Nossa além de lindos todos leitores. Parabéns meninas!!!
III Mostra Pequenos Leitores:
Confira:
IVAN CRUZ
(1947)
DI CAVALCANTI
(1897-1976)
ALFREDO VOLPI
(1896-1988)
TARSILA DO AMARAL
(1897-1973)
Apresentações, participações e visitas:
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| Parte dos vencedores de 2011 |
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| Juntinhos com a nossa coordenadora Vera |
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| Com a diretora Célia Regina |
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| Alguns vencedores com a professora Mara e a diretora adjunta Eva |
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| Os destaques da Matemática da turma 1401 em 2011 |
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| Grupo completo com a professora Mara |
RIO - O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) divulgou nesta quarta-feira, em Brasília, uma pesquisa sobre a situação dos adolescentes brasileiros. O relatório analisa a situação de meninas e meninos de 12 a 17 anos a partir da evolução de 10 indicadores entre 2004 e 2009. Na área da educação, o órgão aponta que 20% dos adolescentes entre 15 e 17 anos estão fora da escola, em uma faixa etária que abrange praticamente todo o ensino médio. Quando analisada a faixa de 6 e 14 anos a situação é mais tranquila, com apenas 3% fora da escola.
Na área da educação, o Unicef propõe como uma ação imediata o estabelecimento de um plano específico no Plano Nacional de Educação (PNE) para os adolescentes fora da escola, em risco de evasão ou retidos no ensino fundamental. O PNE estabelece 20 metas para a educação brasileira nos próximos dez anos e é analisado na Câmara dos Deputados.
Para a representante da Unicef no Brasil, Marie-Pierre Poirier, os principais motivos para a evasão são problemas de qualidade no ensino fundamental, pressão no trabalho e aumento de adolescentes mães.
De acordo com a pesquisa da Unicef, em 2009, 75,7% das meninas que tinham filhos estavam fora da escola, enquanto 6,1% das meninas que não eram mães não estudavam.
As regiões Norte e Nordeste tiveram a maior taxa de abandono do ensino médio em 2009, 16,4% do total. No sentido contrário, o sul do país tinha, no mesmo ano, o maior percentual de adolescentes com ensino fundamental concluído, ou seja, no mínimo oito anos de estudo, 62% do total.
O diagnóstico precoce do HIV é fundamental para garantir o sucesso do tratamento antirretroviral e a qualidade de vida do paciente. O teste é grauito, sigiloso e é um direito de todo cidadão brasileiro. Ainda assim, o Ministério da Saúde estima que 225 mil pessoas infectadas pelo vírus da Aids não tenham conhecimento de sua sorologia.
Para contribuir para a redução deste índice, o município do Rio de Janeiro promove um mutirão neste sábado, 03 de dezembro, como parte das atividades alusivas ao Dia Mundial de Luta Contra a Aids, comemorado dia 1° de dezembro. De 8h às 17h, postos de saúde e clínicas da família de toda a cidade vão oferecer testes para deteção de HIV e sífilis. Ao todo, 185 unidades de saúde estarão à disposição da população para realização dos exames. Os resultados estarão disponíveis para os pacientes em aproximadamente 10 dias, no local da coleta. Aproveite e fique sabendo!
Saúde do Adolescente - De acordo com a Nota Técnica Relativa à Solicitação de Resultados de Sorologia anti-HIV no Âmbito da SMSDC-RJ, o adolescente pode decidir sozinho pela realização do exame, desde que o profissional de saúde avalie que ele é capaz de entender o seu ato e conduzir-se por seus próprios meios. O sigilo profissional deve ser rigorosamente respeitado em relação à sorologia do adolescente e o profissional de saúde não deve revelar o status sorológico do paciente sem o seu consentimento.
Todo esforço deve ser feito para apoiar e auxiliar o paciente adolescente a revelar o seu diagnóstico para parceiros sexuais e pessoas com quem compartilha o uso de drogas endovenosa. Apenas nos casos em que o paciente se recusar , após devidamente esclarecido da necessidade de proteção e cuidadocom a vida do parceiro sexual ou comunicante no uso de droga endovenosa, deve ser ofertado o auxílio médicopara esta revelação. O profissional de saúde podeá quebrar o sigilo médico, visando à proteção da vida do parceiro sexual e dos parceiros de material compartilhado para u uso de droga endovenosa.
A jogadora de vôlei Leila apóia a campanha, assista: