quinta-feira, 31 de março de 2011
Manda a dengue dar no pé agora mesmo!
Cruzadas Dengue
Bom eu sou suspeita, gosto sempre de todas!
Vou começar a postar agora atividades com o tema 'Páscoa'. Beijos!


Para ler com os ouvidos

Assistência Social lança o programa "Família Carioca em Casa"

O 'Família Carioca em Casa' vai identificar e atender às necessidades sociais dos moradores de diferentes regiões da cidade. As visitas domiciliares serão realizadas semestralmente por funcionários dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e das Coordenadorias de Assistência Social (CAS) para diagnosticar se a família está em situação de risco social (como por exemplo, desemprego, problemas de moradias, saúde, entre outros) e encaminhá-la para atendimento em um dos órgãos que integram a rede socioassistencial da Prefeitura. Também será realizado um mapeamento do território atendido, para auxiliar no desenho de políticas sociais mais eficientes e com maior impacto na vida dessas pessoas.
O prefeito Eduardo Paes falou da importância dessa iniciativa da Prefeitura:

Durante a solenidade o prefeito assinou o decreto que cria o Comitê Integrado de Gestão Governamental de Desenvolvimento Inclusivo e Erradicação da Pobreza Extrema do Poder Executivo Municipal do Rio de Janeiro. O comitê será composto pelas secretarias municipais de Assistência Social, Educação, Saúde, Trabalho e Emprego, Desenvolvimento Econômico e Solidário, Conservação, Habitação, Pessoa com Deficiência, Esportes e Lazer, Envelhecimento Saudável e Qualidade de Vida, e pelo Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos (IPP).
O secretário Rodrigo Bethlem destacou que o programa terá início no próximo dia 12 de abril e o investimento anual será de R$ 19 milhões. Cerca de 540 profissionais estarão envolvidos no projeto:

Lançado pela Prefeitura do Rio, em dezembro de 2010, o Cartão Família Carioca concede um benefício mensal às famílias, entre R$ 20 e R$ 400, com o objetivo de retirar da linha da pobreza indivíduos que vivem com menos de R$ 108 reais por mês. O programa usa a mesma base cadastral do Bolsa Família no Rio, programa do Governo Federal. Para garantir o auxílio, é exigido que as crianças de cada família mantenham frequência mínima de 90% das aulas, além da participação de pelo menos um dos responsáveis nas reuniões escolares. Aqueles que apresentarem melhoria no rendimento dos estudos ainda recebem uma bonificação de R$ 50.
Os secretários municipais Claudia Costin (Educação), Augusto Ribeiro (Trabalho e Emprego), Eduarda La Roque (Fazenda), o presidente do Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos (IPP), Ricardo Henriques, e o representante do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas, Marcelo Néris, também participaram da cerimônia de lançamento do programa.
Texto: Juliana Romar
Fotos: Beth Santos
quarta-feira, 30 de março de 2011
Equipe médica sai do posto e vai para a comunidade

