segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Valores Humanos – Como Trabalhar?
Prefeitura do Rio implanta o programa Saúde nas Escolas
Saúde Ocular – Visão de Futuro
Assistência Social participa de abertura da campanha “Esta bola está com você”

- Temos que unir todas as forças para reverter esse jogo e virar essa página, afirmou Bethlem.
O evento contou com a presença da ministra da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), Maria do Rosário, da apresentadora Xuxa Meneguel, e de representantes do governo estadual e da sociedade civil. No local também foram realizadas apresentações artísticas e atividades educativas. A promoção da campanha “Esta bola está com você” continuará ao longo de todo o carnaval e no mês de março com divulgação em blocos, bailes, no Sambódromo e pontos turísticos da cidade do Rio de Janeiro.
A SMAS mantém um serviço de enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes dedicados exclusivamente ao atendimento deste público nos 13 Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS) da cidade. Nestes locais, o município realiza o atendimento psicossocial e garante o acesso da vítima e de seus familiares à Rede de Serviços da Prefeitura do Rio. Todos os CREAS funcionam de segunda a sexta-feira, das 9 às 18h.

Confira abaixo os endereços dos CREAS da Prefeitura do Rio:
1ª CAS - Centro
1- CREAS SIMONE DE BEAUVOIR
Endereço: Rua da Carioca, nº 72
Bairro: Centro
Tel.: 2224-8777
Bairros de abrangência: Benfica, Caju, Catumbi, Centro, Cidade Nova, Estácio, Gamboa, Mangueira, Paquetá, Rio Comprido, Santa Teresa, Santo Cristo, São Cristóvão, Saúde, Vasco da Gama.
2ª CAS – Zona Sul e Grande Tijuca
2- CREAS ARLINDO RODRIGUES
Endereço: Rua Desembargador Isidro, nº 48
Bairro: Tijuca
Tel.: 2268-7115 / 2557-6524
Bairros de abrangência: Alto da Boa Vista, Usina, Muda, Andaraí, Grajaú, Maracanã, Praça da Bandeira, Tijuca, Vidigal, Vila Isabel.
3- CREAS MARIA LINA DE CASTRO LIMA
Endereço: Rua São Salvador, nº 56
Bairro: Laranjeiras
Tel.: 2265-8165 / 2285-3695
Bairros de abrangência: Botafogo, Catete, Copacabana, Cosme Velho, Flamengo, Gávea, Glória, Humaitá, Ipanema, Jardim Botânico, Lagoa, Laranjeiras, Leblon, Leme, Rocinha, São Conrado,Urca
3ª CAS - Meier
4- CREAS JANETE CLAIR
Endereço: Rua Dr. Leal, nº 706
Bairro: Engenho de Dentro
Tel.: 3278-6724
Bairros de abrangência:
Abolição, Água Santa, Cachambi, Complexo do Alemão, Del Castilho, Encantado, Engenho da Rainha, Engenho de Dentro, Engenho Novo, Higienópolis, Inhauma, Jacaré, Jacarezinho, Lins de Vasconcelos, Maria da Graca, Meier, Piedade, Pilares, Riachuelo, Rocha, Sampaio, São Francisco Xavier, Todos os Santos, Tomas Coelho.
4ª CAS – RAMOS
5- CREAS NELSON CARNEIRO
Endereço: Rua Professor Lacet, nº 57
Bairro: Ramos
Tel.: 2573-2176
Bairro de abrangência: Ramos, (até o Viaduto Cosme e Damião), Bonsucesso, Complexo do Alemão, parte de Manguinhos (lado da Leopoldo Bulhões).
6- CREAS STELLA MARIS
Endereço: Estrada dos Maracajás, nº 973
Bairro: Ilha do Governador
Tel.: 3393-3058 / 3975-5478
Bairro de abrangência: Ilha do Fundão, Ilha do Governador, Galeão, Guarabu, Jardim Carioca, Jardim Guanabara, Praia da Bandeira, Cacuia, Zumbi, Pitangueiras, Ribeira e parte do Cocotá.
5ª CAS – MADUREIRA
7- CREAS PROFESSORA MARCIA LOPES
Endereço: Rua Carvalho de Souza nº 274
Bairro: Madureira
Tel.: 3018-0636
Bairro de abrangência: Bento Ribeiro,Cavalcanti, Engenheiro Leal,Quintino Bocaiuva, Cascadura (parte) e Campinho, Honório Gurgel, Madureira, Marechal Hermes, Osvaldo Cruz, Rocha Miranda,
Tomáz Coelho, Turiaçú.
8- CREAS WANDA ENGEL ADUAN
Endereço: Estrada Borges Freitas, 144
Bairro: Irajá
Tel.:2471-0292
Bairros de abrangência: Coelho Neto(parte), Colégio, Irajá, Vaz Lobo, Vicente de Carvalho, Vila da Penha, Vila Kosmos, Vista Alegre.
6ª CAS – Deodoro, Guadalupe
9- CREAS JOÃO HÉLIO FERNANDES
Endereço: Rua Luís Coutinho Cavalcanti, nº 576
Bairro: Guadalupe
Tel.: 3018-5906
Bairros de abrangência:Acari, Anchieta, Barros Filho, Coelho Neto, Costa Barros, Guadalupe, Parque Anchieta, Parque Columbia, Pavuna, Ricardo de Albuquerque.
