Atenção aos Uniformes dos Agentes.
NOVO UNIFORME DOS AGENTES VIGILANTES DE SAÚDE: Confiram o novo uniforme que será utilizado pelos Agentes de Vigilância em Saúde, buscando a padronização e o bem estar dos AVS em relação ao material utilizado.
RIO - Uma startup patrocinada pelo grupo editorial Pearson, que tem como uma de suas áreas de atuação os livros didáticos, quer aproveitar todo o tempo que adolescentes passam no Facebook para estudarem também. A Alleyoop acredita que se milhões e milhões de crianças e jovens passam horas cuidando de fazendas, por que não gastar esse tempo aprendendo? A ideia é agregar conteúdos já disponíveis na internet, como vídeos, exercícios, explicações, etc, e customizá-los para as necessidades de cada um. Os conteúdos seriam de sites gratuitos ou pagos. Neste último caso, o Alleyoop serviria como uma ferramenta de distribuição.
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- Fundamentalmente, estamos focados no grande problema que é como ajudar os estudantes a assumir o controle do seu futuro. - afirmou Patrick Supanc, presidente da Alleyoop, ao site especializado em tecnologia Mashable.
O grande trunfo da iniciativa está na forma de acesso aos conteúdos pagos. Em vez de gastarem dinheiro de verdade, os estudantes poderão ganhar um dinheiro virtual, “Yoops”, dentro do próprio Alleyoop, seguindo a lógica de jogos populares na rede, como Farmville e Mafia Wars. Os recursos que darão acesso aos módulos pagos serão ganhos através de desafios e outras tarefas. Por exemplo, alguém que se dispôr a ensinar matemática para outro usuário, ganhará “Yoops” mais rapidamente.
Atualmente, o Alleyoop só oferece lições de matemática para usuários entre 13 e 19 anos. Maiores de idade não conseguem nem se logar na página. Se o projeto piloto alcançar o sucesso esperado, outras disciplinas serão incorporadas e outras idades atendidas. A partir do momento em que começam a frequentar a rede, os estudantes receberão também recomendações de leitura e até dicas de escolhas de carreira.
RIO - As listas de primeira e segunda chamada do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2011 já foram divulgadas. Mas quem não conseguiu uma vaga em uma universidade pública pode recorrer a algumas instituições particulares. Fizemos um levantamento das universidades privadas cariocas que tiveram uma boa nota no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) 2010 e ainda estão com os processos seletivos abertos para o primeiro semestre de 2012. Entre os meios de admissão estão provas complementares, vestibulares agendados - em que o estudante opta pela data de realização da prova - e algumas utilizam as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Estácio de Sá
A Universidade Estácio de Sá vai realizar no próximo dia 11 de fevereiro a prova de vestibular para ingresso em diversos cursos de graduação tradicional e tecnológica. Os interessados podem se inscrever pelo site, por telefone ou comparecer a um dos campi, até um dia antes da prova. O valor da inscrição é a partir de R$ 20,00 - as taxas variam conforme o curso e a modalidade de ensino (presencial/a distância). Outra opção é o vestibular agendado manuscrito. Nesta modalidade o candidato pode selecionar o melhor dia para realizar a prova. Confira aqui maiores informações.
Universidade Veiga de Almeida
A Universidade Veiga de Almeida (UVA) abriu, no dia 23 de janeiro, novas inscrições para o vestibular. A data limite para inscrição de alunos interessados é dia 27 de janeiro, sexta-feira. Os aprovados estarão concorrendo a bolsas de 25%, 50% e até 100%.
Os exames serão aplicados no dia 28 de janeiro, às 9h, nos campi Tijuca e Barra, e 29 de janeiro, no campus Cabo Frio. Os interessados devem preencher um formulário de inscrição no site ou na Central de Atendimento da UVA. Para se inscrever, os candidatos podem optar pela taxa de inscrição de R$ 25,00, ou pela doação de 2 latas de leite em pó ou de 2 kg de alimentos não perecíveis.
Para aqueles que precisam ter uma flexibilidade maior de data para realizar os exames, a instituição oferece também o Programa de Acesso Diferenciado (PAD) e Programa de Acesso Personalizado (PAP), onde o candidato pode agendar a data de realização da prova. A prova do vestibular tradicional consiste em uma redação sobre um tema atual e um teste, com 20 questões de múltipla escolha. Os estudantes com bom desempenho no último Enem também poderão ingressar com a cópia do resultado. Outras informações site www.uva.br/vestibular ou pelo telefone: 2574-8888.
