domingo, 27 de novembro de 2011

O que é Educomunicação?

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O que é Educomunicação?:
Compartilhamos abaixo texto retirado do blog dos alunos da Licenciatura em Educomunicação da USP. A ideia é fazer com que o conceito de Educomunicação fique cada vez mais claro para todos! 
"Se você quer saber o que é Educomunicação, o que podemos adiantar é que Educomunicação é um conceito em construção, mas que tem premissas importantes e bem definidas. Selecionamos dos textos do Prof. Ismar de Oliveira Soares alguns tópicos que ajudarão a entender por onde caminhamos:
A Educomunicação é um conjunto das ações inerentes ao planejamento e implementação de processos e produtos destinados a:
  • Ampliar a capacidade de expressão de todas as pessoas num espaço educativo;
  • Melhorar o coeficiente comunicativo das ações educativas;
  • Desenvolver o espírito crítico dos usuários dos meios de comunicação;
  • Usar adequadamente os recursos da informação nas práticas educativas;
  • Criar e fortalecer ecossistemas comunicativos em espaços educativos.
Conceitos-chave:
Para saber se uma atividade é ou não Educomunicativa, e para desenvolver projetos pensando em Educomunicação, busque estes itens abaixo.
  • Ecossistema comunicativo
  •  Comunicação dialógica
  •  Planejamento participativo
  •  Avaliação coletiva
  •  Protagonismo (sujeitos midiáticos ativos)‏
  •  Uso criativo das tecnologias
  •  Gestão democrática da comunicação"

Professores unem mídia e educação

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Professores unem mídia e educação:
Educadores de diferentes disciplinas mostraram, através de atividades realizadas durante o ano, que o jornal é um instrumento rico para ensinar e aprender
A variedade de trabalhos desenvolvidos com o jornal em sala de aula durante este ano comprova que utilizar o instrumento no ensino pode contribuir para o aprendizado de muitos jovens. Um exemplo está no Colégio Estadual Polivalente, em Ponta Grossa, nas aulas do 7º ano da professora Gizele Tenório. Ela mostrou à turma as diferentes formas que um mesmo tema é abordado em diversas mídias. “Conhecendo a estrutura de um jornal,os alunos conseguiram desenvolver esta atividade de forma bem significativa”, destaca a professora.
Os alunos analisaram a estrutura do jornal escrito e o do televisivo. Para isso, Gizele levou vídeos de telejornais para que todos pudessem fazer a comparação. Depois, foi a vez dos estudantes escolherem notícias no meio impresso para apresentar em forma de jornal falado.
A educadora também explicou o significado de ideologia e pediu que a buscassem na notícias.“Com essa prática eles conheceram, analisaram e compararam as diferentes formas de apresentar a mesma notícia, o que contribuiu para a leitura, escrita e trabalho em equipe”, afirma Gizele.
Já no Colégio Estadual Linda Bacila, também em Ponta Grossa, as professoras Paola Scheifer e Lidia Teleginski realizaram diversos trabalhos a partir dos gêneros jornalísticos, envolvendo as turmas de 6º e 7º Ano.
A atividade que, segundo as educadoras, apresentou maior destaque, foi a de produção de textos poéticos relacionados às notícias, trabalho que foi exposto para todos da escola. “Notamos que essa divulgação contribuiu para que os alunos-autores se sentissem entusiasmados e despertados para a condição de ser estudante. Em uma época decisiva para o bom aproveitamento dos estudos, a mudança de comportamento para alcançar resultados satisfatórios tem feito parte da reflexão de alguns estudantes”, destacam as educadoras.
Vamos Mudar?
Todo bom professor
Que nos ensina com amor
É como um irmão
Só quer nossa atenção.
Alunos, ouçam bem!
O professor explica
uma, duas e até três vezes,
depois dá a lição
em seguida faz a correção.
O ano já está acabando
Agora, não adianta você chorar...
O professor mandou estudar!
Por que você não prestou atenção?
Por que não fez a lição?
Por que não ouviu a explicação?
Agora, não adianta reclamar...
você brincou em vez de estudar
Vou te dar um conselho:
No ano que vem
é melhor você mudar
e começar a ESTUDAR!
Elias Junior Ribeiro | 7º Ano
C. E. Linda Bacila | Ponta Grossa

Fonte: Jornal da Manhã/ Página “JM na Educação”/ Talita Moretto 24/11/2011 (http://www.jmnews.com.br/noticias/vamos%20ler/21,15222,24,11,professores-unem-midia-e-educacao.shtml)

ENTREVISTAS COM OS PROFISSIONAIS DA ESCOLA

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ENTREVISTAS COM OS PROFISSIONAIS DA ESCOLA:
   Entrevistando e conversando com os professores de Educação Física, os alunos demonstraram interesse em participar do ProJovem, que funciona na escola, inclusive alguns alunos já frequentam as aulas no contra turno. Os professores frisaram a diferença  entre o trabalho profissional realizado nas escolas  e academias.

FESTIVAL INTERNACIONAL DO PEQUENO CINEASTA

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FESTIVAL INTERNACIONAL DO PEQUENO CINEASTA: http://www.youtube.com/watch?v=-ImITUKxmcw&feature=related

     A convite da profª Rejane da sala de leituta, os alunos do PEJA participaram da 2ª edição do Festival
Internacional do Pequeno Cineasta, assistindo e avaliando vários filmes de curta metragem realizados por crianças e jovens do Brasil e de outros países, filmes nos gêneros de ficção, documentário, experimental e animação. O evento ocorreu no Cine Glória no bairro da Glória / RJ no dia 9 de novembro.







     Todos os professores do PEJA apoiaram a iniciativa, escolhendo temáticas abordadas, incentivando e acompanhando os alunos em ônibus enviado pela 6ª CRE ao local.

Cinema na Escola: Entrevista para a Revista Educação

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Cinema na Escola: Entrevista para a Revista Educação:


Entrevista na íntegra, sobre Cinema na Escola, para a matéria "Cinema na Lousa: Pensamentos sob o olhar", realizada pelo repórter Guilherme Bryan, da Revista Educação (publicada no mês de novembro de 2011).