7ª CAS – Jacarepaguá, Barra da Tijuca e Recreio
10- CREAS DANIELA PEREZ
Endereço: Rua Albano, nº 313
Bairro: Praça Seca
Tel.: 2435-5607
Bairros de abrangência: Anil, Barra da Tijuca, Camorim, Cidade de Deus, Curicica, Freguesia Jacarepaguá, Gardênia Azul, Grumari, Itanhangá, Jacarepaguá, Joá, Pechincha, Praça Seca, Recreio dos Bandeirantes, Tanque, Taquara, Vargem Grande, Vargem Pequena, Vila Valqueire.
8ª CAS – Bangu, Realengo
11- CREAS PROFESSORA ALDAÍZA SPOSATI
Endereço: Rua Prof. Carlos Wenceslau, nº 211
Bairro: Realengo
Tel.: 3331-1367 / 2401-5507
Bairros de abrangência:
Bangu, Campo dos Afonsos, Deodoro, Gericino, Jardim Sulacap, Magalhães Bastos, Padre Miguel, Realengo, Senador Camará, Vila Militar.
10ª CAS – Santa Cruz e Guaratiba
12- CREAS JOÃO MANOEL MONTEIRO
Endereço: Rua Aurelio de Sampaio, nº 105
Bairro: Paciência (antigo Sesi-Senai)
Tel.: 3395-4410 - 9889-1966
13- CREAS PADRE GUILHERME DECAMINADA
Endereço: Rua Lopes de Moura, nº 46
Bairro: Santa Cruz
Tel.: 3292-7438 / 3292-9588
Bairros de abrangência: Barra de Guaratiba, Guaratiba, Paciência, Pedra de Guaratiba, Santa Cruz, Sepetiba.
Febre de crianças exige cabeça fria dos pais
Inscrições para o Clube do Servidor serão reabertas no dia 2
Parlamento Juvenil do Mercosul: Alunos do ensino médio debatem com ministro temas da educação
Livro didático: Programa terá este ano aquisição recorde de 135 milhões de exemplares
Brasileiros consideram vagas do Prouni insuficientes
Priscilla Borges, iG Brasília
Pesquisa do Ipea mostra como educação é percebida no País. Falta informação sobre programas e função dos conselhos escolaresA quantidade de vagas oferecidas pelo Programa Universidade para Todos (Prouni) é insuficiente na opinião dos brasileiros. É o que mostra pesquisa divulgada nesta segunda-feira pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) feita com 2.773 pessoas em suas residências entre os dias 3 e 19 de novembro de 2010. O objetivo do estudo é saber como os brasileiros avaliam o serviço educacional do País.
A percepção de que há poucas vagas no ProUni é unânime: 84,2% dos entrevistados consideram as vagas oferecidas “poucas ou muito poucas”. Apenas 15,8% acham o número suficiente. Na seleção do programa para este semestre, por exemplo, o programa do Ministério da Educação que distribui bolsas de estudo para estudantes de baixa renda em instituições privadas ofereceu 123 mil vagas com isenção parcial ou total.
Quantidade de vagas no Prouni
Os brasileiros consideram o número de bolsas oferecidas pelo governo federal pelo programa insuficiente (em %)
O Prouni foi apontado como o programa mais conhecido pela população: 61% dos entrevistados afirmaram conhecê-lo, mesmo quando não tinham filhos ou eles próprios não fossem beneficiados. Para a grande maioria, o programa deve ser mantido (24%) ou ampliado (73,4%). Contudo, os brasileiros não querem que a isenção de impostos concedida a instituições de ensino participantes seja aumentada. Na opinião de 37,7% dos entrevistados, a isenção deve permanecer a mesma, 16,3% sugerem a extinção e 18,6% a redução dela.
Manutenção do Prouni
A maioria dos entrevistados pelo Ipea defende a manutenção do programa (em %)
Enquanto o Prouni já faz parte do conhecimento de boa parte dos brasileiros, um importante instrumento de participação social na exigência de qualidade de ensino é completamente desconhecido pela população: o conselho escolar. Órgãos que devem fazer parte do sistema de ensino em todos os níveis (municipal, estadual e federal), os conselhos são formados por pais, professores, gestores, estudantes, servidores para acompanhar a gestão financeira, pedagógica e administrativa das escolas.
De acordo com o estudo Sistema de Indicadores de Percepção Social, 71% da população não sabe que eles existem, especialmente os mais velhos ou menos escolarizados. Entre as pessoas com mais de 55 anos ou que só estudaram até a 4ª série do ensino fundamental, mais de 80% desconhecem os conselhos escolares. Quem conhece o órgão, no entanto, reconhece sua importância para fiscalização financeira e pedagógica.
Ensino melhor
O estudo do Ipea mostra que, de modo geral, grande parte dos brasileiros (48,7%) considera que a educação pública melhorou. Para 27,2% dos entrevistados, não houve mudanças e para 24,2%, piorou. Somente 12,1% acreditam que a educação no País “melhorou bastante” e outros 13,1% avaliam que “piorou bastante”. As críticas são mais fortes entre as mulheres: 26,9% acham que o ensino na rede pública piorou, contra 21,1% dos homens. Outras 46,6% concordam que o ensino está melhor, enquanto 51% dos homens têm a mesma opinião.