De acordo com o gerente do posto, Reilson Binato, muitos cadastrados que não procuravam a unidade saúde compareceram ao evento e se mostraram satisfeitos, agendando o seu retorno à unidade. “Tal receio foi sanado e a satisfação do atendimento fez com que os que foram atendidos multiplicassem as informações e o fato gerou um atendimento acima do esperado”, explicou.
No decorrer dos dois dias, foram atendidos cerca de 210 cadastrados, com aferição de dados antropométricos (peso, comprimento e estatura); orientação de fisioterapia; verificação de pressão arterial, glicemia capilar e nutricional; e atividades de sala de espera e acolhimento, com marcação de retorno para unidade.
Durante a atividade, foi realizada uma pesquisa de satisfação a respeito da atuação do posto na localidade. Dentre os vários pontos abordados pelos moradores, as maiores problemáticas foram: o atendimento médico em tempo hábil que, por só contar com dois médicos, fica comprometido e a preferência dos moradores pela consulta médica ao invés de consulta de enfermagem.
DERRUBANDO MITOS 1
O mito nº 2 apontado pela revista, e que felizmente começa a ser discutido, é o que diz que 'a função mais importante da escola é formar cidadãos'. Essa é uma das ideias mais estúpidas que circulam nos meios educacionais brasileiros e também uma das mais danosas.
Para começar, estudantes são cidadãos por direito. E não se trata de uma questão semântica. O problema é a visão ideológica, dita de esquerda, segundo a qual alguém mais esclarecido precisa conduzir o chamado povo à cidania.
Alguém perguntou às famílias dos alunos se elas acham mais importante a discussão de conceitos subjetivos de cidadania do que o ensino de língua portuguesa e matemática? Será que professores e gestores aceitam que seus filhos estudem numa escola que deixa de lado os conteúdos em nome do que é extracurricular? Provalvelmente, não.
Além disso, há que se ter em mente, o tempo todo, o que diz António Nóvoa, reitor da Universidade de Lisboa, citado na matéria: 'As aprendizagens escolares são condição fundamental da cidadania. Ninguém é cidadão, de corpo inteiro, se não conhecer a língua e a história, a matemática e as ciências, a filosofia e as artes'.
Os resultados desse engano em escala nacional estão na Prova Brasil e no desempenho dos alunos brasileiros no Pisa (programa internacional de avaliação): estudantes que chegam ao final do ensino médio sem domimar essencial dos números. Vão à escola para adquirir conhecimentos que lhes permitirão, entre outras coisas, participar do mercado de trabalho e são enganados.
Também é mito que 'cabe à escola apenas ensinar conteúdos'. Essa é uma visão antiga e limitada. A escola tem seu papel na assimilação das regras de convívio social, por exemplo. É possível fazer isso sem abandonar os conteúdos essenciais. Basta competência e vontade.
MEC amplia benefícios para estimular professor de escola pública a fazer curso superior
Cerca de 381 mil professores da educação básica – 16% dos que atuam em sala de aula – estão matriculados em cursos superiores, seja para conseguir o primeiro diploma ou complementar a formação. O Ministério da Educação (MEC) quer incrementar esse número e decidiu ampliar benefícios do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para profissionais que já atuam na rede pública.
Desde o ano passado, o programa permite a estudantes de cursos de licenciatura pagar o financiamento atuando em escolas da rede pública após a formatura. Cada mês trabalhado em regime de 20 horas semanais abate 1% da dívida – o que permite quitar o valor em oito anos e quatro meses sem custo financeiro.
A partir de uma portaria publicada no Diário Oficial da União, a medida será estendida a professores que já atuam na rede pública e querem cursar alguma licenciatura. Para aqueles que já estão na carreira, o tempo em que estiver fazendo o novo curso e trabalhando em escola pública passa a contar para o abatimento da dívida.
Levantamento feito pelo MEC em 2009 identificou que 600 mil professores que atuavam na educação básica não tinham a formação mínima adequada – ou não tinham diploma em nível superior ou eram formados em outra áreas que não as licenciaturas.