Unigranrio
A Unigranrio está com inscrições abertas para o seu vestibular de verão, que acontece no dia 11 de fevereiro, em uma única etapa, com início às 9h e duração de 140 minutos. O prazo vai até o dia 9 de fevereiro. Informações sobre as vagas em cursos poderão ser obtidas através do Disque-vestibular: 0800.282.0007, de segunda a sexta, das 8 às 22h, e aos sábados, das 8 às 14h. Os vestibulandos podem se inscrever, exclusivamente, pela internet: www.unigranrio.br. A taxa de inscrição para os cursos de graduação tradicional é de R$50,00 e para os de graduação tecnológica R$25,00. A coordenação do vestibular prevê que a divulgação do gabarito oficial e dos resultados ocorrerá no dia 12 de fevereiro, a partir de 12h.
IBMR
O Instituto Brasileiro de Medicina de Reabilitação (IBMR) está com inscrições abertas para o vestibular, que acontece no dia 12 de fevereiro. Os interessados devem pagar uma taxa de R$ 20. As inscrições devem ser feitas pelo site http://ibmr.br até um dia antes da prova.
Em 2010, o Enade avaliou os seguintes cursos:
Bacharelados avaliados:
Agronomia;
Biomedicina;
Educação física;
Enfermagem;
Farmácia;
Fisioterapia;
Fonoaudiologia;
Medicina;
Medicina veterinária;
Nutrição;
Odontologia;
Serviço social;
Terapia ocupacional;
Zootecnia;
Cursos tecnológicos avaliados:
Agroindústria;
Agronegócios;
Gestão hospitalar;
Gestão ambiental;
Radiologia.
BRASÍLIA. Antes mesmo de anunciar sua equipe, o novo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, divulgou ontem a sua primeira iniciativa à frente da pasta. Ele prometeu distribuir, no segundo semestre deste ano, até 600 mil tablets a professores da rede pública urbana de ensino médio — número suficiente para que cada docente receba o seu. A intenção, depois disso, é fazer o mesmo com os que lecionam no ensino fundamental.O pregão de compra dos tablets, porém, ainda não foi inteiramente finalizado. Falta realizar a análise técnica das propostas vencedoras no quesito menor preço, o que será feito pelo Inmetro. Se tudo der certo, a assinatura dos contratos está prevista para 24 de abril. O passo seguinte será inserir arquivos digitais com material didático em todas as máquinas para auxiliar os professores na tarefa de ensinar. Só aí será feita a distribuição, o que Mercadante garante que ocorrerá no segundo semestre.
A aquisição de tablets começou a ser preparada na gestão do ex-ministro Fernando Haddad, que pesquisou experiências internacionais e lançou ata de registro de preços em dezembro. O projeto de Haddad, no entanto, previa a entrega das máquinas tanto a professores quanto a estudantes. Ao assumir o Ministério da Educação (MEC), Mercadante decidiu começar exclusivamente pelos professores:
— É mais seguro. E dá tempo de amadurecer o projeto pedagógico — disse ontem.
Ele prevê investir entre R$ 150 milhões e R$ 180 milhões na compra das máquinas. As duas empresas vencedoras da fase de menor preço foram a Positivo Informática e a Digibrás.
A distribuição será feita apenas nos estados e municípios que aderirem ao programa. Por isso, segundo o ministro, não é possível falar com exatidão quantos tablets serão comprados. Ele afirmou que não será cobrada contrapartida financeira.
Entusiasta do uso de tecnologias da informação e comunicação para melhorar a educação, Mercadante ressalvou que nada substitui a relação professor-aluno. Ele observou, porém, que a informática e as tecnologias digitais estão cada vez mais presentes no dia a dia da população. E que é difícil imaginar, nos dias de hoje, um professor que lecione sem ter acesso ao Google ou outros sistemas de busca.
O ministro afirmou que o programa começará pelo ensino médio porque essa etapa é a que tem piores indicadores de qualidade e evasão. O MEC oferecerá cursos de capacitação dos professores.
| Aula inaugural - Centro de Convenções |
Acesse os artigos organizados pelo Grupo de Trabalho (GT) de Educação, desde 2011, como apoio para o Fórum Social Temático e a Cúpula dos Povos. O GT foi constituído por diferentes entidades da sociedade civil para intervir nos debates da Rio + 20.