O Ipea chama a atenção para o fato de que, além das diferentes respostas entre gênero, há discrepâncias regionais, de renda e de raça na avaliação da educação pelos brasileiros. A percepção mais favorável é dos entrevistados pretos e pardos, com menor renda e escolaridade e os moradores das regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste. Para 50,9% dos entrevistados pretos e pardos, educação melhorou, enquanto 46,4% dos que se declararam brancos pensam o mesmo. Entre os brancos, 26,6% consideram que o ensino piorou, contra 22,2% dos negros.
Diferenças regionais na avaliação do ensino
A percepção sobre a educação pública varia entre as regiões. A melhor visão do ensino está no Centro-Oeste (em %)
No quesito renda, apenas 19,3% dos entrevistados com renda de até dois salários mínimos acreditam que o ensino está pior no Brasil, enquanto mais de um terço dos entrevistados (34,2%) com renda entre dez e 20 salários mínimos têm essa visão. Na região Centro-Oeste, está o maior índice de percepção positiva da educação: 62,9% defendem que o ensino melhorou. O menor, por sua vez, está no Sudeste. Apenas 40% têm a mesma opinião e quase a mesma quantidade de pessoas (36,1%) avalia que piorou.
“O maior índice de percepção de melhora na educação no Centro-Oeste, no Nordeste e no Norte, e o menor índice no Sul e no Sudeste podem ser uma evidência de que foram ampliados os investimentos nas três primeiras regiões, onde se encontram os piores indicadores educacionais do País”, afirma o relatório do estudo. Os especialistas do Ipea alertam, porém, que pode haver “uma estagnação ou diminuição do ritmo de avanço da qualidade da educação em regiões brasileiras onde os índices são melhores, mas ainda inferiores aos patamares internacionais de qualidade”.
Merenda e livros
Dois programas do governo federal importantes para a educação básica foram alvo das perguntas da pesquisa: o de alimentação escolar e o do livro didático. De modo geral, a quantidade e a qualidade das refeições servidas nas escolas públicas do País são consideradas boas pela população (59,5% dos entrevistados). Porém, no Norte e no Nordeste, o índice de reclamação é maior.
No Sul, Centro-Oeste e Sudeste, a satisfação com a qualidade da merenda escolar está acima da média nacional, respectivamente: 75,8%, 70,9% e 65,5%. Nas regiões Norte e Nordeste, o índice de avaliação positiva é de apenas 39,1% e 38,6%, respectivamente. Para a maioria das pessoas que mora nos Estados dessas regiões, a qualidade do lanche é regular (39,7% e 47% do total, respectivamente). No Norte, 21,7% dos entrevistados consideram a merenda servida aos alunos ruim.
Visão sobre a qualidade da merenda escolar
Há muitas diferenças regionais entre a percepção dos brasileiros sobre os alimentos servidos na escola (em %)
Na quantidade servida, as diferenças regionais se repetem. Para os participantes da pesquisa que moram no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, a quantidade é suficiente. Opinião que no Norte e no Nordeste é compartilhada por 47,4% e 46,3% dos entrevistados, respectivamente. Nas duas regiões, mais de 50% dos participantes da pesquisa acreditam que se serve pouco ou muito pouco alimento nas escolas. A maioria dos brasileiros (66%) defende a ampliação do programa e 32% querem que programa seja mantido.
Para os entrevistados pelo Ipea, também é unânime a necessidade do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), que distribui livros didáticos para todos os alunos dos ensinos fundamental e médio na rede pública. Pelo menos entre os que conhecem o programa: 64% acham que deve ser ampliado, enquanto 34% querem que seja mantido. Apesar de não ser uma novidade, 68% dos entrevistados desconheciam a existência do programa do MEC. As pessoas menos escolarizadas (estudaram só até a 4º série do ensino fundamental) e as mais velhas (com 55 anos ou mais de idade) são as menos informadas.
Entre os que conheciam a proposta, a avaliação dos três quesitos perguntados – quantidade de livros distribuídos, estado de conservação dos exemplares, conteúdos e métodos utilizados e qualidade da encadernação e impressão gráfica – é positiva. Apenas na quantidade há um número expressivo que considera insuficiente o número de livros distribuídos: 45%. Sobre a conservação do material, 31,7% dos homens consideraram regular ou ruim e 22% das mulheres entendem o mesmo.
"Corte de R$ 3 bi não afetará programas do MEC, afirma Haddad
Agência Brasil
Pasta ainda analisa quais despesas serão canceladas para respeitar o orçamento anunciado nesta segunda-feiraO corte de R$ 3 bilhões em despesas discricionárias do Ministério da Educação (MEC), anunciado nesta segunda-feira, 28, pelo Ministério do Planejamento, não afetará os programas da pasta. O ministro Fernando Haddad, que está em Recife para participar da cerimônia de abertura do ano letivo da Universidade Federal de Pernambuco (Ufpe), reafirmou que as ações previstas serão executadas.
Despesas discricionárias são aquelas em que o governo tem poder de deliberação sobre sua execução, de acordo com as prioridades, podendo ser objeto de contingenciamento. Por exemplo: gastos com diárias, passagens, compra de material e contratação de serviços.