O cruzamento feito entre os dados dos censos da Educação Básica e Superior, que identificou 381 mil professores em busca do diploma, mostra que a maioria – 192 mil – está matriculada em cursos de pedagogia. Em seguida aparecem as licenciaturas em letras (44 mil), matemática (19 mil), história (14 mil), biologia (14 mil) e geografia (10 mil). Do total, 67% estão em instituições privadas.
De acordo com o ministro da Educação, Fernando Haddad, não é possível indicar se esses profissionais estão em busca de uma primeira ou de uma nova graduação. O MEC pretende depurar os dados para conhecer melhor esse público. “Mas os números nos surpreenderam positivamente. Nos dois casos [de o professor ter ou não nível superior], a busca pela formação é positiva”, disse.
Há ainda docentes matriculados em cursos que não são diretamente relacionados à prática pedagógica como direito (8 mil), administração (5 mil) e engenharia (3 mil).
Fonte: Agência Brasil
Publicado no blog http://educacaofisinctec.blogspot.com
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Dúvidas dos leitores
1ª) O ÓCULOS ou OS ÓCULOS?
O certo é: OS ÓCULOS.
Os meus óculos escuros caíram no chão.
Existem muitas palavras que devemos usar na forma plural: os óculos, as núpcias, os parabéns, os pêsames, as férias (= descanso), as reticências…
2ª) SÃO ou SANTO?
Por que SÃO PAULO, mas SANTO AGOSTINHO?
Depende da letra que começa o nome do santo.
Se for vogal, usamos SANTO: Santo Agostinho, Santo Inácio, Santo André.
Se for consoante, usamos SÃO: São Paulo, São José, São Bento, São Caetano, São Vicente.
Há exceções: Santo Domingo, Santo Toríbio, Santo Tomás de Aquino…
3ª) VOSSA MAJESTADE ou SUA MAJESTADE?
Devemos usar VOSSA MAJESTADE quando falamos diretamente com o rei.
Se falarmos a respeito do rei, devemos usar SUA MAJESTADE.
A mesma regra se aplica a VOSSA EXCELÊNCIA e SUA EXCELÊNCIA, a VOSSA SENHORIA e SUA SENHORIA…
Observe o esquema:
a) VOSSA MAJESTADE, VOSSA EXCELÊNCIA, VOSSA SENHORIA, VOSSA SANTIDADE – devem ser usados quando nos dirigimos diretamente à pessoa.
b) SUA MAJESTADE, SUA EXCELÊNCIA, SUA SENHORIA, SUA SANTIDADE – devem ser usados quando nos referimos à pessoa.
Exemplos:
Se escrevermos uma carta para o governador, devemos chamá-lo de VOSSA EXCELÊNCIA;
A frase “falamos sobre SUA EXCELÊNCIA ontem na reunião” significa que não estamos falando com o governador, e sim a respeito dele.
Se o repórter fosse entrevistar o papa, deveria usar VOSSA SANTIDADE. Na matéria a respeito da visita do papa, deveria escrever: “SUA SANTIDADE esteve no Brasil em 1997”.
4ª) MAJESTADE ou ALTEZA?
MAJESTADE pode ser tanto o rei quanto a rainha. ALTEZA é o tratamento para príncipes ou princesas.
Não devemos chamar a rainha de ALTEZA.
5ª) Qual é a forma correta?
a) “A doença foi totalmente ou parcialmente erradicada”?
b) “O preço do produto é alto ou caro”?
c) “A chuva é intermitente ou ininterrupta”?
Respostas:
a) Nenhuma das duas.
ERRADICAR significa “tirar totalmente”. Portanto, “TOTALMENTE erradicada” é redundante, e “PARCIALMENTE erradicada” é impossível.
Basta dizer que “A doença foi ERRADICADA”.
b) O certo é: “O preço do produto é ALTO”.
O preço é ALTO ou BAIXO; o produto é CARO ou BARATO.
Observe outros exemplos:
“O valor das ações está ALTO”, mas “Os imóveis estão CAROS”.
c) Depende da chuva.
Chuva INTERMITENTE é aquela que vai e volta;
Chuva ININTERRUPTA é a que não para.
INTERMITENTE significa “não contínuo, que apresenta interrupções”;
ININTERRUPTO significa “contínuo, que não apresenta interrupções.”
6ª) Lendário ou legendário?
Segundo nossos dicionários, LENDÁRIO e LEGENDÁRIO podem
ser usados como sinônimos. Observe as diferenças e semelhanças:
a) LENDÁRIO é derivado de LENDA (narrativa em que fatos
históricos são deformados pela imaginação popular ou pela invenção poética);
b) LEGENDÁRIO é relativo à LEGENDA (inscrição, dístico, letreiro,
vida dos santos, lenda).
Prefiro: “O LENDÁRIO fulano de tal…”.
PÁSCOA
Passo a passo do coelho no copo.

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Técnica de artes com papel rasgado