Compõem o grupo o Conselho Internacional pela Educação de Adultos (ICAE), a Campanha Latino-Americana pelo Direito à Educação (Clade), o Fórum Mundial de Educação (FME), o CEAAL (Conselho de Educação de Adultos de América Latina), a Jornada Internacional de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global e a Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso).
| Documentos (Clique nos títulos) |
Autoria |
| Educação em um mundo em crise: limites e possibilidades frente à Rio + 20 | Sergio Haddad, da ONG Ação Educativa. |
| Desafios para a sustentabilidade | Nicola Bullard, do centro de pesquisa Focus on the Global South, da Tailândia. É editora do Enfoque sobre Comércio. |
| Alternativas de Desenvolvimento para a Mulher em uma Nova Era | Gita Sen, da DAWN –Development Alternatives with Women for a New Era, da Índia. |
| O direito a um futuro: Uma visão geral do Informe Social Watch 2012 | Roberto Bissio, da Social Watch, do Uruguai. |
| Uma crise sistêmica | Ladislau Dowbor, professor da PUC-SP, consultor das Nações Unidas, e colaborador de várias instituições. |
| Novos paradigmas em educação e política: cidadania e desafios nos movimentos globais de educadores e educadoras | Jorge Osorio Vargas, docente-Pesquisador do Programa de Educação de Adultos e Aprendizagem Permanente da Universidade de Playa Ancha, Valparaíso, Chile. |
| A igualdade como matriz dos novos paradigmas emergentes | Sofía Valdivielso Gómez, da GEO-ICAE, da Espanha. |
| A mudança de paradigmas no contexto de múltiplas crises: O bem-viver como elemento essencial na substituição paradigmática | Antonio Salgado, da CEAAL, México. |
| Crise civilizatória da sustentabilidade da vida | Amaia Orozco, economista, feminista, da Espanha. |
| Raça e gênero na construção de um novo contrato social | Sueli Carneiro, Geledés – Instituto da Mulher Negra. |
| Aprendizagem ao longo de toda a vida para a sustentabilidade em um mundo de clima mutável | Julian Waters-Lynch, da Lifelong Learning for Sustainability in a Climate Changing World, Austrália. |
| O paradigma do cuidado e a sustentabilidade da vida na economia feminista | Gabriele Merz, da Rede de Educação Popular entre Mulheres da América Latina e do Caribe (Repem). |
| Com quem deveríamos aprender? | José Roberto ‘Robbie’ Guevara, vice-presidente, na Ásia, do Conselho Internacional de Educação de Pessoas Adultas (ICAE) e presidente da Associação de Educação Básica e de Adultos do Pacífico Sul e Ásia (ASPBAE). |
| Movimento de educação e Movimento da Sociedade Civil | Malick Sy, da Confederação Nacional de Trabalhadores do Senegal (CNTS) |
| Movimento de educação e o movimento da sociedade civil | Leslie Campaner de Toledo, da secretaria executiva do Conselho Internacional do Fórum Mundial de Educação |
| Indignação estudantil no Chile: movimento social para a mudança educacional e de aprendizagem democrática | Graciela Rubio, da Universidade de Granada, Espanha. |
| El Pueblo quiere derrocar el Sistema Educativo | Refaat Sabbah, presidente da Campanha Árabe pela Educação. |
| Movimento de Educação e lutas sociais e políticas | Nélida Cespedes, da presidência da CEAAL. Vice-presidenta (América Latina): Conselho Internacional de Educação de Pessoas Adultas (ICAE). |
| Resistência: não à desumanização dos seres humanos! | Camilla Croso, coordenadora Geral da CLADE e Presidenta da Campanha Mundial pela Educação (CME) |
| Necessitamos ser mais humanas e mais humanos e a democracia necessita das ciências humanas e sociais | Patricia Jaramillo. Coordenadora Regional REPEM América Latina- Professora Associada da Universidade Nacional da Colômbia. |
| Produção de conhecimento feminista no ativismo social | Gigi Francisco, da DAWN, Filipinas. |
| Somos Todos/as Aprendizes e Educadores (as)” – Reflexões a caminho da Rio+20 | Moema Viezzer, coordenadora da 2ª Jornada Internacional de Educação para Sociedades Sustentáveis – RIO +20. |
| Educação para o bem viver: ensaiando democracia, imaginação e suficiência em educação popular | Astrid vonKotze, do Programa de Educação Popular, Cidade do Cabo, África do Sul. |
| “Folkbildning”, cidadania ativa e desafios globais. O conceito de folkbildning | Mats Ehn, do Folkbildning – Aprender para uma cidadania ativa, Suécia. |
| “A ação individual como elemento incondicional para a concretização da democracia e para a valorização da diversidade” | Eliane Cavalleiro, do Instituto César E. Chávez, Universidade do Estado de San Franciso, Estados Unidos. |
Sínteses
| Documentos (Clique nos títulos) |
Autor |
| Primeiro módulo – “Contextos globais: diferentes visões” | GT Educação |
| Segundo módulo – “Rio+20 como oportunidade para aprofundar novos paradigmas (Bem Viver”, Paradigma do Cuidado e Sustentabilidade da vida) | Jorge Osório, do Chile |
| Síntese dos quatro módulos do debate (em espanhol) | Jorge Osório, do Chile |
| Compilação e síntese dos debates (em espanhol) | GT Educação |