De acordo com o MEC, do total a ser cortado, cerca de R$ 2 bilhões são de emendas parlamentares. A pasta vai analisar quais tipos de despesa terá que cortar para fazer a economia referente ao R$ 1 bilhão restante. O orçamento do MEC previsto para 2011 era de R$ 69 bilhões.
"O Plano Nacional de Educação – Vamos sonhar alto ou deixar como está?
Com a posse dos novos deputados e das comissões permanentes da Câmara dos Deputados será dada a largada para a análise de uma enormidade de projetos de lei que estão em fases variadas de apreciação pelos representantes do povo em Brasília. Entre eles, o Plano Nacional de Educação, projeto de lei que substitui a Lei nº 10.172/2001 que venceu em janeiro de 2011.
Queremos discutir aqui neste blog alguns aspectos deste importante plano nacional.
Comecemos pelas diretrizes que compõem o preâmbulo do documento – dez ideias que parecem ser a inspiração para a elaboração do PNE.
I. Erradicação do analfabetismo;
II. Universalização do atendimento escolar;
III. Superação das desigualdades educacionais;
IV. Melhoria da qualidade do ensino;
V. Formação para o trabalho;
VI. Promoção da sustentabilidade sócio-ambiental;
VII. Promoção humanística, científica e tecnológica do País;
VII. Estabelecimento de meta de aplicação de recursos públicos em educação como proporção do Produto Interno Bruto;
IX. Valorização dos profissionais da educação; e
X. Difusão dos princípios da equidade, do respeito à diversidade e a gestão democrática da educação.
São diretrizes corretas, das quais ninguém discorda, mas pouco ambiciosas. Se a proposta tivesse sido escrita por nós, as diretrizes do PNE seriam assim:
I. Promover o desenvolvimento social e econômico do Brasil, de forma sustentável e equitativa, de forma a garantir qualidade de vida compatível com a dos países de mesmo nível de desenvolvimento econômico a todos os brasileiros;
II. Promover, de forma concomitante, o princípio da equidade e da excelência na educação em todos os seus níveis, por meio da melhoria da qualidade do ensino e da superação das desigualdades educacionais;
III. Universalizar o atendimento escolar para as etapas obrigatórias e ofertar serviços educacionais de qualidade para a educação infantil e superior de forma a atender a demanda;
IV. Empenhar os recursos humanos e materiais necessários, assim como os meios, para aumentar o nível educacional da população atual ao mesmo tempo em que se constroem as bases para a oferta de educação de qualidade de alto padrão para as gerações futuras. Desta forma, erradicar o analfabetismo e preparar para o mercado de trabalho atual aqueles que não tiveram acesso à educação de qualidade na idade correta, sem prejuízo de almejar a excelência e a competitividade para os que entram no sistema a partir de agora.
Sigam nosso blog e vejam nossos comentários adicionais sobre o andamento das emendas ao PNE.
Clique aqui para acessar o texto do Projeto de Lei.
Clique aqui para acompanhar o andamento do PNE na Câmara dos Deputados.
"Você se lembra do seu primeiro dia na escola?
Provavelmente você era muito novinho(a), mas sua mãe deve se lembrar. Pergunte a ela como foi.
Alegria e empolgação? Medo e apreensão? Você foi daquelas crianças que nem olhou para trás e logo se envolveu na brincadeira? Ou daquelas cuja mãe precisou frequentar a escolinha por vários dias até que você se acostumasse?
Frequentar um ambiente totalmente diferente do qual se está acostumado, com várias novas pessoas e ainda ter que aprender a depender de estranhos pode ser difícil para uma criança.
Estima-se que uma em cada três crianças sofram de 'ansiedade de separação' quando chega a época de ir para a escolinha. Mas para alívio das mamães, na grande maioria dos casos dura apenas algumas semanas.
Algumas crianças estão tão familiarizadas com a sua própria família, passando tão pouco tempo com outras pessoas, que têm problemas quando começam a frequentar a escola.
Outras ficam tão ansiosas para ir que mal conseguem esperar esse primeiro dia de aula chegar.
Nenhuma das crianças dos grupos acima é melhor ou mais preparada do que as outras. Muito do que eles se sentem tem a ver com a sua personalidade. Assim como alguns adultos são mais cautelosos do que outros, o mesmo pode ser verdade para as crianças.
Algumas dicas
Se seu filho estiver com medo de ir à escola, comece a prepará-lo com vários meses de antecedência.
- leia mais sobre o assunto: existem vários livros (e blogs/sites!) que tratam do assunto. Procure se informar. Converse com outras mães que passaram pelo mesmo problema.
- coloque-o para participar de atividades em grupo com outras crianças da mesma idade: pode ser alguma brincadeira ou prática esportiva, ou até mesmo deixar a criança ficar algumas horas por dia em alguma creche próxima, para que tenha contato com pessoas diferentes. O importante é eles entenderem que você sempre estará de volta, e que não estão sendo abandonados.
- não hesite: não importa o quanto você odeie deixar seu filho chorando na escola, isto é necessário. Se você hesita, fica espreitando pelas janelas ou para constantemente para ver o seu filho, está dando a ele um sinal de que existe realmente algo com o que se preocupar.
- leve-o para visitar a sala de aula antes do início das atividades: com isso seu filho verá pessoalmente o que realmente significa 'ir para a escola'. Lembre-se, eles nunca passaram por isso, então para eles o prédio de tijolos com quadro-negro e brinquedos nada mais é que um lugar totalmente estranho. Apresente-o ao seu futuro professor, dê uma voltinha pelo parquinho e mostre a ele como as outras crianças estão se divertindo.
- seja paciente: pode até parecer que eles estejam sendo irracionais ou exagerando, mas não devem ser punidos por seus sentimentos. Mantenha a calma! Chegará o dia em que ele desejará que houvesse aula aos domingos.
- se for chorar, chore às escondidas: pode ser difícil colocar seu filho para encarar todas essas 'adversidades', mas faz parte da vida, e é mais um passo rumo a uma vida adulta saudável. Aceite que seu filho está crescendo, e que a partir de agora uma parte desse crescimento acontecerá longe de você. Mas lembre-se: todos nós passamos por isso, e seu filho também conseguirá!
A maioria das crianças (não todas) irá parar de chorar, especialmente quando estiver no meio de uma sala cheia de coleguinhas e um adulto compassivo. Os professores geralmente reconhecem e ignoram os sentimentos de medo, enfatizando as atividades divertidas. Isso incentiva seu filho a juntar-se às outras crianças, mostrando a ele que não é através do choro e agitação que vão conseguir o que querem.
Para as crianças que choram por mais de dois meses, pode ser necessário adiar a escolinha para o próximo ano. Matriculá-los quando ainda não estão emocionalmente prontos pode lhes causar uma grande dose de estresse e ansiedade.

Não deixe de:
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Dez passos para uma alimentação saudável - Passo 1
Dar somente leite materno até os seis meses,
sem oferecer água, chás ou quaisquer outros alimentos
O leite materno contém tudo o que a criança necessita até os seis meses de idade, inclusive água, além de proteger contra infecções.
A criança que recebe outros alimentos além do leite materno antes dos seis meses, principalmente através de mamadeira, incluindo água e chás, pode adoecer mais e ficar desnutrida.
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria / Ministério da Saúde / OPAS / OMS
Comentário
Está mais do que cientificamente comprovado, o leite materno realmente é o alimento mais completo para o bebê até que este complete seis meses de vida. Não é necessário complementar com nada, nem mesmo com água.
Estudos mostram que oferecer outros tipos de alimentos tem relação direta com o desmame precoce, ainda mais se utilizada a mamadeira.
Conheça mais benefícios do aleitamento materno na postagem 'Cada filhote mama na sua mãe'.
Tire todas as suas dúvidas em relação a amamentação na seção 'Aleitamento materno'.
Outros passos para uma alimentação saudável
- Passo 2 - Passo 3 - Passo 4 - Passo 5 - Passo 6 - Passo 7 - Passo 8 - Passo 9 - Passo 10 -
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Empréstimo consignado: regra continua a mesma após aposentadoria
As regras para conseguir um empréstimo consignado continuam as mesmas para o servidor municipal depois da aposentadoria, sem qualquer interferência do Previ-Rio. Entretanto, cabe à instituição financeira checar o comprometimento de renda do solicitante. O servidor também deve ter cautela ao comprometer seu rendimento. Confira no site da Secretaria Municipal de Administração (SMA) o nome das instituições bancárias que prestam o serviço e as taxas de juros que estavam cobrando em dezembro de 2010.
CEFET/RJ divulga chamada para matrícula dos candidatos que aderiram à Lista de Espera do SISu
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Tópicos importantes sobre o brincar para a Educação Infantil
- Através do brincar a criança desenvolve seu pensamento, descobre-se, vislumbra a possibilidade de criar e vivenciar novas situações - brincando ela busca interação com o mundo adulto.
- Jogos atuais são cada vez mais específicos (trabalham apenas com certa área ou com certa conduta), limitando a representação que o brincar tem no desenvolvimento cognitivo de uma criança.
- A brincadeira deve ser livre e prazerosa para que incorpore a criança como protagonista.
- O jogo como estratégia de ensino é um comprometimento integral da criança numa atividade que une interesse, prazer e conhecimento.
- O jogo é uma característica do comportamento infantil - sempre.
- A criança utiliza o jogo, individualmente ou em grupos, através do corpo, palavras, objetos, desenhos e gestos.

- Ao brincar, a criança constrói o conhecimento de si própria, das relações humanas (socialização) e de como as coisas funcionam e se caracterizam.
- O professor deve contribuir, enriquecendo e problematizando de maneira a solicitar da criança sua plena atuação dentro da situação - ela se tornará elemento ativo do processo ensino-aprendizagem.
- Todo e qualquer tipo de atividade na Educação Infantil pode se desenvolver através de jogos.
- Piaget classifica os jogos em 3 grupos: exercício, simbólicode regras. e
- O desafio, o inesperado, a competição, as regras e o arbitrário são elementos encontrados constantemente no trabalho pedagógico, mas que também estão presentes nos jogos. FONTE:http://tianescau.blogspot.com
Planejamento Pedagógico

“ Entende-se por planejamento um processo de previsão de necessidades e racionalização do emprego dos meios materiais e dos recursos humanos disponíveis afim de alcançar os objetivos concretos, em prazos determinados e em etapas definidas, a partir do conhecimento e avaliação científica da situação original”.