1 - Como o senhor avalia a maneira como os professores brasileiros tem utilizado o cinema em sala de aula?
JL - Tivemos uma boa evolução quanto ao uso dos filmes em sala de aula. Já há entre a maioria dos professores consciência quanto ao potencial do recurso e, sendo assim, a certeza de que é preciso fazer um bom planejamento para o uso deste recurso em sala de aula. É claro que ainda há, infelizmente, o uso incorreto dos filmes em sala de aula, sem a clareza de que é preciso programar tal utilização de olho no potencial pedagógico que possui, com a programação de atividades relacionadas aos conteúdos abordados em aula ou aos temas transversais, buscando mais argumentos e ideias, ampliando a discussão, fazendo com que os alunos pensem e repensem aquilo que está sendo apresentado e que produzam em sala, em casa ou mesmo em avaliações relativamente ao que trazem as produções cinematográficas mostradas.




2 - O senhor acredita que o cinema deve ser utilizado como complemento de algumas disciplinas, como geralmente acontece, ou como modo de provocar a reflexão e ser encarado como um dos discursos possíveis sobre um determinado tema? Por quê?
JL - Há diferentes modos de utilização, entre os quais os que você mencionou, ou seja, como enriquecimento ou complementação de conteúdos e ideias trabalhadas em aula ou para estabelecer motes de discussão que irão funcionar como temas geradores. Pode-se, ainda, por exemplo, fazer com que os filmes, por seu caráter lúdico, sirvam para causar o interesse, o encantamento, a sedução para um determinado tema ou assunto, dando abertura aos trabalhos com o mesmo. É possível utilizar os filmes depois da leitura de um livro e fazer comparações entre a obra no papel e nas telas. É viável e recomendável selecionar apenas trechos das produções para realizar uma imersão numa determinada sequência ou ainda reflexão desencadeada pelos protagonistas...


3 - A simples instalação de salas de cinema ou de projetores nas escolas resolve o problema ou é necessário toda uma preparação de professores e alunos para que o cinema seja utilizado de modo efetivo e eficiente em sala de aula? Por quê?
JL - É possível fazer uma analogia entre o cinema na escola e os laboratórios de informática instalados nestas mesmas instituições de ensino. Não terão eficácia se apenas equipá-las, ou seja, colocar a disposição os recursos sem que as pessoas estudem, se preparem, planejem e orientam sua ação com o necessário e fundamental foco pedagógico. Pense, por exemplo, no sujeito que ganhou um automóvel de primeira linha, todo equipado, com motor potente e os mais modernos acessórios... Se não souber dirigir não será de nenhuma valia para ele, não é mesmo? Semelhante situação acontece quando as escolas montam salas de projeção, com datashow, sistema de som, cadeiras confortáveis e não preparam seus profissionais para o melhor uso destes recursos...


4 - Como é possível ensinar os professores a trabalharem da melhor maneira com a linguagem audiovisual em sala de aula?
JL - Não há dúvida de que o melhor caminho é o estudo associado a aplicação prática. Há bons livros sobre o assunto já publicados e que auxiliam os professores nesta busca por uma melhor realização com filmes em sala de aula. Poderia mencionar, por exemplo, "Cinema e Educação" de Rosália Duarte, "Como usar o cinema na sala de aula" de Marcos Napolitano e também o livro que publiquei sobre o tema "Na sala de aula com a Sétima Arte: Aprendendo com o Cinema" como boas sugestões para iniciar estes estudos. Além das leituras, que recomendo sejam feitas em grupos de estudo, há igualmente a necessidade de aplicar, ou seja, de realizar com os alunos práticas em que os filmes sejam parte dos materiais relacionados a um tema em estudos para verificar o quanto são eficazes e como seu uso se configura.


5 - O senhor acredita que há certa resistência por parte da maioria dos professores com relação à linguagem cinematográfica? Por quê?
JL - Ainda há resistências e elas são decorrentes da incompreensão do potencial que há nestas produções para fins pedagógicos. Conhecer os filmes, as técnicas e meios de aplicação em sala de aula, experimentar sem medo, ler sobre o assunto enriquecem o trabalho e o próprio profissional, mas certamente é uma realização que toma algum tempo e dá um pouco de trabalho. A compensação no final é, no entanto, grandiosa. Uso filmes com frequência e a resposta de alunos de diferentes idades e etapas de formação é maravilhosa. Recebo este feedback todas as semanas e, atesto ainda que a busca por informações por parte de profissionais da educação é grande, ou seja, recebo e-mails todas as semanas de professores que relatam dúvidas, ações, realizações com filmes em suas escolas.

SAPATEADO

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SAPATEADO:


ENCERRAMENTO DOS JOGOS ESTUDANTIS DA 6ª E/CRE 2011.

SE UMA IMAGEM VALE MAIS QUE MIL PALAVRAS, COMO UTILIZAR IMAGENS DE JORNAIS PARA PRODUZIR TEXTOS? (UCA)

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SE UMA IMAGEM VALE MAIS QUE MIL PALAVRAS, COMO UTILIZAR IMAGENS DE JORNAIS PARA PRODUZIR TEXTOS? (UCA):



  • Realizar leituras de imagens;





  • Criar um texto para o jornal a partir de uma imagem;





  • Ampliar o vocabulário;





  • Ler e apresentar o texto produzido para seus colegas;





  • Selecionar textos jornalísticos, de seu interesse para montar o Jornal mural da sala;





  • Perceber alguns danos ambientais e suas consequências;





  • Criar o habito de leitura.



Celebrando a Educação Carioca - EI e EE

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Celebrando a Educação Carioca - EI e EE:
Para ir se encantando com Rubem Alves, nosso presente!!!

Linhas pedagógicas - conheça!

