http://zilkacreche.blogspot.com.br
Oportunidade única de informação, de participação, de união, de fazer parte da escola e a escola fazer parte da família.
Parabéns!
CRECHE ZILKA SALABERRY: FAMÍLIA NA CRECHE: HOJE FOI DIA DE SE REUNIR COM A FAMÍLIA NA CRECHE. UM DOS OBJETIVOS É APROVEITAR ESSE MOMENTO E CRIAR LAÇOS. COMEÇAMOS C...
sábado, 31 de março de 2012
Escola de Pais - 31/03/12
http://ciepglauberocha.blogspot.com/
Sábado é dia de escola, pais vão as escolas conversar sobre seus filhos
é a Prefeitura do Rio de Janeiro investindo nas famílias.
Escola de Pais - 31/03/12:
Sábado é dia de escola, pais vão as escolas conversar sobre seus filhos
é a Prefeitura do Rio de Janeiro investindo nas famílias.
Escola de Pais - 31/03/12:
Agradecemos a presença de todos e a parceria do PSE/Clínica da Família!
AGUARDEM OS VÍDEOS COM OS DEPOIMENTOS DOS PAIS!
SAÚDE NA ESCOLA PARTICIPAÇÃO NA REUNIÃO DE PAIS DE ALUNOS DA CRECHE PROF. ROGÉRIO PEDRO BATISTA
http://smsdc-cms-fazendabotafogo.blogspot.com/
Unidaos Somos MAIS - Saúde + Educação + Assistência.
Parabéns!!!
SAÚDE NA ESCOLA PARTICIPAÇÃO NA REUNIÃO DE PAIS DE ALUNOS DA CRECHE PROF. ROGÉRIO PEDRO BATISTA:
Unidaos Somos MAIS - Saúde + Educação + Assistência.
Parabéns!!!
SAÚDE NA ESCOLA PARTICIPAÇÃO NA REUNIÃO DE PAIS DE ALUNOS DA CRECHE PROF. ROGÉRIO PEDRO BATISTA:
sexta-feira, 30 de março de 2012
Diferentes todos são, mas e de igual, o que temos? #Bullying
http://blogdati.com/
Leiam, são bem interessantes as colocações da autora.
Diferentes todos são, mas e de igual, o que temos? #Bullying:
Todos nós pais e educadores já ouvimos falar sobre a sucessão de acontecimentos negativos quando tratamos nossas crianças na base da agressão física e verbal. Tanto sabemos e falamos que, numa breve observação é possível constatar reflexos comportamentais negativos em crianças que recebem menos ou nenhuma atenção dos pais e/ou responsáveis, sinais de apatia, depressão, ansiedade, entre outros casos que envolvem desde pequenas mentiras até fugas de casa, furtos, evasão escolar e delinquência juvenil.
Mas isso parece tão distante, não é?! Uau, delinquência juvenil… não na minha casa. Não na escola do meu filho. Ok. Dá medo pensar que a violência urbana já não é mais o principal inimigo, certo?! O colega do seu filho pode sê-lo, mas isso soa cinematográfico demais num primeiro momento, certo?! Mas o agressor que coage seu colega de sala pela internet, através dos sites de relacionamento e agenda a data para “pegá-lo na saída”, contando com platéia e muitas vezes registro de imagens do espetáculo previamente premeditado… bom, este jovem seria o quê senão um delinquente juvenil?
A Dra. Evelyn Eisenten, em sua participação ao debate da Globo News, ressalta que na adolescência, todos estão incertos, estão vulneráveis, inseguros e deste modo precisa-se olhar para o outro pensando não em suas diferenças, mas sim na igualdade entre eles. Ela destaca que muito se fala em diferenças quando o tema é bullying, instigando a criança e o adolescente a aceitarem que cada um tem seu jeito, seu corpo, que podem ser de raças, altura e classes sociais diferentes, mas o fundamental é mostrar que todos temos o direito de sermos iguais, apesar dessas diferenças. Isso é fato! E a expressão da pediatra me recorda a especialista em educação Rosely Sayão, falando em entrevista de rádio dias atrás sobre o quão natural deveria ser que houvesse uma criança com síndrome de down ou com qualquer problema físico de locomoção sem que para isso fosse chamada de uma “criança especial”, já que especial todas as crianças são, com suas idiossincrasias, traumas, curiosidades e necessidades de aprendizado.
Crianças desde muito pequenas precisam de referências, exemplos e orientações para a formação de suas identidades, de sua personalidade e caráter. Estas referências serão fundamentais para seu julgamento de valores, a base para o inter-relacionamento pessoal. E na adolescência estes exemplos e apoio educacional são mais importantes ainda, por isso o papel dos pais e professores é fundamental.
A Escola não pode se eximir da responsabilidade de orientar, esclarecer e até punir – com bom senso, claro – as denúncias e agressões que efetivamente estão relacionadas aos bancos escolares, na expectativa de que a Família tome todas as providências, pois a Escola sabe mais sobre a falta de estrutura familiar e riscos iminentes aos quais os alunos estão submetidos do que o próprio governo, por exemplo, de quem devemos cobrar campanhas efetivas, divulgação e aplicação de punições severas quando os casos de Bullying ganham destaque e se mostram uma doença social.
Eu acompanho inúmeros casos de Bullying há anos e tiro lições sobre pessoas ligadas a minha família e círculo social a cada conversa, a cada reflexão sobre o tema. Já contei aqui no blog, mas não custa lembrar que #aos11 eu contei, inocentemente, a uma professora sobre alunos mais velhos (provavelmente com 14, 15 anos) que fumavam na escadaria da escola sentido terraço. A falta de habilidade daquela professora que tomou minha narrativa como “denúncia” – eu eu ganhei fama de dedo-duro – foi tão grande que além de expor meu nome e minha pessoa, ela e a direção da escola não puniram devidamente os alunos, mas instigaram neles a vontade do revide, da agressão e por meses eu, que morava há 3 quadras da escola, precisei ir e voltar acompanhada de um adulto da família, pois tinha medo de apanhar na rua, assim, gratuitamente. Honestamente, pessoas, eu com onze anos eu sabia que cigarros faziam mal para a saúde, pois tinha pai fumante, mas não imaginava as consequências do que “fumar escondido na escola” poderia significar e aprendi no sacrifício. Por essas e outras nunca coloquei um cigarro na boca, nunca fui muito próxima de adolescentes que já fumavam às escondidas ou sob o consentimento dos pais e mais, na ocasião precisei mudar de escola tendo muita dificuldade para me adaptar à qualquer outra, pós trauma. As experiências com o Bullying me ensinaram que realmente muitos pais tem dificuldade para dimensionar o drama relatado pelos filhos, outros nem sequer acreditam e, a partir das piadas e ameaças a criança pode se tornar muito mais introspectiva, desconfiada e insegura. E não falo apenas por mim.
Por isso, quando vejo desde pequenos “acidentes de percurso” até grandes agressões; desde crianças oprimidas pelo grupo do Bully (o valentão) “pagas” para agredir uma nova vítima na turma escolar a fim de serem aceitas no grupo; mães de alunos que marcam brigas – que convenhamos lembram rinhas de galo – entre si, demonstrando o menor respeito por seus filhos ou pelo título sagrado de mãe ou pior; mães e pais que se não sabem orientar senão para a prática da violência e se juntam aos filhos para agredir colegas de escola, só posso rogar que alguém se lembre de que as crianças aprendem em casa os valores éticos, morais e civis, que lhe garantirão ser cidadãos de bem. Se a criança não conhece agressão, não agride. Se ela só conhece agressão e já o pratica, precisa ser tratada psicologicamente e precisa de apoio constante. Ela e a família.
Fica um trecho do documentário, a partir do youtube.
E para quem conseguiu chegar ao fim da leitura, uma sugestão de inúmeros títulos do cinema que retratam justamente esse que é o maior dano educacional americano, a prática do Bulyying. Para falar com as crianças, são ótimas referências.
Never been kissed, com Drew Barrymore
Garotas Malvadas, com Lindsay Lohan
Karatê Kid (original), com Ralph George Macchio
Leiam, são bem interessantes as colocações da autora.
Diferentes todos são, mas e de igual, o que temos? #Bullying:
Hoje cedo eu assistia aos telejornais entretida pelas negativas notícias que tem afetado nosso cotidiano como as falhas no transporte público e corrupção em todos os níveis das administrações públicas, quando a divulgação de que nova polêmica sobre o Bullying se faz presente na sociedade americana (EUA), com reflexos mundiais, desta vez incitada por um vídeo documentário intitulado Bully (o que numa tradução literal quer dizer valentão, briguento).
O documentário produzido pela Weinstein Company e que estréia nesta sexta, 30 de março, nos Estados Unidos tem a intenção de desmistificar o tema e apontar o alarmante crescimento dos casos de agressão, coação, pressão psicológica, entre outras formas de violência e humilhação que atingem centenas de milhares de crianças e jovens norte-americanos todos os anos. Nos Estados Unidos os casos de bullying são chocantes e muitos atentados a escolas e universidades registrados e noticiados nos últimos anos estão relacionados diretamente ao reflexo do “estrago emocional”, das síndromes pós-traumáticas de alunos que – embora não se justifique – foram vítimas desta grave doença social por anos e tornaram-se sociopatas e/ou vítimas com transtornos emocionais que sucumbiram aos esteriótipos pré-estabelecidos pela mídia e pelos grupos de destaque dos bancos acadêmicos.
“13 milhões de crianças serão vítimas de Bullying em 2012, nos Estados Unidos”
De acordo com a médica pediatra Evelyn Eisentein, especialista em adolescentes e que fora ouvida pela reportagem que menciono acima, o bullying é quando existe o que chamamos de poder impróprio de um adolescente contra outro, uma violência desmedida. “Isso acontece porque já existe uma desestruturação familiar em casa, ele já aprendeu essa violência em casa, aprendeu a reagir assim e passa a expressar essa violência aos colegas”, afirma.Todos nós pais e educadores já ouvimos falar sobre a sucessão de acontecimentos negativos quando tratamos nossas crianças na base da agressão física e verbal. Tanto sabemos e falamos que, numa breve observação é possível constatar reflexos comportamentais negativos em crianças que recebem menos ou nenhuma atenção dos pais e/ou responsáveis, sinais de apatia, depressão, ansiedade, entre outros casos que envolvem desde pequenas mentiras até fugas de casa, furtos, evasão escolar e delinquência juvenil.
Mas isso parece tão distante, não é?! Uau, delinquência juvenil… não na minha casa. Não na escola do meu filho. Ok. Dá medo pensar que a violência urbana já não é mais o principal inimigo, certo?! O colega do seu filho pode sê-lo, mas isso soa cinematográfico demais num primeiro momento, certo?! Mas o agressor que coage seu colega de sala pela internet, através dos sites de relacionamento e agenda a data para “pegá-lo na saída”, contando com platéia e muitas vezes registro de imagens do espetáculo previamente premeditado… bom, este jovem seria o quê senão um delinquente juvenil?
A Dra. Evelyn Eisenten, em sua participação ao debate da Globo News, ressalta que na adolescência, todos estão incertos, estão vulneráveis, inseguros e deste modo precisa-se olhar para o outro pensando não em suas diferenças, mas sim na igualdade entre eles. Ela destaca que muito se fala em diferenças quando o tema é bullying, instigando a criança e o adolescente a aceitarem que cada um tem seu jeito, seu corpo, que podem ser de raças, altura e classes sociais diferentes, mas o fundamental é mostrar que todos temos o direito de sermos iguais, apesar dessas diferenças. Isso é fato! E a expressão da pediatra me recorda a especialista em educação Rosely Sayão, falando em entrevista de rádio dias atrás sobre o quão natural deveria ser que houvesse uma criança com síndrome de down ou com qualquer problema físico de locomoção sem que para isso fosse chamada de uma “criança especial”, já que especial todas as crianças são, com suas idiossincrasias, traumas, curiosidades e necessidades de aprendizado.
Crianças desde muito pequenas precisam de referências, exemplos e orientações para a formação de suas identidades, de sua personalidade e caráter. Estas referências serão fundamentais para seu julgamento de valores, a base para o inter-relacionamento pessoal. E na adolescência estes exemplos e apoio educacional são mais importantes ainda, por isso o papel dos pais e professores é fundamental.
A Escola não pode se eximir da responsabilidade de orientar, esclarecer e até punir – com bom senso, claro – as denúncias e agressões que efetivamente estão relacionadas aos bancos escolares, na expectativa de que a Família tome todas as providências, pois a Escola sabe mais sobre a falta de estrutura familiar e riscos iminentes aos quais os alunos estão submetidos do que o próprio governo, por exemplo, de quem devemos cobrar campanhas efetivas, divulgação e aplicação de punições severas quando os casos de Bullying ganham destaque e se mostram uma doença social.
Eu acompanho inúmeros casos de Bullying há anos e tiro lições sobre pessoas ligadas a minha família e círculo social a cada conversa, a cada reflexão sobre o tema. Já contei aqui no blog, mas não custa lembrar que #aos11 eu contei, inocentemente, a uma professora sobre alunos mais velhos (provavelmente com 14, 15 anos) que fumavam na escadaria da escola sentido terraço. A falta de habilidade daquela professora que tomou minha narrativa como “denúncia” – eu eu ganhei fama de dedo-duro – foi tão grande que além de expor meu nome e minha pessoa, ela e a direção da escola não puniram devidamente os alunos, mas instigaram neles a vontade do revide, da agressão e por meses eu, que morava há 3 quadras da escola, precisei ir e voltar acompanhada de um adulto da família, pois tinha medo de apanhar na rua, assim, gratuitamente. Honestamente, pessoas, eu com onze anos eu sabia que cigarros faziam mal para a saúde, pois tinha pai fumante, mas não imaginava as consequências do que “fumar escondido na escola” poderia significar e aprendi no sacrifício. Por essas e outras nunca coloquei um cigarro na boca, nunca fui muito próxima de adolescentes que já fumavam às escondidas ou sob o consentimento dos pais e mais, na ocasião precisei mudar de escola tendo muita dificuldade para me adaptar à qualquer outra, pós trauma. As experiências com o Bullying me ensinaram que realmente muitos pais tem dificuldade para dimensionar o drama relatado pelos filhos, outros nem sequer acreditam e, a partir das piadas e ameaças a criança pode se tornar muito mais introspectiva, desconfiada e insegura. E não falo apenas por mim.
Por isso, quando vejo desde pequenos “acidentes de percurso” até grandes agressões; desde crianças oprimidas pelo grupo do Bully (o valentão) “pagas” para agredir uma nova vítima na turma escolar a fim de serem aceitas no grupo; mães de alunos que marcam brigas – que convenhamos lembram rinhas de galo – entre si, demonstrando o menor respeito por seus filhos ou pelo título sagrado de mãe ou pior; mães e pais que se não sabem orientar senão para a prática da violência e se juntam aos filhos para agredir colegas de escola, só posso rogar que alguém se lembre de que as crianças aprendem em casa os valores éticos, morais e civis, que lhe garantirão ser cidadãos de bem. Se a criança não conhece agressão, não agride. Se ela só conhece agressão e já o pratica, precisa ser tratada psicologicamente e precisa de apoio constante. Ela e a família.
Fica um trecho do documentário, a partir do youtube.
E para quem conseguiu chegar ao fim da leitura, uma sugestão de inúmeros títulos do cinema que retratam justamente esse que é o maior dano educacional americano, a prática do Bulyying. Para falar com as crianças, são ótimas referências.
Never been kissed, com Drew Barrymore
Garotas Malvadas, com Lindsay Lohan
Karatê Kid (original), com Ralph George Macchio

SUBSECRETÁRIA DE ENSINO, HELENA BOMENY, ENTREGA OS PRÊMIOS MÉRITO ESCOLAR E DESAFIO RIOEDUCA
FONTE: PCRJ - SME
Ao
todo, 125 alunos das escolas da Prefeitura receberam um computador
pessoal, do tipo netbook, por terem se destacado em suas escolas em 2011
30/03/2012 » Autor: Isabella Amorim
A
subsecretaria de Ensino, Helena Bomeny, entregou os prêmios Mérito
Escolar e Desafio RioEduca 2011 com o Zuuum Educopédia, nesta
sexta-feira (dia 30), no Clube Monte Líbano, no Leblon. As duas
premiações têm por objetivo incentivar e reconhecer o esforço dos alunos
que se destacaram nas escolas da Prefeitura. Ao todo, 125 alunos
estudantes foram premiados com um computador pessoal, do tipo netbook.
Pelo Mérito Escolar, 21 estudantes receberam o prêmio. Eles concluíram o
Ensino Fundamental em 2011 com notas entre 9 e 10 e conceito MB (muito
bom), em todas as disciplinas ao longo de todo o 9° Ano.
Já
pelo Desafio Rio Educa 2011 com o Zuuum Educopédia, 107 alunos foram
premiados. Eles estão entre os 500 estudantes que se destacaram na Prova
Rio 2011 e foram convidados para participar do desafio. O Zuuum
Educopédia é uma ferramenta, que se encontra na plataforma Educopédia,
planejada para treinar as competências e habilidades de Língua
Portuguesa e Matemática dos alunos do 5° e 9° Anos.
Durante
a cerimônia de premiação, a subsecretária de Ensino, Helena Bomeny,
ressaltou a importância do evento para valorizar o esforço dos alunos.
Para ela, a dedicação dos alunos continuará a render frutos no futuro.
-
Eles concluíram o Ensino Fundamental na nossa rede com muita
competência e foram para excelentes colégios. Com certeza daqui a alguns
anos vão continuar com essa trajetória de sucesso. Tirar nove e dez em
todas as disciplinas durante todo o ano não é para qualquer um. Vocês
são o orgulho da rede municipal e merecem os parabéns de todos – disse a
subsecretária.
O subsecretário de Novas Tecnologias Educacionais, Rafael Parente, também subiu ao palco para parabenizar os estudantes.
-
Vocês que estão aqui hoje são vencedores. Cada minuto que vocês estão
dedicando aos estudos vai ser recompensado lá na frente com um futuro
brilhante, com mais oportunidades, conforto e qualidade. Aqueles alunos
que se esforçam mais, que batalharam mais e que foram mais além precisam
do reconhecimento. É a educação pública da nossa cidade que vai
torná-la mais maravilhosa ainda – contou o subsecretário.
Por
terem se destacado nas duas premiações, os alunos Bruno Dias e Bruna
Santos, da Escola Municipal Ary Barroso, e Hylana Pereira, da Escola
Municipal Professor Albert Einstein, também receberam um Ipod.
Representando todos os alunos presentes na cerimônia, a aluna Bruna
Santos subiu ao palco para dar um conselho aos estudantes.
-
Desde pequena eu aprendi que se o aluno se dedicar nos estudos vai
garantir boas notas e depois vai ter oportunidade de estudar em uma
ótima faculdade e ter um bom emprego que é o objetivo de todos aqui. Se
vocês se dedicarem ao máximo podem conseguir alcançar todos os seus
sonhos. Hoje eu estudo no colégio Santo Inácio, com bolsa de 100%, tudo
graças ao meu esforço. Se vocês se esforçarem podem conseguir também –
revelou.
Para
o diretor da Escola Municipal Ary Barroso, Eduardo Alves Fernandes, que
teve oito alunos premiados, a receita para o sucesso é simples:
dedicação e empenho dos professores, esforço dos alunos e participação
dos pais na escola.
-
Nossa escola está muito integrada e família é muito importante nesse
processo. Os oitos alunos premiados estão muito bem encaminhados, com
vagas no Colégio Santo Inácio, Pedro II, FAETEC e CEFET. Incentivamos
todos os nossos alunos para galgar um ensino médio de qualidade – disse o
diretor.
“Só a ecoalfabetização pode salvar o planeta”
http://portal.aprendiz.uol.com.br/
“Só a ecoalfabetização pode salvar o planeta”:
Enquanto o Brasil se prepara para receber a Rio + 20 e ainda engatinha na intenção de fazer da sustentabilidade uma preocupação coletiva, o pesquisador austríaco Fritjof Capra, que trata do assunto há décadas, alerta: sem uma alfabetização ecológica, o planeta está perdido.
“Nós precisamos incutir nos estudantes, nos empresários, nos líderes políticos os valores de sustentabilidade”, diz Capra, que participou nesta semana da série de eventos Encontro de Sustentabilidade, promovido no Rio e em São Paulo pelo banco Santander.
É a tal consciência ecológica, a capacidade de observar a natureza e trazer esses ensinamentos para a vida real que Capra e sua equipe chamaram, ainda nos anos 90, de ecoalfabetização.
Hoje, o físico austríaco radicado nos Estados Unidos e autor de vários livros dirige o Centro de Ecoalfabetização (http://www.ecoliteracy.org/) em Berkeley, uma entidade que ajuda escolas a incluírem sustentabilidade transversalmente no currículo, com tarefas participativas e multidisciplinares. Capra defende que a ecologia não pode ser compreendida nem abordada separadamente de outras áreas do conhecimento, por isso suas contribuições acadêmicas começam em física, química e biologia e chegam a campos tão diversos quanto administração e sociologia.
“Quando olhamos para os ecossistemas, nós percebemos que eles são comunidades de plantas, animais e microrganismos que se relacionam de forma que maximizam sua sustentabilidade. Não tem desperdício na natureza.”
Para ajudar a desenvolver essa percepção desde cedo, por exemplo, Capra sugere levar turmas da pré-escola para uma horta. Lá, afirma o professor, os pequenos podem ser apresentados ao ciclo de vida dos alimentos, aprender que nenhum ser vive sozinho e descobrir que isso também ocorre no dia a dia deles.
“Em São Paulo, se a criança vive no centro, ela não sabe de onde o alimento vem. Ela acha que a comida vem do supermercado.”
Algumas das propostas de atividades escolares pelo centro de Capra a escolas serão publicadas no livro “Smart by Nature” (http://www.ecoliteracy.org/books/smart-nature-schooling-sustainability), com edição em língua portuguesa prevista, mas ainda sem data definida. As experiências do livro, de acordo com o especialista, podem ajudar escolas brasileiras a tratarem do assunto.
“O Brasil não pode copiar o que estamos fazendo na Califórnia porque o sistema escolar, a cultura e o clima são diferentes. Mas os professores podem se inspirar e fazer do seu próprio jeito”, afirma.
“Só a ecoalfabetização pode salvar o planeta”:
Enquanto o Brasil se prepara para receber a Rio + 20 e ainda engatinha na intenção de fazer da sustentabilidade uma preocupação coletiva, o pesquisador austríaco Fritjof Capra, que trata do assunto há décadas, alerta: sem uma alfabetização ecológica, o planeta está perdido.
“Nós precisamos incutir nos estudantes, nos empresários, nos líderes políticos os valores de sustentabilidade”, diz Capra, que participou nesta semana da série de eventos Encontro de Sustentabilidade, promovido no Rio e em São Paulo pelo banco Santander.
É a tal consciência ecológica, a capacidade de observar a natureza e trazer esses ensinamentos para a vida real que Capra e sua equipe chamaram, ainda nos anos 90, de ecoalfabetização.
Hoje, o físico austríaco radicado nos Estados Unidos e autor de vários livros dirige o Centro de Ecoalfabetização (http://www.ecoliteracy.org/) em Berkeley, uma entidade que ajuda escolas a incluírem sustentabilidade transversalmente no currículo, com tarefas participativas e multidisciplinares. Capra defende que a ecologia não pode ser compreendida nem abordada separadamente de outras áreas do conhecimento, por isso suas contribuições acadêmicas começam em física, química e biologia e chegam a campos tão diversos quanto administração e sociologia.
“Quando olhamos para os ecossistemas, nós percebemos que eles são comunidades de plantas, animais e microrganismos que se relacionam de forma que maximizam sua sustentabilidade. Não tem desperdício na natureza.”
Para ajudar a desenvolver essa percepção desde cedo, por exemplo, Capra sugere levar turmas da pré-escola para uma horta. Lá, afirma o professor, os pequenos podem ser apresentados ao ciclo de vida dos alimentos, aprender que nenhum ser vive sozinho e descobrir que isso também ocorre no dia a dia deles.
“Em São Paulo, se a criança vive no centro, ela não sabe de onde o alimento vem. Ela acha que a comida vem do supermercado.”
Algumas das propostas de atividades escolares pelo centro de Capra a escolas serão publicadas no livro “Smart by Nature” (http://www.ecoliteracy.org/books/smart-nature-schooling-sustainability), com edição em língua portuguesa prevista, mas ainda sem data definida. As experiências do livro, de acordo com o especialista, podem ajudar escolas brasileiras a tratarem do assunto.
“O Brasil não pode copiar o que estamos fazendo na Califórnia porque o sistema escolar, a cultura e o clima são diferentes. Mas os professores podem se inspirar e fazer do seu próprio jeito”, afirma.
SMAS - Natação que salva vidas
http://rodrigobethlem.blogspot.com/
Natação que salva vidas:
Olhando assim, parece até um clube esportivo que recebe seus associados, diariamente, para a prática de esportes. E na piscina temos o
esporte mais completo de todos, a natação, que trabalha diversos
grupamentos musculares, aumenta a resistência cardio-respiratória, ajuda
a recuperar lesões e a reduzir a gordura corporal, além de aliviar as
tensões do dia-a-dia.
Se a natação pode trazer tantos benefícios, melhorando a saúde e a qualidade de vida de pessoas em condições físicas normais, imagine para quem vivia pelas ruas e raramente teve acesso a um serviço de saúde?
Esse grupo ao lado, é formado por ex-moradores de rua, abrigados na
Unidade Municipal de Reinserção Social Rio Acolhedor, que tem uma
piscina semi-olímpica própria. As aulas de natação acontecem às
segundas, terças, quintas, sextas e sábados, sempre das 7h às 12h. Os
usuários também praticam outras
atividades como futebol de campo e de salão, handebol, volei, ginástica
para idosos, além de frequentarem aulas de alfabetização e informática,
cursos qualificação profissional e grupos de apoio à dependentes
químicos.
A SMAS não quer apenas retirar essas pessoas das ruas, mas cuidar desses cidadãos para que tenham uma vida mais digna, seja na infância, na juventude ou até mesmo na velhice.
Abrigo não é depósito de gente, abrigo é um local de acolhimento, tratamento e reinserção. Pode até ser uma unidade de acolhida provisória, mas o importante é fazer com que o cidadão que está ali queira permanecer por algum tempo, até conseguir resgatar sua cidadania e retomar a sua vida.
Confira aqui a estrutura que a Prefeitura oferece e o trabalho que realizamos na UMRS Rio Acolhedor, em Paciência.
Natação que salva vidas:

Se a natação pode trazer tantos benefícios, melhorando a saúde e a qualidade de vida de pessoas em condições físicas normais, imagine para quem vivia pelas ruas e raramente teve acesso a um serviço de saúde?

A SMAS não quer apenas retirar essas pessoas das ruas, mas cuidar desses cidadãos para que tenham uma vida mais digna, seja na infância, na juventude ou até mesmo na velhice.
Abrigo não é depósito de gente, abrigo é um local de acolhimento, tratamento e reinserção. Pode até ser uma unidade de acolhida provisória, mas o importante é fazer com que o cidadão que está ali queira permanecer por algum tempo, até conseguir resgatar sua cidadania e retomar a sua vida.
Confira aqui a estrutura que a Prefeitura oferece e o trabalho que realizamos na UMRS Rio Acolhedor, em Paciência.
CMS ENFERMEIRO JOSUETE - SAÚDE NA ESCOLA
http://smsdc-cfjosuetesantannadeoliveira.blogspot.com/
SAÚDE NA ESCOLA:
As Equipes de Saúde da Josuete Sant'anna estão empenhadas na promoção de Saúde nas Escolas da área de cobertura e circunvizinhas. Os alunos estão recebendo orientações diversas de saúde, entre elas: DST, higiênie pessoal, saúde bucal, orientação sobre imunização e a importância da mesma e orientação sobre pediculose. Com isso os alunos das escolas acompanhadas pela clínica da familia estão sendo pesados, medidos e atualizando suas cadernetas de vascinação. Também estão recebendo o kit odontolólico com orientação de escovação.
E.M. Emilio Carlos;
E.M. Isaías Mendes;
E.M. Bélgica;
E.M. Rose Klabin;
E.M. Barão de Itararé;
E.M. Fernão Dias;
E.M. Oswaldo Goeldi;
E.M. Antonio Francisco Lisboa;
Creche Sempre Vida Palmerinha.
SAÚDE NA ESCOLA:
As Equipes de Saúde da Josuete Sant'anna estão empenhadas na promoção de Saúde nas Escolas da área de cobertura e circunvizinhas. Os alunos estão recebendo orientações diversas de saúde, entre elas: DST, higiênie pessoal, saúde bucal, orientação sobre imunização e a importância da mesma e orientação sobre pediculose. Com isso os alunos das escolas acompanhadas pela clínica da familia estão sendo pesados, medidos e atualizando suas cadernetas de vascinação. Também estão recebendo o kit odontolólico com orientação de escovação.
Escolas cobertas pela Unidade Josuete Sant'anna de Oliveira.
E.M. Emilio Carlos;
E.M. Isaías Mendes;
E.M. Bélgica;
E.M. Rose Klabin;
E.M. Barão de Itararé;
E.M. Fernão Dias;
E.M. Oswaldo Goeldi;
E.M. Antonio Francisco Lisboa;
Creche Sempre Vida Palmerinha.
Por Marisa Serafim Cardoso
E. M. ANDREA FONTES RECEBE AÇÕES DO PSE DA CMS MARCOS VALADÃO
AÇOES DESENVOLVIDAS:
- Apresentação do trabalho a direção da escola.
- Reunião com os pais onde foi explicado o trabalho e distribuição de autorizações para serem assinadas pelos responsáveis.
- O grupo e alunos é disposto em círculo e começa uma conversa sobre as diferenças no aspecto físico das pessoas em geral, de acordocom a participação do grupo o tema de respeito as diferenças.
- Com o desenvolvimemto da conversopropomos uma atividade em que apresentamos uma caixa contendo um orofício por onde os alunos colocaram a mão e tentarão advinhar a fruta,
- Esta atividade é desenvolvida dando enfase a diferença existente entre as frutas e a importancia de cada uma na alimentação.
- Após final da atividade degustação de algumas frutas
- Usamos este artifício para valorizar cada tipo de pessoa seja ela branca, negra, gorda , magra, deficiente etc e a fruta além do conceito de sua importãncia na alimentação mostramos que a mesma fruta estando madura ou verde tem maneiras diferntes de ser útil na alimentação
- Os participantes do grupo expressaram o que aprenderam através da confecção de um cartaz.
- b: Em curso / responsáveis / prazo:
- Ficamos na escola durante tres dias para fazer o trabalho com todas as crianças, fizemos a mesma atividade no Instituto Lúcia leitão. Nas creches Sabidinhos, Tio Patinhas, Abrindo Portas e Primeiros Passos e Escola Municipal Thomas Jefferson adaptada para a idade das crianças.
Parabéns Equipe PSE - MARCOS VALADÃO!
Ambulâncias do Cegonha Carioca passam a atender em mais 34 bairros da cidade
FONTE: SMSDC
29/03/2012
O Programa Cegonha Carioca está em ampliação e começará a
transportar gestantes de mais 34 bairros das zonas norte e sul neste mês
de março. Com o serviço, as grávidas que fazem parte do programa em
toda a Área de Planejamento 3.3 (Madureira e adjacências), Complexo do
Alemão, Vidigal, Chapéu Mangueira/Babilônia e Vila Canoas passam a
contar com ambulâncias para transporte até a maternidade na hora do
parto.
Hoje, as ambulâncias Cegonha já atendem às regiões
de Santa Cruz, Paciência, Sepetiba e Rocinha. Para utilizar a ambulância
cegonha, as grávidas ligam para a central de atendimento, com
funcionamento 24 horas, que recebe o chamado e envia o transporte até a
residência da futura mamãe. No Cegonha Carioca, além do transporte
específico para os bairros já cobertos por esse módulo do programa, as
gestantes de toda cidade têm acompanhamento de pré-natal, recebem
enxoval para o bebê, garantia de assistência na hora do parto e conhecem
com antecedência a maternidade onde terão o bebê.
A SMSDC
também oferece a página Bebê Carioca onde é possível visualizar a foto
com informações sobre os bebês que nascem nas maternidades municipais.
FIQUE SABENDO - V Congresso Mundial pelos Direitos da Infância e da Adolescência
http://www.equidadeparaainfancia.org/
V Congresso Mundial pelos Direitos da Infância e da Adolescência: s Temário O "V Congreso Mundial" focará suas reflexões sobre a Infância e a Adolescência e os processos de mudanças sociais: a infância como possibilidade de mudança e emancipação e pela sua vez, de que forma as mudanças sociais de toda classe afetam a Infância e a Adolescência. Temário V Congresso s Documento Base para o debate "A Infância ou como é que se começa a começar" Documentos s Datas Limites Data limite Resumo:30 abril 2012 Data limite Trabalho:31 agosto 2012 Data limite Mesa-Redonda:31 março 2012" Diretrizes
V Congresso Mundial pelos Direitos da Infância e da Adolescência: s Temário O "V Congreso Mundial" focará suas reflexões sobre a Infância e a Adolescência e os processos de mudanças sociais: a infância como possibilidade de mudança e emancipação e pela sua vez, de que forma as mudanças sociais de toda classe afetam a Infância e a Adolescência. Temário V Congresso s Documento Base para o debate "A Infância ou como é que se começa a começar" Documentos s Datas Limites Data limite Resumo:30 abril 2012 Data limite Trabalho:31 agosto 2012 Data limite Mesa-Redonda:31 março 2012" Diretrizes
FIQUE SABENDO - Relação Nacional de Medicamentos quase dobra
http://www.blog.saude.gov.br/
Relação Nacional de Medicamentos quase dobra:
Uma nova Relação Nacional de Medicamentos (Rename) está publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (29). Por meio da Portaria 533, o Ministério da Saúde amplia a Rename, a lista oficial de medicamentos do Sistema Único de Saúde (SUS), que passa a contar com 810 itens. Entre as novidades, está a inclusão de cinco novos medicamentos, que passam a ser fornecidos gratuitamente nas unidades básicas de saúde. Entre eles, os medicamentos alopáticos Finasterida e a Doxasozina, indicados para o tratamento da hiperplasia prostática benigna (crescimento anormal da próstata). E mais três fitoterápicos: Hortelã (tratamento da síndrome do cólon irritável), Babosa (queimaduras e psoríase) e Salgueiro (dor lombar).
A Relação Nacional de Medicamentos é atualizada a cada dois anos. A última relação atualizada fora publicada em 2010. Outra novidade é que a Rename/2012 ganha outro conceito. Até o ano passado, só constavam desta relação medicamentos da atenção básica, considerados itens “essenciais” para a população brasileira; isto é, voltados para os agravos mais recorrentes. Por isso, a Rename/2010 se limitava a 550 itens. Até então, não estavam incluídos os medicamentos que tratam doenças raras e complexas nem vacinas ou insumos. “Este ano, a Rename foi elaborada a partir de um conceito mais amplo do que é essencial para a população. Todos os medicamentos de uso ambulatorial foram incluídos – entre eles, insumos e vacinas. Por isso, a lista mais do que dobrou de tamanho, ganhando 260 itens”, explica o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Carlos Gadelha.
“Este é mais um passo da estratégia nacional que vincula acesso, incorporação racional de novos medicamentos para os cidadãos e sinalização para o aumento da produção nacional”, acrescenta Gadelha. Só não constam da Rename/2012 os medicamentos oncológicos, oftalmológicos e aqueles usados em Urgências e Emergências. Esses produtos estão contemplados na Relação Nacional de Ações e Serviços de Saúde (Renases).
ATUALIZAÇÃO– A incorporação, exclusão e alteração de medicamentos e insumos na Rename são realizadas pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), coordenada pelo Ministério da Saúde e com a participação de representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), além de especialistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), de entidades e associações médicas, comunidades científicas e hospitais de excelência.
A incorporação é feita a partir da análise da eficácia, efetividade e custo-benefício dos medicamentos e deve ser acompanhada de regras precisas quanto à indicação e forma de uso. Isso permite orientar adequadamente a conduta dos profissionais de saúde, além de garantir a segurança dos pacientes. A Conitec tem um prazo de 180 dias, prorrogáveis por mais 90, para a conclusão dos processos de avaliação de novas tecnologias.
DISTRIBUIÇÃO– Para obter (gratuitamente) os cinco novos e outros produtos incluídos no Sistema Único de Saúde a partir da Rename/2012, o usuário precisa apresentar receita médica às unidades do SUS. Os municípios e estados têm autonomia para disponibilizar esses medicamentos conforme a demanda da população local.
Cada município faz sua própria lista – a Relação Municipal de Medicamentos (Remume). Esses itens são adquiridos com recursos próprios dos estados e dos municípios, complementados por recursos do Ministério da Saúde. A compra dos medicamentos é uma responsabilidade compartilhada entre estados e municípios, bem como a definição dos pontos de oferta dos produtos e os documentos que devem apresentados pelos usuários.
Para a aquisição dos medicamentos, o Ministério da Saúde repassa às secretarias de saúde R$ 5,1 per capita habitante/ano (considerando-se que todos os brasileiros utilizam o SUS). A esse valor é adicionada uma contrapartida financeira pelos estados e municípios – cada um deles repassa R$ 1,86 per capita habitante/ano (totalizando-se, assim, R$ 8,82 per capita habitante/ano).
FITOTERÁPICOS– O Ministério da Saúde passou a financiar fitoterápicos na rede pública de saúde a partir de 2007. Inicialmente, apenas dois produtos constavam da lista do SUS. Atualmente, são 11 medicamentos. Todos eles são fitoterápicos industrializados, ou seja, registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); portanto, com eficácia e segurança comprovadas.
Esses produtos, assim com os medicamentos tradicionais, passam por controle de qualidade e as empresas seguem as mesmas regras de boas práticas de fabricação utilizadas pelas fábricas dos alopáticos. O Ministério da Saúde orienta o uso desses produtos apenas na atenção básica. Os profissionais de saúde interessados em prescrever fitoterápicos devem estar capacitados nesta área. A responsabilidade da prescrição é dos profissionais de saúde.

Fonte: Barbara Semerene / Agência Saúde
Relação Nacional de Medicamentos quase dobra:

A Relação Nacional de Medicamentos é atualizada a cada dois anos. A última relação atualizada fora publicada em 2010. Outra novidade é que a Rename/2012 ganha outro conceito. Até o ano passado, só constavam desta relação medicamentos da atenção básica, considerados itens “essenciais” para a população brasileira; isto é, voltados para os agravos mais recorrentes. Por isso, a Rename/2010 se limitava a 550 itens. Até então, não estavam incluídos os medicamentos que tratam doenças raras e complexas nem vacinas ou insumos. “Este ano, a Rename foi elaborada a partir de um conceito mais amplo do que é essencial para a população. Todos os medicamentos de uso ambulatorial foram incluídos – entre eles, insumos e vacinas. Por isso, a lista mais do que dobrou de tamanho, ganhando 260 itens”, explica o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Carlos Gadelha.
“Este é mais um passo da estratégia nacional que vincula acesso, incorporação racional de novos medicamentos para os cidadãos e sinalização para o aumento da produção nacional”, acrescenta Gadelha. Só não constam da Rename/2012 os medicamentos oncológicos, oftalmológicos e aqueles usados em Urgências e Emergências. Esses produtos estão contemplados na Relação Nacional de Ações e Serviços de Saúde (Renases).
ATUALIZAÇÃO– A incorporação, exclusão e alteração de medicamentos e insumos na Rename são realizadas pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), coordenada pelo Ministério da Saúde e com a participação de representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), além de especialistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), de entidades e associações médicas, comunidades científicas e hospitais de excelência.
A incorporação é feita a partir da análise da eficácia, efetividade e custo-benefício dos medicamentos e deve ser acompanhada de regras precisas quanto à indicação e forma de uso. Isso permite orientar adequadamente a conduta dos profissionais de saúde, além de garantir a segurança dos pacientes. A Conitec tem um prazo de 180 dias, prorrogáveis por mais 90, para a conclusão dos processos de avaliação de novas tecnologias.
DISTRIBUIÇÃO– Para obter (gratuitamente) os cinco novos e outros produtos incluídos no Sistema Único de Saúde a partir da Rename/2012, o usuário precisa apresentar receita médica às unidades do SUS. Os municípios e estados têm autonomia para disponibilizar esses medicamentos conforme a demanda da população local.
Cada município faz sua própria lista – a Relação Municipal de Medicamentos (Remume). Esses itens são adquiridos com recursos próprios dos estados e dos municípios, complementados por recursos do Ministério da Saúde. A compra dos medicamentos é uma responsabilidade compartilhada entre estados e municípios, bem como a definição dos pontos de oferta dos produtos e os documentos que devem apresentados pelos usuários.
Para a aquisição dos medicamentos, o Ministério da Saúde repassa às secretarias de saúde R$ 5,1 per capita habitante/ano (considerando-se que todos os brasileiros utilizam o SUS). A esse valor é adicionada uma contrapartida financeira pelos estados e municípios – cada um deles repassa R$ 1,86 per capita habitante/ano (totalizando-se, assim, R$ 8,82 per capita habitante/ano).
FITOTERÁPICOS– O Ministério da Saúde passou a financiar fitoterápicos na rede pública de saúde a partir de 2007. Inicialmente, apenas dois produtos constavam da lista do SUS. Atualmente, são 11 medicamentos. Todos eles são fitoterápicos industrializados, ou seja, registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); portanto, com eficácia e segurança comprovadas.
Esses produtos, assim com os medicamentos tradicionais, passam por controle de qualidade e as empresas seguem as mesmas regras de boas práticas de fabricação utilizadas pelas fábricas dos alopáticos. O Ministério da Saúde orienta o uso desses produtos apenas na atenção básica. Os profissionais de saúde interessados em prescrever fitoterápicos devem estar capacitados nesta área. A responsabilidade da prescrição é dos profissionais de saúde.

Fonte: Barbara Semerene / Agência Saúde
LEMBRANDO - Inscrições para Olimpíada de Matemática terminam nesta sexta-feira
http://portal.aprendiz.uol.com.br/
Inscrições para Olimpíada de Matemática terminam nesta sexta-feira:
A 8ª edição da Olimpíada Brasileira de Matemática de Escolas Públicas (OBMEP) recebe inscrições até esta sexta-feira (30). Escolas de todo o Estado, que tiverem interesse em participar da disputa, devem se cadastrar no site da OBMEP. Somente em 2011, cerca de 3,5 milhões alunos de 5,2 mil escolas estaduais paulistas estiveram na competição.
Alunos a partir do 6º ano do Ensino Fundamental até a 3ª série do Ensino Médio podem participar da Olimpíada. Na hora da competição, os estudantes são divididos em três níveis, o primeiro para alunos de 6º e 7º anos do fundamental, o segundo para jovens de 8º e 9º anos e o terceiro para quem estiver cursando qualquer série do Ensino Médio.
A disputa tem duas fases. A prova da primeira etapa acontece em 5 de junho e terá questões de múltipla escolha. A segunda avaliação terá questões dissertativas e será realizada no dia 15 de setembro. A lista dos participantes premiados será divulgada no dia 30 de novembro.
(Secretaria de Educação do Estado de São Paulo)
Inscrições para Olimpíada de Matemática terminam nesta sexta-feira:
fev | mar |
13 | 30 |
Alunos a partir do 6º ano do Ensino Fundamental até a 3ª série do Ensino Médio podem participar da Olimpíada. Na hora da competição, os estudantes são divididos em três níveis, o primeiro para alunos de 6º e 7º anos do fundamental, o segundo para jovens de 8º e 9º anos e o terceiro para quem estiver cursando qualquer série do Ensino Médio.
A disputa tem duas fases. A prova da primeira etapa acontece em 5 de junho e terá questões de múltipla escolha. A segunda avaliação terá questões dissertativas e será realizada no dia 15 de setembro. A lista dos participantes premiados será divulgada no dia 30 de novembro.
(Secretaria de Educação do Estado de São Paulo)
quinta-feira, 29 de março de 2012
BlogAdão!: Orientações sobre o Primário Carioca
FONTE: BLOGADAO
BlogAdão!: Orientações sobre o Primário Carioca: Circular E/SUBE/CED nº 35 Rio de Janeiro, 29 de março de 2012. Assunto: Orientações sobre o Primário Carioca Sr(a)...
BlogAdão!: Orientações sobre o Primário Carioca: Circular E/SUBE/CED nº 35 Rio de Janeiro, 29 de março de 2012. Assunto: Orientações sobre o Primário Carioca Sr(a)...
E. M. CLÁUDIO GANNS tem ação do PSE DO CMS FLÁVIO COUTO
No dia 23 de março de 2012, a Equipe de Saúde Bucal, pertencente ao PSF do CMS Drº Flavio do Couto Vieira, composta pela Drª Mariangela Pin e Viviane Gusmão, juntamente com a ACS Liliane Rodrigues, da Equipe 3, promoveram na Escola Municipal Claudio Ganns uma Ação Odontológica, com o objetivo de desenvolver uma ação preventiva e com a finalidade de avaliação das necessidades para posterior tratamento, como segue:
- Palestra sobre os Benefícios da escovação
- Escovação
- Levantamento Epidemiológico
- Distribuição dos Kits Odontológicos
RELATÓRIO DO DIA DA MANCHA
http://smsdc-cms-flaviocouto.blogspot.com/
RELATÓRIO DO DIA DA MANCHA: NO CMSFCV, EM 28 DE MARÇO DE 2012 ÀS 07:00, ACONTECEU A CAMINHADA DO DIA DA MANCHA, EM PARCERIA COM A ACADEMIA CARIOCA.
COM AÇÕES DE PROMOÇÃO E PREVENÇÃO DA HANSENÍASE.
COM AS SEGUINTES AÇÕES:
RELATÓRIO DO DIA DA MANCHA: NO CMSFCV, EM 28 DE MARÇO DE 2012 ÀS 07:00, ACONTECEU A CAMINHADA DO DIA DA MANCHA, EM PARCERIA COM A ACADEMIA CARIOCA.
COM AÇÕES DE PROMOÇÃO E PREVENÇÃO DA HANSENÍASE.
COM AS SEGUINTES AÇÕES:
- DISTRIBUIÇÃO DE FOLDERS PARA OS USUÁRIOS E MORADORES DA LOCALIDADE.
- REALIZAÇÃO DE BASCILOSCOPIA.
- ATIVIDADE EXTRAMURO ATRAVÉS DO CANAL DE COMUNICAÇÃO DE ORIENTAÇÕES PARA OS MORADORES DO LOCAL.
- REALIZAÇÃO DE TESTE DE SENSIBILIDADE.
- ORIENTAÇÃO EM SALA DE ESPERA.
DIVULGAÇÕES DO EVENTO.
REALIZADO ATRAVÉS DE FAIXA COM INFORMATIVO DURANTE A CAMINHADA.
DISTRIBUIÇÃO DE FOLDERS DURANTE A CAMINHADA.
RETORNANDO A UNIDADE COM COFEE BREAK, PARA OS PROFISSIONAIS COM PARCERIA DA ACADEMIA CARIOCA JUNTAMENTE COM O PROFESSOR RAFAEL.
PRIMEIRA INFÂNCIA COMPLETA
Este é cronograma de palestras com os devidos temas programados para apresentação nas creches incluídas no projeto PIC ( Primeira Infância Completa), que prevê atividades aos sábados, com a presença dos responsáveis , sendo esta inclusive uma das condicionalidades para recebimento do cartão família carioca, um complemento ao bolsa família do governo federal. As creches PIC que estão em nossa área, até o momento, são:
6ª CRE - EDI 06.22.015 - Ernani Cardoso - tel: 3107-3653 - US Responsável: Pol. Augusto Amaral Peixoto
6ª CRE - Creche 06.22.602 - Sílvio Amâncio - tel: 3358-1453 - US Responsável: CSF Epitácio Soares
6ª CRE - Creche 06.25.611 - Zilka Salaberry - tel: 3452-0233 - US Responsável: CMS Marcus Valadão (Acari)
6ª CRE - Creche 06.25.604 - Herbert de Souza - tel: 3372-6733 - US Responsável: CMS Morro União
6ª CRE - Creche 06.25.607 - Luiza de B. de Sá Freire - tel: 2407-6642 - US Responsável: CMS Portus e Quitanda
Entrem em contato com a Unidade de Saúde de Referência e combinem as atividades.
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