Martinez de Oliveira
Quando planejamos uma aula conseguimos traçar novos objetivos e dar sentido a nossa prática, fica mais fácil perceber nossas falhas, modificar nossas ações e agir de forma intencional, buscando sempre o desenvolvimento integral da criança.
• Ajuda a dar seqüência as atividades;
• Oportuniza uma visão das necessidades das crianças;
• Dá coerência e flexibilidade à nossa ação;
• Nos auxilia na análise da situação e no mapeamento e ordenação de nossas ações;
• Permite ao professor revisar e flexibilizar as suas ações.
Dúvidas dos leitores
1ª) Olhos VERDES-CLAROS ou VERDE-CLAROS? Calças VERDES-GARRAFAS ou VERDE-GARRAFAS?
Nos adjetivos compostos, apenas o último elemento vai para o plural:
Consultórios MÉDICO-CIRÚRGICOS
Candidatos SOCIAL-DEMOCRATAS
Atividades TÉCNICO-CIENTÍFICAS
Problemas SOCIOPOLÍTICO-ECONÔMICOS
Cabelos CASTANHO-ESCUROS
Olhos VERDE-CLAROS
Os adjetivos compostos referentes a cores são INVARIÁVEIS quando o segundo elemento for um substantivo:
Calças VERDE-GARRAFA, VERDE-MUSGO, VERDE-OLIVA
Blusas AZUL-CÉU, AZUL-PISCINA, VERDE-MAR, ROSA-CHOQUE, VERMELHO-SANGUE, AMARELO-OURO…
Observe bem a diferença:
Olhos VERDE-CLAROS = cor + adjetivo(=claro ou escuro);
Calças VERDE-GARRAFA = cor + substantivo.
2ª) Qual é o plural de JÚNIOR?
As palavras terminadas em “R” fazem plural com o acréscimo de ES: repórteres, revólveres, açúcares, hambúrgueres, contêineres, mares…
O plural, portanto, é JUNIORES. A novidade é a sílaba tônica, que se desloca da vogal “u” para a vogal “o” (=pronuncia-se /juniôres/).
Se você não gosta do plural de JÚNIOR, porque acha feio ou estranho, a minha sugestão é seguir o exemplo das transmissões esportivas da rede Globo: em vez de dizer que “o Internacional é o tetracampeão de JUNIORES”, podemos usar “de futebol JÚNIOR” ou “da categoria JÚNIOR”. Não será por isso que o Inter deixará de ser TETRA.
3ª) “Maiores OU Mais informações podem ser obtidas pelo telefone”?
Informação não tem tamanho, nem maior nem menor. O que se quer é uma maior quantidade de informações, ou seja, MAIS INFORMAÇÕES.
Para que o ouvinte não faça confusão de “MAIS NOTÍCIAS” com “MÁS NOTÍCIAS”, podemos usar “OUTRAS ou NOVAS notícias”.
4ª) “Meio-dia e MEIO ou MEIA?”
O certo é “meio-dia e MEIA”.
MEIO (=metade) é um numeral fracionário. Os numerais devem concordar com os substantivos a que se referem: UMA hora da tarde, DUAS mil pessoas, DUZENTOS gramas de mortadela, PRIMEIRO candidato, SEGUNDA questão…
Observe mais alguns exemplos:
“Chupou MEIO limão e MEIA laranja.”
“Leu um capítulo e MEIO.” (=meio capítulo)
“Leu uma página e MEIA.” (=meia página)
“Bebeu um litro e MEIO de vodca.” (=meio litro)
“Bebeu uma garrafa e MEIA de cerveja.” (=meia garrafa)
“São duas e MEIA da tarde.” (=meia hora)
“É meia-noite e MEIA.” (=meia hora)
“É meio-dia e MEIA.” (=meia hora)
5ª) “Ela ficou MEIA ou MEIO nervosa?”
O certo é “MEIO nervosa”.
MEIO (=mais ou menos, um pouco) é advérbio de intensidade. Os advérbios não se flexionam.
Observe os exemplos:
“A aluna ficou MUITO nervosa.”
“A aluna ficou POUCO nervosa.”
Logo: “A aluna ficou MEIO nervosa.”
Para facilitar a nossa vida, podemos decorar o seguinte:
“MEIO, no sentido de “mais ou menos”, é sempre MEIO (forma não flexionada = masculino singular).”
“Ela estava MEIO aborrecida.”
“Os clientes andam MEIO insatisfeitos.”
Observe a diferença:
a) “A diretoria está MEIO insatisfeita.” (=a diretoria está mais ou menos insatisfeita, está um pouco insatisfeita, não está muito satisfeita);
b) “MEIA diretoria está insatisfeita.” (=metade da diretoria está insatisfeita e a outra metade deve estar satisfeita).
Dúvidas dos leitores
1ª) PORQUE, POR QUE, PORQUÊ ou POR QUÊ?
1) PORQUE é conjunção causal ou explicativa:
“Ele viajou porque foi chamado para assinar o contrato.”
“Ele não foi porque estava doente.”
“Abra a janela porque o calor está insuportável.”
“Ele deve estar em casa porque a luz está acesa.”
2) PORQUÊ é a forma substantivada (=antecedida de artigo “o” ou “um”):
“Quero saber o porquê da sua decisão.”
“A professora quer um porquê para isso tudo.”
3) POR QUÊ = no fim da frase (antes de pausa):
“Ele não viajou por quê?”
“Se ele mentiu, eu queria saber por quê.”
“Quero saber por quê, onde e quando.”
4) POR QUE
a) em frases interrogativas diretas ou indiretas:
“Por que você não foi?” (=pergunta direta)
“Gostaria de saber por que você não foi.” (=pergunta indireta)
b) quando for substituível por por qual, pelo qual, pela qual, pelos quais, pelas quais:
“Só eu sei as esquinas por que passei.” (=pelas quais)
“É um drama por que muitos estão passando.” (=pelo qual)
c) quando houver a palavra motivo antes, depois ou subentendida:
“Desconheço os motivos por que a viagem foi adiada.” (=pelos quais)
“Não sei por que motivo ele não veio.” (=por qual)
“Não sei por que ele não veio.” (=por que motivo, por qual motivo)
2ª) CONFISCO ou DESAPROPRIAÇÃO?
A frase “O governo estadual pretende começar no mês que vem o confisco de imóveis para terminar a linha verde” está errada. Na verdade, haverá “desapropriação de imóveis”.
No caso de uma desapropriação existe alguma forma de indenização, o que não ocorre no confisco.
O que acontece às vezes é uma “indenização tão vagabunda”, que mais parece um “confisco”.
Observe o uso correto da palavra confisco:
“Raoul Wallenberg salvou judeus, mas seu Banco, na Suíça, guardou riquezas confiscadas.”
3ª) A frase “O transatlântico chegou no cais…” está correta?
Quem chega deve chegar “a” algum lugar, e não “em” algum lugar.
Embora alguns autores registrem e alguns professores defendam o “chegar em algum lugar”, nós preferimos a regência tradicional do verbo chegar:
“O transatlântico chegou ao cais…”
4ª) Onde está o erro na frase: “O trabalho é de segunda à sexta-feira, de 12h às 20h”?
São dois erros:
1o) Não há crase: “…de segunda a sexta-feira…”
Só existe a preposição “a “. Não há artigo definido, porque a frase se refere a qualquer segunda-feira e a qualquer sexta-feira. Haveria crase, se houvesse “definição” dos dias: “O congresso será da próxima segunda à sexta-feira.”
2o) Faltou o artigo para definir a hora de início: “…das 12h às 20h”.
Sempre que determinamos a hora, devemos usar o artigo definido. Não haverá a necessidade do artigo definido, se nos referirmos ao tempo de duração: “A reunião será de duas a quatro horas.”
A frase correta, portanto, é: “O trabalho é de segunda a sexta-feira, das 12h às 20h” .
5ª) A concordância na frase: “Não existe idade certa para esse conjunto de sintomas passarem a afligir mulheres adultas” está correta?
O sujeito do verbo PASSAR é “esse conjunto de sintomas”. O sujeito é simples e o núcleo é “conjunto”.
Em razão disso, o verbo passar deveria estar no singular para concordar com o núcleo do sujeito (=conjunto): “Não existe idade certa para esse conjunto de sintomas passar a afligir mulheres adultas”.
Dúvidas dos leitores
1ª) Concordância com PERCENTAGENS
Situação 1 – Sem especificador, o verbo deve concordar com a percentagem”:
“1% FOI DESCONTADO.”
“2% FORAM DESCONTADOS.”
Situação 2 – Com especificador singular, o verbo pode concordar com o
especificador singular:
“2% da população VOTOU(ou VOTARAM).”
“Trinta por cento da fazenda SERÁ OCUPADA (ou SERÃO OCUPADOS).”
“Vinte por cento da água ESTÁ CONTAMINADA (ou ESTÃO CONTAMINADOS).”
Situação 3 – Com especificador plural, o verbo pode concordar com o número ou com o especificador:
“Em torno de 1% dos viciados MORRE (ou MORREM) a cada ano.”
“Quase 90% dos empresários ACHAM que o risco de fraude é
maior.”
Situação 4 – Quando o percentual é antecedido por um determinante, a
concordância é feita com esse determinante:
“Esses 30% da fazenda SERÃO OCUPADOS.”
“Os restantes 15% da produção VÃO SER ARMAZENADOS.”
2ª) MESMO ou MESMA?
a) MESMO, no sentido de “próprio”, é pronome e deve concordar:
“Adriana prefere os sucos que ela MESMA faz.” (=ela própria)
“Nós MESMOS resolvemos o caso.” (=nós próprios)
“As meninas feriram a si MESMAS.”
b) MESMO, no sentido de “até, inclusive”, é invariável:
“MESMO a diretoria não resolveu o problema.” (=até a diretoria)
“MESMO os professores erraram aquela questão.” (=inclusive os professores)
3ª) MENOS ou MENAS?
Menas não existe. Use sempre MENOS:
“Vieram MENOS pessoas que o esperado.”
“Isso é de MENOS importância.”
4ª) “Fez tudo À MÃO ou A MÃO”?
Houve época em que eu afirmava que à mão não teria o acento da crase se apresentasse a ideia de “instrumento”. Confesso que sempre pensei assim:
“Se escrevo a lápis (= masculino), também escrevo a caneta (= feminino)”;
“Se o carro é a álcool (= masculino), será também a gasolina (= feminino)”;
“Se matou a tiros (=masculino), também matou a bala (=feminino)”.