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Linhas pedagógicas - conheça!:

Encontrei este texto e explica de forma simples que linha pedagógica segue a escola, leiam e confiram:

Linhas pedagógicas: veja como elas funcionam e qual tem mais a ver com seu filho

Ana Okada

Em São Paulo




Atualizada às 11h35



Cada escola usa os preceitos de uma ou mais linhas pedagógicas para "moldar" suas aulas. Essas teorias, no entanto, nem sempre se manifestam puramente no dia a dia dos alunos. Segundo a professora Cecília Hanna Mate, da USP (Universidade de São Paulo), é possível encontrar práticas que utilizam um ou mais aspectos de diversas linhas ao mesmo tempo, assim como é possível haver posturas individuais de escolas que seguem apenas uma dessas tendências.



A professora, no entanto, pondera que a metodologia de ensino é apenas um dos fatores que rege a sala de aula: "É fundamental entender que no cotidiano de uma sala de aula há sempre o imprevisível e o imponderável, que as tendências procuram prever, regular, classificar, pois a pedagogia é uma normatização da conduta, da inteligência e do sentimento".





Danilo Verpa/Folha Imagem






Segundo os especialistas consultados pelo UOL Educação, a coordenação pedagógica da escola é quem deve informar os pais sobre qual linha pedagógica é adotada na instituição.



Mais do que saber a pedagogia que a escola adota, é interessante que os pais possam verificar, durante as aulas normais dos alunos, exemplos de atividades que são realizadas nas aulas, para que se possa comparar o que é dito ao que é de fato ensinado.



Saiba mais sobre algumas das linhas pedagógicas mais adotadas nas escolas brasileiras:







Escola comportamentalista

Como funciona: A concepção comportamentalista enfoca a técnica, o processo e o material postos em jogo. O ensino deve ser bem planejado, com materiais instrucionais programados e controlados. O objetivo é que os resultados possam ser mensurados e que o estudante adquira os comportamentos desejados, moldados segundo necessidades sociais determinadas.



Por essa pedagogia, o professor tem como tarefa controlar o tempo e as respostas dos alunos, dando-lhes feedback constantes. O aluno é visto como alguém que pode aprender a partir de estímulos, que são recompensados, caso os objetivos sejam alcançados.



Avaliação: O processo de avaliação é feito por provas, semelhantes às da linha tradicional.





Escola construtivista

Como funciona:No construtivismo, o saber não é passado do docente ao aluno: o estudante é que constrói o conhecimento, por meio da formulação de hipóteses e da resolução de problemas. O objetivo do construtivismo é que o aluno adquira autonomia. A ênfase está no aspecto cognitivo.



As disciplinas são trabalhadas em uma relação mais próxima com os alunos e envolve diversos elementos, como música e dramatização. As séries são organizadas em ciclos.



Avaliação: A linha construtivista foi idealizada para que não houvesse provas, uma vez que o aluno deve construir o conhecimento ao longo das aulas. As escolas, no entanto, podem adaptar esse conceito em suas avaliações.



Apesar de estar muito em voga no Brasil e em muitos países ocidentais, há também muitas controvérsias quanto à aplicabilidade do construtivismo em nossa realidade. Segundo a professora Cecília, falta de condições estruturais (como condições de trabalho dos professores e o número de alunos por sala) e aspectos políticos e ideológicos são alguns dos pontos criticados por especialistas.





Escola freiriana

Como funciona: Pela pedagogia baseada nas ideias de Paulo Freire, que é mais voltada para a alfabetização, os aspectos culturais, sociais e humanos do aluno devem ser levados em conta. Esta postura implica em ouvir o aluno para ajudá-lo a construir confiança, para que ele possa entender o mundo por meio do conhecimento.



Segundo Freire, o conhecimento faz sentido para o estudante quando o transforma em sujeito que pode transformar o mundo. Bom senso, humildade, tolerância, respeito, curiosidade são alguns dos princípios defendidos por essa corrente. A educação se torna uma ferramenta para "libertar" o aluno.



Avaliação: Assim como a linha construtivista, pedagogia de Paulo Freire não prevê provas, mas as escola podem ter avaliações.





Escola montessoriana

Como funciona: A metodologia foi criada pela educadora italiana Maria Montessori e parte do princípio da experiência concreta e da observação. A ideia é que o aluno possa utilizar o conhecimento que já tem como base para a abstração e, assim, assimilar novos conceitos.



As salas de aula das escolas que adotam essa pedagogia têm, em média, 20 alunos e procuram ter diversos materiais para estimular a aprendizagem. Em vez de a professora passar as lições, as atividades ficam dispostas em sala e o aluno escolhe qual irá fazer no dia. Ele deve cumprir os módulos obrigatórios para avançar os estudos. As salas podem ser ordenadas por séries, como no ensino tradicional, ou por ciclos, com mais alunos de idades diferentes na mesma sala.



Segundo a pedagoga e psicopedagoga Edimara Lima, a vantagem do método é que o aluno pode aprender de acordo com seu ritmo: "Quem caminha mais rápido vai mais rápido, e quem precisa ir mais devagar recebe tarefas paralelas para aprender o que precisa". "A criança aprende a fazer escolhas, tem exercício de independência e autonomia."



Avaliação: Pode ter provas ou não, de acordo com a escola. Quando não há provas, a avaliação é feita a partir dos registros que o professor tem sobre a produção do aluno. No final do ensino fundamental e do médio pode haver monografia.





Escola tradicional

Como funciona: Na pedagogia tradicional o professor é a figura central. Ele ensina as matérias de maneira sistematizada e o aluno absorve esses conhecimentos como se fosse uma "tabula rasa". Apesar de vigorar em muitas escolas, essa prática se instituiu por "inércia da burocracia e do cotidiano escolar e pela crença de que o conhecimento era imutável e transmissível", segundo Cecília.



Nas aulas tradicionais, os conhecimentos são concebidos como verdades não sujeitas a variações nem à dependência de contextos, diferentemente de pedagogias mais modernas, em que o estudante deve "construir o conhecimento" e não simplesmente absorvê-lo.



Avaliação: A forma de promoção é a avaliação, que mede a quantidade de conhecimento que foi memorizada. Quem não alcança a pontuação mínima é reprovado e deve cursar a mesma série novamente.



De acordo com a professora, muitas características do ensino tradicional estão presentes no Brasil e no mundo "já que a própria formação de professores ainda é extremamente tradicional".





Escola Waldorf

Como funciona: A pedagogia Waldorf prioriza as necessidades do desenvolvimento do estudante. A trajetória da criança é composta por ciclos de sete anos, nos quais ela tem um tutor. As aulas do ensino infantil nesse sistema tem ênfase em artes e em trabalhos manuais, como marcenaria, culinária etc.



Diferentemente do ensino tradicional, em que os alunos tem preocupações com horários e conteúdo a ser aprendido, na Waldorf o que é levado em conta são as etapas de desenvolvimento do estudante.





Tendência democrática

Como funciona: As escolas democráticas são baseadas na Escola Summerhill, nascida na Inglaterra. Segundo a professora Cecília, elas são uma uma crítica à educação tradicional, que seria baseada no "medo e no controle baseado em ameaças veladas, presenças obrigatórias e outras imposições".



Seu grande diferencial é que seus alunos não são "obrigados" a assistir as aulas obedecendo um cronograma comum, único. Eles escolhem as atividades a fazer de acordo com seus interesses.



Avaliação: Para avaliar os alunos, procura-se abolir também lições de casa e provas; a avaliação é feita por sua participação e por trabalhos que podem ser escritos, artísticos etc.





Fonte: http://educacao.uol.com.br/escolha-escola/2009/08/25/linhas-pedagogicas-veja-como-elas-funcionam-e-qual-tem-mais-a-ver-com-seu-filho.jhtm



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“Alunos precisam entender a utilidade do que aprendem”, afirma Ladislau Dowbor

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“Alunos precisam entender a utilidade do que aprendem”, afirma Ladislau Dowbor:

“Os alunos estão cansados de estudar coisas que lhes dizem que um dia vão entender a importância. Eles têm que entender e sentir a utilidade já!” Essa seria uma das principais estratégias para aumentar o interesse dos alunos na escola, de acordo o economista Ladislau Dowbor, que é professor da PUC-SP.


Em entrevista, ele abordou a importância da escola trabalhar o seu entorno para melhorar o aprendizado. “Quando se dá instrumentos óticos para a compreensão deste entorno, no qual a criança tem a sua experiência de vida, a assimilação dos conceitos teóricos se torna incomparavelmente mais rica”.


Dowbor participará, nessa sexta-feira (25/11), do lançamento de uma coleção de cadernos sobre a tecnologia social do Bairro Escola, uma publicação da Associação Cidade Escola Aprendiz, em parceira com a editora Moderna.  A entrevista faz parte de um dos livros.


Leia também:

Aprendiz lança cadernos sobre Bairro-Escola



Como seria uma escola menos “lecionadora” e mais articuladora, como o senhor defende?



Ladislau Dowbor — O conteúdo geral do que se ensina está se deslocando. É o velho debate: se a cabeça tem de ser bem cheia ou bem feita. Na realidade está se tornando muito mais importante dar sentido ao que a gente está estudando. O matemático Ubiratan D´Ambrósio menciona uma frase que eu uso também: “Os alunos estão cansados de estudar coisas que lhes dizem que um dia vão entender a importância”. Eles têm que entender e sentir a utilidade já! A criança possui uma curiosidade natural imensa por entender as coisas, veja a forma como eles desmontam um brinquedo, é o que a Madalena Freire chama de “paixão de conhecer o mundo”. Sob esse pano de fundo a gente está começando a repensar de uma maneira muito mais ampla qual é o conteúdo que estamos ensinando.


Eu me lembro de experiências que eu tive na Guiné-Bissau, na África, onde houve uma iniciativa de educação no interior de uma região produtora de arroz onde se dava num dia de aula, por exemplo na segunda-feira, o estudo das estruturas produtivas, no outro dia as estruturas sociais e por aí vai. São povos que vivem do arroz irrigado. Então, ensinava-se química mostrando o que é capilaridade, como é a salinidade da água e todas essas coisas que eles conhecem pela prática. Quando eles adquirem a compreensão teórica dos mecanismos que estão por trás disso, isso apaixona. Não havia nesta experiência o fatiamento em disciplinas e havia, essencialmente, a vontade de dar aos alunos instrumentos da compreensão do próprio mundo deles. O gosto de aprender é 90% da capacidade de aprender, porque é isso que realmente estimula.


Em um artigo publicado na revista Estudos Avançados da USP no ano passado, o senhor exemplifica essa mudança com o que aconteceu em Pintadas, na Bahia. Explique melhor o que eles fizeram de tão inovador.


Ladislau Dowbor — Esse caso está diretamente ligado à mudança da cultura política. Pintadas é uma cidade onde a prefeitura foi assumida por movimentos sociais e eles passaram a buscar respostas para os seus problemas. Grande parte dos municípios do Nordeste localizados na região da Caatinga está envolvida com os programas de cisternas, movido por uma rede de organização da sociedade civil chamada Articulação no Semiárido (ASA). Isso porque na região Nordeste há a chuva, só que ela está concentrada em um período do ano, cai, se infiltra nos lençóis freáticos e desaparece. O que eles fazem? Captam essa água em cisternas (cada cisterna recebe até 16 mil litros), o que permite à família sobreviver durante o período seco com água suficiente, inclusive para jardinagem, cultivo de legumes e coisas do gênero. Isso é uma apropriação de conhecimento pela comunidade. Não são grandes conhecimentos, mas são essenciais em termos de responder às necessidades do lugar.


E a educação nisso? Apesar de Pintadas ficar no semiárido, as crianças nunca tinham tido uma aula sobre o semiárido, suas limitações e potencialidades. Hoje se ensina o semiárido nas escolas de Pintadas. É óbvio que isso envolve uma mudança de atitude na comunidade, e não só na escola, porque é preciso que ela esteja interessada em conhecimentos, que desperte para o fato de poder reconstruir o seu entorno de maneira diferente, porque o desenvolvimento não é uma coisa que chega lá de cima, é uma coisa que se faz. A partir daí, a própria escola passa a demandar conhecimento, não é mais “o que se empurra”, como estudar quem foi dona Carlota Joaquina, decorar o comprimento do Nilo etc. Em termos de economia, já que sou um economista, poderíamos dizer que não é por oferta, mas por demanda que se organiza o conhecimento. Isso já foi visto e apresentado como uma visão reducionista, mas não é.


E como se combate a crítica de que esta seja uma visão reducionista da educação?


Ladislau Dowbor — Demonstrando que a experiência concreta da criança é o seu entorno e quando se dá instrumentos óticos para a compreensão deste entorno, no qual a criança tem a sua experiência de vida, a assimilação dos conceitos teóricos se torna incomparavelmente mais rica. A partir daí, o aluno entenderá melhor outras dimensões mais amplas. Então, não se trata simplesmente de substituir uma educação pela outra, mas de enriquecer. Eu acho que isso nos leva a uma compreensão mais abrangente da educação, no seguinte sentido: eu cada vez menos trabalho com o conceito de educação e cada vez mais com o conceito de gestão do conhecimento.


Por exemplo: Jacob Anderle, que foi secretário de Educação de Santa Catarina, montou naquele estado um projeto chamado “Minha Escola, Meu Lugar”. A escola passou a ser uma articuladora dos conhecimentos necessários à própria comunidade, gerando uma escola menos lecionadora e muito mais articuladora dos diversos subsistemas de conhecimento. Precisamos entender o seguinte: a ciência não está mais como um tipo de estoque acumulado na cabeça do professor. A ciência existe numa rede que você pode fazer com faculdades regionais, em sites na internet, com os mais diversos temas científicos disponíveis a custos irrisórios, ou seja, há uma disponibilidade do conhecimento e você tem de aprender a fazer a apropriação inteligente e o cruzamento desses conhecimentos. Então, está acontecendo uma explosão do universo do conhecimento à disposição e a escola continua a repassar o que está na cabeça da professora, em vez de a professora ensinar seus alunos a fazer a conexão com os diversos universos do conhecimento disponíveis.


Biografia
Nascido na França, Ladislau Dowbor formou-se em Economia Política na Suíça. Fez mestrado e doutorado em Ciências Econômicas e descobriu o Brasil ao se casar com Fátima Freire. Por aqui viveu até o golpe de Estado de 1964. Exilado, trabalhou como consultor na Guiné-Bissau, Nicarágua, Costa Rica, África do Sul e no Equador. Anistiado, regressou ao Brasil.
É como se a escola ainda ignorasse que está em curso uma grande revolução…


Ladislau Dowbor — Exatamente. Há um descolamento, uma disritmia entre o avanço das tecnologias de informação e do conhecimento e o jeito como administramos esse conhecimento no universo escolar. Uma forma interessante de tentar fazer a ponte, o que os americanos chamam de leap frog (dar um salto), eu vi em Piraí, no Rio de Janeiro. Eles pegaram aquelas torres de retransmissão de sinal de celular, fizeram um convênio com as empresas para transmissão de sinal banda larga, internet e rádio. Com isso, criaram uma rede wi-fi urbana, coisa que está sendo feita no mundo todo. Os custos são ridículos, da ordem de dez dólares por domicílio. Por meio de um acordo com a Intel, compraram laptops de 400 reais para as crianças. Eu vi aquele pessoal de escola pública, pessoal de chinelinho de dedo, típico das classes modestas, assistindo a uma aula de geografia e se conectando ao Google Earth…


É outra coisa. A gente tem de pensar que os meninos de hoje vão entrar no mercado de trabalho daqui a dez, quinze anos. A revolução que estamos vivendo hoje é uma revolução da passagem para a sociedade do conhecimento.


O senhor mencionou a necessidade de a escola se tornar articuladora eficiente de parcerias. Quais seriam as principais, as mais estratégicas?


Ladislau Dowbor — Vamos pegar o exemplo de Capela do Socorro, na região sul de São Paulo. Lá há uma ONG, coordenada por Cleodon Silva, que organizou um sistema de informação sobre aquela região, partindo dos dados que existem nas prefeituras e nos diversos subsistemas de informação e enraizando essas informações na base que são os CEPs de correio. Qualquer pessoa conhece o seu CEP. Então a pessoa coloca o número do seu CEP, oito dígitos, e pode procurar quais são as escolas locais, quais os serviços prestados, as migrações, enfim, o conjunto de informações que existem, mas que estão dispersas e não se transformam em conhecimento. Imagine as escolas da região de Capela do Socorro fazendo parcerias com essa ONG.


São sistemas que buscam respostas práticas. Por exemplo, se você olhar quantas creches há naquela região, que é pobre, são poucas, mas ele trabalha com a molecadinha de rua, e eles anotam se veem uma plaquinha numa casa onde está escrito “Aceita-se guarda”. O que é isso? É a rede de creches informais que existe. Isso é importante? É importante para a pessoa local.


Se você vincula essas ONGs, que são especializadas em conhecimento, com organizações comunitárias e com as escolas, você se mobiliza para iniciativas de melhoramento de um bairro, de geração de atividades de renda etc. O click lógico da economia do conhecimento é o seguinte: quando eu produzo essencialmente bens físicos, por exemplo esse meu relógio, se eu passo a você eu deixo de tê-lo. Mas quando a base do valor dos produtos é o conhecimento, se eu passo o meu conhecimento para você, eu continuo com ele. Então o deslocamento que está se fazendo é da visão da competição para a visão da colaboração.


É um deslocamento de paradigma. Isso não é coisa de sonhador, você tem trabalhos em nível mundial acontecendo de maneira colaborativa. A própria Wikipedia é um processo colaborativo gratuito no qual muita gente contribui para fazer coisas úteis. Na economia mesmo, na área empresarial, esse conceito está entrando com muita força.


Eu queria que o senhor falasse de uma instância em especial, que é o Conselho Municipal de Educação.


Ladislau Dowbor — O Conselho Municipal de Educação pode ser um articulador dessa nova visão porque é formado por gente que vem de vários setores, com condições de entender o que aquela comunidade mais precisa, além de poder fazer parcerias com universidades ou centros de pesquisa para transformar esse enriquecimento local em conhecimento. Mas é preciso que os conselhos ultrapassem a visão de serem um tipo de fiscal das contas da prefeitura para se tornarem fomentadores das diversas articulações que um sistema local de conhecimento  precisa.


O MEC está requalificando os Conselhos Municipais de Educação em todo o país, sei que será criado um portal dos conselhos e um software que permita, de um lado, ao ministério poder repassar estudos científicos, documentos e propostas de atualização de sistemas de educação e, de outro, que toda iniciativa inovadora de um conselho possa ser colocada em rede.


Como o senhor vê o Ensino Médio no Brasil?



Ladislau Dowbor —
Eu acho trágico que o moleque que faz até o fim do secundário chegue aos 18 anos para, pela primeira vez, visitar uma instituição de trabalho. O currículo escolar deveria introduzir desde cedo visitas a um hospital, a uma universidade, às indústrias, a uma empresa agrícola.


Dessa forma, haveria uma melhor compreensão. As pessoas têm muito esse medo da instrumentalização da educação. Nós temos uma herança antiga, de uma visão utilitarista e um pouco comercial.


Na década de 80 se criticava o ensino profissionalizante como se ele fosse um ensino ‘para o pobre’, enquanto o propedêutico era um ensino para a classe média que ia para a universidade. O senhor não compartilha dessa visão?


Ladislau Dowbor — Não. Eu acho que a raiz desse problema não está na educação, mas situa-se em nível estrutural. A desigualdade nesse país é o problema número um. A gente pode ver esse problema, pode evitar que haja uma educação para rico e outra para pobre, mas ainda é o que fazemos hoje.


Ainda pensando naquele jovem que se forma e não encontra emprego, como se concilia uma expectativa mais longa de vida com uma diminuição sistemática de empregos?


Ladislau Dowbor — Para que serve o emprego? Para você ter renda. Só que essa renda, esse papel-moeda, em si não vale nada: você não come ele, você tem de ter os bens, ou seja, você tem de produzir os bens e serviços, isso que é importante. Hoje a gente produz no mundo cerca de seis mil dólares de bens e serviços para cada pessoa do planeta, a cada ano. Se você dividir isso por 12 meses e pegar uma família de quatro pessoas, dá de três a quatro mil reais por mês, ou seja, o que a gente produz hoje no planeta é amplamente suficiente para todo mundo viver com conforto e dignidade. Portanto o problema não está na produção, está em organizar o acesso à renda correspondente.


O trabalhador norte-americano trabalha de maneira desesperada, compra um monte de bagulho, inclusive desperdiça cereais de uma forma fenomenal. Com isso, outra parte do planeta está passando fome. Um caminho para responder sua pergunta é a redução da jornada de trabalho. É óbvio que a humanidade está precisando de cada vez menos volume de trabalho para produzir o que necessita. É a experiência que se fez na França e que funciona, na linha do trabalhar menos para trabalharem todos. Com todos trabalhando, não é preciso ter aqueles fundos de desemprego, o que permite subvencionar as empresas que chiam porque vão pagar o mesmo salário, mas com menos horas de trabalho. Essa subvenção permitiu fazer funcionar o sistema. Nós teremos que evoluir para a gradual redução da jornada de trabalho.


Há um texto do (economista John Maynard) Keynes, escrito em 1933, uma carta para os seus netos imaginários, no qual ele imagina como será o mundo deles; portanto, o nosso. Ele disse o seguinte: se forem inteligentes os meus netos, eles trabalharão três dias por semana porque, com as tecnologias que surgirão, será amplamente suficiente para satisfazer o básico para cada um de nós. E note que ele escreveu esse texto quando ainda nem tinha netos! Esse é um eixo de solução. Nós caminhamos para diversos tipos de desemprego estrutural. A pesca artesanal ocupa cerca de 300 milhões de pessoas no mundo, mas ela vem sendo destruída pela grande pesca oceânica, de navios superequipados.


Então, com isso, estão sendo liquidados milhões de postos de trabalho, que sustentavam diversas economias locais. Então você tem uma substituição de empregos, mas, ao mesmo tempo, há a liquidação das reservas de peixe do planeta. Esse pessoal que praticava a pesca artesanal vai ficar desempregado e não terá renda para comprar esse peixe. Um exemplo disso: o japonês gosta muito de barbatana de tubarão. Em 2006 foram pescados 73 milhões de tubarões. Pesca-se, corta-se a barbatana, joga-se o resto fora. Toda essa destruição dos processos infelizmente tem uma lógica sistêmica, que pode ser assim resumida: se não for eu, será outro. É a lógica que está muito bem exemplificada no documentário A Corporação, que eu recomendo.


(Carta na Escola)

MEC estuda criação de teste educacional só para América Latina

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MEC estuda criação de teste educacional só para América Latina:

O Ministério da Educação pode ajudar a criar uma nova avaliação educacional dedicada exclusivamente aos estudantes da América Latina. A proposta está em discussão entre integrantes dos ministérios responsáveis pelos sistemas educacionais de outros países como Argentina, Colômbia, Costa Rica, Peru, Equador e Chile, entre outros.


Para os defensores da ideia, a avaliação internacional mais popular na aferição da qualidade de ensino oferecida nos países – o Programa de Avaliação Internacional de Estudantes (Pisa) – não é capaz de medir as especificidades da região. Por conta disso, não contribui de forma efetiva para melhorar o aprendizado das crianças e dos adolescentes desses países.


“O Pisa foi criado para avaliar o que o mercado demanda das crianças. Na América Latina, as escolas têm outras prioridades, não consideradas por eles. A questão não é ser contra o Pisa, mas, para ser uma boa avaliação, ela precisa mobilizar as escolas, as famílias e contribuir para mudanças. O que não acontece”, opina Gustavo Iaies, diretor da Fundação Centro de Estudos de Políticas Públicas (BSAS), da Argentina.


Gustavo defende que o Brasil, o México, a Colômbia e o Chile assumam a elaboração e a aplicação do teste, caso os governos latinos aprovem o projeto. Segundo o pesquisador, esses países possuem institutos com capacidade técnica para isso. Ele ressalta que, para outros como El Salvador e Bolívia, uma avaliação regional seria fundamental para mudar o ensino.


Liliana Pascual, diretora nacional de Informação e Avaliação da Qualidade Educativa do Ministério da Educação da Argentina, concorda que uma proposta como essa fortaleceria a integração dos países latinos, inclusive nos currículos escolares. No entanto, ela acredita que essa é uma discussão mais política do que técnica e teme uma sobreposição de atividades.


“Uma avaliação como essa deveria ser aplicada a um público diferente – o ensino médio e a partir de disciplinas diferentes das já avaliadas em outras provas. Seria muito interesse se ela pudesse fortalecer o conhecimento dos estudantes a partir de educação para valores, cidadania, por exemplo”, pondera Liliana.


Só mais uma

Pilar Lacerda, secretária de Educação Básica do MEC, que participa das discussões, concorda que a ideia é boa, mas acredita que a decisão de criá-la ou não deve ser tomada sem pressa. Antes, ela defende que é preciso definir como o teste não se tornaria só mais uma avaliação – e mais trabalho – para professores, estudantes e gestores.


“Não pode ser simplesmente uma prova a mais. Precisamos saber em que medida uma nova avaliação poderia ajudar a educação dos países latino-americanos”, ressalta. Pilar lembra que a diversidade e o trabalho de inclusão feito pelas escolas da América Latina são maiores do que nas européias e não aparecem no Pisa. “Aí seria interessante”, emenda.


Para Clayton Gontijo, professor da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB), nos moldes atuais, as avaliações educacionais não mostram o quanto as escolas contribuem para a formação dos alunos. “As condições iniciais dos estudantes e o avanço que eles tiveram não são medidos. Quem recebe alunos nota 2 e faz com que eles saiam com nota 6 foi mais eficaz do que quem recebe alunos nota 6, que saem com 7. Mas isso não aparece”, diz.


Segundo o educador, provas aplicadas em diferentes momentos, no início da vida escolar e na saída, como ocorre hoje com a avaliação da educação superior brasileira, seriam boas estratégias.


Além de definir se uma nova avaliação implicaria em deixar de participar do Pisa ou não, técnicos de alguns países consideram fundamental a inclusão dos professores da educação básica nos debates sobre o tema. “Os professores são sempre pouco ouvidos e depois culpados pelo fracasso dos estudantes”, critica Pilar.


Pesquisas em andamento

O Brasil está participando de outras iniciativas para analisar os sistemas educacionais da América Latina. Desenvolvidos pelo Laboratório Latino-americano de Avaliação da Qualidade da Educação da Oficina Regional da Unesco para a América Latina e o Caribe (Orealc), dois estudos já foram concluídos e outro será realizado em 2013.


O Primeiro Estudo Regional Comparativo e Explicativo (Perce) foi feito em 1997 com alunos da 3ª e da 4ª séries do ensino fundamental nas áreas de Linguagem, Matemática e Fatores Associados. O Segundo Estudo Regional Comparativo e Explicativo (Serce), realizado em 2006, avaliou alunos da 3ª e da 6ª séries do ensino fundamental em Matemática, Linguagem (leitura e escrita) e Ciências na América Latina e no Caribe. Em 2013, se pretende fazer outro.

Rafael Parente: Web 3.0 e a democratização da criação: uma nova ed...

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Rafael Parente: Web 3.0 e a democratização da criação: uma nova ed...: Rafael Parente: Web 3.0 e a democratização da criação: uma nova ed...: "A nossa política educacional baseia-se em duas enormes falácias. A primeira é a que considera o intelecto como uma caixa habitada por ideia...

Objetos de Aprendizagem: O que é TOON DOO?

Objetos de Aprendizagem: O que é TOON DOO?: O TOON DOO é um editor de Histórias em Quadrinhos On-Line.  Ele é uma ferramenta que propicia a produção de histórias em quadrinhos, um im...

Rio Educa Infância: Celebrando a Educação Carioca - EI e EE

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Rio Educa Infância: Celebrando a Educação Carioca - EI e EE: Rio Educa Infância: Celebrando a Educação Carioca - EI e EE: Para ir se encantando com Rubem Alves, nosso presente!!!

CRECHE MUNICIPAL ZUZU ANGEL: GEI- SME-PCRJ

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CRECHE MUNICIPAL ZUZU ANGEL: GEI- SME-PCRJ: CRECHE MUNICIPAL ZUZU ANGEL: GEI- SME-PCRJ: Celebrando a Educação Carioca EDUCAÇÃO INFANTIL e EDUCAÇÃO ESPECIAL ******************************* Equipe GEI-SME Parabéns pelo b...

Resultado da Consulta à Comunidade - Obrigado a todos!

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Resultado da Consulta à Comunidade - Obrigado a todos!:
Agradecemos a participação de toda a comunidade!
De um universo de 350, tivemos 322 votantes: 316=SIM!
CERTEZA DE QUE ESTAMOS NO CAMINHO CERTO!
A comissão aproveitou para fazer uma homenagem-brincadeira!

