesta quinta-feira (7) no gabinete do ministro, em Brasília, e foi transmitida ao vivo via hangout, contou com a participação de nove blogueiras. Durante todo o evento houve interações de outras pessoas por meio de e-mails e nas redes sociais do Ministério da Saúde.
Antes do Encontro, as blogueiras visitaram a ”Carreta da Mulher”, implantada na capital há um ano, em 8 de março de 2012, e que já realizou mais de 32 mil exames, entre mamografias, ultrassonografias e preventivos do câncer de colo de útero.
Conheça as blogueiras e saiba o que elas acharam do Encontro
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APOIO AS MULHERES A mobilização “Mulher – Poder Público Presente” movimenta o Largo da Carioca nesta quinta-feira, 14 de março. Organizado pela Rede Capital de Enfrentamento à Violência contra Mulheres, o evento divulgará, de 10h às 17h, diversos serviços de apoio à mulher e exibirá o filme de uma campanha nacional contra a violência doméstica. A Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde – RAP da Saúde também estará presente, para interagir com os transeuntes e estimular debates e reflexões sobre o tema. A iniciativa conta com o apoio da Subsecretaria de Direitos das Mulheres da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos do Estado do Rio de Janeiro.
GOVERNANÇA AMBIENTAL Desgovernança da Sustentabilidade é o tema de um debate que acontece na próxima quarta-feira, 13 de março, a partir das 14h, no salão internacional Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz (ENSP/Fiocruz). O evento conta com a participação do especialista em desenvolvimento, José Eli da Veiga, professor de pós-graduação do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (IRI/USP) e do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ). O convidado abordará os dilemas e desafios da governança ambiental e do desenvolvimento sustentável. A palestra é aberta ao público e terá transmissão ao vivo pela pelo site da ENSP.
SABORES DO CACAU
A Páscoa está chegando e para os chocólatras de plantão o SESC Duque de Caxias oferece no dia 15 de março, a partir das 14h, uma edição especial da Oficina Culinária. No encontro, o público poderá conferir palestras sobre os benefícios do cacau e aprender receitas de chocolates dietéticos e à base de soja. O evento, com entrada franca e classificação de 12 anos, acontece na Rua General Argolo, 47.
FEIRA DAS YABAS Todo segundo domingo de cada mês o samba invade as ruas de Oswaldo Cruz com a Feira das Yabás. No próximo dia 10 de março, não poderia ser diferente. A convite do sambista Marquinhos de Oswaldo Cruz, Dona Ivone Lara é quem comanda a festa. A Velha Guarda da Portela também marca presença. O famoso mocotó e aipim com carne-seca da Tia Surica e a tradicional rabada Dona Neném são as atrações principais. A feira acontece na Praça Paulo da Portela, a partir do meio-dia.
http://pejantoniocandeia.blogspot.com/
Conversando e informando sobre saúde. Parabéns Profª Mariana!! A SAÚDE DA MULHER:
A propósito do DiaInternacional da mulher, os professores do PEJA I e II do CIEP Candeia organizaram uma homenagem especialmente às alunas no dia 7/03/2013, o tema principal foi a saúde da mulher e a palestrante foi a professora Mariana, que soube trazer informações relevantes, ilustrações e vídeos, além de dialogar e esclarecer as questões colocadas pelos alunos.
Os demais professores comentaram o tema, buscando a integração interdisciplinar e foram sorteados brindes de lembranças para as alunas.
Obs: Os professores decidiram continuar a divulgação do trabalho com o PEJA em 2013 criando uma página no Facebook, para facilitar a participaçao de todos.