Depois de tantas críticas e de muita pesquisa, resolvi mudar de opinião. Os argumentos são fortes. Afinal era muita gente boa contra mim: o grande mestre Adriano da Gama Kury, o professor Luiz Antônio Sacconi, o meu amigo Pasquale Cipro Neto, Eduardo Martins, do Manual do Estadão, e muitos outros mestres, leitores e amigos.
Vejamos o que diz o professor Adriano da Gama Kury:
“Desde tempos antigos da nossa língua se vêm usando com acento no a (ou com dois aa, quando ainda não era generalizado o uso dos acentos) numerosas locuções adverbiais e prepositivas formadas por substantivos femininos, tais como à custa de, à força, à toa, à vela, às pressas, às vezes e tantas mais.
Certos autores, comparando algumas destas locuções com outras formadas de substantivos masculinos, verificam, nestas últimas, a ausência do artigo em muitos casos: a custo, a dedo, a esmo, a prazo, a remo, a troco de etc., e concluem apressadamente que, em vista disso, as locuções com substantivos femininos não devem acentuar-se, uma vez que “não existe artigo”.
(…) Esquecem tais autores que em outras locuções de substantivos masculinos ocorre o artigo: ao lusco-fusco (tal como à tarde), ao redor (tal como à roda, à volta), aos bocados (tal como às carradas)…
Além disso, cumpre levar em conta estes dois fatores que aconselham a utilização do acento no a nas locuções com nomes femininos:
1º) o uso tradicional do acento pelos melhores escritores da nossa língua;
2º) a pronúncia aberta do a, em Portugal, nessas locuções, tal como qualquer a resultante de crase – diferente do timbre fechado do a pronome, artigo ou preposição.
De quanto se expôs acima, deve-se recomendar o uso do acento no a em locuções como as seguintes (adverbiais, prepositivas, conjuncionais):
À beça, à beira de, à cata de, à deriva, à distância, à força, à frente, à luz (=dar à luz), À MÃO, à medida que, à parte, à procura de, à proporção que, à revelia, à tarde, à toa, à última hora, à unha, à vista, à vontade, às avessas, às claras, às ordens, às vezes…”
“Ciranda cirandinha”…
O produtor musical Mário Lúcio de Freitas tem muita história para contar. Para a Rede Globo, produziu trilhas para as novelas “Que Rei Sou Eu?”, “Sassaricando”, “Vamp”, “O Dono do Mundo”, “O Salvador da Pátria”, entre outras.
Foi ele o responsável também pela sonorização, dublagem e trilhas de algumas das mais famosas séries de tv destinadas ao público infantil como “Bananas de Pijamas” e “Chaves” (SBT).
Papagaio Louro, O Cravo e a Rosa, A Borboletinha e Peixe Vivo são os primeiros títulos da coleção. Cada livro vem acompanhado de um audiolivro em cd produzido e dirigido por Mário Lúcio de Freitas.
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Agradecimentos: Livrarias Saraiva
ESCOLA MÁRIO PIRAGIBE - BRASIL, PETRÓLEO, BRASIL!

"Emoções" no 1º Educoeducoencontro
Como o carnaval está chegando, a Educopédia aproveitou e entrou no clima da festa! Distribuímos adereços, cantamos uma marchinha e Rafael Parente cantou 'Emoções' para homenagear os educopedistas.
Em seguida, Rafael e Beatriz agradeceram o trabalho da equipe, divulgaram os resultados de 2010 do projeto piloto, informaram as pendências e estratégias para 2011 e, também, como acontecerá o próximo processo seletivo.
No segundo momento, tivemos a apresentação dos professores Aytel e Anderson, que conversaram sobre questões gramaticais e linguísticas, oferecendo sugestões e dicas para a elaboração das aulas.
Finalizamos a manhã de sábado com o encontro das famílias nos laboratórios e salas de aulas do NAVE, onde foram debatidas questões específicas de cada disciplina.
A opinião de todos é fundamental para aprendermos e crescermos profissionalmente. Enviem suas sugestões, críticas e soluções para educopedia@rioeduca.net
E não se esqueçam: temos uma AVALIAÇÃO no site do Rioeduca. Participe!
Agradecemos a dedicação e o empenho de todos os professores educopedistas.
Programa Creche Promotora de Saúde
Estamos reiniciando nosso Programa Creche Promotora de Saúde, que é uma parceria entre Educação e Saúde dentro das Creches Municipais.
A equipe é formada por dentistas, pediatra e agentes de saúde. Bimestralmente eles permanecem um dia inteiro na creche e fazem pesagem, medição, ensinam a escovação, vacinam, orientam e dão palestras para os responsáveis e funcionários.
EXPERIÊNCIAS NO ENSINO DA ARTE (II)
NOTA: Postagem original do prof. Jabim Nunes para o Núcleo de Arte Grande Otelo (21 de fevereiro de 2011): http://nucleodeartegrandeotelo.blogspot.com/2011/02/producao-2010.html
Postado por Imaculada Conceição M. Marins
sábado, 26 de fevereiro de 2011
CAPITAL INICIAL - OPERAÇÃO SORRISO
2ª lugar - ESCOLA MÁRIO PIRAGIBE - BRASIL, PETRÓLEO, BRASIL!
Parabéns Lucas!!! 2º lugar com gosto de 1º.