Espetáculo musical O som do lixo chega ao CIEP Adão e na Sebastião em Irajá

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Espetáculo musical O som do lixo chega ao CIEP Adão e na Sebastião em Irajá:
Apresentação no CIEP Adão Pereira Nunes
Em parceria com o SESC de Madureira o Projeto Bairro Educador de Irajá realizou um espetáculo musical com o Projeto Som do Lixo nas unidades escolares do CIEP Dr. Adão Pereira Nunes e Escola Municipal Sebastião de Lacerda.
O Projeto Som do Lixo tem o objetivo de demonstrar para o público que de forma consciente tudo pode ser reaproveitado, até mesmo o lixo reciclável pode ser transformado em instrumentos musicais. Através do contato com esta apresentação artística os estudantes poderão rever os significados que atribuem ao lixo produzido por eles.
Durante a apresentação os estudantes interagiram com os músicos da banda: fazendo a abertura do espetáculo, cantaram ao “som do lixo” o hino nacional além de tocar instrumentos musicais (doados pela banda) feitos de material reciclável durante a apresentação.
Os alunos participaram "batucando" nas mesas

“Eu adorei o Som do Lixo na minha escola. Este dia vai ficar na história dos 25 anos do CIEP Dr. Adão Pereira Nunes. Eu só quero saber quando vamos ter vocês de novo?”, disse a diretora geral Ademilda do CIEP Dr. Adão Pereira Nunes. Os estudantes ficaram surpresos pela qualidade do som que saia dos instrumentos, que fazem parte do lixo da casa deles.
E.M. Sebastião Lacerda
“Nossa. Essas tampinhas de refrigerante faz um som muito legal! Agora eu vou juntar tampinhas e construir o meu instrumento musical”, afirmou um dos estudantes da Escola Municipal Sebastião de Lacerda.
Ao final da apresentação, a equipe de direção diz que a banda inspirou a banda de percussão da escola.
“Já sei vou pedir para os professores e estudantes juntarem objetos recicláveis para construirmos a banda de música da SEBA (apelido carinho da E.M. Sebastião de Lacerda) que vai tocar na festa de formatura do 3º ano”, afirmou a coordenadora pedagógica Lúcia da E.M. Sebastião de Lacerda.
O pátio da escola ficou lotado para a apresentação
A equipe do Projeto Bairro Educador em nome das unidades escolares agradece e parabeniza ao SESC de Madureira pela oportunidade de levar este belo e educativo exemplo de Intervenção artística, a Luciana Chenble do setor educativo e aos músicos pelo carinho e qualidade do espetáculo apresentado.
Para saber maiores informações do Projeto O Som do Lixo acessem : www.osomdolixo.com.br.
Por Ana Carolina Duarte de Souza

Sessões exclusivas do filme “Uma professora muito Maluquinha” nas escolas. Parceria MetrôRio e Bairro Educador!

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Sessões exclusivas do filme “Uma professora muito Maluquinha” nas escolas. Parceria MetrôRio e Bairro Educador!:
O Projeto Bairro Educador em parceria com o MetrôRio,   promoveu sessões exclusivas, no mês de novembro,  do filme "Uma professora muito maluquinha" para os estudantes dos bairros educadores do Engenho da Rainha  (Escola Municipal Liberato Bittencourt) , Complexo do Alemão (Escola Municipal Professor Affonso Varzea),   Irajá  (CIEP  Dr. Adão Pereira Nunes e CIEP Dom Oscar Romero),  Madureira  (Escola Municipal Mendes Viana) e  Pavuna (Escola Municipal Andrea Fontes).

Esta ação beneficiou cerca de mil estudantes do primeiro e segundo segmento das unidades escolares envolvidas. Através desta ação os estudantes puderam ter contato com a arte cinematográfica nacional voltada para o público infanto-juvenil. Além de construir, a partir do filme, um senso crítico sobre o cotidiano escolar e a prática docente nas salas de aula.

Durante o evento, as escolas foram estimuladas a convidar outras unidades a participarem, possibilitando a integração entre as mesmas. Um belo exemplo disto aconteceu no dia 16 de novembro, quando o CIEP Dom Oscar Romero recebeu os estudantes da Escola Municipal Mendes Viana com direito a pipoca para mais uma exibição do filme. 

A coordenadora pedagógica Ana Lucia Galrão do CIEP adorou a oportunidade de poder exibir o filme com a unidade escolar.

“Assim podemos começar a fazer a integração entre a Escola Municipal Mendes Viana e o CIEP Dom Oscar Romero. Afinal, os nossos estudantes do primeiro segmento saem daqui e continuam estudando na Mendes, que é de segundo segmento”, afirmou a Coordenadora Pedagógica.

As comunidades escolares e o Projeto Bairro Educador agradecem ao MetrôRio por mais esta ação que beneficiou centenas de crianças e adolescentes.

Festa de 13 anos do CAPSi Pequeno Hans

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Festa de 13 anos do CAPSi Pequeno Hans:

I Fórum Ampliado de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas do Estado do Rio de Janeiro

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I Fórum Ampliado de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas do Estado do Rio de Janeiro: Prezados(as) Senhores(as),

A Subsecretaria de Atenção à Saúde, através da Gerência de Saúde Mental/Superintendência de Atenção Básica, vem convidá-lo a participar do Fórum Ampliado de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas do Estado do Rio de Janeiro, com o tema: "Políticas públicas, redes de cuidado e intersetorialidades", que será realizado no próximo dia 1º de dezembro de 2011, no auditório do Ministério da Saúde, Rua México, 128, 10º andar, ás 9hs - Centro, Rio de Janeiro.

Encaminhamos a programação em anexo e solicitamos sua divulgação entre os profissionais e parceiros e trabalho, nesta consta a participação de:

  • Dr. Edmar Oliveira (MS) – “... no processo de desinstitucionalização e nos desafios junto aos Serviços Residenciais Terapêuticos”;
  • Dr. Antônio Lancetti (SP) – “... nas ações de cuidado ao uso de álcool e outras drogas”;
  • Dra. Kátia Wainstok Santos (SES/RJ) “... na área da infância e adolescência”;
Contamos com sua presença.

Grande abraço,

Ingrid Jann
Gerente de Saúde Mental
Superintendência de Atenção Básica
Subsecretaria de Atenção a Saúde
Secretaria de Estado de Saúde - SES/RJ